PROJETO DE REQUALIFICAÇÃO DA FRENTE MAR DA CIDADE DA HORTA

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1 PROJETO DE REQUALIFICAÇÃO DA FRENTE MAR DA CIDADE DA HORTA Concurso de conceção na modalidade de limitado por prévia qualificação REVISÃO DO PROGRAMA BASE DA INTERVENÇÃO outubro de 2014 Largo Duque d Ávila e Bolama Apartado HORTA Telef Fax PÁGINA OFICIAL:

2 ÍNDICE 1. E N Q U A D R A M E N T O 4 2. M E T O D O L O G I A 4 3. D O C U M E N T O S C O M P L E M E N T A R E S 6 4. P A R T E I Â M B I T O D O T R A B A L H O Revisão do Estudo Prévio Enquadramento Legal do Projeto de Execução Área de Intervenção e Projeto de Execução Projetos de execução não abrangidos pela prestação de serviços Largo Dr. Manuel de Arriaga e Anfiteatro da Praça Central Parque Vitorino Nemésio P A R T E I I C O N T E Ú D O S P R O G R A M Á T I C O S D E C A R Á T E R G E N É R I C O Sistema Viário, Transportes e Estacionamento Rede Viária Rede Pedonal Modos Suaves de Transportes Pontos de Conflito Rodoviário Rede de Transportes Públicos Urbanos Estacionamento Público Mobiliário Urbano e Iluminação Pública Estrutura Verde História, Arte Urbana e Topónimos Parques Infantis, Áreas Seniores, Zonas Lúdicas com jogos tradicionais Equipamentos e Serviços Saneamento Básico Sanitários Públicos 24 Subunidade de Planeamento e Desenvolvimento Económico 2 38

3 5.15. Grandes Eventos Culturais e Recreativos - Estruturas e Infraestruturas de Apoio Edificado, Frentes e Imagem Urbana da Avenida P A R T E I I I C O N T E Ú D O S P R O G R A M Á T I C O S P A R A Á R E A S E S P E C Í F I C A S Cruzamento das Angústias / Rua Filipe Carvalho Reperfilamento da Rua das Angústias Reperfilamento da Estrada Príncipe Alberto do Mónaco Largo Dr. Manuel de Arriaga Rua José Azevedo Peter Rua Vasco da Gama (do império até à travessa do Borratem) Rua Vasco da Gama Pousada de Santa Cruz Largo do Infante Arranque Sul da Avenida Marginal (Largo do Infante até ao Banco de Portugal) Praça Central Avenida 25 de Abril (Troço Central Banco de Artista Edifício Repartição de Finanças) Entroncamento Canto da D. Joana Entroncamento com Largo Duque D Ávila e Bolama Avenida Marginal (Troço Norte) Travessa da Boa Viagem Travessa do Poiso Novo Travessa do Monturo Rotunda da Avenida 25 de Abril / Praça do Tribunal Parque Vitorino Nemésio 36 Subunidade de Planeamento e Desenvolvimento Económico 3 38

4 1. E N Q U A D R A M E N T O A Câmara Municipal da Horta, através do anúncio de procedimento n.º 177/2013, publicado no Diário da República, lançou o concurso de conceção na modalidade de limitado por prévia qualificação para a elaboração do Projeto de Requalificação Urbana da Frente Mar da Cidade da Horta. Tendo por base o Relatório Final do Júri do concurso, a Câmara Municipal da Horta, reunida a 28 de novembro de 2013, tomou a decisão de seleção do trabalho de conceção ordenado em primeiro lugar, ainda sem conhecer a identidade dos concorrentes. O Júri do concurso, reunido a 29 de novembro de 2013, procedeu à abertura dos invólucros relativos aos concorrentes e à correlação da identificação dos concorrentes com a ordenação dos trabalhos de conceção, tendo recaído a decisão de seleção sobre o agrupamento constituído pela SPI Sociedade Portuguesa de Inovação Consultoria Empresarial e Fomento de Inovação, SA; Extrastudio Arquitetura, Urbanismo e Design, Lda. e Oficina dos Jardins - Arquitetura Paisagista, Lda. Com o objetivo de envolver a comunidade e promover a sua participação neste estruturante projeto para o concelho da Horta, foi realizada uma exposição pública dos 8 trabalhos qualificados, que decorreu durante os meses de janeiro e fevereiro de 2014, acompanhada de 6 sessões públicas de participação 2 na cidade da Horta e 4 nas freguesias rurais do concelho, tendo-se recolhido valiosos contributos da comunidade e que constam do Relatório da Consulta Pública, em anexo ao presente programa. Mantendo-se válidas e eficazes todas as peças documentais que constituem o processo de concurso, admite o artigo 6.º do Caderno de Encargos que, no âmbito do faseamento dos trabalhos, a 1.ª fase compreenda a revisão e complemento do Estudo Prévio em conformidade com as indicações dadas pela entidade adjudicante. O documento que aqui se desenvolve formaliza e sintetiza as orientações a ter em conta no desenvolvimento do projeto, procedendo-se à clarificação do âmbito do trabalho e à especificação de determinados conteúdos programáticos genéricos e de áreas específicas, sem comprometer a sustentabilidade e a exequibilidade do projeto de execução do trabalho de conceção vencedor. 2. M E T O D O L O G I A Concluído o complexo procedimento do concurso de conceção e depois de qualificados os trabalhos de conceção e fundamentada a decisão de seleção é importante prosseguir para a fase seguinte de desenvolvimento do projeto (revisão do Estudo Prévio, Projeto Base e Projeto de Execução). Subunidade de Planeamento e Desenvolvimento Económico 4 38

5 A revisão do programa base, refletida neste documento, é o resultado final de um vasto conjunto de ações que foram empreendidas pela Câmara Municipal, entre as quais se destacam: A. A fase de exposição e consulta pública dos 8 trabalhos de conceção qualificados e a expressiva participação da comunidade faialense, quer nas diversas sessões púbicas realizadas, quer através da apresentação, por escrito, de propostas e sugestões; B. A concertação e a procura de consensos nos mais diversos conteúdos programáticos com os parceiros institucionais, nomeadamente: com a Secretaria Regional do Turismo e Transportes, com a Administração da Portos dos Açores, S.A., com a Câmara do Comércio e Indústria da Horta e com a Paróquia das Angústias; C. A consulta e a reflexão conjunta realizada com diversos grupos de trabalho que foram constituídos especificamente para este projeto, nomeadamente: Estrutura Técnica Municipal, Júri do procedimento do concurso e Grupo Estrutura Verde (que contou com a colaboração de diversas especialidades técnicas Arq. Paisagista, Eng. do Ambiente, Eng. Florestal e Eng. Agrónoma); D. A audição de individualidades locais, cujo conhecimento técnico e experiência profissional revelaram-se como mais-valias para a consolidação do programa base; E. Envolvimento do agrupamento vencedor na aferição dos conteúdos, enquanto fator de garantia da sustentabilidade e exequibilidade do projeto. Do ponto de vista do conteúdo material o presente documento está organizado e estruturado do seguinte modo: 1. Enquadramento, Metodologia e Documentos Complementares; 2. Parte I Âmbito do Trabalho; 3. Parte II Conteúdos Programáticos de Caráter Genérico; 4. Parte III Conteúdos Programáticos para Áreas Especificas; 5. Anexos. Subunidade de Planeamento e Desenvolvimento Económico 5 38

6 3. D O C U M E N T O S C O M P L E M E N T A R E S Dada a natureza, amplitude e âmbito do projeto, este combina diversos conteúdos, uns com incidência espacial restrita à área de intervenção e outros que extravasam esses limites, pelo que, nesta fase do procedimento, consideramos oportuno complementar a informação que foi disponibilizada com as peças de concurso. Deste modo, são disponibilizados, sob a forma de anexo, os seguintes documentos complementares de apoio ao desenvolvimento do projeto: Relatório de Ponderação da Consulta Pública; Dossier Estrutura Verde; Inventário das necessidades programáticas de equipamentos e instalações temporárias de apoio a grandes festividades; Projeto Cabo Submarino Memorial da Praia da Conceição ; Projeto de Remodelação da Rede de Abastecimento de Água e Execução da Rede de Recolha de Águas Residuais Domésticas e Pluviais da Cidade da Horta; Rede Elétrica e de Telecomunicações - Situação existente Planta n.º 17 do PUCH; Rede de Transportes Públicos Regional e Urbanos (Circuitos, Paragens, Horários); Planta de Circulação de Trânsito da Cidade da Horta Situação Existente; Planta de Circulação de Trânsito da Cidade da Horta Proposta; Rede de Parques de Estacionamento da Cidade da Horta; Levantamento esquemático das garagens privadas do edificado da Frente Mar; Amostra estatística - Contagens de Estacionamento, oferta e índices de ocupação diários; Programa Preliminar do novo edifício de apoio à bacia norte da Marina da Horta; Projetos de execução e de especialidade na intervenção no Largo Dr. Manuel de Arriaga, incluindo edifícios; Subunidade de Planeamento e Desenvolvimento Económico 6 38

7 Projeto de execução do edifício de ampliação do Clube Naval da Horta e dos edifícios de instalação das atividades marítimo-turísticas. Levantamentos Topográficos Existentes; Compromissos Urbanísticos ( ); Anteprojeto de requalificação da Estada Príncipe Alberto do Mónaco da Secretaria Regional do Turismo e Transporte. 4. P A R T E I Â M B I T O D O T R A B A L H O No decurso da avaliação do programa base, constatou-se que existiam alguns aspetos que importava clarificar e esclarecer de modo a não comprometer a boa e eficaz elaboração do projeto. Assim, e sem prejuízo do disposto nos Termos de Referência e respetivos anexos, esclarecimentos prestados em fase de concurso e relatório final de apreciação das propostas, identificam-se e precisam-se as matérias que merecem clarificação, sem comprometer as premissas e exigências do procedimento R E V I S Ã O D O E S T U D O P R É V I O A Revisão do Estudo Prévio deve respeitar e integrar todas as disposições e premissas programáticas estabelecidas no presente documento para toda a área de intervenção. A revisão do Programa Base de Intervenção resulta numa clara simplificação do conteúdo material e documental, mantendo-se imutáveis os interesses da entidade adjudicante no que concerne aos objetivos do projeto, e, concomitantemente, permite ao adjudicatário uma alocação de meios humanos e financeiros mais racional, garantia da sustentabilidade e exequibilidade do projeto E N Q U A D R A M E N T O L E G A L D O P R O J E T O D E E X E C U Ç Ã O O Projeto de Execução deverá atender aos Termos de Referência do concurso, ao Código dos Contratos Públicos em vigor e ao escrupuloso cumprimento da Portaria n.º 701.º - H/2008, de 29 de julho, a qual determina, no n.º 1 do art. 1.º, que A presente portaria aprova, ao abrigo do n.º 7 do artigo 43.º do Código dos Contratos Públicos Subunidade de Planeamento e Desenvolvimento Económico 7 38

8 (CCP), o conteúdo obrigatório do programa e do projeto de execução, a que se referem os n. os 1 e 3 do artigo 43.º do CCP, bem como os procedimentos e normas a adotar na elaboração e faseamento de projetos de obras públicas, designados como instruções para elaboração de projetos de obras, constantes do anexo I à presente portaria, da qual faz parte integrante. Atento à especificidade do projeto deverá ainda considerar-se a legislação em vigor para a Região, nomeadamente, o estatuto das vias de comunicação terrestre da Região Autónoma dos Açores 1 e o regime jurídico da conservação da natureza e da biodiversidade Á R E A D E I N T E R V E N Ç Ã O E P R O J E T O D E E X E C U Ç Ã O No Caderno de Encargos encontra-se definida a área de intervenção para efeitos de desenvolvimento do Projeto de Requalificação Urbana da Frente Mar (delimitada no Anexo VIII aos Termos de Referência), pois ora se veja o seu artigo 31º A área de intervenção a que se reporta a presente prestação de serviços corresponde à área delimitada no Anexo VIII aos Termos de Referência, compreendendo a Frente Urbana da Cidade da Horta, designadamente, Parque Vitorino Nemésio, Avenida 25 de Abril, Rua Conselheiro Miguel da Silveira, Travessa do Bom Jesus, Largo Infante Dom Henrique, Rua Vasco da Gama, Rua José Azevedo, Rua das Angustias, Travessa do Borratem, Rua Cônsul Dabney, Travessa da Boa Viagem, Travessa do Poiso Novo, Travessa do Monturo, Rua do Bom Jesus, Largo Luís de Camões, Rua Juiz de Macedo, Rua José Fialho, Largo Dr. Manuel de Arriaga, Rua Filipe de Carvalho, Porto Comercial da Horta Bacia sul, Marina da Horta e Porto comercial da Horta Bacia norte Terminal de Passageiros, e respetiva frente edificada dos arruamentos referenciados. A área de intervenção abrange múltiplos espaços públicos integrados em domínio público, para os quais incide a elaboração do respetivo Projeto de Requalificação até à fase de execução e especialidades associadas, a cargo do adjudicatário. Integram estes espaços: vias, estacionamento, passeios, espaços verdes e equipamentos ao ar livre (parque infantil, campos de jogos, ciclovia, circuitos de manutenção, entre outros). Para tal foi exigida, em fase de concurso, a constituição de uma equipa técnica multidisciplinar para a sua elaboração, conforme explicito nos Termos de Referência e seus anexos. 1 Decreto Legislativo Regional n.º 39/2008/A, de 12 de agosto 2 Decreto Legislativo Regional n.º 15/2012/A, de 2 de abril Subunidade de Planeamento e Desenvolvimento Económico 8 38

9 Excluem-se destes espaços públicos, aqueles que apresentam acesso público condicionado e que se encontram sob jurisdição da administração portuária, nomeadamente os espaços públicos afetos à náutica de recreio e às atividades marítimo-turísticas. As áreas sujeitas a projeto de execução correspondem aos espaços públicos integrados na área de intervenção que se consideram fulcrais para a prossecução dos objetivos delineados. Para estes espaços, sem prejuízo das indicações constantes no presente documento, nomeadamente nas Partes II e III pretende-se que o consórcio vencedor responda ao consignado nos Termos de Referência do Concurso e seus anexos, esclarecimentos prestados, Portaria n.º 701-H/2008, de 29 de julho e demais legislação aplicável. Todos os trabalhos a desenvolver enquadram-se no âmbito do projeto e na definição do desenho urbano, sendo transversais a todas as fases de projeto definidas, de forma progressiva e evolutiva até à sua conclusão (nos termos definidos na referida portaria). Quanto ao tratamento exigido para o conjunto edificado existente que constitui a frente urbana, mantêm-se os pressupostos definidos no procedimento concursal, com uma franca simplificação do conteúdo do estudo de intervenção no edificado, exigível ao adjudicatário. A revisão do atual Programa Base de Intervenção converge com as premissas enunciadas pela equipa técnica vencedora e que estão plasmadas no ponto 4.5 da proposta apresentada Intervenção no edificado existente. Efetivamente, a equipa definiu como Eixo Estratégico de intervenção o Consolidar a Multifuncionalidade, a qual é conseguida por intervenção no edificado, complementar ao espaço público (ponto 4.7 da proposta), tendo sido apresentada a estimativa de investimento necessária para o efeito, a qual teve por base uma aproximação preliminar ao âmbito em causa. Constata-se assim que estas iniciativas, sendo de caráter genérico e orientador, deverão ficar integralmente previstas no conteúdo material e documental da primeira fase (FASE 1: Estudo Prévio revisão e completamento) com a eventual revisão na FASE 2: Projeto Base. No que respeita aos edifícios e equipamentos propostos (edificações) para os espaços públicos, designadamente, áreas de restauração e bebidas, sanitários e outros equipamentos construídos, deverá a equipa apresentar, no âmbito do Projeto de Requalificação, o estudo geral destas construções no que à sua forma, implantação, materiais e cotas concerne. Deverão ainda ser apresentados os usos, pontos de entrada e articulação com os espaços envolventes. Subunidade de Planeamento e Desenvolvimento Económico 9 38

10 4. 4. P R O J E T O S D E E X E C U Ç Ã O N Ã O A B R A N G I D O S P E L A P R E S T A Ç Ã O D E S E R V I Ç O S Não são abrangidos pela prestação de serviços, logo não estão incluídos na responsabilidade do agrupamento vencedor, a realização de projetos de execução de arquitetura, engenharia e especialidades, relativos a: - Construção e/ou reabilitação de edifícios de qualquer natureza; - Projetos de elementos de arte urbana; - Projetos de equipamentos de estruturas lúdicas e desportivas; - Projetos de piscinas públicas ao ar livre. Para todos os edifícios de equipamentos a incorporar no espaço púbico aplica-se as disposições referenciadas no último parágrafo do tópico precedente. Para os equipamentos de estruturas lúdicas e desportivas, elementos de arte urbana e piscinas públicas ao ar livre, competirá à equipa projetista propor a sua correta localização, dimensionamento e programação a aferir em sede de Revisão do Estudo Prévio, com eventuais correções a suprimir com a entrega do Projeto Base L A R G O D R. M A N U E L D E A R R I A G A E A N F I T E A T R O D A P R A Ç A C E N T R A L. A equipa vencedora do concurso de conceção considerou como estratégica a intervenção nestas áreas: o Largo Dr. Manuel de Arriaga e a zona de transição entre a marina e avenida (abrangendo o edifício de serviços existente). A proposta de intervenção apresentada por esta equipa, em fase de concurso, no que concerne às áreas referidas e articulação com a frente mar foram determinantes na apreciação global e atribuição do primeiro lugar. Não obstante o princípio geral enunciado no tópico relativo à área de intervenção, que estabelece que esta abrange exclusivamente o espaço público com exceção das áreas de acesso público condicionado ou sob jurisdição da administração portuária, considera-se, pelos motivos já expostos, que devem ser assumidas estas duas exceções (Largo Dr. Manuel de Arriaga e edifício do Anfiteatro da Praça Central), com níveis distintos de desenvolvimento do projeto. Assim, para estes espaços, encontrando-se os mesmos sob jurisdição da Administração da Portos dos Açores, S.A., considera-se que a equipa projetista, no que concerne à área da marina e transição desta com a avenida na zona de implantação do futuro edifício de serviços, deve exclusivamente desenvolver a proposta de desenho Subunidade de Planeamento e Desenvolvimento Económico 10 38

11 urbano ao nível de Estudo Prévio, definindo cotas de pavimento e demais orientações gerais de forma a garantir a sua concretização no âmbito da realização dos respetivos projetos de arquitetura e especialidades do edifício de serviços. Para o Largo Dr. Manuel de Arriaga, deve propor e desenvolver o projeto até à fase de execução para os espaços públicos, excluindo as zonas para as quais está prevista a implantação de edifícios, garantindo porém a efetiva articulação entre os espaços. A realização dos projetos de arquitetura do edificado proposto, em ambos os espaços referidos, deve ser alvo de um procedimento autónomo, dirigido pela Administração da Portos dos Açores, S.A., entidades públicas ou privados, assumindo o compromisso de respeito pela prossecução das orientações definidas no âmbito do Projeto de Requalificação da Frente Mar, nomeadamente do estudo geral de arquitetura abaixo indicado. Para estes espaços, fica a equipa projetista vinculada à apresentação de um estudo geral de arquitetura, em sede de Revisão do Estudo Prévio, para a zona da marina e transição com avenida, de acordo com as premissas identificadas no tópico antecedente Área de Intervenção e Projetos de Execução, e de projeto de execução do espaço público para o Largo Dr. Manuel de Arriaga, excluindo a realização dos respetivos projetos de especialidades, mas garantindo a compatibilização com os existentes e aferindo, se necessário, as respetivas alterações P A R Q U E V I T O R I N O N E M É S I O A sua integração na área de intervenção é objetiva nos documentos que constituem os Termos de Referência. Dever-se-á desenvolver o projeto de execução para todo o espaço público objeto de intervenção em conformidade com a Portaria n.º 701-H/2008, de 29 de julho. Subunidade de Planeamento e Desenvolvimento Económico 11 38

12 P A R T E I I C O N T E Ú D O S P R O G R A M Á T I C O S D E C A R Á T E R G E N É R I C O Nesta parte da Revisão do Programa Base da Intervenção precisam-se os conteúdos programáticos que devem ficar vertidos no desenvolvimento do projeto de Requalificação Urbana da Frente Mar da Cidade da Horta S I S T E M A V I Á R I O, T R A N S P O R T E S E E S T A C I O N A M E N T O Assegurar um correto e eficaz processo de planeamento e de desenho urbano do sistema viário, constitui um dos principais desígnios a considerar no âmbito do Projeto de Requalificação da Frente Mar da Cidade da Horta. Neste domínio considera-se fundamental: A. Qualificar as infraestruturas existentes; B. Melhorar as condições de segurança rodoviária; C. Assegurar a mobilidade universal através do desenho inclusivo; D. Promover um modelo de gestão que assente na partilha e articulação dos diferentes modos de mobilidade e circulação, nomeadamente, os peões, os velocípedes, os transportes individuais, públicos e de mercadorias (ligeiros e pesados); E. Desenvolver um desenho da rede viária coerente com o PUCH tendo em conta a hierarquia viária, os esquemas de circulação, o estacionamento e a mobilidade. A proposta deverá procurar superar os constrangimentos decorrentes da geometria e perfis exíguos dos arruamentos e dos entroncamentos existentes e causados pela implantação do edificado. Deverá também corrigir o sobredimensionamento dos espaços de circulação automóvel e de estacionamento, privilegiando a afetação do espaço público a outras utilizações e outros modos de circulação. As propostas e soluções para o sistema viário devem contextualizar-se e fundar-se no Plano de Urbanização da Cidade da Horta, no entanto, admitem-se propostas de intervenção distintas daquelas que este instrumento de gestão territorial (IGT) preconiza, desde que devidamente fundamentadas. Subunidade de Planeamento e Desenvolvimento Económico 12 38

13 Para as diferentes áreas que determinam o sistema viário apresentam-se os conteúdos programáticos que se julgam indispensáveis assegurar no âmbito do desenvolvimento do Projeto de Requalificação Urbana da Frente Mar da Cidade da Horta, sem prejuízo de outros que se revelem adequados na fase de conceção do projeto R E D E V I Á R I A No que concerte à programação e desenho da rede viária, afiguram-se como fundamentais a consideração dos seguintes pressupostos: A. Articular as soluções propostas com a hierarquia viária da cidade, com os arruamentos existentes e propostos e respetivos fluxos de tráfego; B. Assegurar e dimensionar corretamente os perfis das faixas de rodagem, dos passeios e de outras áreas afetas aos modos suaves de transporte; C. Admitir um único arruamento na marginal; D. Adequar o desenho urbano da rede viária em secção corrente e nas interseções ao Estatuto das Vias da Região Autónoma dos Açores e às demais normas que promovam a segurança rodoviária; E. Avaliar a criação da rede viária em plataformas únicas (tendo por base os princípios de desenho inclusivo, a mobilidade universal e os limites de velocidade), nomeadamente nos seguintes locais: a. Igreja das Angústias / Rua Filipe Carvalho (projetando o espaço público da Igreja para a rede viária); b. Rua José Azevedo e Rua Vasco da Gama (desde o Império ao entroncamento com a Travessa do Borratém); c. Largo do Infante / Avenida 25 de Abril (com início próximo do Café Volga até ao Edifício das Finanças). Subunidade de Planeamento e Desenvolvimento Económico 13 38

14 4. 9. R E D E P E D O N A L A requalificação do espaço público e, consequentemente, o planeamento e desenho urbano de uma rede pedonal deverá constituir-se como uma oportunidade de assegurar boas condições para a deslocação dos peões. A importância deste tema revela-se nos seguintes conteúdos programáticos: A. Criar percursos pedonais contínuos sem quebras de cotas abruptas, garantindo a mobilidade e acessibilidade universal em toda a sua extensão e em articulação com os espaços envolventes e entroncamentos de acesso ao interior da cidade, vencendo desníveis altimétricos preferencialmente com recurso a rampas; B. Dimensionar os percursos pedonais acautelando a segurança rodoviária e a segurança individual; C. Privilegiar o recurso a materiais adequados ao uso, ao desgaste e às condições climatéricas locais e que permitam gerar conforto e a legibilidade dos percursos pedonais, recorrendo a soluções que salvaguardem a segurança em relação a outros espaços de circulação; D. Propor a criação de zonas de passagem de peões à mesma cota, privilegiando a sobreelevação das passadeiras para os peões M O D O S S U A V E S D E T R A N S P O R T E S Estimular o recurso à utilização de modos suaves de transporte na circulação dos indivíduos constitui um dos desafios deste projeto. A área de intervenção apresenta um espaço público de dimensionamento irregular, o que impõe a necessidade de uma reflexão sobre as tipologias dos percursos cicláveis e sobre as zonas de acalmia de tráfego. De entre os aspetos que determinam a escolha do tipo de percursos cicláveis, poderemos destacar a velocidade de circulação dos veículos motorizados e o volume de tráfego existente numa determinada via, devendo ainda ponderar-se outros critérios como o dimensionamento dos arruamentos, o estacionamento, o nível de interceções existentes e a orografia. Considera-se que o projeto deverá formular uma proposta de percurso ciclável que atente ao seguinte: A. Dimensionar adequadamente o percurso de modo a garantir a segurança dos utilizadores, dos peões e a segurança rodoviária em geral; Subunidade de Planeamento e Desenvolvimento Económico 14 38

15 B. Adequar o percurso ao dimensionamento do espaço público, observando as condicionantes existentes, nomeadamente a exiguidade de alguns perfis transversais dos arruamentos existentes e à impossibilidade de recorrer às áreas sob administração portuária; C. Integrar o circuito ciclável, avaliando diferentes tipologias (via banalizada / coexistência, faixa ciclável ou pista ciclável exclusiva ou partilhada com peões) e zonas de acalmia de tráfego. Pavimentos Os Pavimentos constituem um elemento fundamental para a qualificação do espaço público. Consideram-se aspetos essenciais a ter em conta neste domínio, os seguintes: D. Prever a reutilização da calçada existente; E. Propor pavimentos que garantam os princípios de mobilidade aos diferentes modos de transporte e de acessibilidade universal, considerando que a calçada tradicional nem sempre cumpre todos os requisitos para o efeito; F. Promover a unidade e, simultaneamente, a diversidade de funções e usos da área de intervenção, com um conceito e materialização forte e único, mas que permita a diferenciação dos pavimentos face aos seus usos dominantes; G. Considerar pavimentos alternativos e que sejam plasticamente compatíveis com a calçada tradicional, sempre que este não seja considerado o pavimento mais adequado; H. Ponderar o desenvolvimento de um pavimento urbano que permita recriar e interpretar símbolos, padrões, temas tradicionais, momentos históricos e culturais da ilha e da cidade, conferindo-lhes contemporaneidade pela expressão, materiais ou escala, valorizando os passeios em calçada tradicional existentes, qualificando-os e integrando de forma coerente frisos e rosáceas que confiram notoriedade e qualidade aos pavimentos P O N T O S D E C O N F L I T O R O D O V I Á R I O A cidade da Horta apresenta múltiplos pontos de conflito no sistema viário e que são geradores de problemas ao nível da segurança rodoviária. Subunidade de Planeamento e Desenvolvimento Económico 15 38

16 O projeto de requalificação da frente mar interage com uma malha urbana existente e articula-se com toda a cidade pelo que será necessário avaliar todos os pontos de conflito existentes, os seus atuais problemas e aqueles que podem advir com a execução do projeto e as alterações propostas. Deverá igualmente avaliar-se a execução de outros projetos que terão efeitos significativos nos fluxos de tráfego, nomeadamente a 2.ª fase da variante, a introdução de alterações nos sentidos de circulação rodoviária e a localização dos parques de estacionamento da cidade da Horta. Esta informação é disponibilizada no anexo do programa. Com efeito, sugere-se que sejam avaliados e apresentadas soluções para os seguintes pontos de conflito do sistema viário: A. Acesso ao Parque Vitorino Nemésio. Acesso ao parque, piscina e praia; B. Rotunda da Avenida 25 de Abril. Reordenar todo o espaço público envolvente, integrando a criação de um parque de estacionamento e assumindo a deslocalização do Posto de Abastecimento de Combustíveis; C. Entroncamentos Avenida 25 de Abril / Centro Histórico. Equacionar a criação de plataformas únicas na Travessa do Monturo, Travessa do Poiso Novo e Canto da D. Joana. Ajustar o perfil da Travessa da Boa Viagem. Avaliar o encerramento ao trânsito da travessa de ligação ao Largo Duque D Ávila e Bolama; D. Entroncamento Largo do Infante / Cônsul Dabney. Equacionar a introdução de possíveis alterações, nomeadamente ao nível da regulação do trânsito; E. Praça de Táxis da Rua Vasco da Gama. Admitir a sua deslocalização R E D E D E T R A N S P O R T E S P Ú B L I C O S U R B A N O S A oferta de transportes públicos da cidade é assegurada por um circuito minibus, o qual é constituído por 4 linhas que garantem a ligação entre os principais equipamentos coletivos e serviços, bem como uma distribuição regular sobre o tecido urbano consolidado. A rede de transportes coletivos regional regista uma fraca articulação com a rede urbana. Semelhante constatação se confirma em relação aos transportes marítimos de passageiros. A reduzida dimensão da cidade, a elevada taxa de motorização do concelho, a tendencial, embora indesejável, dispersão dos principais equipamentos, a expectativa de oferta de solo para comércio e serviços na zona industrial Subunidade de Planeamento e Desenvolvimento Económico 16 38

17 periférica à cidade da Horta e a oferta desregulada de estacionamento público são fatores que influenciam e determinam a reduzida procura dos transportes públicos. A qualificação da rede de transportes púbicos urbanos deve também constituir-se como um elemento de referência a considerar no âmbito do projeto de requalificação da frente mar da cidade da Horta. Consideramos relevante no âmbito do desenvolvimento do projeto, atender aos seguintes pontos: A. Localizar e adequar geometricamente os locais de paragem dos transportes púbicos, considerando as redes existentes; B. Promover a qualificação dos locais de paragem, selecionando mobiliário urbano adequado às condições climatéricas (tendo em conta os ventos predominantes de sul e oeste); C. Considerar a localização do Terminal Rodoviário / Estação Intermodal, associado ao novo Terminal de Passageiros do Porto Comercial da Horta; D. Avaliar os locais e o dimensionamento das atuais Praça de Táxis na área de intervenção E S T A C I O N A M E N T O P Ú B L I C O A oferta de estacionamento público constitui um dos aspetos críticos que influenciam as políticas e as estratégias de mobilidade das cidades. Quando se aborda a questão do estacionamento, tende-se a considerar que o seu principal problema é a oferta insuficiente e não se avalia outros aspetos, como a oferta excessiva em determinados locais, a gestão e a regulação ineficiente, o perfil da procura e em especial, a durabilidade e rotatividade que diferencia os utilizadores. As soluções de estacionamento público nas áreas de maior centralidade das cidades têm favorecido o reforço de utilização do automóvel, o aumento da intensidade do tráfego e a criação de pontos de conflito, contrariando, deste modo, o objetivo de uma maior apropriação do espaço público pela comunidade. A cidade da Horta, pela sua reduzida escala, apresenta um modelo de desenvolvimento urbano de baixa densidade habitacional e demográfica, resultado da deslocalização de alguns equipamentos e unidades de comércio e serviços para a periferia da cidade, bem como do aparecimento de novas zonas habitacionais periurbanas, de que resultou o esvaziamento da função habitacional no centro histórico. Consequentemente houve uma diminuição de alguma da pressão sobre o estacionamento no centro histórico. Pode-se concluir que a que existe atualmente se Subunidade de Planeamento e Desenvolvimento Económico 17 38

18 centra na zona sul da avenida marginal e no eixo central do centro histórico (Rua Serpa Pinto, Largo Duque de Ávila e Bolama, Rua Walter Bensaúde e Rua Conselheiro Medeiros). É fundamentalmente caracterizada por estacionamento de curta / média duração. No dimensionamento da oferta de estacionamento, o mais importante não será contar os carros existentes em determinadas áreas da cidade, mas sim avaliar o perfil dos utentes e as suas diferentes categorias, nomeadamente as seguintes: os residentes (dinâmicos ou fixos), os pendulares (dinâmicos ou fixos), os clientes / visitantes / turistas (diurnos ou noturnos). A adequação da oferta à procura constitui assim o principal desafio das políticas de estacionamento a prosseguir. No âmbito deste projeto considera-se de extrema relevância a ponderação dos seguintes aspetos: A. Inventariar a oferta de estacionamento existente; B. Relacionar a oferta de estacionamento proposta com a procura e o perfil do utente; C. Articular as soluções de estacionamento com a rede de parques do PUCH e com outras soluções programadas, assegurando uma eficaz coordenação entre o faseamento da intervenção na Requalificação da Frente Mar e a execução destes parques de estacionamento. Admite-se ainda que sejam propostos, na área de intervenção, outros locais que privilegiem a proximidade ao centro da cidade; D. Salvaguardar o acesso ao estacionamento privado; E. Ponderar a oferta de estacionamento para pessoas com mobilidade reduzida; F. Criar circuito de cargas e descargas; G. Integrar critérios de proximidade e rotatividade no dimensionamento da oferta de estacionamento da área de intervenção M O B I L I Á R I O U R B A N O E I L U M I N A Ç Ã O P Ú B L I C A A seleção de mobiliário urbano estará intimamente agarrada à solução conceptual e desenhada que será desenvolvida no âmbito do projeto de requalificação da frente mar. No entanto, a dicotomia entre espaço histórico da cidade, mais conservador, e a Frente Mar da Cidade da Horta, de matriz e modelo urbano que se pretende assente na contemporaneidade, inovação, qualificação e modernidade, constitui fator contrastante que se refletirá na escolha e adequação do mobiliário urbano. Subunidade de Planeamento e Desenvolvimento Económico 18 38

19 As condições climáticas específicas do lugar, como sejam a proximidade ao mar e os expectáveis elevados índices de salinidade, a intensidade dos ventos, a distribuição anual regular de pluviosidade, também são fatores relevantes para o desenvolvimento deste conteúdo programático. No âmbito deste conteúdo, deverá ter-se em consideração o seguinte: A. Escolha de mobiliário urbano adequado em número e desenho para as funções requeridas e a aferição da respetiva localização, contemplando: bancos, papeleiras, luminárias, suportes para estacionamento de bicicletas, abrigos para transportes coletivos e painéis publicitários; B. Aferir a localização e dimensionamento adequado dos pontos de recolha de resíduos sólidos urbanos e ecopontos, em especial no Largo Dr. Manuel de Arriaga, na Rua José Azevedo Peter, no Largo do Infante, na nova Praça Central, no sector norte da marginal e no Parque Vitorino Nemésio; C. Avaliar as luminárias existentes e a atual iluminação Pública; D. Adotar soluções de iluminação pública que promovam a distinção das funções do espaço público e promovam uma boa eficiência energética. Considerar os modelos homologados pela EDA, S.A., especialmente para iluminação das vias públicas; E. Apresentar soluções para a iluminação pública temporária de apoio a eventos culturais a realizar nos espaços públicos E S T R U T U R A V E R D E Disponibiliza-se em anexo um dossier específico relativo à Estrutura Verde, que complementa este conteúdo. Na abordagem deste tema, deverão ser tidos em conta os seguintes aspetos: A. Atender à legislação regional e nacional existente nesta matéria, com especial atenção para o Decreto Legislativo Regional n.º 15/2012/A de 6 de abril de 2012; B. Pormenorizar a Estrutura Verde definida; C. Avaliar os elementos a preservar e a abater. Proceder ao levantamento e localização em planta e com fotografias de toda a vegetação arbórea e arbustiva (elementos singulares) existente e a manter e identificação dos elementos singulares da vegetação arbórea e arbustiva a abater ou deslocalizar; Subunidade de Planeamento e Desenvolvimento Económico 19 38

20 D. Propor a lista de espécies arbóreas e arbustivas a plantar nos diferentes espaços públicos. Apresentar planos de plantação, entregando também medições, estimativa orçamental e caderno técnico de encargos para a manutenção dos exemplares arbóreos existentes e para a plantação nova; E. Recorrer preferencialmente a espécies arbóreas autóctones e endémicas, de modo a garantir a efetiva adaptação ao clima local. Ter em conta a disponibilidade de espécies existentes e passíveis de produção pelo Serviço Florestal do Faial e Parque Natural da Ilha do Faial, conforme explicitado no anexo. F. Criar um mosaico de copas, folhagem, cores e aromas que harmonizem o potencial paisagístico da área de intervenção e privilegiem a identidade insular, a especificidade, a autenticidade e a singularidade do lugar. Avaliar volume de copas e esquemas de vistas; G. Garantir, sempre que possível, a diversidade de espaços em termos funcionais e as suas características, de forma conjugada e integrada; H. Ter em conta a distinção da estrutura verde entre espaços urbanos de utilização coletiva (praças, largos e terreiros públicos) e espaços verdes de utilização coletiva (jardins, parques); I. Prever, sempre que possível, a criação de sombra sobre espaços de estadia, privilegiando a constituição de alinhamentos arbóreos, admitindo-se o recurso à implementação de outras soluções para o efeito; J. Criar espaços abertos para eventos e exposição solar de áreas de estadia; K. Definir a arborização de acompanhamento; L. A fachada da Pousada de Santa Cruz, edifício classificado, deverá permanecer observável; H I S T Ó R I A, A R T E U R B A N A E T O P Ó N I M O S A baía da cidade da Horta foi o principal palco onde se fez a história da cidade, que lhe deu notoriedade aquém e além-fronteiras. Desde o assentamento dos primeiros colonos, na primeira metade do século XV, cedo estes perceberam a qualidade da baía natural, que, sendo virada a nascente, se constitui com um excelente ancoradouro, abrigado dos ventos predominantes dos quadrantes sul (S) e oeste (W). Demonstrou ser vital para o desenvolvimento socioeconómico, não só da ilha em si, mas também do restante arquipélago. Em alguns períodos, teve ainda relevante importância nacional e internacional. Pode considerar-se que este é o facto de maior preponderância em todo o processo evolutivo urbano e social desta ilha e da sua cidade em particular. A Frente Mar da Cidade da Horta é, também por isso, um local de excelência pelo modo como acolheu, ao longo dos tempos, a identidade e a memória coletiva da cidade, pelo que deverá assumir e perpetuar na sua intervenção contemporânea, a vivência histórica e cultural do local. Subunidade de Planeamento e Desenvolvimento Económico 20 38

21 Deste modo, considera-se que o projeto de requalificação da frente mar deverá: A. Integrar elementos na área de intervenção que reforcem a identidade da cidade, reflexo da sua memória coletiva e que revelem a notoriedade da cidade, a sua importância histórica, económica e social; B. Prever espaços para colocação de arte urbana, com indicação da respetiva volumetria e adequação de escalas; C. Avaliar a deslocalização e integração em adequado espaço público da Estátua Dr. Manuel de Arriaga; D. Propor adequada localização para a implantação de peças escultóricas, capazes de recriar elementos representativos da história local, que permitam a sua apropriação pelos mais jovens, inspiradas nomeadamente, em antigos navios baleeiros americanos e hidroaviões (clippers); E. Admitir que os pavimentos de toda a área de intervenção (AI) possam incorporar, refletir e reproduzir elementos e temas que informem a história e a identidade do lugar, como por exemplo a utilização de Códigos QR 3 ou NFC 4 ; F. Articular a intervenção com a atribuição de novos topónimos a novos arruamentos e praças, intimamente relacionados com a história e com o local e específica de cada zona P A R Q U E S I N F A N T I S, Á R E A S S E N I O R E S, Z O N A S L Ú D I C A S C O M J O G O S T R A D I C I O N A I S As expectativas de afetação individual e comunitária do espaço público são determinadas por diversos fatores, entre os quais se destacam as questões socioculturais, económicas e ambientais. Por outro lado, a perceção e utilização do espaço público é distinta nas diferentes faixas etárias. As crianças, os adolescentes, os jovens, os jovens adultos, os adultos e os seniores apropriam-se do espaço público de forma diferente. Com efeito, considera-se que o projeto deverá salvaguardar, entre outros, os seguintes aspetos: 3 Código QR (sigla do inglês Quick Response) - código de barras bidimensional 4 NFC (sigla do inglês Near Field Communication) - comunicação por campo de proximidade. Subunidade de Planeamento e Desenvolvimento Económico 21 38

22 A. Definir, dimensionar e programar a oferta de espaços infantis para toda a AI. Espaços formais e informais, com destaque para o parque Infantil do Parque Vitorino Nemésio; B. Enquadrar a oferta nos regulamentos sobre espaços de jogo e de recreio Decreto-Lei n.º 119/2009, 19 de maio; C. Afetar espaço público à promoção e prática de jogos tradicionais, projetados ou não sobre o pavimento E Q U I P A M E N T O S E S E R V I Ç O S No que concerte à oferta de equipamentos e serviços importará avaliar três espaços distintos, mas complementares: A. Espaço 1 Frente Marítima: onde se localizam os serviços portuários, as atividades marítimo-turísticas, os serviços relacionados com a náutica de recreio, o Clube Naval da Horta, a Escola de Vela e as empresas de reparação naval; B. Espaço 2 Frente Mar: nesta área destaca-se a Piscina Municipal, o Tribunal da Comarca da Horta, a Repartição de Finanças da Horta, o Banco de Artistas, o Posto de Turismo, diversos estabelecimentos de restauração e algumas unidades de alojamento turístico; C. Espaço 3 Centro Histórico: área que centraliza múltiplos comércios e serviços, fundamentalmente no eixo vertebrado principal que se estende do Largo do Bispo D. Alexandre à Rua Conselheiro Medeiros. O projeto de requalificação da Frente Mar assume-se como um projeto estruturante que terá responsabilidade enquanto elemento catalisador de sinergias e de dinâmicas urbanas que permitam alavancar o desenvolvimento da sua área de intervenção e, indiretamente, dos espaços que lhe estão contíguos, melhorando as relações interespaciais e reforçando a mobilidade e a acessibilidade entre eles. Diretamente suportado pela área de intervenção destacam-se os seguintes pontos de referência: A. Articular as propostas e soluções do Projeto de Requalificação Urbana da Frente Mar com os equipamentos e serviços instalados e a instalar na frente marítima sob jurisdição portuária, tendo em conta os projetos de execução do Projeto de Requalificação e Reordenamento da Frente Marítima da Cidade da Horta, bem como de outros elementos técnicos que serão apresentadas no anexo ao programa base e que são considerados indispensáveis para o desenvolvimento do projeto de execução do Projeto de Requalificação da Frente Mar da Cidade da Horta; Subunidade de Planeamento e Desenvolvimento Económico 22 38

23 B. Avaliar a possibilidade de libertar o logradouro do edifício do Banco de Artistas (antigas instalações do Banco de Portugal) integrando-o num espaço urbano de utilização coletiva (equacionando a possibilidade de incluir o logradouro sul que pertence a um privado para dotar este espaço de adequada dimensão para desempenho de usos e funções de recreio e lazer); C. Estudar a articulação do Edifício do Banco de Artistas com a Avenida e Rua Conselheiro Medeiros. Admitir que lhe seja conferida a possibilidade de atravessamento, reforçando a permeabilidade entre arruamentos; D. Considerar a deslocalização do posto de combustíveis da Rotunda da Avenida 25 de Abril; E. Apresentar, ao nível de estudo prévio, recomendações de utilização e propostas de intervenção para a reabilitação do edifício das piscinas municipais (tipo de obras a desenvolver e valências), tendo em conta a sua integração na requalificação do Parque Urbano Vitorino Nemésio; F. Prever para o espaço público central (nova praça), a localização de uma estrutura coberta de dimensionamento adequado (definindo o seu programa base), que favoreça a instalação de um bar (complementado com instalações sanitárias e balneários), mas também a possibilidade de apropriação pela comunidade, mesmo em condições climatéricas adversas. Espaço coberto, transparente, modelar e flexível, que seja facilmente adequado às diferentes épocas do ano S A N E A M E N T O B Á S I C O A execução do projeto de saneamento básico da cidade da Horta, na área de Intervenção do projeto de requalificação da frente mar da cidade da Horta, constitui um objetivo de cumprimento obrigatório. No âmbito do projeto da frente de mar, deverá atender-se ao seguinte: A. Avaliar o projeto de saneamento básico existente, que será disponibilizad0 pela CMH, integrando-o no projeto de requalificação da Frente Mar e propondo as alterações consideradas necessárias e adequadas à boa execução do projeto; B. Dedicar especial atenção ao tratamento das águas pluviais, dada a natureza do projeto e a sua relação com a cidade interior; C. Com a aprovação do Estudo Prévio e sem prejuízo dos projetos de especialidade a integrar nas fases posteriores deste procedimento, será promovida a conciliação prévia e a articulação do projeto com outros parceiros / gestores de infraestruturas públicas e com as suas equipas projetistas, no sentido de se compatibilizarem e de se integrarem os seus projetos no âmbito deste processo. Subunidade de Planeamento e Desenvolvimento Económico 23 38

24 S A N I T Á R I O S P Ú B L I C O S Dada a amplitude e natureza do espaço público, entende-se que a oferta de sanitários públicos constitui um dos elementos programáticos que devem ser devidamente ponderados. Com efeito, constituem referências programáticas: D. Aferir nova localização para os sanitários públicos atualmente existentes na área de Intervenção, garantido o seu dimensionamento e a sua integração com as restantes infraestruturas, de modo a assegurar a oferta pontual e excecional destes equipamentos no âmbito das grandes festividades a realizar nos novos espaços públicos; E. Associar às instalações do bar, instalações sanitárias e balneários de apoio, considerando também os usufrutuários das instalações provisórias da semana do mar (quiosques e restaurantes). F. Avaliar / ponderar as instalações sanitárias existentes nos mais significativos espaços de utilização coletiva (ex.: Largo do Infante e Parque Vitorino Nemésio) e, se for caso disso, propor novas instalações nos mesmos G R A N D E S E V E N T O S C U L T U R A I S E R E C R E A T I V O S - E S T R U T U R A S E I N F R A E S T R U T U R A S D E A P O I O Ao dotar a área de intervenção de novos e qualificados espaços públicos é expectável que estes sejam devidamente dimensionados e que sejam executadas infraestruturas e prevista a localização de equipamentos e instalações provisórias que permitam a realização de grandes eventos culturais e recreativos. Esta é uma oportunidade para qualificar o espaço público, mas também para inovar e modernizar as instalações e equipamentos de suporte aos grandes eventos culturais que se pretendam promover no centro da cidade. Faz-se acompanhar o programa base de um inventário relativo às necessidades programáticas de equipamentos e instalações de apoio para as maiores festividades do concelho, entre as quais se incluem: A. As estruturas modelares de apoio às festividades (quiosques, esplanadas cobertas, etc.); B. A Feira Gastronómica, unidades a instalar, especificações técnicas, dimensionamento e as áreas necessárias; Subunidade de Planeamento e Desenvolvimento Económico 24 38

25 C. Os Palcos da Semana do Mar: Praça Central, Banco de Artistas, Largo do Infante e Largo Dr. Manuel de Arriaga; D. A EXPOmar e a Feira de Artesanato. No âmbito do projeto e de acordo com a informação fornecida pretende-se que sejam aferidos os seguintes conteúdos: A. Considerar as necessidades expectáveis do maior evento recreativo e cultural do Faial Semana do MAR, em termos de equipamentos de apoio e instalações; B. Aferir a localização e as necessidades de área para as diferentes instalações provisórias enunciadas anteriormente; C. Propor e dimensionar corretamente as infraestruturas necessárias mediante a conceção de calhas técnicas para o efeito; D. Adequar os pavimentos aos diferentes usos e/ou prever sistemas de proteção temporária que evitem danos e estragos permanentes aos mesmos E D I F I C A D O, F R E N T E S E I M A G E M U R B A N A D A A V E N I D A Conferiu-se aos conteúdos programáticos do Projeto de Requalificação Urbana da Frente Mar uma componente de intervenção no espaço edificado, o que se traduz na especificidade deste projeto que não se restringe a uma intervenção exclusiva sobre a qualificação do espaço público. Pretende-se, fundamentalmente, que se avalie o potencial de edificação em toda a extensão da Frente Mar. Ou seja, partindo do princípio de preservação dos edifícios e dos conjuntos edificados com valor patrimonial, pretende-se aferir, para os restantes, quais as operações urbanísticas que se podem admitir tendo em conta uma ação de reabilitação e regeneração urbana integrada. Avaliar de forma crítica as opções e o quadro normativo do plano de urbanização da cidade da Horta, apresentando propostas de alteração fundamentadas que possam desenvolver-se e implementar no âmbito de unidades de execução, também constitui um dos desígnios que se pretende com o desenvolvimento do atual projeto. O Manual de Restauro e Recuperação / Guia do Construtor da Zona Antiga da Cidade da Horta constitui uma valiosa referência para a reinterpretação das intervenções no edificado que devem ser estimuladas e promovidas na frente urbana edificada da área de projeto. Subunidade de Planeamento e Desenvolvimento Económico 25 38

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