Palavras-chave: Arranjos domiciliares; Benefício de Prestação Continuada; Idoso; PNAD

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1 Idosos atendidos pelo Benefício de Prestação Continuada (BPC) que vivem em domicílios com outros rendimentos: perfil sociodemográfico e comparação com os idosos que vivem em domicílios com presença de rendimento de aposentadoria/pensão e outros rendimentos que não sejam o BPC. Daniele Fernandes Carvalho Palavras-chave: Arranjos domiciliares; Benefício de Prestação Continuada; Idoso; PNAD Trabalho apresentado no XIX Encontro Nacional de Estudos Populacionais, ABEP, realizado em São Pedro/SP Brasil, de 24 a 28 de novembro de Pesquisadora do Programa de Pesquisa do Desenvolvimento Nacional (PNPD) da Diretoria de Estudos e Políticas Sociais (DISOC) do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada - IPEA.

2 Introdução O envelhecimento populacional é um processo que está em andamento em todo o mundo, mas não está ocorrendo da mesma forma em todos os países. O Brasil é um país com envelhecimento moderado avançado; no ano de 2010, o Censo Demográfico contabilizou 14 milhões de pessoas com 65 anos ou mais representando 7% da população total. Projeções para as próximas décadas estimam que em 2020 os idosos serão 19,9 milhões e corresponderão a 9% da população total. Já em 2040, espera-se que atingirão 40,1 milhões, o equivalente a 18%, da população total. O aumento deste segmento populacional torna-se uma questão central para o planejamento de políticas na área da saúde, da previdência social e de renda, além do seu impacto nos arranjos domiciliares. Nesse contexto, uma questão importante é a garantia de condições mínimas de renda para os idosos que não poderão se beneficiar da aposentadoria por não terem contribuído, ou por não estarem qualificados para a aposentadoria rural. O Benefício de Prestação Continuada (BPC), para idosos e deficientes, garante renda para quem não tem meios de garantir o seu sustento, ou tê-lo garantido pela sua família. No caso dos idosos, é necessário ter a idade mínima de 65 anos. Assim, o objetivo deste trabalho é estudar o perfil sociodemográfico dos idosos elegíveis e atendidos pelo BPC que vivem em domicílios com pessoas com outros rendimentos e compará-los com os idosos com rendimentos de aposentadoria/pensão no valor de 1 salário mínimo 1 (SM) e que vivem em domicílios com outros rendimentos que não seja o BPC. A fonte de dados utilizada é a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios PNAD 2006 Suplemento Transferências Sociais. Não foi utilizado o Censo 2010 porque neste ano é necessária a criação de uma proxy para identificar os beneficiários do programa, ao utilizar a proxy que considera beneficiário do BPC-idoso a pessoa com 65 anos ou mais que declarou receber rendimento de outros programas sociais ou de transferências, no valor exato de um salário mínimo, o total estimado foi de 186 mil beneficiários idosos do programa BPC no Censo Demográfico de Com os dados do suplemento da PNAD de 2006, que tem a variável sobre a presença do 1 Em 2006, R$350,00. 2

3 Benefício de Prestação Continuada no domicílio foram estimados 591 mil beneficiários. Em 2006, o Brasil era classificado como um país com um processo de envelhecimento moderado avançado com 10,2% de idosos com 60 anos ou mais; no entanto, a região Sudeste, por exemplo, já apresentava proporções de idosos com 60 anos ou mais característicos de países com envelhecimento avançado. Em 2000, a região Sudeste possuía 9,3% desses idosos e 7,5% de idosos com 65 anos ou mais; esses percentuais para a região Sul eram ligeiramente menores, de 9,2% e 6,2%, respectivamente. Ao analisar as pirâmides dos grupos da população idosa de 65 anos ou mais, para o Brasil, observa-se que, além do grupo de 65 a 69 anos ter o maior percentual entre os idosos de 65 anos ou mais, chama a atenção nas pirâmides populacionais o aumento da população de 80 anos ou mais, no período , no Brasil. Gráfico 1: Pirâmides etárias da população idosa Brasil, 2000 e

4 Gráfico 2: Pirâmide etária da população idosa Brasil, Neste trabalho, o perfil sociodemográfico da população idosa beneficiária do BPC e que vive em domicílios com outros tipos de rendimentos será feito para dois grandes grupos: de 65 a 74 anos e de 75 anos ou mais, bem como nos grupos de comparação. A Tabela 1 apresenta a distribuição dos idosos de 65 anos ou mais nos grupos de comparação para o Brasil e as regiões selecionadas. A região Sudeste concentra a maioria dos idosos em domicílios com aposentadoria/pensão no valor de 1SM. Nos domicílios atendidos e com outros rendimentos, a posição se inverte, a região Nordeste tem mais idosos nos domicílios atendidos. O Centro-Oeste tem a menor quantidade de idosos nos dois casos. 4

5 Tabela 1: Distribuição dos idosos em domicílios com rendimentos de aposentadoria/pensão no valor de 1 SM e outros rendimentos que não sejam BPC e domicílios atendidos pelo BPC e com outros rendimentos, Nordeste, Sudeste, Centro-Oeste e Brasil Idosos em domicílios com rendimentos de aposentadoria/pensão no valor de 1 SM e outros rendimentos que não sejam BPC de BPC e outros rendimentos Brasil Nordeste Sudeste Centro-Oeste A distribuição desses idosos por grupos de idade e sexo, em domicílios com rendimentos de aposentadoria/pensão no valor de 1 SM e com outros rendimentos e nos domicílios atendidos pelo BPC e com outros rendimentos pode ser observada no Gráfico 3. No Brasil, a população idosa em domicílios com aposentadoria/pensão e outros rendimentos concentra-se no grupo de idade de 65 a 74 anos, com uma proporção maior de mulheres bem como nos domicílios atendidos pelo BPC. Na região Nordeste, a população idosa em domicílios atendidos e com outros rendimentos concentra-se no grupo de idade de 65 a 74 anos. Nos domicílios com aposentados/pensionistas e outros rendimentos, o grupo de 65 a 74 anos é um pouco maior, tanto para os homens como para as mulheres, sendo a proporção de mulheres maior que a de homens. 5

6 Gráfico 3: Distribuição da população idosa por sexo e grupo de idade em domicílios com aposentadoria/pensão no valor de 1 SM e outros rendimentos que não são BPC e população idosa em domicílios atendidos pelo BPC e com outros rendimentos Brasil, Nordeste, Sudeste e Centro- Oeste, Nota: As distribuições destas populações somam 100%, tanto para atendidos como para aposentados/pensionistas; tratando-se de duas distribuições sobrepostas. Na região Sudeste, a população idosa em domicílios com aposentadoria/pensão e outros rendimentos concentra-se no grupo de idade de 65 a 74 anos, com uma proporção maior de mulheres; bem como nos domicílios com idosos atendidos e com outros rendimentos. Já na região Centro-Oeste, a população idosa em domicílios com aposentadoria/pensão e outros rendimentos concentra-se no grupo de idade de 65 a 74 anos; assim como nos domicílios atendidos pelo BPC e com outros rendimentos. 6

7 A razão de sexo também é um bom indicador da estrutura da população de interesse. A Tabela 2 mostra a razão de sexo para os idosos que vivem em domicílios atendidos e com outros rendimentos e os idosos que vivem em domicílios com aposentados/pensionistas e outros rendimentos. Observa-se para o Brasil e para as regiões independente do grupo de idade, uma predominância feminina. Predominância esta que pode ser observada tanto nas pirâmides etárias como na razão de sexo e que é resultado da maior mortalidade masculina. Tabela 2: Razão de sexo dos idosos em domicílios com rendimentos de aposentadoria/pensão no valor de 1 SM e outros rendimentos e atendidos pelo BPC e com outros rendimentos por grupo de idade, segundo regiões selecionadas, Nordeste, Sudeste, Centro-Oeste e Brasil Brasil BPC e outros rendimentos 65,03 69,64 Aposentados/pensionistas e outros rendimentos 75,80 77,86 Nordeste BPC e outros rendimentos 61,73 70,22 Aposentados/pensionistas e outros rendimentos 78,59 88,41 Sudeste BPC e outros rendimentos 62,78 58,28 Aposentados/pensionistas e outros rendimentos 65,75 65,05 Centro-Oeste BPC e outros rendimentos 70,47 78,60 Aposentados/pensionistas e outros rendimentos 82,49 92,56 A seguir compara-se as características dos idosos em domicílios com aposentadoria/pensão e outros rendimentos e domicílios com BPC e outros rendimentos separadamente para homens e mulheres. As variáveis a serem analisadas 7

8 são idade, escolaridade, número de moradores por domicílio, condição do idoso no domicílio e arranjo domiciliar. Nos domicílios com rendimentos de aposentadoria/pensão e outros rendimentos, a Tabela 3 mostra a distribuição por idade dos homens idosos. Para o Brasil, o maior percentual é do grupo 65 a 74 anos (58,4%). No grupo de 75 anos ou mais, a região Nordeste é a região com o maior percentual de homens com 75 anos ou mais, 45,7%, um percentual superior do que a média nacional e as regiões Sudeste e Centro-Oeste. Tabela 3: Distribuição percentual dos homens idosos em domicílios com idosos com rendimentos de aposentadoria/pensão no valor de 1 SM e outros rendimentos por grupo de idade, segundo regiões selecionadas, Nordeste, Sudeste, Centro-Oeste e Brasil N 65 a 74 anos 75 anos ou mais Total Brasil ,4 41,6 100,0 Nordeste ,3 45,7 100,0 Sudeste ,7 40,3 100,0 Centro-Oeste ,5 39,5 100,0 Na Tabela 4, para as mulheres em domicílios com rendimentos de aposentadoria/pensão e outros rendimentos, 59,1% das mulheres idosas também encontram-se no grupo de 65 a 74 anos. Esse padrão repete-se nas regiões que apresentam percentuais próximos da média nacional. 8

9 Tabela 4: Distribuição percentual das mulheres idosas em domicílios com idosos com rendimentos de aposentadoria/pensão no valor de 1 SM e outros rendimentos por grupo de idade, segundo regiões selecionadas, Nordeste, Sudeste, Centro-Oeste e Brasil N 65 a 74 anos 75 anos ou mais Total Brasil ,1 40,9 100,0 Nordeste ,2 42,8 100,0 Sudeste ,5 40,5 100,0 Centro-Oeste ,2 36,8 100,0 Para os domicílios atendidos pelo BPC e com outros rendimentos, a Tabela 5 mostra que, para os homens idosos, o grupo com maior percentual é o de 65 a 74 anos (56,9%). Na região Nordeste, tem o maior valor de homens de 75 anos ou mais, 46,9%. Tabela 5: Distribuição percentual dos homens idosos em domicílios atendidos pelo BPC e outros rendimentos por grupo de idade, segundo regiões selecionadas, Nordeste, Sudeste, Centro-Oeste e Brasil N 65 a 74 anos 75 anos ou mais Total Brasil ,9 43,1 100,0 Nordeste ,1 46,9 100,0 Sudeste ,7 41,3 100,0 Centro-Oeste ,9 40,1 100,0 Para as mulheres idosas em domicílios atendidos e com outros rendimentos, verifica-se que ao nível Brasil, 58,5% concentram-se no grupo de 65 a 74 anos, restando 41,5% no grupo de 75 anos ou mais. A região Centro-Oeste apresenta percentuais bem mais elevados de população feminina idosa atendida com 65 a 74 anos (62,5%). 9

10 Tabela 6: Distribuição percentual das mulheres idosas em domicílios atendidos pelo BPC e outros rendimentos por grupo de idade, segundo regiões selecionadas, Nordeste, Sudeste, Centro-Oeste e Brasil N 65 a 74 anos 75 anos ou mais Total Brasil ,5 41,5 100,0 Nordeste ,3 43,7 100,0 Sudeste ,9 43,1 100,0 Centro-Oeste ,5 37,5 100,0 A comparação entre idosos em domicílios atendidos e com outros rendimentos e idosos em domicílios com rendimentos e aposentadoria/pensão e outros rendimentos mostrou que independente do domicílio ter BPC ou aposentadoria/pensão, devido ao atual estágio do envelhecimento populacional, observa-se um predomínio de idosos jovens. Agora, analisando a variável Número de moradores nos domicílios atendidos e que tem outros rendimentos e nos domicílios com rendimentos de aposentadoria/pensão no valor de 1 SM e outros rendimentos, que é utilizada como uma variável auxiliar para verificar a corresidência. Apesar da corresidência ter prós e contras, a literatura aponta a preferência dos idosos por um arranjo onde ele more sozinho ou com cônjuge 2. O gráfico 4 compara o número de moradores dos domicílios com rendimentos de aposentadoria/pensão e outros rendimentos e os domicílios atendidos com outros rendimentos onde vivem os idosos. Para os domicílios com idosos com rendimentos de aposentadoria/pensão, observa-se que há uma predominância de domicílios com 5 2 Saad, P. (2003), Paulo, M. A. (2008). 10

11 pessoas ou mais nos arranjos dos idosos. O mesmo é verificado nos domicílios atendidos com idosos. Gráfico 4: Distribuição percentual do número de moradores nos domicílios atendidos pelo BPC e domicílios com idosos com rendimentos de aposentadoria/pensão no valor de 1 SM (%) Brasil, Nos domicílios com rendimentos de aposentadoria/pensão, nas regiões, os percentuais são muito próximos da média nacional, sendo que o maior percentual de domicílios com 5 ou mais, encontra-se no Nordeste (48,7%) (Ver Tabela 7). 11

12 Tabela 7: Distribuição percentual do número de moradores nos domicílios com idosos com rendimentos de aposentadoria/pensão no valor de 1 SM, segundo regiões selecionadas, Nordeste, Sudeste, Centro-Oeste e Brasil Número de moradores do domicílio N a 4 5 ou mais Total Brasil ,1 17,9 36,7 41,4 100,0 Nordeste ,5 14,5 33,3 48,7 100,0 Sudeste ,7 19,9 39,0 36,4 100,0 Centro-Oeste ,8 19,3 35,9 40,0 100,0 A Tabela 8 mostra que o padrão nos domicílios atendidos, observado no gráfico 4 para o Brasil é muito semelhante nas regiões selecionadas. Tabela 8: Distribuição percentual do número de moradores em domicílios atendidos pelo BPC e com outros rendimentos, segundo regiões selecionadas, Nordeste, Sudeste, Centro-Oeste e Brasil Número de moradores do domicílio N a 4 5 ou mais Total Brasil ,0 13,9 39,3 46,7 100,0 Nordeste ,1 10,4 38,1 51,4 100,0 Sudeste ,0 17,2 45,0 37,8 100,0 Centro-Oeste ,0 27,4 43,3 29,4 100,0 A próxima variável a ser analisada é a condição no domicílio. O gráfico 5 mostra que, tanto entre os homens idosos em domicílios atendidos com outros rendimentos como entre os homens em domicílios com rendimentos de aposentadoria/pensão e outros rendimentos, há alta predominância deles como a pessoa de referência, (76,2% no caso dos atendidos e 83,7% nos com aposentadoria/pensão). 12

13 Gráfico 5: Distribuição percentual da condição no domicílio dos homens idosos em domicílios atendidos e domicílios com rendimentos de aposentadoria/pensão (%) Brasil, Para os homens idosos que vivem nos domicílios com rendimentos de aposentadoria/pensão e outros rendimentos, a condição de pessoa de referência cai um pouco de acordo com o grupo de idade, 86,7% no grupo de 65 a 74 anos e 79,7% no grupo 75 anos ou mais (Tabelas 9), por outro lado cresce a condição de outro parente. 13

14 Tabela 9: Distribuição percentual da condição no domicílio dos homens idosos em domicílios com idosos que recebem aposentadoria/pensão no valor de 1 SM e outros rendimentos por grupo de idade - Brasil, anos 65 a 74 anos ou mais Pessoa de referência 86,64 79,65 Cônjuge 5,37 5,77 Filho 0,45 0,00 Outro parente 7,03 13,80 Agregado 0,41 0,66 Pensionista 0,10 0,12 Empregado doméstico 0,00 0,00 Total 100,0 100,0 N Para os homens idosos nos domicílios atendidos e com outros rendimentos, o percentual diminui de 77,9% no grupo de 65 a 74 anos para 73,9% no grupo de 75 anos ou mais (Tabela 10), enquanto o percentual de outros parentes cresce de 13,01% para 20,14%. 14

15 Tabela 10: Distribuição percentual da condição no domicílio dos homens idosos em domicílios atendidos pelo BPC e com outros rendimentos por grupo de idade - Brasil, a 74 anos 75 anos ou mais Pessoa de referência 77,87 73,89 Cônjuge 6,00 5,97 Filho 0,96 0,00 Outro parente 13,01 20,14 Agregado 1,75 0,00 Pensionista 0,42 0,00 Empregado doméstico 0,00 0,00 Total 100,0 100,0 N Para as mulheres idosas em domicílios com rendimentos de aposentadoria/pensão e outros rendimentos, elas são em sua maioria a pessoa de referência, mas com valores próximos das mulheres idosas cônjuges. Nos domicílios atendidos e com outros rendimentos, a maioria é cônjuge, seguido de outro parente (ver Gráfico 6). 15

16 Gráfico 6: Distribuição percentual da condição no domicílio das mulheres idosas em domicílios atendidos e com outros rendimentos e domicílios com idosos com rendimentos de aposentadoria/pensão no valor de 1 SM e outros rendimentos (%) Brasil, A condição de pessoa de referência das mulheres idosas em domicílios com rendimentos de aposentadoria/pensão aumenta um pouco com a idade; 39,9% no grupo de 65 a 74 anos e 41,5% no grupo de 75 anos ou mais. Por outro lado, verificase uma diminuição do percentual de mulheres na condição de cônjuge e um aumento do percentual das mulheres na condição de outros parentes (ver Tabela 11). Ao envelhecer, aumenta a chance das mulheres ficarem sem cônjuge, devido à mortalidade diferencial por sexo e, tornar-se a pessoa de referência do domicílio ou se inserir na condição de outro parente em outro domicílio. 16

17 Tabela 11: Distribuição percentual da condição no domicílio das mulheres idosas em domicílios com idosos que recebem aposentadoria/pensão no valor de 1 SM e outros rendimentos por grupo de idade - Brasil, anos 65 a 74 anos ou mais Pessoa de referência 39,85 41,47 Cônjuge 45,23 22,66 Filho 0,48 0,13 Outro parente 14,03 34,9 Agregado 0,35 0,81 Pensionista 0,06 0,06 Empregado doméstico 0,01 0,00 Total 100,0 100,0 N Para as mulheres idosas nos domicílios atendidos pelo BPC e com outros rendimentos, a condição de cônjuge predomina nos grupo de 65 a 74 anos de idade (ver Tabela 12). Já a condição de outro parente predomina no grupo de 75 anos ou mais. Tabela 12: Distribuição percentual da condição no domicílio das mulheres idosas em domicílios atendidos pelo BPC e com outros rendimentos por grupo de idade - Brasil, anos 65 a 74 anos ou mais Pessoa de referência 30,84 26,18 Cônjuge 47,27 27,36 Filho 0,87 0,41 Outro parente 19,92 45,48 Agregado 0,81 0,18 Pensionista 0,00 0,38 Empregado doméstico 0,28 0,00 Total 100,0 100,0 N

18 Conclusão Resumindo, os dados mostram que a distribuição por grupos de idade dos idosos e idosas em domicílios com rendimentos de aposentadoria/pensão e outros rendimentos que não sejam BPC tem uma predominância na faixa de 65 a 74 anos, em relação à de 75 anos ou mais. Esse padrão se mantém para os idosos e idosas em domicílios atendidos pelo BPC e com outros rendimentos. Por outro lado, observa-se que, os idosos e idosas, tanto em domicílios atendidos como em domicílios com aposentadoria/pensão, vivem a maioria em domicílios grandes com 4 pessoas ou mais. Os homens idosos são, em sua maioria, a pessoa de referência do domicílio nos dois grupos, já as mulheres se dividem em pessoa de referência, cônjuges e outros parentes. A análise descritiva dos grupos de idosos que vivem em domicílios atendidos pelo BPC e com outros rendimentos e domicílios com rendimentos de aposentadoria/pensão no valor de 1 SM e outros rendimentos mostrou algumas diferenças importantes entre os grupos e entre as regiões. Nas diferenças na razão de sexo entre os atendidos e aposentados/pensionistas, para o Brasil e regiões, destaca-se uma predominância feminina. Apenas na região Centro-Oeste entre os aposentados/pensionistas com 75 anos ou mais onde a razão de sexo mostra uma quase predominância masculina, provavelmente reflexo da imigração diferencial por sexo 3, característica da região. Nos grupos de idade considerados, apesar do Brasil ter uma população idosa jovem, a região Nordeste começa a se destacar pela sua população mais idosa, de 75 anos ou mais, tanto entre os domicílios atendidos como entre os domicílios com aposentadoria/pensão. 3 A imigração masculina ocorreu, principalmente nas décadas de 1950 e 1960 para a construção de rodovias e da capital Brasília (CAMARANO; KANSO E FERNANDES, 2013). 18

19 A situação dos idosos nos domicílios com presença de aposentadoria/pensão e outros rendimentos e nos domicílios com BPC e outros rendimentos não parece ser muito favorável, dado que eles vivem em domicílios maiores, e para as mulheres isso é mais claro, pois a maioria não é a pessoa de referência do domicílio e ao ficarem mais velhas, aumenta o percentual de mulheres como outros parentes, o que indica que elas saíram dos seus domicílios onde eram cônjuges e passaram para a condição de outro parente, provavelmente no domicílio dos filhos. As características dos idosos encontradas nos domicílios com rendimentos de aposentadoria/pensão e outros rendimentos e nos domicílios com rendimentos de BPC e outros rendimentos são bem diferentes dos encontrados por Fernandes (2013) nos idosos que vivem em domicílios com rendimento apenas de BPC e com rendimentos apenas de aposentadoria/pensão. Nestes domicílios, a situação é mais favorável ao idoso, pois eles vivem em domicílios menores e são em sua maioria a pessoa responsável pelo domicílio. 19

20 Referências Bibliográficas CAMARANO, A. A.; KANSO, S.; FERNANDES, D. A população brasileira e seus movimentos ao longo do século XX, 2013, mimeo. FERNANDES, D. Perfil sociodemográfico dos idosos elegíveis ao Benefício de Prestação Continuada. 113f. Dissertação (Mestrado em Estudos Populacionais e Pesquisas Sociais) Escola Nacional de Ciências Estatísticas, IBGE. Censo Demográfico, microdados da amostra, IBGE. Censo Demográfico, microdados da amostra, IBGE. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, microdados da amostra, PAULO, M. A. A relação entre renda e composição domiciliar dos idosos no Brasil: um estudo sobre o impacto do recebimento do benefício de prestação continuada. 85 f. Dissertação (Mestrado em Demografia) Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, SAAD, P. M. Transferencias informales de apoyo de los adultos mayores en América Latina y el Caribe: estudio comparativo de encuestas Sabe. Notas de Población n. 77, Santiago, Chile: Naciones Unidas/CEPAL,

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