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1 X SEL Seminário de Estudos Literários UNESP Campus de Assis ISSN: O MAYOMBE DE SEM MEDO: A BUSCA DE UMA IDENTIDADE NO EXÍLIO Bruno Tomaz Custódio dos Reis (Graduando UNESP/Assis) RESUMO: Mayombe, romance de Pepetela, narra as aventuras vividas por alguns guerrilheiros na luta pela independência de Angola. Este texto visa o enfoque principal no personagem Sem Medo, o comandante do bando, que é mostrado a partir de vários exílios (existencial, social, psicológico, afetivo, econômico, entre outros) no decorrer da história. Outro ponto importante é a construção da trajetória dos combatentes a partir de dois espaços de conflito: a cidade e a selva. A abordagem das interferências que os combates geram na individualidade de cada personagem redunda numa narrativa na qual os guerrilheiros deixam para trás gradativamente suas individualidades e adotam uma ideologia pautada no coletivismo. Dessa forma, o trabalho aqui proposto demonstra como o Mayombe é um elemento atuante na retomada de um mundo perdido, cuja aliança subjetiva entre os guerrilheiros e a floresta, gera a construção de um futuro de liberdade, paz e igualdade. O exílio é tratado nesta obra como um elemento gerador dos ideais dos combatentes. PALAVRAS-CHAVE: Literatura Africana; Pepetela, Mayombe; guerrilha; exílio. Introdução O romance Mayombe, escrito pelo angolano Pepetela, apresenta a construção de uma personagem que sintetiza todas as contingências e horrores da guerra. Sem Medo, um líder guerrilheiro, comanda o seu pequeno contingente em meio à dificuldades: "Os meus guerrilheiros não são um grupo de homens manejados para destruir o inimigo, mas um conjunto de seres, individuais, cada um com as suas razões subjetivas de lutar e que, aliás, se comportam como tal." (PEPETELA, 2004, p. 232), mesclando os horrores de uma realidade que se constrói do ponto de vista ficcional, já que refere-se aos movimentos guerrilheiros que lutavam pela libertação nacional contra o colonialismo português na década de 60, estendido até meados da década de 70, sendo conduzida efetivamente à independência em 75. 1

2 O Mayombe diz respeito a um exílio comunitário e ao mesmo tempo singular, onde cada um vive sua condição de exilado e também convive com o exílio alheio, tendo uma permuta de experiências. Trataremos sobre o exílio, não especificamente da relação política, mas sim como autoflagelação e especialmente do exílio de Sem Medo, sem esquecer-se dos outros personagens que compõem esta narrativa. O exílio, pouco discutido pelas frentes teóricas, faz com que este assunto tenha diversas interpretações; porém, vemos que em comparação ao Sem Medo, é uma situação de fuga do passado, algo sentimental deixado para trás: "Grande parte da vida de um exilado é ocupada em compensar a perda desorientadora, criando um novo mundo para governar." (SAID, 2003, p. 54). Assim percebe-se que como comandante, Sem Medo faz do Mayombe de todos, o seu próprio, e procura a todo custo um distanciamento de sua relação com a terra. Isso mostra que há uma busca incessante por uma identidade sendo formada por passagens que justapõe o presente e o passado: Teoria sentia que o Comandante também tinha um segredo. Como cada um dos outros. E era esse segredo que cada um que os fazia combater, freqüentemente por razões longínquas das afirmadas. Por que Sem Medo abandonara o curso de Economia, em 1964, para entrar na guerrilha? (PEPETELA, 2004, p. 15) Um exílio sentimental mostra-se mais doloroso e mais sombrio para uma personagem que carrega o fardo de abstrair a ideia de passado. No entanto, seu presente, marcado pelas atividades de guerrilha, afastam da sua memória as recordações do passado e de um futuro incerto. Contudo, mesmo mostrando essa determinação para distanciar esses sentimentos, vez ou outra tais fragmentos da memória voltam para atormentar Sem Medo: Para o exilado, os hábitos de vida, expressão ou atividade no novo ambiente ocorrem inevitavelmente contra o pano de fundo da memória dessas coisas em outro ambiente. Assim, ambos os ambientes são vívidos, reais, ocorrem juntos como no contraponto. Há um prazer específico nesse tipo de apreensão, em especial se o exilado está consciente de outras justaposições contrapontísticas que reduzem o julgamento ortodoxo e elevam a simpatia compreensiva. Temos também um sentimento particular de realização ao agir como se estivéssemos em casa em qualquer lugar. (SAID, 2003, p ) Em meio ao exílio, Sem Medo procura anular as dores passadas com as atividades de comandante. Concentrado em seu dever, ele demonstra boas condutas de liderança, mesmo vista por maus olhos, e faz com que ganhe mais confiança de uma parte do bando. Por meio da trajetória de Sem Medo percebemos que o exílio pode ser visto por diferentes perspectivas, posto que mesmo sabendo que o exílio seja algo penoso e torturante, o 2

3 personagem está num princípio indireto de aprendizado em relação ao herói com seu espaço e ao outro. Claro que em tempos críticos temos que ter a lucidez de saber contornar a situação da melhor maneira possível, e se há sofrimento, tentar tirar o melhor proveito para tornar isso uma experiência não tão difícil. Assim, faz-se com que o juízo, ou melhor, o psicológico não entre em conflito e se cegue dentro desta floresta tenebrosa que chamamos de consciente: "As realizações do exílio são permanentemente minadas pela perda de algo deixado para trás para sempre." (SAID, 2003, p. 46). A relação entre passado e presente contribui para a condição de exilado de Sem Medo: A espera era pior. Depois de o inimigo surgir, acabavam os problemas, os fantasmas ficavam para trás, e só a acção contava. Mas, na espera, as recordações tristes da meninice misturavam-se à saudade dos amigos mortos em combate e mesmo (ou sobretudo) ao rosto de Leli. Sem Medo notou que tinha passado mais de seis meses sem pensar em Leli. Desde o último combate. Ao irem atacar o Posto de Miconje, a imagem de Leli viera confundir-se com a chuva que formava torrentes de lama, resvalando pela costa que subiam para atingirem o inimigo. Tinham progredido na noite, debaixo de aguaceiro constante, para atingirem o ponto de ataque às seis da manhã. A lama e a chuva cegavamnos, asfixiavam-nos, ofegantes pelo esforço de subirem de rastos uma montanha coberta de mata densa. Fora aí, na cegueira da floresta e da chuva, que Leli viera, se impusera de novo. A angústia perseguiu-o até dar a ordem de fogo. O grito de fogo saíra-lhe como uma libertação, um urro de animal fugindo da armadilha. O grito ferido de Sem Medo afugentara a imagem de Leli. (PEPETELA, 2004, p ) O trecho acima demonstra que o passado de Sem Medo reflete principalmente na figura de Leli, sua amada que morrera. No momento antecedente ao confronto, quando seus pensamentos não estavam completamente engajados na ação que estava preste a acontecer, o fantasma de Leli surge como algo que tem o intuito de desestabilizar Sem Medo. Ele demonstra que sua ferida está totalmente cicatrizada, mas isso mostra ser algo superficial, pois ao afugentar esse fantasma, constrói-se uma imagem de que, não importe o que ele faça, o fantasma sempre o atormentará. No entanto observamos que há mais de seis meses as lembranças dela não rondavam em si, porém isso não quer dizer que ele queria esquecê-la, pois se sua presença era indiretamente invocada para tentar tirar o foco, Sem Medo recebia isso como um sinal de que deveria ficar mais cauteloso para não cair em suas próprias ilusões, acarretando uma falha que mutilaria a si próprio e aos seus companheiros. No fim das contas, o exílio não é uma questão de escolha: nascemos nele, ou ele nos acontece. Mas desde que o exilado se recuse a ficar sentado à margem, afagando uma ferida, há coisas a aprender: ele deve cultivar uma subjetividade escrupulosa [...] (SAID, 2003, p. 57) 3

4 Sem Medo associa inconscientemente que as aparições de Leli são lições para a sua formação e que quando surge um encanto hipnotizante, ele deve ser o mais racional possível para conseguir sair de forma ilesa. Fica mais forte e seu raciocínio mais claro, sabendo de uma forma mais efetiva como será a conclusão das suas tarefas. Entendemos que o exílio é uma condição subjetiva para a construção de uma nova identidade do indivíduo no espaço a que ele pertence, já que a antiga se mantém em fragmentos como um segundo plano, ativada em momentos chaves. Assim, só depende do indivíduo superar e seguir em rumo a uma paz interior ou fracassar e viver na amargura que essa vida pode trazer. Justificativa O Mayombe é representado como uma espaço atuante na luta de retomada de Angola contra os colonizadores em busca da liberdade e paz, numa igualdade da forte multiplicidade que está presente no país, abrindo seus braços sem discriminação aos povos da África, sem se importar pela tribo de cada um dos personagens: O Mayombe tinha aceitado os golpes dos machados, que nele abriram uma clareira. Clareira invisível do alto, dos aviões que esquadrinhavam a mata, tentando localizar nela a presença dos guerrilheiros. As casas tinham sido levantadas nessa clareira e as árvores, alegremente, formaram uma abóbada de ramos e folhas para as encobrir. Os paus serviram para as paredes. O capim do tecto foi transportado de longe, de perto do Lombe. Um montículo foi lateralmente escavado e tomou-se forno para o pão. Os paus mortos das paredes criaram raízes e agarraram-se à terra e as cabanas tornaram-se fortalezas. E os homens, vestidos de verde, tornaram-se verdes como as folhas e castanhos como os troncos colossais. A folhagem da abóbada não deixava penetrar o Sol e o capim não cresceu em baixo, no terreiro limpo que ligava as casas. Ligava, não: separava com amarelo, pois a ligação era feita pelo verde. Assim foi parida pelo Mayombe a base guerrilheira. (PEPETELA, 2004, p. 67) A aceitação da floresta na luta dos guerrilheiros, onde Ela se sente receptiva aos golpes dos machados que farão nascer a vivacidade pela independência, contrapõe-se à exploração que os portugueses faziam sugando do Mayombe, e principalmente dos angolanos, um futuro sem expectativa. Aparentemente o único que acreditava na guerrilha até então era o Mayombe, que auxiliava os guerrilheiros na busca de um futuro melhor. E com os avanços dos combates e o êxito dos guerrilheiros, as pessoas das aldeias próximas à base começavam a apoiá-los e a se oferecer na ajuda pela luta, quando foi preciso mostrar que Sem Medo e seus homens estavam 4

5 lá para libertar os angolanos contra os portugueses, refletindo interesse e a não discriminação tribal. Bem, aquela conversa que os camaradas tiveram connosco começou a convencer-me. Realmente nós somos explorados e devemos lutar. Mas o que me convenceu mesmo foi quando os camaradas se arriscaram tanto para me devolver o dinheiro. Aí, sim, eu compreendi tudo. Os camaradas eram mesmo para defender o povo. Comecei a ouvir a rádio, Angola Combatente. Aí aprendi umas coisas. Depois falei com os meus amigos, começámos a discutir da situação e do MPLA. Achámos que podíamos trabalhar para o Movimento mesmo lá, sem ninguém saber. Mas os camaradas não apareciam mais lá. Então eu vim fazer contacto. (PEPETELA, 2004, p ) Com o avanço dos guerrilheiros na luta, a imagem que vão moldando faz com que o apoio cresça, quebrando as barreiras entre o espaço de dentre o e o de fora do Mayombe. A solidariedade até de civis que não conheciam os seus defensores, prontos num momento crítico sem medir as consequências, somente explicita o ato de ajudar aos que estão na linha de frente por uma nação. O impacto positivo das ações chegaram nos civis, mostrando a reciprocidade no momento necessário. Vemos que para logra êxito no avanço da campanha, o auxílio subjetivo da Mayombe aos guerrilheiros foi inevitável. Somando as dores do exílio, permitiu-se que a floresta os moldasse na intenção de criar os novos defensores da Angola. Misticamente, o Mayombe sempre acreditou na capacidade dos guerrilheiros de conseguir libertar Ela e, principalmente, a nação, e tudo que estava ocorrendo era necessário para o amadurecimento do povo angolano: "As flores de mafumeifa caíam sobre a campa, docemente, misturadas às folhas verdes das árvores. Dentro de dias, o lugar seria irreconhecível. O Mayombe recuperaria o que os homens ousaram tirar-lhe." (PEPETELA, 2004, p. 249). O país voltaria aos cuidados dos angolanos, aos verdadeiros filhos daquela terra, e não àqueles homens estrangeiros que destruíam o coração daquele povo. Desse modo, esse trabalho justifica-se por abordar a construção dos vários exílios que compõem a trajetória dos personagens de Mayombe a partir de uma relação entre espaço individual e espaço social na representação de uma Angola que transcende o local na busca do universal. Referências bibliográficas 5

6 CANDIDO, Antonio. Literatura e Sociedade. 8 ed. São Paulo: T.A. Queiroz Editora, INFO Angola: A Biblioteca Virtual de Angola. Desenvolvido pelo Governo da República de Angola Disponível em: <http://www.info-angola.com>. Acesso em: 03 mai PARKER, Kenneth. Apud: Eliana Lourenço de L. Reis. Pós-colonialismo, identidade e mestiçagem cultural: A literatura de Wole Soyinka. Rio de Janeiro: Relume Dumará, PEPETELA. Mayombe. Luanda: Edições Maianga, SAID, Edward W. Reflexões sobre o exílio e outros ensaios. Trad. de Pedro Maia Soares. São Paulo: Companhia das Letras,

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