TEMA DA SESSÃO. Patriarcado de Lisboa JUAN AMBROSIO PAULO PAIVA 2º SEMESTRE ANO LETIVO CRER/ACREDITAR 2.

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1 TEMA DA SESSÃO 1. CRER/ACREDITAR 2. CRER NOS OUTROS 3. O ACREDITAR COMO ATITUDE HUMANA 4. ANTROPOLOGIA DO CRER 5. TPC JUAN AMBROSIO PAULO PAIVA 2º SEMESTRE ANO LETIVO Patriarcado de Lisboa Instituto Diocesano da Formação Cristã

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9 Crer/acreditar Começamos a análise do crer, por perceber o seu uso na vida concreta das pessoas. Assim, começaremos por analisá-lo enquanto verbo que ele próprio é. Assim, este verbo é entendido de formas completamente diferentes conforme seja usado na primeira pessoa ou na segunda e terceiras pessoas. Autoimplicativo Creio/Cremos Crês/ Credes Sentido Descritivo Externo Sentido Descritivo Externo Crê/Creem

10 Crer/acreditar Creio/acredito que Mais comum no uso quotidiano; Destina-se a ser aceite no seu valor de verdade ou falsidade. Creio/acredito em Refere-se sobretudo a factos; mas também pode exprimir uma relação de confiança ou estima. Acredito que «Y» é a melhor equipa de Portugal. ; Creio ter encontrado a solução. Acredito em ti ; Acredito na democracia.

11 Crer/acreditar Creio/acredito como um achar que Vai desde a simples opinião à certeza mais profunda e convicta. Dimensão da fé Isto pode levar a que a dimensão da fé seja empurrada para o campo do subjetivo, da opinião. Acho que «Y» vai ser campeão este ano. ; Acho que as minhas ações são as mais corretas. Acredito em Deus porque acho que em faz bem ; Acho que Deus me vai ajudar.

12 Crer nos outros Facilmente percebemos que é impossível viver sem acreditar. Temos de acreditar em algo ou em alguém: Acreditamos nos jornalistas, na internet, na televisão, nos comentadores, etc Não podemos viver sem crer naquilo que os outros dizem. Esta confiança é a base da sociedade, e é por isso que a mentira é uma realidade muito grave em toda a vida social. A franqueza é a primeira forma de honestidade. SESBOUË, Bernard Pensar e viver a fé no terceiro milénio. Gráfica de Coimbra pág. 44 A própria investigação científica comporta uma certa dose de crença: O que é uma hipótese, se não a crença que tal lei pode aplicar-se aos fenómenos analisados? A partir daí se começa a criar uma teoria.

13 Crer nos outros O próprio crer conjugal, ou seja, o amor que se acredita que o outro tem por nós assenta essencialmente no próprio ato de crer. Não é possível contabilizar a quantidade ou a dimensão do amor entre duas pessoas.

14 O acreditar como atitude humana De tudo o que foi dito, pode-se concluir que a partir de uma simples análise do uso dos verbos crer ou acreditar se podem colocar em relevo, pelo menos, três dimensões do significado da fé: 1. crer e acreditar, enquanto ato humano (de linguagem ou não); 2. crer e acreditar em alguém; 3. crer ou acreditar que algo é verdade. Na realidade, o uso linguístico quotidiano revela, já, que essas três dimensões se encontram sempre presentes, em todos os graus de certeza ou incerteza típicos da fé humana. Uma acentuação de alguma dessas dimensões não pode significar a eliminação das outras. Nenhum crer ou acreditar se pode conceber sem que seja, ao mesmo tempo, ato humano, acreditar em alguém e que algo é verdade.

15 Antropologia do Crer Sísifo Recomeça... Se puderes, Sem angústia e sem pressa. E os passos que deres, Nesse caminho duro Do futuro, Dá-os em liberdade. Enquanto não alcances Não descanses. De nenhum fruto queiras só metade. E, nunca saciado, Vai colhendo Ilusões sucessivas no pomar E vendo Acordado, O logro da aventura. És homem, não te esqueças! Só é tua a loucura Onde, com lucidez, te reconheças. Miguel Torga, Diário XIII

16 Antropologia do Crer Esta insatisfação faz a humanidade avançar. É ela que motiva a procura de respostas para algo que não se sabe ou não se percebe. O acreditar aparece, desta forma, ligado ao sentido primeiro e último da existência. As origens e o final. O princípio e o fim. Este sentimento atravessa toda a existência do ser humano.

17 Antropologia do Crer A confiança é, em certo sentido, a forma de ser do ser humano. Ou, se quisermos dizer de outro modo, o ser humano tem a necessidade de uma confiança originária como condição de possibilidade do seu próprio ser homem / ser mulher.

18 Antropologia do Crer [...] eu posso experimentar a Deus experimentando-me como um tu de Deus quando me descubro «seu», ou seja quando sinto que «sou teu, tu-eu». Descubro a Deus não quando o descubro como um tu- a quem eu me dirijo mas como um eu que se dirige a mim e de quem o meu eu é um tu. Eu sou então um tu de Deus (seu, «sou tu-eu»). A experiência de Deus é, então, a experiência do tu, do tu a quem Deus chama tu que sou precisamente eu, o meu verdadeiro eu, o tu, um tu de Deus. A experiência de Deus é tão pessoal porque cada um de nós não somos senão essa mesma experiência de Deus em mim, na qual eu me descubro, precisamente como o «tu» deste «eu» que me chama e chamando-me me faz ser [...]. Raimon Panikar, Iconos del misterio. La experiencia de Dios, Península, Barcelona 1998,123.

19 Antropologia do Crer A existência humana é concebida fundamentalmente como resposta à «con-vocação» de ser, sem a qual não poderíamos ser. A existência humana na sua base não é fruto de um projeto individual, pelo contrário, ela é fruto da dádiva, que muitas vezes é também e simultaneamente dom.

20 Antropologia do Crer O dom não exclui de maneira nenhuma o recetor. Aliás, se assim fosse o recetor deixaria de existir e, nesse caso deixaria de haver dom, pois para que este exista enquanto tal para alguém é necessário que seja acolhido. Este acreditar, esta confiança originária, é fundamental à existência de todo o ser humano, que é assim concebido como resposta. Este acreditar, esta confiança originária, manifesta-se de forma privilegiada na relação humana interpessoal, que passa pela resposta concreta de cada um à interpelação do outro.

21 Antropologia do Crer A resposta positiva e séria à interpelação do outro origina uma experiência de encontro. Toda a verdadeira experiência de encontro provoca uma mudança, ou seja provoca uma alteração. Neste tornar-se outro a partir do outro, cada um deixa de ser uma realidade simplesmente de tipo natural, para passar a ser uma realidade de tipo pessoal. É neste contexto que se percebe também a liberdade que é concedida e oferecida pelo outro: a liberdade de poder responder.

22 Antropologia do Crer Existe, pois, neste acreditar, neste ato de confiança. Uma estrutura dialógica. Estrutura que acaba também por marcar a vida em sociedade. Se cada um é constituído a partir de um eu que diz tu, então o seu ser no mundo, o seu estar no mundo tem também essa marca.

23 Antropologia do Crer A relação interpessoal é uma estrutura ontológica do ser humano. Ela constitui, igualmente, a base do acreditar possível de um ser humano noutro ser humano. É a partir desta estrutura antropológica do acreditar que se pode perceber o caráter testemunhal desse mesmo acreditar. Acreditar que não resulta de uma demonstração lógica, como conclusão necessária de um conjunto de premissas.

24 Antropologia do Crer A partir desta experiência é possível compreender melhor como a esperança e o amor acompanham sempre todo o acreditar, toda a confiança. É também a partir desta experiência que podemos entender como o próprio conhecimento, como procura da verdade, se dá neste leito de confiança primeiro, a partir o qual somos e a partir do qual realizamos o exercício de compreender e de nos compreendermos.

25 Antropologia do Crer Existe, no ser humano, algo como uma fé e uma confiança, os quais são anteriores e mais originais que o ceticismo e o medo. Uma fé e uma confiança que superam todos os limites e todas as situações-limite e, por isso, consciente ou inconscientemente, se orientam para o horizonte infinito, para o mistério, para além de todos os limites. Neste sentido, existe, portanto, uma fé em Deus, anterior a qualquer fé ou descrença explícitas. WELTE, B. citado por João Duque, Homo Credens. Para uma fenomenologia do crer, Universidade Católica Editora. Lisboa.2004, 48

26 Antropologia do Crer Orientações bibliográficas: João Duque - Homo Credens, Para uma teologia da fé. Universidade Católica Editora. Lisboa 2004,

27 TPC Revelação Tradição Fé TEOLOGIA

28 TEMA DA SESSÃO 1. CRER/ACREDITAR 2. CRER NOS OUTROS 3. O ACREDITAR COMO ATITUDE HUMANA 4. ANTROPOLOGIA DO CRER 5. TPC JUAN AMBROSIO PAULO PAIVA 2º SEMESTRE ANO LETIVO Patriarcado de Lisboa Instituto Diocesano da Formação Cristã

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