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1 #4 FEV/MAR 2015

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3 SEÇÕES FEV /MAR Persona: Tércio Barcelar O cirurgião responsável pela chegada da videolaparoscopia em Pernambuco completa 65 anos e enfrenta o dilema sobre quando encerrar a carreira Economia As previsões pessimistas de um 2015 difícil se confirmaram Software Oráculo otimiza o gerenciamento de clínicas e hospitais Saúde Serviço de Home Care melhora a qualidade de vida dos pacientes Tecnologia Apple lança Smartwatch com recursos para Saúde Família Casais compartilham a área de atuação profissional e a vida familiar Literatura Obras literárias discutem a controversa relação médico-paciente Gestão Diretor da Rede D Or em Pernambuco, Alexandre Loback, faz um balanço da gestão no Estado Gastronomia Tendência europeia chega ao Recife, no Mundo Lá de Casa Comportamento Valorização da marca pessoal: desafio para os profissionais de medicina Minha viagem A imersão cultural da médica Regina Coeli no Leste Europeu Viva Vino Vinhos Varietais x Assemblages Política Governo entrega apenas 25% das ações do PAC2 para Saúde REVISTA MEDZINE FEV/MAR

4 QUEM FAZ EXPEDIENTE REVISTA MEDZINE - EDIÇÃO 4. FEVEREIRO / MARÇO 2015 ANDRÉ MORAIS SÓCIO DA CK CONSULTORES E ESPECIALISTA EM GESTÃO EMPRESARIAL E FINANÇAS. FAZ PARTE DA DIRETORIA EXECUTIVA DA MEDZINE E ASSINA A COLUNA DE ECONOMIA. LUCIANO CONDE DIRETOR DA CK CONSULTORES E ESPECIALISTA EM GESTÃO DE SAÚDE PÚBLICA. ADMINISTRA CLÍNICAS E HOSPITAIS EM PERNAMBUCO E É RESPONSÁVEL PELA ÁREA COMERCIAL DA MEDZINE. DIRETORIA EXECUTIVA / CONSELHO EDITORIAL Luciano Conde Filipe Biondi André Morais DIRETOR COMERCIAL Luciano Conde ANALISTA DE MARKETING Lawana Torres EDITORA EXECUTIVA Beatriz Albuquerque REPORTAGEM Beatriz Albuquerque COLABORADORES Carmem Marinho Marcelo Krause Maurício Dias FOTOGRAFIA Guilherme Guerra Priscila Feijó Reginaldo Guimarães Virgínia Melo PROJETO GRÁFICO Filipe Biondi DIAGRAMAÇÃO Isabel Caldas BEATRIZ ALBUQUERQUE JORNALISTA. ATUOU NO JORNAL DO COMMERCIO E EM ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO NA ÁREA DE SAÚDE. IMPRESSÃO Gráfica Brascolor TIRAGEM Exemplares DISTRIBUIÇÃO Dirigida e por assinatura Os artigos publicados são de inteira e única responsabilidade de seus autores e não refletem, necessariamente, a opinião da revista. A Revista Medzine é um produto da Usina Soluções LTDA CNPJ/MF: / LAWANA TORRES ANALISTA DE MARKETING RESPONSÁVEL PELO RELACIONAMENTO DE ANUNCIANTES JUNTO À MEDIZINE O oráculo está em mais de 80 clientes no nordeste ISABEL CALDAS DIAGRAMADORA. FORMADA PELA FACULDADE MARISTA DO RECIFE, ATUA NA ÁREA GRÁFICA DESDE 2005, PASSANDO POR DIVERSAS GRÁFICAS E EDITORAS DO ESTADO. Módulo Hospitalar Módulo Clínica Farmácia Completa Integração de Imagens (PACS) CAPA ALEXANDRE LOBACK ATINGIU A META DE IMPLEMENTAR UMA GESTÃO HOSPITALAR COM FOCO EM RESULTADOS EM PERNAMBUCO. FOTO: REGINALDO GUIMARÃES Ainda não conhece o oráculo? Agende 24h uma visita conosco Sistema Gestor de Saúde 6 REVISTA MEDZINE FEV/MAR 2015 Fones: (81)

5 EDITORIAL A TAREFA DE ADMINISTRAR UM HOSPITAL NÃO É DAS MAIS FÁCEIS. ASSIM COMO O MÉDICO, O GESTOR TRABALHA COM DIAGNÓSTICO PARA REALIZAR UM TRABALHO EFICIENTE. POR ISSO, É NECESSÁRIO QUE O GESTOR CONHEÇA PROFUNDAMENTE A ORGANIZAÇÃO EM QUE ATUA, ASSIM COMO O AMBIENTE EM QUE OPERA, AVALIANDO POSSÍVEIS IMPACTOS E BUSCANDO SOLUÇÕES EFICAZES, IDENTIFICANDO AMEAÇAS E OPORTUNIDADES. MÉDICO, IMPREVISTOS ACONTECEM, E, POR ISSO, ESTAMOS SEMPRE AO SEU LADO. NESTA EDIÇÃO TRAZEMOS UMA ENTREVISTA COM O DIRETOR EXECUTIVO DA REDE D OR EM PERNAMBUCO, O MÉDICO CARIOCA ALEXANDRE LOBACK, QUE FAZ UM BALANÇO DA SUA CARREIRA E FALA SOBRE OS DESAFIOS ENFRENTADOS PARA IMPLEMENTAR NOVOS PROCESSOS ADMINISTRATIVOS E ASSISTENCIAIS NOS HOSPITAIS ESPERANÇA (RECIFE E OLINDA) E SÃO MARCOS. O CIRURGIÃO TÉRCIO BACELAR PARTICIPOU DA SEÇÃO PERSONA. ELE NOS FALA SOBRE A IMPORTÂNCIA DA FAMÍLIA, O DESAFIO DE TER ESCOLHIDO A PROFISSÃO AOS 15 ANOS, SUA PAIXÃO POR ORQUÍDEAS E O DILEMA DE QUANDO INTERROMPER A SUA ATUAÇÃO COMO MÉDICO. A MEDZINE TAMBÉM ENTROU EM ALGUMAS CASAS NESTA EDIÇÃO. CONHECEMOS A HISTÓRIA DE DOIS CASAIS QUE, ALÉM DA ÁREA DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL (SAÚDE), COMPARTILHAM A VIDA. SÃO ELES O CARDIOLOGISTA ANDRÉ GUILHERME E A COORDENADORA DE ENFERMAGEM BÁRBARA CARVALHO E O ORTOPEDISTA STEMBERG VASCONCELOS E A GINECOLOGISTA CLEONÚSIA VASCONCELOS. A OUTRA CASA QUE ABRIU AS PORTAS PARA A MEDZINE ESTÁ NA SEÇÃO DE GASTRONOMIA. A PEDIATRA LÚCIA RODRIGUES, A ENFERMEIRA JACQUELINE FARIAS E A BANCÁRIA MANU DUQUE, COMEMORAM O ANIVERSÁRIO DE UM ANO DO MUNDO LÁ DE CASA, UM PROJETO GASTRONÔMICO, INTIMISTA, QUE SEGUE A TENDÊNCIA EUROPEIA CONHECIDA COMO JANTAR A PORTAS FECHADAS. PARA QUEM GOSTA DE CONHECER NOVOS LUGARES E CULTURAS, A MÉDICA REGINA COELI NOS CONTA SOBRE A SUA VIAGEM NO LESTE EUROPEU, PASSANDO PELA REPÚBLICA TCHECA E POLÔNIA. CONHEÇA OS PONTOS TURÍSTICOS, RESTAURANTES E OUTRAS DICAS SELECIONADAS POR REGINA. NESTA EDIÇÃO ESTREAMOS A COLUNA VIVA VINO, ESCRITA PELO SOMMELIER DA CASA DOS FRIOS, MAURÍCIO DIAS. VOCÊ AINDA ENCONTRARÁ UMA COLUNA SOBRE COMPORTAMENTO, ASSINADA PELA ESPECIALISTA EM MODA E IMAGEM PROFISSIONAL CARMEM MARINHO, E ARTIGOS SOBRE TECNOLOGIA E ECONOMIA. BOA LEITURA! EQUIPE MEDZINE FACEBOOK/REVISTAMEDZINE Há quase 200 anos, ajudamos pessoas a planejar seu futuro financeiro através de soluções em seguros de vida e planos de previdência individualizados. Assim, com os pés no presente, ajudamos a construir o amanhã e um futuro melhor para milhares de brasileiros. Mas a gente queria ir ainda mais longe. Por isso, nos tornamos parte do Grupo Aegon, um dos maiores grupos seguradores do mundo, presente em mais de 20 países e com mais de 47 milhões de clientes. Hoje, somos uma das dez maiores seguradoras independentes do País, com mais de 800 mil clientes só no Brasil. Conheça as soluções do Grupo Mongeral Aegon em seguros e previdência: Estrutura de atendimento e apoio para clientes e corretores em 60 unidades distribuídas por todo o País. Suporte para o parceiro no planejamento, estruturação e desenvolvimento de ações de comunicação, publicidade e campanhas de venda. Tecnologia para o desenvolvimento de operações de marketing direto. Soluções completas para instituidores e fundos de pensão. Soluções de comércio eletrônico (loja online). Fale com um de nossos consultores em Recife: (81) REVISTA MEDZINE FEV/MAR

6 PERSONA ESTOU MUITO SATISFEITO E ME CONSIDERO UMA PESSOA FELIZ. EU NÃO POSSO DIZER COMPLETO, PORQUE A GENTE NUNCA SE SENTE COMO TAL, POIS ESTÁ SEMPRE ADQUIRINDO ALGO NOVO Tércio Barcelar TÉRCIO BACELAR Cirurgião, docente, avô e apaixonado por flores. Após 42 anos de carreira, o pioneiro na técnica de videolaparoscopia no Estado enfrenta o dilema sobre quando encerrar a vida médica. A escolha da profissão foi uma decisão tomada precocemente pelo cirurgião gastroenterologista Tércio Bacelar, que completa 42 anos de dedicação à prática médica neste ano. A experiência adquirida por ele ao longo da vida é repassada para os estudantes universitários da Universidade Federal de Pernambuco, onde atua como docente. Aos 65 anos de idade, enfrenta o dilema sobre quando deve encerrar a carreira profissional, mas já organiza a sua rotina e abdica de qualquer atividade para acompanhar o desenvolvimento dos netos. eliminou a maioria dos concorrentes. Mas Tércio conseguiu ingressar na turma através de um remanejamento e iniciou a sua jornada. Segundo Tércio Bacelar, dentro do curso médico a especialização é um conjunto de interesses e oportunidades, então, inicialmente ele havia optado por fazer cardiologia, influenciado pelo professor Eleazar Machado, que atuava no Hospital D. Pedro II e era idolatrado pelos estudantes. Foto: Reginaldo Guimarães Nascido no Recife, em 11 de abril de 1950, Tércio Souto Bacelar é filho de pai médico e Entretanto, no 5º ano médico, o professor Edmundo Machado Ferraz, que também mãe dona de casa. A família teve início com D. Eleonora, que vivia no interior de Alagoas, é primo de Tércio Bacelar, alertou o jovem sobre a necessidade de iniciar a base migrando para a capital pernambucana e o patriarca, Dr. Tércio, aprovado em um concurso da sua trajetória profissional ainda na universidade. Edmundo ao me encontrar da Polícia Militar de Pernambuco, onde fez carreira até atingir a patente de coronel. na casa do meu pai perguntou o que é que eu estava fazendo naquela ocasião. Eu disse que estava de férias. E ele disse como é que você pode admitir um estudante Na infância, Tércio recebeu a instrução educacional básica sob o método do 5º ano de medicina, prestes a se formar, de férias? Você tem que atuar e decidir tradicionalista. Ele estudou nos colégios dos Irmãos Maristas, inicialmente no sua vida, relatou. Na manhã do dia seguinte Tércio estava no Hospital Getúlio Colégio São Luiz e depois no Colégio Marista. Aos 15 anos, quando estava concluindo Vargas, local onde teve o primeiro contato com cirurgia. o ginasial, o Marista havia definido a divisão do ensino científico para Medicina, Engenharia ou Clássico (curso de Direito). Essa pergunta me foi dada como uma Eu tinha apenas ido à maternidade no 3º ano médico e não teve o menor valor decisão de vida: O senhor quer o científico para medicina, engenharia ou clássico? na minha formação. A coisa mais incongruente que eu fiz na vida foi começar a Aos 15 anos eu fui obrigado a tomar a decisão sobre a minha profissão. Como eu tinha ter uma atividade prática antes de ter uma base teórica, o que muitos alunos um pai médico, acho que isso influenciou, e eu fiz medicina, afirmou Tércio. de medicina fazem. Aprendem muitas vezes as coisas erradas porque não têm um lastro de julgamento próprio da atividade que ele está fazendo. A partir daí Ele entrou na UFPE em 1967, em um dos vestibulares mais difíceis da instituição. eu entrei para ajudar Edmundo, que foi certamente a minha principal figura de Apenas 15 alunos haviam sido aprovados naquele ano, pois a prova de física referência para eu me tornar cirurgião, afirmou. 10 REVISTA MEDZINE FEV/MAR

7 A residência médica do cirurgião foi realizada no Pedro II, entre 1973 e Tércio sabia que tinha escolhido a profissão correta e decidiu aprimorar os seus conhecimentos. Fez todos os títulos acadêmicos inerentes à disciplina de Bases da Técnica Cirúrgica. Concluiu o mestrado em 1981 e foi em busca de uma oportunidade na Inglaterra, em Essa foi uma importante experiência de vida... Na verdade, Edmundo tinha como foco infecção hospitalar e contactou o professor Michael Keighey que me aceitou em um programa de pesquisa (Research Fellow) no seu serviço na Universidade de Birmingham. Eu voltei no final de 1990 com experiência adicional na cirurgia coloproctológica, uma vez que o professor Keighey representava uma das maiores experiências nesse campo da cirurgia, disse. Ao voltar para o Brasil, acompanhou a explosão da cirurgia de videolaparoscopia, conhecida como cirurgia do raio laser, apesar de ser feita com bisturi tradicional. Neste cenário, Tércio Bacelar foi pioneiro em Pernambuco ao realizar, em 1992, a primeira cirurgia de vesícula por videoloparoscopia no Estado. Em 1997, fez doutorado em Cirurgia e a partir desse momento, com títulos de especialista pelo Colégio Brasileiro de Cirurgiões e pelo Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva, definiu como foco de trabalho a realização de videocirurgias ligadas ao aparelho digestivo. Após décadas de experiência, Tércio Bacelar faz uma autoavaliação positiva da sua trajetória: Eu diria que estou muito satisfeito e me considero uma pessoa feliz. Eu não posso dizer completo, porque a gente nunca se sente como tal, pois está sempre adquirindo algo novo. Família Casado com a médica Fátima Lucas Bacelar, com quem teve dois filhos, Tércio acredita que a vida a dois se tornou mais fácil pelo fato do casal ter a mesma profissão. Ela é pediatra e de alguma forma isso ajuda bastante. Uma mulher de médico não médica sofre muito mais. Ela entende as intercorrências que acontecem conosco em algumas ocasiões, explicou. Foto: Reginaldo Guimarães Foto: Reginaldo Guimarães O casal começou a namorar quando ele tinha 18 anos e ela 15 anos. As casas dos pais deles ficavam bem próximas, o que facilitou a paquera. Juntos, tiveram dois filhos homens. O mais velho chama-se Bruno, que já é pai de Olivia e Tércio, o neto primogênito. O segundo filho é Thiago, que também é médico e pai de Maria Luiza e Gabriel. Ser avô é completamente diferente de ser pai, são coisas que não podem ser comparadas. Se você tentar em alguma situação exteriorizar um sentimento... você se perde na escala de valores. Quando me perguntam como é ser avô, eu digo seja, porque é a melhor forma de saber. Na busca de quantificar este prazer nos deparamos com uma ação de mensurar algo subjetivo. Na fase de avô nós temos maturidade, e talvez fosse o melhor momento de ser pai, afirma. você tem consciência do fim, mas não sabe quando esse dia irá chegar. Acho que para quem faz medicina é mais fácil acreditar que Deus existe, uma vez que tem fatos que você não consegue explicar no âmbito material. Você vê um doente morrendo hoje e, amanhã, ele recuperado. Você indaga, o que aconteceu? Eu não sei. Se você for imaginar em 42 anos de formado quantas vezes estes fatos já ocorreram. Algumas coisas que acontecem eu digo aos meus amigos e meus assistentes: meu santinho ainda está de pé, afirma. Docência Tércio Bacelar é professor associado da Universidade Federal de Pernambuco e para ele é gratificante a prática da docência. Porém, observa que a relação de respeito que ele estabeleceu com os seus mestres no passado, dificilmente é encontrada atualmente. O cirurgião dedica 40h semanais para esta atividade e, embora considere a remuneração insatisfatória, tenta passar a sua experiência para os alunos. O docente de uma forma geral tem por princípio ensinar. Primeiro o conteúdo do assunto, segundo a experiência de vida dele, terceiro o padrão moral que ele adquiriu dos pais e da sociedade. Eu ainda brinco com meus alunos dizendo que a única que não está escrita é a minha experiência, uma vez que a internet disponibiliza o conteúdo de um assunto sem restrições. Tudo hoje é bem mais fácil, diz. dores na coluna, mas encara o exercício como um momento lúdico. Como não gosta de academia, caminha no calçadão da Avenida Boa Viagem e aproveita para encontrar alguns amigos e pacientes. No mundo das artes tem mais interesse pela literatura, música e cinema. Porém, prefere ler assuntos de revisão médica e jornais. Mas na vida pessoal, o que mais lhe dar prazer é ir ao campo. Tenho uma casinha em Gravatá e lá eu tenho minhas plantinhas. Na parte da frente da casa eu tenho flores e na parte de trás eu tenho frutas. Eu planto, adubo e analiso a terra. Adoro flores. As flores que eu mais gosto são as orquídeas, pois são lindas porque têm características que nenhuma outra tem. Ela não gosta de muita água, mas tem uma exuberância tão grande. Eu tenho algumas que me foram dadas de presente, diz Tércio. Tércio Bacelar foi pai antes dos 30 anos, quando ainda tinha um imenso volume de trabalho, instabilidade emocional e econômica. Por isso, precisava trabalhar para sustentar a sua família e deixou de acompanhar o crescimento dos seus filhos como desejava. Embora, ele acredite que a vida ainda está muito agitada na sua idade, pois devido a sua experiência é habitualmente solicitado para solucionar os casos mais complexos. Hoje eu tenho tudo o que quero, e quando não tenho, eu faço o tempo. Sempre que posso, abdico de qualquer coisa para ficar com os meus netos já que eu não fiquei tanto com os meus filhos, garante. Medicina O grande conflito vivenciado por Tércio Bacelar atualmente é quando deve parar de trabalhar como médico. Ele ainda não sabe quando irá encerrar a carreira, mas garante que será enquanto ainda estiver em uma situação de reconhecimento. O cirurgião acredita que quando encerrar suas atividades continuará sendo solicitado para discutir informações ou reavaliar diagnósticos. O parar é de fato uma grande interrogação. Todas as pessoas que eu vejo aposentadas, sem nada para fazer, entram em depressão. Eu vou me esquecer da medicina, mas não vou esquecer de mim. A atividade de um cirurgião é diferente de um clínico, porque a mão começa a tremer. A minha ainda não está tremendo, quando ela tremer eu paro. Esse é um detalhe que precisa estar bem claro na cabeça, afirma. Religião Tércio teve sua educação religiosa baseada nos preceitos da Igreja Católica Apostólica Romana. Apesar de confessar não ser um católico praticante, costuma dizer que a sua fé é inabalável. Para ele, a religiosidade ocorre em etapas e é intensificada com o medo da morte. A explicação dada por ele é que ao envelhecer Lazer Na rotina extra-hospital de Tércio Bacelar, a prática de Pilates tornou-se uma obrigação prazerosa. Ele precisa fazer a atividade duas vezes por semana para aliviar 12 REVISTA MEDZINE FEV/MAR

8 ARTIGO André Morais / Diretor da CK Consultores SIM, AS PREVISÕES PESSIMISTAS DE UM 2015 DIFÍCIL SE CONFIRMARAM O ano de 2015 começou com notícias nada animadoras: aumento dos combustíveis, tarifas de ônibus, crédito pessoal, aumento e possível racionamento de energia, dólar batendo recordes diários de alta e agora aumento também nos medicamentos. A inflação também começa a assustar. Em fevereiro, fechou em 1,22%, apresentando leve recuo em relação à taxa de 1,24% de janeiro do ano anterior. Porém, o acumulado dos últimos 12 meses foi para 7,70%, a mais elevada desde 2005, quando atingiu 8,05%. Como já previsto por vários economistas, a realidade é bem diferente daquela das eleições... Dificilmente fugiremos de uma situação que combina recessão com alta inflação e o crescimento da economia dependerá do sucesso, ou não, das medidas do governo. Caso consiga cumprir a meta de superávit primário e seja capaz de restaurar a confiança dos empresários, é possível esperar uma leve recuperação da economia nos três anos finais do mandato da presidente Dilma. Crescimentos mais significativos dependeriam, em grande parte, de reformas estruturais, principalmente na área tributária, e de fortes investimentos em infraestrutura, o que parece pouco provável. Uma onda de demissões já se instalou no país devido a um cenário nada favorável proveniente da desaceleração da economia. Então, a economia, por vários motivos, entre eles a incerteza com relação ao futuro e as mudanças da política econômica do governo a todo momento, começa a ter impacto no mercado de trabalho com a diminuição das admissões e aumento das demissões. Pouco provável também será o governo conseguir atingir a meta de 1,2% do PIB para o superávit primário. Numa perspectiva otimista, mas ainda com dificuldades, 1% do PIB já seria uma grande conquista diante de uma herança desastrosa da gestão fiscal do primeiro mandato de Dilma. Isso sem levar em consideração que modificações nas propostas do governo pelo Congresso possam ocorrer a qualquer momento, impedindo até mesmo o alcance do nível mais modesto do superávit. Caso o Congresso desperte instintos populistas após as manifestações populares, novas dificuldades certamente aparecerão. 14 REVISTA MEDZINE FEV/MAR 2015 Em qualquer uma das situações, e tendo em vista a rigidez imposta pelos gastos obrigatórios, o governo seria forçado a recorrer ao aumento de tributos para evitar que um mau resultado ameace a preservação do grau de investimento duramente conquistado pelo Brasil, que ficou ainda mais temido depois do rebaixamento da Petrobras. E agora teme-se que contamine a classificação de risco do País. Mesmo pouco provável, mas não pode ser descartada. A avaliação do risco soberano depende essencialmente da área fiscal. Se o ajuste fiscal em curso fracassar, inclusive com a saída do ministro da Fazenda, o rebaixamento será inevitável. Outro fator que pode aumentar ainda mais a retração da economia é grande possibilidade de um racionamento de energia. Porém, os efeitos na economia dependerão do nível do racionamento, caso ele venha a ocorrer. As indicações até aqui são, infelizmente, de que podemos não escapar de uma restrição no fornecimento de energia que, segundo analistas, pode variar de 0,8% a 1,4% do PIB, se o racionamento for de 10% ou 15%, respectivamente. Por outro lado, a recuperação da economia americana se refletirá favoravelmente em todo o mundo. Um aumento do PIB americano contribuirá para elevar as importações da China, ajudando a evitar uma desaceleração maior da economia chinesa que também beneficia o Brasil, visto que a China atualmente é nosso maior parceiro comercial. Outro favor que se apresenta favorável para o Brasil neste momento é o aumento de liquidez do Banco Central Europeu (BCE), pois parte desses recursos tende a migrar da Europa para outros mercados em busca de rentabilidade, e o Brasil é um destino natural pela sua solidez institucional e atratividade de sua taxa de juros doméstica. Portanto, ainda que insuficientes para a recuperação do crescimento econômico, as medidas estão sendo tomadas por Joaquim Levy, que conta com apoio para conduzir o ajuste e neutralizar a possibilidade do rebaixamento do grau de investimento brasileiro. Esse sim, teria um custo altíssimo e de grandes proporções para o País. ORÁCULO A RESPOSTA PARA UMA GESTÃO EFICIENTE A implantação de softwares de gestão em clínicas e hospitais é um fator que potencializa o crescimento das empresas. Com a ajuda dos sistemas de informação, é possível controlar o fluxo de caixa, monitorar as atividades dos funcionários, melhorar o relacionamento com os clientes e até gerar relatórios, indicadores comparativos e gráficos estatísticos sobre a situação atual da empresa. Os programas do tipo ERP (Planejamento de Recursos Empresariais) e CRM (Gestão de Relacionamento com o Cliente) são indispensáveis para a otimização do trabalho. O primeiro ajuda a planejar a necessidade da empresa em relação à quantidade de matéria-prima e mão de obra. O segundo é responsável por registrar o histórico da relação com o cliente, como informações sobre a última consulta realizada e o histórico médico. Com o mercado no ramo da saúde cada vez mais competitivo, a contratação desse serviço é um importante aliado para que a empresa tenha produtividade e ofereça um atendimento de qualidade. e de um módulo que deve ser inserido no site da clínica, os pacientes podem pegar os resultados e laudos através da internet. O sistema ainda permite o agendamento de consultas, o envio de mensagens via SMS para os pacientes, a geração de agenda e criação de encaixe (over book) para pacientes de urgência, a visualização da arcada dentária para acompanhamento de tratamentos odontológicos, a solicitação de insumos à farmácia; previsões, quitações de pagamentos, perspectivas de despesas orçamentais etc. O Oráculo foi desenvolvido pela CTI Informática, uma empresa especializada em software para a área médica, que está presente há 21 anos em algumas das mais importantes empresas do Brasil, colaborando para a redução de custos e otimização do trabalho. Foto: Reginaldo Guimarães Para implantação dos softwares, a empresa paga uma taxa mensal pela licença de uso e, geralmente, tem direito a suporte técnico, remoto ou presencial. Assim, a empresa não precisa investir em um departamento ou profissional de tecnologia da informação. O Oráculo é um software compatível com todas as versões do TISS (Troca de Informações na Saúde Suplementar da ANS). Com esse sistema, os médicos podem acessar as prescrições, exames e laudos dos seus pacientes no computador, tablete ou smartphones. Por meio do Oráculo 15

9 HOME CARE: ATENDIMENTO DOMICILIAR MELHORA A QUALIDADE DE VIDA DOS PACIENTES Tratar o paciente em um ambiente onde há menos riscos de infecção e mais afetividade, ou seja, no seu lar, é uma alternativa que visa à melhoria da qualidade de vida frente às fragilidades de saúde do paciente. O serviço de Home Care, ou cuidado domiciliar, quase sempre esteve relacionado à área de Saúde Coletiva no País, mas voltou-se na última década para o atendimento, principalmente de pacientes com patologias de longa duração, incapacidades ou em estágios terminais. O movimento de Home Care surgiu nos Estados Unidos, em 1947, na era do pósguerra. Foi quando várias enfermeiras se reuniram e passaram a atender e cuidar dos pacientes em casa. Somente na década de 1960 é que este movimento tomou mais vulto associado à ideia da desospitalização. Atualmente, o serviço é desenvolvido por uma equipe multiprofissional, selecionada a partir do diagnóstico do paciente, responsável pela promoção, manutenção ou reabilitação da saúde do paciente. Conforme o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde existem atualmente no Brasil, 827 estabelecimentos que possuem o serviço especializado de internação domiciliar, vinculados a hospitais ou equipes do Programa Saúde da Família. A atuação dessas empresas é regulamentada pela resolução Nº11/2006 da Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa), que estabelece padrões de funcionamento, como, por exemplo, a obrigatoriedade de deixar o prontuário do paciente na residência e de manter os familiares informados sobre a assistência prestada. A Safety Med, por exemplo, é uma das empresas de urgência e emergência que atuam no estado de Pernambuco. Além do serviço de resgate e remoção, em ambulância UTI ou básica, a empresa oferece atendimento domiciliar. O atendimento pode ter duração de 6h, 12h ou 24h, variando de acordo com as necessidades do paciente. A equipe multidisciplinar é formada por cerca de 80 colaboradores, entre socorristas, médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, farmacêuticos, fisioterapeutas, nutricionistas e administradores. Foto: Reginaldo Guimarães Foto: Reginaldo Guimarães Foto: Banco de imagens A matriz está localizada no Rio de Janeiro, onde a empresa já possui oito anos de mercado. A filial pernambucana existe há três anos: Temos atestado de capacidade técnica de todos os clientes favorecendo a empresa na prestação dos cuidados. Os profissionais são qualificados e treinados, nós damos cursos mensais, como curso de combate a incêndio, de socorro, de salvamento em altura, Na avaliação da gerente da Safety Med, um dos maiores benefícios do Home Care de extricação, desencarceração (retirar pessoas do veículo). Estamos sempre é a redução do risco de contaminação do paciente. Outro ponto positivo seria a buscando conhecimento para toda a equipe, diz Ana Lúcia, gerente da filial. presença da família: já foi comprovado que quando o paciente está na sua casa, com familiares próximos, a melhora dele é muito notória, mais rápida até que no Segundo Ana Lúcia, todos os profissionais são orientados a respeitar os limites. próprio hospital. O núcleo familiar é uma peça muito importante. O profissional acaba entrando na residência de outra pessoa, então é preciso agir conforme a família aceita. Orientamos para que eles tragam a própria alimentação Além de profissionais qualificados, a Safety Med se destaca pelo uso de equipamentos e evitem transitar pela residência. Muitas vezes a gente também observa a família de ponta para prestação do serviço de Home Care. Entre eles estão o respirador querendo introduzir hábitos que para o paciente não será um hábito adequado para Oxylog 3000 plus, Bilevel Positive Airway Pressure (Bipap), monitor multiparâmetro, aquela patologia. Nesse caso o profissional também está ali para orientar, explica. desfibrilador, bomba de infusão, mobília (cama, armário, poltrona do papai) etc. 16 REVISTA MEDZINE FEV/MAR

10 TECNOLOGIA bateria sempre ser um problema para os smartwatches -> autonomia, com uso intenso deve chegar entre 2h30 e 4h; em repouso, até três dias; usos esporádicos, 19h contínuas. TECNOLOGIA E SAÚDE O relógio não é submersível, é apenas resistente à água. Nada de nadar e cuidado com os que suam muito. Mesmo com Wifi integrado, o relógio não conecta sozinho na internet. Ele tem pouca utilidade sem um Iphone conectado. O Apple Watch pode ser usado como disparador remoto da câmera em uma distância de até 10 metros. Marcelo Krause Smartwatch Em abril deve chegar às lojas nos EUA o Apple Watch, mas será que irá se pé ou fazendo algum exercício, além de estimar calorias gastas e, com apps de tornar um sucesso de vendas? Equipado com processador S1 (equivalente ao A5 treino, estipular objetivos. Com tantos modelos, tem design para todos os gostos. do Ipad 2), display retina, vidro de safira (exceto na versão Sport), cobertura traseira em cerâmica (exceto na versão Sport Composta), com vários modelos A tecnologia Taptic Engine -> imagine que ao receber as notificações que você de pulseiras, cores diferentes dentro das mesmas versões, e até uma edição em programou, ao invés de vibrar, você pode sentir um leve toque, como se alguém ouro 18 quilates para seis modelos distintos. Todos com NFC, Bluetooth 4.0, Wifi, estivesse lhe chamando. acelerômetro, pulsómetro, giroscópio e barómetro. Só funcionado com Iphone a partir da versão 5 e com IOS 8. O preço varia com os modelos. A versão mais Assistente virtual (Siri) e função handoff -> quem sabe agora o siri fale o simples custa a partir de US$ 349 dólares e o de ouro deve ultrapassar os US$ português do Brasil!!! 5 mil dólares. Force touch -> o relógio é capaz de distinguir entre leves toques no ecrã e o Mas, o que há de inovador? grau de pressão, podendo ser programado para reagir de formas diferentes. Smartwatch da Apple - Monitoramento de saúde -> os sensores traseiros podem medir a frequência cardíaca e ao mesmo tempo saber se você está sentado ou em Recarrega de forma simples e rápida com um carregador de indução. Apesar da Problema energético? Você sabia que se armazenássemos toda a energia solar que chega a superfície terrestre em um dia teríamos energia para 27 anos nos padrões de consumo atual? Já que a sua casa não é revestida de painéis fotoelétricos e energia elétrica está cada dia mais cara, que tal essas ideias: Booster Brolly -> um guarda sol feito em fibra de carbono com doze células solares na parte superior, que fornece a energia para a recarga da bateria e ampliam a frequência do sinal do celular por antenas embutidas. (blog.vodafone.co.uk) AMPY > dispositivo que transforma energia cinética, ou seja, produzida pelo movimento do corpo, em energia elétrica. Uma pedalada de 1h produz energia suficiente para 3h de bateria. Em desenvolvimento em Kickstarter. (getampy.com) Activ no estilo joelheira, armazena uma carga a cada passo dado. Recarregue seu celular com a energia produzida pelo próprio corpo. Foto: Banco de imagens Power Felt -> materiais fotovoltaicos que começam a ser utilizados em vestimentas e transformam o calor corpóreo em energia elétrica para recarregar os dispositivos. Como exemplos existe sacos de dormir, bolsos de calças e até botas. (gizmag.com) Foto: Banco de imagens Foto: Banco de imagens Tatuagem que produz energia a partir do suor -> a técnica foi destaque num encontro da sociedade americana de química em San Francisco, em Um adesivo abriga uma biobateria alimentada por lactato presente no suor. Interessante é que as pessoas com menos preparo físico (que malhavam menos de 3x por semana) geraram mais energia, ou seja, mais lactato, pois teoricamente cansaram mais rápido que as pessoas de malhavam mais de 3x por semana. (bbc.co.uk) 18 REVISTA MEDZINE FEV/MAR

11 CASAR COM UM PROFISSIONAL DA ÁREA DE SAÚDE NEM SEMPRE É UMA DECISÃO FÁCIL. É PRECISO COMPREENDER A DEDICAÇÃO À ATIVIDADE E A INTENSA ROTINA DE TRABALHO NOS HOSPITAIS PARA CONSEGUIR MANTER UMA RELAÇÃO PLENA E DURADOURA. POR ESSE MOTIVO, POSSIVELMENTE, É QUE OCORREM INCONTÁVEIS UNIÕES ENTRE CASAIS QUE ANTES DE COMPARTILHAREM A VIDA AMOROSA ESTÃO UNIDOS PELO MESMO OFÍCIO. festa para a família e os amigos. A filha mais velha, com três anos na época, entrou como dama de honra no matrimônio. As dificuldades para organizar as agendas de modo que conseguissem passar mais tempo juntos já fazem parte do passado da vida do casal. Hoje a nossa rotina é bem mais tranquila, porque os médicos começam a vida com muitos plantões, passam finais de semana sem se ver. Mas, graças a Deus, com o passar dos anos, conseguem seu consultório, sua casa própria e podem sair dessa vida de plantão, diz Cleonúsia. Foto: Reginaldo Guimarães BODAS DE ÁGUA MARINHA A médica Cleonúsia Batista Leite de Vasconcelos, especialista em ginecologia obstetrícia, está casada há 19 anos com o ortopedista Stemberg Martins de Vasconcelos. O casal vive no bairro da Tamarineira, com as filhas Maria Clara (9), Gabriela (15) e Ana Carolina (19). Além das meninas, Thiago (23), filho de Stemberg, visita o lar da família quase que diariamente. Alianças CASAIS COMPARTILHAM A VIDA E A ÁREA DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL Foto: Reginaldo Guimarães O casal se conheceu na Universidade de Pernambuco, quando estudavam medicina. Em 1989, no primeiro dia de aula, Stemberg não teve medo de dizer o que pensou no momento em que conheceu a nova colega de classe: eu vou me casar com você. Mas o desejo esperou sete anos até se concretizar. A relação dos dois foi sendo construída ao longo dos anos de faculdade. Demorou um pouquinho pra gente começar a namorar, mas ele era o meu melhor amigo, sempre foi. Eu contava tudo para ele, mostrava meu diário, ele ia para minha casa e a gente estudava junto. É muito bom você casar com o seu melhor amigo, afirmou Cleonúsia. O interesse que a princípio era unilareral contagiou Cleonúsia. A gente se dava muito bem como amigos. Não sei dizer em que momento eu senti que o interesse também passou a ser da minha parte, disse Cleonúsia. Stemberg lembra com detalhes do início da relação amorosa: Começamos a namorar em Porto de Galinhas. Era um encontro da Faculdade e a gente ia voltar para Recife, mas choveu muito e ninguém voltou, não tinha como. Fui passear com ela e começamos a namorar. O casal namorou ao longo dos quatro últimos anos de faculdade e passaram a chamar um ao outro, carinhosamente, de Bijú e Inho. O casamento civil foi realizado em Mas, após três anos, eles decidiram celebrar a união com uma cerimônia religiosa, na Igreja das Graças, e uma Stemberg deixou os plantões há quatro anos e a esposa há menos de um ano. Hoje, o ortopedista atende em consultório e é o coordenador médico do Sport Clube do Recife enquanto a ginecologista coordena a maternidade do Hospital Bandeira Filho. Com os horários mais flexíveis, fazem questão de tomar café da manhã, almoçar e jantar em casa. Não existe individualmente na vida da gente. Além das refeições, fazemos academia juntos, com a mesma personal. Não tem pessoa que eu queira ou ele queira mais contar da vida do que um para o outro. A gente gosta de chegar em casa e conversar tudo o que teve no dia, então, ele é o meu melhor amigo, revelou Cleonúsia. O lazer do casal é ir para a casa de campo, em Gravatá, sair para jantar, assistir comédias românticas no cinema e viajar para os Estados Unidos. Eu e Cléo prezamos muito pelo relacionamento dos dois. Acho ela linda e admiro a paciência dela, declarou Stemberg, em tom afetuoso. Apesar de ser mais tímida que o marido, Cleonúsia arrisca alguns passos de dança para acompanhar o pé de valsa. Certa vez, estavam a passeio 20 REVISTA MEDZINE FEV/MAR

12 em Nova York, quando começou a tocar um samba brasileiro. Peguei ela para dançar e quando a música terminou todo mundo do cruzeiro nos aplaudiu. Ela morreu de vergonha. Mas ela sabe dançar muito, garantiu. Foto: Reginaldo Guimarães ANDRÉ GUILHERME É RESERVADO E MUITO TRANQUILO. EU SOU MAIS AGITADA, TALVEZ SEJA A DINÂMICA DO CENTRO CIRÚRGICO Bárbara Carvalho Os filhos do primeiro casamento de Bárbara, Pedro (9 anos), e do primeiro casamento de André, Guilherme (7), moram com o casal. Assim como os pais, eles têm uma agenda repleta de atividades, pois, além da escola, fazem inglês, futsal e natação. BODAS DE TRIGO Desde os tempos da universidade, a coordenadora de enfermagem da linha cirúrgica do Hospital Esperança, Bárbara Carvalho, afirmava que nunca se casaria com um médico. Hoje, noiva do cardiologista e intervencionista André Guilherme Saldanha, planeja formalizar a união ainda este ano. Juntos há três anos, o casal aprendeu a separar bem a vida profissional da vida pessoal. No tempo livre, além de passear com as crianças, o casal procura reservar um tempo para os seus hobbys. Eu gosto muito de ouvir música, principalmente Rock, e ir para shows. Escuto U2, Paul McCartney e também o Jazz da Chet Baker. São os meus estilos musicais preferidos, ressalta André. Por outro lado, Bárbara não abre mão de correr e fazer exercícios funcionais na beira mar. Foto: Reginaldo Guimarães Bárbara e André Guilherme trabalham no mesmo hospital, mas atuam em setores distintos: ela no Centro Cirúrgico e ele na Hemodinâmica. A aproximação entre o casal ocorreu através da ajuda de amigos em comum que apresentaram um ao outro. Bárbara aceitou um convite para jantar com André Guilherme e começou a mudar de ideia sobre o que dizia nos tempos da universidade. Descobriram afinidades que agora fazem parte da rotina do casal: gostam de viajar, tomar bons vinhos, receber amigos e passar o tempo livre com a família. André Guilherme é reservado e muito tranquilo. Tem o temperamento bem diferente do meu. Eu sou mais agitada, talvez seja a dinâmica do centro cirúrgico. Minha vida é sempre cronometrada, diz Bárbara. A rotina intensa do casal faz com que Bárbara e André passem mais tempo dentro do hospital do que no apartamento que dividem em Boa Viagem. Ela trabalha de segunda à sexta-feira, em dois turnos, e ele trabalha durante o dia no consultório, como plantonista à noite e de sobre aviso nos finais de semana. Para sincronizar as agendas, Bárbara conseguiu incluir um curso de inglês para ambos no mesmo horário. 22 REVISTA MEDZINE FEV/MAR

13 OBRAS LITERÁRIAS LEMBRAM A IMPORTÂNCIA DA RELAÇÃO MÉDICO-PACIENTE Vivemos tempos de grandes avanços tecnológicos. Mas apesar de todas as vantagens da globalização, verificamos, ao mesmo tempo, o distanciamento entre as pessoas. Assim como em nossa vida particular, esse distanciamento ocorre no campo profissional e também nos consultórios e hospitais. Cada vez é mais comum ver médicos e pacientes dando lugar a números, exames e diagnósticos tornarem-se códigos, e a comunicação perder sua essência. A racionalização científica da medicina moderna subestima a dimensão psicológica, social e cultural da relação saúde-doença, com os significados que a doença assume para o paciente e seus familiares. Além disso, é frequente o estabelecimento de uma relação assimétrica em que o médico detém conhecimentos do qual o paciente geralmente é excluído. Ocorre que o sucesso de um tratamento depende, em grande parte, da inter-relação estabelecida entre o médico e seu paciente. A confiança, a reciprocidade, a compaixão, a autoridade - sem que haja submissão -, o saber ouvir e a atenção são fatores fundamentais para a relação médico-paciente e indispensáveis para o adequado restabelecimento da saúde do enfermo. A importância da relação terapêutica explica por que a adesão ao processo terapêutico depende mais do médico do que das características pessoais do paciente, em particular, o paciente é muito mais inclinado a atender a prescrição se ele pensa que conhece bem o médico que está prescrevendo. O paciente, ou o seu responsável, deve ser informado sobre todos os dados de sua doença, quais os tratamentos que serão utilizados, suas complicações e seus riscos e, desde o início, ter a total noção de que a medicina, por não ser uma ciência exata, pode não trazer a evolução esperada. O resgate do adequado relacionamento, além de aumentar o prognóstico das patologias tratadas, trará o respeito médico de que necessita todo o profissional de saúde, que muitas vezes se vê trabalhando em condições extremas e de superação. A discussão sobre a relação médico-paciente e as implicações desta relação no tratamento das patologias voltou a ser tratada em pesquisas científicas recentes, mas também é tema de reflexão de clássicos da literatura. A Medzine selecionou para você seis obras que abordam a questão da subjetividade no atendimento médico. A Morte de Ivan Ilitch, de Lev Tolstoi - Considerada uma obra-prima da ficção russa e um clássico da literatura mundial, que analisa de um modo detalhado os principais aspectos envolvidos na relação médicopaciente. Um livro pouco volumoso, principalmente ao ser comparado com as outras obras de Tolstoi. A falta de sentido do sofrimento e da morte, o desejo de imortalidade, a aparente ausência de Deus, são sentimentos humanos universais, expressos nessa novela de modo sublime. A descrição do encontro do juiz Ivan Ilitch, principal personagem desta obra, com um médico famoso, que Ilitch consulta por insistência da mulher quando surgem os primeiros sintomas da doença que o vitimou, revela o paternalismo exacerbado do clínico, certamente comum na Rússia do século XIX, bem como uma total insensibilidade para com as preocupações do paciente. Olhai os Lírios do Campo, de Erico Veríssimo - Eugênio Pontes, moço de origem humilde, a custo se forma médico e, graças a um casamento por interesse, ingressa na elite da sociedade. Paula, de Isabel Allende - Em dezembro de 1991, a filha de Isabel Allende, Paula, é internada em um hospital da Espanha, gravemente enferma. A escritora acompanha o sofrimento da filha que se prolonga durante meses, em um Nesse percurso, porém, é coma irreversível e escreve a história de obrigado a virar as costas para a família, deixar de lado antigos ideais humanitários e abandonar a mulher que realmente ama. Sensível, comovente, a obra é um convite à reflexão sobre os valores autênticos da vida. sua família para a jovem inconsciente. Temos acesso às memórias de infância e juventude de Isabel Allende, e os relatos sobre seus ancestrais. O Chile e a turbulenta história do golpe militar de 1973, a ditadura e o exílio de sua família são pontos dessa autobiografia. O Livro de San Michele, de Axel Munthe - Publicado em 1929, no final da vida do médico sueco, o livro conta memórias de seu passado como médico da alta sociedade, quando era médico particular da então rainha da Suécia, até o momento em que ele foi morar na Ilha de Capri. Munthe viveu na Europa, na primeira metade do século XX, tendo presenciado fatos relevantes como a devastadora epidemia de cólera nos bairros pobres de Nápoles (Itália). Apesar de adotar algumas práticas consideradas antiéticas, o médico registra no livro resultados terapêuticos positivos obtidos por meio de tratamentos placebos e decisões respaldadas pela subjetividade. As Pupilas do Senhor O médico doente, de Reitor, de Júlio Dinis Dráuzio Varella - Ao No clássico da literatura voltar de uma viagem à portuguesa o célebre floresta amazônica, Dráuzio personagem João Semana é foi diagnosticado com febre retratado como um clínico amarela. O doente viu-se na exemplar. A sua compaixão, desconfortável posição de altruísmo e generosidade eram reconhecidos e admirados pelos seus conterrâneos. O único entender, melhor do que um paciente comum, a gravidade de seu caso. Neste relato, aspecto negativo era a sua o médico-paciente narra a relutância em acompanhar os progressos da ciência. João Semana não representa um arquétipo idealizado. Ele foi um médico real, o Dr. Silveira, que tinha como traço fundamental de caráter o ser profundamente humano. experiência com olhar clínico, cirúrgico. Da cama de hospital ele volta à infância, aos caminhos que o levaram à profissão, e transforma o episódio em mais um capítulo do longo exercício da prática da medicina. 24 REVISTA MEDZINE FEV/MAR

14 CAPA Loback COM FOCO EM RESULTADOS, O DIRETOR DA REDE DO R EM PERNAMBUCO PROVOCOU MUDANÇAS ESTRATÉGICAS NA GESTÃO DE GRANDES HOSPITAIS DO ESTADO Foto: Reginaldo Guimarães Racional, metódico e determinado, o médico carioca Alexandre Loback, 48 anos, reúne características necessárias ao bom gestor. Com a capacidade de superar os desafios apresentados na sua carreira médica, construiu uma trajetória de êxito na gestão hospitalar. Formado em medicina, em 1991, Loback atuou durante 12 anos em hospitais de ponta do Rio de Janeiro, trabalhando nas áreas de clínica médica e terapia intensiva. Em 1998, passou a integrar a Rede D Or. Seu primeiro cargo foi como plantonista da unidade de emergência do hospital Barra D Or, onde após dois anos assumiu a coordenação do setor. A partir desse momento, o interesse pela gestão o levou a buscar cada vez mais aprendizado. Como chefe de emergência, Loback foi escolhido entre os coordenadores do hospital para participar de um MBA em Gestão de Saúde, patrocinado pela Rede D Or. Além disso, passou a integrar um grupo de executivos selecionados para aperfeiçoar o modelo de gestão dos hospitais D Or. No grupo D Or, foi o primeiro médico a assumir a gestão do faturamento, auditoria de contas e suprimentos de um hospital. Rapidamente, o grupo consolidou a liderança da Rede na cidade do Rio de Janeiro. Em 2007, Alexandre Loback recebeu o convite para assumir a direção executiva da primeira operação do grupo fora do Rio de Janeiro, o Hospital Esperança, na capital pernambucana. Após sete anos à frente das operações dos hospitais Esperança, Esperança Olinda e São Marcos, em Pernambuco, o médico fluminense Alexandre Loback faz um balanço da sua trajetória como gestor. Como o médico Alexandre Loback passou a ser o gestor? Alexandre Loback - Fiz um MBA em Gestão de Saúde durante o período em que fui coordenador da emergência do Hospital Barra D Or. A partir daí, a Rede buscava a formação de médicos para áreas administrativas e me tornei o primeiro gestor-médico a ser preparado para essa atividade. Cuidava das áreas de suprimentos (arsenais satélites), faturamento e auditoria de contas médicas do Hospital Barra D Or. Após a consolidação da operação nos hospitais D Or, Dr. Jorge Moll, grande empreendedor e mentor da Rede D Or, entendeu que seria possível replicar nosso modelo de gestão em hospitais não D Or. Foi feita então a aquisição do Hospital Badin, no Rio de Janeiro, que integra a Rede até hoje. Foi o meu primeiro cargo como diretor executivo, onde permaneci por cerca de dois anos. Quais foram os desafios para a implementação do padrão D Or em Pernambuco? AL- O primeiro negócio fora do Rio de Janeiro foi o Hospital Esperança fundado pelos oftalmologistas Marcelo Ventura e Ronald Cavalcanti. Inicialmente a Rede comprou 50% da operação do hospital. Isso aconteceu no final de Encontrei um hospital bastante estruturado do ponto de vista de instalações, um hospital que surpreende quem vem do sul para cá. Ambiente bastante humanizado, amplo e com iluminação 27

15 TIVE A SENSIBILIDADE DE ENTENDER A FORMA DE PENSAR DO PERNAMBUCANO E A CULTURA LOCAL, PARA PROVOCAR UMA MUDANÇA ONDE TODOS SAÍRAM VENCEDORES Alexandre Loback direta em praticamente todos os setores assistenciais. O grande desafio era provocar uma mudança de cultura. Uma cultura que tivesse foco em resultados. Era preciso buscar eficiência, implementar novos processos administrativos e assistenciais buscando qualidade e segurança. Para isso, precisei compreender principalmente a cultura local e conseguir adaptá-la aos processos de gestão da Rede D Or. O planejamento estratégico da instituição foi redefinido e os resultados passaram a ser acompanhados através de indicadores claros e objetivos. Novos programas de desenvolvimento foram implantados para os colaboradores. Passamos a integrar um programa de acreditação hospitalar e adotamos um novo modelo de governança clínica. Segurança na assistência passou a ser nosso maior objetivo. No momento, nossas três unidades possuem mais de 600 leitos e nosso quadro de colaboradores conta com mais de profissionais. Ainda existem desafios? AL- O desafio para os próximos anos, na verdade, é continuar buscando a melhoria contínua dos processos, sempre com foco nos resultados. Outro grande desafio é desenvolver uma comunicação eficaz. Acredito que esse é um dos maiores desafios de todas as instituições hospitalares. Formar lideranças é outro ponto a ser destacado. Hoje, existe uma avaliação e um plano de desenvolvimento individual para os gestores dos processos estratégicos. Existe também um plano de sucessão. Penso que é fundamental cada vez nos tornarmos mais eficientes. O momento em que vivemos, exige isso das instituições. As instituições que não buscarem de forma obsessiva a melhoria contínua dos seus processos, controle de custos e foco nos resultados, não terão sustentabilidade. no processo de acreditação. Os outros dois hospitais da Rede D Or em Pernambuco também apresentaram conquistas importantes na área da qualidade. O Esperança Olinda é acreditado ONA 3 e o São Marcos ONA 1. Quais são as expectativas da Rede D Or Pernambuco para 2015? AL- É possível que a saúde suplementar reduza a sua velocidade de crescimento. Apesar disso a Rede D Or continua na contramão desse mercado e fará novos investimentos. Em Pernambuco existe a programação de crescimento de leitos (40 na unidade materno-infantil do Esperança; 20 na unidade Esperança Olinda, entre leitos de internação e terapia intensiva e uma nova e ampla emergência no São Marcos). Neste momento a Rede faz uma parceria com um grupo de investimento norte americano, o Carlyle, que está injetando em torno de R$ 1 bilhão em nossa operação e, consequentemente, teremos a aquisição de novos hospitais. Hoje, essa movimentação se concentra principalmente no estado de São Paulo, mas existem algumas possibilidades em Minas Gerais, Bahia e Paraná. Foto: Reginaldo Guimarães Com todas essas transformações, quais foram as conquistadas na área da qualidade? AL- Inicialmente, conquistamos a acreditação da ONA 3, no Hospital Esperança, através do Instituto Qualisa de Gestão (IQG). Recentemente, recebemos uma acreditação internacional, canadense, o QMentum. Trabalhamos com o controle de um número substancial de indicadores, tanto na área assistencial quanto nas áreas administrativas. Temos muitos resultados positivos na área assistencial. Todo o corpo clínico foi envolvido 28 REVISTA MEDZINE FEV/MAR

16 Como o senhor avalia o mercado da Saúde no Estado? AL- A saúde suplementar vem sofrendo com o cenário atual do País. Quando analisamos o crescimento de vidas na saúde suplementar nos últimos três anos, observamos que ele ainda acontece, mas em uma proporção menor a cada ano. Em 2015, temos um cenário mais pessimista, com a redução do número de usuários dos planos de saúde por conta da paralização ou finalização de algumas obras em nosso Estado. O que ainda cresce, em relação ao número de vidas, são os planos que têm um foco em segmentos mais básicos da população. Este é um segmento que o Hospital Esperança não alcança, porém temos um hospital da Rede D Or, o São Marcos, que ainda se beneficia desse crescimento. Com o aumento da oferta de leitos privados nos últimos anos em Pernambuco, possivelmente, os hospitais particulares terão problemas em alcançar as suas metas de produção. Acredito que ainda existam algumas oportunidades de novos negócios em regiões estratégicas, como Suape e Goiana. Levar a marca Esperança para Olinda foi um bom negócio? AL- Essa foi uma estratégia definida há mais ou menos dois anos. Nós percebemos que o cliente de Olinda procurava, em situações de complexidade, hospitais em Recife. Identificamos que 15% dos atendimentos realizados na emergência do Hospital Esperança eram de pessoas da região de Olinda e adjacências. Então, nós ampliamos o hospital, que foi completamente reformado e modernizado. Toda a parte de hotelaria, equipamentos e instalações passaram por modificações importantes. Fizemos um investimento acima dos R$ 20 milhões. E, por que não trocar a bandeira? Levar uma marca forte para Olinda? Adotamos um programa de qualidade e o hospital conquistou a acreditação máxima concedida pela ONA. Posso dizer que a estratégia deu certo. Hoje, o hospital apresenta padrões de qualidade e segurança semelhantes aos melhores hospitais da Rede D Or e uma excelente taxa de ocupação. Quais são as perspectivas de futuro da Rede D Or? AL- Pensamento de futuro da Rede D Or... Procuramos hoje consolidar uma operação construída ao longo dos últimos 17 anos. Novas unidades hospitalares serão inauguradas no Rio de Janeiro e em São Paulo. Importantes aquisições em outros estados acontecerão nos próximos dois anos. Com a alteração da lei que restringia os investimentos estrangeiros no mercado hospitalar brasileiro, com certeza, observaremos profundas mudanças neste segmento nos próximos cinco anos. Acredito que a busca contínua pela melhoria dos processos sempre priorizando qualidade e segurança, associada a uma cultura com foco em resultados são essenciais para a sustentabilidade de empresas como a Rede D Or. Foto: Reginaldo Guimarães Foto: Divulgação A CAPITAL DOS NAUFRÁGIOS Conhecida como a Capital dos Naufrágios, Recife é uma excelente opção para a prática do mergulho. Com águas quentes (28 o C) e ótima visibilidade, as embarcações afundadas nessa região exibem uma fauna rica e exuberante, que atrai desde os mergulhadores iniciantes aos experientes. O ortopedista e diretor do Hospital Getúlio Vargas, Gustavo Leão, fez o seu mergulho de batismo em 2013, com a empresa Aquáticos, e desde então retorna ao fundo do mar a cada dois meses. A experiência é fantástica, parece que você está voando. Mergulhar faz bem para a cabeça. Além disso, nós mergulhamos sempre em duplas e cuidamos um do outro, criamos laços de confiança, afirma o médico, que conheceu sete dos mais de 100 naufrágios da região. Entre os pontos de mergulho, Gustavo destacou a beleza do Pirapama e do Tauros. A Aquáticos, empresa escolhida e aprovada pelo médico, está em operação desde 2001 e é hoje o maior centro de mergulho do Recife. O conforto e a segurança proporcionados pelo catamarã Galileo, com 62 pés de comprimento e 8 metros de boca, faz uma grande diferença para os mergulhadores. A embarcação é grande e por isso não balança. Outro diferencial é que eles mantêm um instrutor experiente nos olhando lá de cima, como um anjo da guarda. Já mergulhei em outros locais do mundo, como na Indonésia e no Caribe, e atenção como a da Aquáticos não existe, frisa Gustavo Leão. A empresa é filiada as principais entidades de mergulho mundiais e realizada até duas saídas diárias, que podem ser feitas no turno da manhã, tarde e até à noite. Na costa do Recife os mergulhadores encontrarão Vapores de Roda, Rebocadores e, inclusive, uma Corveta naufragada no período da 2ª Guerra Mundial. Foto: Acervo pessoal Pirapama (23m): Alguns anos após colidir com o Vapor da Bahia (1887), o Pirapama foi desequipado e afundado a 6,5 milhas do porto do Recife. Ainda é possível encontrar os motores a meia nau, o volante e o próprio leme, os eixos das rodas e restos do casario. As tartarugas, raias, beijupirás e até tubarões fazem com que este seja o naufrágio mais visitado no Recife e um dos mergulhos noturnos mais conhecidos do Brasil por causa do dormitório de tartarugas. Taurus(24 metros): afundado em 2006 esse rebocador repousa no fundo levemente ademado a bombordo em 25 graus e já oferece boas condições de mergulho. Cabine de comando totalmente aberta, facilitando o acesso aos outros compartimentos, inclusive à sala de máquinas. 30 REVISTA MEDZINE FEV/MAR 2015 Cais das Cinco Pontas, s/n - São José, Recife - PE (81)

17 GASTRONOMIA O MUNDO LÁ DE CASA UM CARINHO NA ALMA Foto: Virgínia Melo No dia do jantar, é preciso ser pontual para não perder nenhum dos momentos preparados para a noite. Essa é uma das orientações que são enviadas em uma troca de s estabelecida previamente. Às 20h, ligamos para o número de celular indicado e anunciamos a nossa chegada. Manu foi nos receber no portão e a primeira impressão é que estamos chegando à casa de uma velha amiga. Ela nos deu boas-vindas e nos conduziu até o apartamento. Quando a porta se abre temos a certeza que vamos desfrutar de uma noite muito agradável. Na pequena sala estão distribuídas as mesas e cadeiras de madeira, com cores e designs diferentes, e um sofazinho com almofadas, no canto da parede. Um palet suspenso é suporte para garrafas de vinho que se transformaram em arranjos de amor de mãe. E as gérberas sobre as mesas também decoram o ambiente. A varanda da casa também merece destaque, pois lá encontramos uma variedade de plantas e uma convidativa rede. Na parede de quadro-negro foram escritos com giz os nomes de todas aquelas pessoas que são importantes para o projeto. A homenagem foi feita no aniversário de um ano do Mundo Lá de Casa, comemorado no dia 13 de março deste ano. Foto: Virgínia Melo Cinco pratos estão inclusos no jantar: couvert, petisco, entrada, prato principal e uma sobremesa. Você pode trazer o seu vinho ou consumir o rótulo sugerido pela casa para harmonizar com o prato que será servido. A água e o tradicional cafezinho ficam por conta da casa. As aprendizes de garçonete, Lu, Jacque e Manu, servem os novos amigos com prazer! E explicam, mesa por mesa, a composição de cada prato. Pães artesanais de jerimum, ainda quentinhos da última fornada, com creme de provolone e ricota, putanesca e manteiga Maître D hôtel, foram servidos assim que nos acomodamos. Em seguida, um petisco batizado de sushi de tapioca chegou à mesa. A Textura e sabor são incríveis. O aperitivo é feito com a nossa conhecida massa de tapioca envolvendo um creme de queijo derretido, com crispy de charque e molho oriental. Uma médica, uma enfermeira e uma bancária. Lúcia Rodrigues, Jacqueline Farias e Manu Duque, respectivamente, vivem em um aconchegante apartamento no bairro de Campo Grande, Zona Norte do Recife, que abre as portas ao público todas as quintas-feiras, para proporcionar uma deliciosa experiência gastronômica. Com os pés descalços, um laço colorido na cabeça e um sorriso no rosto, as amigas recebem os convidados no Mundo Lá de Casa. A tendência europeia, chamada de jantar a portas fechadas, chegou à Argentina e ao Brasil há poucos anos. São chefs, cozinheiros, sommeliers e amantes da cozinha que decidiram abrir as portas das suas casas para receber clientes e amigos para jantar. A proposta não é somente fazer uma refeição, mas compartilhar sem pressa um jantar com toque gourmet. As três amigas, o Chef Carlos Vinícus e a Sous-Chef Maria Rodrigues, recebem até 20 convidados por noite. A proposta é tornar o ambiente mais intimista. Por isso, para participar do jantar é preciso fazer uma reserva e falar um pouco sobre você. A espera por uma vaga pode ser um pouco longa, mas vale a pena aguardar. De entrada, um clássico da cozinha francesa: quiche de alho poró e salada verde com molho aioli. Após uma pausa para apreciar uma boa música, vinho e poesia, um carinho na alma, o prato principal é servido, com preparo finalizado na mesa. Filet ao shiitake e tonkatsu com lamen no molho sukiyaki. Quando pensamos que não poderia ficar melhor, chegou a hora da sobremesa. O sorvete artesanal de creme, licor de cassis e filetes de papaia adoçaram ainda mais a noite. Para finalizar, o café pretinho foi preparado na mesa, com charmosos minicoadores de pano, e aromatizaram a sala. Depois partimos, com a certeza de que iremos retornar. 32 REVISTA MEDZINE FEV/MAR

18 Foto: Guilherme Guerra Lúcia é médica, Jacque é enfermeira e Manu é bancária. Trabalho, com certeza, não é. A quinta é certamente uma pausa na nossa semana, aquele dia em que todos os que se envolvem no projeto param para se dedicar aos pequenos prazeres que na correria do dia-a-dia ficam escondidinhos. Daí rola de tudo: Cozinheiros, músicos, fotográfos, poetas, artesãos... É realmente uma noite de experimentos pra quem executa e pra quem topa vir provar! O Mundo Lá de Casa segue as diretrizes de alguma cozinha tradicional (francesa, italiana, oriental etc)? Como surgiu a ideia de iniciar o Mundo Lá de Casa? Mundo Lá de Casa - Aqui em casa sempre recebemos muitos amigos, aqui nesse apartamento acontecia há alguns anos a Quinta do Vinho, onde alguns amigos traziam um vinho, queijos e confraternizávamos... No final de 2012, a mãe de Lu, Maria, se formou em Gastronomia. Então pensamos em juntar uma coisa com outra e a chamamos para fazer esse projeto... a princípio ela achou a ideia uma loucura e foi logo dizendo que não teria know-how para assinar um menu a cada semana. Foi ai que ela lembrou do amigo de faculdade, Vinícius Arruda, que já havia chefiado alguns restaurantes aqui em Recife... Ele topou na hora. E colocamos o projeto para frente! Tiramos o sofá da sala, colocamos algumas mesas, e convidamos alguns amigos para dar um toque especial nos detalhes: Ísis Figueirôa (arquiteta), Bruno Parmera e Izabela Hinrichsen (que são designers, e fizeram a identidade visual) e estava pronto O Mundo Lá de Casa! Qual é a proposta do projeto? MLC - A proposta é mesmo abrir a nossa casa pra receber amigos e amigos dos amigos! Mas, de indicação em indicação, acontecem jantares que não conhecemos absolutamente ninguém, o que é muito bom! Pois trocamos experiências com pessoas que, com certeza, nunca cruzaríamos na vida! Isso torna cada noite especialmente única e só reforça a certeza que temos de que boa comida, muita música e poesia de fato congregam! Vocês atuam em áreas que não têm relação com a gastronomia. Nas quintas à noite, é trabalho ou uma válvula de escape para aliviar a rotina? MLC - As garçonetes oficiais do Mundo Lá de Casa têm mesmo outras profissões: MLC - A cozinha do Mundo é bem autoral. Como o Chef, Vinícius, tem uma formação clássica, o Mundo segue com um pezinho em cozinha francesa. Mas, ele é apaixonado por comida do Oriente Médio, Coreana e Tailandesa, por exemplo. Então, é uma mistura da cozinha clássica, contemporânea, moderna e regional. Não seguimos uma linha fixa de trabalho. As pessoas podem esperar pratos cativantes. Além de ser um espaço gastronômico, o Mundo é um ambiente propício para a criação de novas amizades? MLC - O Mundo é um espaço onde as pessoas podem se sentir bem à vontade, onde devem mesmo se sentir em casa! Afinal aqui é a nossa casa e a abrimos para as pessoas que também estão dispostas a conhecer outras pessoas! E já fizemos muitos amigos nas noites de quinta!! Como vocês avaliam o primeiro ano do Mundo Lá de Casa? MLC- Quando começamos o Mundo Lá de Casa nem tínhamos ideia da lista enorme de espera que se formaria ao longo do ano, sinal de que tem muita gente aí fora querendo se sentir em casa. E isso é maravilhoso, pois abrimos nossa casa para fazer parte mais intimamente da vida das pessoas. Vocês pretendem dar continuidade ao Mundo Lá de Casa? Estão programando novidades para 2015? MLC - Não temos ideia de quando será o fim do mundo. Para 2015, queremos continuar recebendo gente criativa, servindo uma comida simples, mas autoral e propondo novas experiências, principalmete sensoriais... Aguardem as surpresas! Mas é isso, estamos satisfeitas com a ideia linda que tivemos e é claro que sonhamos em morar numa casinha com mesinhas no jardim pra receber os amigos! Quem sabe REVISTA MEDZINE FEV/MAR

19 COMPORTAMENTO VALORIZAÇÃO DA MARCA PESSOAL: Carmem Marinho Colunista de moda e imagem pessoal e profissional. Assina o blog Diálogos com a Moda (http://dialogoscomamoda.blogspot.com.br). APROVADOS TEOT SOCIAL O ortopedista Marcus André (à esquerda), novo presidente da Sociedade Brasileira de Ortopedia em Pernambuco (SBOT-PE), em jantar comemorativo promovido para parabenizar e dar boas-vindas aos estudantes (abaixo) aprovados no exame para obtenção do Título de Especialista em Ortopedia e Traumatologia (TEOT) DESAFIO PARA OS PROFISSIONAIS DE MEDICINA Os médicos desfrutam de sólida imagem corporativa, com uma cultura secular, que lhes conferem identificação e registro no inconsciente coletivo muito significativos. No entanto, tal vantagem pode dificultar a percepção de que o sucesso profissional não mais depende da relevância da sua função social e da sua capacidade técnica e humanidade, mas também de outros fatores que hoje são relevantes para qualquer profissional. Na primeira edição desta revista, finalizei o artigo "O visual como aliado" falando sobre a importância dos médicos fortalecerem sua marca pessoal. De lá para cá, alguns conceitos ganharam força, entre eles, o chamado Personal Branding, que propõe a autogestão da marca pessoal, como meio de atingirmos nossos objetivos nos mais diferentes papéis que desempenhamos. Essa gestão se refere ao modo como cada profissional constrói e agrega valor à sua imagem, além da forma como exerce o seu controle. Um dos maiores desafios da absorção do conceito do Personal Branding pelos médicos é fazer com que estes profissionais se percebam como uma marca, algo, em teoria, possível de ser consumido. A verdade é que, todos somos avaliados e adjetivados todo o tempo, mesmo que não percebamos isso com clareza. E, esta leitura que os outros fazem de nós é um elemento fundamental para sermos ou não os escolhidos, num mundo cada dia mais competitivo, no qual as pessoas têm urgência na tomada de decisão, baseadas, muitas vezes, apenas na indicação de terceiros. A implementação do Personal Branding demanda do profissional algumas características pessoais, tais como: autoconhecimento; autocrítica; percepção a respeito da sua imagem percebida (como os outros nos veem); percepção das expectativas que seu público possui em relação à sua imagem e serviço; não ter medo de mudanças e, finalmente, ser uma pessoa inovadora, atenta às novidades de forma abrangente, não limitadas à sua área de atuação. A partir disso, para construir uma marca pessoal, que efetivamente agregue valor, o profissional precisa entender o contexto em que se encontra, definir um direcionamento e a imagem que precisa transmitir. Como toda marca, a pessoal também deve apresentar conteúdos e valores que lhes conferem uma sólida identidade. Uma vez construída, esforço para mantê-la é necessário, principalmente para inspirar confiança, no caso dos médicos, em seus pacientes, funcionários e pares. Muitos podem pensar que estou falando sobre a importância de cuidar da aparência e tudo aquilo que a compõe. É verdade que este é um dos fatores que impactam a valoração de uma marca pessoal, mas não é o único. Postura corporal e atitudinal, entre outros, também fazem parte desse conjunto e precisam estar em harmonia com o todo e com a imagem pretendida. Para os médicos, a construção e o gerenciamento de sua marca pode abranger um universo ainda mais amplo, especialmente, caso trabalhe como autônomo. Assim, pontos, por vezes, relegados ao segundo plano, também precisam ser contemplados no projeto de valoração desse profissional e sua marca, entre eles: a estrutura física, ambientação e organização do consultório e tudo mais que o circunda, além da qualidade do atendimento prestado por suas recepcionistas e demais colaboradores. Tudo isso, afinado e em sintonia com a maneira que pretende ser lembrado. Toda marca necessita passar por reformulações, pode ser o caso da sua, reinvente-se!!!! HOMENAGEADAS As competentes Cleone de Novaes (Obstetrícia e Ginecologia), Gisélia Alves (Pediatria) e Alexina Witt (Medicina de Comunidade e Família) receberam a medalha Professora Naíde Teodósio, concedida pelo Sindicato dos Médicos de Pernamuco (Simepe), em reconhecimento ao trabalho desenvolvido em defesa do Sistema Único de Saúde (SUS), visando uma medicina mais humanizada e de qualidade. AMPE CELEBRA 174 ANOS A Associação Médica de Pernambuco (AMPE) comemorou seus 174 anos com a entrega da Medalha Maciel Monteiro e o Prêmio Diva Montenegro. Este ano foram agraciados com a Medalha o Dr. Lurildo Cleano Ribeiro Saraiva (cardiologista), a Dra. Analíria Moraes Pimentel (Pediatra), e o Dr. Marcos Guilherme Praxedes Barretto (Cirurgião Geral). Já o Prêmio Diva Montenegro foi entregue aos alunos de medicina por terem se destacado em suas pesquisas. São eles, Ana Cláudia Siqueira Torquato (FCM - UPE), Daniel Diniz Brito Santana (FPS), e Eduardo Sávio Nascimento Godoy (UFPE). Da esquerda para a direita: Dr. Lurildo Cleano Ribeiro Saraiva, Dra. Analíria Moraes Pimentel 36 REVISTA MEDZINE FEV/MAR e Dr. Marcos Guilherme Praxedes Barretto.

20 CIRCUITOS EUROPEUS CVC MINHA VIAGEM Por Regina Coeli TUDO EM ATÉ 12X SEM JUROS Realize o seu sonho de conhecer a Europa em grande estilo. Circuitos com hotéis selecionados em excelenete localização, diversos passeios inclusos, refeições e guias. A PARTIR DE Praga, Viena, Cracóvia e Varsóvia 8 dias 12X SEM JUROS 220, REAIS À vista R$ Base de cálculo 747. Inclui: Circuito em ônibus com guia; traslado de chegada; Hospedagem com café da manhã, visitando: Praga, Viena, Cracóvia e Varsóvia. Saídas de novembro a março. 12X SEM JUROS Berlim e Praga 114, REAIS À vista R$ Base de cálculo 387. Inclui: Circuito em ônibus com guia; traslado de chegada; Hospedagem com café da manhã, visitando: Praga e Viena. Saídas de novembro a março. 5 dias 12X SEM JUROS 121, REAIS À vista R$ Base de cálculo 409. Inclui: Circuito em ônibus com guia; traslado de chegada; Hospedagem com café da manhã, visitando: Berlim e Praga. Saídas de novembro a março. Berlim, Praga e Viena 8 dias A PARTIR DE A PARTIR DE 5 dias A PARTIR DE Praga e Viena 12X SEM JUROS IMERSÃO CULTURAL NO LESTE EUROPEU 182, REAIS À vista R$ Base de cálculo 618. Inclui: Circuito em ônibus com guia; traslado de chegada; Hospedagem com café da manhã, visitando: Berlim, Praga e Viena. Saídas de novembro a março. Cerca de cinco meses antes de fazer as malas e embarcar, a médica Regina Coeli inicia a sua viagem. Ela planeja cada detalhe, desde a companhia aérea onde irá comprar as passagens até o restaurante que pretende conhecer. Para Regina, a sensação de relaxamento é iniciada nesse período que antecede a data marcada nos bilhetes do voo. Foto: Acervo pessoal Eu faço uma pesquisa e procuro dentro disso o que está no orçamento para não extrapolar. Se eu pretendo viajar em outubro, faço a pesquisa bem antes. A partir de maio eu já começo a apreciar o meu roteiro. Acho que o mais interessante é ver o preço de passagem. Eu olho em todas as companhias e vejo qual é a mais interessante, pois prefiro pegar trechos que parta direto daqui (Recife) para o destino, explicou. A pediatra faz uma viagem planejada pelo menos uma vez por ano. Para ela a experiência amplia os horizontes ao proporcionar conhecimento e cultura. As compras ficam sempre em segundo plano, pois o indispensável é lembrarse dos cheiros e sensações descobertos no passeio. Quando eu vou viajar eu faço uma imersão, eu tento me sentir daquele lugar. Porque só assim eu posso conhecer e vivenciar a cultura, afirma. Condições Gerais: Os preços publicados são do valor da diária por pessoa, com hospedagem em acomodação dupla apenas parte terrestre (aéreo sob consulta), condições de pagamento sujeitos a reajuste e mudança sem aviso prévio. Valores calculados com base no câmbio do dia 10/03/2015 1,00 = R$ 3,54, devendo ser reacalculado de acordo com o câmbio do dia.oferta 38 limitada REVISTAeMEDZINE FEV/MAR de lugares reservas sujeitas a confirmação. Parcelamento promocional em até 10x sem juros, sendo a 1ª parcela no ato da compra e as demaiswww.medzine.com.br com cartão. Ofertas válidas para compras realizadas até um dia após a publicação. Crédito sujeito a aprovação. Consulte demais condições e validades. Para conhecer uma nova cidade, Regina prefere longas caminhadas à traslados confinada em um táxi. A máquina fotográfica registra tudo o que lhe chama atenção: museus, jardins, placas, comidas, costumes, artesanatos etc. O objetivo é compartilhar a experiência após a viagem: Eu tento de fazer de uma forma que quem não viajou comigo, quem não tem condições de 39

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