INSTRUÇÃO DO PEDIDO DE REGISTO DA ATIVIDADE DE GESTÃO DE ORGANISMOS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO

Save this PDF as:
Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "INSTRUÇÃO DO PEDIDO DE REGISTO DA ATIVIDADE DE GESTÃO DE ORGANISMOS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO"

Transcrição

1 INSTRUÇÃO DO PEDIDO DE REGISTO DA ATIVIDADE DE GESTÃO DE ORGANISMOS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO Legenda: CVM = Código dos Valores Mobiliários EG = entidade gestora de organismos de investimento imobiliário OII = organismos de investimento imobiliário Regulamento = Regulamento da CMVM n.º 2/2007 (sucessivamente alterado), relativo ao exercício de atividades de intermediação financeira RGICSF = Regime Geral das Instituições de Crédito e Sociedades Financeiras, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 298/92, de 31 de dezembro (sucessivamente alterado) RGOIC = Regime Geral dos Organismos de Investimento Coletivo, aprovado pela Lei n.º 16/2015, de 24 de fevereiro Última atualização: 25/05/

2 - Autorização de constituição da EG concedida pelo Banco de Portugal Artigo 295.º/1/a) do CVM Artigo 199.º-L do RGICSF O registo para o exercício da atividade de gestão de OII por parte da EG supõe a sua prévia autorização de constituição pelo Banco de Portugal, uma vez que é condição do próprio exercício [artigo 295.º/1/a) do CVM]. No entanto, não é exigível a apresentação pelo requerente de documento comprovativo da autorização do Banco de Portugal (artigo 298.º/4 do CVM). - Inscrição da EG no registo especial do Banco de Portugal Artigo 194.º/1 do RGICSF O registo para o exercício da atividade de gestão de OII por parte da EG supõe a sua prévia inscrição no registo especial do Banco de Portugal, uma vez que é condição para o início da atividade da EG (artigo 194.º/1 do RGICSF). No entanto, não é exigível a apresentação pelo requerente de documento comprovativo da inscrição da EG no registo especial do Banco de Portugal (artigo 298.º/4 do CVM). Artigos 289.º/1/c)/iii), 1. Requerimento para registo da atividade de gestão de OII 295.º/1/b), 297.º/1, 298.º/1 do CVM Artigos 1.º, 2.º do O pedido de registo é subscrito pelos representantes da EG e deve ser submetido à CMVM nos termos do modelo de Requerimento. Regulamento 2. Documento relativo à estrutura organizativa da EG Artigo 305.º/1/a) do CVM Artigo 2.º/1/c) do Regulamento Deve ser elaborado e remetido à CMVM um documento relativo à estrutura organizativa da EG, que incluirá, designadamente, os seguintes elementos e informações: a) Estrutura do grupo financeiro em que a EG se insere (caso aplicável); b) Organograma da EG; - 2 -

3 c) Descrição da estrutura organizativa e da segregação funcional de áreas; d) Descrição das funções de cada unidade orgânica. 3. Declaração de meios afetos à atividade de gestão de OII Artigos 2.º/1/e), 2.º/2, 4.º, 5.º, 6.º do Regulamento Deve ser remetida à CMVM uma declaração atinente aos meios humanos, técnicos e materiais da EG afetos à atividade de gestão de OII, mediante preenchimento do modelo de Declaração de Meios. 1. Deve ser elaborado e remitido à CMVM o plano de atividades da EG, que incluirá, designadamente, os seguintes elementos e informações gerais: a) Informação previsional respeitante aos dois primeiros anos de atividade da EG; b) Estudo de viabilidade económica e demonstrações financeiras previsionais da EG, com indicação do break even da atividade de gestão de OII; 4. Plano de atividades da EG Artigos 2.º/1/d) e 3.º do Regulamento Artigo 70.º do RGOIC c) O tipo de investidores a que a EG pretende prestar o serviço; d) Informações sobre cada OII que a EG pretende constituir e/ou gerir, nomeadamente: (i) Estratégias de investimento, incluindo, v.g., a política da EG no que diz respeito à utilização do efeito de alavancagem; (ii) Perfis de risco e outras características, incluindo, v.g., informação sobre os Estados membros ou países terceiros nos quais os OII estejam estabelecidos ou se espera que sejam estabelecidos; 2. O plano de atividades deve ainda incluir os seguintes elementos/documentos específicos para cada OII que a EG pretende constituir e/ou gerir: - 3 -

4 a) Projetos de regulamentos de gestão relativos a cada OII; b) Projetos de contratos de sociedade relativos a cada OII sob a forma societária; c) Projetos de documentos com informações fundamentais destinadas aos investidores relativos a cada OII aberto ou fechado de subscrição pública; d) Projetos de prospetos relativos a cada OII aberto ou fechado de subscrição pública; e) Documentos com as informações adicionais previstas no artigo 221.º/1 do RGOIC relativos a cada OII dirigido exclusivamente a investidores qualificados; f) Projetos do contratos a celebrar com os depositários de cada OII. Deve ser elaborada e remetida à CMVM uma compilação de todas as políticas e procedimentos que a EG está legal e regulamentarmente obrigada a adotar, bem como das demais políticas e procedimentos que a EG decida voluntariamente adotar. 5. Compilação de políticas e procedimentos internos da EG Artigos 2.º/1/b) e 13.º do Regulamento Além das políticas e procedimentos especificamente indicados nos #6 a #12 da presente tabela, a compilação deverá ainda cobrir quaisquer outras políticas e procedimentos que se mostrem relevantes para demonstrar o cumprimento das obrigações a cargo da EG, v.g. as previstas no CVM, RGOIC e Regulamento. A compilação remetida à CMVM corresponderá ao documento que, nos termos do artigo 13.º do Regulamento, deverá estar permanentemente disponível para consulta por qualquer uma das pessoas referidas no artigo 304.º/5 do CVM ou para efeitos de supervisão. 6. Políticas e procedimentos da EG relativos aos requisitos gerais de organização interna Artigos 305.º, 311.º do CVM Artigos 72, 73.º, 74.º do RGOIC As políticas e procedimentos da EG relativos aos requisitos gerais de organização interna, previstos, v.g., no artigo 305.º do CVM, incluirão, designadamente, os seguintes elementos e informações: - 4 -

5 Artigo 2.º/1/b) do Regulamento a) Descrição dos procedimentos de organização e controlo interno implementados tendo em vista a adoção de processos decisórios, com especificação quer dos canais de comunicação a adotar quer das funções dos colaboradores, de modo a assegurar a realização, de forma independente, das diferentes funções; b) Descrição das políticas, sistemas e procedimentos a adotar relativos: (i) À preservação da segurança, integridade e confidencialidade da informação; (ii) À continuidade das atividades desenvolvidas, com vista a garantir, no caso de uma interrupção dos sistemas e procedimentos da EG, a preservação de dados e de funções essenciais à prossecução da respetiva atividade e, caso seja necessário, a recuperação rápida de dados e o reatamento da respetiva atividade; (iii) À implementação de uma organização contabilística que permita, a todo o momento e de modo imediato, efetuar a apresentação atempada de relatórios financeiros que reflitam uma imagem verdadeira e apropriada da situação financeira da EG e que respeitem todas as normas e regras contabilísticas aplicáveis, designadamente em matéria de segregação patrimonial; (iv) Ao controlo das transações pessoais dos colaboradores da EG e à detenção ou gestão de investimentos em instrumentos financeiros para investimento por conta própria; (v) Ao cumprimento do dever de abstenção de participação em operações ou a prática de outros atos suscetíveis de pôr em risco a regularidade do funcionamento, a transparência e a credibilidade do mercado, nos termos enunciados no artigo 311.º/2 do CVM; (vi) Ao dever de análise, com especial cuidado e diligência, das ordens e das transações, nos termos enunciados no artigo 311.º/3 do CVM; (vii) À prevenção de práticas de má administração relativamente às quais se possa prever, de forma razoável, que afetem a estabilidade e a integridade do mercado ou - 5 -

6 prejudiquem o interesse dos participantes, nos termos enunciados, v.g., no artigo 73.º do RGOIC; (viii) Ao cumprimento dos deveres de diligência a que a EG está sujeita, nos termos, v.g., do artigo 74.º do RGOIC. A documentação relativa aos sistemas de controlo do cumprimento, gestão de riscos e auditoria interna da EG incluirá, designadamente, os seguintes elementos e informações: a) Descrição do sistema de controlo do cumprimento da EG, que inclua todos os elementos legalmente exigidos (v.g. no artigo 305.º-A do CVM), contendo, em especial, a identificação clara de políticas e procedimentos para detetar qualquer risco de incumprimento dos deveres a que a EG se encontra sujeita e as medidas a adotar para corrigir eventuais deficiências que venham a ser detetadas; 7. Sistemas de controlo do cumprimento, gestão de riscos e auditoria interna da EG Artigos 305.º-A a 305.º-C do CVM Artigo 79.º do RGOIC Artigos 2.º/1/b), 6.º/4 do Regulamento b) Descrição do sistema de gestão de riscos da EG e, em especial, dos mecanismos, processos e técnicas que se revelem adequados e eficazes para prever, avaliar e gerir em qualquer momento os riscos a que a EG está ou pode estar exposta, tendo em conta, nomeadamente, os requisitos previstos nos artigos 305.º-B do CVM e 79.º do RGOIC; c) Descrição do sistema de auditoria interna, que inclua todos os elementos legalmente exigidos (v.g. no artigo 305.º-C do CVM) e que permita o acompanhamento e avaliação regulares da adequação e da eficácia dos sistemas e procedimentos de organização, controlo interno e gestão de riscos, bem como das medidas a adotar para a correção de eventuais deficiências destes sistemas; d) Caso os serviços de controlo do cumprimento, de gestão de risco e de auditoria interna sejam comuns a outras entidades de grupo onde a EG se integra, deverá identificar-se o responsável por cada um dos serviços comuns e fazer-se uma descrição sucinta dos mesmos, especificando os procedimentos utilizados para salvaguarda da independência e do acesso à informação em relação aos restantes intermediários financeiros; complementarmente, deve(m) ainda entregar-se documento(s) assinado(s) por todas as partes envolvidas que formalize(m) de modo expresso o estabelecimento dos serviços comuns

7 As políticas e procedimentos da EG relativos à identificação, prevenção e gestão de conflitos de interesses devem respeitar os requisitos aplicáveis, v.g. os previstos nos artigos 309.º e ss. do CVM e 89.º e ss. do RGOIC, e incluirão, designadamente, os seguintes elementos e informações: a) Descrição da política de prevenção e gestão de conflitos a adotar, em particular com a identificação relativamente à atividade da EG das circunstâncias que podem dar origem a conflitos de interesses e dos procedimentos a adotar na gestão e resolução dos mesmos; Políticas e procedimentos da EG relativos à Artigos 309.º e ss. do CVM b) Descrição dos procedimentos a adotar em matéria de registo de operações realizadas por «pessoas relevantes» (indicadas no artigo 304.º/5 do CVM) e respetiva comunicação nos termos do artigo 150.º do RGOIC; 8. identificação, prevenção e gestão de conflitos de interesses Artigos 89.º e ss. do RGOIC Artigo 2.º/1/b) do Regulamento c) Descrição dos procedimentos a adotar em matéria de avaliação, correção e comunicação das situações reportadas por «pessoas relevantes» (indicadas no artigo 304.º/5 do CVM) nos termos do artigo 89.º do RGOIC; d) Descrição das políticas e procedimentos relativos ao exercício de direitos de voto, em conformidade com os requisitos previstos no artigo 90.º do RGOIC, nomeadamente das medidas e procedimentos de acompanhamento dos eventos societários relevantes, de certificação de que o exercício dos direitos de voto cumpre os objetivos e a política de investimento dos OII que gere e de prevenção e gestão de conflitos de interesses decorrentes do exercício dos direitos de voto; e) Descrição das políticas e procedimentos que impeçam a realização de operações proibidas à EG e aos OII que gere e a adequada imputação de benefícios recebidos pela EG nos termos do artigo 92.º do RGOIC. 9. Políticas e procedimentos da EG relativos ao registo de clientes e de operações e Artigos 307.º, 307.º-A do CVM Artigos 84.º, 85.º do RGOIC As políticas e procedimentos previstos para o registo de clientes e prevenção da prática do branqueamento de capitais e do financiamento ao terrorismo e para o cumprimento integral - 7 -

8 prevenção da prática do branqueamento de capitais e do financiamento ao terrorismo Lei n.º 25/2008, de 5 de junho Artigos 2.º/1/b), 12.º do Regulamento dos deveres aplicáveis, v.g. os previstos na Lei n.º 25/2008, de 5 de junho, incluirão, designadamente, os seguintes elementos e informações: a) Descrição dos procedimentos internos tendo em vista o registo de clientes e de operações e a prevenção de operações de branqueamento de capitais e do financiamento ao terrorismo, nomeadamente: (i) Elementos de identificação exigidos a clientes, representantes e/ou beneficiários efetivos; (ii) Procedimentos de autorização de abertura e movimentação de contas associadas à prestação do serviço em causa; (iii) Procedimentos existentes para efeitos de cumprimento dos deveres legais, em particular dos deveres de diligência, de exame, de recusa e de abstenção (com indicação dos montantes acima dos quais será reforçado o cumprimento destes deveres); (iv) Elementos que refletem o resultado da realização dos testes de adequação simples («testes de appropriateness»); (v) Procedimentos para efeitos da conservação de documentos de suporte ao registo de clientes; (vi) Outros procedimentos para efeito do cumprimento dos requisitos de registo de clientes, em particular dos requisitos previstos no artigo 12.º do Regulamento; (vii) Procedimentos relativos ao registo de operações e de ordens de subscrição e de resgate, nos termos previstos nos artigos 84.º e 85.º do RGOIC; b) Mapa e/ou layout exemplificativo do registo de clientes

9 As políticas e procedimentos da EG relativos ao tratamento das reclamações recebidas de investidores não qualificados devem garantir a eficácia, transparência, adequação e rapidez dos mesmos e incluir, designadamente, os seguintes elementos e informações: 10. Políticas e procedimentos da EG relativos ao tratamento das reclamações de investidores Artigo 305.º-E do RGOIC Artigo 2.º/1/b) do Regulamento a) Procedimentos relativos à receção, encaminhamento e tratamento da reclamação por colaborador diferente do que praticou o ato de que se reclama; b) Procedimentos concretos a adotar para a apreciação das reclamações; c) Prazo máximo de resposta; d) Procedimentos de registo e de arquivo dos processos de reclamação. A política de subcontratação deve cumprir os requisitos legais aplicáveis (v.g. os previstos no artigo 76.º do RGOIC e, quando não incompatíveis com este, nos artigos 308.º e ss. do CVM) e incluir, designadamente, os seguintes elementos e informações: 11. Política de subcontratação adotada pela EG Artigo 76.º do RGOIC Artigos 308.º e ss. do CVM Artigo 2.º/1/b) do Regulamento a) Indicação das funções operacionais subcontratadas e do âmbito da subcontratação tendo em conta, em particular, o não esvaziamento da atividade da EG; b) Procedimentos de avaliação prévia da entidade a subcontratar, em particular no que respeita à adequação e suficiência dos meios e recursos da entidade e à idoneidade e experiência das pessoas que conduzem efetivamente a sua atividade; c) Mecanismos de controlo para a supervisão das atividades subcontratadas e gestão de riscos associados à subcontratação, incluindo no caso de subcontratação em cascata; d) Procedimentos que asseguram a manutenção da responsabilidade da EG, v.g. em matéria de deveres de informação

10 As políticas e procedimentos da EG relativos à avaliação de ativos deverão incluir, designadamente, os seguintes elementos e informações: a) A descrição dos procedimentos que garantam que a valorização dos ativos sob gestão é efetuada de forma correta, independente e com a competência, o zelo e a diligência devidos; 12. Políticas e procedimentos da EG relativos à avaliação de ativos Artigos 93.º a 95.º do RGOIC Artigo 2.º/1/b) do Regulamento b) A descrição dos procedimentos que garantam que o cálculo do valor líquido global dos OII geridos, a divulgação deste valor e o respetivo reporte à CMVM são efetuados de forma correta, independente e com a competência, o zelo e a diligência devidos; c) A demonstração de que a função de avaliação é funcionalmente independente da gestão e que a política de remuneração e outras medidas asseguram que os conflitos de interesses sejam atenuados e que seja evitada uma influência indevida nos colaboradores; d) Caso a avaliação seja efetuada por avaliador externo, descrição dos procedimentos que assegurem uma adequada seleção da entidade a contratar, a supervisão da respetiva atividade e a manutenção da responsabilidade da EG, v.g. em matéria de deveres de informação. 13. Projetos dos contratos a celebrar com entidades subcontratadas, se aplicável Artigo 76.º do RGOIC Artigos 308.º ss. do CVM Artigo 2.º/1/a) do Regulamento Os projetos de contratos a celebrar entre a EG e as entidades subcontratadas, caso existam, devem ser elaborados e remetidos à CMVM em conformidade com os requisitos legais aplicáveis, v.g. os previstos no artigo 76.º do RGOIC e, quando não incompatíveis com este, nos artigos 308.º e ss. do CVM. 14. Documentação relativa às atividades acessórias que a EG pretende desenvolver Artigo 69.º do RGOIC Caso a EG pretenda desenvolver alguma das atividades acessórias referidas nas alíneas a) e b) do artigo 69.º do RGOIC, deverá: a) Elaborar e remeter à CMVM um documento identificando a atividade em causa e descrevendo sucintamente as características dos serviços a prestar;

11 b) Incluir nas políticas e procedimentos da EG relativos à identificação, prevenção e gestão de conflitos de interesses uma referência específica ao modo como a EG identifica, previne e gere os conflitos de interesses relacionados com o desenvolvimento da atividade acessória; c) Remeter à CMVM contratos-tipo relativos à atividade acessória em causa, caso existam. 15. Colaboração com os técnicos credenciados da CMVM para a apresentação de todos os meios e instalações em inspeção presencial Artigo 298.º/2 do CVM O registo para o exercício da atividade da EG é precedido de uma inspeção presencial pela CMVM para verificação do cumprimento de todos os requisitos legais aplicáveis

INSTRUÇÃO DO PEDIDO DE REGISTO DA ATIVIDADE DE GESTÃO DE ORGANISMOS DE INVESTIMENTO ALTERNATIVO EM VALORES MOBILIÁRIOS

INSTRUÇÃO DO PEDIDO DE REGISTO DA ATIVIDADE DE GESTÃO DE ORGANISMOS DE INVESTIMENTO ALTERNATIVO EM VALORES MOBILIÁRIOS INSTRUÇÃO DO PEDIDO DE REGISTO DA ATIVIDADE DE GESTÃO DE ORGANISMOS DE INVESTIMENTO ALTERNATIVO EM VALORES MOBILIÁRIOS Legenda: CVM = Código dos Valores Mobiliários EG = entidade gestora de organismos

Leia mais

2. Instrução do pedido de registo para o exercício de atividade das SICAFI Legenda: CSC = Código das Sociedades Comerciais

2. Instrução do pedido de registo para o exercício de atividade das SICAFI Legenda: CSC = Código das Sociedades Comerciais 1. Instrução do pedido de autorização para a constituição de sociedades de investimento imobiliário autogeridas de capital fixo e subscrição particular («SICAFI») 2. Instrução do pedido de registo para

Leia mais

INSTRUÇÃO DO PEDIDO DE REGISTO PRÉVIO PARA INÍCIO DE ATIVIDADE DE SOCIEDADE DE CAPITAL DE RISCO («SCR»)

INSTRUÇÃO DO PEDIDO DE REGISTO PRÉVIO PARA INÍCIO DE ATIVIDADE DE SOCIEDADE DE CAPITAL DE RISCO («SCR») INSTRUÇÃO DO PEDIDO DE REGISTO PRÉVIO PARA INÍCIO DE ATIVIDADE DE SOCIEDADE DE CAPITAL DE RISCO («SCR») Legenda: CSC = Código das Sociedades Comerciais FCR = Fundo de Capital de Risco = Regime Jurídico

Leia mais

INSTRUÇÃO DO PEDIDO DE REGISTO DA ATIVIDADE DE GESTÃO DE ORGANISMOS DE INVESTIMENTO EM ATIVOS NÃO FINANCEIROS

INSTRUÇÃO DO PEDIDO DE REGISTO DA ATIVIDADE DE GESTÃO DE ORGANISMOS DE INVESTIMENTO EM ATIVOS NÃO FINANCEIROS INSTRUÇÃO DO PEDIDO DE REGISTO DA ATIVIDADE DE GESTÃO DE ORGANISMOS DE INVESTIMENTO EM ATIVOS NÃO FINANCEIROS Legenda: CVM = Código dos Valores Mobiliários EG = entidade gestora de organismos de investimento

Leia mais

AS ATRIBUIÇÕES DA CMVM NO FINANCIAMENTO COLABORATIVO DE CAPITAL E POR EMPRÉSTIMO (FCCE)

AS ATRIBUIÇÕES DA CMVM NO FINANCIAMENTO COLABORATIVO DE CAPITAL E POR EMPRÉSTIMO (FCCE) AS ATRIBUIÇÕES DA CMVM NO FINANCIAMENTO COLABORATIVO DE CAPITAL E POR EMPRÉSTIMO (FCCE) DAR Margarida Pacheco de Amorim Índice 1. Introdução 2. Atividade de intermediação de FCCE 3. Função de regulamentação

Leia mais

CIRCULAR RELATIVA À ELABORAÇÃO, COMUNICAÇÃO E PUBLICAÇÃO DOS RELATÓRIOS E CONTAS DOS ORGANISMOS DE INVESTIMENTO COLETIVO

CIRCULAR RELATIVA À ELABORAÇÃO, COMUNICAÇÃO E PUBLICAÇÃO DOS RELATÓRIOS E CONTAS DOS ORGANISMOS DE INVESTIMENTO COLETIVO CIRCULAR RELATIVA À ELABORAÇÃO, COMUNICAÇÃO E PUBLICAÇÃO DOS RELATÓRIOS E CONTAS DOS ORGANISMOS DE INVESTIMENTO COLETIVO I. Objeto 1. A presente Circular visa esclarecer o mercado quanto a certos aspetos

Leia mais

Novas Instruções da CMVM Aplicáveis aos Organismos de Investimento Coletivo Mobiliário e Imobiliários

Novas Instruções da CMVM Aplicáveis aos Organismos de Investimento Coletivo Mobiliário e Imobiliários Novas Instruções da CMVM Aplicáveis aos Organismos de Investimento Coletivo Mobiliário e Imobiliários Instruções da CMVM n os 1 a 6 Lisboa, 17 de maio de 2017 Departamento de Supervisão de Gestão de Investimento

Leia mais

ANEXOS REGULAMENTO DELEGADO DA COMISSÃO

ANEXOS REGULAMENTO DELEGADO DA COMISSÃO COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 11.11.2016 C(2016) 7159 final ANNEXES 1 to 3 ANEXOS do REGULAMENTO DELEGADO DA COMISSÃO que complementa o Regulamento (UE) N.º 909/2014, do Parlamento Europeu e do Conselho,

Leia mais

ACTIVIDADE DE GESTÃO DE FUNDOS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO

ACTIVIDADE DE GESTÃO DE FUNDOS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FORMAÇÃO FORMAÇÃO ACTIVIDADE DE GESTÃO DE FUNDOS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO Objectivos Gerais da Formação Esta Formação tem como objectivo central, proporcionar uma visão geral e integrada sobre a actividade

Leia mais

INSTRUÇÃO DO PEDIDO DE AUTORIZAÇÃO PARA FUSÃO DE ORGANISMOS DE INVESTIMENTO COLETIVO EM VALORES MOBILIÁRIOS

INSTRUÇÃO DO PEDIDO DE AUTORIZAÇÃO PARA FUSÃO DE ORGANISMOS DE INVESTIMENTO COLETIVO EM VALORES MOBILIÁRIOS INSTRUÇÃO DO PEDIDO DE AUTORIZAÇÃO PARA FUSÃO DE ORGANISMOS DE INVESTIMENTO COLETIVO EM VALORES MOBILIÁRIOS 1. Instrução do pedido de autorização para fusão Nacional (apenas OICVM autorizados em Portugal)

Leia mais

INSTRUTIVO N.º 01/2013 de 22 de Março RELATÓRIO SOBRE A GOVERNAÇÃO CORPORATIVA E SISTEMA DE CONTROLO INTERNO

INSTRUTIVO N.º 01/2013 de 22 de Março RELATÓRIO SOBRE A GOVERNAÇÃO CORPORATIVA E SISTEMA DE CONTROLO INTERNO INSTRUTIVO N.º 01/2013 de 22 de Março ASSUNTO: RELATÓRIO SOBRE A GOVERNAÇÃO CORPORATIVA E SISTEMA DE CONTROLO INTERNO Havendo necessidade de se regulamentar o envio de informação ao Banco Nacional de Angola

Leia mais

REGULAMENTO COMUNICAÇÃO DE IRREGULARIDADES. (Whistleblowing)

REGULAMENTO COMUNICAÇÃO DE IRREGULARIDADES. (Whistleblowing) REGULAMENTO COMUNICAÇÃO DE IRREGULARIDADES (Whistleblowing) Maio 2016 1. Princípios e objetivos O Novo Banco tem entre os seus objetivos o cumprimento das disposições legais e regulamentares aplicáveis

Leia mais

Checklist de elementos necessários para o Registo das Agências de Notação de Risco da CMC. Sociedades de Notação de Risco com sede em Angola

Checklist de elementos necessários para o Registo das Agências de Notação de Risco da CMC. Sociedades de Notação de Risco com sede em Angola Complexo Administrativo Clássicos de Talatona, Rua do MAT 3º B, GU 19 B, Bloco A5, 1º e 2º I Luanda, Angola Tel: +244 992 518 292 949 546 473 Fax: +244 222 70 46 09 E-mail: institucional@cmc.gv.ao UO/OD

Leia mais

Política de Comunicação de Irregularidades Whistleblowing

Política de Comunicação de Irregularidades Whistleblowing 2018 Política de Comunicação de Irregularidades Whistleblowing Grupo Novo Banco Fevereiro de 2018 ÍNDICE 1. Princípios e objetivos... 3 2. Aplicação da Política às entidades do Grupo Novo Banco... 3 3.

Leia mais

COMISSÃO DE AUDITORIA E CONTROLO INTERNO DO BANCO BPI, SA REGULAMENTO

COMISSÃO DE AUDITORIA E CONTROLO INTERNO DO BANCO BPI, SA REGULAMENTO COMISSÃO DE AUDITORIA E CONTROLO INTERNO DO BANCO BPI, SA REGULAMENTO (Aprovado na reunião do Conselho de Administração de 25 de Julho 2008, com as alterações introduzidas na reunião de 6 de Março e 18

Leia mais

CONSELHO FISCAL DO BANCO POPULAR PORTUGAL, S.A. REGULAMENTO. (Aprovado na reunião do Conselho Fiscal de 17 de outubro de 2016)

CONSELHO FISCAL DO BANCO POPULAR PORTUGAL, S.A. REGULAMENTO. (Aprovado na reunião do Conselho Fiscal de 17 de outubro de 2016) CONSELHO FISCAL DO BANCO POPULAR PORTUGAL, S.A. REGULAMENTO (Aprovado na reunião do Conselho Fiscal de 17 de outubro de 2016) 1 REGULAMENTO DO CONSELHO FISCAL DO BANCO POPULAR PORTUGAL, S.A. Artigo 1º

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO FISCAL DO BANCO BIC PORTUGUÊS, S.A. Atualizado a 09 de novembro de 2017

REGULAMENTO DO CONSELHO FISCAL DO BANCO BIC PORTUGUÊS, S.A. Atualizado a 09 de novembro de 2017 ÍNDICE Artigo 1.º - Composição... 2 Artigo 2.º - Competências... 2 Artigo 3.º - Reuniões... 4 Artigo 4.º - Ordem de trabalho das reuniões... 4 Artigo 5.º - Funcionamento das reuniões... 5 Artigo 6.º -

Leia mais

Alterações ao regime jurídico das sociedades gestoras e as sociedades gestoras de serviços de comunicação de dados de negociação

Alterações ao regime jurídico das sociedades gestoras e as sociedades gestoras de serviços de comunicação de dados de negociação Alterações ao regime jurídico das sociedades gestoras e as sociedades gestoras de serviços de comunicação de dados de negociação Lisboa, 31 de janeiro de 2017 CMVM DIEM Decreto-Lei n.º 357-C/2007, de 31

Leia mais

POLÍTICA PREVENÇÃO DE BRANQUEAMENTO DE CAPITAIS E FINANCIAMENTO DO TERRORISMO POLÍTICA

POLÍTICA PREVENÇÃO DE BRANQUEAMENTO DE CAPITAIS E FINANCIAMENTO DO TERRORISMO POLÍTICA POLÍTICA PREVENÇÃO DE BRANQUEAMENTO DE CAPITAIS E FINANCIAMENTO DO TERRORISMO POLÍTICA INDICE CONTROLO DE VERSÕES... 2 Histórico de Versões... 2 1. ÂMBITO E ENQUADRAMENTO LEGAL... 3 2. OBJETIVO... 3 3.

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE GOVERNO SOCIETÁRIO, AVALIAÇÃO E NOMEAÇÕES CTT CORREIOS DE PORTUGAL, S.A.

REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE GOVERNO SOCIETÁRIO, AVALIAÇÃO E NOMEAÇÕES CTT CORREIOS DE PORTUGAL, S.A. REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE GOVERNO SOCIETÁRIO, AVALIAÇÃO E NOMEAÇÕES CTT CORREIOS DE PORTUGAL, S.A. Artigo 1.º Instituição da Comissão de Governo Societário, Avaliação e Nomeações 1. O presente Regulamento

Leia mais

serviço de gestão de riscos e de auditoria interna o nome do ficheiro tem o o formato RIDNNNNNN0AAAAMMDD.PDF, relativo ao relatório previsto na

serviço de gestão de riscos e de auditoria interna o nome do ficheiro tem o o formato RIDNNNNNN0AAAAMMDD.PDF, relativo ao relatório previsto na Instrução da CMVM n.º 5/2016 Relatórios específicos e comunicação de incumprimentos detetados no âmbito da atividade de gestão de Organismos de Investimento Coletivo Na supervisão da gestão dos organismos

Leia mais

Política de Seleção e Avaliação da Adequação dos Membros dos Órgãos de Administração e de Fiscalização e dos Titulares de Cargos com Funções

Política de Seleção e Avaliação da Adequação dos Membros dos Órgãos de Administração e de Fiscalização e dos Titulares de Cargos com Funções Política de Seleção e Avaliação da Adequação dos Membros dos Órgãos de Administração e de Fiscalização e dos Titulares de Cargos com Funções Essenciais Página em branco Aprovação Nível 1 2 Índice 1. Introdução...

Leia mais

POLÍTICA DE PREVENÇÃO DO BRANQUEAMENTO DE CAPITAIS E FINANCIAMENTO DO TERRORISMO VICTORIA SEGUROS, S.A.

POLÍTICA DE PREVENÇÃO DO BRANQUEAMENTO DE CAPITAIS E FINANCIAMENTO DO TERRORISMO VICTORIA SEGUROS, S.A. POLÍTICA DE PREVENÇÃO DO BRANQUEAMENTO DE CAPITAIS E FINANCIAMENTO DO TERRORISMO VICTORIA SEGUROS, S.A. INDICE CONTROLO DE VERSÕES... 2 Histórico de Versões... 2 1. ÂMBITO E ENQUADRAMENTO LEGAL... 3 2.

Leia mais

o formato RIDNNNNNN0AAAAMMDD.PDF, relativo ao relatório previsto na

o formato RIDNNNNNN0AAAAMMDD.PDF, relativo ao relatório previsto na Anexo V ao Documento de Consulta Instrução da CMVM n.º xx/2016 Relatórios específicos e comunicação de incumprimentos detetados no âmbito da atividade de gestão de Organismos de Investimento Coletivo Na

Leia mais

Regulamento da CMVM n.º 3/2017. Fundos de Recuperação de Créditos

Regulamento da CMVM n.º 3/2017. Fundos de Recuperação de Créditos Regulamento da CMVM n.º 3/2017 Fundos de Recuperação de Créditos A Lei n.º 69/2017, de 11 de agosto, veio regular os fundos de recuperação de créditos. O presente regulamento desenvolve o regime previsto

Leia mais

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO DE IRREGULARIDADES GALP ENERGIA, SGPS, S.A.

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO DE IRREGULARIDADES GALP ENERGIA, SGPS, S.A. POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO DE IRREGULARIDADES GALP ENERGIA, SGPS, S.A. 1. INTRODUÇÃO A Galp Energia baseia o exercício da sua atividade em princípios de lealdade, correção, honestidade, transparência e integridade,

Leia mais

2015 P. 1 de 6. Procedimento para a Comunicação de Irregularidades Linha de ética

2015 P. 1 de 6. Procedimento para a Comunicação de Irregularidades Linha de ética P. 1 de 6 Procedimento para a Aprovado em reunião do Conselho Fiscal de 3.12. P. 2 de 6 1. INTRODUÇÃO A Galp Energia, SGPS, S.A. (doravante Galp ) baseia o exercício da sua atividade em princípios de lealdade,

Leia mais

I B c OPORTUNIDADE - FUNDO ESPECIAL DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FECHADO RELATÓRIO DE AUDITORIA. Introdução

I B c OPORTUNIDADE - FUNDO ESPECIAL DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FECHADO RELATÓRIO DE AUDITORIA. Introdução 10V, I B c Tel: - +351 217 990 420 Áv. da Repúb[tca, 50 100 Fax: +351 217990439 1069-211 lisboa www. bdo. pt OPORTUNIDADE - FUNDO ESPECIAL DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FECHADO RELATÓRIO DE AUDITORIA Introdução

Leia mais

Política de Seleção e Avaliação da Adequação dos Membros dos Órgãos de Administração e de Fiscalização e dos Titulares de Cargos com Funções

Política de Seleção e Avaliação da Adequação dos Membros dos Órgãos de Administração e de Fiscalização e dos Titulares de Cargos com Funções Política de Seleção e Avaliação da Adequação dos Membros dos Órgãos de Administração e de Fiscalização e dos Titulares de Cargos com Funções Essenciais Página em branco 31-mai-2016 2 Índice Introdução...

Leia mais

Informação sobre tratamento de dados pessoais

Informação sobre tratamento de dados pessoais Informação sobre tratamento de dados pessoais 1. Objecto O presente documento destina-se a facultar informação aos titulares de dados pessoais tratados pelo Banco Efisa, no âmbito das suas atividades nas

Leia mais

Instrução da CMVM n.º 4/2016 Documentos Constitutivos, Relatório e Contas e outra Informação Relevante sobre Organismos de Investimento Coletivo

Instrução da CMVM n.º 4/2016 Documentos Constitutivos, Relatório e Contas e outra Informação Relevante sobre Organismos de Investimento Coletivo Instrução da CMVM n.º 4/2016 Documentos Constitutivos, Relatório e Contas e outra Informação Relevante sobre Organismos de Investimento Coletivo A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) disponibiliza,

Leia mais

Política de Transações com Partes Relacionadas

Política de Transações com Partes Relacionadas 2017 Política de Transações com Partes Relacionadas Grupo NOVO BANCO Julho / 2017 Índice 1. Objetivos... 3 2. Aplicação da Política às Entidades do Grupo NOVO BANCO... 3 3. Enquadramento Legal e Regulamentar...

Leia mais

REN REDES ENERGÉTICAS NACIONAIS, SGPS, S.A. REGULAMENTO

REN REDES ENERGÉTICAS NACIONAIS, SGPS, S.A. REGULAMENTO REGULAMENTO APRECIAÇÃO E CONTROLO DE TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS E PREVENÇÃO DE SITUAÇÕES DE CONFLITO DE INTERESSES I. ENQUADRAMENTO A Comissão de Auditoria da REN Redes Energéticas Nacionais, SGPS,

Leia mais

REGULAMENTO DE COMUNICAÇÃO DE IRREGULARIDADES DA IMOFUNDOS SGFII, S.A.

REGULAMENTO DE COMUNICAÇÃO DE IRREGULARIDADES DA IMOFUNDOS SGFII, S.A. REGULAMENTO DE COMUNICAÇÃO DE IRREGULARIDADES DA IMOFUNDOS SGFII, S.A. Revisão Novembro 2018 1. Introdução A IMOFUNDOS Sociedade Gestora de Fundos de Investimento Imobiliário, S.A. (doravante abreviadamente

Leia mais

Concursos 2016 ANEXO XVI

Concursos 2016 ANEXO XVI ANEXO XVI PROGRAMA DE APOIO AO AUDIOVISUAL E MULTIMÉDIA SUBPROGRAMA DE APOIO À INOVAÇÃO AUDIOVISUAL E MULTIMÉDIA 1. Âmbito e Definições 1.1. O presente subprograma visa viabilizar a produção de suportes

Leia mais

Decreto-lei n.º 2/2014, de 16 de Janeiro

Decreto-lei n.º 2/2014, de 16 de Janeiro Decreto-lei n.º 2/2014, de 16 de Janeiro Os sistemas centralizados de valores mobiliários são formados por conjuntos interligados de contas, através das quais se processa a constituição e a transferência

Leia mais

Política de Prevenção e Gestão de Conflitos de Interesse no âmbito das Atividades de Intermediação Financeira

Política de Prevenção e Gestão de Conflitos de Interesse no âmbito das Atividades de Intermediação Financeira Política de Prevenção e Gestão de Conflitos de Interesse no âmbito das Atividades de Intermediação Financeira BEST Banco Electrónico de Serviço Total, SA Novembro de 2016 Índice 1. Introdução... 3 2. Enquadramento

Leia mais

Salgueiro & Associados, SROC, Lda. SROC nº 310 Registada na CMVM com o nº Relatório de Auditoria Opinião 1. Auditámos as demonstrações financ

Salgueiro & Associados, SROC, Lda. SROC nº 310 Registada na CMVM com o nº Relatório de Auditoria Opinião 1. Auditámos as demonstrações financ Salgueiro & Associados, SROC, Lda. SROC nº 310 Registada na CMVM com o nº 20161601 Relatório de Auditoria Opinião 1. Auditámos as demonstrações financeiras anexas do Domus Capital Fundo Especial de Investimento

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE AUDITORIA CTT CORREIOS DE PORTUGAL, S.A.

REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE AUDITORIA CTT CORREIOS DE PORTUGAL, S.A. REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE AUDITORIA CTT CORREIOS DE PORTUGAL, S.A. Artigo 1.º Instituição e Competências 1. O presente regulamento tem por objeto disciplinar a composição, o funcionamento, as competências

Leia mais

POLÍTICA DE PREVENÇÃO, COMUNICAÇÃO E SANAÇÃO DE CONFLITOS DE INTERESSES DA POPULAR GESTÃO DE ACTIVOS, S.A. ( PGA ) 1. Introdução

POLÍTICA DE PREVENÇÃO, COMUNICAÇÃO E SANAÇÃO DE CONFLITOS DE INTERESSES DA POPULAR GESTÃO DE ACTIVOS, S.A. ( PGA ) 1. Introdução POLÍTICA DE PREVENÇÃO, COMUNICAÇÃO E SANAÇÃO DE CONFLITOS DE INTERESSES DA POPULAR GESTÃO DE ACTIVOS, S.A. ( PGA ) 1. Introdução A Popular Gestão de Activos, S.A., adiante designada por PGA, é uma sociedade

Leia mais

Newsletter n.º 1/2017 Janeiro O que é o Crowdfunding?

Newsletter n.º 1/2017 Janeiro O que é o Crowdfunding? Janeiro 2017 Revisitar o Financiamento Colaborativo ou Crowdfunding: traços gerais do quadro legal em vigor um ano após a aprovação da Lei 24 de agosto de 2015 (Lei n.º 102/2015) O que é o Crowdfunding?

Leia mais

Política de Gestão do Risco de Compliance

Política de Gestão do Risco de Compliance Política de Gestão do Risco de Compliance Classificação: Público Última Atualização: 23 de dezembro de 2016 ÍNDICE 1. ÂMBITO... 3 2. SISTEMA DE CONTROLO INTERNO... 3 3. RISCO DE COMPLIANCE E FUNÇÃO DE

Leia mais

REGULAMENTO COMISSÃO DE AUDITORIA CAIXA ECONÓMICA MONTEPIO GERAL, CAIXA ECONÓMICA BANCÁRIA, S.A.

REGULAMENTO COMISSÃO DE AUDITORIA CAIXA ECONÓMICA MONTEPIO GERAL, CAIXA ECONÓMICA BANCÁRIA, S.A. REGULAMENTO DA COMISSÃO DE AUDITORIA DA CAIXA ECONÓMICA MONTEPIO GERAL, CAIXA ECONÓMICA BANCÁRIA, S.A. ÍNDICE Artigo 1º.- Objetivo do Regulamento... 3 Artigo 2º. - Missão... 3 Artigo 3º.- Composição...

Leia mais

IMPACTO DA DMIF II NAS GESTORAS DE ORGANISMOS DE INVESTIMENTO COLETIVO

IMPACTO DA DMIF II NAS GESTORAS DE ORGANISMOS DE INVESTIMENTO COLETIVO IMPACTO DA DMIF II NAS GESTORAS DE ORGANISMOS DE INVESTIMENTO COLETIVO Lisboa, 20 de novembro de 2017 Índice Enquadramento Regulatório Arquitetura Regulatória Europeia Enquadramento Regulatório Nacional

Leia mais

POLÍTICA DE SALVAGUARDA DE ATIVOS DE CLIENTES. BPI Gestão de Activos, SGFIM, S.A.

POLÍTICA DE SALVAGUARDA DE ATIVOS DE CLIENTES. BPI Gestão de Activos, SGFIM, S.A. POLÍTICA DE SALVAGUARDA DE ATIVOS DE CLIENTES BPI Gestão de Activos, SGFIM, S.A. Março de 2019 Registo de Atualizações e Aprovações Tipo de Documento Políticas da BPI Gestão de Activos Responsável Área

Leia mais

SOLUÇÃO ARRENDAMENTO - FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FECHADO PARÁ ARRENDAMENTO HABITACIONAL RELATÓRIO DE AUDITORIA. Introdução

SOLUÇÃO ARRENDAMENTO - FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FECHADO PARÁ ARRENDAMENTO HABITACIONAL RELATÓRIO DE AUDITORIA. Introdução I Te[: +351 217 990 420 Av. da República, 50-100 Fax: +351 217990439 1069-211 Lisboa www. bdo. pt SOLUÇÃO ARRENDAMENTO - FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FECHADO PARÁ ARRENDAMENTO HABITACIONAL RELATÓRIO

Leia mais

Concursos São beneficiários os produtores independentes com a inscrição em vigor no Registo das Empresas Cinematográficas e Audiovisuais.

Concursos São beneficiários os produtores independentes com a inscrição em vigor no Registo das Empresas Cinematográficas e Audiovisuais. ANEXO XV PROGRAMA DE APOIO AO AUDIOVISUAL E MULTIMÉDIA SUBPROGRAMA DE APOIO À INOVAÇÃO AUDIOVISUAL E MULTIMÉDIA 1. Âmbito e Definições 1.1. O presente subprograma visa viabilizar a produção de suportes

Leia mais

O REGULAMENTO GERAL DE PROTEÇÃO DE DADOS

O REGULAMENTO GERAL DE PROTEÇÃO DE DADOS O REGULAMENTO GERAL DE PROTEÇÃO DE DADOS REGULAMENTO (UE) 2016/679, DE 27 DE ABRIL DE 2016 RGPD O Responsável pelo Tratamento de Dados 1 , a sua relação com o encarregado de proteção de dados e com o subcontratante

Leia mais

Regulamento do Conselho Fiscal

Regulamento do Conselho Fiscal Regulamento do Conselho Fiscal 1 Regulamento do Conselho Fiscal da Oitante, S.A. ARTIGO 1º - OBJETO O presente instrumento regulamenta o exercício de competências, poderes e deveres, e o funcionamento,

Leia mais

AVISO n.º [ ] /2017 Códigos de Conduta e Política de Prevenção e Gestão de Conflitos de Interesses das Instituições Financeiras

AVISO n.º [ ] /2017 Códigos de Conduta e Política de Prevenção e Gestão de Conflitos de Interesses das Instituições Financeiras AVISO n.º [ ] /2017 Códigos de Conduta e Política de Prevenção e Gestão de Conflitos de Interesses das Instituições Financeiras O presente Aviso tem por objeto a alteração e o desenvolvimento das disposições

Leia mais

Política de Gestão do Risco de Compliance do Banco BIC Português, S.A.

Política de Gestão do Risco de Compliance do Banco BIC Português, S.A. Política de Gestão do Risco de Compliance do Banco BIC Português, S.A. Aprovada em Comissão Executiva a 24/06/2018 CLASSIFICAÇÃO: PÚBLICO ÍNDICE I. ÂMBITO... 3 II. SISTEMA DE CONTROLO INTERNO... 3 1. OBJETIVOS

Leia mais

Projeto de Regulamento da AGMVM nº / Financiamento Colaborativo de Capital ou por Empréstimo DISPOSIÇÕES GERAIS. Artigo 1.

Projeto de Regulamento da AGMVM nº / Financiamento Colaborativo de Capital ou por Empréstimo DISPOSIÇÕES GERAIS. Artigo 1. Projeto de Regulamento da AGMVM nº /2019 - Financiamento Colaborativo de Capital ou por Empréstimo Título I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Objeto e âmbito 1. O presente regulamento desenvolve o Regime Jurídico

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO DE AUDITORIA DO BANCO CENTRAL DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (BCSTP)

REGULAMENTO DO CONSELHO DE AUDITORIA DO BANCO CENTRAL DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (BCSTP) REGULAMENTO DO CONSELHO DE AUDITORIA DO BANCO CENTRAL DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (BCSTP) Considerando a necessidade de se definir políticas, regras e procedimentos para o funcionamento do Conselho de Auditoria

Leia mais

PROCEDIMENTO DE SELEÇÃO DE REVISOR OFICIAL DE CONTAS PARA A REVISÃO LEGAL DAS CONTAS DA UNIDADE LOCAL DE SAÚDE DO ALTO MINHO, E. P. E.

PROCEDIMENTO DE SELEÇÃO DE REVISOR OFICIAL DE CONTAS PARA A REVISÃO LEGAL DAS CONTAS DA UNIDADE LOCAL DE SAÚDE DO ALTO MINHO, E. P. E. Assunto: PROCEDIMENTO DE SELEÇÃO DE REVISOR OFICIAL DE CONTAS PARA A REVISÃO LEGAL DAS CONTAS DA UNIDADE LOCAL DE SAÚDE DO ALTO MINHO, E. P. E. (ULSAM) 1. INTRODUÇÃO 1.1. A Unidade Local de Saúde do Alto

Leia mais

Análise de Impacto Regulatório (AIR) sobre as Alterações ao Regulamento da CMVM n.º 2/2007

Análise de Impacto Regulatório (AIR) sobre as Alterações ao Regulamento da CMVM n.º 2/2007 Análise de Impacto Regulatório (AIR) sobre as Alterações ao Regulamento da CMVM n.º 2/2007 1. Alteração do artigo 1.º O n.º 1 deste artigo limita-se a definir o objeto do Regulamento, e nessa medida enquadra

Leia mais

RELATÓRIO DE CONTAS 2018 LUSIMOVEST FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO

RELATÓRIO DE CONTAS 2018 LUSIMOVEST FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO RELATÓRIO DE CONTAS 2018 LUSIMOVEST FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO 1 I lei: +351 217 990 420 Av. da República, 50-10 Fax: +351 217 990 439 1069-211 Lisboa www.bdo.pt RELATÓRIO

Leia mais

Política de Seleção e Avaliação da Adequação dos Membros dos Órgãos de Administração e de Fiscalização e dos Titulares de Cargos com Funções

Política de Seleção e Avaliação da Adequação dos Membros dos Órgãos de Administração e de Fiscalização e dos Titulares de Cargos com Funções Política de Seleção e Avaliação da Adequação dos Membros dos Órgãos de Administração e de Fiscalização e dos Titulares de Cargos com Funções Essenciais Página em branco 23-set-2015 2 Índice A. Âmbito de

Leia mais

Instrução n. o 9/2017 BO n. o 6/2017 Suplemento 2017/07/03...

Instrução n. o 9/2017 BO n. o 6/2017 Suplemento 2017/07/03... Instrução n. o 9/2017 BO n. o 6/2017 Suplemento 2017/07/03 Temas Supervisão :: Supervisão Comportamental Índice Texto da Instrução Anexo à Instrução Texto da Instrução Assunto: Identificação dos procedimentos

Leia mais

designada por PROPONENTE. CELEBRA-SE O SEGUINTE PROTOCOLO:

designada por PROPONENTE. CELEBRA-SE O SEGUINTE PROTOCOLO: FUNDO NACIONAL DE REABILITAÇÃO DO EDIFICADO - FNRE Entre: Fundiestamo Sociedade Gestora de Fundos de Investimento Imobiliário, S.A., com sede na Avenida Defensores de Chaves, nº 6, 3º andar, 1000-117 Lisboa,

Leia mais

CARTA DE PRINCÍPIOS APS

CARTA DE PRINCÍPIOS APS ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE SEGURADORES CARTA DE PRINCÍPIOS APS DEZEMBRO 2013 CARTA DE PRINCÍPIOS APS SUB TÍTULO / OBJETIVOS A presente carta de princípios visa: a) Formalizar e divulgar valores, princípios

Leia mais

Regulamento da CMVM n.º 3/2018

Regulamento da CMVM n.º 3/2018 Regulamento da CMVM n.º 3/2018 Regulamento que visa definir os conteúdos mínimos a dominar pelos colaboradores, de intermediários financeiros, que prestam serviços de consultoria para investimento, de

Leia mais

REGIME NACIONAL DO CROWDFUNDING. Daniela Farto Baptista Escola do Porto da Faculdade de Direito da UCP 11 de Outubro de 2018

REGIME NACIONAL DO CROWDFUNDING. Daniela Farto Baptista Escola do Porto da Faculdade de Direito da UCP 11 de Outubro de 2018 Daniela Farto Baptista Escola do Porto da Faculdade de Direito da UCP 11 de Outubro de 2018 Necessidade de Regulação / Porquê regular?* - Revolução digital, rápido avanço tecnológico da internet; - Ferramenta

Leia mais

Regulamento de Comunicação de Irregularidades. Banco Empresas Montepio. (Aprovado em reunião do Conselho de Administração de 08 de abril de 2019)

Regulamento de Comunicação de Irregularidades. Banco Empresas Montepio. (Aprovado em reunião do Conselho de Administração de 08 de abril de 2019) Regulamento de Comunicação de Irregularidades (Whistleblowing) Banco Empresas Montepio (Aprovado em reunião do Conselho de Administração de 08 de abril de 2019) Princípios Gerais O Banco Empresas Montepio

Leia mais

Procedimento interno que regula o processo de integração dos Organismos que prestam serviços de Avaliação da conformidade no Sistema Nacional da

Procedimento interno que regula o processo de integração dos Organismos que prestam serviços de Avaliação da conformidade no Sistema Nacional da 2016 Procedimento interno que regula o processo de integração dos Organismos que prestam serviços de Avaliação da conformidade no Sistema Nacional da Qualidade de Cabo Verde (SNQC) SUMÁRIO: O presente

Leia mais

DMIF II CONSULTORIA PARA INVESTIMENTO

DMIF II CONSULTORIA PARA INVESTIMENTO DMIF II CONSULTORIA PARA INVESTIMENTO Lisboa, 20 de novembro de 2017 Florbela Razina Departamento de Supervisão Presencial AGENDA Enquadramento A. O conceito e a diferença face à comercialização B. A relevância

Leia mais

Política de Privacidade

Política de Privacidade Política de Privacidade A presente Política de Privacidade fornece uma visão geral sobre o modo de recolha e tratamento de dados pessoais pela UNICRE Instituição Financeira de Crédito, S.A. (doravante

Leia mais

(Atos não legislativos) REGULAMENTOS

(Atos não legislativos) REGULAMENTOS 23.3.2018 L 81/1 II (Atos não legislativos) REGULAMENTOS REGULAMENTO DELEGADO (UE) 2018/480 DA COMISSÃO de 4 de dezembro de 2017 que complementa o Regulamento (UE) 2015/760 do Parlamento Europeu e do Conselho

Leia mais

PRODUÇÃO DE OBRAS AUDIOVISUAIS E MULTIMÉDIA

PRODUÇÃO DE OBRAS AUDIOVISUAIS E MULTIMÉDIA Concurso de 2014 ANEXO XVII PROGRAMA DE APOIO AO AUDIOVISUAL E MULTIMÉDIA SUBPROGRAMA DE APOIO À PRODUÇÃO DE OBRAS AUDIOVISUAIS E MULTIMÉDIA 1. Âmbito O presente subprograma visa apoiar a produção de obras

Leia mais

Projeto de Aviso alterador

Projeto de Aviso alterador Projeto de Aviso alterador Aviso do Banco de Portugal n.º [ /2017] Atualmente o n.º 5 do artigo 18.º do Aviso do Banco de Portugal n.º 5/2013, de 18 de dezembro, exige, para a abertura de contas de depósito

Leia mais

Anexo II - Formulário de autorização a preencher por interessado que seja pessoa coletiva

Anexo II - Formulário de autorização a preencher por interessado que seja pessoa coletiva Anexo II - Formulário de autorização a preencher por interessado que seja pessoa coletiva O presente formulário deverá ser preenchido em letras MAIÚSCULAS, tipo imprensa, utilizando esferográfica de tinta

Leia mais

ORGANISMOS DE INVESTIMENTO COLETIVO Regulamento da AGMVM n.º 2 / 2015

ORGANISMOS DE INVESTIMENTO COLETIVO Regulamento da AGMVM n.º 2 / 2015 ORGANISMOS DE INVESTIMENTO COLETIVO Regulamento da AGMVM n.º 2 / 2015 Preâmbulo Inserido no contexto da reforma legislativa em curso no Direito dos valores mobiliários caboverdiano, o presente regulamento

Leia mais

Regulamento da CMVM n.º 1/98 Registo de Intermediários Financeiros para o Exercício de Actividades de Intermediação em Valores Mobiliários

Regulamento da CMVM n.º 1/98 Registo de Intermediários Financeiros para o Exercício de Actividades de Intermediação em Valores Mobiliários Não dispensa a consulta do diploma publicado em Diário da República Regulamento da CMVM n.º 1/98 Registo de Intermediários Financeiros para o Exercício de Actividades de Intermediação em Valores Mobiliários

Leia mais

Regulamento da CMVM n.º 4/2019 Mercados Regulamentados e Sistemas de Negociação Multilateral e Organizado

Regulamento da CMVM n.º 4/2019 Mercados Regulamentados e Sistemas de Negociação Multilateral e Organizado Regulamento da CMVM n.º 4/2019 Mercados Regulamentados e Sistemas de Negociação Multilateral e Organizado (Alteração ao Regulamento da CMVM n.º 3/2007) A revisão do Regulamento da CMVM n.º 3/2007, de 5

Leia mais

Política de Prevenção e Gestão de Conflitos de Interesse no âmbito das Atividades de Intermediação Financeira

Política de Prevenção e Gestão de Conflitos de Interesse no âmbito das Atividades de Intermediação Financeira Política de Prevenção e Gestão de Conflitos de Interesse no âmbito das Atividades de Intermediação Financeira Janeiro de 2018 Índice 1. Introdução... 3 2. Enquadramento Legal... 4 3. Âmbito de aplicação...

Leia mais

ENQUADRAMENTO E ÂMBITO

ENQUADRAMENTO E ÂMBITO REGULAMENTO SOBRE APRECIAÇÃO E CONTROLO DE TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS E PREVENÇÃO DE SITUAÇÕES DE CONFLITO DE INTERESSES CTT - CORREIOS DE PORTUGAL, S.A. I. ENQUADRAMENTO E ÂMBITO 1. Este Regulamento

Leia mais

Política de Prevenção e Gestão de Conflitos de Interesse no âmbito das Atividades de Intermediação Financeira

Política de Prevenção e Gestão de Conflitos de Interesse no âmbito das Atividades de Intermediação Financeira Política de Prevenção e Gestão de Conflitos de Interesse no âmbito das Atividades de Intermediação Financeira Janeiro de 2018 Índice 1. Introdução... 3 2. Enquadramento Legal... 4 3. Âmbito de aplicação...

Leia mais

Consulta Pública da CMVM n.º 3/2016

Consulta Pública da CMVM n.º 3/2016 Consulta Pública da CMVM n.º 3/2016 1. APRESENTAÇÃO DO PROCESSO DE CONSULTA 1.1. O objeto da consulta Com a entrada em vigor do Decreto-Lei n.º 63-A/2013, de 10 de maio, foram efetuadas diversas alterações

Leia mais

Combate ao branqueamento de capitais: na área da promoção imobiliária: perspetivas atual e futura

Combate ao branqueamento de capitais: na área da promoção imobiliária: perspetivas atual e futura Combate ao branqueamento de capitais: na área da promoção imobiliária: perspetivas atual e futura Direção de Inspeção Lisboa -sede 7 de junho de 2017 Agenda 1. 1. Breve referência aos dados do CBCFT no

Leia mais

CAIXA ECONÓMICA DO PORTO - Caixa anexa

CAIXA ECONÓMICA DO PORTO - Caixa anexa CAIXA ECONÓMICA DO PORTO - Caixa anexa POLÍTICA DE ADMISSÃO DE CLIENTES Índice 1 PREÂMBULO... 3 2 DEVER DE IDENTIFICAÇÃO.... 3 3 PROCEDIMENTOS DE ABERTURA DE CONTAS.... 3 4 OUTRAS RELAÇÕES DE NEGÓCIO....

Leia mais

(Texto relevante para efeitos do EEE)

(Texto relevante para efeitos do EEE) L 276/4 26.10.2017 REGULAMENTO DELEGADO (UE) 2017/1943 DA COMISSÃO de 14 de julho de 2016 que complementa a Diretiva 2014/65/UE do Parlamento Europeu e do Conselho no que diz respeito às normas técnicas

Leia mais

Caixa Económica Montepio Geral

Caixa Económica Montepio Geral Caixa Económica Montepio Geral Regulamento de Comunicação de (Whistleblowing) Princípios Gerais A Caixa Económica Montepio Geral, Caixa Económica Bancária S.A, (doravante CEMG) nos termos do Regime Geral

Leia mais

(Texto relevante para efeitos do EEE)

(Texto relevante para efeitos do EEE) L 125/4 REGULAMENTO DELEGADO (UE) 2019/758 DA COMISSÃO de 31 de janeiro de 2019 que complementa a Diretiva (UE) 2015/849 do Parlamento Europeu e do Conselho no que diz respeito às normas técnicas reguladoras

Leia mais

Aviso do Banco de Portugal n. o 6/2017

Aviso do Banco de Portugal n. o 6/2017 Aviso do Banco de Portugal n. o 6/2017 Índice Texto do Aviso Anexo I Anexo II Anexo III Anexo IV Texto do Aviso Através do Decreto-Lei n.º 81-C/2017, de 7 de julho, o legislador aprovou o regime jurídico

Leia mais

Política de Controles Internos

Política de Controles Internos Política de Controles Internos Indice 1. OBJETIVO... 3 2. PÚBLICO ALVO E VIGÊNCIA... 3 3. REGULAMENTAÇÕES APLICÁVEIS... 3 4. DIRETRIZES... 3 4.1. FINALIDADE... 3 4.2. AMBIENTE DE CONTROLE... 3 4.3. AVALIAÇÃO

Leia mais

POLÍTICA DE PRIVACIDADE E DE TRATAMENTO DE DADOS PESSOAIS

POLÍTICA DE PRIVACIDADE E DE TRATAMENTO DE DADOS PESSOAIS POLÍTICA DE PRIVACIDADE E DE TRATAMENTO DE DADOS PESSOAIS ÍNDICE Proteção de dados...3 Definições relevantes...3 Entidade responsável pelo tratamento de dados.5 Encarregado de proteção de dados 5 Categorias

Leia mais

Ernst & Young Audit & Associados - SROC, S.A. Avenida da República, 90-6º Lisboa Portugal Tel: Fax:

Ernst & Young Audit & Associados - SROC, S.A. Avenida da República, 90-6º Lisboa Portugal Tel: Fax: Ernst & Young Audit & Associados - SROC, S.A. Avenida da República, 90-6º 1600-206 Lisboa Portugal Tel: +351 217 912 000 Fax: +351 217 957 586 www.ey.com Relatório do Revisor Oficial de Contas sobre o

Leia mais

POLÍTICA INTERNA DE TRATAMENTO DOS TOMADORES DE SEGURO, SEGURADOS E BENEFICIÁRIOS. (Lusitania Vida)

POLÍTICA INTERNA DE TRATAMENTO DOS TOMADORES DE SEGURO, SEGURADOS E BENEFICIÁRIOS. (Lusitania Vida) POLÍTICA INTERNA DE TRATAMENTO DOS TOMADORES DE SEGURO, SEGURADOS E BENEFICIÁRIOS (Lusitania Vida) ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO 2. ÂMBITO DE APLICAÇÃO 3. VALORES DA LUSITANIA VIDA 4. TRATAMENTO EQUITATIVO, DILIGENTE

Leia mais

CIRCULAR SOBRE PRIIPs SUJEITOS À SUPERVISÃO DA CMVM DATA: 04/01/2018

CIRCULAR SOBRE PRIIPs SUJEITOS À SUPERVISÃO DA CMVM DATA: 04/01/2018 CIRCULAR SOBRE PRIIPs SUJEITOS À SUPERVISÃO DA CMVM DATA: 04/01/2018 Desde 1 de janeiro de 2018 é diretamente aplicável no ordenamento jurídico português um novo quadro legal sobre pacotes de produtos

Leia mais

Código: MSFC-P-004 Versão: 05 Emissão: 10/2011 Última Atualização em: 02/2016

Código: MSFC-P-004 Versão: 05 Emissão: 10/2011 Última Atualização em: 02/2016 Política de Controles Internos Código: MSFC-P-004 Versão: 05 Emissão: 10/2011 Última Atualização em: 02/2016 OBJETIVO Garantir a aplicação dos princípios e boas práticas da Governança Corporativa, e que

Leia mais

REN REDES ENERGÉTICAS NACIONAIS, SGPS, S.A. REGULAMENTO DA COMISSÃO DE GOVERNO SOCIETÁRIO. ARTIGO 1.º (Objeto e âmbito)

REN REDES ENERGÉTICAS NACIONAIS, SGPS, S.A. REGULAMENTO DA COMISSÃO DE GOVERNO SOCIETÁRIO. ARTIGO 1.º (Objeto e âmbito) REGULAMENTO DA COMISSÃO DE GOVERNO SOCIETÁRIO ARTIGO 1.º (Objeto e âmbito) 1. O presente Regulamento estabelece as regras aplicáveis à composição, funcionamento e competências da Comissão de Governo Societário

Leia mais

Procedimento para a Comunicação de Irregularidades Canal de ética

Procedimento para a Comunicação de Irregularidades Canal de ética Procedimento para a Comunicação de Irregularidades Canal de ética 1. INTRODUÇÃO A CLIMEX Controlo de Ambiente, S.A. (doravante designada CLIMEX) baseia o exercício da sua atividade em princípios de lealdade,

Leia mais

aptidões profissionais a todos exigidas.

aptidões profissionais a todos exigidas. Projeto de regulamento que visa definir os conteúdos mínimos a dominar pelos colaboradores, de intermediários financeiros, que prestam serviços de consultoria para investimento, de gestão de carteiras

Leia mais

É também definido no presente Aviso o procedimento de submissão dos planos de recuperação ao Banco de Portugal. Artigo 1.º.

É também definido no presente Aviso o procedimento de submissão dos planos de recuperação ao Banco de Portugal. Artigo 1.º. Avisos do Banco de Portugal Aviso do Banco de Portugal nº 12/2012 Com o objetivo de identificar as medidas suscetíveis de serem adotadas para corrigir oportunamente uma situação em que uma instituição

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. Proposta de Lei n.º 97/XIII. Exposição de Motivos

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. Proposta de Lei n.º 97/XIII. Exposição de Motivos Proposta de Lei n.º 97/XIII Exposição de Motivos O financiamento colaborativo constitui um importante instrumento de empreendedorismo colaborativo que, por um lado, permite aos cidadãos apoiar projetos

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE GOVERNO SOCIETÁRIO, AVALIAÇÃO E NOMEAÇÕES CTT Correios de Portugal, S.A.

REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE GOVERNO SOCIETÁRIO, AVALIAÇÃO E NOMEAÇÕES CTT Correios de Portugal, S.A. REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE GOVERNO SOCIETÁRIO, AVALIAÇÃO E NOMEAÇÕES CTT Correios de Portugal, S.A. Artigo 1.º Instituição da Comissão de Governo Societário, Avaliação e Nomeações 1. O presente Regulamento

Leia mais

Manual de regras, procedimentos e controles internos ICVM 558/15

Manual de regras, procedimentos e controles internos ICVM 558/15 Manual de regras, procedimentos e controles internos ICVM 558/15 Atualizado em Maio de 2019 Sumário 1. Introdução... 3 2. Relatório Anual de Controles Internos... 3 3. Publicação de Informações Obrigatórias...

Leia mais

I. OBJETO PRINCÍPIOS GERAIS

I. OBJETO PRINCÍPIOS GERAIS POLÍTICA DE EXERCÍCIO DE DIREITO DE VOTO EM ASSEMBLEIAS GERAIS DE FUNDOS DE INVESTIMENTO E COMPANHIAS EMISSORAS DE ATIVOS FINANCEIROS QUE CONTEMPLEM O DIREITO DE VOTO E INTEGREM AS CARTEIRAS DOS FUNDOS

Leia mais