UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC CURSO DE LETRAS REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E DA ESTRUTURA

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1 UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC CURSO DE LETRAS REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E DA ESTRUTURA Art. 1º O presente regulamento estabelece as orientações básicas dos estágios do Curso de Letras da Unisc, em conformidade com a Lei nº , de 25 de setembro de 2008, incorporando, também, as orientações das Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Letras e das Diretrizes Curriculares de Formação de Professores. Art. 2º Os estágios, que se constituem num processo educativo de aprendizagem e de formação profissional, compreendem o estágio obrigatório e o não obrigatório e efetivam-se mediante atividades de aprendizagem social, profissional e cultural, proporcionadas ao estudante pela participação em situações reais de vida e trabalho de seu meio, sendo realizados em unidades escolares dos sistemas de ensino, de direito público e privado, sob responsabilidade e coordenação da Unisc. 1º O estágio supervisionado do Curso de Letras é um momento de formação profissional do acadêmico estagiário através do exercício direto in loco, da presença participativa em ambientes próprios da atividade profissional, sob a responsabilidade de um profissional já habilitado, e/ou da elaboração e desenvolvimento de um projeto de extensão no estágio de Ensino Médio, nas respectivas áreas. 2º As atividades do estágio não obrigatório devem ser compatíveis com o projeto pedagógico do curso, podendo ocorrer a partir do 1º semestre do curso. Art. 3º Em sintonia com os Projetos Pedagógicos dos Cursos de Letras Português/Inglês e Português/Espanhol os estágios supervisionados (405 horas) estão estruturados da seguinte forma: I - Nos cursos Português/Inglês e Português/Espanhol, os estágios de Língua Portuguesa e Literatura estão assim distribuídos: a) Estágio de Observação em Língua Portuguesa - 30 h/a. b) Estágio em Língua Portuguesa e Literatura I - 60 h/a. c) Estágio em Língua Portuguesa e Literatura II - 90 h/a. d) Estágio em Língua Portuguesa e Literatura III - 75 h/a. II - No curso Português/Inglês, os estágios específicos estão assim distribuídos, conforme a carga horária obrigatória para Língua Inglesa: a) Estágio de Observação em Língua Inglesa - 30 h/a. b) Estágio em Língua Inglesa I - 60 h/a. c) Estágio em Língua Inglesa II - 60 h/a. III - No curso Português/Espanhol, os estágios específicos estão assim distribuídos, conforme a carga horária obrigatória para Língua Espanhola a) Estágio de Observação em Língua Espanhola - 30 h/a. b) Estágio em Língua Espanhola I - 60 h/a. c) Estágio em Língua Espanhola II - 60 h/a. Parágrafo único. A responsabilidade pelas rotinas administrativas das disciplinas de estágio supervisionado do Curso de Letras cabe ao docente indicado pelo Departamento e homologado pelo Colegiado de Curso, podendo ser auxiliado por orientadores igualmente indicados e homologados. CAPÍTULO II DOS OBJETIVOS Art. 4º São objetivos dos estágios supervisionados em Letras: I - oportunizar estágio diretamente em unidades escolares dos sistemas de ensino através de coleta de dados sobre práticas docentes e administrativas e vivência da rotina do trabalho escolar durante um período contínuo; II - criar espaço de inserção do estagiário na atividade profissional, a partir do 5º semestre, permitindo a

2 vivência da dinâmica escolar e a docência compartilhada, preferencialmente na condição de assistente de professores titulares, sob a supervisão da instituição formadora. CAPÍTULO III DA PROGRAMAÇÃO DOS ESTÁGIOS OBRIGATÓRIOS Art. 5º Os estágios obrigatórios em Letras apresentam a seguinte programação: I - Estágio de Observação em Língua Portuguesa e Língua Estrangeira - observação de aulas no Ensino Fundamental: a) orientações gerais para desenvolvimento do estágio de observação no Ensino Fundamental e/ou Médio; b) atuação direta do estagiário em escola de Ensino Fundamental e/ou Médio, para coleta de dados relevantes para o conhecimento da realidade escolar: o estagiário deve caracterizar a escola e a área de português e língua estrangeira, através de entrevistas com professores, coordenação pedagógica e/ou orientação educacional; c) elaboração do relatório do estágio de observação, considerando o Plano Político- Pedagógico da Escola e os pressupostos teóricos trabalhados no Curso de Letras. II - Estágio Supervisionado em Português I - observação de aulas no Ensino Fundamental e Médio: a) orientações gerais para acompanhamento e observação de práticas docentes e administrativas em escola de Ensino Fundamental e Médio; b) atuação direta do estagiário em escola de Ensino Fundamental, para coleta de dados relevantes para o desenvolvimento do projeto de estágio. Para o conhecimento da realidade escolar, o estagiário deve caracterizar a escola e a área de português, através de entrevistas com professores, coordenação pedagógica e/ou orientação educacional; c) vivência pelo estagiário da rotina do trabalho escolar. Observação de 2 horas-aula de Português nas séries finais no Ensino Fundamental e no Ensino Médio; d) elaboração do relatório final do estágio de observação, considerando o Plano Político-Pedagógico da Escola e os pressupostos teóricos trabalhados no Curso. III - Estágio Supervisionado em Português II e Língua Estrangeira I docência no Ensino Fundamental: a) orientação para o estágio nas séries finais do Ensino Fundamental, através de análise e encaminhamento de formulários para a formalização dos estágios e elaboração do referencial teórico; b) docência compartilhada em turmas de 5ª a 8ª série do Ensino Fundamental; c) atividades relacionadas às diversas dimensões da dinâmica escolar, como reuniões pedagógicas e/ou administrativas e interação com a comunidade escolar; d) relatório do estágio de docência, constando de introdução, caracterização da turma, projeto de estágio acompanhado de uma proposta pedagógica e dos planos de aula (com objetivos, conteúdos, procedimentos, avaliação, referências e todos os comprovantes das atividades). IV - Estágio Supervisionado em Português III e Língua Estrangeira II docência no Ensino Médio: a) orientação para o estágio em turma de Ensino Médio, através de análise e encaminhamento de formulários para a formalização dos estágios e elaboração do referencial teórico; b) docência compartilhada em turma de Ensino Médio, após o período de, no mínimo, 4 horas-aula para observação do trabalho docente e discente na turma em que será realizado o estágio; c) atividades relacionadas às diversas dimensões da dinâmica escolar, como reuniões pedagógicas e/ou administrativas e interação com a comunidade escolar; d) relatório do estágio de docência, constando de introdução, caracterização da turma, projeto de estágio acompanhado de uma proposta pedagógica e dos planos de aula (com objetivos, conteúdos, procedimentos, avaliação, referências e todos os comprovantes das atividades); e) produção de um artigo acadêmico sobre o ensino de Língua Portuguesa, literatura ou língua estrangeira que denote conhecimento específico e autonomia na expressão escrita; f) planejamento e desenvolvimento de um projeto de extensão na área da formação específica para clientela do Ensino Médio. 1º O projeto de extensão sobre ensino de Língua Portuguesa ou Língua Estrangeira é facultativo,

3 podendo ser realizado em dupla ou em grupo, mas os estágios supervisionados devem ser individuais. 2º O projeto de extensão deve ser aprovado pelo professor responsável pelo estágio em ensino de Língua Portuguesa, Literatura ou Língua Estrangeira. 3º No final do 7º semestre, é realizado o Seminário de Avaliação dos estágios supervisionados, integrando os profissionais dos campos de estágio, docentes do curso de Letras e interessados. Art. 6º A carga horária das atividades dos estágios nos níveis Fundamental e Médio de ensino e das demais modalidades de estágio de cada curso, conforme estabelece a legislação em vigor, será definida no Plano de Ensino, entregue ao estudante no início do semestre letivo. CAPÍTULO IV DA REDUÇÃO DA CARGA HORÁRIA Art. 7º O Colegiado do Curso de Letras, em atenção ao parágrafo único, Artigo 1º da Resolução CNP/CP 2, que faculta aos acadêmicos que exercem atividade docente regular na Educação Básica, a redução de até 200 horas no estágio curricular supervisionado, resolve: I - nos estágios supervisionados I e II, o acadêmico/estagiário pode ter redução de sua carga de estágio, conforme segue, devendo comprovar um mínimo de 2 (dois) anos de docência no Ensino Fundamental na disciplina objeto de estágio: a) Estágio em Língua Estrangeira I - 60h; b) Estágio em Língua Portuguesa e Literatura II 90h. c) Parágrafo único. O total de carga horária passível de redução é de 150 horas, relativo a 90 horas de atuação comprovada na área de Língua Portuguesa e 60 na de língua estrangeira. Art. 8º Para comprovação das atividades de docência, o estagiário deve apresentar documento do órgão competente. Parágrafo único. Para aprovação da carga-horária comprovada, serve qualquer tipo de vínculo empregatício, ou seja, contrato pelo regime de CLT (temporário ou por tempo indeterminado), concursado, estágio de docência pelo Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), desde que com comprovação da unidade concedente, Secretaria Estadual Educação e Cultura (SEC), Secretaria Municipal de Educação e Cultura (SMEC), ou escola, quando do setor privado. Art. 9º Essa normatização entra em vigor a partir de sua aprovação no Colegiado do Curso e tem efeito retroativo, de modo a beneficiar todos os acadêmicos que tenham ingresso no novo Currículo dos Cursos de Letras que estão sujeitos à Resolução do CNE supracitada. CAPÍTULO V DOS PROCEDIMENTOS NOS ESTÁGIOS Art. 10. São os seguintes os procedimentos do acadêmico antes de iniciar o estágio supervisionado em Língua Portuguesa e Língua Estrangeira: I - contatar com a escola campo de estágio para investigar a possibilidade de realizar a prática docente; II apresentar ao professor do estágio a escola, a série, a turma e o turno em que pretende realizar o estágio; III preencher o Plano de Atividades de Estágio e encaminhá-lo à secretaria do seu curso, com o aceite da escola, que o encaminha ao Núcleo de Integração e Fomento das Atividades de Estágio-NIFAE/Unisc, para, posteriormente, receber a Carta de Apresentação e a Ficha Comprovante de Estágio, dando formalmente início à prática pedagógica; IV organizar, após a autorização do estágio pela escola ou do órgão competente, com o(a) professor(a) titular os conteúdos/competências/objetivos a serem desenvolvidos no período da prática pedagógica, para posterior elaboração de seu projeto de estágio; V apresentar o projeto de estágio ao professor orientador; VI produzir, sob a orientação do professor, no Ensino Médio, um artigo acadêmico sobre o ensino de

4 uma das áreas específicas de formação. Parágrafo único. Qualquer alteração que envolver a escola escolhida, ou o horário de aulas na turma de estágio, deve ser imediatamente encaminhada ao orientador de estágio. CAPÍTULO VI DOS DIREITOS E DEVERES Art. 11. Cabe ao estagiário: I - tomar conhecimento das normas estabelecidas no presente documento; II - desenvolver as atividades exigidas no local de estágio; III- solicitar orientação individual aos professores de estágio de seu curso, em horários preestabelecidos; IV - apresentar, sistematicamente, ao professor orientador de estágio, na área específica, os planos de estudo e atividades desenvolvidas; V- solicitar orientação na produção do artigo e no planejamento/execução do projeto de extensão; VI - cumprir frequência de 100% nas atividades de docência compartilhada e se, por motivos imperiosos, ocorrer a necessidade de ausência, comunicar e justificar com antecedência à instituição em que realiza o estágio e ao professor coordenador; VII apresentar sugestões que contribuam para melhor desenvolvimento das atividades do estágio; VIII demonstrar comportamento ético e profissional; IX observar as normas de administração e organização da instituição de estágio quanto a diários de classe, programas de disciplinas, avaliação do desempenho dos acadêmicos no período de estágio; X- apresentar, no término do semestre, o relatório final de ações desenvolvidas durante o estágio, o artigo escrito sobre uma tema da área de formação e o projeto de extensão do curso Português/Literatura. Art. 12. Cabe ao Coordenador de curso encaminhar ofício ao NIFAE, que o envia à Coordenadoria Regional de Educação - CRE, fazendo constar: a relação das escolas previamente contatadas, o nome do professor do curso responsável pela supervisão e acompanhamento das atividades de estágio e a relação nominal dos estagiários, com o respectivo número da apólice do seguro de acidentes pessoais em favor do estudante, e o nome da seguradora. Art. 13. Cabe ao professor e/ou orientador de Estágio Supervisionado: I prestar toda e qualquer informação de ordem geral em relação aos estágios supervisionados a professores do curso, acadêmicos, direção e órgão do sistema, quando se fizer necessário; II dar atendimento individual e/ou em grupo aos acadêmicos em horários previamente acertados, orientando-os sempre que houver solicitação dos mesmos ou quando se fizer necessário a partir de situações verificadas no decorrer das atividades do estágio, na produção do artigo e na elaboração e execução do projeto de extensão; III definir, conjuntamente com os acadêmicos estagiários, as linhas de ação do estágio curricular, o tema e a estrutura do artigo a ser produzido e a elaboração e execução do projeto de extensão; IV acompanhar sistematicamente os estagiários nos campos de estágio através de visitas, agendamento de encontros para verificação dos planejamentos e fazer contatos com as escolas, quando houver necessidade; V organizar e coordenar o Seminário de Avaliação de estágio; VI zelar para que as atividades de estágio sejam articuladas com instituições idôneas e que disponham de profissionais qualificados para o acompanhamento das exigências/ competências pertinentes à prática; VII articular, com o campo de estágio e o docente da área de conhecimento, a elaboração do projeto de prática docente a ser executado pelo estagiário, através de troca de informações e visitas agendadas; VIII adotar estratégias de reflexão e ação que permitam intervir na construção qualitativa do estágio, envolvendo os segmentos responsáveis pela sua dinâmica operacional; IX estabelecer contatos sistemáticos com instituições conveniadas, através do Coordenador do Estágio, para garantir espaços para a ação pedagógica dos estagiários nas habilitações em questão; X articular com a Coordenação do Curso de Letras e demais instâncias internas propostas de interação sistemática com as escolas de Educação Básica, visando a projetos de formação compartilhados; XI incentivar iniciativas de parcerias na promoção de atividades destinadas aos professores dos campos de estágio, formadores e futuros professores. CAPÍTULO VII DOS PRAZOS

5 Art. 14. O acadêmico deve entregar os relatórios até 25 dias após a conclusão do respectivo estágio, na secretaria do Curso. CAPÍTULO VIII DA AVALIAÇÃO Art. 15. A avaliação considera o desempenho global nas disciplinas de estágio e, para fins de atribuição da nota final, são levados em conta os seguintes aspectos: a) comprometimento com a realização de leituras e fundamentação teórica; b) postura de investigação ao longo de todas as atividades desenvolvidas; c) qualidade da produção escrita: artigo e relatórios de estágio em docência e em curso de extensão; d) autoavaliação; e) exercício de docência compartilhada: avaliação do campo de estágio pelo professor titular e orientador de estágio (ficha de avaliação institucional); f) o artigo produzido pelo estagiário, que deve conter de 5 a 8 laudas, fonte 12, espaço 1,5. Art. 16 É considerado aprovado o acadêmico que alcançar nota igual ou superior a 7 (sete) como resultado final nas disciplinas de Estágio Supervisionado de Língua Portuguesa e Literatura I, II e III e nas disciplinas de Estágio Supervisionado em Língua Estrangeira (Inglês e Espanhol) I e II. A nota mínima para aprovação é 7 (sete), resultado da média aritmética das notas do estágio em docência, do artigo escrito e do projeto de extensão na habilitação em que ele se envolve. Parágrafo único. Caso o acadêmico não atingir a nota mínima 7 (sete), é concedido um prazo de até 15 dias para refazer o trabalho/atividade. CAPÍTULO IX DA ORGANIZAÇÃO DO ESTÁGIO NÃO OBRIGATÓRIO Art. 17. Consideram-se estágio, para efeitos deste regulamento, as atividades de aprendizagem profissional proporcionadas pela participação em situações reais de trabalho, sendo realizado na comunidade em geral, junto a pessoas jurídicas de direito público ou privado, sob responsabilidade e coordenação do Curso de Letras, da Unisc. Art. 18. As atividades do estágio não obrigatório devem ser compatíveis com o Projeto Pedagógico do Curso, podendo ser desencadeadas a partir do momento do ingresso do estudante no Curso. Art. 19. Compete à Coordenação do Curso a coordenação dos estágios não obrigatórios, assessorada pelo NIFAE. 1º Para melhor organização e planejamento, as atividades de estágio devem ser programadas por meio de plano de atividades, elaborado pelo estagiário, devidamente orientado pelo orientador, de acordo com roteiro padrão disponível no NIFAE e na Coordenação do Curso. 2º A avaliação do estágio deve ser periódica e obedecer à normatização do próprio Curso, ou do NIFAE, observando-se: a) a qualidade da formação acadêmico-profissional; b) a atuação dos estagiários e supervisores/orientadores; c) as condições do campo para o desenvolvimento do estágio. Art. 20. São atribuições do Coordenador do Curso, nos âmbito dos estágios não obrigatórios: I definir, em conjunto com o Colegiado do Curso, a organização dos estágios no Projeto Pedagógico do Curso ou sua reestruturação; II fornecer ao NIFAE as informações necessárias ao adequado desenvolvimento do estágio; III prestar informações ao NIFAE quanto às atividades que podem ser desenvolvidas pelos estagiários e os pré-requisitos específicos para desenvolvimento de estágio relativo ao curso que coordena. CAPÍTULO X DA ORGANIZAÇÃO DAS CONCEDENTES

6 Art. 21. São organizações concedentes de estágio unidades escolares dos sistemas de ensino, de direito público e privado, que devem: I apresentar condições necessárias para o desenvolvimento das atividades de estágio e proporcionar experiências práticas, para que o estagiário possa vivenciar o processo de intervenção interdisciplinar e as experiências político-pedagógicas e tecnológicas na área de sua formação; II reconhecer o estagiário como educando, considerando-o sujeito em processo de formação e qualificação; III atentar para que se obedeça às normas prescritas na legislação geral e específica de cada curso. Art. 22. Antes de iniciar o estágio, deve ser formalizado o Termo de Compromisso para cada estagiário, assinado por este e pelo representante da organização concedente de estágio, com anuência do NIFAE. CAPÍTULO XI DA ORIENTAÇÃO E SUPERVISÃO DO ESTÁGIO NÃO OBRIGATÓRIO Art. 23. No estágio não obrigatório, a orientação é realizada por docente vinculado ao curso do estagiário, podendo ser realizada de forma compartilhada pelos supervisores profissionais vinculados à unidade concedente. Art. 24. São atribuições do professor orientador: I - avaliar as condições das instalações da parte concedente do estágio descritas no plano de atividades, bem como a sua adequação à formação cultural e profissional do estudante; II exigir do estudante a apresentação periódica, em prazo não superior a 6 (seis) meses, de relatório das atividades; III zelar pelo cumprimento do termo de compromisso, reorientando o estagiário para outro local, em caso de descumprimento das normas; IV comprovar o efetivo acompanhamento do estagiário por meio de orientações na elaboração do plano de atividades, de visto no relatório de atividades e, se for o caso, de visita in loco, sempre que necessário. Art. 25. A supervisão do estágio na concedente de estágio é realizada por supervisor local de estágio designado pelo representante da referida unidade, dentre seus profissionais, cabendo à Unisc seu acompanhamento, mediante instrumentos avaliativos desenvolvidos para esse fim e de visitas in loco, sempre que necessário. Art. 26. O supervisor local de estágio deve ter formação profissional de nível superior compatível com a área de formação do curso ou experiência profissional na área de conhecimento desenvolvida no curso do estagiário. Art. 27. O supervisor local de estágio não recebe remuneração da Unisc. Art. 28. São atribuições do supervisor local de estágio: I fornecer ao estagiário as informações necessárias para o desenvolvimento do estágio; II apresentar ao estagiário as informações de que necessita, facilitando-lhe o acesso às dependências da organização concedente de estágio necessárias para o desenvolvimento do estágio; III orientar e acompanhar a execução das atividades do estagiário; IV visar os relatórios do estágio; V prestar informações sobre o desempenho do estudante; VI informar ao orientador de estágio ou ao NIFAE qualquer irregularidade verificada em relação ao estagiário; VII participar de reuniões na Instituição, quando convidado. CAPÍTULO XII DO ESTAGIÁRIO Art. 29. A jornada de atividade em estágio é definida de comum acordo entre a Unisc, a parte concedente e o acadêmico estagiário ou seu representante legal, devendo constar no Termo de Compromisso ser compatível com as atividades escolares e não ultrapassar: I 4 (quatro) horas diárias e 20 (vinte) horas semanais, no caso de estudantes de educação especial e

7 dos anos finais do Ensino Fundamental, na modalidade profissional de educação de jovens e adultos; II 6 (seis) horas diárias e 30 (trinta) horas semanais, no caso de estudantes do ensino superior, da educação profissional de nível médio e do ensino médio regular. 1º O estágio relativo a cursos que alternam teoria e prática, no período em que não estão programadas aulas presenciais, pode ter jornada de 40 (quarenta) horas semanais, desde que isso esteja previsto no Projeto Pedagógico do Curso. 2º Considerando que a Unisc adota verificações de aprendizagem finais, fixadas anualmente no Calendário Acadêmico, nos períodos de avaliação a carga horária do estágio deve ser reduzida pelo menos à metade, segundo estipulado no Termo de Compromisso, para garantir o bom desempenho do estudante, desde que ele necessite realizar os exames finais. Art. 30. A duração do estágio, na mesma parte concedente, não pode exceder 2 (dois) anos, exceto quando se tratar estagiário portador de deficiência. Art. 31. O estagiário recebe bolsa, ou outra forma de contraprestação que venha a ser acordada, bem como a do auxílio-transporte. 1º A eventual concessão de benefícios relacionados a transporte, alimentação e saúde, entre outros, não caracteriza vínculo empregatício. 2º O estagiário pode inscrever-se no Regime Geral de Previdência Social e contribuir como segurado facultativo. Art. 32. É assegurado ao estagiário, sempre que o estágio tenha duração igual ou superior a 1 (um) ano, período de recesso de 30 (trinta) dias, a ser gozado preferencialmente durante suas férias escolares. 1º O recesso de que trata este artigo deve ser remunerado, quando o estagiário receber bolsa ou outra forma de contraprestação. 2º Os dias de recesso previstos neste artigo são concedidos de maneira proporcional, nos casos de o estágio ter duração inferior a 1 (um) ano. Art. 33. Aplica-se ao estagiário a legislação relacionada à saúde e segurança no trabalho, sendo sua implementação de responsabilidade da parte concedente do estágio. Art. 34. O relatório de avaliação específico do estágio curricular não obrigatório, a ser entregue pelo estudante ao professor orientador, deve estar acompanhado da avaliação do responsável no campo de estágio e comprovante da carga horária efetivamente cumprida. Parágrafo único. O relatório de atividades do estágio não obrigatório, elaborado pelo estagiário, objetiva o acompanhamento efetivo pelo professor orientador e do supervisor da unidade concedente, devendo conter a relação de tarefas e atividades desenvolvidas pelo mesmo no curso do estágio e deve ser entregue à Unisc e, para controle, disponibilizada cópia à parte concedente, com periodicidade mínima de 6 (seis) meses. CAPÍTULO XIII DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 35. Nos cursos de graduação da Unisc, os estágios curriculares não obrigatórios podem ser aproveitados como Atividades Complementares, desde que devidamente comprovados e previstos no regulamento específico. Art. 36. Aos supervisores de estágio externos, havendo interesse, pode ser expedido certificado correspondente, sem ônus. Art. 37. Casos omissos neste Regulamento são analisados no Colegiado de Curso de Letras que tomará as providências que se fizerem necessárias. Art. 38. Este regulamento entra em vigor na data de sua aprovação pelo Conselho de Graduação. Aprovado, pelo Conselho de Graduação/CONGRAD, em reunião do dia 20 de outubro de 2009.

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