En g A olksw V s RE uido ib R E dist d Ano 33 n 298 EiRA novembro 2o11 sil BRA ção A ssoci A A ção d A lic B Pu um olhar sobre o FutuRo

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1 Publicação da associação brasileira de distribuidores volkswagen Ano 33 n 298 NOVEMBRO 2O11 UM OLHAR SOBRE O FUTURO

2 Sobre arte, tecnologia e serviços Nesta edição de Showroom falamos de arte, de tecnologia e de expertise em pós-vendas. O entrevistado da seção Gente é o coreógrafo Alonso Barros, talentoso bailarino-ator, que tem assinado a coreografia dos últimos musicais, geralmente estrelados no Brasil pela amiga e igualmente talentosa Cláudia Raia, como é o caso do atual Cabaret, no teatro Procópio Ferreira, em São Paulo. Na matéria de capa falamos novamente sobre tecnologia automobilística e de como ela nos servirá no futuro. A boa notícia é que, apesar de ainda distantes da maioria dos brasileiros, os carros do futuro terão uma série de itens de conforto, segurança e de entretenimento. E a má é que, ao que tudo indica, nos próximos anos ainda passaremos muito tempo dentro dele, especialmente nas grandes cidades. As conclusões foram demonstradas no tradicional e destacado Congresso SAE Brasil, o maior fórum anual de tecnologia da mobilidade da América Latina e o segundo do mundo. Mas entre os projetos e protótipos apresentados, uma questão ponderou os debates dos especialistas: a velocidade da inovação versus a capacidade de integrar novas tecnologias nos veículos. Isto é, a obsolescência é muito mais rápida do que a capacidade de integrar novidades tecnológicas nos automóveis. Aparentemente, na busca pelo máximo conforto, pela maior segurança do motorista, existe um descompasso entre a indústria da criação e a automobilística. De qualquer forma, a inovação está caminhando a largos passos, para que no futuro não só telas reconfiguráveis que respondem ao toque como Bluetooth, conexão para ipod e MP3, já disponíveis no Brasil, em geral como opcionais, mas sistemas sofisticados que permitam, por meio de uma placa de comunicação GSM/GPRS, por exemplo, possam realizar, a distância, a leitura de informações sobre o veículo, como nível de combustível, regulagem do motor por meio de OBD (On Board Data) e integrar telemetria e eficiência energética. Por fim, falamos sobre os serviços prestados pela Rede Volkswagen e as melhorias previstas para os próximos anos em curto prazo, para melhor atender ao cliente. O fórum Turnê Pós-Vendas 2011, realizado pela Volkswagen do Brasil e a Assobrav, em todo o País, reunindo titulares, gerentes de serviços e chefes de oficinas teve como objetivo compartilhar estratégias, aumentar a participação no mercado e, assim, aumentar a satisfação do cliente. Boa leitura. Conselho Editorial S H O W R O O M 3

3 CAPA GENTE A PASSEIO 4 3 Recado A mensagem do Conselho Editorial. 5 Cartas O que dizem sobre Showroom. 6 Quem Passou Por Aqui Amigos e personalidades que visitaram a Assobrav e as empresas do Grupo Disal. 8 Gente Alonso Barros, brasileiro, coreógrafo, bailarino-ator quase autodidata, começou a dançar tarde, aos 21 anos de idade, interrompendo o curso de arquitetura e mudando radicalmente de vida. Hoje é um dos mais festejados e disputados coreógrafos internacionais, responsável pelo ballet dos mais famosos musicais, aqui e na Europa, como Cabaret, em cartaz no teatro Procópio Ferreira, em São Paulo. 12 Aftermarket A importância do pós-vendas no segmento automobilístico. A Volkswagen do Brasil investe em treinamento e realiza anualmente um grande fórum nacional, reunindo os titulares das concessionárias, seus gerentes de serviços e chefes de oficinas, para compartilhar experiências, discutir as melhores práticas e apresentar cases internacionais de sucesso. O objetivo é aumentar a participação de mercado e, assim, melhorar a satisfação do cliente. 18 TechMania Os testes em laboratórios e em pistas de provas da indústria automobilística, segundo o jornalista Fernando Calmon. 24 Capa Apesar de ainda distantes da maioria dos brasileiros, o carro do futuro terão uma série de itens de conforto, segurança e de entretenimento. E, ao que tudo indica, nos próximos anos ainda passaremos muito tempo dentro deles, especialmente nas grandes cidades. As conclusões foram demonstradas no tradicional e destacado Congresso SAE Brasil, o maior fórum anual de tecnologia da mobilidade da América Latina e o segundo do mundo. 28 A Passeio A Islândia é uma pequena ilha bem ao norte da Europa, com cerca de 103 mil km2. Mais de 11% do país são cobertos por geleiras, incluindo Vatnajökull, a maior geleira da Europa. Famosa por seus vulcões em atividade, a Islândia teve, nos últimos dois séculos, 30 vulcões da era pós-glacial em erupção. Toda essa água quente natural dá à população aquecimento barato e sem poluição. Além dos vulcões, as pessoas conhecem a controversa cantora Björk. Muito pouco para um país que é um parque de aventura, com piscinas de lama fervente, gêiseres, geleiras e cachoeiras. 36 Freio Solto A opinião, a crítica e a ironia do jornalista Joel Leite. 38 Fala Sério! O novo tom da crônica de Maria Regina Cyrino Corrêa. 39 Quando a Bola Rola... O comentário de Marcelo Allendes sobre o que acontece nos gramados, quadras, piscinas...e em outros espaços também. 40 Novidades O que há de novo em eletrônicos, periféricos de informática e outras utilidades. 41 Livros & Afins Nossas dicas para a sua biblioteca, cedeteca, devedeteca e pinacoteca. 42 Vinhos & Videiras A opinião abalizada de Arthur Azevedo, diretor executivo da ABS Associação Brasileira de Sommeliers SP e editor da revista WineStyle e do site www. artwine.com.br 42 Mesa Posta Receitas, segredos e informações sobre a história da gastronomia com o chef Gustavo Corrêa.

4 No lugar do outro Regina, Sou professora, e neste final de semana ganhei uma revista Showroom de um grande amigo meu. E, só hoje, ao passar tarefa para meus alunos resolvi folheá-la. Eis que me deparo com um texto seu No lugar do outro (Edição 296 Setembro 2011) e não pude deixar de escrever-lhe para elogiar sua verdadeira e bem escrita crônica. Assim como também não pude deixar de lê-la para meus alunos, em todas as classes em que hoje entrei, assim como para parentes e amigos. Acho que estou quase decorando de tanto lê-la (risos)! Enfim, tomei a liberdade de pegar o seu e invadir sua caixa de entrada, apenas porque achei, pela primeira vez, cabível um parabenizando algo que tenha lido e que também fosse possível de fazer. Até mesmo porque, me colocando no seu lugar, gostaria de saber que alguém gostou o tanto que eu gostei de algo que tivesse escrito, claro, se o soubesse fazer (risos)... Ana Paula Zampiroli The Rolling Stones Muito boa a dica de livro que vocês deram na edição 296, de setembro Comprei a biografia oficial da banda The Rolling Stones e li de uma só vez. Recomendo a todos os fãs. É ótima leitura. Verdadeiros, os integrantes da banda não escondem nada. É realmente imperdível para quem curte rock e os míticos Mick e Keith. José Carlos Braga A doença moderna Foi bastante criteriosa sob o ponto de vista da saúde pública a entrevista com o médico psiquiatra Geraldo Ballone na edição passada (Edição 297 Outubro 2011). Ninguém imagina o quanto o governo gasta com diagnósticos errados e exames desnecessários de pacientes que sofrem de somatização. Paulo Soares Venezuela Não fazia ideia do quanto era linda a Venezuela (Seção A Passeio, Edição 297 Outubro 2011). São poucas as revistas que vendem o destino. Por que? Será preconceito devido ao politicamente incorreto Hugo Chávez? Cristina Silva N.R.: Recordamos que para receber Showroom mensalmente os interessados devem enviar um à Redação informando o seu endereço e solicitando o envio da publicação. Os pedidos serão atendidos por ordem de chegada e conforme a disponibilidade de exemplares. Publicação mensal da Ano 33 Edição 298 novembro de 2011 Conselho Editorial Antonio Francischinelli Jr., Juan Carlos Escorza Dominguez, Mauro I.C. Imperatori e Silvia Teresa Bella Ramunno. Editoria e Redação Trade AT Once - Comunicação e Websites Ltda. Rua Itápolis, 815 CEP São Paulo SP Tel (11) Editora e Jornalista Responsável Silvia Teresa Bella Ramunno (13.452/MT) Redação - Rosângela Lotfi (23.254/MT) Projeto Gráfico e Direção de Arte Azevedo Publicidade - Marcelo Azevedo Publicidade Disal Serviços - Wanda Miguel Tel (11) Impressão Gráfica Itú Tiragem exemplares Permitida a reprodução total ou parcial, desde que citada a fonte. As matérias assinadas são de responsabilidade do autor e não refletem necessariamente a posição da Assobrav. Registro nº º Cartório Civil de Pessoas Jurídicas da Capital de São Paulo. Assobrav Av. José Maria Whitaker, 603 CEP São Paulo SP Tel: (11) Diretoria Executiva Presidente: Mauro Saddi Vice-presidentes: André Oshiro Carlos Roberto F de Mattos Jr. Elias dos Santos Monteiro Eric Braz Tambasco Francisco Veríssimo S Filho Luis Eduardo B Cruz e Guião Luiz Francisco Viscardi Nilo Moraes Coelho Filho Rogério Wink Diretor Ad-hoc: Bruno Abib Conselho de Ex-Presidentes Sérgio Antonio Reze, Paulo Pires Simões, João Cláudio Pentagna Guimarães, Rômulo D. Queiroz Monteiro Filho, Orlando S. Álvares de Moura, Amaury Rodrigues de Amorim, Carlos Roberto Franco de Mattos, Roberto Torres Neves Osório, Elmano Moisés Nigri e Rui Flávio Chúfalo Guião. Foto de capa: VW AG S H O W R O O M 5

5 Entre horas dedicadas ao esporte e outras tantas ao trabalho, a eterna runner, Marcella Verdi Zago, lidera a Usebens Seguradora com ritmo de atleta e pulso de empresária, herança, não só evidente, mas à qual faz jus... O sempre querido ex-presidente da Assobrav, Amaury Amorim, e seu eterno cavalheirismo, para prestigiar os eventos e participar das causas associativas, em tempo e em hora... Andreia Alves Silveira, desde julho CT da VW Original Veículos, em São Miguel Paulista (SP), construindo uma carreira de sucesso na concessionária, onde começou há quatro anos e meio, como recepcionista... 6 Roberto Hideo Hirai, titular da tradicional VW Hirai, da capital paulista, concessionário de primeira hora, sempre líder da classe, continua atuante e presente nas decisões da categoria... Recém chegado da Europa, o executivo francês Christophe Guetrot, para implantar no Brasil a genial experiência VW Express...

6 Durante a Turnê Pós-Vendas 2011, algumas caricaturas, graças à graça dos protagonistas, se destacaram. E não só pelo tamanho ou a fofura... Silvio Fonseca, gerente de vendas da VW Maracar de Aracaju (SE), para participar da Iª Turma de Desenvolvimento de Gestores, iniciativa da Assobrav, iniciada em setembro de Mas pelo carisma, pelo carinho e atenção que dedicam aos que com ele convivem. É o caso de Ricardo Casagrande, gerente de Serviços de Pós-Vendas da Volkswagen do Brasil... Dinâmica e simpática, Priscila Sanches Ardenghi, do setor de Importados da Volkswagen do Brasil, para mais uma reunião que visa a reestruturação do sistema de encomendas... Os 46 anos de experiência na Rede VW do consultor técnico Jurandir Bassoli fazem dele um amigo e não só um profissional dos clientes Volkswagen. Chamado para casamentos e para batizar crianças, Bassoli tem uma carteira de clientes invejável. Só no Grupo Morumbi Motor são 41 anos!, orgulha-se, e promete ficar ainda mais... S H O W R O O M 7

7 Alonso Barros, coreógrafo Não só a dança pela dança Fotos: divulgação Por Silvia Bella R ever Alonso Barros, o Al, foi retomar a conversa inacabada, suspensa no tempo. Marcamos um jantar em São Paulo, na noite de folga dele, na última semana de ensaios do musical Cabaret, superprodução que conta com a sua coreografia, em versão elogiada de Miguel Falabella, direção de José Possi Neto, estrelada por Cláudia Raia e talentoso elenco, em cartaz no Teatro Procópio Ferreira. - A chuva me pegou no caminho! Fui me desculpando, enquanto entrava, correndo, em direção a ele e a Regina Cyrino Corrêa, também amiga daquele tempo e colunista desta revista, que concordou, mais que depressa, em participar da entrevista. Um deleite, sem dúvida. - Você está idêntico, lindo, exclamei! - Bom...eu tento, ele disse, rindo comedidamente, aliás, como sempre fez. E em tudo. A disciplina e a determinação que no passado lhe renderam o mérito de dançar O Lago dos Cisnes (Ballet em 4 atos de Tchaikovsky, com argumento de Vladimir Begitchev e Vasily Geltzer; estreou no teatro Bolshoi em Moscou em 20/2/1877) em tempo recorde, fazem dele hoje um senhor elengantérrimo, muito paquerado, pai de Júlia, avó de duas meninas e um menino e coreógrafo disputado na cena internacional dos grandes musicais. Residente em Viena desde 1988, mas circulando pelo mundo, Alonso Barros vem acrescentando grandes obras e alguns prêmios ao seu curriculum, desde que trocou o curso de Arquitetura pela dança, na contestadora Campinas do início da década de

8 Showroom: Se bem me lembro, você era muito jovem e corajoso para tomar a decisão de trocar de curso e mudar radicalmente de vida, mas não tão jovem para começar a dançar, carreira que exige a formação da musculatura, geralmente iniciada logo na infância... Alonso Barros: Era jovem nada, tinha entre 21 para 22 anos. Do que eu me lembro (risos), sempre gostei de arquitetura...não foi uma fuga, nada disso, mas eu descobri, ao longo do curso, que eu gostava da arquitetura do ponto de vista artístico, ou seja, muito mais do aspecto da forma, da harmonia, da beleza do que do cálculo. Paralelamente, sempre tive paixão por dança, sempre curti muito os velhos musicais, mas claro, assumir a dança era uma coisa difícil. Não pela família, que nunca me podou em nada, mas pela dificuldade da carreira em si. Mas, o fato é que um dia, sem querer, minha irmã me levou para assistir ao ensaio do Grupo do Augusto Pompeo, que era o Grupo Shama Ballet - Teatro. Participei de uma aula, gostei e no dia seguinte me convidaram para ingressar na companhia. Bom, acho que tinha certo talento (risos) para a coisa e foi então que me decidi mesmo a seguir a dança. Mas no Shama a proposta era dança contemporânea. Como se deu sua formação clássica? Foi lá que realmente comecei a participar de espetáculos de dança e deixei a faculdade de Arquitetura no terceiro ano, e então, ao decidir levar a sério, entrei para a Academia de Ballet Lina Penteado, também em Campinas, para fazer ballet clássico e ganhar técnica. O fato é que lá eu também me desenvolvi muito rápido e acabaram me convidando para fazer O Lago dos Cisnes. Aí a coisa pirou porque eu não podia dançar em duas companhias... então não assinei contrato com a Lina Penteado e dancei de graça O Lago dos Cisnes para poder participar do espetáculo. Ensaiava lá durante o dia e no Pompeo à noite. Imagino o quanto essas duas escolas e aquela carga de trabalho ajudaram na sua formação profissional... Pois é, eu que sempre gostei muito de musicais, tenho certeza de que essas duas escolas me ajudaram muito a entrar no A Chorus Line (de Michael Bennett, com argumento de James Kirkwood Jr e Nicholas Dante e letras de Edward Kleban, estreou em 1975 e ficou 15 anos ininterruptamente em cartaz na Broadway. No Brasil, teve tradução de Millor Fernandes e produção de Walter Clark), o primeiro espetáculo em que participei, a primeira grande produção que houve no Brasil. Junto com Cláudia Raia e o próprio Pompeo... Exatamente, fomos os três de Campinas. A Cláudia tinha 16 anos e representou Sheila, uma personagem de Sim, é mais que sabida a paixão de Cláudia Raia pela dança, o seu talento e especialmente dedicação, mas ela começou criança, muito diferente de você, que se tornou bailarino e muito bom bailarino e coreógrafo depois dos 20 anos... Ah! sim, a Cláudia praticamente nasceu dançando, de sapatilhas e tudo... No meu caso, eu diria que a questão genética ajudou. Meu corpo ajudou, favoreceu a rapidez com que me formei um bailarino, mas também entrou a musicalidade, enfim, o jeito para a coisa...soa como convencimento, mas eu acredito que em tudo, para ser bemsucedido, para se sobressair, é preciso um tanto de talento, de vocação mesmo. E sorte? Olha, eu diria que também, mas a sorte entra ou pode entrar em episódios esporádicos. O que é preciso ter para chegar lá é perseverança, dedicação no caso da dança, significa treinar horas a fio e acreditar em si mesmo, acreditar que se é capaz de fazer aquilo. Porque só o físico não adianta. De nada adianta você se matar de ensaiar se não correr atrás da sua carreira, das oportunidades, de se expor... Pode-se dizer que depois de A Chorus Line sua profissão deslanchou? A Chorus Line foi um espetáculo que me ensinou muita coisa. Foi onde eu tive a oportunidade de começar a conhece o que acontecia atrás do palco. Todo o aparato técnico envolvido, a importância da luz, do som, da cenografia...tanto que até hoje eu faço muito a luz nos meus espetáculos. A Chorus Line foi uma escola que me despertou para a direção, para a coreografia, para a vontade de fazer essas duas coisas. Porque até então você só dançava... Eu dançava, dava aulas, coreografava, mas dentro da escola, porque sempre achei que eu tinha talento para ser bom coreógrafo, sempre gostei. Mas houve uma coincidência, ainda fazendo A Chorus Line, estava também a Heloísa Millet (bailarina e atriz, destaque não só na abertura do Fantástico nos anos 1980 como em novelas do horário das sete horas Estúpido Cupido, Te Contei, entre outras) e ela tinha feito Pippin (espetáculo que estreou na Broadway em 1974 e continua sendo levado aos palcos em todo o mundo, com texto de Roger Hirson e músicas de Stephen Schwartz) que eu tinha adorado quando criança. Bem, ela me deu o texto, traduzido por Flávio Rangel ( : um dos principais nomes do teatro brasileiro no século 20, diretor de mais de 80 espetáculos no teatro e televisão, tradutor de 19 peças, escritor e jornalista) e de repente eu tive a ideia de montar um resumo do Pippin em Campinas. Era para ser um bloco, mas surgiu o espetáculo completo. E então descobrimos o problemão que é montar esse espetáculo, por conta dos direitos autorais. Eu me lembro, trabalhava para uma emissora de TV à época e até a véspera do espetáculo vocês não sabiam se poderiam estrear... Pois é, depois de anos fui descobrir que o autor, Stephen Schwartz, é muito chato com relação aos direitos autorais do Pippin, tudo tem que ser do jeito que ele imagina, ele quase não deixa ninguém montar, então, veja, aquela montagem tinha que acontecer, era pra ser. Nós fomos muito atrevidos e apesar do noviciado, muito competentes porque o espetáculo foi um sucesso e nunca tivemos problemas com a versão que montamos. Eu também me lembro que cada um de vocês confeccionou o próprio figurino e colaborou com o cenário...os materiais usados eram papel craft, isopor, espuma e por aí vai... S H O W R O O M 9

9 10 Exato. Aquele espetáculo foi muito bom para todos nós, houve uma explosão de artistas talentosos na Campinas dos anos 80 que se internacionalizou depois, mas havia também muitos profissionais liberais que participavam dos espetáculos. Depois do Pippin teve o Hosp!, um espetáculo escrito por vocês próprios, certo? Me lembro bem porque o texto da apresentação do material distribuído para o público foi assinado por mim...(risos) Então, Hosp! foi mais uma experiência inovadora para a época e para hoje, porque são raros os grupos onde todos, do iluminador ao diretor, conseguem dividir todas as tarefas com a mesma paixão e a mesma humildade. E naquele espetáculo todos nós nos jogamos de corpo e alma. Hoje, revendo aquele espetáculo pode nos parecer um tanto infantil do ponto de vista da dramaturgia, mas como ideia, como conceito, era muito bom. Eu acredito que Hosp! abriu uma outra fase em minha carreira. Foi com ele que eu tomei coragem. Depois dele eu percebi que poderia sair de Campinas e perseguir minha carreira. E então você veio para a capital e começou a participar de todas as montagens, tipo Evita, Hair... e depois disso voou para a Europa? Exato, a Europa estava nos meus planos desde o início da carreira. Eu queria fazer dança contemporânea lá, fazer o curso da Pina Bausch (coreógrafa, dançarina, pedagoga de dança e diretora de ballet alemã, conhecida por romper com todas as formas tradicionais da dança-teatro nos anos 1970, utilizando uma lingugagem corporal incomum para a época) que sempre foi meu ídolo. Então fui a convite de amigos meus que estavam participando de um show brasileiro em Viena, que precisava de bailarinos. Mas chegando lá, os planos mudaram de novo. O show havia sido transferido para o final do ano, então, sem nada para fazer, fui assistir a algumas aulas, workshops, que acontecem durante um grande festival de dança durante o verão. Lá eu dancei, um coreógrafo gostou de mim e me convidou para trabalhar na companhia dele. Foi ótimo, porque de cara comecei a trabalhar como bailarino. No final do ano rolou o tal show brasileiro e depois fiquei desempregado...(risos) Mas não por muito tempo... É, tive sorte. Fui convidado para ser modelo. Passei a desfilar e trabalhei com isso por um ano e meio mais ou menos... Aí está a prova que a beleza ajuda, além do talento (risos)... É, embora não fosse a minha profissão, procurei fazer o melhor que pude, com responsabilidade, cumprindo horários, aquela coisa toda, até que participei de uma competição internacional de novos coreógrafos e ganhei o primeiro lugar. Não ganhei dinheiro com isso (risos), mas foi muito bom para o ego E certamente o recolocou no caminho da dança... É. Voltei como assistente do coreógrafo que havia me contratado para a companhia dele, para fazer a Missa de Bernstein (Leonard Bernstein, ). Com isso, fiquei conhecido e uma sucessão de espetáculos, de musicais aconteceu: Rock Horror Show, Sweet Charity Gaiola das Loucas etc. Quanto o fato de ser bonito, de ter um tipo físico, digamos, clássico, facilitou o seu ingresso no meio artístico na Europa? Olha, lá eu sou muito diferente, sou muito latino. O fato de ser alto, não diminui o meu nariz de origem italiana, e preconceito sempre tem um pouquinho. Não tanto quanto à aparência, mas quanto à competência. É difícil para eles acreditarem pelo menos há 25 anos o era - que um brasileiro podia ser um bailarino, um coreógrafo de musicais. O esperado de um artista brasileiro seria a percussão, o samba... E quando se deu efetivamente a sua entrada para a coreografia europeia? Com minha volta aos musicais como bailarino, passei a dar aulas na Performing Arts, uma escola que forma profissionais muito conceituada na Áustria. Isso me abriu portas para a coreografia. Me deu uma vitrine e o primeiro grande espetáculo que coreografei foi Kiss me Kate, do Cole Porter ( ), uma grande produção. Dali em diante não parei mais. Fiz de Viena a minha base, mas passei a trabalhar como coreógrafo em toda a Europa. E a sua volta triunfal para o Brasil como o coreógrafo do momento, quando se deu? Então, foi em 2006 quando a Cláudia Raia fez Sweet Charity (Espetáculo que estreou na Broadway em 1966 com música de Cy Coleman, letras de Dorothy Fields, argumento de Neil Simon, direção e coreografia de Bob Fosse) no Brasil, uma super produção, envolvendo 200 pessoas entre atores, equipe de criação e técnicos de montagem. Eu estava de férias no Brasil, encontrei a Cláudia meio que por acaso a gente não se via desde os tempos de A Chorus Line mas nós retomamos o contato e ela me indicou para o Charles Möeller e o Claudio Botelho, respectivamente diretor e autor da versão brasileira. Eu fiz a recriação coreográfica e o espetáculo foi um grande sucesso. Daí em diante, passei a trabalhar bastante com eles Möller e Botelho, sem dúvida, uma dupla incrível, responsável pelas recentes produções de sucesso. Você está vivendo o que se costuma chamar de um ótimo momento... É, tenho tido uma vida intensa.

10 Depois de Sweet Charity, coreografei para o Möller e o Botelho, O Despertar da Primavera (peça de Frank Wedekind, adaptada para o musical de Duncan Sheik e Steven Sater, de 2006), depois fiz Hair (aclamado e premiado musical que mostra o comportamento e a cultura dos anos 60 e 70), em seguida fui convidado para coreografar e dirigir Meu amigo Charlie Brown (baseado nas tirinhas de Charles Schulz, traduzido e adaptado para o português por Mariana Elisabetsky) em São Paulo, espetáculo que foi premiado, e bastante elogiado pela crítica. Na sequência fiz mais um projeto com a Cláudia Raia, Pernas pro Ar (argumento de L F Veríssimo, diálogos de Marcelo Saback e direção de Cacá Carvalho) e recentemente a coreografia de Bruxas de Eastwick (argumento e letras de John Dempsey, música de Dana Rowe) com Maria Clara Gueiros e Eduardo Galvão. Vou dar uma força para Judy Garland O fim do arcoíris (argumento de A Laurents, letras de Stephen Sandheim e músicas de Jule Styme, com adaptação para o Brasil da dupla Moeller/Botelho e as presenças de Claudia Netto, Gracindo Junior e Igor Rickli ) no Rio de Janeiro e volto para São Paulo o ano que vem para mais uma temporada de Hair. Como é o seu processo criativo diante de tantos espetáculos seguidos e até simultâneos? Como você sai de um tema e passa a coreografar outro, completamente diferente? Bom, depois de 25 anos, fica um pouco mais fácil (risos). Fundamentalmente, a coreografia tem que contar a história. Eu não fujo do tema. Não existe a coreografia simplesmente porque é bonita. Ela tece a trama, ela tem continuidade. Claro que refletindo a minha visão da história. Sempre em sintonia com o diretor, naturalmente, mas recebendo a minha marca. Por isso, em todos os espetáculos em que participo a coreografia é minha. Mesmo os musicais da Broadway que têm a sua coreografia oficial, ao serem trazidos para mim recebem uma coreografia diferente. É outra criação. Assim como a direção, a cenografia, os figurinos, tudo é uma criação brasileira. É como se diz: a montagem brasileira de determinado espetáculo. E ao longo dos ensaios, antes da estreia, vão acontecendo ajustes, mudanças da ideia original? Sim, especialmente em musicais, que são produções muito caras, é fundamental que toda a equipe participe, opine e contribua para que se chegue ao melhor resultado. O musical não pode ser chato, não pode dar sono. Mesmo que ele retrate outra realidade, outra época, ele tem que ter ritmo, ele tem que prender a atenção daquela plateia para a qual a versão foi feita. Então, tudo é uma questão da qualidade da versão, da direção, da condução do espetáculo como um todo. Por isso é importante contar com profissionais experientes no meio. Não se aprende a fazer musicais, dirigindo apenas um ou dois espetáculos. É preciso fazer muitos. Me fale deste seu interesse nos bastidores do teatro, sobre o que não aparece para o público... Eu descobri que gostava de criar o espetáculo, de tirar as ideias que tinha na cabeça e dar vida a elas... É a exacerbação da modéstia... Não, não, ao contrário, eu acho que todo diretor é muito vaidoso, pior até que os artistas que estão no elenco (risos). O diretor tem o poder, tem o comando. Mas isso não chega ao público, quer dizer, a maioria das pessoas sentadas à plateia não identifica a mão forte, a condução precisa ou a sutileza da direção, não é? Onde reside a vaidade dele, então, se não pode ser aplaudida? Bem, mas a crítica sabe...(risos) e de certa maneira o público também acaba percebendo... De 25 anos para cá, ficou mais fácil fazer musicais? Com tanta tecnologia envolvida, se exige menos dos artistas? Sempre há os prós e os contras. Às vezes a tecnologia tira um pouco da essência, do trabalho do ator, dando a impressão que a performance está decorada. Por isso e preciso tomar muito cuidado, especialmente na iluminação, que hoje traz efeitos fora do comum. Então, o segredo está em sempre saber contar uma boa história. Alonso Barros, coreógrafo da versão brasileira de cabaret com claudia raia e JARBAS HOMEM DE MELLO De qualquer forma, a coreografia é fundamental nos musicais. Isto colocado, a dança não ocupa um papel preponderante sobre a interpretação e a própria tecnologia envolvida no espetáculo? Não, não. A dança faz parte, assim como o canto, a dramaturgia, a cenografia, os figurinos, a performance do elenco, isoladamente e em conjunto. Tanto é que, em Cabaret, por exemplo, cada personagem tem um nome. O elenco não é formado apenas por bailarinosatores, mas cada qual atende por um nome, que tem uma história. Quer dizer, todos eles criaram e passaram a viver intensamente aquelas personagens, dando voz, drama e movimento a elas. Do contrário, seria apenas a dança pela dança, sem o fundamento de uma boa história. E isso não teria sentido. S H O W R O O M 11

11 Jutta Dierks. vice-presidente de Vendas e Marketing da VWB Helyu Malhairo, gerente de T&A da VWB 12 Keith Parkins, diretor de Pós-Vendas da Volkswagen do Brasil Intensificar o diálogo, estabelecer-se como Fórum de interação com a Rede VW, entender as características regionais, envolver o titular nas questões de Pós-vendas, compartilhar estratégias, aumentar a participação no mercado de Pós-vendas e, assim, aumentar a satisfação do cliente. Estas foram as propostas que levaram à realização da Turnê Pós-Vendas 2011 Levando Ritmo até Você, um seminário de dois dias, promovido pela Volkswagen em todo o Brasil, entre setembro e outubro passados. Estamos ainda longe da nossa meta - disse, em um ótimo português, Keith Parkins, diretor de Pós-Vendas da Volkswagen do Brasil, apontando para o quadro que mostrava a Montadora em 9º lugar no ranking de Satisfação Geral do Cliente no quesito Pós- Vendas, ao abrir cada um dos cinco seminários da Turnê Pós-Vendas O tom simpático e amigável, no entanto, não desanimou a plateia, formada por titulares, gerentes de peças, serviços e chefes de oficinas que lotaram os hotéis que sediaram o evento nas cidades de Florianópolis, Natal, Rio Quente, Campinas e Rio de Janeiro. Isto porque, logo em seguida, Parkins anunciava o empenho da Volkswagen em investir recursos e tecnologia para que em 2015 a Companhia chegue ao 5º lugar e em 2018 ao 3º. Para isso, evidentemente, contamos com os senhores disse -, formando equipes competentes que gerenciem novos fronts de trabalho para, nos próximos quatro anos, quando precisaremos ter alcançado um aumento de produtivos e mais lugares de trabalho para atender às necessidades dos clientes e assim assegurar sua fidelidade, tenhamos alcançado nossa meta. Keith Parkins também apresentou dados internacionais que mostram o quanto mercados desenvolvidos ganham no Pós-Vendas: até 65% de lucro operacional, enquanto no Brasil mal se chega a 30%. Isto significa que temos um grande mercado a conquistar. Um mercado de peças estimado em R$ 5 bilhões até o ano de 2015, sendo que a Rede Volkswagen detém 32% dele, o restante está nas mãos do mercado independente, esclareceu. E antes de chamar ao palco o trio de gerentes da área que chamou de os Três Mosqueteiros Daniel Morroni, responsável pelas Operações Comerciais, Helyu Malheiro, pela Operação de P&A e Ricardo Casagrande pelas Operações de Serviço -, Parkins salientou o crescimento do evento em relação ao ano passado: Temos 14 stands de projetos

12 Ricardo Casagrande, gerente de Serviços da VWB Mauro Saddi, presidente da Assobrav e serviços da Volkswagen voltados aos concessionários e 21 stands dos principais fornecedores de peças e acessórios da marca, e, na feira calculamos que serão comercializados cerca de R$ 50 milhões em produtos para a Rede VW. Entre os stands, ganhou evidente destaque o da Assobrav que divulgou, com tecnologia de ponta, seus mais recentes programas: F&I dos Concessionários Volkswagen, PROTEV, treinamento para consultores técnicos e CarClick, este último, devidamente apresentado na sala de reuniões no interior de uma Kombi customizada. Melhoria da disponibilidade da peça Os gerentes da Fábrica tiveram a atenção de explicar aos chefes de oficinas, supervisores, gerentes e titulares de concessionárias a nova estrutura da área de Pós-Vendas, que incide nos três departamentos, para melhor atender a Rede Volkswagen e assim imprimir um maior ritmo ao dia a dia dos negócios. Nossa prioridade é dar foco aos fundamentos, disseram, e para isso, cada departamento somou esforços aos pontos que consideram mais necessitados. Na Operação Comercial, por exemplo, foi criado o setor Operações de Campo, um braço avançado para estar mais presente na oficina da concessionária. Paralelamente, para melhor atender ao produto na questão de colisões, manutenção e desgaste nas áreas mecânica e elétrica, bem como de acessórios, especial atenção será dada, destacando uma equipe especial. O mesmo enfoque estratégico terão os comerciais leves e os clientes corporativos. Transformação da cadeia de suprimentos de P&A. As novidades na Operação de Serviço ficaram por conta da revitalização do CRC, do Call Center e do Volkswagen Service. Já na Operação de Peças e Acessórios, duas novas seções foram incorporadas ao organograma do departamento: a de qualidade e a do dealer care, ambas auto-explicativas, segundo, Helyu Malheiro, gerente da área, que ratificou a intenção do setor em focar nos fundamentos: para nós o importante são os suprimentos, as ferramentas e os equipamentos, o pessoal e a sua qualificação, a informação e a documentação da área, devidamente identificadas, completou. Satisfação do Concessionário, Satisfação do Cliente Outra questão tocada pelos gerentes foi a Pesquisa GPMS Global Parts Manager Survey, pesquisa realizada uma vez ao ano em todas as marcas do Grupo Volkswagen no mundo, para medir o nível de satisfação geral das concessionárias com Daniel Morroni, gerente Comercial da VWB S H O W R O O M 13

13 Stand da Assobrav 14 o serviço prestado na área de peças. Como o resultado da pesquisa de 2010 havia apontado níveis de satisfação abaixo de 50% os quesitos Disponibilidade, Atendimento de Pedidos, Processo IPRR e Entrega de Peças, essas passaram a ser as prioridades para este ano. Os resultados da pesquisa deste ano sairão em dezembro e pelo que temos sentido em campo, temos certeza de que estes itens serão muito melhor avaliados, festejou Helyu. Para a melhora de todo o processo ainda estão previstos novos centros de distribuição regionais, para agilizar as entregas, novas transportadoras e expansão do uso do Código de Barras com implementação do barcode e do sistema Autopart. E para demonstrar os benefícios dos sistemas, destacandose a qualidade de estoque, a melhoria da sazonalidade, o aumento das vendas, a melhoria da produtividade e a garantia de recompra, vários depoimentos de gerentes e titulares foram ouvidos, presenciais e gravados. Banco Volkswagen A presença do Banco Volkswagen na Turnê Pós- Vendas 2011 mostrou a evolução das linhas de crédito para o setor, registrando um aumento de 14% de julho 2011 em relação a dezembro 2010 e acumulando cerca de R$ 71 milhões até julho deste ano em crédito para a Rede de Concessionárias. Tudo isto faz parte da dedicação do Banco Volkswagen em oferecer ferramentas de crédito ao concessionário como o Financiamento Total Banco Volkswagen, esclareceu Paulo Pinho, diretor da organização. Pelo sistema, o cliente pode ser atendido no financiamento do veículo, no seguro, no despachante e também na compra de peças e serviços. Quanto aos serviços para o concessionário, o Banco Volkswagen oferece condição especial para aquisição de equipamentos para oficina como o VAS, Espaço loja de acessórios TECH, identificação visual VW - Foggiato e Quadros para o programa ATC. Desafio no Negócio de Peças O time de gerentes da Fábrica apresentou ainda o potencial de mercado de peças e acessórios no Brasil um mercado em expansão, e as possibilidades de ganhos que o departamento oferece aos concessionários, considerando a significativa mudança sofrida por esse segmento de mercado nos últimos anos e a feição que terá até O aumento da sua complexidade, a própria expansão do seu portfólio, a queda nos índices de reparação dos veículos graças à melhoria da qualidade dos mesmos, a variedade de modelos e marcas, a mudança no perfil do cliente, a queda no índice de fidelidade do cliente e, naturalmente, o aumento da competitividade levam a um mercado totalmente novo, mas não menos lucrativo se bem trabalhado. Para enfrentar esse desafio, o Grupo Volkswagen propõe o Parts Horizon 2020, um programa que prevê uma política de preços orientada para o mercado com processos e sistemas, além de uma capacidade de atendimento diferenciada: o Volkswagen Express e Centro de Funilaria e Pintura. Isto somado a uma estratégia direcionada ao cliente corporativo. Adicionalmente, a iniciativa prevê esforços com itens dedicados a modelos acima de 5 anos, equipe focada em vendas externas e uma área específica para estudar o crescimento do negócio de pneus na Rede. Centro de Funilaria e Pintura e Volkswagen Express Com várias imagens de concessionários de todas as marcas do mundo todo adotando modelos similares ao Centro de Funilaria e Pintura e do Volkswagen Express, mostrando, pois, que é uma tendência, foram apresentadas ao público que superlotava os auditórios das sessões plenárias da Turnê Pós- Vendas as principais características e as vantagens desses modelos de operação. No caso do Centro de Funilaria e Pintura, o objetivo é o de aumentar a capacidade instalada, melhorando a produtividade, firmando parceria com seguradoras e fornecedores e assim, obter maior lucratividade. No Volkswagen Express, o foco é fazer os serviços rápidos (realizados no máximo em 1 hora), com preços competitivos, especialmente nos carros dos segmentos I e II, e em instalações isoladas ou anexas à concessionária. Projeto Piloto Desde outubro teve início o projeto piloto que vai implantar simultaneamente nas sete regiões do País Centros de Funilaria e Pintura e unidades Volkswagen Express. Para isso consultores em cada região estão trabalhando em parceria com fornecedores, seguradoras e com o CESVI, segundo adesões dos concessionários, conforme interesse.

14 Roger e banda Rock Show Melhorar a Satisfação do Cliente CSI Custumer Satisfaction Index tratase da Pesquisa Oficial do Mercado Brasileiro utilizada pelo Grupo VW. A classificação do Pós- Vendas oferecido pelas concessionárias da marca no primeiro semestre de 2011 obteve a 9ª posição no ranking entre as 12 montadoras relacionadas, segundo a opinião dos proprietários de veículos com 1 a 2 anos de uso que passaram pelas oficinas da Rede nos últimos seis meses. A amostra, realizada com 840 clientes, retratou a realidade, segundo os presentes, que admitiram a necessidade de melhorar o índice. Para isso, deliberou-se que as medidas a curto prazo serão as seguintes: tratar os clientes críticos do SIQ na CRC, reforçar o treinamento dos consultores técnicos no Task Force Treinamento, assim como o pessoal da recepção e da entrega no ATC. A longo prazo, serão agilizados os processos de garantia e de suprimento ao produto, de avaliação dos perfis dos CTs e de acesso on-line do DN aos casos na CRC. A nova metodologia de avaliação do SIQ terá início logo no primeiro dia do ano que vem. Diminui a evasão das concessionárias após o fim da garantia Embora ainda alta, a evasão dos clientes das oficinas das concessionárias após o término da garantia de fábrica geralmente após o primeiro ano do veículo, vem diminuindo. Isto significa que os consumidores têm percebido que os preços praticados são justos e os serviços bem realizados e mais rápidos. Segundo estudos da GIPA, apresentados pelos gerentes da Volkswagen, em 2009, após 18 meses, os clientes deixavam as oficinas da Rede para frequentar as oficinas do mercado independente. Em 2010, esse número praticamente se manteve (16 meses), mas este ano começou a aumentar: deverá fechar em quase dois anos o período em que o cliente permanece fiel às oficinas das concessionárias. Mesmo assim ainda é muito pouco tempo. Nós precisamos reter o cliente. O verdadeiro cliente é o cliente de oficina, disse Ricardo Casagrande, gerente de Operações de Equipe da Assobrav presente ao evento Serviços, que voltou a relacionar os principais motivos de evasão das concessionárias: preços elevados (41%) espera para ser atendido (33%), reparo demorado (8%), mau atendimento (7%), desconfiança (6%) e fim da garantia (5%). Ações para ganhar a confiança e a fidelidade do cliente Também foram apresentadas durante o evento, as ações adotadas para fortalecer a imagem das concessionárias junto ao público consumidor na questão de serviços. A campanha Preço Fixo 1ª Revisão, cujo objetivo foi mostrar transparência e segurança aos clientes foi muito bem recebida, tendo registrado um salto de aprovação de 61% para 82% da 1ª para a 2ª onda, realizadas respectivamente em 2010 e O ATC Atenção Total ao Cliente com a divulgação das melhores práticas (+ 30% em veículos atendidos; + 30 % ticket médio mão de obra + peças + acessórios; SIQ Pós-Vendas acima da Região por 1 ano e 60% de incentivo na Taxa de Mão de Obra em Garantia), assim como a CRC Central de relacionamento com o Cliente e a Central de Atendimento ao Concessionário, prevista para o primeiro semestre de 2012 nas áreas de Peças e Acessórios (piloto já iniciado em outubro 2011), Suporte ao Produto e Garantia do Produto são iniciativas em andamento que visam igualmente melhorar a satisfação do cliente com base em pesquisas de mercado. Desenvolvimento de Pessoas Além dos Centros Regionais de Treinamento implantados, em construção e em implementação até o fim deste ano e dos cursos Técnico em Diagnóstico e Técnico Mestre oferecidos pela Volkswagen do Brasil, foram anunciados por Mauro Saddi, presidente da Assobrav, os mais recentes treinamentos oferecidos à Rede de Concessionários pela Assobrav. Tratamse dos Projeto Aprendiz Volkswagen (em parceria com o SENAI), PROTEV (em parceria com a Academia Volkswagen) e o Treinamento para Consultores Técnicos (em parceria com a Megadealer). S H O W R O O M 15

15 16 Será treinada a melhor mão de obra para a Rede VW Assim definiu o PROTEV o presidente da Assobrav, Mauro Saddi, ao falar sobre o Programa, que está treinando vendedores de veículos, de peças e vendas corporativas. De simples adesão, basta o concessionário contatar o setor de Gestão de Pessoas da Assobrav assobrav.com.br) para receber o formulário onde detalhará a quantidade de funcionários que deseja. De posse destes dados, o setor passará, dentro de prévio planejamento, a selecionar e a recrutar na região os potenciais futuros vendedores. Neste momento é que as concessionárias interessadas em contratar os vendedores já terão assinado o Contrato de Adesão ao PROTEV, que consiste no pagamento de apenas R$ 1.500,00, em duas parcelas (o valor deste serviço no mercado chega a R$ 4 mil), explicou Saddi. O treinamento Devidamente contratados pelas concessionárias, os novos vendedores serão treinados intensivamente durante dois meses, seja pela Academia Volkswagen como pela Assobrav, no aspecto técnicocomportamental. Além das aulas teóricas e práticas patrocinadas pela Assobrav e a Volkswagen, os iniciantes também receberão treinamento nas concessionárias. Uma vez treinados, os vendedores ainda serão monitorados pelo setor de gestão de Pessoas da Assobrav para avaliar sua performance, inclusive comparativamente à equipe já existente na concessionária. A intenção é formar um banco de índices de desempenho e seguir aprimorando o treinamento, bem como incentivando a reciclagem das equipes. Boas notícias A Turnê Pós-Vendas 2011 também falou de comunicação no setor e anunciou a unificação de todos os programas de Pós-Vendas em um único local com o objetivo de modernizar e facilitar o acesso aos programas existentes e estimular a adesão dos concessionários. O Portal de Comunicação Pós Vendas já está no ar, inserido no Portal da Rede (www. portalposvendas. Toni Garrido com.br) com visual moderno, ágil e de fácil navegação. A mesma comunicação foi prevista para o ponto de venda, renovada e adequada às novas propostas de atendimento aos concessionários e de fidelização dos clientes. Também a comunicação com as oficinas independentes foi lembrada através da publicação Notícias da Oficina, ferramenta de relacionamento com o reparador independente, que estabelece um canal para a utilização das Peças Originais VW, além da divulgação de ofertas e promoções. Outro meio de divulgação dos serviços Volkswagen é a parceria com a Oficina Brasil, assim como a TV Corporativa, que veicula treinamentos telepresenciais. Por fim, foram apresentados os critérios para avaliação das campanhas em curso Craques em Serviço e Adrenalina e os novos produtos da grife Volkswagen Tech e o inédito aplicativo para Iphone e Ipad.

16 Kombi onde foi apresentado o Car CliCk Coquetel e shows A Assobrav fez questão de convidar os diretores e executivos da Volkswagen e os titulares da Rede de Distribuição em todas as regiões onde foi realizada a Turnê para um coquetel, em cada cidade estrelados alternativamente por Leo Jayme, Tony Garrido e Roger do Ultraje a Rigor, todos acompanhados pela banda Rock Show. O coquetel teve como destaque o anúncio dos novos serviços prestados pela Assobrav à Rede de Concessionários: o CarClick e o F&I dos Concessionários Volkswagen, ambos apresentados, como dito no início deste texto, no stand da Assobrav. CarClick é a mais recente iniciativa da empresa Tecnologia da Rede Volkswagen. É a plataforma digital de distribuição de seminovos da Rede Volkswagen. Mais que um portal de classificados, o carclick. com.br é o novo parceiro de negócios do concessionário, explicou Mauro Saddi, aos presentes. De fato, através da ferramenta de classificados com tecnologia focada exclusivamente em divulgar os estoques de seminovos da Rede Volkswagen para um público qualificado, o portal é capaz de atrair grande volume de internautas. Sem limite de anúncios, os concessionários da marca podem divulgar seu estoque de carros seminovos 365 dias por ano, 7 dias por semana 24 horas por dia, ampliando significativamente o seu ponto de venda. Além disso, todos os anúncios do CarClick também são veiculados no site da Montadora - volkswagen.com.br Já o F&I dos Concessionários Volkswagen foi criado para sistematizar, criar um procedimento, dar feição àquilo que algumas de nossas associadas fazem com maestria: a operação do departamento de F&I, cujo objetivo maior é o da fidelização de clientes, por meio do melhor e mais completo atendimento, referendou Saddi. S H O W R O O M 17

17 Como evoluem os freios 18 H Por Fernando Calmon á outras tecnologias que nasceram em função de sensores, atuadores e controles do ABS. Bem conhecido é o ESC (Controle Eletrônico de Estabilidade), em processo de obrigatoriedade paulatina nos carros novos nos EUA e na Europa. ESC também evoluiu e inibe situações em que podem ocorrer capotagem ou um reboque ziguezaguear. Ao lado da sensível evolução da capacidade de processamento, volume, peso e custo do ABS caíram de preço substancialmente, desde sua introdução em Permitiu que carros mais baratos o adotassem. No entanto, há desafios pela frente. Ampliar o uso de sistemas de evitar acidentes ou mitigar seus efeitos (diminuindo a velocidade de colisão) exige controles eletrônicos que possam gerar enormes pressões hidráulicas de frenagem, em curto período de atuação. Hoje, bombas de vácuo auxiliam nesse papel. Mas também é necessária a integração crescente entre freios regenerativos (para recarregar baterias) e os convencionais por atrito, de forma amigável ao motorista. Assistência totalmente elétrica seria uma solução, porém há resistências depois que um fabricante de grande prestígio experimentou sérias dificuldades em campo e abandonou a tecnologia. Assistência elétrica, no entanto, chegará algum dia, até em razão do prometido futuro direcionado aos carros elétricos em cidades. Sem contar que automóveis convencionais serão produzidos ainda por décadas. Enquanto não se concretiza, há uma A partir de 1º de janeiro de 2014, nenhum modelo poderá ser comercializado no Brasil sem freios antitravamento (ABS). A importância desse dispositivo muitas vezes é mal compreendida. Seu funcionamento permite manter o controle do volante numa frenagem emergencial e encurta a distância de parada, especialmente em piso molhado ou escorregadio. Para o máximo de eficiência o motorista precisa aplicar força total ao pedal de freio. Essa função é exercida de forma automática pelo BAS (Sistema de Assistência aos Freios, em inglês), ainda não obrigatório no País, mas deveria sê-lo. aplicação parcial e simples. Freio de estacionamento com controle elétrico (foto) está sendo aplicado, por ora, em modelos caros e agregando vantagens. Para citar algumas: retirada da alavanca ou pedal do freio auxiliar com a consequente liberação de precioso espaço no habitáculo, eliminação de cabos de aço que se desgastam e exigem regulagens constantes, aplicação de força total sem exigir esforço físico de travar e destravar (mulheres, em especial, agradecem), facilidade de instalação nas rodas traseiras ou dianteiras e só um botão para acionar. Benefício secundário, porém bastante útil, é a possível atuação automática em subidas e descidas. Além disso, em câmbios automáticos, na posição D (Drive), dispensa o motorista de pisar no pedal do freio de serviço para anular o pequeno movimento do carro em marcha lenta. Quem enfrenta para-e-anda do trânsito sabe como incomoda ao longo da jornada. Fernando Calmon é jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna Alta Roda começou em É reproduzida em uma rede nacional de 65 publicações entre jornais, revistas e sites. É, ainda, correspondente para a América do Sul do site just-auto (Inglaterra).

18 Confortável, seguro, econômico, verde e interativo Por ROSÂNGELA LOTFI Tradicionalmente em outubro ou novembro acontece o Congresso SAE Brasil, o fórum anual é o maior de tecnologia da mobilidade da América Latina, o segundo maior do mundo. Espaço onde os sistemistas e montadoras mostram novas tecnologias, inovações prontas para serem adotadas, dependendo do mercado, é claro. O que se vê no Congresso, o que se assiste nos fóruns que acontecem paralelamente à exposição chega primeiro aos veículos top de linha. Algumas tecnologias ganham escala, demoram um pouco, mas chegarão aos ainda despojados veículos brasileiros, outras 24 não, ficam no campo da ficção científica. A edição 2011 foi dominada pelo tema inovação em motores, em telemática e infotainment, em sustentabilidade, em conforto dos motoristas e passageiros e nas tecnologias que influenciam esse conforto. O presidente do Congresso Vagner Galeote, ressaltou a importância do evento como ferramenta tecnológica para o desenvolvimento da engenharia da mobilidade. Reflete as respostas das empresas às tendências dos mercados mundiais. É uma oportunidade inigualável de contato com a tecnologia no estado da arte. Reflete o futuro, ao mesmo tempo, repercute o atraso do mercado nacional: sensível a preço e a oscilações bruscas. Metade das vendas de

19 veículos no Brasil é de carros compactos, alguns com baixo conteúdo tecnológico. É uma realidade que está mudando com o incremento das vendas de carros médios, com o anúncio de algumas montadoras de Anovos projetos de compactos, caso da Toyota em Sorocaba, da Volkswagen com um derivado do Up!, da Hyundai, em Piracicaba, projetos globais com mais conteúdo, mas ainda demora. Até lá, olhar vitrines como a do Congresso é imaginar o futuro e, pelo que se viu, será mais confortável, com motores menos poluentes e mais econômicos, com transmissão variável contínua (CVT) e muita eletrônica, seja em sistemas de segurança, de conforto, e nas áreas de entretenimento, informação e conectividade. Eletrônica embarcada Sérgio Savane, diretor do Comitê de Tecnologia de Informação do Congresso SAE Brasil 2011, diz que 90% das inovações no setor automotivo estão relacionados à eletrônica. A produção mundial está estimada em 73 milhões de veículos leves por ano com um conteúdo médio de 35% em eletrônica: 22% em hardware e 13% em software. Dessa produção mundial, apenas 5,4 milhões deles com serviços de conectividade. Mal comparando, veículos brasileiros mais simples, populares, têm entre 10% a 15% do custo correspondente a sistemas elétricos e eletrônicos, enquanto, SUVs e veículos de luxo do mercado internacional têm 45%. Mais tempo dentro do carro Um conteúdo modesto em comparação a mercados maduros como EUA e Europa e a outros nem tão maduros assim, como os asiáticos. Para o engenheiro Savane há um mercado enorme a ser explorado na área de conectividade veicular. É um processo irreversível. Cada vez mais, as pessoas vão utilizar o tempo dentro do seu carro para se entreter, trabalhar, monitorar sua casa ou escritório e também para se comunicar com outras pessoas. As tecnologias já existem e novos produtos que estão sendo lançados vão tornar mais fácil e barato este tipo de integração e interatividade, explica. Por que demora tanto a acontecer? A defasagem dos veículos brasileiros no quesito eletrônica tem várias razões: uma, é que no exterior há tecnologias e hardware a pronta entrega. O Brasil não produz sequer os componentes básicos de inteligência das arquiteturas eletroeletrônicas como microprocessadores. Tudo é trazido de fora, a Ásia é um dos pólos. A China oferece hardware, a Índia serviços e softwares. Europa e Estados Unidos oferecem o portfólio completo. Nossa dependência é histórica Não é só para componentes e hardware automotivos, pense em computadores, tablets, celulares, aparelhos de TV e rádio no Brasil. Segundo a Abinee - entidade que congrega a indústria de eletroeletrônicos, a dependência da indústria local por chips e semicondutores importados é histórica. No ano passado, o déficit na balança comercial com a importação de componentes alcançou R$ 18,3 bilhões - dos quais R$ 4,53 bilhões foram para a indústria de telecom, R$ 3,35 bilhões para a de informática e R$ 4,46 bilhões para semicondutores. Desse montante, 63% foram comprados dos países asiáticos. A solução, segundo Savane, é fazer com que a tecnologia tenha plataformas de baixo custo, para que a inteligência seja oferecida como serviço ao maior número de pessoas. A tendência mundial aponta para uma interface cada vez maior da tecnologia com o consumidor final. Do básico ao sofisticado Telas LCDs, telas reconfiguráveis que respondem ao toque, Bluetooth, conexão para ipod e MP3 são básicos e já disponíveis no Brasil, em geral como opcionais, como acessórios nos veículos de entrada e em carros intermediários, mas a indústria precisa ser capaz de adicionar funcionalidades e atualizar sistemas para trabalhar com novos dispositivos, sem perder o pragmatismo. Flávio Campos, diretor de engenharia da Delphi, diz que a nossa inovação deve ser pragmática, e caber no bolso dos clientes. O mercado brasileiro está se sofisticando, mas ainda demora a chegarem às últimas tendências tecnológicas. O poder aquisitivo do brasileiro não é o suficiente nem para consumo de itens de segurança básicos em outros mercados como ABS e air bags. MAPEC A visão da Delphi, cujo time de engenharia avançada desenvolveu para o Brasil e outros mercados emergentes, é a central elétrica MAPEC (Multiple Application Eletrical Center). Mostrada no Congresso é a resposta ao desafio de adicionar mais funções elétricas e eletrônicas dentro de uma mesma solução de arquitetura veicular, por intermédio da miniaturização dos circuitos. A vantagem é que substitui uma série de equipamentos mecânicos por eletrônicos. Outro diferencial é a flexibilidade, a adequação aplicável em diversas plataformas de veículos, sem alteração da distribuição elétrica. Por meio de uma placa de comunicação GSM/GPRS é possível realizar a distância a leitura de informações sobre o veículo como nível de combustível, regulagem do motor por meio de OBD (On Board Data), integrar telemetria e eficiência energética. Com a telemetria, é possível até mesmo receber mensagens de alerta sobre o veículo em seu celular, antecipando problemas como manutenção e falhas mecânicas, monitorando o carro também a distância, explica Flávio Campos. Aplicativos para controlar o carro Sistemas de infotainment têm operação similar a qualquer smartphone. Ambos têm muitas características e funções dispostas em menus e submenus acessadas por telas sensíveis ao toque, com o mínimo de botões. Unir os dois é um passo natural e é a proposta do Key Fob, sistema de segurança via smartphone também desenvolvido pela Delphi. S H O W R O O M 25

20 A tecnologia permite controlar e monitorar remotamente diversas funções do veiculo por meio de um aplicativo para telefones inteligentes, através de uma comunicação Bluetooth entre o smartphone e um controle remoto Key Fob. O aplicativo permite ao motorista ligar ou desligar o veículo, checar e personalizar diversos itens de segurança e conforto ou localizá-lo em caso de perda ou roubo, ligar o ar condicionado para refrescar o carro estacionado debaixo do sol e muitas outras funções. Além disso, o sistema envia comandos e recebe informações sem a necessidade de uso da rede celular, sem custo de comunicação. C-Beyond John Germaine, diretor do Grupo Visteon, no painel que discutiu tendências tecnológicas que impactam o conforto dos usuários, começou a apresentação do conceito futurista C-Beyond dizendo que em São Paulo 800 novos carros ganham as ruas todos os dias, mais do que bebês nascem por dia. Os consumidores passam e passarão mais tempo no carro e para melhorar essa experiência é preciso colocar eletrônica à disposição, para conforto, integração com devices eletrônicos. Conectividade é importante para o Brasil. O C-Beyond integra mais 40 tecnologias montadas em um carro real (um Citröen Picasso) que mostram como será um carro em termos de conectividade, entretenimento, iluminação e climatização. Futurista O C-Beyond tem painéis sensíveis ao toque, com controles remotos para interação fácil, amigável e ergonômica com todos os recursos do carro como navegação avançada com informação de trânsito em tempo real, controle automático e individual da temperatura interna, faróis com regulagem automática de iluminação, acesso à internet, comando de voz, TV digital, sistemas inteligentes de iluminação interna, que acompanha o movimento do veículo em curvas. Tudo para promover conectividade homem/máquina utilizando dispositivos portáteis como celular e smartphones. O C-Beyond também demonstra a possibilidade de utilizar comandos e funções de forma personalizada. No banco de trás, por exemplo, as crianças podem assistir vídeos ou até navegar pela internet, enquanto outro passageiro ouve música e outro responde seus s. O que chama mais a atenção é a iluminação interna e exterior. Um módulo projetor frontal de luz alta em LED que oferece todos os padrões de feixe de luz, guiado por câmeras e com feixes adaptáveis de luz alterna automaticamente entre luz alta e baixa de acordo com o fluxo de trânsito ao redor do veículo. Além disto, o sistema oferece um modo anti-ofuscamento que permite que os faróis operem continuamente com alertas programáveis que reduzem o padrão de luz quando outros veículos estiverem em sua direção. Desenvolvimento muito rápido Mais simples e por isso mais fácil de integrar os veículos é o sistema PASE da Continental que libera a abertura do carro, sem que o motorista tenha a chave do veículo em mãos. O veículo reconhece quando alguém está em posse da chave no bolso, na roupa ou em uma mala e toca a maçaneta da porta com as mãos. Um computador padronizado atua em conjunto com até seis antenas, liberando o destravamento das portas. Comodidade, facilitando a vida do motorista até na hora de dar a partida do motor. A chave de ignição não é mais necessária, desde que a chave remota esteja a bordo. O veículo pode dar partida apenas com o aperto de um botão, o que também libera a trava de volante. Mas também mais segurança. O sistema, garante a empresa, previne o roubo, pois o veículo não pode ser iniciado. Ou o bloqueio do volante liberado até uma chave válida estar no compartimento de passageiros. Sem uma chave de autorização, ninguém tem a chance de sair com o carro. Por outro lado, o automóvel só trava quando a chave estiver fora dele, o que significa que não existe a possibilidade de se trancar para fora, deixando a chave acidentalmente no interior do veículo. Nas prateleiras da indústria automotiva muitas inovações, mas além dos já citados problemas, um parece insolúvel: a velocidade da inovação, a entrada de novas tecnologias. A obsolescência é muito mais rápida do que a capacidade de integração de todas elas nos carros. 26

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