SESC - SERVIÇO SOCIAL DO COMÉRCIO PROJETO CENTRO DE TURISMO DOMINGOS MARTINS - HOTEL MEMORIAL DESCRITIVO HIDROSANITÁRIO PROJETO EXECUTIVO

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1 SESC - SERVIÇO SOCIAL DO COMÉRCIO Administração Regional no Estado do Espírito Santo PROJETO CENTRO DE TURISMO DOMINGOS MARTINS - HOTEL MEMORIAL DESCRITIVO HIDROSANITÁRIO PROJETO EXECUTIVO Vitória ES Agosto de 2009 Revisão setembro de 2009 Revisão novembro de 2010 Revisão fevereiro de 2011 Revisão fevereiro de 2011 Revisão dezembro de 2011 Revisão janeiro de

2 ÍNDICE MEMORIAL DESCRITIVO DO PROJETO HIDROSSANITÁRIO PROJETO SANITÁRIO DENTIFICAÇÃO DA OBRA: DESCRIÇÃO DA OBRA: UNIDADE DE TRATAMENTO DIMENSIONAMENTO DO SISTEMA DE TRATAMENTO DE ESGOTO CÁLCULO PARA FOSSA SÉPTICA DOS BLOCOS: 1, 2, 3 e 4 / Hotel: CÁLCULO PARA FOSSA SÉPTICA DO BLOCO CENTRAL/HOTEL: CÁLCULO PARA FOSSA SÉPTICA DO BLOCO DE SERVIÇO/PISCINA/RESTAURANTE/LAVANDERIA: CÁLCULO PARA FOSSA SÉPTICA DA GUARITA DO PORTAL: CÁLCULO PARA FILTRO ANAERÓBIO: CÁLCULO DO FILTRO ANAERÓBIO DOS BLOCOS: 1, 2, 3 e 4/HOTEL: CÁLCULO PARA FILTRO ANAERÓBIO DO BLOCO CENTRAL: CÁLCULO PARA FILTRO ANAERÓBIO DA PISCINA, LAVANDERIA, VESTIÁRIOS DOS FUNCIONÁRIOS DO RESTAURANTE E DO RESTAURANTE DO BLOCO DE SERVIÇO/ PISCINA/ RESTAURANTE/ LAVANDERIA:

3 CÁLCULO PARA FILTRO ANAERÓBIO DA GUARITA DO PORTAL: CÁLCULO PARA CAIXA DE GORDURA: CÁLCULO PARA CAIXA DE GORDURA DO RESTAURANTE DO BLOCO SERVIÇO/ PISCINA/ RESTAURANTE/ LAVANDERIA: CÁLCULO PARA CAIXA DE GORDURA DO BAR DA PISCINA DO BLOCO DE SERVIÇO/ PISCINA/ RESTAURANTE/ LAVANDERIA: CÁLCULO PARA OS TANQUES DE PLANTAS EMERGENTES/PALUSTRES: MANUTENÇÃO DO SISTEMA DE TRATAMENTO DE ESGOTO MANUTENÇÃO DA FOSSA SÉPTICA MANUTENÇÃO DO FILTRO ANAERÓBIO MANUTENÇÃO DA CAIXA DE GORDURA: MANUTENÇÃO DOS TANQUES DE PLANTAS EMERGENTES/PALUSTRES: AS CAIXAS DE INSPEÇÃO/PASSAGEM SIFONADA/GORDURA/AREIA SIFONADA DEVERÃO TER: PROJETO DE ÁGUA POTÁVEL ABASTECIMENTO: DIMENSIONAMENTO DO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA POTÁVEL CÁLCULO PARA RESERVATÓRIOS DOS BLOCOS: 1, 2, 3 e 4/HOTEL:... 36

4 CÁLCULO PARA RESERVATÓRIOS DO BLOCO CENTRAL/HOTEL: CÁLCULO PARA RESERVATÓRIOS DO BLOCO DE SERVIÇO/ PISCINA/ RESTAURANTE/ LAVANDERIA: CÁLCULO PARA RESERVATÓRIOS DA GUARITA: MANUTENÇÃO DO RESERVATÓRIO PROJETO DE ÁGUA PLUVIAL ABASTECIMENTO DE COLETA DE ÁGUA PLUVIAL: DIMENSIONAMENTO DO SISTEMA DE CAPTAÇÃO DE ÁGUA PLUVIAL: CÁLCULO DO POTENCIAL DE CAPTAÇÃO PLUVIAL PARA OS RESERVATÓRIOS DOS BLOCOS: 01, 02, 03 e 04/HOTEL: CÁLCULO DO POTENCIAL DE CAPTAÇÃO PLUVIAL PARA OS RESERVATÓRIOS DO BLOCO CENTRAL: CÁLCULO DO POTENCIAL DE CAPTAÇÃO PLUVIAL PARA OS RESERVATÓRIOS DA PISCINA, LAVANDERIA, DOS VESTIÁRIOS DOS FUNCIONÁRIOS DO RESTAURANTE DO BLOCO DE SERVIÇO: CÁLCULOS PARA OS RESERVATÓRIOS DE ÁGUA PLUVIAL SUPERIOR E INFERIOR CÁLCULO PARA RESERVATÓRIOS BLOCO 01: CÁLCULO PARA RESERVATÓRIOS BLOCO 02: CÁLCULO PARA RESERVATÓRIOS BLOCO 03 E 04: CÁLCULO PARA RESERVATÓRIOS BLOCO CENTRAL:

5 CÁLCULO PARA RESERVATÓRIOS DA PISCINA, LAVANDERIA, DOS VESTIÁRIOS DOS FUNCIONÁRIOS DO RESTAURANTE DO BLOCO DE SERVIÇO: CÁLCULO PARA RESERVATÓRIO DA GUARITA: MANUTENÇÃO DO RESERVATÓRIO DIMENSIONAMENTO DO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA PLUVIAL PARA O RESERVATÓRIO SUPERIOR E INFERIOR PARA USO EXCLUSIVO EM BACIA SANITÁRIA CÁLCULO PARA RESERVATÓRIOS DOS BLOCOS: 1, 2, 3 e 4/HOTEL: CÁLCULO PARA RESERVATÓRIOS DO BLOCO CENTRAL/HOTEL: CÁLCULO PARA RESERVATÓRIOS DA PISCINA, LAVANDERIA, DOS VESTIÁRIOS DOS FUNCIONÁRIOS DO RESTAURANTE DO BLOCO DE SERVIÇO: CÁLCULO PARA RESERVATÓRIO DA GUARITA: MANUTENÇÃO DO RESERVATÓRIO

6 MEMORIAL DESCRITIVO DO PROJETO HIDROSSANITÁRIO 1. PROJETO SANITÁRIO 1.1. DENTIFICAÇÃO DA OBRA: Proprietário: SESC-ES Serviço Social do Comércio Obra: Centro de Turismo de Domingos Martins Endereço: Soído, Domingos Martins, ES. Resp. Técnico pelo Projeto: Eng.º Francisco de Assis dos Santos CREA: ES 4860 D 1.2. DESCRIÇÃO DA OBRA: O Centro de Turismo de Domingos Martins conta com 05 blocos de hospedagem chamados Bloco 01/Hotel, Bloco 02/Hotel, Bloco 03/Hotel, Bloco 04/Hotel, Bloco Central/Hotel, 01 de Bloco de Serviço/Piscina/Restaurante/Lavanderia, 01 Portal, 01 Casa de Caldeiras, 01 Central de Gás, 01 Guarita, 01 Mirante, 01 Central Temporária de Resíduos Sólidos UNIDADE DE TRATAMENTO O esgotamento sanitário necessário para proporcionar a higiene, segurança, economia e conforto do usuário, irá garantir o encaminhamento de todos os efluentes gerados para os tanques de plantas emergente-palustres e depois para a drenagem. Serão constituídos de instalações primárias e secundárias com aparelhos sanitários, ralos, ramal de descarga, tubo de queda, tubo ventilador, coletor predial, passagem sifonada e gordura dimensionada - 6 -

7 conforme a NBR-7229/93 e 8160/98, e caixa de passagem constituída de caixas de inspeção, fossas sépticas de câmaras únicas dimensionadas conforme a NBR-7229/93, filtros anaeróbios, dimensionados conforme a NBR-13969/97, preservando as respectivas fórmulas. Deverá ser feita manutenção periódica de 6 em 6 meses nas fossas e filtros, ou antes, se necessário. O tratamento de esgoto será feito em vários pontos do complexo, próximos às edificações, diminuindo o custo de implantação de um único sistema, que demandaria um grande espaço para implantação. Os sistemas anaeróbios têm sido muito empregados no tratamento de efluentes, principalmente através da utilização de reatores anaeróbios de fluxo ascendente (UASB), que tem uma larga aceitação em razão da comprovada eficiência na remoção de carga orgânica de diversos efluentes. Entretanto, os sistemas anaeróbios não são eficientes na remoção de nutrientes, e os efluentes tratados nestes sistemas normalmente necessitam de tratamento complementar (WEF, 1994). Além dos sistemas que sequem as normas vigentes acima mencionadas, os afluentes derivados dos filtros, que possuem grandes concentrações de fósforo, matéria-orgânica, nitrogênio, altas temperaturas e outros contaminantes, terão tratamento posterior, lançados em tanques com plantas emergente-palustres onde serão reduzidos os índices de DBO e DQO antes de serem lançados à jusante mais próxima. O sistema de plantas emergente-palustres apresenta características semelhantes à de um banhado natural. O uso intencional de banhados naturais para tratamento de efluentes não é permitido, pelos efeitos deletérios que podem causar à flora e á fauna, sem um monitoramento, impermeabilização e dimensionamento corretos (CALHEIROS et. al, 2007). Os sistemas de tratamento de efluentes que utilizam as plantas aquáticas emergentes ou wetlands apresentam um grande potencial para serem utilizados em atividades industriais, domésticas e agrícolas, como pós tratamento de efluentes de reatores anaeróbios ou mesmo para etapa única de tratamento secundário. Estes sistemas visam geralmente à remoção de - 7 -

8 cor, sólidos suspensos, matéria orgânica, nutrientes, metais, patogênicos, entre outros parâmetros (WEF, 1990). Estudos em escala real e de laboratório têm demonstrado que estes sistemas possuem boa capacidade de remoção de DBO, sólidos suspensos, nitrogênio, fósforo e metais. A redução dos teores destes parâmetros é resultante da ação de diversos mecanismos de sedimentação, de precipitação, de adsorção química e de interação microbiana. Na Tabela abaixo estão apresentados alguns mecanismos de remoção para alguns constituintes. Constituintes e mecanismo de remoção do sistema de terras úmidas Constituintes Sólidos suspensos Mecanismos de remoção Sedimentação e filtração Degradação aeróbia e anaeróbia Material orgânico solúvel Nitrogênio Fósforo Amonificação, nitrificação e desnitrificação (biológico) Utilização pela planta Volatilização de amônia Adsorção Utilização pela planta Adsorção e troca de cátions - 8 -

9 Metais Complexação, precipitação Utilização pela planta Oxidação redução (bioquímica) Sedimentação Filtração Patógenos Predação Morte Natural Irradiação UV Excreção de antibiótico proveniente das raízes das macrófitas Fonte: Adaptado de COOPER et al. (1996). A eficiência da remoção está intimamente ligada às características do efluente a ser tratado. A tabela abaixo apresenta o intervalo médio observado em sistemas de tratamento existentes nos Estados Unidos e na Europa. Eficiência de remoção dos principais parâmetros de monitoramento: Parâmetros DQO DBO5 Sólidos SuspensosTotais Remoção (%) % % % - 9 -

10 Nitrogênio Total Fósforo Total Coliformes Totais Coliformes Fecais % % 99,9 % 99,9 % Fonte: WEF (1994) Estes sistemas de purificação hídrica utilizam plantas que se desenvolvem tendo o sistema radicular preso ao sedimento e o caule e as folhas parcialmente submersas. A profunda penetração do sistema radicular permite a exploração de um grande volume de sedimentos, dependendo da espécie considerada. Todas as espécies são morfologicamente adaptadas para se desenvolverem em sedimentos inundados em decorrência dos grandes volumes de espaços internos capazes de transportar oxigênio para o sistema radicular. Parte do oxigênio pode ainda sair do sistema radicular para a área em torno da rizosfera criando assim condição para decomposição de matéria orgânica, bem como para crescimento de bactérias nitrificadoras. Segundo Cooper (1993) e WEF (1994), o sistema de tratamento escolhido para o referido projeto funciona da seguinte forma: 1) Sistema de Fluxo Sub-Superficial (FSS): Neste sistema, o efluente circula através de uma matriz porosa de areia grossa ou brita, na qual estão presentes as raízes das plantas aquáticas. As perdas de água por evapotranspiração também são significativas. 2) Sistema de Fluxo Horizontal (SFH): Este sistema é chamado desta forma porque o efluente percorre vagarosamente todas as camadas do solo artificial e desloca-se no sentido horizontal, desde a entrada até a saída do sistema. Durante este percurso, o efluente passa por zonas aeróbias, anaeróbias e anóxias (Figura 01). Na rizosfera, ao redor das raízes e dos rizomas das

11 plantas, é formada uma zona aeróbia. Nesta zona, existe uma intensa vida microbiológica, favorecida pela capacidade de transporte do oxigênio atmosférico pelas plantas emergentes, por suas folhas, caules e hastes, até a zona de raízes. É nesta zona que ocorre a oxidação da matéria orgânica pelas bactérias heterotróficas, a oxidação do nitrogênio amoniacal a nitrito e a nitrato pelas bactérias autotróficas e a volatilização da amônia. Na zona anóxica, ocorre à transformação do nitrato em nitrito e este a nitrogênio gasoso, pelas bactérias heterotróficas e a oxidação da matéria orgânica, utilizando o nitrato como receptor de elétrons. Na zona anaeróbia, os índices de remoção de DBO são alcançados devido à alta capacidade de decomposição das bactérias anaeróbias (DAVIES et. al, 2006). Segundo o mesmo autor, os SFH são eficientes na remoção de matéria orgânica, fósforo e sólidos suspensos totais (SST) como sistema secundário de tratamento, mas tendem a ter uma limitação no fornecimento de oxigênio, onde as plantas aquáticas podem não suprir a taxa de oxigênio requerida pela carga do efluente. Portanto, não são eficientes para promover a nitrificação em efluentes, devido a sua limitada capacidade de transferir oxigênio atmosférico até a zona de raízes, tendo uma baixa capacidade de transferência de oxigênio (CTO). As características do SFH são: Os rizomas crescem vertical e horizontalmente, abrindo espaços nas camadas do substrato, produzindo caminhos hidráulicos; Na área em torno dos rizomas, há grande proliferação de populações bacterianas anaeróbias e aeróbias. O processo aeróbio acontece próximo das raízes e rizomas, enquanto os processos anaeróbios e anóxicos acontecem nas áreas distantes dos rizomas; Na superfície da camada suporte destes sistemas, aparecem materiais como palhas, folhas e ramificações mortas, que são aerobiamente degradadas, que podem aumentar a concentração de sólidos suspensos no efluente final

12 Figura 01: representação de um Sistema de Fluxo Horizontal típico. 3) Sistema de Fluxo Vertical (SFV): Os princípios deste sistema são similares ao de um filtro biológico. O efluente a ser tratado é distribuído intermitentemente sobre a superfície da camada suporte, inundando-a uniformemente. Após, o efluente é drenado gradualmente, atravessando todas as camadas do leito construído, no sentido vertical. A vazão deve ser controlada de modo que garanta que o efluente percorra todas as camadas antes de uma nova distribuição, permitindo que os espaços vazios sejam novamente preenchidos pelo ar. Este procedimento de inundação intermitente conduz a uma boa transferência de oxigênio. As bactérias responsáveis pela remoção de DBO e pela nitrificação estão presentes em todas as camadas do leito. As plantas aquáticas, neste sistema apresentam maior taxa de transferência de oxigênio para a rizosfera. Entretanto, este sistema não possui grande capacidade de oxidação da matéria orgânica (MOLLE et al, 2006) (Figura 02). As principais características do SFV são: A camada suporte, para as plantas, é constituída por sucessivas camadas de areia, brita e pedras maiores

13 As pedras maiores são distribuídas, normalmente, no fundo do leito, em torno do sistema de drenagem. O plantio das plantas aquáticas se dá na camada de areia grossa, que compõe a superfície da camada suporte; O controle da vazão é fundamental para atingir as taxas de transferência de oxigênio desejadas. A camada suporte nunca deve estar saturada com efluentes. Figura 02: representação de um Sistema de Fluxo Vertical típico. Cooper (1998) descreve um terceiro tipo de sistema, o Combinado ou Híbrido que consiste na utilização conjunta do SFH e do SFV, porém construídos em células diferentes do mesmo sistema de tratamento. A declividade do fundo deverá ser maior que 3% e menor que 7%, devido à possível formação de poças do líquido e, conseqüentemente, à proliferação de moscas. 4) Sistema Combinado ou Híbrido: Este sistema foi idealizado para corrigir as deficiências da capacidade de transferência de oxigênio ser limitada em SFH e pela pequena capacidade de oxidação da matéria orgânica em SFV

14 Desta forma um Sistema Híbrido é composto por várias células, onde, normalmente, as primeiras células são de Fluxo Horizontal (SFH) para receber a maior carga orgânica, as células intermediárias são de Fluxo Vertical (SFV) para promover a nitrificação e, as últimas, são novamente células de Fluxo Horizontal (SFH) para realizar a denitrificação. Em relação à capacidade de transferência de oxigênio pelas plantas, os valores existentes na literatura são bastante variados. A Tabela 1 apresenta os resultados de experimentos de alguns autores citados por Platzer, TABELA 1: taxa de transferência de O2 por plantas aquáticas emergentes Transferência de Oxigênio Referência (g O2/m2d) Hofmann, 1992 Kikuth, 1980 Brix & Schierup, 1990 Kramer, 1990 Lawson, 1985 Fonte: Platzer, 1996 Segundo Mannarino (2006) ressalta-se ainda o custo relativamente baixo de implantação de tais sistemas e a pouca demanda técnica para sua operação, bastante adequados às condições da maioria dos municípios brasileiros, de forma geral carentes de recursos e de corpo técnico especializado. Isso não significa que os wetlands podem ser construídos e deixados à sua própria sorte, sem nenhum tipo de cuidado

15 Para não descaracterizar a proposta do projeto urbanístico, os tanques de plantas emergentes/palustres deverão ser vistos com um jardim ocultando desta forma a real função. Para que isto seja implantado sugerimos algumas espécies de vegetações macrófitas emergentes para compor os tanques como: Typha latifólia ou Typha domingensis (taboa), canna glauca (caeté), Juncus sellovianus (junco), Echinocloa cruz pavones (capim arroz), Echinodorus (chapéu de couro), Zantedeschia aethiopica (copo-de-leite), em conjunto com outras espécies, como o Cyperus papyrus (papiro) e Canna edulis (biri) ou outras macrófitas de maior ocorrência que se adaptam melhor ao clima da região. Desta forma específica estamos duplicando o sistema de tratamento para se obter uma qualidade próxima ao ótimo antes de lançarmos no corpo d água existente. Parte desta água será reaproveitada no sistema de abastecimento das caixas inferiores e superiores destinadas a atender as bacias sanitárias dos blocos do complexo hoteleiro, em conjunto com a captação de água pluvial. O sistema utilizado no Centro de Turismo de Domingos Martins é o Sistema Combinado ou Híbrido, que é composto de 3 tanques de Plantas emergentes/palustres. As figuras seguir ilustram o 1 tanque no Sistema Horizontal, o 2 no Sistema Vertical e o 3 também no Sistema Horizontal. 1 tanque

16 2 tanque 3 tanque 1.4. DIMENSIONAMENTO DO SISTEMA DE TRATAMENTO DE ESGOTO IV - I - PARA FOSSA SÉPTICA V = N (CT + Klf) V = Volume em litros N = Números de contribuintes C = Contribuição em L/Pessoa x dia T = Período de Detenção em dias

17 K = Acumulação de lodo digerido em dias Lf= Contribuição de lodo fresco em L/Pessoas x dia CÁLCULO PARA FOSSA SÉPTICA DOS BLOCOS: 1, 2, 3 E 4 / HOTEL: Considerando o cálculo para uma unidade: 3 pessoas por quarto 5 andares com 13 quartos cada = 65 quartos Total por bloco = 195 contribuintes (hospedes) Consumo diário por hospede = 100L V = x (100 x 0, x 1) V = (107) V = L = 21,86 m³ Volume da fossa séptica calculada = 21,86 m³ Volume da fossa séptica adotada = 24,00 m³ Foi adotado um período de limpeza de um ano Medidas adotadas: Largura = 3,00m comprimento = 4,00m altura = 2,00m 4,00 x 3,00 x 2,00 = 24,00 m³

18 CÁLCULO PARA FOSSA SÉPTICA DO BLOCO Considerando: CENTRAL/HOTEL: 3 pessoas por quarto 3 andares com 13 quartos cada = 39 quartos Total por bloco = 117 contribuintes (hospedes) Consumo diário por hospede = 100L 3m² por funcionário e para uma área de escritório 381,83m², temos 81,5 funcionários =~82 func. Consumo diário por funcionário = 50L Consumo diário por hospede = 100L Pavimentos administrativos: V = x (50 x 0, x 0,20) V = x 52,90 V = 5337,80 L = 5,34 m³ Pavimentos de quartos de hospedes V = x (100 x 0, x 1) V = x 107 V = L = 13,52 m³ Volume da fossa séptica calculada = 5, ,52 = 18,86 m³

19 Volume da fossa séptica adotada = 32,00 m³ Foi adotado um período de limpeza de um ano Medidas adotadas: Largura = 3,20m comprimento = 5,00m altura = 2,00m 3,20 x 5,00 x 2,00 = 32,00 m³ NOTA: O volume adotado na fossa séptica levou em consideração a futura ampliação do Centro de Turismo de Domingos Martins CÁLCULO PARA FOSSA SÉPTICA DO BLOCO DE Considerando: SERVIÇO/PISCINA/RESTAURANTE/LAVANDERIA: Hospedes = 897 Freqüentadores da piscina = 269 *¹ ¹ Funcionários da lavanderia = 40 *² Funcionários do Restaurante = 34 *³ Funcionários do bar da piscina e piscina = 7 *¹ ² Total = 897 contribuintes com consumo diário por refeição = 25L Total = 269 contribuintes com consumo diário = 6L Total = 81 contribuintes com consumo diário = 50L (*) *1'1 Total de hospedes =

20 Considerando que 30% de hospedes são freqüentadores da piscina, temos 263 banhistas. Função *3 *1'2 Função *2 açogueiro 1 0 almoxarife 2 almoxarife 1 0 controle 1 copeiro 3 1 copeira 1 cortadeira 2 0 costureira 2 cozinhero 3 1 dep.de roupa limpa 3 depósito de bebidas 1 0 dobradeira 4 descascador 2 0 faxineira 2 faxineiro 4 3 lavadeira 5 garçon 4 2 lavadeira de hospedes 3 mestre 3 0 passadeira 6 montagem de prato 4 0 passadeira de hospedes 2 nutricionista 1 0 RH 2 peixeiro 1 0 secadora 3 saladeira 2 0 tecnico da calandraria 1 suco 2 0 triagem 3 total 34 7 total 40 V = x (25 x 0, x 0,10) V = x (12,5 + 5,70) V = ,40 L = 17,33 m³ V = x (6 x 0, x 0,10) V = x (5,52 + 5,70) V = 4.018,18 L = 4,02 m³ V = x (50 x 0, x 0,20) V = x (41,5 + 11,4) V = 5284,9 L = 5,28 m³

21 Vt = V1 + V2 + V3 Vt = 4,02 + 5, ,33 Vt = 26,63 m³ Volume da fossa séptica calculada = 26,63 m³ Volume da fossa séptica adotada = 28,00 m³ Foi adotado um período de limpeza de um ano Medidas adotadas: Largura = 3,50m comprimento = 4,00m altura = 2,00m 3,50 x 4,00 x 2,00 = 28,00 m³ CÁLCULO PARA FOSSA SÉPTICA DA GUARITA DO Considerando: PORTAL: Vigilante por guarita= 1 Consumo diário por guarita = 50L V = x (50 x x 0,20) V = x ( ,40) V = 1061,4 L = 1,10 m³ Se for considerado:

22 Vigilante por guarita = 2 Consumo diário por guarita = 50L V = x (50 x x 0,20) V = x ( ,40) V = 1122,8 L = 1,12 m³ Volume da fossa séptica calculada = 1,12 m³ Volume da fossa séptica adotada = 2,43 m³ Foi adotado um período de limpeza de um ano Medidas adotadas: Largura = 0,90m comprimento = 1,80m altura = 1,50m 0,90 x 1,80 x 1,50 = 2,43 m³ 1.5. CÁLCULO PARA FILTRO ANAERÓBIO: V = 1,6 NCT V = Volume em litros N = Número de contribuintes C = Cumprimento em L/ Pessoas x dia T = Período de detenção

23 CÁLCULO DO FILTRO ANAERÓBIO DOS BLOCOS: 1, 2, 3 E 4/HOTEL: Considerando o cálculo para uma unidade: 3 pessoas por quarto 5 andares com 13 quartos cada = 65 quartos Total por bloco = 195 contribuintes (hospedes) Consumo diário por hospede = 100L V = 1,6 x 195 x 100 x 0,50 V = 15600L = 15,60 m³ Volume do filtro anaeróbio calculado = 15,60 m³ Volume do filtro anaeróbio adotado = 15,00 m³ Foi adotado um período de limpeza de um ano Medidas adotadas: Largura = 3,00m comprimento = 4,00m altura = 2,00m 2 X (2,50 x 2,50 x 1,20) = 15,00 m³ CÁLCULO PARA FILTRO ANAERÓBIO DO BLOCO Considerando: CENTRAL: 3 pessoas por quarto 3 andares com 13 quartos cada = 39 quartos

24 Total por bloco = 117 contribuintes (hospedes) Consumo diário por hospede = 100L 3m² por funcionário e para uma área de escritório 381,83m², temos 81,5 funcionários =~82 func. Consumo diário por funcionário = 50L Consumo diário por hospede = 100L Pavimentos administrativos: V = 1,6 x 82 x 50 x 0,83 V = 5444,8 L = 5,44 m³ Pavimentos de quartos de hospedes V = 1,6 x 117 x 100 x 0,50 V = 9360 L = 9,36 m³ Volume do filtro anaeróbio calculado = 5,44 + 9,36 = 14,80 m³ Volume do filtro anaeróbio adotado = 21,60 m³ Foi adotado um período de limpeza de um ano Medidas adotadas: Largura = 3,00m comprimento = 3,00m altura = 1,20m 2 x (3,00 x 3,00 x 1,20) = 21,60 m³

25 CÁLCULO PARA FILTRO ANAERÓBIO DA PISCINA, LAVANDERIA, VESTIÁRIOS DOS FUNCIONÁRIOS DO RESTAURANTE E DO RESTAURANTE DO BLOCO DE SERVIÇO/ PISCINA/ RESTAURANTE/ LAVANDERIA: Considerando: Hospedes não congressista = 897 Freqüentadores da piscina = 269 *¹ ¹ Funcionários da lavanderia = 40 *² Funcionários do Restaurante = 34 *³ Funcionários do bar da piscina e piscina = 7 *¹ ² Total = 876 consumo diário por refeição = 25L Total = 263 contribuintes com consumo diário = 6L Total = 81 contribuintes com consumo diário = 50L (*) Considerando a memória do calculo da fossa séptica. V1 = 1,6 x 897 x 25 x 0,50 V1 = L = 17,94 m³ V2 = 1,6 x 269 x 6 x 0,92 V2 = 2375,81 L = 2,38 m³

26 V3 = 1,6 x 81 x 50 x 0,83 V3 = 5378,4 L = 5,38 m³ Vt = V1 + V2 + V3 Vt = 17,94 + 2,38 + 5,38 Vt = 25,70 m³ Volume do filtro anaeróbio calculado = 25,70 m³ Volume do filtro anaeróbio adotado = 26,14 m³ Foi adotado um período de limpeza de um ano Medidas adotadas: Largura = 3,30m comprimento = 3,30m altura = 1,20m 2 x (3,30 x 3,30 x 1,80) = 26,14 m³ CÁLCULO PARA FILTRO ANAERÓBIO DA GUARITA DO Considerando: PORTAL: Vigilante da guarita= 1 Consumo diário da guarita = 50L V = 1,6 x 1 x 50 x 1 V = 80 L = 0,08 m³ Se for considerado:

27 Vigilante da guarita = 2 Consumo diário da guarita = 50L V = 1,6 x 2 x 50 x 1 V = 160 L = 0,16 m³ O volume útil mínimo do leito filtrante deve ser de 1000L conforme NBR13969/97 Volume do filtro anaeróbio determinado = 1,00 m³ Volume do filtro anaeróbio adotado = 2,43 m³ Foi adotado um período de limpeza de um ano Medidas adotadas: Largura = 0,90m comprimento = 1,80m altura = 1,50m 0,90 x 1,80 x 1,50 = 2,43 m³ 1.6. CÁLCULO PARA CAIXA DE GORDURA: V = 2N + 20 V = Volume em litros N = Número de contribuintes servido pela cozinha CÁLCULO PARA CAIXA DE GORDURA DO RESTAURANTE DO BLOCO SERVIÇO/ PISCINA/ RESTAURANTE/ LAVANDERIA: Considerando:

28 Hospedes = 897 Consumo diário por refeição = 25L VCGE = 2 x VCGE = 1814 litros = 1,81m³ CGE SEÇÃO DA CÂMARA DE RETENÇÃO: 150 x 300 cm ALTURA DO SÉPTO MOLHADO: 40cm VOLUME DA CÂMARA DE RETENÇÃO: (150 x 300 x 40)cm = 1800 Lts ALTURA DA PAREDE MOLHADA= 60 cm SEÇÃO LIVRE DA CAIXA DE GORDURA: 150 x 335 cm DISTÂNCIA ENTRE O SÉPTO E O TUBO DE SAÍDA=0,25m DIÂMETRO DO TUBO DE SAÍDA=ø100mm CÁLCULO PARA CAIXA DE GORDURA DO BAR DA PISCINA DO BLOCO DE SERVIÇO/ PISCINA/ RESTAURANTE/ LAVANDERIA: Considerando: Hospedes = 897 Freqüentadores da piscina = 269 Total = 269 contribuintes com consumo diário = 6L VCGE = 2 x

29 VCGE = 558 litros = 0,56m³ CGE SEÇÃO DA CÂMARA DE RETENÇÃO: 100 x 150 cm ALTURA DO SÉPTO MOLHADO: 40 cm VOLUME DA CÂMARA DE RETENÇÃO: (100 x 150 x 40) cm = 600 Lts ALTURA DA PAREDE MOLHADA= 60 cm SEÇÃO LIVRE DA CAIXA DE GORDURA: 100 x 185 cm DISTÂNCIA ENTRE O SÉPTO E O TUBO DE SAÍDA=0,25m DIÂMETRO DO TUBO DE SAÍDA=ø100mm OBS: Para as caixas de gordura especiais foram adotadas medidas conforme NBR 8160/99, item Será utilizada inclinação para os tubos de PVC de 1,5% para ø100. Para as caixas de gordura não foi necessário cálculo considerando total de funcionários, pois elas atendem apenas os blocos mencionados na planta CÁLCULO PARA OS TANQUES DE PLANTAS EMERGENTES/PALUSTRES: O sistema adotado para o projeto foi o Combinado ou Híbrido, que consiste na utilização conjunta do SFH e do SFV, porém construídos em células distintas com diferentes técnicas no mesmo sistema de tratamento, permitindo assim, à intensificação no desempenho do sistema. Para os dimensionamentos dos tanques de plantas emergentes ou alagados construídos, poderiam ser adotadas medidas conforme filtros anaeróbios, dimensionados segundo a NBR-13969/97, pois o tanque funciona como um filtro mais fino de areia. Embora venha a funcionar com um filtro de

30 tratamento terciário, o objetivo especifico deste sistema são: à boa capacidade de remoção de DBO, remoção de cor, sólidos suspensos, matéria orgânica, nutrientes, metais, patogênicos, nitrogênio, fósforo, entre outros parâmetros onde não há especificações normativas para este calculo. Como é fator importante a velocidade de fluxo do líquido, que deve ser inferior a 8,6 m/dia para evitar a ruptura da estrutura meio/rizoma/raízes e assegurar um tempo de contato suficiente entre o líquido e o biofilme para tratamento, adotaremos a equação abaixo para determinamos a área do tanque plantas aquática. A = Q Vs A = Área em m² Q = Vazão do efluente (m³ / h) Vs = Velocidade (m/h) Nota: Por uma questão de padronização destes tanques que estarão sendo incorporados à estética urbanística, o cálculo será baseado no Bloco de Serviço/Piscina/Restaurante/Lavanderia, onde há um volume maior no cálculo do tratamento primário e secundário. Considerando: Restaurante/ Bloco Serviço com atendimento de todos os hospedes do Hotel, no total de 299 apartamentos para 3 pessoas = 897 hospedes; Lavanderia para atendimento de todos apartamentos, considerando lavagem de roupas de até 897 hospedes;

31 Piscina para uso de todos os hospedes do Hotel, no total de 299 apartamentos para 3 pessoas = 897 hospedes Total = 2691 hospedes Consumo diário por hospede = 25L/dia Q = 25 x 2691 Q = l/dia Q = 67,27 m³/dia Q = 4,20 m³/h (considerando que o dia é de 16:00 horas de operação) Vs 8,6 m/dia = 0,35 m/h A = 4,20 0,35 A = 12,00 m² Área do tanque de plantas emergentes/palustres calculada= 12,00 m² Área do tanque de plantas emergentes/palustres adotada= 15,00 m² O sistema adotado para o projeto foi o Combinado ou Híbrido Área total dos tanques de plantas emergentes/palustres adotada= 42,00m²

32 Foi adotado um período de limpeza ou renovação dos vegetais de um ano. Este período poderá ser reduzido com colheita para fins decorativos, o que facilitara na renovação das raízes e conseqüentemente, num melhor resultado final do sistema. Medidas adotadas: Para o primeiro SFH Largura = 3,00m comprimento = 5,00m altura = 1,00m Para o primeiro SFV Largura = 3,00m comprimento = 4,00m altura = 1,00m Para o primeiro SFH Largura = 3,00m comprimento = 5,00m altura = 1,00m 1.8. MANUTENÇÃO DO SISTEMA DE TRATAMENTO DE ESGOTO MANUTENÇÃO DA FOSSA SÉPTICA a) A remoção do lodo da fossa séptica deverá ser feita de forma rápida e sem contato do operador com o mesmo; b) O intervalo entre duas limpezas deverá ser no máximo de 365 dias; c) Para execução dos serviços, escolha dia e hora em que os efluentes à fossa possam ser diminuídos máximo; d) Abra a chaminé de acesso à fossa com cuidado e deixe ventilar, pois o gás que se acumula no interior da mesma é explosivo; e) Esta limpeza deverá ser realizada em período de 06 (seis) em 06 (seis) meses, para que haja garantia de condição de consumo;

33 f) Para execução dos serviços, escolha firma especializada e notoriamente eficiente e licenciada ambientalmente MANUTENÇÃO DO FILTRO ANAERÓBIO a) A limpeza do filtro deverá ser no mesmo período de limpeza da fossa; b) A limpeza do filtro será feita interrompendo-se, por um determinado tempo, o fluxo proveniente da fossa, e, em seguida injetando-se água sob pressão no sentido contrário ao fluxo normal de funcionamento do mesmo. A água será retirada com sucção da bomba através da entrada do filtro; c) A limpeza do filtro será feita concomitante com a da fossa, aproveitandose desta facilidade e comodidade operacional; d) Após a limpeza, caso se constate que o leito filtrante esteja demasiadamente sujo, causando uma sensível diminuição no tempo de filtragem, este deverá ser substituído por outro novo e limpo MANUTENÇÃO DA CAIXA DE GORDURA: A manutenção das caixas de gordura deverá ser feita a cada período de 30 (trinta) dias, ou sempre que se verificar anormalidades em seu funcionamento. Os detritos devem ser retirados, com uso de ferramentas e equipamentos adequados (pás, enxadas e luvas de segurança), embalados em sacos plásticos invioláveis, e entregues ao caminhão do lixo no ato da coleta. Obs.: Os dejetos serão depositados em locais definidos pelo SEAMA

34 MANUTENÇÃO DOS TANQUES DE PLANTAS EMERGENTES/PALUSTRES: A operação de manutenção com plantas emergentes/palustres consiste basicamente no mesmo tratamento de jardinagem. Nos meses de inverno, as partes aéreas das plantas morrem, mantendo-se ativas as porções abaixo do substrato e as raízes e os rizomas produzem energia para o novo desenvolvimento na primavera. A manutenção do sistema, através de podas anuais ou semestrais, bem como limpezas periódicas, aumenta significativamente a remoção de nitrogênio e fósforo, pois evitam que os nutrientes retidos sejam reintroduzidos no efluente. Para que a remoção de nutrientes seja satisfatória, a escolha de plantas diferentes e adaptadas às condições é fundamental (Reddy et al. citado em WEF, 1990) AS CAIXAS DE INSPEÇÃO/PASSAGEM SIFONADA/GORDURA/AREIA SIFONADA DEVERÃO TER: Construção de acordo com detalhes de projeto, em alvenaria de tijolos maciços de barro ou blocos de concreto com espessura mínima de 10 cm. Profundidade mínima de 20 cm, para as caixas. Profundidade máxima de 100 cm, para as caixas. Tampas facilmente removível e permitindo perfeita vedação. Fundo construído de modo a assegurar rápido escoamento. Os cantos entre paredes e entre paredes e fundos deverão ser arredondados para evitar formação de depósitos

35 2. PROJETO DE ÁGUA POTÁVEL 2.1. ABASTECIMENTO: Será fornecido pelo reservatório de tratamento de água de fonte natural por um ramal de 50 mm. No caso do Centro de Turismo de Domingos Martins foi determinado que os sub-ramais serão derivados do ramal de abastecimento geral em vários pontos do empreendimento, próximos aos blocos e com um hidrômetro para cada um, onde será possível diagnosticar o consumo de cada unidade de acordo com o uso, auxiliando também a detectar eventuais vazamentos no sistema de abastecimento. Cada bloco terá reservatório inferior conjugado com sistema de bombas de recalque que abastecerá os reservatórios superiores e reserva de incêndio. Os reservatórios superiores reservarão água suficiente para três dias interrupto de consumo de acordo com NBR DIMENSIONAMENTO DO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE V = N X CD X T ÁGUA POTÁVEL V = Volume em litros N = Números de usuários CD = Consumo diário em L/Pessoa x dia T = Período de Detenção em dias

36 CÁLCULO PARA RESERVATÓRIOS DOS BLOCOS: 1, 2, 3 E 4/HOTEL: Considerando o cálculo para uma unidade: BLOCO 01: 3 pessoas por quarto (período de alta temporada) 5 andares com 13 quartos cada = 65 quartos Total por bloco = 195 usuários (hospedes) Consumo diário por hospede = 100L V = 195 x 100 x 3 V = x 3 V = L = 58,50 m³ Volume do reservatório superior calculado = 39,00 m³ Volume do reservatório superior adotado = 40,00 m³ Volume do reservatório inferior calculado = 19,50 m³ Volume do reservatório inferior adotado = 30,00 m³ Medidas adotadas: Caixa d água de L sendo : superior = 4 unidades Caixa d água de L sendo : inferior = 2 unidades

37 BLOCO 02: 3 pessoas por quarto (período de alta temporada) 5 andares com 13 quartos cada = 65 quartos Total por bloco = 195 usuários (hospedes) Consumo diário por hospede = 100L V = 195 x 100 x 3 V = x 3 V = L = 58,50 m³ Volume do reservatório superior calculado = 39,00 m³ Volume do reservatório superior adotado = 40,00 m³ Volume do reservatório inferior calculado = 19,50 m³ Volume do reservatório inferior adotado = 60,00 m³ Medidas adotadas: Caixa d água de L sendo : superior = 4 unidades Caixa d água de L sendo : inferior = 4 unidades BLOCO 03 = 04: 3 pessoas por quarto (período de alta temporada) 5 andares com 13 quartos cada = 65 quartos

38 Total por bloco = 195 usuários (hospedes) Consumo diário por hospede = 100L V = 195 x 100 x 3 V = x 3 V = L = 58,50 m³ Volume do reservatório superior calculado = 39,00 m³ Volume do reservatório superior adotado = 40,00 m³ Volume do reservatório inferior calculado = 19,50 m³ Volume do reservatório inferior adotado = 75,00 m³ Medidas adotadas: Caixa d água de L sendo : superior = 4 unidades Caixa d água de L sendo : inferior = 5 unidades CÁLCULO PARA RESERVATÓRIOS DO BLOCO Considerando: CENTRAL/HOTEL: 3 pessoas por quarto (período de alta temporada) 3 andares com 13 quartos cada = 39 quartos Total por bloco = 117 usuários (hospedes)

39 Consumo diário por hospede = 100L 3m² por funcionário e para uma área de escritório 381,83m², temos 81,5 funcionários =~82 func. Consumo diário por funcionário = 50L Consumo diário por hospede = 100L Pavimentos administrativos: Vf = 82 x 50 x 3 Vf = 4100 x 3 Vf = L = 12,30 m³ Pavimentos de quartos de hospedes Vh = 117 x 100 x 3 Vh = x 3 Vh = L = 35,10 m³ Vt = Vh + Vf Vt = 35, ,30 Vt = 47,40 m³ Volume do reservatório superior calculado = 15,80 m³ Volume do reservatório superior adotado = 20,00 m³

40 Volume do reservatório inferior calculado = 31,60 m³ Volume do reservatório inferior adotado = 40,00 m³ Medidas adotadas: As Caixas d água inferiores e superiores deste bloco estarão servindo ao próprio Bloco Central e ao Bloco de Serviço/ Piscina/ Restaurante/ Lavanderia CÁLCULO PARA RESERVATÓRIOS DO BLOCO DE Considerando: SERVIÇO/ PISCINA/ RESTAURANTE/ LAVANDERIA: Hospedes= 897 Frequentadores da piscina = 269 *¹ ¹ Funcionários da lavanderia = 40 *² Funcionários do Restaurante = 34 *³ Funcionários do bar da piscina e piscina = 7 *¹ ² Lavanderia = 4 Kg de roupa/leito Total = 897 com consumo diário por refeição = 25L Total = 269 usuários com consumo diário = 6L Total = 81 usuários com consumo diário = 50L Total = 897 leitos com consumo diário = 30L/Kg de roupa

41 *1'1 Total de hospedes = 897 Considerando que 30% de hospedes são freqüentadores da piscina, temos 269 banhistas. Função *3 *1'2 Funçã o *2 açogueiro 1 0 almoxarife 2 almoxarife 1 0 controle 1 copeiro 3 1 copeira 1 cortadeira 2 0 costureira 2 cozinhero 3 1 dep.de roupa limpa 3 depósito de bebidas 1 0 dobra deira 4 descascador 2 0 faxineira 2 faxineiro 4 3 lavadeira 5 g arçon 4 2 lavadeira de hospedes 3 mestre 3 0 passadeira 6 montagem de prato 4 0 passadeira de hospedes 2 nutricionista 1 0 RH 2 peixeiro 1 0 secadora 3 saladeira 2 0 tecnico da calandraria 1 suco 2 0 triagem 3 total 34 7 total 40 Vh = 897 x 25 x 3 Vh = x 3 Vh = L = 67,27 m³ Vp = 269 x 6 x 3 Vp = 1614 x 3 Vp = 4842 L = 4,84 m³ Vf = 81 x 50 x

42 Vf = 4050 x 3 Vf = L = 12,15 m³ Vl = 897 x 30 x 4 x 2 lavanderia) (considerando uma reserva de dois dias para a Vl = x 2 Vl = L = 215,28 m³ Vt = Vh + Vp + Vf + (Vl/2) + (Vl/2) Vt = 67,27 + 4, , ,64 + [ 107,64 ] Vt = 191,90 m³ + [ Vl = 107,64m³(*²) ] Volume do reservatório superior calculado = 60,00 m³ Volume do reservatório superior adotado = 62,00 m³ Volume do reservatório inferior calculado = 131,90 m³(*¹) Volume do reservatório inferior adotado = 135,00 m³(*¹) Volume do reservatório inferior calculado para lavanderia = 107,64 m³(*²) Volume do reservatório inferior adotado para lavanderia = 105,00 m³(*²) Para o volume total do bloco central/hotel deverá ser somado o volume do reservatório calculado dos itens (I) e (II) = 47, ,90 Volume total do bloco central = 239,30 m³

43 (I) Volume do reservatório superior calculado = 15,80 m³ Volume do reservatório superior adotado = 20,00 m³ Volume do reservatório inferior calculado = 31,60 m³(*¹) Volume do reservatório inferior adotado = 40,00 m³(*¹) (II) Volume do reservatório superior calculado = 60,00 m³ Volume do reservatório superior adotado = 62,00 m³ Volume do reservatório inferior calculado = 131,90 m³(*¹) Volume do reservatório inferior adotado = 135,00 m³(*¹) Volume do reservatório inferior calculado para lavanderia = 107,64 m³(*²) Volume do reservatório inferior adotado para lavanderia = 105,00 m³(*²) (I) + (II) Volume do reservatório superior calculado = 75,80 m³ Volume do reservatório superior adotado = 82,00 m³ Volume do reservatório inferior calculado = 163,50 m³(*¹) Volume do reservatório inferior adotado = 210,00 m³(*¹) Volume do reservatório inferior calculado para lavanderia = 107,64 m³(*²) Volume do reservatório inferior adotado para lavanderia = 105,00 m³(*²)

44 (*¹) Reservatórios da cisterna sob o bloco central/hotel situada na cota + 721,45m (*²) Reservatórios da cisterna sob o deck da piscina situada na cota + 727,60m Medidas adotadas: Caixa d água de L sendo : superior = 7 unidades Caixa d água de L sendo : superior = 2 unidades Caixa d água de L sendo : inferior = 14 unidades(*¹) Caixa d água de L sendo : inferior = 7 unidades (*²) * O RESERVATÓRIO SUPERIOR SERÁ O MESMO DO BLOCO CENTRAL/HOTEL CÁLCULO PARA RESERVATÓRIOS DA GUARITA: Considerando: Vigilante por guarita= 1 Consumo diário por guarita = 50L V = 1 x 50 x 3 V = 50 x 3 V = 150 L = 0,15 m³

45 Se for considerado: Vigilante por guarita = 2 Consumo diário por guarita = 50L V = 2 x 50 x 3 V = 100 x 3 V = 300 L = 0,30 m³ Volume do reservatório superior calculado = 0,30 m³ Volume do reservatório superior adotado = 0,50 m³ Medidas adotadas: Caixa d água de 500 L sendo : superior = 1 unidade 2.3. MANUTENÇÃO DO RESERVATÓRIO Os reservatórios devem ser limpos no mínimo a cada seis meses. Orientamos a limpeza da caixa d água de forma correta, seguindo estes procedimentos: Fechar os registros de abastecimento ou a bóia, até esgotar ao máximo a água reservada; Após o uso, feche o registro do barrilete; Abrir o registro de limpeza; Esvaziar totalmente a caixa;

46 Esfregar muito bem as paredes e o fundo do reservatório somente com escova; não usar sabão, detergente ou outro produto que faça espuma; Enxaguar com água limpa para escoar toda a sujeira; Colocar um cálice de cloro em um balde com capacidade para 5 litros; Encher o balde com água e jogar nas paredes e no fundo do reservatório, fazendo uma desinfecção; Após meia hora, abrir o registro e deixar a água escoar até que não haja mais cheiro ou gosto de cloro; Em seguida, deixar a caixa ser preenchida normalmente. Esta limpeza deverá ser realizada em período de 06 (seis) em 06 (seis) meses, para que haja garantia de condição de consumo. Para execução dos serviços, escolha firma especializada e notoriamente eficiente e licenciada ambientalmente. Cloro de residual livre de pelo menos 0,5 mg/l

47 3. PROJETO DE ÁGUA PLUVIAL 3.1. ABASTECIMENTO DE COLETA DE ÁGUA PLUVIAL: Além do sistema que seque as normas vigentes para abastecimento de água potável, será implantado um sistema de coleta e armazenamento de água pluvial proveniente dos telhados, alem do reuso de água descartada da lavanderia. Os efluentes derivados dos telhados terão tratamento com filtros que são instalados no ponto de união da tubulação que drena a água de chuva de diversos condutores verticais. Estes utilizam um princípio original de filtragem que garante grande eficiência, separando a água de chuva de impurezas como folhas, galhos, insetos e musgo, com mínima perda de água e exigência de manutenção mínima. Para a água efluente da lavanderia será implantado caixa de surfactantes, onde serão extraídos por meio eletromagnético, os resíduos químicos da descarga das máquinas de lavar roupas, onde posteriormente o excedente se juntará à lagoa artificial. Parte desta água será reaproveitada no sistema de abastecimento das caixas inferiores e superiores destinadas a atender as bacias sanitárias dos blocos, em conjunto com a captação de água pluvial DIMENSIONAMENTO DO SISTEMA DE CAPTAÇÃO DE ÁGUA PLUVIAL: Adotaremos o filtro Vortex (ou similar) design consagrado nos países que mais se destacam no reaproveitamento de água de chuva - Alemanha e Austrália - com o sistema de colheita de água de chuva da linha Oceania, mais simples, que utiliza filtros de descida e caixas d'água acima do nível do solo

48 Previsão de consumo A água de chuva serve principalmente para usos não potáveis, pois para assegurar sua portabilidade, é recomendável um tratamento mais complexo, sendo uma alternativa viável apenas onde não há a alternativa de abastecimento com água tratada. Residencial Em uma residência padrão, a água de chuva pode substituir a água tratada (e potável) da rede pública em diversas aplicações, tais como vasos sanitários, máquinas de lavar, irrigação de jardins, lavagens de carro, limpeza de pisos e piscinas, representando em média 50% do consumo físico, como indica tabela abaixo. Comercial e Industrial O uso de água para fins não potáveis em estabelecimentos comerciais como: escolas, prédios públicos e mesmo em indústrias - onde pode ser utilizada no processo produtivo - pode responder por mais de 50% do consumo. É necessária uma inspeção cuidadosa no local para uma avaliação precisa. Potencial de Captação

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