CMSC-FAC COMUNICAÇÃO. PARA A MUDANÇA SOCIAL E DE COMPORTAMENTO Ferramenta de Avaliação da Capacidade PARA USO COM ORGANIZAÇÕES

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CMSC-FAC COMUNICAÇÃO. PARA A MUDANÇA SOCIAL E DE COMPORTAMENTO Ferramenta de Avaliação da Capacidade PARA USO COM ORGANIZAÇÕES"

Transcrição

1 CMSC-FAC COMUNICAÇÃO PARA A MUDANÇA SOCIAL E DE COMPORTAMENTO Ferramenta de Avaliação da Capacidade PARA USO COM ORGANIZAÇÕES PARTE II: FERRAMENTA DE AVALIAÇÃO Esta publicação é tornada possível graças ao apoio generoso da povo Americano através da Agencia dos Estados Unidos para o desenvolvimento Internacional (USAID) sob os termos do Acordo No. GPO-A Os conteúdos são da responsabilidade do programa da C-Change, gerido pela AED, e não reflectem necessariamente os pontos de vista da USAID ou Governo dos Estados Unidos

2 COMUNICAÇÃO PARA A MUDANÇA SOCIAL E DO COMPORTAMENTO FERRAMENTA DE AVALIAÇÃO DE CAPACIDADE (CMSC-FAC) PARA USO COM ORGANIZAÇÕES MARÇO 2011 Esta publicação é tornada possível graças ao apoio generoso da povo Americano através da Agencia dos Estados Unidos para o desenvolvimento Internacional (USAID) sob os termos do Acordo No. GPO-A Os conteúdos são da responsabilidade do programa da C-Change, gerido pela AED, e não reflectem necessariamente os pontos de vista da USAID ou Governo dos Estados Unidos.

3 Citação Recomendada: C-Change Social and Behavior Change Communication - Capacity Assessment Tool (SBCC-CAT) for Use with Organizations. Washington, DC: C-Change/AED. C-Change é implementado pela AED e seus parceiros CARE; Internews; Ohio University; IDEO; University of Washington/I-TECH; Center for Media Studies, India; New Concept, India; Soul City, South Africa; Social Surveys, South Africa; and Straight Talk, Uganda. Informação de Contacto: C-Change 1825 Connecticut Ave., NW, Ste. 800 Washington, DC USA Tel: Fax: Website:

4 Índice da Ferramenta de Avaliação PASSO 1: Avaliação da Capacidade CMSC... 4 PASSO 2: Revisão dos Materiais Passo 3: Desenvolvimento de um Plano de Fortalecimento de Capacidades... 17

5 PASSO 1: Avaliação da Capacidade CMSC Componente 1: Entender o Contexto através da Análise da Situação. Sub-componente 1: Planificação e desenho baseado na evidência e teoria ou orientada por um modelo Uma análise da situação é uma revista sistemática de dados social, cultural, politica e comportamental para identificar os determinantes externos e internos duma situação, tais como as causas por debaixo e efeitos imediatos. Como é que o seu programa recolhe e analisa informação para orientar os processos de planificação e desenho de programas SBCC? Pergunta Pontuação 1.1 Conduz análise da situação antes do desenho dos programas CMSC? 1.2 Usa teorias ou modelos para análise da situação ou desenho de estratégia de comunicação? 1.3 Usa dados de pesquisa para apoiar o desenho do programa CMSC? 1.4 Faz a revisão das actividades dos interessados durante a sua analise da situação? Os Programas não analisa as questões sociais e comportamentais não usam teorias ou modelos Programas não recolhem dados porque o desenho de programa estáa predeterminado não fazem a revisão das actividades dos interessados Os Programas confiam nas suas próprias redes e experiência para analisar questões sociais e comportamentais Os Programas usam elementos de teorias ou modelos mas eles não podem ser relacionados a teorias e modelos específicos Programas confiam nas suas próprias fontes de informação para desenhar programas passam em revista as actividades dos interessados mas tem pouca interacção Os Programas envolvem informadores-chave na análise de questões sociais e comportamentais Os Programas usam teorias ou modelos relevantes para análise da situação ou desenho de estratégia de comunicação usam dados de pesquisa existente para desenhar programas passam em revista as actividades dos interessados e compartilham as ideias e planos do programa Os Programas envolvem perspectivas múltiplas para analisar questões sociais e comportamentais sempre usam teorias relevantes e modelos tanto para análise da situação e desenho de estratégia de comunicação usam dados de pesquisa existente e original para desenhar programas passam em revista as actividades dos interessados, compartilham planos do programa, e colaboram para reduzir a duplicação de serviços e sobreposição das actividades FERRAMENTA DE AVALIAÇÃO PASSO 1: AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE CMSC PAGINA 4

6 Componente 2: Incidência e Desenho de Estratégia de Comunicação Sub-componente 1: Desenvolvimento de Estratégias Uma estratégia de comunicação é um documento compreensivo que orienta e liga as decisões sobre as audiências, objectivos de comunicação, canais, e materiais pretendidos baseado na análise e teorias CMSC que sejam integrados por uma abordagem estratégica. Como é que o seu programa desenha programas CMSC? Que tipo de ferramentas ou abordagem você usa? Pergunta Pontuação 2.1 Tem uma estratégia de comunicação para os seus programas CMSC? não têm uma estratégia de comunicação Componentes necessárias de um estratégia de comunicação: Segmentação final da audiência. Barreiras (por audiência) Mudanças Desejadas (por audiência) Objectivos de Comunicação (por audiência) Abordagem estratégica Declaração de posicionamento Conteúdo chave Canais (por audiência), actividades e materiais A Estratégia de Comunicação dos programas inclui 2 ou 3 componentes de todas as necessárias Indique que componentes: _ A Estratégia de Comunicação dos programas inclui 4 a 7 componentes de todas as necessárias Indique que componentes: A Estratégia de Comunicação dos programas inclui todas as 8 componentes necessárias FERRAMENTA DE AVALIAÇÃO PASSO 1: AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE CMSC PAGINA 5

7 Componente 2: Incidência e Desenho de uma Estratégia de Comunicação Sub-componente 1: Desenvolvimento de Estratégias Pergunta Pontuação 2.2 Você selecciona e segmenta a audiência em grupos específicos para adaptar o programa destes de forma efectiva? abordam a população em geral Os Programas seleccionam audiência mas não as segmentam em grupos específicos Parceiros seleccionam segmentos específicos de audiência e criam programas adaptados para eles Os Programas seleccionam segmentos específicos de audiência e criam programas adaptados para eles 2.3 Define objectivos de comunicação SMART que abordem as barreiras a mudança? (EMART = Específicos, Mensurável, Atingível e com Prazo determinado) 2.4 Tem uma estratégia de comunicação que propõe o uso de mais do que um canal de comunicação para alcançar a audiência? 2.5 Tem uma estratégiade comunicação que procura influenciar diferentes níveis do problema (individual, família, comunidade, regional, e nacional)? somente têm objectivos de programa usam um canal usam estratégias de comunicação que abordam um nível definem objectivos de comunicação usam canais múltiplos baseados nas preferências da audiência As Estratégias de comunicação dos programas abordam dois diferentes níveis definem objectivos de comunicação EMARTs usam canais múltiplos, interligados baseados na preferências das audiência As Estratégias de comunicação dos programas abordam mais de dois níveis diferentes mas não durante o mesmo período de tempo definem objectivos EMARTS que abordam as barreiras à mudança para cada segmento de audiência usam canais múltiplos, interligados baseados sobre preferências das audiências e alcança os segmentos da audiência de forma repetida As estratégias de comunicação dos programas abordam mais do que dois níveis diferentes durante o mesmo período do tempo FERRAMENTA DE AVALIAÇÃO PASSO 1: AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE CMSC PAGINA 6

8 Componente 2: Incidência e Desenho de uma Estratégia de Comunicação Sub-componente 1: Desenvolvimento de Estratégias Pergunta Pontuação 2.6 Tem uma estratégia de comunicação que seja guiada por uma abordagem estratégica que ligue todas as estratégias e canais num esforço coordenado ou campanha ou intervenção? A estratégia de comunicação dos programas não inclui uma abordagem estratégica A estratégia de comunicação dos programas inclui uma componente chave A estratégia de comunicação dos programas tem uma abordagem estratégica que liga todas estratégias e canais A estratégia de comunicação dos programas possui uma abordagem estratégica que liga todas as estratégias e canais agrupados numa reconhecida campanha ou intervenção FERRAMENTA DE AVALIAÇÃO PASSO 1: AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE CMSC PAGINA 7

9 Componente 3: Criando Intervenções e Materiais para a Mudança Sub-componente: 1. Desenvolvimento de Materiais As intervenções CMSC são desenvolvidas combinado boas ideias com materiais apropriados para evocar emoção e motivar audiências. Os materiais de formação podem tomar varias formas, incluindo: panfletos, anúncios nos serviços de rádio publica, e dramas televisivos Como é que o seu programa desenvolve os conteúdos para as actividades, materiais, e mensagens CMSC? Que passos você segue, e a quem você consulta? Perguntas Pontuação 3.1 Se desenvolve seus próprios materiais, você usa os elementos chaves efectivos para o desenho de materiais e mensagens? OU Se usa materiais de outras organizações; você usa os elementos chave para o desenho efectivo de materiais e mensagens para verificar se eles se enquadram dentro das necessidades deles? Elementos chaves: Inventário de materiais existentes Fichas de Criatividade Consultas a audiência Testagem do Conceito dos rascunhos Revisão técnica e de interessados Revista da audiência não usam nenhum dos elementos chaves Nenhum dos elementos chaves são usados para verificar os materiais emprestados usam alguns elementoschave, mas não podem claramente articula-los usam vários elementoschave claramente articulados Mencione quais elementos- chaves: Os Programas usam quase todos os elementos.chaves claramente articulados Mencione quais elementos-chaves: FERRAMENTA DE AVALIAÇÃO PASSO 1: AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE CMSC PAGINA 8

10 Componente 3: Criação de Intervenções & Materiais para a Mudança Sub-componente: 1. Desenvolvimento de Materiais Perguntas Pontuação 3.2 Se desenvolve mensagens e suas próprias materiais, você tem uma revisão da exactidão da informação pelo pessoal técnico e interessados? não fazem a revisão d as mensagens e materiais fazem uma revisão improvisada ou casual dos materiais feita pelo pessoal disponível fazem uma revisão das mensagens e materiais pelo pessoal técnico fazem uma revisão formal de mensagens e materiais tanto pelo pessoal técnico quanto pelos interessados 3.3 Se desenvolve os seus próprios materiais, você os desenvolve e testa com membros da sua audiência e incorpora o feedback deles? OU Materiais são desenvolvidos sem consultas a audiência ou testagem Os materiais são desenvolvidos com alguma consulta a audiência mas o feedback é raramente incorporado Os materiais são desenvolvidos em consultas com audiência e a testagem e feedback são geralmente incorporados Os materiais são sempre desenvolvidos com consultas a audiência, são testados repetidamente, e sempre se incorpora o feedback a audiência Se usa materiais de outras organizações, você faz a pré- testagem com os membros da sua audiência? NÃO SIM FERRAMENTA DE AVALIAÇÃO PASSO 1: AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE CMSC PAGINA 9

11 Componente 4: Implementação & Monitoria de Processos de Mudança Sub-componente 1: Desenvolvimento de um plano de trabalho Implementação do Programa refere-se ao uso de ferramentas de planificação e gestão para usar de forma apropriada os recursos e alcançar metas. A Monitoria é a recolha rotineira de dados para avaliar o progresso e qualidade da implementação do programa. Como você planifica, orçamentam, e coordena a implementação do (s) seu(s) programa(s) CMSC? Que ferramentas e processos você usa? Pergunta Pontuação 4.1 Desenvolve planos de trabalho para os seus programas CMSC? não desenvolvem planos de trabalho 4.2 Coordena a implementação do programa com outros programas? (ex:, serviços de referências para produtos e serviços) 4.3 Durante o desenvolvimento do plano de trabalho, você desenvolve orçamentos detalhados e certos antes de iniciarem as actividades de um programa CMSC? não coordenam implementação com outros programas não incluem orçamentos no plano do trabalho desenvolvem planos de trabalho, atribuem responsabilidades, e calendarizam coordenam uma actividade discreta no seu plano de trabalho com um outro programa incluem um orçamento detalhado e certo para a distribuição dos materiais no plano de trabalho desenvolvem planos de trabalho, atribuem responsabilidades, calendarizam e alocam recursos coordenam várias actividades nos seus plano de trabalho com programas múltiplos incluem um orçamento detalhado e certo para a distribuição de materiais e M&A das actividades do programa no plano de trabalho desenvolvem planos de trabalho, atribuem responsabilidades, calendarizam, alocam recursos, e ligam o desenvolvimento dos materiais e actividades aos objectivos de comunicação coordenam a implementação dos seus planos de trabalho com programas múltiplos que complementam a sua estratégia de comunicação incluem um orçamento detalhado e certo para todos os elementos do plano de trabalho FERRAMENTA DE AVALIAÇÃO PASSO 1: AVALIAÇÃO DE CAPACIDADES EM CMSC PÁGINA 10

12 Componente 4: Implementação & Monitoria de Processos de Mudança Sub-componente 1: Desenvolvimento de um plano de trabalho Pergunta Pontuação 4.4 Coordena a implementação das actividades para o impacto? implementam actividades sempre que possível tomam em conta eventos que competem com as actividades nos planos de trabalho tomam em conta eventos importantes que competem com as actividades e se asseguram que os elementos do programa são implementados na ordem correcta tomam em conta eventos importantes que competem com as actividades, se asseguram que os elementos do programa são implementados de uma maneira sincronizada, e aproveitam oportunidades para ter as actividades do programa se melhorem umas as outras FERRAMENTA DE AVALIAÇÃO PASSO 1: AVALIAÇÃO DE CAPACIDADES EM CMSC PÁGINA 11

13 Componente 4: Implementação & Monitoria de Processos de Mudança Sub-componente 2: Planos do pessoal e competências Que oportunidades estão disponíveis para aumentar as habilidades e conhecimento do programa para implementar programas CMSC? Que formação e experiencia CMSC os programas tem? Pergunta pontuação 4.5 O seu pessoal de gestão e técnico tem a capacidade para gerir e implementar programas CMSC? 4.6 Haverá um plano para fortalecer as competências em CMSC do pessoal (formação CMSC básica, formação em exercício, etc.) que esteja em implementação? não asseguram que o pessoal esteja formado em CMS não possuem um plano de fortalecimento de capacidades em CMSC asseguram que alguns gestores estejam formados em CMSC discutem a necessidade de mais fortalecimento de capacidades em CMSC, mas não há nenhum plano asseguram que os gestores e pessoal técnico estão formados em CMSC mas tem experiência limitada na implementação de CMSC possuem um plano para o fortalecimento da capacidades em CMSC mas não é implementado asseguram que os gestores e pessoal técnico estão formados e possuem um vasta experiência na implementação de CMSC estão implementando o seu plano de fortalecimento de capacidades em CMSC FERRAMENTA DE AVALIAÇÃO PASSO 1: AVALIAÇÃO DE CAPACIDADES EM CMSC PÁGINA 12

14 Componente 4: Implementação & Monitoria de Processos de Mudança Sub-componente 3: Supervisão dos trabalhadores do campo Que supervisão e apoio é fornecido aos trabalhadores do campo? Pergunta Pontuação 4.7 Se trabalha com trabalhadores de campo, você exige que os supervisores façam visitas regulares ao pessoal e voluntários para observar a força e /ou identificar áreas que precisam de mais apoio? 4.8 Se trabalha com trabalhadores de campo, você assegura que os trabalhadores do campo possuem materiais para apoiar a abrangência? Os Programas não supervisam os trabalhadores de campo não disponibilizam materiais de comunicação supervisam periodicamente os trabalhadores de campo (menos do que uma vez por mês) mandam materiais de comunicação aos trabalhadores de campo quando estiverem disponíveis supervisam mensalmente os trabalhadores de campo e efectuam algumas observações aos serviços e actividades asseguram que os trabalhadores de campo quase sempre tenham materiais de comunicação supervisam os trabalhadores de campo e sempre observam serviços e actividades asseguram que os trabalhadores de campo sempre tenham materiais de comunicação FERRAMENTA DE AVALIAÇÃO PASSO 1: AVALIAÇÃO DE CAPACIDADES EM CMSC PÁGINA 13

15 Componente 4: Implementação & Monitoria de Processos de Mudança Sub-componente 4: Esboços e Mecanismos Como você monitoriza os seus programas CMSC? Pergunta Pontuação 4.9 Desenvolve planos de M&A para os seus programas de CMSC? não tem planos de M&A Alguns dos programas tem planos de M&A Quase metade dos programas tem planos de M& Uma maioria ou todos os programas tem planos de M&A 4.10 Desenvolve indicadores para os programas de CMSC que estejam ligados aos seus objectivos de comunicação? não têm indicadores para os seus programas de CMSC têm alguns indicadores mas não estão claramente ligados aos seus objectivos de comunicação têm indicadores de processo e output que estão ligados aos objectivos de comunicação Os programa tem indicadores de processo, output, e resultados que estão ligados aos objectivos da comunicação 4.11 Tem ferramentas para monitorar a implementação dos programas CMSC? 4.12 Você tem um sistema para assegurar a alta qualidade de dados de M&A? não monitoram o seus programas de CMSC não possuem um plano de recolha e análise de dados criam ferramentas para monitorar os programas de CMSC conforme necessário têm um plano de recolha e análise de dados têm ferramentas padronizadas para monitorar indicadores tem pessoas formadas ou contratadas para implementar o plano de recolha e análise de dados sempre usam ferramentas padronizadas para monitorar os indicadores tem pessoas formadas ou contratadas para implementar o plano de recolha e análise de dados e realizar a verificação da qualidade dos dados FERRAMENTA DE AVALIAÇÃO PASSO 1: AVALIAÇÃO DE CAPACIDADES EM CMSC PÁGINA 14

16 Componente 5: Avaliação e Replanificação Sub-componente 1: Uso dos resultados para a Planificação Como é que o seu programa documenta e dissemina os resultados do programa? De que maneira os resultados são usados para melhorar os programas? Pergunta Pontuação 5.1 Você documenta e dissemina os resultados, lições aprendidas, e boas práticas? não documentam resultados, lições aprendidas, ou boas práticas documentam resultados ou lições aprendidas mas não os disseminam documentam e disseminam os resultados ou lições aprendidas documentam e disseminam os resultados, lições aprendidas, e boas práticas 5.2 Analisa dados gerados pela M&A e os compartilha com os implementadores dos programas de CMSC? não analisam os dados de M&A analisam dados de monitoria analisam dados de M&A analisam e apresentam dados de M&A 5.3 Usa dados de M&A para melhorar os actuais programas de CMSC? não usam os dados de M&A para melhorar os programas usam dados de M&A para avaliar o progresso do programa frequentemente usam os dados de M&A para avaliar o programa e melhorar programas sempre usam os dados de M&A para avaliar o progresso do programa, melhorar programas de uma maneira sistemática FERRAMENTA DE AVALIAÇÃO PASSO 1: AVALIAÇÃO DE CAPACIDADES EM CMSC PÁGINA 18

17 PASSO 2: Revisão dos Materiais Felicitações! Agora que a CMSC-FAC foi usada para avaliar as capacidades da sua organização, pode começar a planificar como abordar as constatações da avaliação. Uma vez que as secções no passo 1 estejam completos, é tempo de avançar na revisão dos materiais (Passo 2) e o desenvolvimento de um plano de capacitação em CMSC (Passo 3). Para ferramentas e recursos adicionais em CMSC e para ajudar a orientar-se nos próximo dois passos, por favor viste o portal da C-Change em: FERRAMENTA DE AVALIAÇÃO PASSO 2: REVISÃO DE MATERIAIS PÁGINA 16

18 Passo 3: Desenvolvimento de um Plano de Fortalecimento de Capacidades Nome da Organização: Lacunas em CMSC Identificadas Acção Componente 1: Entender o Contexto através da análise da Situação Recursos Internos Aplicáveis Sub-componente 1: Planificação e Desenho baseado em evidências e teoria ou orientado por um modelo. Última data da Edição: Recursos Externos Necessários Prioridade / Quando? Responsável (Pt. Focal ) Componente 2: Incidência e Desenho de uma Estratégia de Comunicação Sub-componente 1: Desenvolvimento de Estratégias FERRAMENTA DE AVALIAÇÃO PASSO 3: DESENVOLVIMENTO DE UM PLANO DE FORTALECIMENTO DE CAPACIDADES PÁGINA 17

19 Nome da Organização: Lacunas em CMSC Identificadas Acção Componente 3: Criando Intervenções & Materiais para a Mudança Sub-componente 1: Desenvolvimento de Material Recursos Internos Aplicáveis Última data da Edição: Recursos Externos Necessários Prioridade / Quando? Responsável (Pt. Focal ) Componente 4: Implementação & Monitoria de Processos de Mudança Sub-componente 1: Desenvolvimento de um plano de trabalho FERRAMENTA DE AVALIAÇÃO PASSO 3: DESENVOLVIMENTO DE UM PLANO DE FORTALECIMENTO DE CAPACIDADES PÁGINA 18

20 Nome da Organização: Lacunas em CMSC Acção Identificadas Sub-componente 2: Planos de Pessoal e Competências Recursos Internos Aplicáveis Última data da Edição: Recursos Externos Necessários Prioridade / Quando? Responsável (Pt. Focal ) Sub-componente 3: Supervisão de trabalhadores do campo FERRAMENTA DE AVALIAÇÃO PASSO 3: DESENVOLVIMENTO DE UM PLANO DE FORTALECIMENTO DE CAPACIDADES PÁGINA 19

21 Nome da Organização: Lacunas em CMSC Identificadas Acção Recursos Internos Aplicáveis Última data da Edição: Recursos Externos Necessários Prioridade / Quando? Responsável (Pt. Focal ) Sub-componente 4: Esboços e Mecanismos FERRAMENTA DE AVALIAÇÃO PASSO 3: DESENVOLVIMENTO DE UM PLANO DE FORTALECIMENTO DE CAPACIDADES PÁGINA 20

22 Nome da Organização: Lacunas em CMSC Identificadas Acção Componente 5: Avaliação e Replanificação Sub-componente 1: Uso de resultados para a Replanificação Recursos Internos Aplicáveis Última data da Edição: Recursos Externos Necessários Prioridade / Quando? Responsável (Pt. Focal ) FERRAMENTA DE AVALIAÇÃO PASSO 3: DESENVOLVIMENTO DE UM PLANO DE FORTALECIMENTO DE CAPACIDADES PÁGINA 21

CMSC-FAC COMUNICAÇÃO. PARA A MUDANÇA SOCIAL E DE COMPORTAMENTO Ferramenta de Avaliação da Capacidade PARA USO COM DOADORES E REDES

CMSC-FAC COMUNICAÇÃO. PARA A MUDANÇA SOCIAL E DE COMPORTAMENTO Ferramenta de Avaliação da Capacidade PARA USO COM DOADORES E REDES COMUNICAÇÃO PARA A MUDANÇA SOCIAL E DE COMPORTAMENTO Ferramenta de Avaliação da Capacidade PARTE I: GUIÃO DO FACILITADOR Esta publicação é tornada possível graças ao apoio generoso da povo Americano através

Leia mais

ANÚNCIO DE VAGA DESCRIÇÃO DO POSTO. Junho de 2012.

ANÚNCIO DE VAGA DESCRIÇÃO DO POSTO. Junho de 2012. ANÚNCIO DE VAGA DESCRIÇÃO DO POSTO Posição: Director Executivo Programa Inter Religioso Contra a Malária (PIRCOM) Projecto Academy for Educational Development/Communication for Change (C Change) Supervisor:

Leia mais

Partilha de informação com as comunidades

Partilha de informação com as comunidades Briefing da CAFOD sobre : Nível 1 (Básico) com as comunidades Este Briefing apresenta um guia básico passo-a-passo para os parceiros da CAFOD sobre a partilha de informação com as comunidades que apoiam

Leia mais

Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone 517 Fax: 517844

Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone 517 Fax: 517844 SA11715 AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone 517 Fax: 517844 MECANISMO REVISTO DE ACOMPANHAMENTO DA IMPLEMENTAÇÃO, MONITORIZAÇÃO E AVALIAÇÃO DO PLANO

Leia mais

Curso Marketing Político Digital Por Leandro Rehem Módulo III MULTICANAL. O que é Marketing Multicanal?

Curso Marketing Político Digital Por Leandro Rehem Módulo III MULTICANAL. O que é Marketing Multicanal? Curso Marketing Político Digital Por Leandro Rehem Módulo III MULTICANAL O que é Marketing Multicanal? Uma campanha MultiCanal integra email, SMS, torpedo de voz, sms, fax, chat online, formulários, por

Leia mais

ORIENTAÇÃO SOBRE PRINCÍPIOS DE AUDITORIA NP EN ISO 19011:2003. Celeste Bento João Carlos Dória Novembro de 2008

ORIENTAÇÃO SOBRE PRINCÍPIOS DE AUDITORIA NP EN ISO 19011:2003. Celeste Bento João Carlos Dória Novembro de 2008 ORIENTAÇÃO SOBRE PRINCÍPIOS DE AUDITORIA NP EN ISO 19011:2003 Celeste Bento João Carlos Dória Novembro de 2008 1 SISTEMÁTICA DE AUDITORIA - 1 1 - Início da 4 - Execução da 2 - Condução da revisão dos documentos

Leia mais

Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva

Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva Na parte final da fase 1 do projecto Processo de Avaliação em Contextos Inclusivos foi discutido o conceito processo de avaliação inclusiva e prepararam-se

Leia mais

Avaliação das campanhas antitabagismo na mídia de massa

Avaliação das campanhas antitabagismo na mídia de massa Avaliação das campanhas antitabagismo na mídia de massa Marc Boulay, PhD Center for Communication Programs Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health 2008 Johns Hopkins Bloomberg School of Public

Leia mais

Como elaborar um plano de divulgação para a expansão das abordagens de MIFS

Como elaborar um plano de divulgação para a expansão das abordagens de MIFS Como elaborar um plano de divulgação para a expansão das abordagens de MIFS Um bom plano de divulgação deverá assegurar que todos os envolvidos estão a par do que está a ser proposto e do que irá acontecer

Leia mais

Consultoria Para Mapeamento os Actores e Serviços de Apoio as Mulheres Vitimas de Violência no País 60 dias

Consultoria Para Mapeamento os Actores e Serviços de Apoio as Mulheres Vitimas de Violência no País 60 dias TERMO DE REFERÊNCIA Consultoria Para Mapeamento os Actores e Serviços de Apoio as Mulheres Vitimas de Violência no País 60 dias 1. Contexto e Justificação O Programa conjunto sobre o Empoderamento da Mulher

Leia mais

Guia de Aprendizagem Combinada K4Health Perguntas de Acompanhamento

Guia de Aprendizagem Combinada K4Health Perguntas de Acompanhamento Guia de Aprendizagem Combinada K4Health Perguntas de Acompanhamento A finalidade das Perguntas de Acompanhamento do Guia de Aprendizagem Combinada K4Health é auxiliar aos instrutores que dirigem workshops

Leia mais

REDE LUTA CONTRA POBREZA URBANA RLCPU PLANO ESTRATÉGICO,2015-2017

REDE LUTA CONTRA POBREZA URBANA RLCPU PLANO ESTRATÉGICO,2015-2017 REDE LUTA CONTRA POBREZA URBANA RLCPU PLANO ESTRATÉGICO,2015-2017 Adão Augusto, Consultor 12-02-2015 1. Contextualização. Os projectos sociais fazem parte de um sistema complexo de relações que envolvem

Leia mais

Avaliando o Cenário Político para Advocacia

Avaliando o Cenário Político para Advocacia Avaliando o Cenário Político para Advocacia Tomando em consideração os limites de tempo e recursos dos implementadores, as ferramentas da série Straight to the Point (Directo ao Ponto), da Pathfinder International,

Leia mais

PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE PROJECTO DE PROGRAMA DE TRABALHO 1998-1999 (Art. 5.2.b da Decisão Nº 1400/97/CE)

PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE PROJECTO DE PROGRAMA DE TRABALHO 1998-1999 (Art. 5.2.b da Decisão Nº 1400/97/CE) PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE PROJECTO DE PROGRAMA DE TRABALHO 1998-1999 (Art. 5.2.b da Decisão Nº 1400/97/CE) 1. INTRODUÇÃO As actividades da União Europeia no domínio da

Leia mais

EXPERIÊNCIA DE MOÇAMBIQUE NA IMPLEMENTAÇÃO DA SEGURANÇA SOCIAL BÁSICA

EXPERIÊNCIA DE MOÇAMBIQUE NA IMPLEMENTAÇÃO DA SEGURANÇA SOCIAL BÁSICA REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA MULHER E DA ACÇÃO SOCIAL EXPERIÊNCIA DE MOÇAMBIQUE NA IMPLEMENTAÇÃO DA SEGURANÇA SOCIAL BÁSICA 16 DE OUTUBRO DE 2013 1 CONTEXTO DE MOÇAMBIQUE Cerca de 23 milhões de

Leia mais

Qpoint Rumo à Excelência Empresarial

Qpoint Rumo à Excelência Empresarial 2 PRIMAVERA BSS Qpoint Rumo à Excelência Empresarial Numa era em que a competitividade entre as organizações é decisiva para o sucesso empresarial, a aposta na qualidade e na melhoria contínua da performance

Leia mais

Uma agenda para a mudança: conseguir acesso universal à água, ao saneamento e à higiene (WASH) até 2030.

Uma agenda para a mudança: conseguir acesso universal à água, ao saneamento e à higiene (WASH) até 2030. Uma agenda para a mudança: conseguir acesso universal à água, ao saneamento e à higiene (WASH) até 2030. O acordo sobre uma meta do Objectivo de Desenvolvimento Sustentável relativamente ao acesso universal

Leia mais

NP EN ISO 9001:2000 LISTA DE COMPROVAÇÃO

NP EN ISO 9001:2000 LISTA DE COMPROVAÇÃO NP EN ISO 9001:2000 LISTA DE COMPROVAÇÃO NIP: Nº DO RELATÓRIO: DENOMINAÇÃO DA EMPRESA: EQUIPA AUDITORA (EA): DATA DA VISITA PRÉVIA: DATA DA AUDITORIA: AUDITORIA DE: CONCESSÃO SEGUIMENTO ACOMPANHAMENTO

Leia mais

Indicadores Gerais para a Avaliação Inclusiva

Indicadores Gerais para a Avaliação Inclusiva PROCESSO DE AVALIAÇÃO EM CONTEXTOS INCLUSIVOS PT Preâmbulo Indicadores Gerais para a Avaliação Inclusiva A avaliação inclusiva é uma abordagem à avaliação em ambientes inclusivos em que as políticas e

Leia mais

Instruções para o preenchimento

Instruções para o preenchimento Instruções para o preenchimento Este questionário está desenhado para apoiar os sistemas (organizações, serviços) na avaliação e aperfeiçoamento dos cuidados prestados ao doente crónico. Os resultados

Leia mais

ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE

ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE Projecto IMCHE/2/CP2 1 ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE

Leia mais

O VALOR DAS VERDADEIRAS PARCERIAS PARA O REFORÇO DAS CAPACIDADAES LOCAIS: A EXPERIÊNCIA DO FOJASSIDA. Pretoria Africa du Sul

O VALOR DAS VERDADEIRAS PARCERIAS PARA O REFORÇO DAS CAPACIDADAES LOCAIS: A EXPERIÊNCIA DO FOJASSIDA. Pretoria Africa du Sul O VALOR DAS VERDADEIRAS PARCERIAS PARA O REFORÇO DAS CAPACIDADAES LOCAIS: A EXPERIÊNCIA DO FOJASSIDA Pretoria Africa du Sul Conteúdo 1. Apresentação da FOJASSIDA 2. Introdução 3. Diferentes formas de parcerias

Leia mais

Comunicação para alterações sociais

Comunicação para alterações sociais + Orientação Técnica Informação Técnica Essencial para Formulação de Propostas Comunicação para alterações sociais A comunicação é um elemento essencial dos esforços de prevenção, tratamento e cuidados

Leia mais

MODELO DE GESTÃO DO SISTAFE

MODELO DE GESTÃO DO SISTAFE REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DO PLANO E FINANÇAS GABINETE DA MINISTRA Unidade Técnica da Reforma Da Administração Financeira do Estado - UTRAFE MODELO DE GESTÃO DO SISTAFE Maputo, 12 de Julho de

Leia mais

GESTÃO MUSEOLÓGICA E SISTEMAS DE QUALIDADE Ana Mercedes Stoffel Fernandes Outubro 2007 QUALIDADE E MUSEUS UMA PARCERIA ESSENCIAL

GESTÃO MUSEOLÓGICA E SISTEMAS DE QUALIDADE Ana Mercedes Stoffel Fernandes Outubro 2007 QUALIDADE E MUSEUS UMA PARCERIA ESSENCIAL CADERNOS DE MUSEOLOGIA Nº 28 2007 135 GESTÃO MUSEOLÓGICA E SISTEMAS DE QUALIDADE Ana Mercedes Stoffel Fernandes Outubro 2007 QUALIDADE E MUSEUS UMA PARCERIA ESSENCIAL INTRODUÇÃO Os Sistemas da Qualidade

Leia mais

Este sistema é sustentado por 14 pilares: Elemento 1 Liderança, Responsabilidade e Gestão

Este sistema é sustentado por 14 pilares: Elemento 1 Liderança, Responsabilidade e Gestão Este sistema é sustentado por 14 pilares: Elemento 1 Liderança, Responsabilidade e Gestão Como as pessoas tendem a imitar os seus líderes, estes devem-se empenhar e comprometer-se com o QSSA, para servirem

Leia mais

7.1 Introdução. Monitoramento e Avaliação 427

7.1 Introdução. Monitoramento e Avaliação 427 7.1 Introdução O processo de monitoramento e avaliação constitui um instrumento para assegurar a interação entre o planejamento e a execução, possibilitando a correção de desvios e a retroalimentação permanente

Leia mais

O Projeto Casa Brasil de inclusão digital e social

O Projeto Casa Brasil de inclusão digital e social II Fórum de Informação em Saúde IV Encontro da Rede BiblioSUS O Projeto Casa Brasil de inclusão digital e social Maria de Fátima Ramos Brandão Outubro/2007 1 Apresentação O Projeto Casa Brasil Modelos

Leia mais

QUANDO TODO MUNDO JOGA JUNTO, TODO MUNDO GANHA!

QUANDO TODO MUNDO JOGA JUNTO, TODO MUNDO GANHA! QUANDO TODO MUNDO JOGA JUNTO, TODO MUNDO GANHA! NOSSA VISÃO Um mundo mais justo, onde todas as crianças e todos os adolescentes brincam, praticam esportes e se divertem de forma segura e inclusiva. NOSSO

Leia mais

Ser sincero em sua crença de que todos devem ir para casa todos os dias com segurança e saúde - demonstre que você se importa.

Ser sincero em sua crença de que todos devem ir para casa todos os dias com segurança e saúde - demonstre que você se importa. A Liderança Faz a Diferença Guia de Gerenciamento de Riscos Fatais Introdução 2 A prevenção de doenças e acidentes ocupacionais ocorre em duas esferas de controle distintas, mas concomitantes: uma que

Leia mais

TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A CONTRATAÇÃO DE UM CONSULTOR PARA PRESTAR APOIO ÀS ACTIVIDADES ELEITORAIS EM MOÇAMBIQUE

TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A CONTRATAÇÃO DE UM CONSULTOR PARA PRESTAR APOIO ÀS ACTIVIDADES ELEITORAIS EM MOÇAMBIQUE TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A CONTRATAÇÃO DE UM CONSULTOR PARA PRESTAR APOIO ÀS ACTIVIDADES ELEITORAIS EM MOÇAMBIQUE Local de trabalho: Maputo, Moçambique Duração do contrato: Três (3) meses: Novembro 2011

Leia mais

Sistema de Monitorização e Avaliação da Rede Social de Alcochete. Sistema de Monitorização e Avaliação - REDE SOCIAL DE ALCOCHETE

Sistema de Monitorização e Avaliação da Rede Social de Alcochete. Sistema de Monitorização e Avaliação - REDE SOCIAL DE ALCOCHETE 3. Sistema de Monitorização e Avaliação da Rede Social de Alcochete 65 66 3.1 Objectivos e Princípios Orientadores O sistema de Monitorização e Avaliação da Rede Social de Alcochete, adiante designado

Leia mais

4. Registro e compartilhamento de melhores práticas e lições aprendidas

4. Registro e compartilhamento de melhores práticas e lições aprendidas Módulo 4: Melhores práticas e lições aprendidas 4. Registro e compartilhamento de melhores práticas e lições aprendidas Oficinas de capacitação do LEG para 2012-2013 - Oficina dos PMDs de língua portuguesa

Leia mais

49 o CONSELHO DIRETOR 61 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL

49 o CONSELHO DIRETOR 61 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE 49 o CONSELHO DIRETOR 61 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL Washington, D.C., EUA, 28 de setembro a 2 de outubro de 2009 CD49.R10 (Port.) ORIGINAL:

Leia mais

Sumário executivo. From: Aplicação da avaliação ambiental estratégica Guia de boas práticas na cooperação para o desenvolvimento

Sumário executivo. From: Aplicação da avaliação ambiental estratégica Guia de boas práticas na cooperação para o desenvolvimento From: Aplicação da avaliação ambiental estratégica Guia de boas práticas na cooperação para o desenvolvimento Access the complete publication at: http://dx.doi.org/10.1787/9789264175877-pt Sumário executivo

Leia mais

Declaração de Posicionamento do IIA: AS TRÊS LINHAS DE DEFESA NO GERENCIAMENTO EFICAZ DE RISCOS E CONTROLES

Declaração de Posicionamento do IIA: AS TRÊS LINHAS DE DEFESA NO GERENCIAMENTO EFICAZ DE RISCOS E CONTROLES Declaração de Posicionamento do IIA: AS TRÊS LINHAS DE DEFESA NO GERENCIAMENTO EFICAZ DE RISCOS E CONTROLES JANEIRO 2013 ÍNDICE DE CONTEÚDOS Introdução...1 Antes das Três Linhas: Supervisão do Gerenciamento

Leia mais

ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE

ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE Adoptada pelos Ministros da Saúde e Ministros do Ambiente na Segunda Conferência Interministerial sobre Saúde e

Leia mais

DESCRIÇÃO DO TRABALHO. Directora Nacional, WWF Moçambique

DESCRIÇÃO DO TRABALHO. Directora Nacional, WWF Moçambique DESCRIÇÃO DO TRABALHO Título de posição: Responde a: Supervisiona: Localização: Gestor de Comunicação Directora Nacional, WWF Moçambique Todo pessoal de comunicações Maputo, Moçambique Data: 19 de Agosto

Leia mais

FUNÇÃO: Coordenador do Departamento de Comunicação (C_DCOM) e do Departamento de Educação para o Desenvolvimento e Advocacia Social (C_DEDAS)

FUNÇÃO: Coordenador do Departamento de Comunicação (C_DCOM) e do Departamento de Educação para o Desenvolvimento e Advocacia Social (C_DEDAS) FUNÇÃO: Coordenador do Departamento de Comunicação (C_DCOM) e do Departamento de Educação para o Desenvolvimento e Advocacia Social (C_DEDAS) LOCALIZAÇÃO: Sede - Lisboa Duração do Contrato: 1 ano, eventualmente

Leia mais

Implementação e avaliação

Implementação e avaliação Seção 3 Implementação e avaliação ESTUDO BÍBLICO Respondendo às mudanças No início de Neemias 4, vemos que algumas pessoas se opuseram ao projeto. Qual foi a resposta de Neemias? (versículo 9) Como Neemias

Leia mais

MEDICUS MUNDI EM MOÇAMBIQUE A NOSSA PROPOSTA: CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS: VAMOS TORNÁ-LOS REALIDADE

MEDICUS MUNDI EM MOÇAMBIQUE A NOSSA PROPOSTA: CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS: VAMOS TORNÁ-LOS REALIDADE MEDICUS MUNDI EM MOÇAMBIQUE A NOSSA PROPOSTA: CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS: VAMOS TORNÁ-LOS REALIDADE Cuidados de Saúde Primários em Moçambique Já foi há mais de 30 anos que o sonho de Saúde para todos

Leia mais

O desafio da liderança: Avaliação, Desenvolvimento e Sucessão

O desafio da liderança: Avaliação, Desenvolvimento e Sucessão O desafio da liderança: Avaliação, Desenvolvimento e Sucessão Esse artigo tem como objetivo apresentar estratégias para assegurar uma equipe eficiente em cargos de liderança, mantendo um ciclo virtuoso

Leia mais

Estabelecendo Prioridades para Advocacia

Estabelecendo Prioridades para Advocacia Estabelecendo Prioridades para Advocacia Tomando em consideração os limites de tempo e recursos dos implementadores, as ferramentas da série Straight to the Point (Directo ao Ponto), da Pathfinder International,

Leia mais

Descrição de Tarefas para a Posição de Director de Programas, Políticas e Comunicação da AAMOZ

Descrição de Tarefas para a Posição de Director de Programas, Políticas e Comunicação da AAMOZ Descrição de Tarefas para a Posição de Director de Programas, Políticas e Comunicação da AAMOZ ActionAid é uma federação internacional trabalhando para erradicar a pobreza e a injustiça. A ActionAid foi

Leia mais

ANÚNCIO Nº AfCHPR/07/2011

ANÚNCIO Nº AfCHPR/07/2011 AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA AFRICAN COURT ON HUMAN AND PEOPLES RIGHTS COUR AFRICAINE DES DROITS DE L HOMME ET DES PEUPLES P.O Box 6274 Arusha, Tanzania, Tel: +255 732 979506/9; Fax: +255

Leia mais

Questionário do Pessoal Docente do Pré-escolar

Questionário do Pessoal Docente do Pré-escolar Questionário do Pessoal Docente do Pré-escolar Liderança 1.1 1.2 1.3 1.4 1. As decisões tomadas pelo Conselho Pedagógico, pela Direção e pelo Conselho Geral são disponibilizadas atempadamente. 2. Os vários

Leia mais

Enquadramento 02. Justificação 02. Metodologia de implementação 02. Destinatários 02. Sessões formativas 03

Enquadramento 02. Justificação 02. Metodologia de implementação 02. Destinatários 02. Sessões formativas 03 criação de empresas em espaço rural guia metodológico para criação e apropriação 0 Enquadramento 02 Justificação 02 de implementação 02 Destinatários 02 Sessões formativas 03 Módulos 03 1 e instrumentos

Leia mais

TRANSFORMANDO EM REALIDADE Guia para o Desenvolvimento de Projetos de Lions Clube

TRANSFORMANDO EM REALIDADE Guia para o Desenvolvimento de Projetos de Lions Clube TRANSFORMANDO EM REALIDADE Guia para o Desenvolvimento de Projetos de Lions Clube TRANSFORMANDO EM REALIDADE! Os Lions clubes que organizam projetos de serviços comunitários significativos causam um impacto

Leia mais

Linhas guias para o uso das fichas técnicas para os voluntários ARCHI 2010

Linhas guias para o uso das fichas técnicas para os voluntários ARCHI 2010 Linhas guias para o uso das fichas técnicas para os voluntários ARCHI 2010 A QUEM SÃO DESTINADAS ESSAS FICHAS TÉCNICAS? As fichas técnicas foram concebidas para serem útilizadas pelos voluntários a nível

Leia mais

Manual do Sistema de Gestão Ambiental - Instant Solutions. Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa

Manual do Sistema de Gestão Ambiental - Instant Solutions. Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa Data da Criação: 09/11/2012 Dara de revisão: 18/12/2012 1 - Sumário - 1. A Instant Solutions... 3 1.1. Perfil da empresa... 3 1.2. Responsabilidade ambiental...

Leia mais

Maputo, Moçambique 2008 6 Factores Externos Demográficos: (idade, sexo) Socio-económicos: (educação, ocupação) Ambiente: (conflitos, clima) Sistemas Saúde (DOTS) Disponibilidade Acesso Utilização Detecção

Leia mais

Controlo da Qualidade Aula 05

Controlo da Qualidade Aula 05 Controlo da Qualidade Aula 05 Gestão da qualidade:. evolução do conceito. gestão pela qualidade total (tqm). introdução às normas iso 9000. norma iso 9001:2000 Evolução do conceito 2 gestão pela qualidade

Leia mais

Implementação de estratégias

Implementação de estratégias Etapa 1 Etapa 2 Etapa 3 Etapa 4 Etapa 5 Disciplina Gestão Estratégica e Serviços 7º Período Administração 2013/2 Implementação de estratégias Agenda: Implementação de Estratégias Visão Corporativa sobre

Leia mais

GESTÃO E OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS. Vanice Ferreira

GESTÃO E OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS. Vanice Ferreira GESTÃO E OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS Vanice Ferreira 12 de junho de 2012 GESTÃO E OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS: conceitos iniciais DE QUE PROCESSOS ESTAMOS FALANDO? GESTÃO E OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS: conceitos iniciais

Leia mais

NND 03.10. Monitoria de Operações de Desminagem em Moçambique. Normas Nacionais de Desminagem Segunda Edição Junho de 2012

NND 03.10. Monitoria de Operações de Desminagem em Moçambique. Normas Nacionais de Desminagem Segunda Edição Junho de 2012 NND 03.10 Normas Nacionais de Desminagem Monitoria de Operações de Desminagem em Moçambique Instituto Nacional de Desminagem (IND) Maputo, Moçambique Telefone: +258 1 418577/8; +258 82 3023650; 258 82

Leia mais

A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes

A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes A satisfação e o desempenho dos recursos humanos em qualquer organização estão directamente relacionados entre

Leia mais

Como elaborar um Plano de Negócios de Sucesso

Como elaborar um Plano de Negócios de Sucesso Como elaborar um Plano de Negócios de Sucesso Pedro João 28 de Abril 2011 Fundação António Cupertino de Miranda Introdução ao Plano de Negócios Modelo de Negócio Análise Financeira Estrutura do Plano de

Leia mais

IMPLEMENTAÇÃO E MONITORIA

IMPLEMENTAÇÃO E MONITORIA MÓDULO UM PACOTE DE APRENDIZAGEM PARA A COMUNICAÇÃO PARA A MUDANÇA SOCIAL E DO COMPORTAMENTO MANUAL DO PROFESSIONAL C -Módulos: Um Pacote de Aprendizagem sobre Comunicação para a Mudança Social e de Comportamento

Leia mais

. evolução do conceito. Inspecção 3. Controlo da qualidade 4. Controlo da Qualidade Aula 05. Gestão da qualidade:

. evolução do conceito. Inspecção 3. Controlo da qualidade 4. Controlo da Qualidade Aula 05. Gestão da qualidade: Evolução do conceito 2 Controlo da Qualidade Aula 05 Gestão da :. evolução do conceito. gestão pela total (tqm). introdução às normas iso 9000. norma iso 9000:2000 gestão pela total garantia da controlo

Leia mais

UM PACOTE DE APRENDIZAGEM SOBRE COMUNICAÇÃO PARA A MUDANÇA SOCIAL E DE COMPORTAMENTO

UM PACOTE DE APRENDIZAGEM SOBRE COMUNICAÇÃO PARA A MUDANÇA SOCIAL E DE COMPORTAMENTO UM PACOTE DE APRENDIZAGEM SOBRE COMUNICAÇÃO PARA A MUDANÇA SOCIAL E DE COMPORTAMENTO C -Módulos: Um Pacote de Aprendizagem sobre Comunicação para a Mudança Social e de Comportamento (CMSC) Projecto Comunicação

Leia mais

AGÊNCIA DE COORDENAÇÃO E PLANEAMENTO NEPAD

AGÊNCIA DE COORDENAÇÃO E PLANEAMENTO NEPAD AGÊNCIA DE COORDENAÇÃO E PLANEAMENTO NEPAD ANÚNCIO DE VAGA: CHEFE DE PROGRAMA ABRANGENTE DE DESENVOLVIMENTO DE AGRICULTURA EM ÁFRICA (CAADP) NO.VA/NPCA/14/16 A União Africana (UA), estabelecida como um

Leia mais

Termos de Referência

Termos de Referência MAPEAMENTO DE PARTES INTERESSADAS (PARCEIROS E DOADORES) Termos de Referência 1. Contexto O Fundo Mundial para a Natureza (WWF) tem vindo a trabalhar em Moçambique desde os meados dos anos 90 em áreas-chave

Leia mais

Balanço das Medidas do Domínio do Atendimento da Segurança Social e Satisfação ao Cidadão

Balanço das Medidas do Domínio do Atendimento da Segurança Social e Satisfação ao Cidadão Balanço das Medidas do Domínio do Atendimento da Segurança Social e Satisfação ao Cidadão Dr. Pedro Filipe ENAD. 31 de Agosto de 2015 AGENDA Contextualização Plano de Trabalho PSGSS Status Gestão Integrada

Leia mais

Preparação de um Plano de Trabalho

Preparação de um Plano de Trabalho Preparação de um Plano de Trabalho Tomando em consideração os limites de tempo e recursos dos implementadores, as ferramentas da série Straight to the Point (Directo ao Ponto), da Pathfinder International,

Leia mais

Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça. Oportunidades Iguais. Respeito às Diferenças.

Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça. Oportunidades Iguais. Respeito às Diferenças. 1 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE POLÍTICAS PARA AS MULHERES Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça. Oportunidades Iguais. Respeito às Diferenças. Guia de orientações para a elaboração do Plano

Leia mais

Realizou-se dia 24 de Março, na Maia, nas instalações da Sonae Learning Center, a 6ª sessão da CoP, desta vez presencial.

Realizou-se dia 24 de Março, na Maia, nas instalações da Sonae Learning Center, a 6ª sessão da CoP, desta vez presencial. CoP de Gestão do Conhecimento Notas da sessão presencial de 24 de Março de 2014 Realizou-se dia 24 de Março, na Maia, nas instalações da Sonae Learning Center, a 6ª sessão da CoP, desta vez presencial.

Leia mais

COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS QUALIDADE

COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS QUALIDADE COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS QUALIDADE DESCRIÇÕES DOS NÍVEIS APRENDIZ SABER Aprende para adquirir conhecimento básico. É capaz de pôr este conhecimento em prática sob circunstâncias normais, buscando assistência

Leia mais

Trabalho em Equipa e Liderança

Trabalho em Equipa e Liderança Trabalho em Equipa e Liderança Luis M. Correia 1 Equipas em Engenharia A maioria das tarefas em Engenharia está organizada em Equipas, que são constituídas para a realização de Projectos. As Equipas são

Leia mais

Desafio 100 Cidades Resilientes

Desafio 100 Cidades Resilientes Desafio 100 Cidades Resilientes Inscreva-se até 24 de novembro de 2015 www.100resilientcities.org/challenge O Desafio 100 Cidades Resilientes quer identificar 100 cidades que estejam preparadas para construir

Leia mais

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção 02 Estratégia Nacional de

Leia mais

TORs da Avaliação do CCF Julho, 2014

TORs da Avaliação do CCF Julho, 2014 1. CONTEXTO AVALIAÇÃO DO CENTRO CRIANÇA FELIZ Termos de Referência O projecto Centro Criança Feliz é uma iniciativa da IBIS Moçambique, concebida e por si implementada desde 2008. O projecto surgiu no

Leia mais

#ElesPorElas. Movimento ElesPorElas (HeForShe) de Solidariedade da ONU Mulheres pela Igualdade de Gênero Kit de Ação

#ElesPorElas. Movimento ElesPorElas (HeForShe) de Solidariedade da ONU Mulheres pela Igualdade de Gênero Kit de Ação #ElesPorElas Movimento ElesPorElas (HeForShe) de Solidariedade da ONU Mulheres pela Igualdade de Gênero Kit de Ação INTRODUÇÃO Este Kit de Ação foi desenvolvido para orientar a implementação geral do movimento

Leia mais

GERENCIANDO SERVIÇOS DE MENSAGENS OTT PARA UM PROVEDOR DE TELECOM GLOBAL

GERENCIANDO SERVIÇOS DE MENSAGENS OTT PARA UM PROVEDOR DE TELECOM GLOBAL GERENCIANDO SERVIÇOS DE MENSAGENS OTT PARA UM PROVEDOR DE TELECOM GLOBAL A Sytel Reply foi comissionada por uma grande operadora global de Telecom para o fornecimento de um Service Assurance de qualidade.

Leia mais

Workshop de Refrescamento sobre Criação de Sistemas de Monitoria e Avaliação de Projectos. Benguela, 09 de Abril de 2014

Workshop de Refrescamento sobre Criação de Sistemas de Monitoria e Avaliação de Projectos. Benguela, 09 de Abril de 2014 Workshop de Refrescamento sobre Criação de Sistemas de Monitoria e Avaliação de Projectos Benguela, 09 de Abril de 2014 SUMÁRIO 1 - FUNDAMENTOS DA MONITORIA E AVALIAÇÃO 1.1. Conceito 1.2. Diferenças entre

Leia mais

Página. Plano. de Gestão Sustentável do IFDR. Poupança. Boas Práticas. Energia. Reciclagem. Plano de Gestão Sustentável do IFDR

Página. Plano. de Gestão Sustentável do IFDR. Poupança. Boas Práticas. Energia. Reciclagem. Plano de Gestão Sustentável do IFDR Página Plano de Gestão Sustentável do IFDR 2010 Energia Poupança Boas Práticas Reciclagem Dezembro de 2010 Página 2 Energia Poupança Página Reciclagem Boas Práticas Índice 1. Enquadramento 5 2. Objectivos

Leia mais

Melhorar a Segurança do Paciente Pacote de Preparação para Parceria

Melhorar a Segurança do Paciente Pacote de Preparação para Parceria Parceria Africana para Segurança do Paciente Melhorar a Segurança do Paciente Pacote de Preparação para Parceria Um recurso para todos os parceiros em saúde comprometidos com o fortalecimento da segurança

Leia mais

Política de Avaliação da CARE Internacional 1

Política de Avaliação da CARE Internacional 1 Política de Avaliação da CARE Internacional 1 Objectivo Esta Política de Avaliação é elaborada para ajudar a CARE a realizar a sua visão e missão de redução da pobreza e usufruto dos direitos, através

Leia mais

INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO PROGRAMA AFERIÇÃO

INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO PROGRAMA AFERIÇÃO INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO PROGRAMA AFERIÇÃO EFECTIVIDADE DA AUTO-AVALIAÇÃO DAS ESCOLAS PROJECTO ESSE Indicadores de qualidade I Introdução Baseado em investigação anterior e na recolha de informação

Leia mais

PRINCÍPIOS PARA A AVALIAÇÃO DA AJUDA AO DESENVOLVIMENTO

PRINCÍPIOS PARA A AVALIAÇÃO DA AJUDA AO DESENVOLVIMENTO COMITÉ DE AJUDA AO DESENVOLVIMENTO PRINCÍPIOS PARA A AVALIAÇÃO DA AJUDA AO DESENVOLVIMENTO PARIS 1991 ÍNDICE I. INTRODUÇÃO 3 II. FINALIDADE DA AVALIAÇÃO 5 III. IMPARCIALIDADE E INDEPENDÊNCIA 6 IV. CREDIBILIDADE

Leia mais

Evolução do uso de competências para remuneração

Evolução do uso de competências para remuneração Tema: Competências e Instrumentos de Análise de Desempenho na Gestão da Remuneração: Experiências e Lições dos Principais Grupos Empresariais do Brasil José Hipólito Evolução do uso de competências para

Leia mais

Política da IFC sobre Divulgação de Informações Análise e Atualização Visão Geral do Processo de Consulta e Participação

Política da IFC sobre Divulgação de Informações Análise e Atualização Visão Geral do Processo de Consulta e Participação Política da IFC sobre Divulgação de Informações Análise e Atualização Visão Geral do Processo de Consulta e Participação Corporação Financeira Internacional 26 de agosto de 2009 SUMÁRIO PÁGINA Resumo executivo...

Leia mais

Pesquisa Etnográfica

Pesquisa Etnográfica Pesquisa Etnográfica Pesquisa etnográfica Frequentemente, as fontes de dados têm dificuldade em dar informações realmente significativas sobre a vida das pessoas. A pesquisa etnográfica é um processo pelo

Leia mais

Normas do CAD para a Qualidade da Avaliação

Normas do CAD para a Qualidade da Avaliação Rede de Avaliação do CAD Normas do CAD para a Qualidade da Avaliação (para aplicação em fase experimental) As normas em anexo são provisórias e foram aprovadas pelos membros da Rede de Avaliação do CAD,

Leia mais

Planeamento e estratégia

Planeamento e estratégia Planeamento e estratégia Tipos de planos e vantagens Etapas do processo de planeamento Informação para o planeamento Análise SWOT Definir missão e objectivos Processo de gestão estratégica Níveis da estratégia

Leia mais

Valorizando ideias e experiências participativas que promovam o direito humano à educação REGULAMENTO

Valorizando ideias e experiências participativas que promovam o direito humano à educação REGULAMENTO REGULAMENTO 1. O RECONHECIMENTO PÚBLICO DE OLHO NOS PLANOS 1.1. O Reconhecimento Público é uma ação da iniciativa De Olho nos Planos, composta pelos seguintes parceiros: Ação Educativa, UNICEF, Campanha

Leia mais

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO 1 A avaliação de desempenho é uma apreciação sistemática do desempenho dos trabalhadores nos respectivos cargos e áreas de actuação e do seu potencial de desenvolvimento (Chiavenato).

Leia mais

PROGRAMA DE PROMOÇÃO DA

PROGRAMA DE PROMOÇÃO DA UNIVERSIDADE DO PORTO PROGRAMA DE PROMOÇÃO DA LITERACIA FINANCEIRA DA U.PORTO Outubro de 2012 Enquadramento do programa na Estratégia Nacional de Formação Financeira Plano Nacional de Formação Financeira

Leia mais

LEARNING MENTOR. Leonardo da Vinci DE/09/LLP-LdV/TOI/147 219. Perfil do Learning Mentor. Módulos da acção de formação

LEARNING MENTOR. Leonardo da Vinci DE/09/LLP-LdV/TOI/147 219. Perfil do Learning Mentor. Módulos da acção de formação LEARNING MENTOR Leonardo da Vinci DE/09/LLP-LdV/TOI/147 219 Perfil do Learning Mentor Módulos da acção de formação 0. Pré-requisitos para um Learning Mentor 1. O papel e a função que um Learning Mentor

Leia mais

Política Global de Conflitos de Interesses

Política Global de Conflitos de Interesses Política Global de Conflitos de Interesses Índice 1. DECLARAÇÃO DE PRINCÍPIOS... 3 2. INTRODUÇÃO... 3 3. OBJECTIVO... 3 4. ALCANCE... 4 5. REGRAS E REGULAMENTAÇÕES... 5 6. ORIENTAÇÃO GERAL... 6 7. EXEMPLOS

Leia mais

Indicadores de Rendimento do Voluntariado Corporativo

Indicadores de Rendimento do Voluntariado Corporativo Indicadores de Rendimento do Voluntariado Corporativo Avaliação desenvolvida por Mónica Galiano e Kenn Allen, publicado originalmente no livro The Big Tent: Corporate Volunteering in the Global Age. Texto

Leia mais

ROCK IN RIO LISBOA 2014. Princípios de desenvolvimento sustentável Declaração de propósitos e valores Política de Sustentabilidade do evento

ROCK IN RIO LISBOA 2014. Princípios de desenvolvimento sustentável Declaração de propósitos e valores Política de Sustentabilidade do evento ROCK IN RIO LISBOA 2014 Princípios de desenvolvimento sustentável Declaração de propósitos e valores Política de Sustentabilidade do evento PRINCÍPIOS O Sistema de Gestão da Sustentabilidade é baseado

Leia mais

Preenchendo a lacuna entre o autoatendimento e o atendimento assistido

Preenchendo a lacuna entre o autoatendimento e o atendimento assistido Folheto do produto Genesys Chat Preenchendo a lacuna entre o autoatendimento e o atendimento assistido Hoje os clientes querem e esperam opções de autoatendimento quando participam de vendas on-line e

Leia mais

INTRODUÇÃO ÍNDICE OBJECTIVOS DA EDUCAÇÂO PRÈ-ESCOLAR

INTRODUÇÃO ÍNDICE OBJECTIVOS DA EDUCAÇÂO PRÈ-ESCOLAR INTRODUÇÃO ÍNDICE - Objectivos de Educação Pré-Escolar - Orientações Curriculares - Áreas de Conteúdo/Competências - Procedimentos de Avaliação - Direitos e Deveres dos Encarregados de Educação - Calendário

Leia mais

Pesquisa de Maturidade do GERAES. Data de aplicação: 21/02/08

Pesquisa de Maturidade do GERAES. Data de aplicação: 21/02/08 Pesquisa de Maturidade do GERAES Data de aplicação: 21/02/08 Pesquisa de Maturidade Metodologia MPCM / Darci Prado Disponível em www.maturityresearch.com Metodologia da pesquisa 5 níveis e 6 dimensões

Leia mais

(2006/C 297/02) considerando o seguinte: constatando que:

(2006/C 297/02) considerando o seguinte: constatando que: C 297/6 Resolução do Conselho e dos Representantes Governos dos Estados-Membros, reunidos no Conselho, relativa à realização dos objectivos comuns em matéria de participação e informação dos jovens para

Leia mais

Introdução 02. CRER Metodologia Integrada de Apoio ao Empreendedor 04. Passos para criação do CRER Centro de Recursos e Experimentação 05

Introdução 02. CRER Metodologia Integrada de Apoio ao Empreendedor 04. Passos para criação do CRER Centro de Recursos e Experimentação 05 criação de empresas em espaço rural guia metodológico para criação e apropriação 0 Introdução 02 O que é o CRER 03 CRER Centro de Recursos e Experimentação 03 CRER Metodologia Integrada de Apoio ao Empreendedor

Leia mais

Modelo de caso de negócios para um Sistema de Gestão de Segurança da Informação (SGSI) com base nas normas da série ISO 27000 / IEC (ISO27k)

Modelo de caso de negócios para um Sistema de Gestão de Segurança da Informação (SGSI) com base nas normas da série ISO 27000 / IEC (ISO27k) Modelo de caso de negócios para um Sistema de Gestão de Segurança da Informação (SGSI) com base nas normas da série ISO 27000 / IEC (ISO27k) por Gary Hinson - Versão 2, 2012 Resumo executivo Benefícios

Leia mais

Elaboração de Planos Estratégicos gerais de Formação de quadros de funcionarios municipais

Elaboração de Planos Estratégicos gerais de Formação de quadros de funcionarios municipais TERMOS DE REFERÊNCIA Elaboração de Planos Estratégicos gerais de Formação de quadros de funcionarios municipais 1. ANTECEDENTES A Fundação IEPALA tem assinado com a Agencia Espanhola de Cooperação Internacional

Leia mais

1- Objetivo: Avaliar os conhecimentos adquiridos durante o auto treinamento de Governança de TI com as práticas da ITIL e Cobit.

1- Objetivo: Avaliar os conhecimentos adquiridos durante o auto treinamento de Governança de TI com as práticas da ITIL e Cobit. 1- Objetivo: Avaliar os conhecimentos adquiridos durante o auto treinamento de Governança de TI com as práticas da ITIL e Cobit. 2 Regras e Instruções: Antes de começar a fazer a avaliação leia as instruções

Leia mais