CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA. Bruxelas, 17 de março de 2014 (OR. en) 7805/14 DEVGEN 64 RELEX 241 OCDE 2 ACP 53 FIN 217

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1 CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA Bruxelas, 17 de março de 2014 (OR. en) 7805/14 DEVGEN 64 RELEX 241 OCDE 2 ACP 53 FIN 217 NOTA de: para: Assunto: Secretariado-Geral do Conselho Delegações Conclusões do Conselho sobre a Posição Comum da UE na Primeira Reunião de Alto Nível da Parceria Mundial para uma Cooperação Eficaz para o Desenvolvimento (Cidade do México, de abril de 2014) Na sua reunião de 17 de março de 2014, o Conselho adotou as conclusões do Conselho que figuram no Anexo à presente nota. 7805/14 iam/arg/fc 1 DG C 1B PT

2 ANEXO Conclusões do Conselho sobre a posição comum da UE na Primeira Reunião de Alto Nível da Parceria Mundial para uma Cooperação Eficaz para o Desenvolvimento (Cidade do México, de abril de 2014) 1. A criação da Parceria Mundial constitui um novo passo importante na mudança de paradigma da eficácia da ajuda para a eficácia do desenvolvimento. O Conselho recorda as posições e os compromissos nucleares da UE sobre esta agenda, estabelecidos em anteriores conclusões 1 e que continuam válidos. A UE e os seus Estados-Membros sublinham a importância da Parceria Mundial para uma Cooperação para o Desenvolvimento Eficaz em geral e, em especial, da Primeira Reunião de Alto Nível (RAN) a realizar na Cidade do México, em de abril de O Conselho reconhece que a inclusividade constitui uma das forças ímpares da Parceria Mundial e incentiva uma participação ativa das economias emergentes e dos representantes do setor privado bem como a participação continuada da sociedade civil, das autoridades locais e dos parlamentos em todos os elementos da RAN e da Parceria Mundial. O Conselho toma igualmente nota de que o respeito dos direitos humanos e a igualdade de género estão no cerne da Parceria Mundial. 3. A Parceria Mundial deverá continuar a concentrar-se em estimular o impacto da cooperação para o desenvolvimento nos Países de Baixo Rendimento (PBR), nos Países Menos Desenvolvidos (PMD) e nos Estados frágeis. Reconhecendo que a maioria dos pobres do mundo vive agora em países de rendimento médio (PRM), uma abordagem sustentável para responder às preocupações dos países mais pobres e mais vulneráveis tem de continuar a manter os PRM no centro dos debates. 1 Conclusões do Conselho sobre a Posição Comum da UE para o Quarto Fórum de Alto Nível sobre a Eficácia da Ajuda (HLF-4, Busan, 29 de novembro a 1 de dezembro de 2011), doc / /14 iam/arg/fc 1

3 Relações com a Agenda pós O Conselho observa que a Parceria Mundial poderá dar um importante contributo para o quadro pós-2015, proporcionando um meio de implementação mais eficaz. Para alcançar resultados de desenvolvimento eficazes, a implementação da Agenda pós-2015 deverá integrar os princípios de Busan da apropriação pelos países, de parcerias para o desenvolvimento inclusivas, da transparência e da responsabilização mútua e da focalização nos resultados. 5. À medida que a elaboração da Agenda pós-2015 for prosseguindo, a experiência adquirida com a Parceria Mundial poderá oferecer um valioso contributo para o desenvolvimento de metas mensuráveis e de mecanismos de monitorização a nível de país e a nível mundial. Implementação dos compromissos da UE para Busan 2 6. A UE e os seus Estados-Membros estão fortemente empenhados na coerência das políticas para o desenvolvimento a fim de assegurar que as suas políticas em todos os setores sejam coerentes com os objetivos de desenvolvimento. 7. A UE e os seus Estados-Membros realizaram progressos significativos na implementação dos seus compromissos desde Busan, nomeadamente através do trabalho em blocos constitutivos temáticos: a) A "garantia de transparência" da UE levou a importantes melhorias na transparência dos dados da ajuda da UE e dos seus Estados-Membros, em sintonia com a norma comum para a transparência de Busan, incluindo a implementação da norma da Iniciativa Internacional para a Transparência da Ajuda (IITA) por muitos Estados-Membros, bem como o sistema de notificação de países credores alargado e o estudo sobre os planos de despesas. 2 Doc / /14 iam/arg/fc 2

4 b) O processo de programação conjunta, que sempre que possível é liderado por países parceiros, visa dar uma resposta conjunta da UE e dos seus Estados-Membros às estratégias de desenvolvimento dos países parceiros, reforçando assim o alinhamento, a coordenação e a apropriação. Está em curso em 20 países parceiros e pode vir a abranger até 40 países parceiros nos próximos anos. No período de programação de , a programação conjunta abrangerá uma parte considerável dos instrumentos da UE de cooperação bilateral para o desenvolvimento. c) No âmbito da promoção de uma abordagem comum baseada em resultados, a UE está a conceber o seu quadro para a cooperação para o desenvolvimento baseada em resultados, que assentará na estratégia de redução da pobreza e de outras estratégias conexas dos próprios países parceiros. A UE partirá dos quadros de resultados e da experiência dos doadores a nível de país e irá visar o reforço da responsabilização, incluindo a responsabilização mútua, e da transparência. d) O Novo Pacto para a Ação nos Estados Frágeis permitiu melhorar a participação de parceiros para o desenvolvimento numa série de países que a levaram por diante, entre os quais se contam o Afeganistão, a República Democrática do Congo, a Libéria, a Serra Leoa, a Somália, o Sudão do Sul e Timor Leste. A UE, que subscreveu o Novo Pacto, reafirma o seu compromisso de aprofundar o quadro do Novo Pacto que está adaptado a cada contexto local e apela a outros para que façam o mesmo. e) A ação público-privada da UE em prol do impacto no desenvolvimento tem avançado, nomeadamente através de uma utilização acrescida de instrumentos financeiros inovadores, como os mecanismos combinados, que têm um potencial significativo para mobilizar financiamento adicional para o desenvolvimento proveniente dos mercados de capitais e de investidores privados. 7805/14 iam/arg/fc 3

5 A reunião de alto nível da Parceria Mundial 8. O Conselho congratula-se com as cinco sessões temáticas plenárias e com um amplo leque de sessões focalizadas conexas na RAN. A Parceria Mundial deverá continuar a promover a mudança de paradigma da eficácia da ajuda para a eficácia da cooperação para o desenvolvimento, acrescentando valor a outros processos internacionais, em especial nos seguintes domínios: 9. Progressos na implementação de Busan e no desenvolvimento inclusivo: O Conselho observa que a RAN constitui uma boa oportunidade para se fazer um balanço global dos progressos realizados na concretização dos compromissos de Busan. Para além dos progressos nos domínios medidos pelos dez indicadores aprovados, dever-se-á prestar igualmente atenção a outros domínios chave da agenda para a eficácia, como a fragmentação da ajuda. Esta sessão temática deverá não só demonstrar os progressos mas também identificar os estrangulamentos em torno de cinco pilares essenciais: focalização nos resultados; transparência e responsabilização; apropriação pelos países; desenvolvimento inclusivo; e conflito e fragilidade. A Parceria Mundial deverá reafirmar o seu compromisso de continuar a monitorizar e reportar os progressos realizados. 10. Mobilização dos recursos nacionais para o desenvolvimento: Recordando as conclusões do Conselho e dos Representantes dos Governos dos Estados-Membros, reunidos no Conselho, subordinados ao tema "Financiar a erradicação da pobreza e o desenvolvimento sustentável para além de 2015" 3, a UE e os seus Estados-Membros continuam empenhados em apoiar uma mobilização melhorada e acrescida de recursos nacionais como parte de uma abordagem abrangente e integrada para o financiamento do desenvolvimento à escala mundial. Sublinhando a importância da democracia, da boa governação e do Estado de direito, o Conselho observa que a Parceria Mundial se deverá empenhar em apoiar o desenvolvimento de uma capacidade institucional forte de administração fiscal e de elaboração de políticas. Deverá também apoiar a luta contra a corrupção, os paraísos fiscais e os fluxos financeiros ilícitos, nomeadamente através da cooperação internacional em matéria fiscal e na utilização eficiente das receitas dos recursos naturais. Quando necessário, o apoio internacional deverá complementar os esforços e reformas nacionais, nomeadamente através do fornecimento de conhecimento especializado e de assistência técnica. Para que os países parceiros sejam bem sucedidos é crucial terem uma liderança política forte. 3 Doc / /14 iam/arg/fc 4

6 11. Cooperação Sul-Sul, cooperação triangular e partilha de conhecimentos: O Conselho reconhece que os prestadores de cooperação para o desenvolvimento do Sul dispõem de experiências e de um conhecimento únicos dos seus próprios processos de transição e de desenvolvimento que podem partilhar, assim como de contributos financeiros cada vez mais significativos. A colaboração com estes atores no âmbito da Parceria Mundial e no terreno é necessária para maximizar o impacto no desenvolvimento a nível de país. A UE e os seus Estados-Membros acolheriam com agrado um debate preliminar sobre domínios em que a cooperação Sul-Sul possa trazer um valor acrescentado aos debates pós A cooperação triangular tem o potencial de produzir benefícios recíprocos através de parcerias inovadoras quando utilizada nas circunstâncias adequadas, aproveitando as vantagens comparativas de todos os parceiros. 12. Países de Rendimento Médio (PRM): A UE e os seus Estados-Membros reconhecem que os PRM constituem um grupo heterogéneo, com uma gama de desafios variada, que incluem a desigualdade e uma pobreza grave persistente. Os PRM desempenham igualmente um papel de importância crescente na gestão sustentável dos bens públicos mundiais e na resposta aos desafios mundiais, regionais e transfronteiras. Ao mesmo tempo, os PRM dispõem de recursos internos crescentes que podem consagrar ao seu próprio desenvolvimento. A cooperação internacional com os PRM é, por isso, cada vez mais concebida para responder aos seus contextos específicos, nomeadamente através do fornecimento de empréstimos e de assistência técnica, assim como de subsídios, quando necessário. Enquanto atores Sul-Sul, os PRM têm um importante papel a desempenhar na cooperação para o desenvolvimento e, por conseguinte, na agenda para a eficácia do desenvolvimento. Têm igualmente valiosos ensinamentos a partilhar com os países menos desenvolvidos, a partir da sua experiência recente de crescimento e de redução da pobreza. 7805/14 iam/arg/fc 5

7 13. Setor privado as empresas enquanto parceiras no desenvolvimento: Recordando as conclusões acima referidas subordinadas ao tema "Financiar a erradicação da pobreza e o desenvolvimento sustentável para além de 2015" 4, o Conselho reconhece que o setor privado é o motor essencial do crescimento, do emprego, do investimento e da inovação e desempenha um papel central na consecução da redução da pobreza, do desenvolvimento sustentável e do crescimento inclusivo. O setor privado e em especial as pequenas e médias empresas podem desempenhar um importante papel no alargamento do acesso dos pobres ao financiamento, aos bens e aos serviços. Todos os governos deverão procurar maximizar o contributo do setor privado através da cooperação e de parcerias público-privadas eficazes e catalisadoras. Deverão também procurar criar um ambiente favorável ao investimento privado assente na responsabilidade e na responsabilização social e ambiental das empresas e no respeito dos direitos humanos. Governação da Parceria Mundial 14. O Conselho saúda a composição alargada do Comité Diretor da Parceria Mundial, destinada a facilitar uma melhor participação de novos prestadores de assistência ao desenvolvimento e de atores não governamentais. A UE e os seus Estados-Membros continuarão a estar plenamente envolvidos e procurarão estar representados no Comité Diretor. As organizações regionais têm um importante papel a desempenhar no apoio aos membros do Comité Diretor através da coordenação, consulta e partilha de informações entre os diferentes participantes. 15. O Conselho constata a necessidade de aperfeiçoar as práticas e estruturas de trabalho da Parceria Mundial, para que esta realize o seu potencial. O funcionamento do Comité Diretor poderá ser melhorado através de uma maior transparência, de uma comunicação e consultas eficazes e regulares com os membros efetivos e de um mandato focalizado. Mais particularmente, os blocos constitutivos da Parceria Mundial deverão ser mais bem integrados nas suas estruturas de decisão, de implementação e de consulta, e deverá ser prestado mais apoio à implementação a nível de país. O seminário anual proposto sobre a implementação a nível de país, organizado pela República da Coreia, dá um oportuno contributo a esta ambição. 4 Doc / /14 iam/arg/fc 6

8 Futuro papel da Parceria Mundial 16. O Conselho reitera o seu empenhamento na Parceria Mundial enquanto estrutura nova e inovadora, e congratula-se com o prosseguimento do debate sobre o seu futuro papel tanto na arquitetura do desenvolvimento internacional como na implementação a nível de país. Ela pode ajudar a uma maior eficácia do desenvolvimento num mundo em rápida mutação ao dar um contributo essencial para apoiar a implementação da Agenda pós-2015: à medida que vão sendo desenvolvidos novos objetivos e metas para dar forma ao que devemos visar, a Parceria Mundial pode contribuir para mostrar o modo como estes podem ser concretizados. 7805/14 iam/arg/fc 7

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