Petr Soares de Alencar DISTÚRBIOS DO EQUILÍBRIO ÁCIDO BASE

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1 Petr Soares de Alencar DISTÚRBIOS DO EQUILÍBRIO ÁCIDO BASE

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3 GASOMETRIA ARTERIAL

4 GASOMETRIA ARTERIAL Paciente com os seguintes valores na gasometria arterial: ph = 7,08; HCO - 3 = 10mEq/litro; PCO 2 = 35 mmhg; anion gap = 14 (8 16 meq/l)

5 INTRODUÇÃO Ácido: substância capaz de doar íons H+ prótons acidose Base: substância (íon ou molécula) capaz de receber íons H + alcalose Sistema tampão: é o sistema formado por um ácido e uma base a ele conjugada, cuja finalidade é a de minimizar alterações na concentração hidrogeniônica.

6 ph = -log[h+] INTRODUÇÃO ph plasmático = 7,4 ; (pouco menor no sangue venoso e interstício = 7,35) Funções células, tecidos, órgãos e sistemas. Equação de Henderson: [H + ]= 24 x PaCO2 / [HCO 3- ] [H+]= 40nanomol/L PaCO2 (normal) = 40mmHg [HCO3] (normal) = 24 meq/l ph normal: 7,35 7,45 Limite compatível com a vida: ph = 6,8 8,0

7 Metabolismo ácido básico : Fisiológico: Gorduras e carboidratos: CO2 CO + H O <-> H CO <-> H + + HCO - CO 2 + H 2 O <-> H 2 CO 3 <-> H + + HCO 3 Cloreto de lisina: HCl e uréia Hidrólise de proteínas: ácido fosfórico Aminoácidos (enxofre): ácido sulfúrico Carga ácida diária: 1 meq/kg/dia

8 Metabolismo ácido básico: Patológico: Diabetes Mellitus descompensado: Alcoolismo Jejum prolongado Drogas: aspirina -> ácido salicílico *perdas fisiológicas de substâncias alcalinas, de cerca de meq de bicarbonato por dia. (diarréia)

9 Frente a todos estes dados, percebemos que existe em nosso organismo uma predominância de mecanismos que levam a um excesso de ácido. Linhas de defesa: tampões, sistema respiratório e sistema renal Variáveis que determinam o ph: PCO2 e HCO3

10 Sistemas Tampão: Ácido carbônico-bicarbonato H + + HCO 3 - <-> H2 CO 3 <-> CO 2 + H 2 O Proteínas plasmáticas e intracelulares Hemoglobina *Ossos

11 Sistema Respiratório: Concentração de CO2 H + + HCO 3 - <-> H2 CO 3 <-> H 2 O + CO 2 Estimulação do centro respiratório [H]

12 Sistema Renal: Reabsorção do HCO 3 - Recuperação do bicarbonato consumido no processo de tamponamento de ácidos fixos Secreção de H + PCO 2, potássio, hormônios adrenais

13 Distúrbios clínicos: Acidose metabólica: Alcalose metabólica: Acidose respiratória: Alcalose respiratória: Mistos

14 Acidose metabólica Causas: Produção aumentada de ácido: Acidose láctica; cetoacidose; toxinas ingeridas Perda de Bicarbonato Redução na excreção renal de ácido Outras: acidose dilucional

15 Acidose metabólica Manifestações clínicas Respiração de Kussmaul Vômitos, dores pelo corpo, fadiga Manifestações neurológicas

16 Acidose metabólica Achados laboratoriais Diminuição do ph Diminuição do bicarbonato Diminuição da PCO 2 Causa a queda de 1,2 mmhg na PCO2 para cada redução de 1 meq/l de bicarbonato *compensação respiratória [HCO 3 - ] ---1,2 [CO 2 ] ou PCO 2 = 1,5 x [HCO 3- ] + 8 ex: bicarbonato= 10 a hiperventilação deverá trazer a PCO 2 para cerca de 23.

17 Acidose metabólica Na 140 Anion gap: Na (Cl + HCO 3- ) Lactato, proteínas, fosfato e sulfato Na = 140; HCO - 3 = 24; Cl = 105 (diferença de 8 16 meq/l) Anion gap normoclorêmica e hiperclorêmica AG 10 AG 10 Na 140 HCO3 4 HCO3 24 HCO3 4 Cl 106 Cl 126 Na 140 AG 30 Cl 106

18 Causas de acidose metabólica de acordo com o hiato iônico: Hipercloremica ( H I normal) A) gastrointestinal: diarréia, fístulas pancreáticas biliares B) renal: inibidores da anidrase carbônica, acidose tubular renal C) outras: acidose dilucional, nutrição parenteral

19 Normoclorêmica (H I aumentado) A) produção ácida aumentada: Cetoacidose Diabética ou alcoólica, acidose lática, B) ingestão de substâncias tóxicas: intoxicação por salicilatos C) falha na excreção ácida: IRA, IRC

20 Tratamento da acidose metabólica: Tratamento da doença de base Cetoacidose diabética: insulina + correção dos distúrbios da água, sódio e potássio Cetoacidose alcoólica: reposição de nutrientes e interrupção da ingestão de álcool Administração de álcali: Bicnecessário = (Bicdesejado Bicatual) x espaço do Bic

21 Alcalose metabólica Causas: Fase de geração da alcalose metabólica Fase de manutenção da alcalose metabólica

22 Alcalose metabólica Geração da alcalose metabólica Perda de Hidrogênio Gastrointestinal Renal Desvio do hidrogênio para o espaço intracelular Adição de bicarbonato ao líquido extracelular

23 Alcalose metabólica Manutenção da alcalose metabólica Depleção do volume extracelular Deficiência de cloro Depleção do potássio

24 Alcalose metabólica Manifestações clínicas: Não há sinais ou sintomas patognomônicos Avaliação do espaço extracelular: Deficiência de potássio: perda renal (diuréticos) ou gastrointestinal (vômitos)

25 Alcalose metabólica Achados laboratoriais Elevação do ph Elevação do bicarbonato Elevação do PCO 2 *O padrão eletrolítico é hipocloremia e hipocalemia

26 Alcalose metabólica Tratamento Corrigir os mecanismos que impedem os rins de excretarem quantidades maiores de bicarbonato

27 Acidose respiratória Causas Distúrbios neuromusculares Enfermidades pulmonares Denominador comum: hipoventilação alveolar H + + HCO 3 - <-> H2 CO 3 <-> CO 2 + H 2 O

28 Acidose respiratória Conseqüências clínicas (rápido, gradual) Confusão mental, coma *único sinal clínico fidedigno de hipercapnia é a demonstração de PCO 2 elevada no sangue.

29 Acidose respiratória Acidose respiratória aguda Anormalidades neuromusculares: síndrome de Guillain-Barré, drogas Obstrução das vias aéreas: corpo estranho, edema ou espasmo de laringe Desordens toraco-pulmonares: pneumotórax Doença vascular pulmonar: embolia pulmonar maciça VM: parâmetros inadequados (fr, volume corrente)

30 Acidose respiratória Acidose respiratória crônica Anormalidades neuromusculares: paralisia diafragmática Desordens toraco-pulmonares: DPOC

31 Acidose respiratória Tratamento É dirigido à causa de hipoventilação alveolar

32 Alcalose respiratória Causas *Qualquer condição que estimule a ventilação pulmonar pode levar à uma alcalose respiratória AVC, Tu Cerebrais, altitudes,estados infecciosos (septicemias), estados hipermetabólicos (febre), RESPIRE

33 Alcalose respiratória Tratamento Dirigido ao distúrbio que levou à hiperventilação

34 Distúrbios ácido-básicos mistos Ocorrência de 2 ou mais distúrbios ácido-básicos simultaneamente no mesmo paciente. Podem mascarar umas às outras

35 Valores normais para a gasometria: sangue arterial e venoso ph HCO 3 - PCO 2 po 2 Sangue 7,35-7, mEq/litro mmhg mmhg Arterial Sangue Venoso 0,05 unidade menor Igual ao arterial 6 mmhg maior 50% menor

36 Distúrbio ph PaCO2 HCO3 Acidose Metabólica PaCO2 = 1,5 x Bicarbonato + 8 Alcalose Metabólica Acidose Respiratória Alcalose Respiratória

37 Roteiro de interpretação: Etapa 1: através do ph, PCO 2 e HCO 3 -, identificar a desordem mais aparente Etapa2: aplicar as fórmulas para ver se a compensação está adequada compensação respiratória [HCO 3- ] ---1,2 [CO 2 ] ou PCO 2 = 1,5 x [HCO 3- ] + 8 Etapa 3: anion gap

38 E aí, Vamos Treinar o que aprendemos?

39 Exemplo 1: Paciente com os seguintes valores na gasometria arterial: ph = 7,08; HCO - 3 = 10mEq/litro; PCO 2 = 35 mmhg; anion gap = 14

40 Etapa 1: ph baixo e bicarbonato baixo acidose metabólica ph = 7,08; HCO - 3 = 10mEq/litro; PCO 2 = 35 mmhg; anion gap= 14

41 Etapa 2: qual deveria ser a PCO2 para esta acidose metabólica? PCO 2 = (1,5 x HCO 3 - ) + 8 PCO 2 = 1,5 x => 23 ph = 7,08; HCO 3 - = 10mEq/litro; PCO 2 = 35 mmhg; anion gap= 14

42 Etapa 3: anion gap ph = 7,08; HCO - 3 = 10mEq/litro; PCO 2 = 35 mmhg; anion gap= 14

43 Diagnostico final: distúrbio mista, metabólica e respiratória, com anion gap normal.

44 GASOMETRIA

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