USO DE GESTOS E MOVIMENTO NA INTERAÇÃO COM DISPOSITIVOS MÓVEIS E TV DIGITAL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "USO DE GESTOS E MOVIMENTO NA INTERAÇÃO COM DISPOSITIVOS MÓVEIS E TV DIGITAL"

Transcrição

1 Universidade Presbiteriana Mackenzie USO DE GESTOS E MOVIMENTO NA INTERAÇÃO COM DISPOSITIVOS MÓVEIS E TV DIGITAL Tiago Henrique Leite (IC) e João Soares de Oliveira Neto (Orientador) Apoio: PIVIC Mackenzie Resumo Este artigo descreve métodos de interação do usuário com alguns dos principais meios de comunicação como TV Digital, smartphones, tocadores de MP3 e tablets. São discutidos, também, mecanismos de transferência de informações entre dispositivos eletrônicos, entre eles QR Code, RFID, e, principalmente, os sensores do tipo acelerômetro. São descritos os meios físicos em que ocorrem essas trocas de dados, no caso, as redes wireless, enfocando a tecnologia Bluetooth. A partir da descrição dos sistemas apresentados foram descritos os ambientes de desenvolvimento para integrar essas tecnologias. Palavras-chaves: TV Digital, Dispositivos móveis, QR Code, RFID, Bluetooth, Acelerômetro, ez430- Chronos Abstract This article describes methods of user interaction with some of the main media, such as Digital TV, smartphones, MP3 players and tablets. We also discuss mechanisms for transferring information between electronic devices such as QR Code, RFID, and especially the accelerometer-type sensors. Another topic describes the physical media on which it gives such data exchange, in the case, wireless networks, focusing on Bluetooth technology. Based on the description of presented systems we described environments of system development to integrate these technologies. Key-words: Digital TV, Mobile Devices, QR Code, RFID, Bluetooth, Accelerometer, ez430-chronos 1

2 VII Jornada de Iniciação Científica INTRODUÇÃO Atualmente, existem muitas formas do usuário interagir com equipamentos digitais. Dependendo da tecnologia, essa interação pode ser feita por meio de teclado e mouse (dispositivos de interação mais tradicionais), por fala, touchscreen (interação por telas sensíveis ao toque), por leitura biométrica (reconhecimento de face, palma da mão, digital, íris e retina), entre outros. Ao analisar a evolução tecnológica ocorrida com os aparelhos de televisão, por exemplo, observa-se que foi, através dos seus botões instalados no próprio aparelho, a primeira forma de interação entre usuário e aparelho. Anos mais tarde, surgiram os controles com fio, que deram lugar aos controles remotos, tornando o usuário cada vez mais sedentário. Nos tempos atuais, pesquisas acadêmicas e da indústria têm testado novas alternativas desta interação, como o uso de voz e gestos. Por outro lado, o uso de sensores tem se ampliado em sistemas de segurança, na robótica e em dispositivos de comunicação. O emprego de sensores já é uma realidade em aplicações que são executadas em dispositivos móveis, como smartphones, tablets e controle de videogame. O objetivo deste trabalho científico é apresentar um levantamento bibliográfico sobre as atuais tecnologias que podem contribuir para a integração das várias mídias utilizadas pelos usuários para acessar informação e para se comunicar. Esta pesquisa pretende associar o uso de sensores usados para capturar informações sobre o usuário e compartilhar essas informações entre as diferentes mídias utilizadas. Como os sensores são alternativas eficientes para determinar a configuração do contexto em que o usuário se encontra e seus possíveis atributos, como localização no espaço, velocidade, emissão de som, intensidade e direção do movimento, pode-se fazer uso destas tecnologias como forma de interação entre o usuário e os dispositivos de comunicação que ele utiliza. Ao mesmo tempo, pretende-se pesquisar de forma mais detalhada, o uso de ferramentas como QR Code, RFID e Bluetooth para troca de informações entre diferentes dispositivos eletrônicos. Sendo assim, cenários como o uso de movimento para envio de um arquivo do celular para a TV Digital seria viável, na medida em que os sensores determinariam o sentido do movimento do usuário, e a informação seria transmitida, via Bluetooth, do dispositivo móvel para a TV Digital. 2

3 Universidade Presbiteriana Mackenzie Serão estudados os diferentes aspectos do uso de sensores em aplicações interativas executadas em dispositivos móveis e em TV Digital, assim como serão identificadas alternativas para comunicação entre diversos aparelhos dotados de sensores, a fim de possibilitar troca de informações entre os dispositivos com os quais o usuário está interagindo. Espera-se explorar cenários como, por exemplo, o envio de informações do celular para a TV Digital através de um gesto ou movimento do usuário. 2. DESENVOLVIMENTO 2.1. Introdução De acordo com Santos, Greenberg e Boyle (2002), similarmente a outros pesquisadores da área de computação tangível, defendem a suplementação da interação com elementos de interface físicos. Eles promovem o uso de dispositivos de entrada físicos como: push/toggle buttons físicos, resistores (dials e sliders), cartões RFID (radio frequency identification identificação por rádio frequência), e sensores de luz ou pressão, e de dispositivos de saída física como LEDs (light emitting diode diodo emissor de luz), servomotores, ou mesmo dispositivos off-the-shelf, tais como lâmpadas e ventiladores (SANTOS, 2008, p. 2). Nesta seção serão discutidas algumas mídias que permitem a interação do usuário, bem como uma direção de como desenvolver sistemas para esta interação e para coleta de dados TV Digital Sistema de radiodifusão de transmissão de sinais digitais ao invés de sinais analógicos. Devido à digitalização de sinais, proporciona ao usuário inovações do ponto de vista estético, como som estéreo, imagem mais larga com um maior grau de resolução e a possibilidade de apresentar vários programas no mesmo canal simultaneamente. A maior novidade fica a cargo da possibilidade de convergência entre meios de comunicação eletrônicos, como transmissão e recepção de dados, radiodifusão, acesso à internet e telefonia móvel e fixa (Bolano, 2004). 3

4 VII Jornada de Iniciação Científica O Brasil desenvolveu seu próprio padrão de transmissão tendo como base o sistema japonês, incrementando-o com novas tecnologias desenvolvidas por universidades brasileiras. O padrão japonês foi considerado o mais completo dentre os existentes. Em 2003, o governo brasileiro convocou pesquisadores e técnicos para o desenvolvimento de um projeto nacional de TV Digital (Tonieto, 2006). Para desenvolver aplicações para a TV Digital é utilizada a API JavaTV, e requer que o desenvolvedor tenha conhecimentos das tecnologias de transmissão de dados, por meio da JMF (Java Media Framework), e dos padrões de compressão de imagens usando o MPEG. A Sun disponibiliza uma API para desenvolvimento de TV Digital. O JavaTV API é uma aplicação Java Micro Edition (Java ME) que permite o controle sobre a funcionalidade de receptores de televisão. Algumas das características que essa API oferece são: o acesso ao banco de dados com as informações sobre o serviço, a seleção de conteúdo, controle do player de mídia de TV e o acesso aos dados que é transmitido com o sinal de televisão (SUN MICROSYSTEMS, 2006) IPHONE e IPAD Desenvolvido pela Apple, o iphone é um smartphone interativo. A principal forma de interação é feita através da tela touchscreen, e facilitada com o uso da tecnologia multitouch, permitindo a interpretação de mais de um toque ao mesmo tempo na tela. Além disso, o aparelho possui câmera de vídeo integrada e acesso à internet (Rogers, 2009). Piloned, Pilone, Tracey (2009) explicam que o iphone revolucionou o mercado de smartphones e a tecnologia em geral. Pode ser considerado como uma plataforma de jogos, um organizador pessoal, um navegador completo, além de telefone móvel. Com a abertura da App-Store, surgiu a oportunidade para desenvolvedores independentes criarem seus aplicativos e disponibilizarem para o mundo. Nas vésperas do lançamento do ipad, Nutting, Wooldridge, Mark (2010) falam que muitos anunciaram o ipad como um ipod de grande porte. Mas, além da tela de dimensões maiores, processador e placa gráfica de qualidade superior, o ipad possui o mesmo padrão de tela multitouch e SDK do iphone, versão 3.2. O equipamento é um tablet-pc, ou seja, pode ser usado como um computador de uso secundário, substituindo o notebook, ou um computador primário, suprindo todas as necessidades, não só no caso de estudantes, mas 4

5 Universidade Presbiteriana Mackenzie também médicos, professores, vendedores, cientistas, pilotos, engenheiros e vários outros campos profissionais. Nutting, Wooldridge, Mark (2010) instruem que, para desenvolver sistemas para ipod Touch, iphone e ipad, é necessária a inscrição no Apple iphone Developer Program (APPLE, ios Deve Center) e que deve-se pagar uma taxa anual à Apple. Em contrapartida, é permitido efetuar o download do SDK, exemplos de códigos, tutoriais, documentações, além de permitir vender aplicações pela App Store. Com a utilização do SDK 3.2 é permitido empregar tecnologias XCode, Interface Buildes, Cocoa e Object-C ao desenvolvedor, conforme descritas a seguir. O Xcode é o ambiente de desenvolvimento integrado (IDE), sendo a aplicação central da Apple. É uma ferramenta para desenvolvedores, onde são gerenciados os arquivos e recursos do projeto, bem como sua depuração e teste, através do simulador de iphone ou outro dispositivo conectado. O modelo de aplicativo é baseado em Windows e o projeto padrão que é gerado organiza os arquivos de origem em pastas distintas. Os arquivos de ipad são separados em uma pasta específica do ipad, os arquivos específicos do iphone estão localizados em uma pasta do iphone. Ao compartilhar classes comuns entre as duas versões, do iphone e do ipad, o código redundante pode ser removido do projeto e armazenado na pasta Shared, tornando extremamente útil ao adicionar um novo recurso, que deve ser disponibilizado para ambas as plataformas. Caso se decida acrescentar uma terceira plataforma para seu projeto, fica fácil fazê-lo, pois o ambiente segue o modelo MVC, sua base de código será muito mais fácil de adaptar-se a qualquer projeto futuro (Nutting; Wooldridge; Mark, 2010). O Interface Builder é a parte do Xcode que permite criar visualmente a interface do usuário. Em versões mais antigas, após o desenvolvedor escrever linhas de código da lógica da aplicação, era necessário escrever o código adicional para criar a interface do usuário. Ainda é permitido fazer isso se o desenvolvedor desejar, mas é muito mais simples e mais fácil usá-lo para criar a interface do usuário (Wang, 2010). O Cocoa é um framework orientado a objetos e proporciona um ambiente de execução para as aplicações Mac OS X. Quase todas as tarefas comuns realizadas por um aplicativo Mac, desde o desenho de uma janela, ao piscar do cursor numa caixa de texto, são desenvolvidas sobre esta plataforma. Outro benefício do uso do Cocoa é o de ser totalmente integrado com o Mac OS X (Nutting, Mark, Lamarche, 2010). Para a criação da interface 2D é utilizada a API Cocoa Touch, que é um conjunto de ferramentas baseadas em quadros, que estão incluídas no SDK do iphone (Devoe, 2009). 5

6 VII Jornada de Iniciação Científica O Objective-C é um superconjunto Cocoa, sendo peças fundamentais no sistema operacional Mac OS X. Ambos surgiram muito antes do Mac OS X, porém estão evoluindo em conjunto com ele (Dalrymple, Knaster, 2009). Objective-C é uma linguagem que implementa a eficiência da linguagem C e a orientação a objetos da linguagem Smalltalk. Essa combinação foi introduzida em meados dos anos 1980 e supri a necessidade das implementações para iphone e do Mac OS X (Bennett, Fisher, Lees, 2009) QR Code Para Chaves (2010), o QR Code é um código de barras bidimensional, também conhecido como código de barra 2D, que foi criado pela empresa japonesa Denso-Wave14, em O termo QR é derivado do termo Quick Response (ou, traduzindo para o português, reposta rápida ), porque o código facilita a decodificação do código em alta velocidade sem grandes adaptações e restrições na leitura. Sua utilização é feita para codificar dados de texto que podem ser interpretados como categorias de comandos e dados no celular. Esse modelo de código de barras é capaz de armazenar 7 mil caracteres de informação. Isto inclui músicas, imagens, s, entre outros. Muitas áreas já utilizam esta tecnologia. No Japão, aplica-se desde bulas de remédios, passando por informações de cartão de visitas e até informações adicionais em jornais e revistas. O modelo de um QR Code pode ser visto na Figura 1. Figura 1. QR Code Fonte: (Kaywa, 2011) Para que o QR Code seja interpretado, é necessária a instalação de um software no celular. Esse software é distribuído de forma gratuita. 6

7 Universidade Presbiteriana Mackenzie Eisele (2011) apresenta um tutorial que explica como utilizar o QR Code..Nele, é apresentado como utilizar o open source ZXing. De acordo com Zxing Project (2011), o ZXing (pronuncia-se " Zebra Crossing") é uma biblioteca open source, multiformato de código de barras 1D e 2D, contendo biblioteca de processamento de imagens implementado em Java. Seu foco é como usar a câmera embutida em telefones celulares para fotografar e decodificar códigos de barras no aparelho, sem se comunicar com um servidor RFID Para Gines, Tsai (2007), o desenvolvimento da tecnologia RFID teve origem na Segunda Guerra Mundial, pelo uso da tecnologia de transmissão por rádio frequência em conjunto com a identificação automática. Sob o comando de Watson-Watt, que chefiou um projeto secreto, os britânicos criaram o primeiro identificador ativo de amigo ou inimigo (IFF, identify friend or foe). Foi colocado um transmissor em cada avião britânico. Quando esses transmissores recebiam sinais das estações de radar no solo, começavam a transmitir um sinal de resposta, que identificava o avião como amigo. A tecnologia RFID funciona no mesmo princípio básico. Um sinal é enviado a um transponder, que é ativado e reflete de volta o sinal (sistema passivo) ou transmite seu próprio sinal (sistema ativo). A tecnologia RFID foi criada na década de 70 e visava à automação da identificação de etiquetas por meio de sinais de rádio. Essas etiquetas eram colocadas em pessoas ou objetos. O dispositivo contém uma antena e um chip envoltos por um suporte (tag ou label), que recebe e emite sinais para a base de transmissão. Existem três categorias de etiquetas RFID, sendo elas (Rocha, 2011): Leitura: que não são passíveis de alteração; Escrita uma vez, leitura múltipla; Leitura e reescrita. Quanto à alimentação, as etiquetas são classificadas em dois tipos (Santana, 2005): 7

8 VII Jornada de Iniciação Científica Passivas: sem bateria, sendo alimentada pelo próprio leitor via ondas eletromagnéticas. São mais baratas e possuem uma vida útil ilimitada. Permitem apenas leitura (read-only), usadas para curtas distâncias e necessitam de um leitor mais completo (com maior potência); Ativas: alimentadas por uma bateria interna e permitem a escrita e leitura (readwrite). São de custo mais elevado e têm vida útil limitada, máximo 10 anos. Atualmente, essa tecnologia é bastante aplicada em estoques, ajudando a controlar a cadeia de suprimento de supermercados e lojas, facilitando assim a logística de distribuição e controle. Gupta e Srivastava (2004) explicam a API Sun Java System RFID: ela contém um middleware que é baseado em padrões amplamente aceitos, incluindo aqueles definidos pela EPCglobal (Electronic Product Code), organização criada para a padronização de RFID. Ainda segundo Gupta e Srivastava (2004), o software contém dois componentes principais: RFID Event Manager; RFID Information Server Wireless Introdução Rede Wireless (em português, sem fio ) refere-se à troca de dados entre dispositivos digitais sem necessidade do uso de cabos sejam eles telefônicos, coaxiais ou ópticos entre equipamentos que usam radiofrequência (comunicação via ondas de rádio) ou comunicação via infravermelho, como em dispositivos compatíveis com IrDA (Infrared Data Association) (Lopes, 2008). Existem alguns tipos de redes Wireless bem difundidas no mercado. Os mais populares e comuns são (BAMIR IMPEX, 2010): 8

9 Universidade Presbiteriana Mackenzie CDPD Cellular Digital Packet Data; HSCSD High Speed Circuit Switched Data; PDC-P Packet Data Cellular; GPRS General Packet Radio Service; 1xRTT 1xRadio Transmission Technology; Bluetooth; IrDA (Infravermelho); MMDS Multichannel Multipoint Distribution Service; Wi-Fi Bluetooth Bluetooth, nome dado à tecnologia wireless que permite a transmissão e recepção de informações por meio de ondas de rádio, é desenvolvida e mantida pelo Bluetooth Special Interest Group (SIG). Para Rudolph e Huang (2007), o Bluetooth é um modo com que dispositivos efetuam comunicação sem fio a curtas distâncias. Desde o final do século XIX, as tecnologias sem fio têm se transformado, como por exemplo, o rádio, o infravermelho, a televisão e, mais recentemente, o padrão de rede sem fio modelo 802,11. O Bluetooth se destaca por sua comunicação de curta distância, geralmente menos de 30 pés (10 metros). Não há restrições de equipamentos, sistemas operacionais ou linguagens de programação em que se pode aplicar essa tecnologia, e isso a torna flexível, além de universal (Rudolph, Huang, 2007). Mahmoud e Qusay (2003) explicam que essa tecnologia foi originalmente concebida em 1994, pela empresa sueca Ericsson, fabricante de equipamentos telefônicos, com o intuito de facilitar a comunicação de curta distância entre dispositivos móveis. Em 1998, Ericsson, IBM, Intel, Nokia e Toshiba formaram o Bluetooth Special Interest Group, um consórcio para desenvolver um royalty-free de especificação aberta de curto alcance de conectividade sem fio. Desde então, mais de empresas aderiram ao Bluetooth SIG, incluindo praticamente todos os fabricantes de telefone, computador e equipamentos PDA. LXE (2006) explica que o Bluetooth foi originalmente desenvolvido como uma tecnologia de rede de área pessoal, redes (PANs), mas foi abortado por falta de robustez, alcance e 9

10 VII Jornada de Iniciação Científica escalabilidade para uso na empresa e aplicações de rede. Extensos testes provaram que dispositivos Bluetooth e b podem ser utilizados simultaneamente na mesma área, mesmo que eles compartilham uma banda de frequência. Isto permite aos dispositivos que usam o Bluetooth, scanners de código de barras sem fio e outros dispositivos periféricos transmitirem informações para computadores sem fio que estão em redes b Wi-Fi Aoki (2007) explica que o b é a tecnologia de rede sem fio popular. Padrão também conhecido como Wi-Fi (Wireless Fidelity). O b opera na faixa dos 2.4GHz e permite a transferência de dados a 11Mbps, uma velocidade semelhante à de redes Ethernet de 10Mbps, suportando, inicialmente, 32 usuários por ponto de acesso (TANENBAUM, 2003). Inclui aspectos de implementação do sistema de transmissão via rádio e especificação de segurança, o protocolo WEP (Wireless Encryption Protocol). Um ponto negativo neste padrão é a alta interferência tanto na transmissão, quanto na recepção de sinais, pois funciona na mesma frequência de telefones móveis, fornos de micro-ondas e dispositivos Bluetooth (Tanenbaum, 2003) RF LXE (2006) explica que RF (Radio Frequency) é um meio de transmissão de dados sem fio, feito por meio de sinais de rádio. Existem muitas vantagens em utilizar um sistema com esse perfil, principalmente ganho de espaço físico e economia com cabos. Um sistema básico de radiofrequência possui três componentes principais, sendo eles (LXE, 2006): Um terminal móvel; Uma estação base (emissor / receptor); Um controlador de rede. 10

11 Universidade Presbiteriana Mackenzie Desenvolvimento de Aplicação Wireless com Java A Sun disponibiliza o Sun Java Wireless Toolkit para desenvolver sistemas para ambientes sem fio. Esse toolkit era anteriormente conhecido como Java 2 Platform, Micro Edition (J2ME) Wireless Toolkit, e foi aprimorado e rebatizado. Este toolkit é baseado em Connected J2ME Limited Device Configuration (CLDC) e Mobile Information Device Profile (MIDP) e projetado para rodar em telefones celulares, PDAs e outros dispositivos móveis. Ele inclui os ambientes de emulação, de otimização de desempenho e recursos, documentação e exemplos que são necessários para o desenvolvimento de aplicações eficientes. Nele estão implementadas funcionalidades que são disponibilizadas por meio de APIs padrão. As APIs são definidas através do Java Community Process (JCP), e de acordo com o manual JavaWireless Toolkit for CLDC (Sun JavaWireless Toolkit for CLDC, 2008) os seguintes recursos são implementados: Mobile Service Architecture 1.0 (JSR 248); Java Technology for the Wireless Industry 1.0 (JTWI) (JSR 185); Connected Limited Device Configuration (CLDC) 1.1 (JSR 139); Mobile Information Device Profile (MIDP) 2.1 (JSR 118); PDA Optional Packages for the J2ME Platform (JSR 75); Java APIs for Bluetooth (JSR 82); Mobile Media API (MMAPI) 1.2 (JSR 135); J2ME Web Services Specification (JSR 172); Security and Trust Services API for J2ME (JSR 177); Location API for J2ME (JSR 179); SIP API for J2ME (JSR 180); Mobile 3D Graphics API for J2ME (JSR 184); Wireless Messaging API (WMA) 2.0 (JSR 205); Content Handler API (JSR 211); Scalable 2D Vector Graphics API for J2ME (JSR 226); 11

12 VII Jornada de Iniciação Científica Payment API (JSR 229); Advanced Multimedia Supplements (JSR 234); Mobile Internationalization API (JSR 238); Java Binding for OpenGL ES (JSR 239); 2.7. Sensores Introdução O uso de sensores para a detecção de gestos e movimentos colabora com a interação homem-computador, coletando dados de eventos ocorridos no ambiente e no contexto em que o usuário se encontra. Através do uso de sensores, pode-se fornecer tais dados para aplicações interativas que as tratariam e tomariam decisões para, por exemplo, personalizar a interface do usuário. Essas decisões variariam de acordo com o objetivo da aplicação final, abrindo, assim, uma gama de possibilidades interativas que poderiam solucionar problemas e dificuldades do cotidiano do usuário Acelerômetros De acordo com Santos (2006), os acelerômetros são dispositivos que medem acelerações. Essas medições podem ser efetuadas em qualquer direção, permitindo fazer medições 1D, 2D ou 3D (usando combinações de acelerômetros uniaxiais dispostos ortogonalmente), conforme a aplicação em questão e as medições a efetuar. Existem vários tipos de acelerômetros, entre os quais se encontram acelerômetros com sensores piezo-elétricos, de ressonância, de indução magnética, acelerômetros a laser e ópticos, entre outros. Os mais utilizados atualmente, ao menos no que diz respeito à interação de smartphones, são os acelerômetros do tipo eletro-mecânicos (micro electro-mechanical systems, ou MEMS). Estes sensores são estruturas similares a agulhas, que detectam movimentos, gerando informações que serão transmitidas ao circuito principal. São muito utilizados em dispositivos como o videogame Wii e no iphone (Morimoto, 2009). 12

13 Universidade Presbiteriana Mackenzie O uso desse tipo de sensor pode ser totalmente viável, partindo do principio de que geralmente o usuário final usa o movimento do corpo inconscientemente para fazer interações com os dispositivos. Em um jogo de videogame, isso ocorre muitas vezes e a princípio seriam movimentos desperdiçados Outros Santos (2006) diz que existem diversos tipos de sensores utilizados em equipamentos eletrônicos. Podem ser usadas simples chaves ou dispositivos de acionamento momentâneo do tipo mecânico, até mesmo transdutores especiais que convertam alguma grandeza física em uma grandeza elétrica, como por exemplo, uma tensão. A seguir, Santos (2006) relaciona os principais sensores que se encontram nas aplicações eletrônicas: Sensores Mecânicos: sensores de movimentos, posições ou presença usando recursos como chaves (switches). Incluem-se os micro switches e chaves de fim-decurso; Sensores do tipo Reed-Switch: são geralmente utilizados para detectar a posição de uma peça. São classificados como sensores magnéticos; Sensores Fotoelétricos: sua principal desvantagem é o fato de terem peças móveis sujeitas à quebra e desgaste, além da inércia natural que limita sua velocidade de ação. São exemplos: Foto resistores (LDRs), Fotocélulas, Fotodiodos, Fototransistores e Fotodisparadores; Encoders Ópticos: encoders ou codificadores ópticos podem ser enquadrados na categoria dos sensores fotoelétricos, mas têm uma aplicação um pouco diferente; Sensores de Imagem: outra categoria de sensores que opera com luz e semicondutores sensíveis a ela. É formado por uma matriz com grande quantidade de sensores fotoelétricos individuais; Sensores Fotoelétricos: empregada na medida de grandezas ópticas como luminância, contraste e cor, podem ser usados para determinar a composição da luz emitida por uma fonte, ou a intensidade, como em luxômetros, fotômetros e outros instrumentos; 13

14 VII Jornada de Iniciação Científica Sensores Térmicos: medem a variação da temperatura do meio em que se encontram. Como exemplos: os Bimetais, Pares termoelétricos, NTCs e PTCs, Sensores Semicondutores, Sensores Piroelétricos; Sensores de Presença: detectam as pessoas pelo calor de seu corpo, podendo ser usados também em outras aplicações, como sensores de incêndio, desde que filtros apropriados sejam agregados; Sensores Ultrasônicos: úteis na detecção de objetos a curtas distâncias, desde que não sejam muito pequenos, e capazes de refletir este tipo de radiação; Sensores Capacitivos: os valores de um capacitor (ou sensor) dependem da distância entre duas placas, sendo uma fixa e a outra móvel; Sensores de Gases: empregados em sensores de incêndio, sensores de fumaça ou na detecção da presença de substâncias específicas; Sensores Indutivos: são constituídos por uma bobina em torno de um núcleo; Sensores de efeito Hall: enquadrados na categoria dos magnéticos. Quando o campo magnético atua sobre um condutor, passa uma corrente elétrica, os elétrons são desviados causando um acúmulo e a diferença de potencial em uma direção transversal à passagem da corrente ez430-chronos De acordo com o manual ez430-chronos Development Tool - User's Guide (2010), o ez430- Chronos é um sistema altamente integrado sem fio, empregado para coleta de dados remota. Possui um display LCD de 96 segmentos, um sensor de pressão integrado, e um acelerômetro de três eixos para controle de movimentos e aceleração. Sua interface de rede sem fio integrada permite enviar dados via RF, que são adquiridos do ambiente, como contador de passos e monitores de frequência cardíaca. Ele oferece também a medição de temperatura e tensão da bateria. O sistema é acompanhado por: Um relógio ez430-chronos; Um ez430-rf USB interface de depuração; 14

15 Universidade Presbiteriana Mackenzie Um ponto de acesso USB CC1111 RF; IDEs para Windows e Linux. De acordo com o guia IAR Embedded Workbench (2010), o IAR Embedded é um ambiente de desenvolvimento de aplicativos (IDE) em assembler e/ou C usando o Workbench. Sua finalidade é construir sistemas utilizando os dados adquiridos pelo ez430-chronos. 3. PROJETOS PROPOSTOS Este artigo indicou as principais formas de interação, ambientes e ferramentas para desenvolver aplicativos. Outras ideias poderiam ser elaboradas a partir da analise das informações colhidas até o presente momento, seriam elas: Implementação de sistemas de T-Commerce, estudando a interação do usuário no momento de compras pela televisão; Estudo da interação e propostas de melhorias na interação dos equipamentos iphone, ipod e ipad, para novas implementações por veio de acelerômetro; Consumo de informações provenientes do leitor de código barras do QR Code para novas aplicações voltadas à publicidade e marketing; Aquisição de informações de RFID em um supermercado para fechar a compra antes de chegar ao caixa; Controle de um vídeo no computador ou na TV Digital, feito através da interação do usuário com o relógio ez430-chronos, tendo como objetivo usar os 3 eixos do acelerômetro, para controlar altura do som (eixo 1 para cima e para baixo), próximo vídeo e vídeo anterior (eixo 2 para esquerda e para a direita), iniciar e parar (eixo 3 para frente e para trás). 4. CONSIDERAÇÕES FINAIS A forma pela qual o usuário interage com a televisão, o computador e dispositivos moveis vem sofrendo alterações e melhorias. Cada vez mais é necessário estudar e melhorar essa forma de interação. O uso de sensores é uma solução interessante, visando o envio da 15

16 VII Jornada de Iniciação Científica coleta de informações por meio físico sem fio. Neste trabalho, foram apresentados alguns meios de comunicação, mecanismos de transferência de informações, sensores e meios físicos de comunicação sem fio, bem como alguns ambientes de desenvolvimento. Estudar e mesclar essas soluções faz parte da evolução de integração e interação de usuários e também de tecnologias. 5. REFERÊNCIAS AOKI, ENNIO. Segurança em redes sem fio, APPLE, ios Deve Center (http://developer.apple.com/iphone) BAMIR IMPEX. Mais Populares Tipos de redes sem fio, Disponível em <http://www.compute-rs.com/pt/conselho htm>. Acessado em 22 fev BENNETT, GARY; FISHER, MITCH; LEES, BRAD.Objective-C for Absolute Beginners, Apress, BOLANO, César Revista de economia e política de tecnologia da informação e comunicação. CHAVES, LUIZ CARLOS RODRIGUES. Uma Nova Abordagem no modelo de Interatividade de TV Digital Utilizando Dispositivos Móveis, DALRYMPLE, MARK; KNASTER, SCOTT. Learn Objective-C on the Mac, Apress, EISELE, MARKUS; Disponível em: <http://blog.eisele.net/2011/01/qr-codes-withglassfish-and-primefaces.html/>. Acessado em 15 fev ez430-chronos Development Tool - User's Guide, GINES, FERNANDO, TSAI, THIAGO. Projeto e Implementação de um sistema de identificação por RFId para uma aplicação de automação residencial, GREENBERG, S.; BOYLE, M. Customizable physical interfaces for interacting with conventional applications. ACM Press, GUPTA, ALKA; SRIVASTAVA, MAYANK; Developing Auto-ID Solutions using Sun Java System RFID Software, Disponível em: <http://java.sun.com/developer/technicalarticles/ecommerce/rfid/sjsrfid/rfid.html/>. Acessado em 27 abr IAR Embedded Workbench Version 3+ for MSP43 - User's Guide,

17 Universidade Presbiteriana Mackenzie KAYWA, LENDORFF. Kaywa QR Code. Disponível em <http://qrcode.kaywa.com/>. Acessado em 31 mar LOPES, RENATO. Tecnologia Wireless, LXE, RF/Wireless Basics, MAHMOUD, QUSAY. Wireless Application Programming with J2ME and Bluetooth, Disponível em <http://www.oracle.com/technetwork/systems/index html/>. Acessado em 12 jun MARK, DAVE. Learn C on the Mac , Apress, NUTTING, JACK; MARK, DAVID; LAMARCHE, JEFF. Learn Cocoa on the Mac, Apress, NUTTING, JACK; WOOLDRIDGE, DAVE; MARK, DAVID. ipad Development - for iphone Developers, Apress, PILONED, DAN; PILONE, TRACEY. Head First - iphone Development, O'Reilly Media, ROCHA, RAFAEL. Introdução à RFID, Disponível em <http://turma4b bligoo.com/content/view/736819/introdu-o-rfid.html/>. Acessado em 2 fev. 11. ROGERS, MICHAEL. An iphone development primer for, the busy college professor, RUDOLPH, LARRY; HUANG, ALBERT. Bluetooth Essentials For Programmers, Cambridge USA, SANTANA, SANDRA. RFID - Identificação por Radiofreqüência, Disponível em <http://www.wirelessbrasil.org/wirelessbr/colaboradores/sandra_santana/rfid_03.html>. Acessado em 10 set. 10. SANTOS, FELIPE SILVA, Abstração de eventos de sensores para dispositivos de interação, SANTOS, JOSE. Minicurso de Introdução à Instrumentação SANTOS, JOSE; PIRES, PEDRO. Monitorização da saída de um acelerômetro bi-axial, Sun JavaWireless Toolkit for CLDC, Disponível em:<http://download.oracle.com/javame/dev-tools/wtk-cldc /binaryreleasenotes.html>. Acessado em 8 dev

18 VII Jornada de Iniciação Científica SUN MICRSYYSTEMS; Disponível em: <http://download.oracle.com/javame/config/cdc/opt-pkgs/api/jsr927/index.html>. Acessado em 31 mar SUN MICRSYYSTEMS; Disponível em: <http://wwws.sun.com/software/download/products/40f41d82.html>. Acessado em 8 dev WANG, WALLACE. Mac Programming for Absolute Beginners, Apress, TANENBAUM, A. "Computer Networks'; 4ed. Amsterdam: Prentice Hall, ZXING PROJECT, Disponível em <http://code.google.com/p/zxing/>. Acesso em 20 set. 10. Contato: e 18

RFID Você vai usar! Jean Pierre Borges de Sousa jeansousa@inf.ufg.br

RFID Você vai usar! Jean Pierre Borges de Sousa jeansousa@inf.ufg.br RFID Você vai usar! Jean Pierre Borges de Sousa jeansousa@inf.ufg.br Graduado em Sistemas de Informação FASAM Mestrado em andamento em Ciência da Computação INF/UFG PRIMEIROS PASSOS Surgiu na Segunda Guerra

Leia mais

PROJETO DE PESQUISA. Automação residencial utilizando dispositivos móveis e microcontroladores.

PROJETO DE PESQUISA. Automação residencial utilizando dispositivos móveis e microcontroladores. PROJETO DE PESQUISA 1. Título do projeto Automação residencial utilizando dispositivos móveis e microcontroladores. 2. Questão ou problema identificado Controlar remotamente luminárias, tomadas e acesso

Leia mais

Módulo I - Introdução. Faculdade Christus Sistemas de Informação 17/09/2010. Carlos Eugênio Torres Engenheiro de Informática http://cetorres.

Módulo I - Introdução. Faculdade Christus Sistemas de Informação 17/09/2010. Carlos Eugênio Torres Engenheiro de Informática http://cetorres. Módulo I - Introdução Aula 2 Carlos Eugênio Torres Engenheiro de Informática http://cetorres.com Faculdade Christus Sistemas de Informação 17/09/2010 Graduado em Ciência da Computação pela UFC, Brasil

Leia mais

Arquiteturas para implantação de aplicações móveis wireless

Arquiteturas para implantação de aplicações móveis wireless Arquiteturas para implantação de aplicações móveis wireless Este tutorial apresenta uma visão geral da arquitetura para implantação de aplicações móveis wireless. Eduardo Tude Engenheiro de Teleco (IME

Leia mais

Introdução a Computação Móvel

Introdução a Computação Móvel Introdução a Computação Móvel Computação Móvel Prof. Me. Adauto Mendes adauto.inatel@gmail.com Histórico Em 1947 alguns engenheiros resolveram mudar o rumo da história da telefonia. Pensando em uma maneira

Leia mais

Fundamentos da Computação Móvel

Fundamentos da Computação Móvel Fundamentos da Computação Móvel (Plataformas Sistemas Operacionais e Desenvolvimento) Programação de Dispositivos Móveis Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus

Leia mais

Programação para Dispositivos Móveis. Prof. Wallace Borges Cristo

Programação para Dispositivos Móveis. Prof. Wallace Borges Cristo Programação para Dispositivos Móveis Prof. Wallace Borges Cristo Acesso a informação Notícias, Ringtones, Vídeos Messenger/Chat Jogos Acesso a instituições financeiras M-commerce (Mobile Commerce) Aplicações

Leia mais

UM FRAMEWORK PARA DESENVOLVIMENTO DE

UM FRAMEWORK PARA DESENVOLVIMENTO DE UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO CENTRO DE INFORMÁTICA UM FRAMEWORK PARA DESENVOLVIMENTO DE APLICATIVOS EM WINDOWS MOBILE. PROPOSTA DE TRABALHO DE GRADUAÇÃO Aluno:

Leia mais

NOVAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO

NOVAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO NOVAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO Profª. Kelly Hannel Novas tecnologias de informação 2 HDTV WiMAX Wi-Fi GPS 3G VoIP Bluetooth 1 HDTV 3 High-definition television (também conhecido por sua abreviação HDTV):

Leia mais

Desenvolvimento de um Framework de Jogos 3D para Celulares

Desenvolvimento de um Framework de Jogos 3D para Celulares Desenvolvimento de um Framework de Jogos 3D para Celulares Fabrício Brasiliense Departamento de Informática e Estatística(INE) Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Campus Universitário Trindade-

Leia mais

Aplicações Móveis e sua aplicação na saúde: micd, exemplo prático

Aplicações Móveis e sua aplicação na saúde: micd, exemplo prático Aplicações Móveis e sua aplicação na saúde: micd, exemplo prático Leonel Machava Email: leonelmachava@gmail.com MOZAMBICAN OPEN ARCHITECTURES STANDARDS AND INFORMATION SYSTEMS Conteúdo Definição de aplicação

Leia mais

Comunicações a longas distâncias

Comunicações a longas distâncias Comunicações a longas distâncias Ondas sonoras Ondas electromagnéticas - para se propagarem exigem a presença de um meio material; - propagam-se em sólidos, líquidos e gases embora com diferente velocidade;

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DO MONTE DA CAPARICA Curso de Educação e Formação de Adultos NS Trabalho Individual Área / UFCD

ESCOLA SECUNDÁRIA DO MONTE DA CAPARICA Curso de Educação e Formação de Adultos NS Trabalho Individual Área / UFCD 1 de 9 Desde o nascimento do telemóvel e o seu primeiro modelo vários se seguiram e as transformações tecnológicas que estes sofreram ditaram o nascimento de várias gerações. O Motorola DynaTac 8000X é

Leia mais

Introdução à Informática. Aula 04. Sistemas Operacionais Aplicativos e Utilitários Transmissão e meios de transmissão de dados. Prof.

Introdução à Informática. Aula 04. Sistemas Operacionais Aplicativos e Utilitários Transmissão e meios de transmissão de dados. Prof. Aula 04 Sistemas Operacionais Aplicativos e Utilitários Transmissão e meios de transmissão de dados Sistema Operacional Um conjunto de programas que se situa entre os softwares aplicativos e o hardware:

Leia mais

SISTEMAS OPERACIONAIS MÓVEIS - ANDROID X IOS

SISTEMAS OPERACIONAIS MÓVEIS - ANDROID X IOS SISTEMAS OPERACIONAIS MÓVEIS - ANDROID X IOS Danielle Dias Simões¹, Júlio César Pereira². Universidade Paranaense - Unipar Paranavaí PR - Brasil dannesimoes@hotmail.com juliocesarp@unipar.br Resumo. O

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS

DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS Aluno: Fábio Bicalho de Araujo Orientador: Marco Antonio Grivet Matoso Maia Introdução Um fato da atualidade: o mundo está se tornando cada vez mais

Leia mais

Arquitectura de Sistemas Computacionais

Arquitectura de Sistemas Computacionais Arquitectura de Sistemas Computacionais Práticas 2004-2005 Prof. Dr. Paulo Sampaio Departamento de Matemática e Engenharias UNIVERSIDADE DA MADEIRA A plataforma Nokia Series 60 Optimizado para Symbian

Leia mais

Introdução. Criar um sistema capaz de interagir com o ambiente. Um transdutor é um componente que transforma um tipo de energia em outro.

Introdução. Criar um sistema capaz de interagir com o ambiente. Um transdutor é um componente que transforma um tipo de energia em outro. SENSORES Introdução Criar um sistema capaz de interagir com o ambiente. Num circuito eletrônico o sensor é o componente que sente diretamente alguma característica física do meio em que esta inserido,

Leia mais

Desenvolva Sistemas de Medições Distribuídos e Portáteis

Desenvolva Sistemas de Medições Distribuídos e Portáteis Desenvolva Sistemas de Medições Distribuídos e Portáteis Henrique Tinelli Engenheiro de Marketing Técnico NI Nesta apresentação, iremos explorar: Plataforma NI CompactDAQ Distribuída Sistemas de Medição

Leia mais

Fundamentos de Automação. Sensores 17/03/2015. Sensores. Sensores Analógicos e Sensores Digitais. Sensores Analógicos e Sensores Digitais

Fundamentos de Automação. Sensores 17/03/2015. Sensores. Sensores Analógicos e Sensores Digitais. Sensores Analógicos e Sensores Digitais Ministério da educação - MEC Secretaria de Educação Profissional e Técnica SETEC Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Campus Rio Grande Fundamentos de Automação Sensores

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA COMPUTAÇÃO MÓVEL CONTROLE DE GASTOS PARA ORÇAMENTO DOMÉSTICO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA COMPUTAÇÃO MÓVEL CONTROLE DE GASTOS PARA ORÇAMENTO DOMÉSTICO UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA COMPUTAÇÃO MÓVEL CONTROLE DE GASTOS PARA ORÇAMENTO DOMÉSTICO Fred Paulino Ferreira, Leonardo Couto, Renato Maia, Luiz G. Montanha Departamento

Leia mais

TEORIA GERAL DE SISTEMAS

TEORIA GERAL DE SISTEMAS TEORIA GERAL DE SISTEMAS A Internet global A World Wide Web Máquinas de busca Surgiram no início da década de 1990 como programas de software relativamente simples que usavam índices de palavras-chave.

Leia mais

Pré-Projeto do Trabalho de Conclusão de Curso Tiago Garcia Pereira 1. INTRODUÇÃO

Pré-Projeto do Trabalho de Conclusão de Curso Tiago Garcia Pereira 1. INTRODUÇÃO UM PADRÃO ABERTO DE SOFTWARE PARA COMPUTAÇÃO MÓVEL: UM ESTUDO SOBRE GOOGLE ANDROID 1. INTRODUÇÃO O aumento do número usuários de dispositivos móveis atrai cada vez os desenvolvedores a produzir aplicações

Leia mais

Sensores. unesp. Prof. Marcelo Wendling 2010 Versão 2.0 UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA

Sensores. unesp. Prof. Marcelo Wendling 2010 Versão 2.0 UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA unesp UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Campus de Guaratinguetá Colégio Técnico Industrial de Guaratinguetá Professor Carlos Augusto Patrício Amorim Sensores Prof. Marcelo Wendling 2010 Versão 2.0 2 Índice

Leia mais

Automação industrial Sensores

Automação industrial Sensores Automação industrial Sensores Análise de Circuitos Sensores Aula 01 Prof. Luiz Fernando Laguardia Campos 3 Modulo Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina Cora Coralina O que são sensores?

Leia mais

Comunicação Comunicação é o ato de transmissão de informações de uma pessoa à outra. Emissor: Receptor: Meio de transmissão Sinal:

Comunicação Comunicação é o ato de transmissão de informações de uma pessoa à outra. Emissor: Receptor: Meio de transmissão Sinal: Redes - Comunicação Comunicação é o ato de transmissão de informações de uma pessoa à outra. Comunicação sempre foi, desde o início dos tempos, uma necessidade humana buscando aproximar comunidades distantes.

Leia mais

Técnicas para interação de computador de bordo com dispositivo móvel usando tecnologia bluetooth

Técnicas para interação de computador de bordo com dispositivo móvel usando tecnologia bluetooth Técnicas para interação de computador de bordo com dispositivo móvel usando tecnologia bluetooth João Paulo Santos¹, Wyllian Fressaty¹ ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil Jpsantos1511@gmail.com,

Leia mais

Infrared Data Association

Infrared Data Association IRDA Infrared Data Association Jorge Pereira DEFINIÇÃO Define-se protocolo como um conjunto de regras que estabelece a forma pela qual os dados fluem entre transmissor e receptor, critérios para verificação

Leia mais

Introdução a programação de dispositivos móveis. Prof. Me. Hélio Esperidião

Introdução a programação de dispositivos móveis. Prof. Me. Hélio Esperidião Introdução a programação de dispositivos móveis. Prof. Me. Hélio Esperidião Windows Mobile O Windows Mobile é um sistema operacional compacto, desenvolvido para rodar em dispositivos móveis como Pocket

Leia mais

Programação para Dispositivos Móveis

Programação para Dispositivos Móveis Programação para Dispositivos Móveis Fatec Ipiranga Análise e Desenvolvimento de Sistemas Aula 02 História do desenvolvimento de software para dispositivos móveis Dalton Martins dmartins@gmail.com São

Leia mais

MY HOME INTRODUÇÃO TOUCH SCREEN. Comando de Automação

MY HOME INTRODUÇÃO TOUCH SCREEN. Comando de Automação TOUCH SCREEN Comando de Automação Central de Cenário 54 ÍNDICE DE SEÇÃO 56 A casa como você quer 62 As vantagens de 66 Dispositivos BUS 68 Integração das funções My Home 70 Vantagens da instalação BUS

Leia mais

Android. Marcelo Quinta @mrquinta

Android. Marcelo Quinta @mrquinta Android Marcelo Quinta @mrquinta Oi, eu sou o Marcelo Quinta Pública Público-privada Privada Próprio negócio Voluntariado Parabéns à organização do GO-GTUG Tablets 160% de aumento em 2011 Smartphones

Leia mais

Desenvolvimento de Sistemas para TV Digital. Prof. Fabrício J. Barth fbarth@tancredo.br Faculdades Tancredo Neves

Desenvolvimento de Sistemas para TV Digital. Prof. Fabrício J. Barth fbarth@tancredo.br Faculdades Tancredo Neves Desenvolvimento de Sistemas para TV Digital Prof. Fabrício J. Barth fbarth@tancredo.br Faculdades Tancredo Neves Objetivo Apresentar os conceitos básicos para o desenvolvimento de sistemas para TV Digital.

Leia mais

Redes de Dados e Comunicações. Prof.: Fernando Ascani

Redes de Dados e Comunicações. Prof.: Fernando Ascani Redes de Dados e Comunicações Prof.: Fernando Ascani Redes Wireless / Wi-Fi / IEEE 802.11 Em uma rede wireless, os adaptadores de rede em cada computador convertem os dados digitais para sinais de rádio,

Leia mais

O USO DE PLATAFORMAS OPEN SOURCE PARA O ENSINO DA TECNOLOGIA DE IDENTIFICAÇÃO POR RÁDIO FREQUÊNCIA (RFID)

O USO DE PLATAFORMAS OPEN SOURCE PARA O ENSINO DA TECNOLOGIA DE IDENTIFICAÇÃO POR RÁDIO FREQUÊNCIA (RFID) O USO DE PLATAFORMAS OPEN SOURCE PARA O ENSINO DA TECNOLOGIA DE IDENTIFICAÇÃO POR RÁDIO FREQUÊNCIA (RFID) Katielle Dantas Oliveira 1 katielledantas@gmail.com Maurício Barros de Almeida Neto 1 mauricio.ifce.br@gmail.com

Leia mais

Frameworks para criação de Web Apps para o Ensino Mobile

Frameworks para criação de Web Apps para o Ensino Mobile 393 Frameworks para criação de Web Apps para o Ensino Mobile Lucas Zamim 1 Roberto Franciscatto 1 Evandro Preuss 1 1 Colégio Agrícola de Frederico Westphalen (CAFW) Universidade Federal de Santa Maria

Leia mais

LNet Mobility WIRELESS SOLUTIONS

LNet Mobility WIRELESS SOLUTIONS LNet Mobility WIRELESS SOLUTIONS INTRODUÇÃO: Entende-se por Mobilidade a possibilidade de poder se comunicar em qualquer momento e de qualquer lugar. Ela é possível graças às redes wireless, que podem

Leia mais

Por razões, é requerido um módulo de E/S, que deve desempenhar duas funções principais:

Por razões, é requerido um módulo de E/S, que deve desempenhar duas funções principais: Entrada e Saída Além do processador e da memória, um terceiro elemento fundamental de um sistema de computação é o conjunto de módulos de E/S. Cada módulo se conecta com o barramento do sistema ou com

Leia mais

RESULTADOS PRELIMINARES NO DESENVOLVIMENTO DE SISTEMA PARA MAPEAMENTO REMOTO DE RADIAÇÃO

RESULTADOS PRELIMINARES NO DESENVOLVIMENTO DE SISTEMA PARA MAPEAMENTO REMOTO DE RADIAÇÃO 2013 International Nuclear Atlantic Conference - INAC 2013 Recife, PE, Brazil, November 24-29, 2013 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENERGIA NUCLEAR - ABEN ISBN: 978-85-99141-05-2 RESULTADOS PRELIMINARES NO DESENVOLVIMENTO

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE ESCOLA DE ENGENHARIA MBA EM TV DIGITAL, RADIODIFUSÃO E NOVAS E NOVAS MÍDIAS

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE ESCOLA DE ENGENHARIA MBA EM TV DIGITAL, RADIODIFUSÃO E NOVAS E NOVAS MÍDIAS UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE ESCOLA DE ENGENHARIA MBA EM TV DIGITAL, RADIODIFUSÃO E NOVAS E NOVAS MÍDIAS Trabalho final da disciplina Computadores, Redes, IP e Internet Professor: Walter Freire Aluno:

Leia mais

NOVAS APLICAÇÕES DO ISDB-T

NOVAS APLICAÇÕES DO ISDB-T ANEXO 5 NOVAS APLICAÇÕES DO ISDB-T Uma das vantagens mais marcantes do ISDB-T é a sua flexibilidade para acomodar uma grande variedade de aplicações. Aproveitando esta característica única do ISDB-T, vários

Leia mais

Sistemas Embarcados Android

Sistemas Embarcados Android Engenharia Elétrica UFPR 7 de março de 2013 Outline Desenvolvido para sistemas móveis pelo Google: Android Open Source Project (AOSP) Grande sucesso, devido a combinação de: open source licensing aggressive

Leia mais

Localização Geográfica no Google Maps com o Auxílio de Redes Wireless

Localização Geográfica no Google Maps com o Auxílio de Redes Wireless Localização Geográfica no Google Maps com o Auxílio de Redes Wireless Henrique G. G. Pereira 1, Marcos L. Cassal 1, Guilherme Dhein 1, Tarcízio R. Pinto 1 1 Centro Universitário Franciscano (UNIFRA) Rua

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Tipos de Sistemas Operacionais Com o avanço dos computadores foram surgindo alguns tipos de sistemas operacionais que contribuíram para o desenvolvimento do software. Os tipos de

Leia mais

Alessandro F. Cunha O que são sistemas embarcados?

Alessandro F. Cunha O que são sistemas embarcados? Alessandro F. Cunha O que são sistemas embarcados? 1. Introdução Alguma vez você já se deu conta que o microondas de sua casa tem uma capacidade computacional maior do que tinha o projeto Apolo, que levou

Leia mais

Estudo comparativo entre tecnologias Java: Applet e JWS.

Estudo comparativo entre tecnologias Java: Applet e JWS. Estudo comparativo entre tecnologias Java: Applet e JWS. Clara Aben-Athar B. Fernandes¹, Carlos Alberto P. Araújo¹ 1 Centro Universitário Luterano de Santarém Comunidade Evangélica Luterana (CEULS/ULBRA)

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA. Pizzaria Manão

UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA. Pizzaria Manão UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA Pizzaria Manão Emilio Gonçalves 41281 Fabrício Luís Santos da Silva 50293 Filipe Ribeiro Nalon 50295

Leia mais

Compartilhamento de Internet/ Wireless. Wilson Rubens Galindo

Compartilhamento de Internet/ Wireless. Wilson Rubens Galindo Compartilhamento de Internet/ Wireless Wilson Rubens Galindo Compartilhamento de Internet Ganhe dinheiro fácil com compartilhamento de Internet: Habilite um plano de Internet Banda Larga Compre um hub-switch

Leia mais

Programação de Computadores - I. Profª Beatriz Profº Israel

Programação de Computadores - I. Profª Beatriz Profº Israel Programação de Computadores - I Profª Beatriz Profº Israel A linguagem JAVA A linguagem Java O inicio: A Sun Microsystems, em 1991, deu inicio ao Green Project chefiado por James Gosling. Projeto que apostava

Leia mais

Administração de Sistemas de Informação Gerenciais

Administração de Sistemas de Informação Gerenciais Administração de Sistemas de Informação Gerenciais UNIDADE V: Telecomunicações, Internet e Tecnologia Sem Fio. Tendências em Redes e Comunicações No passado, haviam dois tipos de redes: telefônicas e redes

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA JNC MOBILE 2.0. Anderson Buon Berto Gilberto Torrezan Filho. Florianópolis - SC 2005/1

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA JNC MOBILE 2.0. Anderson Buon Berto Gilberto Torrezan Filho. Florianópolis - SC 2005/1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA JNC MOBILE 2.0 Anderson Buon Berto Gilberto Torrezan Filho Florianópolis - SC 2005/1 1 Sumário 1 Introdução 3 2 Denição do Problema 3 3 Trabalhos Correlatos 4 4 Solução

Leia mais

REDES INTRODUÇÃO À REDES

REDES INTRODUÇÃO À REDES REDES INTRODUÇÃO À REDES Simplificando ao extremo, uma rede nada mais é do que máquinas que se comunicam. Estas máquinas podem ser computadores, impressoras, telefones, aparelhos de fax, etc. Ex: Se interligarmos

Leia mais

Uma Introdução ao. Computação Móvel (MAC5743/MAC330) Prof. Alfredo Goldman Monitores: Rodrigo Barbosa Daniel Cordeiro

Uma Introdução ao. Computação Móvel (MAC5743/MAC330) Prof. Alfredo Goldman Monitores: Rodrigo Barbosa Daniel Cordeiro Uma Introdução ao J2ME Computação Móvel (MAC5743/MAC330) DCC-IME-USP Prof. Alfredo Goldman Monitores: Rodrigo Barbosa Daniel Cordeiro Visão Geral do Java 2 (1) A plataforma Java 2 engloba três elementos:

Leia mais

Davidson Rodrigo Boccardo flitzdavidson@gmail.com

Davidson Rodrigo Boccardo flitzdavidson@gmail.com Fundamentos em Sistemas de Computação Davidson Rodrigo Boccardo flitzdavidson@gmail.com Camada Física Primeira cada do modelo OSI (Camada 1) Função? Processar fluxo de dados da camada 2 (frames) em sinais

Leia mais

M-Payment. Prof. Adriano Maranhão

M-Payment. Prof. Adriano Maranhão M-Payment Prof. Adriano Maranhão 1 Sumário M-Payment Pontos Positivos e Negativos do M-Payment M-Wallet (Conceito) O perfil dos usuários do M-Wallet M-Wallet (Serviços) Principais formas de comunicação

Leia mais

APLICAÇÕES PARA CASAS INTELIGENTES EM AMBIENTES PERVASIVOS

APLICAÇÕES PARA CASAS INTELIGENTES EM AMBIENTES PERVASIVOS APLICAÇÕES PARA CASAS INTELIGENTES EM AMBIENTES PERVASIVOS RESUMO Alessandro Lumertz Garcia 1 Anderson Yanzer Cabral 2 Este artigo apresenta tipos de aplicações que podem existir nas casas inteligentes,

Leia mais

PERFIL PROFISSIONAL OPERADOR(A) DE ELECTRÓNICA. PERFIL PROFISSIONAL Operador/a de Electrónica Nível 2 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/16

PERFIL PROFISSIONAL OPERADOR(A) DE ELECTRÓNICA. PERFIL PROFISSIONAL Operador/a de Electrónica Nível 2 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/16 PERFIL PROFISSIONAL OPERADOR(A) DE ELECTRÓNICA PERFIL PROFISSIONAL Operador/a de Electrónica Nível 2 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/16 ÁREA DE ACTIVIDADE - ELECTRÓNICA E AUTOMAÇÃO OBJECTIVO GLOBAL

Leia mais

Aula 1 - Introdução e configuração de ambiente de desenvolvimento

Aula 1 - Introdução e configuração de ambiente de desenvolvimento Aula 1 - Introdução e configuração de ambiente de desenvolvimento Olá, seja bem-vindo à primeira aula do curso para desenvolvedor de Android, neste curso você irá aprender a criar aplicativos para dispositivos

Leia mais

Núcleo de Pós Graduação Pitágoras. Tópicos Especiais

Núcleo de Pós Graduação Pitágoras. Tópicos Especiais Núcleo de Pós Graduação Pitágoras Professor: Fernando Zaidan Disciplina: Arquitetura da Informática e Automação MBA Gestão em Tecnologia da Informaçao Tópicos Especiais Evolução da Convergência Digital

Leia mais

Desenvolvimento móvel para IOS - Apple Carga Horária Por Módulo: 16 Horas.

Desenvolvimento móvel para IOS - Apple Carga Horária Por Módulo: 16 Horas. Desenvolvimento móvel para IOS - Apple Carga Horária Por Módulo: 16 Horas. SOBRE A FRAMEWORK A Framework (www.frwtc.com) atua diretamente com profissionais do segmento de tecnologia em busca de capacitação,

Leia mais

Sistemas Embarcados Android

Sistemas Embarcados Android Engenharia Elétrica UFPR 13 de novembro de 2014 Desenvolvido para sistemas móveis pelo Google: Android Open Source Project (AOSP) Grande sucesso, devido a combinação de: open source licensing aggressive

Leia mais

Visão geral das redes sem fio

Visão geral das redes sem fio Visão geral das redes sem fio 1 - Introdução O termo redes de dados sem fio pode ser utilizado para referenciar desde dispositivos de curto alcance como o Bluetooth à sistemas de altas taxas de transmissão

Leia mais

Manual do Usuário. Desenvolvido para

Manual do Usuário. Desenvolvido para Manual do Usuário Desenvolvido para 1 Obrigado por comprar um Produto Comtac Você comprou um produto de uma empresa que oferece alta qualidade e valor agregado. Conheça nossa linha completa através do

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Introdução Redes de Computadores Marco Antonio Montebello Júnior marco.antonio@aes.edu.br Rede É um conjunto de computadores chamados de estações de trabalho que compartilham recursos de hardware (HD,

Leia mais

Sistema de Telemetria para Hidrômetros e Medidores Aquisição de Dados Móvel e Fixa por Radio Freqüência

Sistema de Telemetria para Hidrômetros e Medidores Aquisição de Dados Móvel e Fixa por Radio Freqüência Sistema de Telemetria para Hidrômetros e Medidores Aquisição de Dados Móvel e Fixa por Radio Freqüência O princípio de transmissão de dados de telemetria por rádio freqüência proporciona praticidade, agilidade,

Leia mais

Sistemas de Informação

Sistemas de Informação Sistemas de Informação Prof. M.Sc. Diego Fernandes Emiliano Silva diego.femiliano@gmail.com Agenda Infraestrutura de TI Infraestrutura de TI: hardware Infraestrutura de TI: software Administração dos recursos

Leia mais

Agregador de feeds RSS para dispositivos móveis

Agregador de feeds RSS para dispositivos móveis Agregador de feeds RSS para dispositivos móveis Disciplina: Computação Móvel Professor: Mauro Nacif Rocha Data: 27/02/2007 Hadriel Toledo Lima 50290 Juliana Pinheiro Campos 47683 Luis Felipe Hussin Bento

Leia mais

Comunicação Sem Fio REDES WIRELES. Comunicação Sem Fio. Comunicação Sem Fio. Comunicação Sem Fio. Comunicação Sem Fio 06/05/2014

Comunicação Sem Fio REDES WIRELES. Comunicação Sem Fio. Comunicação Sem Fio. Comunicação Sem Fio. Comunicação Sem Fio 06/05/2014 REDES WIRELES Prof. Marcel Santos Silva Comunicação Sem Fio Usada desde o início do século passado Telégrafo Avanço da tecnologia sem fio Rádio e televisão Mais recentemente aparece em Telefones celulares

Leia mais

Informática. Jamille Silva Madureira

Informática. Jamille Silva Madureira Informática Jamille Silva Madureira Conceitos de sistemas operacionais Sistemas Operacionais Atuais Desktop: Windows 7 e 8; Linux; Mac OS. Dispositivos Móveis: Windows Mobile; Android; iphone OS. Desktop

Leia mais

AULA 9: REDES SEM FIO

AULA 9: REDES SEM FIO AULA 9: REDES SEM FIO Objetivo: Detalhar conceitos sobre a aplicação, configuração, métodos utilizados para autenticação de usuários e segurança de acesso a redes sem fio. Ferramentas: - Emuladores de

Leia mais

Desenvolvimento de Aplicações Móveis: Presente, Passado e Futuro

Desenvolvimento de Aplicações Móveis: Presente, Passado e Futuro Desenvolvimento de Aplicações Móveis: Presente, Passado e Futuro Prof. Gilberto Amado de Azevedo Cysneiros Filho Tecnologia Vestível Tecnologia vestível (wearable technology) são acessórios diretamente

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES REDES DE COMPUTADORES Rede é um conjunto de módulos processadores capazes de trocar informações e compartilhar recursos. O tipo de rede é definido pela sua área de abrangência, podemos classificar as redes

Leia mais

Utilizando Cenários Virtuais para a Simulação de Ambientes Domésticos Controlados por Celular

Utilizando Cenários Virtuais para a Simulação de Ambientes Domésticos Controlados por Celular Utilizando Cenários Virtuais para a Simulação de Ambientes Domésticos Controlados por Celular Silvano Maneck Malfatti, Igor Yepes, Gabriel Lacerda dos Santos Faculdade Católica do Tocantins (FACTO) Palmas

Leia mais

Curso Técnico de Nível Médio

Curso Técnico de Nível Médio Curso Técnico de Nível Médio Disciplina: Informática Básica 3. Software Prof. Ronaldo Software Formado por um conjunto de instruções (algoritmos) e suas representações para o

Leia mais

RFID (Identificação por Radiofrequência)

RFID (Identificação por Radiofrequência) RFID (Identificação por Radiofrequência) Este tutorial apresenta a descrição de conceitos de RFID, tecnologia wireless de identificação e coleta de dados. Vergílio Antonio Martins Engenheiro de Eletrônica

Leia mais

GUIA DE RECURSOS SMART

GUIA DE RECURSOS SMART GUIA DE RECURSOS SMART Características dos aplicativos da SMART TV 1.Android 4.2 dual-core smart TV 2.Conexão de rede (com fio/sem fio/pppoe/wlan HP) 3. Sync-View (opcional) 4. Multi-screen Interativa

Leia mais

Atualmente dedica-se à Teleco e à prestação de serviços de consultoria em telecomunicações.

Atualmente dedica-se à Teleco e à prestação de serviços de consultoria em telecomunicações. Roteiro de Estudos Redes PAN IV O Portal Teleco apresenta periodicamente Roteiros de Estudo sobre os principais temas das Telecomunicações. Os roteiros apresentam uma sugestão de tutoriais publicados para

Leia mais

PLATAFORMA. MPact PARA MARKETING. MóVEL NOVAS REGRAS PARA CAPTAR A ATENÇÃO DOS CLIENTES DE MANEIRA MAIS EFICAZ

PLATAFORMA. MPact PARA MARKETING. MóVEL NOVAS REGRAS PARA CAPTAR A ATENÇÃO DOS CLIENTES DE MANEIRA MAIS EFICAZ PLATAFORMA MPact PARA MARKETING MóVEL NOVAS REGRAS PARA CAPTAR A ATENÇÃO DOS CLIENTES DE MANEIRA MAIS EFICAZ LOCALIZAÇÃO E ANÁLISE QUANDO UM CLIENTE OU HÓSPEDE ENTRA EM SUA LOJA OU HOTEL, CHEGOU SUA OPORTUNIDADE

Leia mais

Entenda os formatos mais populares de vídeo

Entenda os formatos mais populares de vídeo Entenda os formatos mais populares de vídeo Com o grande crescimento da internet banda larga no país muitos internautas estão cada vez mais tendo contato com arquivos de vídeo, tanto na visualização online

Leia mais

Manual de Operação Aplicativo ClickIt

Manual de Operação Aplicativo ClickIt Manual de Operação Aplicativo ClickIt Rev. 1.1 Agosto/2010 GSControl Automação Ltda. Rua Washington Luiz, 675 ITC Conjunto 1101 Centro Porto Alegre RS CEP 90010-460 Telefone: (51)3026-0945 / (51)3287-2167

Leia mais

J2ME PLATAFORMA DE DESENVOLVIMENTO JAVA PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS

J2ME PLATAFORMA DE DESENVOLVIMENTO JAVA PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS J2ME PLATAFORMA DE DESENVOLVIMENTO JAVA PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS Ana Paula Carrion 1, Késsia Rita da Costa Marchi 1, Jaime Willian Dias 1 1 Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil anapaulacarrion@hotmail.com,

Leia mais

REDE DE COMPUTADORES

REDE DE COMPUTADORES SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL REDE DE COMPUTADORES Tecnologias de Rede Arquitetura Padrão 802.11 Prof. Airton Ribeiro de Sousa E-mail: airton.ribeiros@gmail.com 1 Arquitetura Wireless Wi-Fi

Leia mais

Aula 04 B. Interfaces. Prof. Ricardo Palma

Aula 04 B. Interfaces. Prof. Ricardo Palma Aula 04 B Interfaces Prof. Ricardo Palma Interface SCSI SCSI é a sigla de Small Computer System Interface. A tecnologia SCSI (pronuncia-se "scuzzy") permite que você conecte uma larga gama de periféricos,

Leia mais

Roteiro. Linguagens, plataformas e ambientes de Desenvolvimento. Desenvolvimento de Aplicações para DM. Java. Linguagem C

Roteiro. Linguagens, plataformas e ambientes de Desenvolvimento. Desenvolvimento de Aplicações para DM. Java. Linguagem C Desenvolvimento de Aplicações para Dispositivos Móveis José de Ribamar Martins Bringel Filho Mestre em Ciência da Computação (UFC) bringel@cenapadne.br Roteiro Overview das Plataformas e Linguagens J2ME

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Coletores de Rádio Frequência PROF. DR. PAULO ROBERTO SCHROEDER DE SOUZA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Coletores de Rádio Frequência PROF. DR. PAULO ROBERTO SCHROEDER DE SOUZA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Coletores de Rádio Frequência PROF. DR. PAULO ROBERTO SCHROEDER DE SOUZA Introdução Com um mercado cada vez mais competitivo a automação dos processos é primordial; Uma central de

Leia mais

Simplifique a complexidade do sistema

Simplifique a complexidade do sistema 1 2 Simplifique a complexidade do sistema Com o novo controlador de alto desempenho CompactRIO Rodrigo Schneiater Engenheiro de Vendas National Instruments Leonardo Lemes Engenheiro de Sistemas National

Leia mais

Tutorial Java ME. Deixe o JME surpreender você também! Porque programar com 1 GB de RAM é fácil!! Neto Marin

Tutorial Java ME. Deixe o JME surpreender você também! Porque programar com 1 GB de RAM é fácil!! Neto Marin Deixe o JME surpreender você também! Porque programar com 1 GB de RAM é fácil!! Neto Marin Apresentação Experiência com Java desde 2002 (SCJP): Atuando com mobilidade desde 2005 P&D do Mobile Sys da Softway

Leia mais

Entendendo a Tecnologia RFID

Entendendo a Tecnologia RFID Entendendo a Tecnologia RFID Como o próprio nome sugere a identificação por radiofreqüência é uma tecnologia de identificação automática que utiliza ondas eletromagnéticas como meio para capturar as informações

Leia mais

André Aziz (andreaziz.ufrpe@gmail.com) Francielle Santos (francielle.ufrpe@gmail.com) Noções de Redes

André Aziz (andreaziz.ufrpe@gmail.com) Francielle Santos (francielle.ufrpe@gmail.com) Noções de Redes André Aziz (andreaziz.ufrpe@gmail.com) Francielle Santos (francielle.ufrpe@gmail.com) Noções de Redes Noções de Redes: Estrutura básica; Tipos de transmissão; Meios de transmissão; Topologia de redes;

Leia mais

RHOELEMENTS MOTOROLA DESENVOLVA MENOS. FAÇA MAIS.

RHOELEMENTS MOTOROLA DESENVOLVA MENOS. FAÇA MAIS. RHOELEMENTS MOTOROLA DESENVOLVA MENOS. FAÇA MAIS. RHOELEMENTS MOTOROLA FOLHETO COM TANTOS EQUIPAMENTOS MÓVEIS... VOCÊ, DEFINITIVAMENTE, QUER CRIAR UM APLICATIVO COMPATÍVEL COM TODOS ELES. COM RHOELEMENTS,

Leia mais

SUMÁRIO. Motivação Contextualização Objetivo Desenvolvimento. Aplicação Discussão Conclusão Perguntas. Hardware Software

SUMÁRIO. Motivação Contextualização Objetivo Desenvolvimento. Aplicação Discussão Conclusão Perguntas. Hardware Software SUMÁRIO Motivação Contextualização Objetivo Desenvolvimento Etapas de preparação Hardware Software Aplicação Discussão Conclusão Perguntas MOTIVAÇÃO Interesse em novas tecnologias Interesse no desenvolvimento

Leia mais

PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU. Desenvolvimento de Aplicações Em Dispositivos Móveis Com Android, Java, IOs (Iphone).

PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU. Desenvolvimento de Aplicações Em Dispositivos Móveis Com Android, Java, IOs (Iphone). 1 Desenvolvimento de Aplicações Em Dispositivos Móveis Com Android, Java, IOs (Iphone). Requisitos e Especificação de Software Tópicos sobre análise requisitos; Requisitos Funcionais e não funcionais;

Leia mais

Linguagem de Programação Visual. Aula 2 Prof. Gleison Batista de Sousa

Linguagem de Programação Visual. Aula 2 Prof. Gleison Batista de Sousa Linguagem de Programação Visual Aula 2 Prof. Gleison Batista de Sousa Historico 50s Interfaces são painel de controles do hardware, usuário são engenheiros; 60-70s Interfaces são programas em linguagens

Leia mais

CEFET/RJ UnED Petrópolis

CEFET/RJ UnED Petrópolis CEFET/RJ UnED Petrópolis Relatório de Estágio Supervisionado Empresa: CEFET/RJ UnED Petrópolis Curso: Técnico em Telecomunicações/TV Digital Estagiária: Dayana Kelly Turquetti de Moraes Telefones: (24)

Leia mais

Nokia E5 (E5-00) GSM GPRS EDGE (850/900/1800/1900 MHZ) WCDMA HSDPA 10.2 / HSUPA 2.0 (850/1900/2100) GPS

Nokia E5 (E5-00) GSM GPRS EDGE (850/900/1800/1900 MHZ) WCDMA HSDPA 10.2 / HSUPA 2.0 (850/1900/2100) GPS Última versão de software homologada pela VIVO: 042.010 DESTAQUES DO APARELHO Nome Comercial: Nokia E5 (Número do Modelo: E5-00) Smartphone com sistema operacional: Symbian OS v9.3 e plataforma: S60 v3.2;

Leia mais

Conexão Sem Fio Guia do Usuário

Conexão Sem Fio Guia do Usuário Conexão Sem Fio Guia do Usuário Copyright 2007 Hewlett-Packard Development Company, L.P. Windows é uma marca registrada da Microsoft Corporation nos Estados Unidos. Bluetooth é marca comercial dos respectivos

Leia mais

Dispositivos de entrada sem fio 1 INTRODUÇÃO

Dispositivos de entrada sem fio 1 INTRODUÇÃO Dispositivos de entrada sem fio 1 INTRODUÇÃO Nosso seminário vai apresentar uma tecnologia de entrada de dados sem fio, ou seja, os dados de entrada vao ser transmitidos sem a necessidade de meios fisicos

Leia mais

Duas capacidades de armazenamento de digitais. Opção para 1.900 digitais (padrão) ou 9.500 digitais opcional);

Duas capacidades de armazenamento de digitais. Opção para 1.900 digitais (padrão) ou 9.500 digitais opcional); Características Possui estrutura com design moderno e LEDs que indicam a confirmação de registros; Exclusivo sistema de hibernação quando o equipamento encontra-se sem energia vinda da rede elétrica, o

Leia mais

Introdução à Computação Móvel. Carlos Maurício Seródio Figueiredo

Introdução à Computação Móvel. Carlos Maurício Seródio Figueiredo Introdução à Computação Móvel Carlos Maurício Seródio Figueiredo Sumário Visão da Computação Móvel Oportunidades de Pesquisa Alguns Interesses de Pesquisas Futuras Visão da Computação Móvel O que é Computação

Leia mais

Universidade de Brasília

Universidade de Brasília Universidade de Brasília Introdução a Microinformática Turma H Redes e Internet Giordane Lima Porque ligar computadores em Rede? Compartilhamento de arquivos; Compartilhamento de periféricos; Mensagens

Leia mais