A sociedade adopta o tipo de sociedade anónima e a firma AMBISIDER RECUPERAÇÕES

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1 Denominação CAPÍTULO 1 DENOMINAÇÃO, SEDE, OBJECTO E DURAÇÃO ARTIGO PRIMEIRO (actualização dos estatutos deliberação da assembleia geral de 13/11/2007) Dois. Actividades de tratamento, valorização e comercialização de resíduos, susceptíveis de desmantelamentos de instalações industriaís, de movimentação de terras, obras hidráulicas e Cinco. Reabilitação, conservação de edifícios e construção civil. Um. Exercício de actividades de demolição de edifícios e estruturas de betão, de de recuperação ambiental em geral. aproveitamento. complementares de empresas, consórcios e associações em participação. ARTIGO TERCEIRO bem como associar-se com outras pessoas jurídicas, nomeadamente, formando agrupamentos ou diferente do referido nos números anteriores, em sociedades reguladas por leis especiais, Três. Prestação de serviços de gestão e assessoria a outras entidades no domínio das Seis. A sociedade poderá adquirir ou alienar participações em sociedades com objecto idêntico Quatro. Compra e venda de imóveis bem como a compra de imóveis para revenda. actividades antes referidas Objecto Social no território nacional ou no estrangeiro. Dois. A Administração poderá, ainda, criar, transferir ou extinguir sucursais, agências, delegações ou outras formas locais de representação social quando e onde julgue conveniente Aldeia de Paio Pires, concelho do Seixal, a qual poderá ser deslocada, nos termos da lei, por Um. A Sociedade tem a sua sede na Avenida da Siderurgia Nacional, número um, freguesia de deliberação da Administração. Sede ARTIGO SEGUNDO AMBIENTAIS, S.A. A sociedade adopta o tipo de sociedade anónima e a firma AMBISIDER RECUPERAÇÕES AMBISIDER Recuperações Ambientais, SA

2 Dois. O capital social pode ser elevado, por uma ou mais vezes, em dinheiro, até ao limite de Dois. Quando tituladas poderá haver títulos de cinquenta, cem quinhentos, mil e cinco mil interesse social. A sociedade poderá, nos termos da lei, adquirir e deter acções próprias bem como outros títulos Acções Acções Preferenciais Acções próprias e outros títulos setecentos e cinquenta mil euros, por deliberação do Conselho de Administração. mil acções, com o valor nominal de cinco leu ros cada. Um. O capital social, integralmente realizado, é de quatrocentos mil Euros, dividido em oitenta Um. O capital social é representado por acções nominativas ou ao portador, tituladas, acções. Geral. Capital Social ARTIGO QUARTO CAPÍTULO II ARTIGO QUINTO convertíveis em acções escriturais nos termos da lei e conforme deliberação da Assembleia ARTIGO SEXTO CAPITAL SOCIAL Podem ser emitidas acções preferenciais sem voto; nominativas, conferindo direito a um dividendo prioritário e susceptíveis de remição, dentro dos limites legais e nas condições que vierem a ser fixadas pela Assembleia Geral que tal deliberar. ARTIGO SÉTIMO emitidos pela sociedade, e fazer sobre umas e outros, as operações mais convenientes para o Assembleia Geral. Nos aumentos os accionistas têm direito de preferência na subscrição das novas acções na Direito de Preferência ARTIGO OITAVO proporção das acções de que à data forem titulares, salvo deliberação em contrário da

3 houver. Dois. Das reuniões dos órgãos sociais da Sociedade serem sempre lavradas actas, devidamente assinadas, da s quais constarão as deliberações tomadas e as declarações de voto, se as o Fiscal Único ou Conselho Fiscal. Um. A Sociedade tem como órgãos sociais a Assembleia Geral, o Conselho de Administração e Disposições Comuns aos Órgãos Sociais ORGÃOES SOCIAIS ARTIGO NONO b) Proceder à apreciação geral da administração e fiscalização da Sociedade; g) Tratar de qualquer outro assunto para que tenha sido convocada. Ou Conselho Fiscal e designar, de entre os Administradores eleitos, o presidente do f) Deliberar sobre dispensa ou não de prestação de caução pelos Administradores; ASSEMBLEIA GERAL a) Apreciar o relatório do Conselho de Administração, discutir e votar o balanço, as contas ARTIGO DÉCIMO Um. A Assembleia Geral delibera sobre todos os assuntos para os quais a lei e este contrato de e o parecer do Fiscal Único ou Conselho Fiscal deliberar sobre a aplicação dos Conselho de Administração; e) Deliberar sobre as remunerações dos membros dos órgãos sociais, podendo, para o efeito, designar uma comissão de vencimentos; transformação e dissolução e eventual regresso à actividade; d) Deliberar sobre quaisquer alterações do contrato de sociedade; fusão, cisão c) Eleger os membros da mesa da Assembleia Geral, os Administradores e o Fiscal único sociedade lhe atribuam competência. Dois. Compete à Assembleia Geral. Designadamente: resultados do exercício; Competência SECÇÃO 1 Cinco. O exercício dos cargos sociais poderá não ser remunerado, de acordo com deliberação a tomar em Assembleia Geral. Quatro. A duração do mandato dos membros dos árgãos sociais é de três anos, podendo ser secretário. reeleitos por urna ou mais vezes. Três. As actas da Assembleia Geral serão sempre assinadas pelo presidente da mesa e pelo CAPITULO III

4 ARTIGO DÉCIMO PRIMEIRO Composição e Mesa A Assembleia Geral é constituída por todos os accionistas com direito de voto e os respectivos trabalhos são assegurados pela Mesa constituída por um presidente e por um secretário com as competências atribuídas por lei. ARTIGO DÉCIMO SEGUNDO Convocação As Assembleias Gerais são convocadas pelo Presidente da mesa com observância da formalidades e dos prazos mínimos legais. ARTIGO DÉCIMO TERCEIRO Quorum e Deliberações Um. Para que a Assembleia Geral possa reunir e deliberar, em primeira convocatória, é indispensável a presença ou representação de accionistas que detenham, pelo menos, a maioria do capital social. Dois. Tanto em primeira como em segunda convocatória, deverão ser tomadas por maioria de três quartos dos votos emitidos as deliberações sobre: a) alteração do contrato de sociedade; b) dissolução da sociedade e se eventual regresso à actividade; Três. Os accionistas podem fazer-se representar nas Assembleias Gerais, por qualquer pessoa devendo comunicá-lo ao presidente da mesa e apresentar os poderes de representação oito dias antes da realização de cada Assembleia. ARTIGO DÉCIMO QUARTO Direitos de Voto Sem prejuízo do direito de agrupamento, contar-se-á um voto por cada cem acções e só os accionistas titulares do direito de voto poderão participar na Assembleia. ARTIGO DÉCIMO QUINTO Reuniões Ordinárias e Extraordinárias A Assembleia Geral reunirá ordinariamente, pelo menos, uma vez por ano e extraordinariamente sempre que o Conselho de Administração o julgue necessário e, ainda, quando a reunião seja requerida por accionistas que representem, pelo menos, cinco por cento do capital social,

5 Administração Competência três membros eleitos trienalmente. A Administração da Sociedade será exercida por um Conselho de Administração, composto por ADMINISTRAÇÃO ARTIGO DÉCIMO SEXTO ARTIGO DÉCIMO SÉTIMO Um. Compete especialmente ao Presidente do Conselho de Administração: ARTIGO DÉCIMO NONO a) Representar o Conselho em juízo ou fora dele; Administração por si designado para o efeito. Dois. Nas suas faltas ou impedimentos, o Presidente é substituído pelo vogal do Conselho de d) Zelar pela correcta execução das deliberações do Conselho de Administração. c) Exercer voto de qualidade; respectivas reuniões; b) Coordenar a actividade do Conselho de Administração, bem como convocar e dirigir as Presidente do Conselho de Administração ARTIGO DÉCIMO OITAVO de criar uma comissão executiva, estabelecer a composição e o modo de funcionamento desta. Dois. A deliberação do Conselho de Administração deve fixar os limites da delegação e, no caso Um. O Conselho de Administração pode delegar a gestão corrente da Sociedade num ou mais Administradores ou numa Comissão Executiva, nos termos permitidos por lei. Delegação de Poderes substabelecer. f) Constituir mandatários com poderes que julgue convenientes, incluindo os de d) Negociar financiamentos para a sociedade; c) Elaborar os planos de actividade e financeiros periódicos; b) Representar a Sociedade em juízo ou fora dele, activa e passivamente, podendo propor social; a) Gerir os negócios sociais e praticar todos os actos e operações relativos ao objecto Compete ao Conselho de Administração, designadamente: convenções de arbitragem; acções, desistir, transigir e confessar em quaisquer pleitos, bem assim, celebrar funcionamento interno, designadamente sobre pessoal e a sua remuneração; e) Estabelecer a organização técnico-administrativa da Sociedade e as normas de SECÇÃO II

6 no presente Contrato de Sociedade. c) Pedir convocação extraordinária da Assembleia Geral, nos termos da lei; b) Acompanhar o funcionamento das leis e dos estatutos que lhe são aplicáveis; b) Pela assinatura de um só Administrador, quando haja delegação do Conselho de Um, A sociedade obriga-se: respectivos poderes de representação. Um. O Conselho de Administração deve reunir, pelo menos uma vez em cada mês. Dois. Qualquer membro do Conselho de Administração poderá fazer-se representar em qualquer reunião por outro Administrador, mediante carta mandatária, que será válida unicamente para a reunião indicada. Dois. O Fiscal único efectivo e o Suplente deverão ser Revisores Oficiais de Contas ou Dois. Ao Fiscal único ou Conselho Fiscal compete, designadamente: Reuniões Competência Fiscal composto por três membros efectivos e um suplente consoante venha a ser deliberado representada a maioria dos seus membros, tendo o respectivo Presidente voto de qualidade. Fiscal único ou Conselho Fiscal SECÇÃO III Três. O Conselho de Administração não pode deliberar sem que esteja presente ou c) Pela assinatura de um Administrador e de mandatário constituído, no âmbito dos Vinculaço da Sociedade ARTIGO VIGÉSIMO a) Pela assinatura conjunta de quaisquer dois Administradores; Administração para a prática de determinado acto ou em conjunto de actos nos termos em Assembleia Geral. da respectiva deliberação; ARTIGO VIGÉSIMO PRIMEIRO Um. A fiscalização da Sociedade compete a um Fiscal Único e um suplente ou a um Conselho Sociedade de Revisores Oficiais de Contas. ARTIGO VIGÉSIMO TERCEIRO Um. O órgão de fiscalização tem a competência, os poderes e os deveres estabelecidos na lei e FISCALIZAÇÃO ARTIGO VIGÉSIMO SEGUNDO a) Examinar, sempre que julgue conveniente, a escrituração da Sociedade; d) Emitir parecer acerca do balanço, do inventário e das contas anuais;

7 Três. O órgão de fiscalização pode ser coadjuvado por empresas especializadas em trabalho de Lucros do Exercício DIPSOSIÇÕES FINAIS CAPÍTULO IV auditoria, cabendo a respectiva contratação ao Conselho de Administração. ARTIGO VIGÉSIMO QUARTO Ivone Teixeira Isidoro Gomes Ferreira ARTIGO VIGÉSIMO SEXTO Contrato de Sociedade, fica estipulado o foro da comarca da sede da Sociedade, com expressa renúncia a qualquer outro. Litígios DissoIuço e Liquidação ARTIGO VIGÉSIMO QUINTO pronunciar-se sobre qualquer matéria que lhe seja submetida por aquele órgão. e) Levar à consideração da Administração qualquer assunto que deva ser ponderado e Os lucros do exercício serão apurados e aplicados, nos termos da lei, conforme for deliberado em Assembleia Geral. A liquidação será efectuada nos termos da lei e das deliberações da Assembleia Geral. Para todos os litígios que oponham a Sociedade aos accionistas, emergentes ou não deste (Bilhete de Identidade n , de 18/02/1998, dos SIC de Lisboa) Filipe Alexandre de Matos Correia Marques (Bilhete de Identidade n , de 15/11/2004, dos SIC de Coimbra)

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