Programas de Acreditação Hospitalar ajudam ou atrapalham o SCIH?

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1 Programas de Acreditação Hospitalar ajudam ou atrapalham o SCIH? Dra. Cláudia Mangini Hospital Municipal de SJC Hospital vivalle

2 Controle de Infecção Hospitalar e Sistemas de Acreditação Traçar um paralelo entre a atuação do Serviço de Controle de Infecção (SCIH) e a Qualidade; Papel do SCIH no processo de acreditação; Influência o processo de acreditação exerce sobre o Programa de CIH;

3 Controle de Infecção e Qualidade Interação Histórica Pioneiros Principais medidas Mortalidade Simpson Cirurgias domiciliares Hospitalares: 41,0% Domiciliares: 11,0% Semmelweis Lavagem das mãos Investigação epidemiológica Abril / 1847: 18,27% Julho / 1847: 1,20% Lister Anti-sepsia cirúrgica Antes: 35,0% Depois: 15,0% Nightingale Humanização Higiene hospitalar Enfermagem Antes: 42,0% Depois: 2,2%

4 Programa de Prevenção de Infecção Relacionada a Assistência a Saúde Política 1- Proteção do paciente; 2- Proteção do profissional de saúde; 3- Atingir os dois objetivos anteriores da maneira mais custo - efetiva quanto possível.

5 Programa de Prevenção de Infecção Relacionada a Assistência a Saúde Departamento de Informação - Internações - Altas e óbitos - Mapa cirúrgico Administração - Planejamento estratégico da CCIH alinhado com o da Instituição Laboratório de Microbiologia - Padronização de Antibiogramas - Perfil de sensibilidade dos agentes isolados Engenharia e Manutenção - Adequação da estrutura física - Prevenção do edifício doente Farmácia - Padronização de ATB - Racionalização de consumo de ATB CCIH Setor de Suprimentos - Padronização e distribuição de materiais e medicamentos CME - Normas de desinfecção e esterilização e controle de qualidade desses processos Serviço de Higiene Hospitalar - Limpeza de ambientes - Gerenciamento de resíduos SND - Controle de qualidade de dietas - Orientação sobre boas práticas Corpo Clínico Educação Continuada - Disseminação da informação técnica produzida pela CCIH - Medidas de adesão Medicina do Trabalho -Adequação dos EPIs -Prevenção de Acidente biológico

6 Programa de Controle de IRAS Coleta de Dados Participação na adequação da estrutura física, respeitando os preceitos da Vigilância Sanitária Tabulação, Consolidação Análise dos Dados Treinamento e Reciclagem Divulgação dos Dados Medidas de Adesão Controle de Qualidade Planejamento Recomendações Técnicas

7 Indicadores Programa de Controle de Infecção Considerado um pilar do bom funcionamento da CCIH - quantificação é necessária para detectar as oportunidades de melhoria - um indicador precisa mostrar se o serviço esta se movendo na direção certa; Indicadores de Resultados Vigilância Epidemiológica Indicadores de Estrutura Recursos materiais e humanos Indicadores de Processos Medir esforço educacional Análise de custo-efetividade Análise de adesão

8 Alguns conceitos de qualidade Nível de satisfação alcançado por um determinado produto ou serviço, atendendo as expectativas do cliente Conformidade com os requisitos: é o cumprimento integral dos requisitos estabelecidos de comum acordo com seu cliente; a rotina do sistema de qualidade é a prevenção; zero defeitos é a única referência; não existem problemas com a qualidade e sim problemas com a falta de qualidade. Antecipar, atender e até exceder as expectativas do cliente

9 Qualidade em Saúde Obtenção dos maiores benefícios com os menores riscos para o paciente Avaliação qualitativa da atenção em saúde a estrutura corresponde aos recursos utilizados (físicos, humanos, materiais, administrativos e de financiamento) o processo compara os procedimentos empregados com os estabelecidos como normas pelos próprios profissionais de saúde os resultados correspondem ao estado de saúde da população ou indivíduos, em conseqüência da interação ou não destes com os serviços de saúde

10 Gerenciamento pela qualidade X Administração Tradicional Gerenciamento de qualidade Administração tradicional Qualidade conquistável intangível Orientação cliente (holístico) departamento (setor) Foco processo produto Sistema preventivo reativo Cliente prioridade freguês Trabalho equipe individual Fornecedor integrado pode ocorrer antagonismo Erro oportunidade de melhoria falha Administração fatos intuição Organização total departamental Evolução melhoria contínua conservadora

11 Controle de Infecção Hospitalar e Sistemas de Acreditação Traçar um paralelo entre a atuação do Serviço de Controle de Infecção (SCIH) e a Qualidade; Papel do SCIH no processo de acreditação; Influência o processo de acreditação exerce sobre o Programa de CIH;

12 ª Assembléia Mundial da Saúde Resolução recomendou à OMS atenção ao problema da Segurança do Paciente 2004 OMS Aliança Mundial para Segurança do Paciente Lançamento de Desafios Globais 1º Desafio Global : Prevenção de Infecção relacionada à Saúde - Higienização das Mãos - Procedimentos Clínicos e Cirúrgicos Seguros - Segurança do Sangue e Hemoderivados - Administração Segura de Injetáveis e Imunobiológicos - Segurança da Água, Saneamento básico e Manejo de Resíduos 2º Desafio Global: Cirurgias Seguras Salvam Vidas - Prevenção de Infecção do Sítio Cirúrgico - Anestesia Segura - Equipes Cirúrgicas Seguras - Indicadores de Assistência Cirúrgica 3º Desafio Global: Controle da Resistência Microbiana

13 IHI (Institute for Healthcare Improvement) Programas - Prevenção de Eventos Adversos - Melhorando a transição do cuidado ( rehospitalização) - Prevenção de Problemas relacionados mobilidade - Ulcera de Pressão - Eventos adversos obstétricos - Tromboembolismo Venoso - Infecção do Sítio cirúrgico - Infecção de Corrente Sanguínea rel. CVC - Infecção de Trato Urinário rel. SVD - Pneumonia rel. Ventilação Mecânica

14 Sistemas de Acreditação Acreditação é um programa voluntário, no qual revisores externos treinados avaliam a Instituição de Saúde em relação à sua performance de acordo com padrões pré-estabelecidos; ONA Organização Nacional de Acreditação Capitulo específico para o Controle de Infecção Hospitalar

15

16 Acreditation Canadá Comunicação ÁREA Identificação do Paciente Transferências internas ROP Transferência de Informações Reconciliação Medicamentosa Práticas de Segurança no procedimento Cirúrgico Uso de Medicamentos Controle de Eletrólitos Concentrados Controle de Uso de Narcóticos Padronização de Medicamentos Prevenção e Controle de Infecção Higiene de Mãos Práticas de Segurança na Utilização de Medicamentos Administração oportuna de antibióticos profiláticos Cultura de Segurança Análise Prospectiva relacionada á Segurança do Paciente Notificação de Eventos Ambiente de Trabalho Treinamento em Segurança do Paciente Papeis e Responsabilidades para a segurança do Paciente

17 Controle de Infecção Hospitalar e Sistemas de Acreditação Traçar um paralelo entre a atuação do Serviço de Controle de Infecção (SCIH) e a Qualidade; Papel do SCIH no processo de acreditação; Influência o processo de acreditação exerce sobre o Programa de CIH;

18 2 Cenários Hospital A Público Terciário Residência Médica 320 leitos 3 UTI adulto: 18 leitos/ 6 leitos / 12 leitos Administração OSS Atendimento exclusivo SUS Gerenciamento de Risco e Escritório da Qualidade embrionários Hospital B Privado Predominantemente Cirúrgico 90 leitos 2 UTI adulto : 8 leitos / 8 leitos Atendimento de Convênios de alto padrão Acreditado Pleno - ONA 3 Em busca da 1ª Certificação Internacional, pela Acreditation Canadá Q Mentum

19 Hospital A Prevenção de Infecção do Trato Urinário relac. A SVD PDCA CVE 2010: 6,07 NHSN 2010: 0,0 Ações: Alteramos o KIT de Sondagem Vesical Treinamento de fixação

20 Hospital A Prevenção de Infecção do Trato Urinário relac. A SVD Reunião - Dados são apresentados na reunião da CCIH pela enfermeira do SCIH - Dados são apresentados na Reunião de Indicadores e analisados no sistema pela Enf. da UTI Utilização as ferramentas da qualidade; - Erro na montagem do Kit de sondagem vesical - Fixação da sonda inadequada - Campanha de retirada precoce - Falta de Cálices Central de Abastecimento UTI : Médico Responsável UTI : Enfermeira Supervisora Educação Permanente SCIH Adequação do Kit de sondagem Vesical Entrar em contato com o fornecedor do flexi-trak Campanha de retirada precoce Compra dos Cálices Faz a Notificação de desvio de qualidade Feedback de Indicadores para os colaboradores Treinamento Treinamento Observar os prazos Feedback dos indicadores

21 Hospital B Prevenção de Infecção do Trato Urinário relac. A SVD 25 1ª Avaliação Lançamento do manual do SCIH Densidade de Incidência de ITU por SVD UTI's Adulto Acumuladas 2ª Avaliação Controle de Dispostivos Troca da bolsa coletora Treinamentos anuais sobre o Tema 20 Troca da bolsa coletora 15 Troca da bolsa coletora JanFevMarAbrMai JunJulAgoSetOut NovDezJanFevMarAbrMai JunJulAgoSetOut NovDezJanFevMarAbrMai JunJulAgoSetOut NovDezJanFevMarAbrMai JunJulAgoSetOut NovDezJanFevMarAbrMai JunJulAgoSetOut NovDezJanFevMarAbrMai JunJulAgoSetOut NovDezJanFevMarAbrMai JunJulAgoSetOut NovDez HM - ITU por SVD P. 50 NHSN - Norte Americano P. 50 CVE - SP Linear (HM - ITU por SVD)

22 Hospital B Prevenção de Infecção do Trato Urinário relac. A SVD Reunião Dados são enviados para as Unidades e apresentados na Reunião da CCIH pela Enfermeira do SCIH Análise é realizada pelo SCIH - Retorno do Sistema Coletor de Má Qualidade UTI : Enfermeira Supervisora Educação Permanente SCIH Observar os prazos Avalia o cronograma para Inserção do Treinamento do SCIH Leva o problema para a Diretoria Administrativa Leva o problema para a Gerencia de Enfermagem Faz a notificação de desvio de qualidade (5 X) Cota sistemas coletores alternativos Análise de custo das ITU x Investimento na troca do coletor Treinamento de Inserção e Manutenção de SVD Monitora a chegada do novo coletor Retira o coletor antigo das Unidades

23 Hospital B Profilaxia Cirúrgica Elaboração do Protocolo (com participação e aprovação das equipes); Negociação para a distribuição do ATB no Kit anestésico; Responsabilização do Anestesista na aplicação da Profilaxia Divulgação e disponibilização de lâminas no CC; Inclusão do Tema no Curso anual de Introdução ao CIH para novos residentes;

24 Hospital B Profilaxia Cirúrgica Mensuração Momento de infusão do ATB Cerca de 60% das cirurgias avaliadas dez.08 jan.09 fev.09 mar.09 abr.09 mai.09 % de adesão Escolha da Droga e Duração Em 5 anos 1 amostragem de adesão realizada pelo SCIH com revisão de prontuários quanto a escolha da droga e duração 64% em : Coorte 1 semana a cada 2 meses foram realizadas 2 coletas (58% e 61% de adequação)

25 Hospital A Profilaxia Cirúrgica jan/09 mar/09 mai/09 jul/09 set/09 nov/09 jan/10 mar/10 mai/10 jul/10 set/10 nov/10 jan/11 mar/11 mai/11 jul/11 set/11 nov/11 jan/12 mar/12 mai/12 jul/12 set/12 nov/12 jan/13 mar/13 mai/13 Adequação Completa ao Protocolo de Profilaxia Cirurgica (%) Fórmula : n o de pacientes que receberam profilaxia adequada/ n o de pacientes operados Elaboração do protocolo de profilaxia Distribuiçã o do Protocolo Inicio da distribuição por Kits de ATB Protocolo anexado no carrinho da anestesia Revisão do Protocolo Apresentaç ão na reunião clínica Mudança da metodologia com mensuração de inicio/droga e duração, como parte do Projeto de Cirurgia Segura Profilaxia sob responsabilidade da Anestesia Intervenção da Farmacêutica 58% dos casos de não adequação 7 profissionais 28,6% - 1 profissional PDCA Criação de um Manual de orientação para os Cirurgiões

26 Hospital A Profilaxia cirúrgica Adequação Completa á Profilaxia Cirúrgica (%) Fórmula : n o de pacientes que receberam profilaxia adequada/ n o de pacientes operados 100,0 90,0 80,0 78,6 84,8 85,4 92,4 82,3 88,8 89,2 70,0 60,0 50,0 40,0 30,0 20,0 10,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 HV: 2012 : 81,8%

27 Adequação Quanto ao Momento do Inicio do ATB Profilático (%) Adequação Quanto a Escolha do Antibiótico Profilático (%) 100,0 90,0 80,0 70,0 60,0 50,0 40,0 30,0 20,0 10,0 0,0 97,2 93,0 94,4 99,2 98,5 99,6 98,5 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 100,0 90,0 80,0 70,0 60,0 50,0 40,0 30,0 20,0 10,0 0,0 96,8 98,7 99,4 98,7 98,9 98,0 99,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 HV: 2012 : 94,3% HV: 2012 : 98,5% Adequação Quanto a Duração do Antibiótico Profilático (%) 100,0 90,0 80,0 70,0 60,0 50,0 40,0 30,0 20,0 10,0 0,0 80,8 86,4 85,8 91,2 82,1 89,1 91,8 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 HV: 2012 : 85,3%

28 Infection Control Certification May Lower MRSA rates Abril/2012 Hospitais da California : ICS MRSA Estudar o efeito do reporte obrigatório da estrutura e processo oferecido para prevenção das infecções hospitalares; - Swab de vigilância para VRE, MRSA e Clostridium difficile, assim como os indicadores de ICS; - Questões sobre os profissionais : Certification Board of Infection Control an Epidemiology (CBIC) e se eram membros do SHEA ou APIC e se a Instituição era participante do IHI; Hospitais com profissionais certificados - < taxa de ICS por MRSA (IRR 0,32 e p=0,02) Hospitais participantes do IHI campaign - < taxa de ICS por MRSA (IRR 0,30 e p=0,01) Hospitais com screening para MRSA - < taxa de ICS por MRSA (IRR 0,03 e p=0,01) As diferenças podem ser resultado da adoção das práticas baseadas em evidência Am J Infect Control. 2012;40:96-101

29 Problemas Potenciais 1) SCIH assumir o Escritório de Qualidade sem o investimento necessário em recursos humanos e materiais;

30 Problemas Potenciais 2) Criação de indicadores obrigatórios ou modificação nos denominadores, por parte das Agencias Acreditadoras;

31 Problemas Potenciais Quem controla o controlador? Ministério Público Federal : Quem controle o controlador? MP, essencial à Justiça e à Sociedade, tanto quanto as Polícias, tem o poder de requisitar diligências a estas e, assim, corrigir eventuais mudanças de rumo em quaisquer investigações, visando a adequá-las ao objeto e/ou a garantir o respeito aos direitos constitucionais dos envolvidos. - Mas... Quem inspeciona, supervisiona, tem acesso a investigações realizadas pelo MP e/ou processos administrativos disciplinares instaurados para apurar a conduta de seus membros?

32 Problemas Potenciais 3) Quem acredita o acreditador? Acreditação é um programa voluntário, no qual revisores externos treinados avaliam a Instituição de Saúde em relação à sua performance de acordo com padrões pré-estabelecidos;

33 Programas de Acreditação Hospitalar ajudam ou atrapalham o SCIH? AJUDAM

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