PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DO CURSO DE MESTRADO EM DIREITO AMBIENTAL E POLITICAS PÚBLICAS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DO CURSO DE MESTRADO EM DIREITO AMBIENTAL E POLITICAS PÚBLICAS"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DIREITO AMBIENTAL E POLÍTICAS PÚBLICAS PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DO CURSO DE MESTRADO EM DIREITO AMBIENTAL E POLITICAS PÚBLICAS ÁREA BÁSICA: INTERDISCIPLINAR: SOCIAL E HUMANIDADE Macapá/AP 2012

2 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO IDENTIFICAÇÃO PERFIL INSTITUCIONAL HISTÓRICO INSERÇÃO REGIONAL INSERÇÃO INTERNACIONAL MISSÃO FINALIDADES OBJETIVOS INSTITUCIONAIS ÁREA(S) DE ATUAÇÃO ACADÊMICA NA PÓS-GRADUAÇÃO POLÍTICAS DE ENSINO POLÍTICAS DE EXTENSÃO E PESQUISA ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO PEDAGÓGICA DO CURSO CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO MISSÃO CURSO OBJETIVOS GERAIS OBJETIVOS ESPECÍFICOS PERFIL DO EGRESSO LINHAS DE PESQUISA CURRÍCULO MATRIZ CURRICULAR ATIVIDADES COMPLEMENTARES PROJETO DE PESQUISA E DISSERTAÇÃO SISTEMA DE AVALIAÇÃO EMENTÁRIO e BIBLIOGRAFIA... 30

3 5 INFRAESTRUTURA E CORPO DOCENTE ACERVO BIBLIOGRÁFICO INFRAESTRUTURA LABORATORIAL CORPO DOCENTE REFERÊNCIAS... 73

4 4 1 INTRODUÇÃO O Projeto Político Pedagógico de Curso (PPC) é um conjunto de diretrizes e estratégias que expressam e orientam a prática pedagógica. Trata-se da própria concepção do Curso que descreve um conjunto de habilidades e competências a serem desenvolvidas no corpo discente, os referenciais que norteiam a construção e implementação do curso e a metodologia a ser adotada. Assim, o PPC não é a mera organização curricular, mas um posicionamento institucional diante da realidade e do desenvolvimento da área de conhecimento, discutido pelos órgãos colegiados a que o curso está submetido e que direciona a prática pedagógica do programa de pós-graduação. O objetivo do Projeto Político Pedagógico do Curso de Mestrado em Direito Ambiental e Politicas Públicas da Universidade Federal do Amapá é possibilitar a reflexão crítica sobre a prática pedagógica, com vistas à melhoria da qualidade do ensino e pesquisa de pós-graduação no nível de mestrado. Além disso, tem como objetivos específicos definir a identidade, a diferenciação e a originalidade do curso, trazendo-lhe novas perspectivas. O PPC exprime, assim, a articulação existente entre o compromisso institucional, a educação no nível de pós-graduação e a pesquisa. Ele articula e integra todas as atividades de ensino, pesquisa e extensão do curso, evitando a fragmentação de disciplinas. Integra professores e cria conteúdos mais consistentes. O Projeto permite também, avançar na questão da interdisciplinaridade, pois os conteúdos disciplinares passam a refletir não a compartimentalização, mas sim o ensino integrado e sistêmico. Por fim, o projeto pedagógico do curso de mestrado em Direito Ambiental e Políticas Públicas integra-se ao projeto educacional global da Instituição. Ele está, também, organizado de forma atender a legislação específica e as normativas institucionais e permitir formação de qualidade.

5 5 2 IDENTIFICAÇÃO 2.1 UNIDADE Universidade Federal do Amapá - UNIFAP Programa de Pós-Graduação em Direito Ambiental e Políticas Públicas - PPGDAP. 2.2 CURSO Mestrado Acadêmico em Direito Ambiental e Políticas Públicas. 2.3 ÁREA DE CONCENTRAÇÃO. Interdisciplinar Direito Ambiental e Políticas Públicas 2.4 LINHAS DE PESQUISA. Politicas Públicas, Desenvolvimento e Meio Ambiente na Amazônia. Direito Ambiental, Competências e Efetividade. 2.5 INGRESSO Processo seletivo anual. 2.6 TITULAÇÃO CONFERIDA Mestre em Direito Ambiental e Políticas Públicas 2.7 SITUAÇÃO LEGAL DO CURSO O curso de Mestrado em Direito Ambiental e Politicas Públicas foi recomendado em 2006, com homologação pelo Conselho Nacional de Educação através da Portaria nº 73 publicada no Diário Oficial da União, no dia , com conceito 3, obtendo a seguinte avaliação trienal , permanecendo com conceito DURAÇÃO O curso tem duração de vinte quatro meses, podendo, em situação extraordinária, ser prorrogado por mais seis meses. 2.9 CARGA HORÁRIA DO CURSO O curso será integralizado com o cumprimento mínimo de 33 créditos. Essa carga horária subdivide-se em: Disciplinas Obrigatórias: 05 disciplinas, distribuídas da seguinte forma: 03 disciplinas com 04 créditos e 02 disciplinas com 02 créditos, totalizando 16 créditos;

6 Disciplinas Optativas: 12 créditos obrigatórios; Elas serão oferecidas ao longo curso, de acordo com a demanda, sendo necessário no mínimo 05 alunos para formar uma turma. As disciplinas optativas serão de livre escolha dos acadêmicos e estarão vinculadas as linhas de pesquisa do curso Atividades Complementares: 02 obrigatórios O aluno deverá cumprir 2(dois) créditos ou 30(trinta) horas em atividades complementares durante o curso. Serão consideradas atividades complementares participação em eventos científicos institucionais ou externos de relevância para a pesquisa DEFESA DA DISSERTAÇÃO: 03 CRÉDITOS OBRIGATÓRIOS A dissertação estará vinculada a uma das linhas de pesquisa do curso, sob a orientação de professor do programa e sua defesa contabilizará 03 créditos para a integralização do curso. O acadêmico obrigatoriamente defenderá sua dissertação até o 24º (vigésimo quarto) mês do curso, podendo ser prorrogado, sob autorização do colegiado e com a concordância do orientador, em até 6(seis) meses. 3 PERFIL INSTITUCIONAL HISTÓRICO O Estado do Amapá localiza-se no extremo norte do Brasil, fazendo fronteira setentrional com a Guiana Francesa, a oeste, sul e sudeste com o Estado do Pará e Suriname e a leste com o Oceano Atlântico. Em 1943 foi elevado à categoria de Território Federal e, com a promulgação da constituição em 1988, transformado em Estado membro da União. Historicamente estas terras foram objeto de projetos concebidos exogenamente e implantados sem a existência de um processo de envolvimento e participação da sociedade local. Assim foi com a instalação de uma grande empresa de mineração na década de 1940, a qual já se retirou do Estado 1 O texto desse título em suas várias subdivisões foi extraído e adaptado do PDI , ver; UNIFAP. Plano de Desenvolvimento Institucional. Macapá/AP Disponível em

7 7 deixando um passivo sócio-ambiental ainda não dimensionado em sua totalidade. Também com a criação da Área de Livre Comércio de Macapá e Santana - ALCMS, projeto que fazia parte da política neoliberal do início da década de 1990, mas foi sepultado com a criação do Plano Real e uma política de restrição de importações acrescida de uma forte desvalorização cambial ocorrida em janeiro de A criação da ALCMS é responsável, em parte, por um importante movimento migratório ocorrido no Amapá na década passada. E mais recentemente em 2002, a constituição da maior unidade de conservação de proteção integral do planeta, o Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque, criado pelo presidente Fernando Henrique Cardoso, às vésperas da realização da 3ª Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente, ocorrida em Johanesburgo/ África do Sul. O Amapá possui uma população estimada em habitantes, distribuída em 16 municípios, sendo os mais populosos Macapá ( hab), Santana ( hab) e Laranjal do Jarí ( hab), de acordo com dados do IBGE A Universidade Federal do Amapá - UNIFAP iniciou suas atividades como Núcleo Avançado de Ensino (NEM), vinculado à Universidade Federal do Pará/ UFPA. Foi autorizada pela Lei Federal nº 7.530, de 29 de agosto de 1986 e criada pelo Decreto n.º , de 02 de março de 1990, concretizando uma importante demanda da sociedade amapaense. Sua implantação também veio na tentativa de contribuir para o desenvolvimento econômico, cultural e social do recém-criado Estado do Amapá. Começou a funcionar efetivamente em 1991, com a nomeação de uma Reitoria prótempore e com a realização de exames vestibulares, inicialmente para nove cursos de graduação. Atualmente a UNIFAP conta com 21 cursos de graduação, são esses: Arquitetura e Urbanismo(Bacharelado); Artes Visuais(Licenciatura); Ciências Ambientais(Bacharelado); Ciências Biológicas(Bacharelado e Licenciatura); Ciências Farmacêuticas(Bacharelado); Ciências Sociais(Licenciatura e Bacharelado); Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo(Bacharelado); Direito(Licenciatura); Educação Física(Licenciatura); Enfermagem(Licenciatura e Bacharelado); Engenharia Elétrica(Bacharelado); Física(Licenciatura); Geografia(Licenciatura e Bacharelado); História(Licenciatura e Bacharelado); Língua Portuguesa e Língua Francesa (Licenciatura); Língua Portuguesa e Língua

8 8 Inglesa(Licenciatura); Matemática(Licenciatura); Medicina(Bacharelado); Pedagogia(Licenciatura); Relações Internacionais(Bacharelado); Secretariado Executivo (Bacharelado). A UNIFAP desenvolve suas atividades em quatro campi: a sede localizada na cidade de Macapá, capital do Estado, denominada campus Marco Zero, o qual dispõe de uma área com ,45 m2, dos quais ,00m2 de área construída, distribuídos em blocos de salas de aulas, laboratórios, prédios administrativos, ginásio de esportes, biblioteca central, unidade de saúde, espaço de múltiplo uso e almoxarifado; o campus Santana, onde funciona o curso de Arquitetura e Urbanismo, localizado no município de Santana; o campus Norte localizado no município de Oiapoque, e o campus Sul, localizado no município de Laranjal do Jarí, estes dois últimos campi funcionam em regime modular. Possui também um núcleo de extensão em Serra do Navio onde são desenvolvidos cursos de qualificação para professores do Ensino Médio nas áreas de Biologia, Química, Física e Matemática. A estrutura organizacional está regida pela Lei nº 8.626, de 17 de fevereiro de 1993, que criou o quadro de pessoal da Universidade, a qual determinou a existência de uma estrutura pequena. Os órgãos executivos da UNIFAP são: Reitoria, Vice-Reitoria, Pró-Reitoria de Administração e Planejamento, Pró- Reitoria de Ensino da Graduação, Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação, Pró-Reitoria de Extensão e Ações Comunitárias, Procuradoria Geral, Auditoria, Assessoria Especial de Reitoria, Assessoria de Engenharia e Departamentos. O Conselho Superior Universitário é o órgão deliberativo máximo. Possui outras instâncias em nível acadêmico como os Departamentos e Colegiados de Cursos. A instituição organiza-se e estrutura-se com base nos seguintes princípios: I Unidade de patrimônio e administração; II Indissociabilidade do Ensino, Pesquisa e Extensão, vedada a duplicação de meios para fins idênticos ou equivalentes; III Universalidade de campo, pelo cultivo das áreas do conhecimento humano e das áreas técnico-profissionais; IV Pluralismo de ideias e de concepções; e V Racionalidade de organização com utilização plena de recursos humanos e materiais.

9 9 3.2 INSERÇÃO REGIONAL A Universidade Federal do Amapá se insere nas questões regionais intrínsecas à sua realidade amazônica o que exige ter como foco as preocupações socioambientais. A localização geográfica e organização populacional (negros, índios e caboclos) impõe à UNIFAP um olhar para as possibilidades de diminuir as desigualdades sociais, regionais e econômicas. No âmbito dos cursos de Graduação, entre as atividades desenvolvidas merecem destaque, as que são frutos de parcerias com as instituições estaduais e municipais, responsáveis pelas políticas públicas de educação e saúde, como: Programas pedagógicos voltados para o desenvolvimento das comunidades indígenas, quilombolas e ribeirinhas; Ação comunitária do curso de enfermagem na prevenção da hipertensão, diabetes, verminoses; Programa de saúde comunitária da Unidade Básica de Saúde UBS; Programa de prevenção de saúde bucal à comunidade na UBS; Programa de saúde da mulher da UBS; Programa de Alfabetização Solidária; Coleta, sistematização e tabulação de material arqueológico dos sítios arqueológicos do estado do Amapá; Projetos de intervenção na realidade escolar; Oficinas pedagógicas e de capacitação aos docentes do ensino fundamental, sobretudo os que atuam no interior do estado; Olimpíadas de Matemática e Química; Seminários com temáticas inerentes ao desenvolvimento regional; Eventos dos cursos de graduação; Projetos de capacitação em diversas áreas, por exemplo, a Universidade da Maturidade UMAP, Curso Pré-Vestibular CPV Negros, NUSA, Univercinema, OBMEP e o Ciclo de Seminários em Tópicos da Matemática, dentre outros. Criação de grupo inter-setorial de estudo para avaliação e acompanhamento da evasão. Em termos de Pesquisa e Pós-Graduação, a UNIFAP tem buscado o aprimoramento institucional, por meio de parceiras com várias Instituições, na

10 10 execução de programas de Pós-Graduação, de projetos de pesquisa e estimulado a iniciação científica. Tem participado com êxito também, na aprovação de projetos em editais nacionais, podendo dessa forma, formar e fortalecer grupos de pesquisa interinstitucionais em várias áreas do conhecimento. A Pró-Reitoria de Extensão e Ações Comunitárias - PROEAC, por intermédio do Departamento de Ações Comunitárias e Estudantis DACE e do Departamento de Extensão - DEX, assume também a tarefa de gerir a política de ações e projetos de assistência estudantil na Universidade Federal do Amapá UNIFAP. Além disso, vem construindo uma política de extensão universitária de acordo com as novas demandas sociais. O escopo dessa tarefa concretiza-se na oferta de um conjunto de ações voltadas à emancipação e promoção dos universitários em situação de hipossuficiência financeira, com dificuldades de acesso, permanência e êxito em sua graduação. Em que pese esse dado positivo, para se constituir em uma dimensão importante no âmbito da UNIFAP, a Política de Assistência Estudantil deverá converter-se em um conjunto de ações que tenham em vista a integração acadêmica, científica e social do estudante, incentivando-o ao exercício pleno da cidadania e promovendo seu êxito acadêmico. O contexto ora apresentado evidencia que a UNIFAP vislumbra a inserção regional, quando se propõe a implantar projetos e programas que visam estender e ampliar benefícios à sociedade amapaense e a produzir conhecimentos sobre questões inerentes ao desenvolvimento do Estado do Amapá, enquanto estado da Amazônia. 3.3 INSERÇÃO INTERNACIONAL Partindo da localização geográfica do estado do Amapá surge a necessidade de se projetar parcerias, intercâmbios, cooperações, mobilidades acadêmicas, com diversas instituições de outros países. Desse modo, contribuído para ampliação e qualidade do ensino, pesquisa e extensão. 3.4 MISSÃO

11 11 Ser uma fonte geradora de saberes e práticas nas diversas áreas do conhecimento por meio da indissociabilidade do ensino, da pesquisa e da extensão, contribuindo para o desenvolvimento regional amapaense e amazônico. 3.5 FINALIDADES Conforme disposto em seu Estatuto, artigo 3 o, a Universidade Federal do Amapá tem as seguintes finalidades: I estimular a criação cultural e o desenvolvimento do espírito científico e do pensamento reflexivo; II formar diplomados nas diferentes áreas de conhecimento, aptos para a inserção em setores profissionais e para a participação no desenvolvimento da sociedade amapaense e brasileira, e colaborar na sua formação contínua; III incentivar o trabalho de pesquisa e investigação científica, visando o desenvolvimento da ciência, tecnologia, criação e difusão da cultura, e, desse modo, desenvolver o entendimento do homem e do meio em que vive; IV promover a divulgação de conhecimentos culturais, científicos e técnicos que constituem patrimônio da humanidade e comunicar o saber por meio do ensino, de publicações ou de outras formas de comunicação; V suscitar o desejo permanente de aperfeiçoamento cultural e profissional e possibilitar a correspondente caracterização, integrando os conhecimentos que vão sendo adquiridos numa estrutura intelectual sistematizadora do conhecimento de cada geração; VI estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente, em particular os do Estado, da região e da nação, prestar serviços especializados à comunidade e estabelecer com esta uma relação de reciprocidade; VII promover a extensão, aberta à participação da população, visando à difusão das conquistas e benefícios resultantes da criação cultural e da pesquisa científica e tecnológica geradas na Universidade; VIII incentivar, promover e estimular o intercâmbio com outras instituições e organizações científicas e técnicas, nacionais e estrangeiras, visando ao desenvolvimento das ciências e das artes, preservando a natureza e interagindo com o ecossistema amazônico;

12 12 IX colaborar com entidades públicas e privadas através de estudos, projetos, pesquisas e serviços com vistas à solução de problemas regionais e nacionais sem perder de vista os valores étnicos, ecológicos, em consonância com os anseios e tradições dos povos da região; X contribuir para a formação da consciência cívica nacional, com base em princípios da ética e do respeito à dignidade da pessoa humana, considerando o caráter universal do saber. 3.6 OBJETIVOS INSTITUCIONAIS Pautada na perspectiva da busca constante de um trabalho no campo de ensino pesquisa e extensão com qualidade a UNIFAP lançou-se com a (re)estruturação universitária ratificando seus objetivos conforme seguem: Implantar programa institucional de qualificação/capacitação docente, sobretudo através dos programas de mestrado e doutorado Interinstitucionais (MINTER e DINTER) para acelerar a titulação docente; Elaborar plano de qualificação do corpo técnico-administrativo; Participar institucionalmente em sociedades nacionais e internacionais de pesquisa com organização de eventos; Estimular a atuação e produção científica em grupos de pesquisa; Organizar institucionalmente projetos de extensão vinculados às atividades de ensino; Ampliar a infraestrutura para atividades acadêmicas de pesquisa, ensino e extensão; Realizar contratos, convênios, nos termos do inciso XII do art. 24 da Lei 8.666/93 com fundação ou empresas congêneres com a finalidade de dar apoio a projetos de ensino, pesquisa e extensão e de desenvolvimento institucional, cientifico e tecnológico, inclusive na gestão administrativa e financeira. Criar novos cursos de graduação e pós-graduação para atendimento da sociedade, sobretudo a amapaense e expansão do número de vagas nos cursos existentes. Os cursos de Graduação da UNIFAP, tacitamente alinhados à missão e aos objetivos institucionais que formam profissionais nas mais diversas áreas do

13 13 conhecimento, devem estar atentos às demandas sociais e econômicas da região pautados nas seguintes diretrizes: Possibilitar o suporte ao desenvolvimento das atividades acadêmicocientíficas; Promover ações científicas articuladas, que contenham relevância social, artística ou tecnológica para o desenvolvimento sustentável da Região; Promover Pesquisa e extensão como elementos constitutivos e essenciais do desenvolvimento profissional do graduando; Promover formação teórico-metodológica interdisciplinar, transdisciplinar e multicultural: o processo desenvolvido na graduação não pode estar restrito à dimensão instrumental e técnico. Como processo plural, a formação do aluno deve envolver análise de fenômenos complexos e suas implicações, proporcionando condições para crítica e intervenção no campo de atuação profissional. 3.7 ÁREA(S) DE ATUAÇÃO ACADÊMICA NA PÓS-GRADUAÇÃO A universidade visa à consolidação e ampliação da pós-graduação. Desse modo, a UNIFAP se estruturou no sentido de atender a crescente demanda de formação de profissionais qualificados para tratar da institucionalização e implementação de novas alternativas de desenvolvimento regional, com ênfase na discussão das condicionantes ambientais gerais, e particularmente na gestão, proteção e utilização sustentável da biodiversidade amazônica. Por outro lado, a demanda amapaense por cursos de Pós-graduação cresceu abruptamente, devido também à expansão do ensino privado e a criação da Universidade Estadual do Amapá, que ampliou a formação superior nas diversas áreas do conhecimento. O Estado do Amapá, parte integrante da Amazônia Legal, retrata um déficit histórico de programas de Pós-graduação. Quando se observam os dados deste Estado referentes à Pós-graduação, fica evidente a imensa lacuna existente dos índices do Amapá no contexto regional. Em grande parte, isto se deve à falta de investimentos na infraestrutura institucional; o reduzido número de professores doutores; à pulverização das suas formações acadêmicas e ao excessivo envolvimento daqueles titulados somente na graduação.

14 14 Assim, como alternativas para atingir um nivelamento, destacam-se as seguintes atividades com seus respectivos resultados: STRICTO SENSU Curso Ano de Conceito Alunos Dissertações/ Instalação CAPES Matriculados/12 Teses Defendidas Doutorado Biodiversidade Tropical em Mestrado em Ciências da saúde (Dados atualizados até dez/12 Mestrado Biodiversidade Tropical em Mestrado em Direito Ambiental e Políticas Públicas (Dados atualizados até dez/2012. Mestrado Integrado em Desenvolvimento Regional Além dos citados programas, esta Instituição, por meio do Ministério da Educação (CAPES), firmou convênios com outras universidades proporcionando ampliação da qualificação de seu quadro docente, através de doutorado interinstitucional(dinter). Atualmente, estão em vigência na Unifap, os seguintes Programas: Doutorado em Educação em parceria com a Universidade Federal de Uberlândia, Doutorado em Sociologia com a Universidade Federal do Ceará, e o

15 15 Doutorado Interinstitucional em Direito com a Universidade Federal de Minas Gerais. Tais programas tendem a repercutir no fortalecimento do PPGDAPP. 3.8 POLÍTICAS DE ENSINO A política educativa norteadora das diversas atividades acadêmicas da UNIFAP pauta-se nos eixos da transdisciplinaridade: integração, autonomia, trabalho coletivo, cooperação, solidariedade e democracia, com base de sustentação de seu currículo pleno, reduzindo o isolamento entre os diferentes componentes curriculares, a fim de enriquecer a formação dos alunos. A proposta acadêmica traduz a missão da instituição, comprometida com a democratização do acesso ao ensino superior, no contexto sócio/ econômico/cultural dinâmico, plural complexo, e em constante transformação, concebida para além das atividades isoladas de ensino. A aprendizagem dialógica organiza-se e estrutura-se nos seguintes princípios: I- Inteligência Cultural, conceito amplo que envolve não só a inteligência acadêmica, mas também a prática e as demais capacidades de linguagem e códigos diversos; II- Transformação, prima pela transformação entre as pessoas e seu objetivo visa superação criativa e igualitária; III- Dimensão instrumental, capacidade de abranger os aspectos e dimensões que construam habilidades de aprender a aprender; IV- Criação dos sentidos supera a lógica utilitarista que reafirma a si mesma sem considerar as identidades e as individualidades; V- Solidariedade, relação de responsabilidades de um grupo social, de uma nação e da própria humanidade. Em relação à pós-graduação, considerando que a UNIFAP é a única instituição federal de ensino superior no Amapá que oferece a formação de mestres e doutores, os programas institucionais anteriormente elencados têm reforçado não só a qualificação de docentes e técnicos desta Universidade, bem como tem atendido à demanda existente nos quadros técnicos do Estado. Desta forma, as novas ações na área da pós-graduação e da pesquisa destinam-se a atender a crescente demanda e superar as assimetrias de conhecimento, em consonância com a previsão de expansão da graduação nesta Universidade.

16 POLÍTICAS DE EXTENSÃO E PESQUISA A Pró-Reitoria de Extensão e Ações Comunitárias vem gerenciando no decorrer dos anos projetos de extensão desenvolvidos pelos diversos cursos desta IFES, com vista ao cumprimento de uma de suas atribuições. Quanto às atividades de pesquisa, a UNIFAP possui 43 grupos de pesquisa cadastrados no Diretório do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq, nas áreas de Ciências Exatas, Biológicas, Humanas, Sociais, Saúde, Letras e Artes. Estes grupos atuam nas mais diversas linhas de conhecimento, perfazendo um total de 93 linhas de pesquisa. Parte considerável dos grupos encontra-se nas áreas de Ciências Biológicas e Ciências Humanas, o que se justifica em função dos cursos de pósgraduação ofertados pela Instituição estarem concentrados nestas áreas (Biodiversidade, Desenvolvimento Regional e Direito Ambiental e Políticas Públicas). Apesar dos grupos não possuírem um status de consolidados junto ao CNPq, este quadro tende a mudar nos próximos anos, em virtude da criação da Rede de Pesquisa do Estado do Amapá, que tem como um dos principais objetivos integrar as instituições de C&T do Estado. A integração por meio da rede subsidiará o aumento na produção científica e consequentemente fortalecerá os grupos de pesquisa da Instituição. As novas ações na área da pesquisa se darão em consonância com a contratação de docentes titulados e a implantação de novos cursos de pósgraduação, gerando a ampliação das linhas de pesquisa, favorecendo a captação de recursos externos para execução dos projetos. A construção de espaço destinado aos pesquisadores, como o Centro de Estudos da Amazônia que abriga os laboratórios de tratamentos de dados e geoprocessamento, além do Centro de Pesquisa que acolhe os grupos de pesquisa da Instituição são fundamentais para o fortalecimento e a consolidação da pesquisa na UNIFAP. No contexto do Programa de Apoio à Pós-Graduação das Instituições Federais de Ensino Superior (PAPG-IFES), pretende-se criar uma nova linha de pesquisa. Tal linha terá como título Cidadania Ambiental e Direito às Tecnologias Alternativas para a Amazônia, que possibilitará a consolidação do curso de

17 17 Mestrado em Direito Ambiental e Políticas Públicas, o fortalecimento para implantação do Doutorado e ainda propiciará o intercâmbio de pesquisadores da região com pesquisadores de outros estados e países. Na área da pesquisa destaca-se ainda, a criação do Centro Franco- Brasileiro para a Biodiversidade da Amazônia, visto que a UNIFAP, enquanto a única IFES localizada no Amapá, que é o Estado fronteiriço com a Guiana Francesa, deverá ter um papel importante na viabilização da cooperação acadêmica proposta com a criação desse Centro. Para tanto, será necessário investimentos do Governo Federal para o fortalecimento acadêmico, principalmente dos Campi localizados nas áreas estratégicas para o projeto, que são o Campus Norte, localizado no município de Oiapoque, e o Campus Sul, no município de Laranjal do Jari. O fortalecimento da pós-graduação da UNIFAP no âmbito dos objetivos diretos do Centro Franco-Brasileiro dar-se-á no sentido do fortalecimento da infraestrutura de pesquisa, através da construção de novos laboratórios e ampliação dos laboratórios existentes, e na contratação de professores e servidores técnico-administrativos para atender tanto as necessidades da graduação como da pós-graduação e pesquisa. Com essas ações, espera-se instituir uma competência local em melhores condições para receber e cooperar com pesquisadores das instituições nacionais e francesas interessadas no avanço do desenvolvimento de pesquisas sobre a biodiversidade amazônica, gerando os conhecimentos necessários para o uso sustentável e conservação desse importante recurso. Quanto à infraestrutura laboratorial, pretende-se implantá-la com a seguinte característica: os laboratórios para pesquisas de grande complexidade, que estarão vinculados diretamente aos cursos de pós-graduação, que atenderão as atividades de cooperação local, nacional e internacional, localizar-se-ão no Campus Universitário Marco Zero em Macapá, enquanto os laboratórios básicos localizado nos Campus Norte e Sul servirão para atender tanto aos cursos de graduação quanto as pesquisas de menor complexidade da cooperação. 4 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO PEDAGÓGICA DO CURSO 4.1. CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO

18 18 Previsto no PDI (2010/2014) da Unifap, o curso de Mestrado em Direito Ambiental e Politicas Públicas está em consonância com os objetivos da universidade e tem papel importante no enfrentamento do desafio colocado à sociedade amapaense para seu desenvolvimento. Esse desafio vincula-se, entre outros elementos, a condição amazônica e de proteção ambiental do Estado do Amapá, destacado no PDI/Unifap e que reforça o compromisso socioambiental desta IFES. Considerando a inserção local e regional da instituição, esse desafio assume papel norteador de sua atuação no ensino de pós- graduação. O curso de mestrado em Direito Ambiental e Políticas Públicas é uma de suas dimensões que tem grandes contribuições a oferecer na formação de recursos humanos de alto nível, capazes, de maneira contextualizada, da produção de conhecimentos e tecnologias inovadoras para o enfrentamento da questão ambiental e de formulação e avaliação de políticas públicas. Com o Mestrado em Direito Ambiental e Políticas Publicas, as pesquisas que reúnam as dimensões do direito ambiental, do desenvolvimento sustentável e das políticas públicas ganham impulso relevante e consolidam a atuação do corpo de pesquisadores e docentes, bem como estimula a sua ampliação, com a formação de novos profissionais qualificados através do programa. Essa questão é estratégica para a região e para o Estado do Amapá. Primeiro porque o estado é novo, já que alçado a essa condição através da Constituição de 1988, e por isso tem condição de possibilidade de formular leis e políticas públicas ambientais e de desenvolvimento sustentável mais progressivas em razão da estruturação de suas instituições. Segundo, mas nem por isso menos importante, o Estado conta com 55% de seu território constituído de reservas florestais e indígenas, sendo o Estado com o maior índice de proteção ambiental do país com 72% de sua área com alguma restrição de uso. Associado a isso, a proposta de desenvolvimento do Amapá como província mineral, suscita, simultaneamente, uma aparente contradição entre direito ambiental e direito ao desenvolvimento, que torna mais urgente ainda, dentro de uma ótica de sustentabilidade ambiental, integrar essas duas dimensões nos planos jurídicos e das políticas públicas. Outro elemento importante dessa questão estratégia é a proliferação de organizações ambientais não governamentais, e instituições governamentais de

19 19 caráter ambiental (secretarias, conselhos etc.). Juntamente com uma progressiva legislação protecionista ambiental que pode ser evidenciada através da lei de preservação e conservação ambiental das florestas - Lei Estadual n. 702/2002; a dos recursos hídricos - Lei Estadual n. 686/2002; e a de acesso à biodiversidade com a repartição de benefícios à população local Lei 388/97, o que a par de uma legislação protetora exige a contrapartida de implementação de políticas públicas ambientalmente contextualizada e o recente acordo com uma empresa britânica, assinado em 2012 pelo governo do Estado para pagamento de serviços ambientais. A qualificação de profissionais, nesse contexto, com dupla habilidade político-formulativa e legislativa-elaborativa, somado a produção científica e tecnológica interdisciplinar na área do direito ambiental e das políticas públicas é de vital significado para o Estado. O Mestrado em Direito Ambiental e Políticas Públicas vincula-se a esta questão estratégica, porém, sua proposta não é reducionista. Pelo contrário, busca conexão com a múltipla conjugação de outros saberes e metodologias investigativas: educação, planejamento, economia, saúde, biologia, geografia, engenharia etc. Daí sua perspectiva interdisciplinar que pressupõe uma nova forma de produção do conhecimento, porque ela implica trocas teóricas e metodológicas, geração de novos conceitos e metodologias com o objetivo de abordar a natureza múltipla dos fenômenos a ser investigados. Entende-se por Interdisciplinaridade a convergência de duas ou mais áreas do conhecimento, não pertencentes à mesma classe, que contribua para o avanço das fronteiras da ciência e tecnologia, transfira métodos de uma área para outra, gerando novos conhecimentos ou disciplinas e faça surgir um novo profissional com um perfil distinto dos existentes, com formação básica sólida e integradora (CAPES, 2009). Os diversos saberes dão a sua contribuição, no campo de seu respectivo conhecimento, ao saber jurídico e político, tanto no âmbito da normatividade ambiental como na formulação de políticas públicas. Por sua vez, direito e política, se voltam também aos demais saberes, tanto na previsão normativa, quanto na efetividade e eficácia das normas ambientais e das decisões políticas fundamentais. Dessa forma, a interdisciplinaridade entre direito ambiental e políticas públicas é adensada e enriquecida com o influxo dos demais saberes.

20 MISSÃO CURSO O curso de Mestrado em Direito Ambiental e Políticas Públicas da Universidade Federal do Amapá tem como missão formar recursos humanos de alto nível de qualificação para a pesquisa e docência no ensino superior na área multidisciplinar do direito ambiental e das políticas publicas. 4.3 OBJETIVOS GERAIS Condizente com sua missão, o curso de mestrado em Direito Ambiental e Políticas Públicas, objetiva qualificar recursos humanos com conhecimentos teóricos/práticos sólidos e interdisciplinares sobre o meio ambiente por meio de discussão em sua área de concentração. A formação se dará de forma a atender as necessidades da realidade amazônica em sua expressiva diversidade, sem abandonar o contexto nacional e internacional. A identidade do curso, vinculada à realidade amazônica, tem por intenção promover um maior conhecimento das necessidades locais e regionais, além de uma formação humanística, cultural e crítico-valorativo com a finalidade de permitir ao egresso contribuir para a melhoria da qualidade da vida, do desenvolvimento humano com o uso racional dos recursos naturais sob a ótica da sustentabilidade da relação do homem com a natureza. 4.4 OBJETIVOS ESPECÍFICOS Qualificar profissionais com capacidade investigativa na área do Direito Ambiental e de Políticas Públicas, na sua recíproca relação dialética: tensãoconexão-complementaridade. Formar docentes com conhecimentos consistentes sobre o meio ambiente e sobre os principais desafios de sustentabilidade e desenvolvimento vinculados à realidade amazônica. Contribuir para a solidificação e ampliação dos valores ambientais e para a reflexão do modelo de desenvolvimento e da sustentabilidade. 4.5 PERFIL DO EGRESSO O egresso do Programa de Mestrado em Direito Ambiental e Políticas Públicas tem como perfil a competência técnica investigativa e de ensino sobre meio

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO INTRODUÇÃO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO (PPC) Articulação com o Plano de Desenvolvimento Institucional PDI Projeto Político Pedagógico Indissociabilidade entre ensino, pesquisa

Leia mais

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 O trabalho da CPA/PUCSP de avaliação institucional está regulamentado pela Lei federal nº 10.861/04 (que institui o SINAES), artigo 11 e pelo

Leia mais

PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019

PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019 PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019 Candidato Gilmar Ribeiro de Mello SLOGAN: AÇÃO COLETIVA Página 1 INTRODUÇÃO Considerando as discussões realizadas com a comunidade interna

Leia mais

NORMATIZAÇÃO E REGULAÇÃO DOS DOCUMENTOS OFICIAIS DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR LASSALISTA CURSOS DE GRADUAÇÃO

NORMATIZAÇÃO E REGULAÇÃO DOS DOCUMENTOS OFICIAIS DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR LASSALISTA CURSOS DE GRADUAÇÃO NORMATIZAÇÃO E REGULAÇÃO DOS DOCUMENTOS OFICIAIS DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR LASSALISTA CURSOS DE GRADUAÇÃO PROVÍNCIA LA SALLE BRASIL - CHILE APRESENTAÇÃO O Setor de Educação Superior da Província

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL CENTRO DE ENSINO ATENAS MARANHENSE FACULDADE ATENAS MARANHESE DIRETORIA ACADÊMICA NÚCLEO DE ASSESSORAMENTO E DE DESENVOLVIMENTO PEDAGÓGICO - NADEP PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL SÃO

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO - PPC

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO - PPC 1 PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO - PPC O PPC, Projeto Pedagógico de Curso, é o instrumento de concepção de ensino e aprendizagem de um curso e apresenta características de um projeto, no qual devem ser definidos

Leia mais

REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS. PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional

REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS. PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS Projeto de Lei nº 8.035, de 2010 PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional O PNE é formado por: 10 diretrizes; 20 metas com estratégias

Leia mais

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1.374, DE 08 DE ABRIL DE 2003. Publicado no Diário Oficial nº 1.425. Dispõe sobre a Política Estadual de Educação Ambiental e adota outras providências. O Governador do Estado do Tocantins Faço

Leia mais

PARECER. Justificativa

PARECER. Justificativa Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás IFG - Campus Anápolis Departamento das Áreas Acadêmicas Parecer: Do:

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR

DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Pró-Reitoria de Graduação e Educação Profissional DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR APROVADO PELA RESOLUÇÃO

Leia mais

Currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia

Currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia Currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia 1. Componentes curriculares O currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia engloba as seguintes dimensões. 1.1. Conteúdos de natureza teórica Estes conteúdos

Leia mais

PROGRAMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL PRS-FACIIP

PROGRAMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL PRS-FACIIP PROGRAMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL PRS-FACIIP Aprovado na Reunião do CONASU em 21/01/2015. O Programa de Responsabilidade Social das Faculdades Integradas Ipitanga (PRS- FACIIP) é construído a partir

Leia mais

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Dispõe sobre a Educação Ambiental, institui a Política Estadual de Educação Ambiental e dá outras providências. A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE: FAÇO SABER

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO Resolução n 69/ 2011 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em, Bacharelado, do Centro

Leia mais

NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME)

NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME) NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME) Palmas 2010 1. Apresentação O Núcleo de Apoio Didático e Metodológico NADIME é o órgão da Faculdade Católica do Tocantins responsável pela efetivação da

Leia mais

Documento orientador de um curso que traduz as políticas acadêmicas institucionais

Documento orientador de um curso que traduz as políticas acadêmicas institucionais Documento orientador de um curso que traduz as políticas acadêmicas institucionais Construção coletiva a partir das experiências, coordenada pelo Colegiado do Curso de Graduação (art. 34 do Regimento Geral

Leia mais

PROFLETRAS R E G I M E N T O

PROFLETRAS R E G I M E N T O PROFLETRAS R E G I M E N T O CAPÍTULO I - CAPITULO II - CAPÍTULO III - CAPÍTULO IV - CAPÍTULO V - CAPÍTULO VI - CAPÍTULO VII - CAPÍTULO VIII - Das Finalidades Das Instituições Associadas Da Organização

Leia mais

Dimensão 1 - Organização Didático-Pedagógica do Curso

Dimensão 1 - Organização Didático-Pedagógica do Curso AUTO-AVALIAÇAO INSTITUCIONAL DO CURSO DE PEDAGOGIA FACED-UFAM / Professores Dimensão 1 - Organização Didático-Pedagógica do Curso Objetivos do Curso 01 - Tenho conhecimento do Projeto Pedagógico do Curso.

Leia mais

Faculdades Integradas do Vale do Ivaí Instituto Superior de Educação - ISE

Faculdades Integradas do Vale do Ivaí Instituto Superior de Educação - ISE DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO 1 Do estágio curricular supervisionado A modalidade de Estágio Supervisionado é uma importante variável a ser considerada no contexto de perfil do egresso. A flexibilidade prevista

Leia mais

CENTRO DE ESTUDO DE PÓS-GRADUAÇÃO PROPOSTA DE CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

CENTRO DE ESTUDO DE PÓS-GRADUAÇÃO PROPOSTA DE CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU CENTRO DE ESTUDO DE PÓS-GRADUAÇÃO PROPOSTA DE CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU 2013 INTRODUÇÃO: O presente trabalho apresenta a relação de Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu a serem reorganizados no

Leia mais

REGIMENTO INTERNO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DA ESCOLA DO PARLAMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO

REGIMENTO INTERNO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DA ESCOLA DO PARLAMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO REGIMENTO INTERNO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DA ESCOLA DO PARLAMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO Sumário TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES... 3 CAPÍTULO I Da Caracterização do Curso... 3 CAPÍTULO

Leia mais

DEMOCRACIA, ÉTICA E RENOVAÇÃO

DEMOCRACIA, ÉTICA E RENOVAÇÃO PLANO DE GESTÃO CANDIDATURA A DIREÇÃO GERAL DO IFSC CÂMPUS CHAPECÓ ROBERTA PASQUALLI DIRETORA GERAL LUIS FERNANDO POZAS DIRETOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO ELIANDRO LUIZ MINSKI DIRETOR DE ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

CHECK-LIST PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO

CHECK-LIST PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO CHECK-LIST PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO Com a finalidade de otimizar o processo de elaboração e avaliação dos Projetos Pedagógicos do Cursos (PPC), sugere-se que os itens a seguir sejam

Leia mais

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR do Curso de Serviço Social

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR do Curso de Serviço Social ORGANIZAÇÃO CURRICULAR do Curso de Serviço Social O Projeto pedagógico do Curso de Serviço Social do Pólo Universitário de Rio das Ostras sua direção social, seus objetivos, suas diretrizes, princípios,

Leia mais

Minuta do Capítulo 8 do PDI: Políticas de Atendimento aos Discentes

Minuta do Capítulo 8 do PDI: Políticas de Atendimento aos Discentes Minuta do Capítulo 8 do PDI: Políticas de Atendimento aos Discentes Elaborada pela Diretoria de Assuntos Estudantis 1 1 Esta minuta será apreciada pelo Colegiado de Ensino, Pesquisa e Extensão nos dias

Leia mais

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL Eixos Temáticos, Diretrizes e Ações Documento final do II Encontro Nacional de Educação Patrimonial (Ouro Preto - MG, 17 a 21 de julho

Leia mais

XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME

XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME Os desafios da Educação Infantil nos Planos de Educação Porto de Galinhas/PE Outubro/2015 Secretaria de Educação Básica CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO INFANTIL É direito dos trabalhadores

Leia mais

REGULAMENTO PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE - PADI DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÂ DO NORTE

REGULAMENTO PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE - PADI DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÂ DO NORTE REGULAMENTO PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE - PADI DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÂ DO NORTE 2013 REGULAMENTO DO PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE PADI DA FACULDADE DE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÃDO

Leia mais

Minuta do Capítulo 10 do PDI: Relações Externas

Minuta do Capítulo 10 do PDI: Relações Externas Minuta do Capítulo 10 do PDI: Relações Externas Elaborada pela Diretoria de Extensão e pela Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação 1 1 Esta minuta será apreciada pelo Colegiado de Ensino, Pesquisa

Leia mais

EIXO IV QUALIDADE DA EDUCAÇÃO: DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO, PERMANÊNCIA, AVALIAÇÃO, CONDIÇÕES DE PARTICIPAÇÃO E APRENDIZAGEM

EIXO IV QUALIDADE DA EDUCAÇÃO: DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO, PERMANÊNCIA, AVALIAÇÃO, CONDIÇÕES DE PARTICIPAÇÃO E APRENDIZAGEM EIXO IV QUALIDADE DA EDUCAÇÃO: DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO, PERMANÊNCIA, AVALIAÇÃO, CONDIÇÕES DE PARTICIPAÇÃO E APRENDIZAGEM PROPOSIÇÕES E ESTRATÉGIAS 1.2. Universalização do ensino fundamental de nove anos

Leia mais

FACULDADE METODISTA DE BIRIGUI REGIMENTO DO NÚCLEO DE EXTENSÃO EMPRESARIAL (NEXEM)

FACULDADE METODISTA DE BIRIGUI REGIMENTO DO NÚCLEO DE EXTENSÃO EMPRESARIAL (NEXEM) FACULDADE METODISTA DE BIRIGUI REGIMENTO DO NÚCLEO DE EXTENSÃO EMPRESARIAL (NEXEM) A extensão é o processo educativo, cultural e científico que articula, amplia, desenvolve e reforça o ensino e a pesquisa,

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N 72/2009 Aprova o Projeto Político-Pedagógico do Curso de Sistemas de Informação, modalidade

Leia mais

Plano de Ação do Centro de Educação e Letras 2012-2015

Plano de Ação do Centro de Educação e Letras 2012-2015 Plano de Ação do Centro de Educação e Letras 2012-2015 Apresentação: O presente plano de trabalho incorpora, na totalidade, o debate e indicativo do coletivo docente e discente do Centro de Educação e

Leia mais

UNIARA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ARARAQUARA MESTRADO PROFISSIONAL EM EDUCAÇÃO: PROCESSOS DE ENSINO, GESTÃO E INOVAÇÃO REGULAMENTO SUMÁRIO

UNIARA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ARARAQUARA MESTRADO PROFISSIONAL EM EDUCAÇÃO: PROCESSOS DE ENSINO, GESTÃO E INOVAÇÃO REGULAMENTO SUMÁRIO UNIARA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ARARAQUARA MESTRADO PROFISSIONAL EM EDUCAÇÃO: PROCESSOS DE ENSINO, GESTÃO E INOVAÇÃO REGULAMENTO SUMÁRIO TÍTULO I - APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA... 1 TÍTULO II - DOS OBJETIVOS...

Leia mais

CAPES DAV REGULAMENTO DA AVALIAÇÃO DE PROJETOS DE MESTRADO INTERINSTITUCIONAL MINTER

CAPES DAV REGULAMENTO DA AVALIAÇÃO DE PROJETOS DE MESTRADO INTERINSTITUCIONAL MINTER (Anexo à Portaria nº 067, de 14 de setembro de 2005) CAPES DAV REGULAMENTO DA AVALIAÇÃO DE PROJETOS DE MESTRADO INTERINSTITUCIONAL MINTER 1. Caracterização do Projeto Minter 1.1. Caracteriza-se como Projeto

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 010/2006

RESOLUÇÃO Nº 010/2006 Confere com o original RESOLUÇÃO Nº 010/2006 CRIA o Curso de Pós-Graduação Lato Sensu de Educação Ambiental, em nível de Especialização. O REITOR DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS e PRESIDENTE DO CONSELHO

Leia mais

VAMOS JUNTOS POR UMA ODONTOLOGIA MELHOR!

VAMOS JUNTOS POR UMA ODONTOLOGIA MELHOR! Eleições 2014 Faculdade de Odontologia UFRJ VAMOS JUNTOS POR UMA ODONTOLOGIA MELHOR! PLANO DE TRABALHO EQUIPE - CHAPA 1: Diretor - Maria Cynésia Medeiros de Barros Substituto Eventual do Diretor - Ednilson

Leia mais

Carta Documento: pela construção e implementação de uma Política de Educação do Campo na UNEB

Carta Documento: pela construção e implementação de uma Política de Educação do Campo na UNEB Salvador, 21 de setembro de 2015 Carta Documento: pela construção e implementação de uma Política de Educação do Campo na UNEB Nos dias 19, 20 e 21 de agosto de 2015 realizou-se no Hotel Vila Velha, em

Leia mais

CAPÍTULO I: DA NATUREZA E FINALIDADE

CAPÍTULO I: DA NATUREZA E FINALIDADE REGULAMENTO DOS NÚLCLEOS DE ESTUDOS AFRO-BRASILEIROS E INDÍGENAS (NEABIs) DO IFRS Aprovado pelo Conselho Superior do IFRS, conforme Resolução nº 021, de 25 de fevereiro de 2014. CAPÍTULO I: DA NATUREZA

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.638, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2015

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.638, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2015 1 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.638, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2015 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura

Leia mais

POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DA PÓS-GRADUAÇÃO DA CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E DOS PRINCÍPIOS

POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DA PÓS-GRADUAÇÃO DA CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E DOS PRINCÍPIOS POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DA PÓS-GRADUAÇÃO DA CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E DOS PRINCÍPIOS Art. 1. A Política de Assistência Estudantil da Pós-Graduação da UFGD é um arcabouço de princípios e diretrizes

Leia mais

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Missão

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Missão SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO Curso: Gestão Ambiental campus Angra Missão O Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental da Universidade Estácio de Sá tem por missão a formação de Gestores Ambientais

Leia mais

FACULDADE MORAES JÚNIOR MACKENZIE RIO REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES CAPITULO I DO OBJETIVO, DA NATUREZA E DA FINALIDADE

FACULDADE MORAES JÚNIOR MACKENZIE RIO REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES CAPITULO I DO OBJETIVO, DA NATUREZA E DA FINALIDADE FACULDADE MORAES JÚNIOR MACKENZIE RIO REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES CAPITULO I DO OBJETIVO, DA NATUREZA E DA FINALIDADE Art. 1º. O objetivo das Atividades Complementares é fomentar complementação

Leia mais

EIXO III CRONOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA INSTITUIÇÃO E DE CADA UM DE SEUS CURSOS

EIXO III CRONOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA INSTITUIÇÃO E DE CADA UM DE SEUS CURSOS UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA EIXO III CRONOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA INSTITUIÇÃO E DE CADA UM DE SEUS CURSOS EIXO III - CRONOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA INSTITUIÇÃO

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA MESTRADO PROFISSIONAL EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA EM SAÚDE REGIMENTO INTERNO

UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA MESTRADO PROFISSIONAL EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA EM SAÚDE REGIMENTO INTERNO UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA MESTRADO PROFISSIONAL EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA EM SAÚDE REGIMENTO INTERNO I DOS OBJETIVOS E DA ESTRUTURAÇÃO GERAL DO MESTRADO Art.

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL. Meta e Estratégias. Meta

EDUCAÇÃO AMBIENTAL. Meta e Estratégias. Meta EDUCAÇÃO AMBIENTAL Meta e Estratégias Meta Universalizar a educação socioambiental em todos os níveis e modalidades de ensino, como uma prática inter, multi e transdisciplinar, contínua e permanente nos

Leia mais

1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO 1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO O Curso de Secretariado Executivo das Faculdades Integradas de Ciências Exatas Administrativas e Sociais da UPIS, reconhecido pelo MEC desde 1993, pela Portaria 905, de 24.06,1993,

Leia mais

PLANO DE TRABALHO Período: 2014/2015 1 CONTEXTO INSTITUCIONAL

PLANO DE TRABALHO Período: 2014/2015 1 CONTEXTO INSTITUCIONAL PLANO DE TRABALHO Período: 2014/2015 1 CONTEXTO INSTITUCIONAL De 1999 até o ano de 2011 o Instituto Adventista de Ensino do Nordeste (IAENE) congregava em seu espaço geográfico cinco instituições de ensino

Leia mais

Bacharelado em Humanidades

Bacharelado em Humanidades UNIVERSIDADE DA INTEGRAÇÃO INTERNACIONAL DA LUSOFONIA AFRO-BRASILEIRA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO COORDENAÇÃO DE ENSINO COORDENAÇÃO DE CURSO Bacharelado em Humanidades 1. Perfil do Egresso Em consonância

Leia mais

O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, da Faculdade. de maio de 2007, publicada em DOU de 22 de maio de 2007, considerando:

O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, da Faculdade. de maio de 2007, publicada em DOU de 22 de maio de 2007, considerando: Resolução Nº. 024/2010/CONSEPE/ Regulamento de Estágio Supervisionado O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, da Faculdade de Educação e Meio Ambiente, credenciada pela Portaria MEC

Leia mais

MUNICÍPIO DE FLORIANÓPOLIS CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

MUNICÍPIO DE FLORIANÓPOLIS CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO MUNICÍPIO DE FLORIANÓPOLIS CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO RESOLUÇÃO Nº 02/2010 Estabelece Normas Operacionais Complementares em conformidade com o Parecer CNE/CEB nº 06/2010, Resoluções CNE/CEB nº 02/2010

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO N 7, DE 31 DE MARÇO DE 2004.

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO N 7, DE 31 DE MARÇO DE 2004. 1 CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO N 7, DE 31 DE MARÇO DE 2004. (*) (**) Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em Educação Física,

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2012 PRÓ-REITORIA DE ENSINO/IFMG/SETEC/MEC, DE 05 DE JUNHO DE 2012.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2012 PRÓ-REITORIA DE ENSINO/IFMG/SETEC/MEC, DE 05 DE JUNHO DE 2012. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MINAS GERAIS PRÓ-REITORIA DE ENSINO Av. Professor Mario Werneck, nº 2590,

Leia mais

8. Excelência no Ensino Superior

8. Excelência no Ensino Superior 8. Excelência no Ensino Superior PROGRAMA: 08 Órgão Responsável: Contextualização: Excelência no Ensino Superior Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - SETI O Programa busca,

Leia mais

COORDENADORA: Profa. Herica Maria Castro dos Santos Paixão. Mestre em Letras (Literatura, Artes e Cultura Regional)

COORDENADORA: Profa. Herica Maria Castro dos Santos Paixão. Mestre em Letras (Literatura, Artes e Cultura Regional) COORDENADORA: Profa. Herica Maria Castro dos Santos Paixão Mestre em Letras (Literatura, Artes e Cultura Regional) Universidade Federal de Roraima UFRR Brasil Especialista em Alfabetização (Prática Reflexiva

Leia mais

PROGRAMA DE APOIO E APERFEIÇOAMENTO PEDAGÓGICO AO DOCENTE

PROGRAMA DE APOIO E APERFEIÇOAMENTO PEDAGÓGICO AO DOCENTE PROGRAMA DE APOIO E APERFEIÇOAMENTO PEDAGÓGICO AO DOCENTE DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÂ DO NORTE - MT 2011 Apresentação Articulado com o novo Plano de Desenvolvimento Institucional (2011-2015)

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ESTADO DO CEARÁ SECITECE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ESTADO DO CEARÁ SECITECE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ESTADO DO CEARÁ SECITECE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE PROJETO DE AUTO-AVALIAÇÃO DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ

Leia mais

Governo do Estado do Rio Grande do Sul Secretaria da Educação Secretaria do Meio Ambiente Órgão Gestor da Política Estadual de Educação Ambiental

Governo do Estado do Rio Grande do Sul Secretaria da Educação Secretaria do Meio Ambiente Órgão Gestor da Política Estadual de Educação Ambiental Governo do Estado do Rio Grande do Sul Secretaria da Educação Secretaria do Meio Ambiente Órgão Gestor da Política Estadual de Educação Ambiental PROJETO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial. Sistema de Gestão Estratégica. Documento de Referência

Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial. Sistema de Gestão Estratégica. Documento de Referência Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial Sistema de Gestão Estratégica Brasília - 2010 SUMÁRIO I. APRESENTAÇÃO 3 II. OBJETIVOS DO SGE 4 III. MARCO DO SGE 4 IV. ATORES

Leia mais

ANEXO I REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES PARA FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO DE BACHARELADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA

ANEXO I REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES PARA FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO DE BACHARELADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA ANEXO I REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES PARA FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO DE BACHARELADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA Aprovado pelo Colegiado do Curso de Bacharelado em Educação Física, em reunião

Leia mais

RESOLUÇÃO n o 35 de 16/12/2011- CAS

RESOLUÇÃO n o 35 de 16/12/2011- CAS RESOLUÇÃO n o 35 de 16/12/2011- CAS Estabelece a política de pesquisa, desenvolvimento, inovação e extensão da Universidade Positivo (UP). O CONSELHO ACADÊMICO SUPERIOR (CAS), órgão da administração superior

Leia mais

Sistemas de Informação

Sistemas de Informação Atividades Complementares Sistemas de Informação 1. Introdução Nos cursos de graduação, além das atividades de aprendizagem articuladas pelas disciplinas que compõem a matriz curricular, deverão ser inseridas

Leia mais

Universidade Positivo Resolução n o 04 de 16/04/2010 Normas Acadêmicas do Stricto Sensu

Universidade Positivo Resolução n o 04 de 16/04/2010 Normas Acadêmicas do Stricto Sensu RESOLUÇÃO N o 04 de 16/04/2010 - CONSEPE Dispõe sobre as normas das atividades acadêmicas dos Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu da Universidade Positivo. O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão,

Leia mais

POLÍTICAS DE EXTENSÃO E ASSUNTOS COMUNITÁRIOS APRESENTAÇÃO

POLÍTICAS DE EXTENSÃO E ASSUNTOS COMUNITÁRIOS APRESENTAÇÃO POLÍTICAS DE EXTENSÃO E ASSUNTOS COMUNITÁRIOS APRESENTAÇÃO A universidade vivencia, em seu cotidiano, situações de alto grau de complexidade que descortinam possibilidades, mas também limitações para suas

Leia mais

CURSO DE GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO

CURSO DE GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA Santa Maria, RS. 2012 SUMÁRIO CAPÍTULO I... 3 DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS... 3 CAPÍTULO II... 4 REGULARIZAÇÃO DO ESTÁGIO... 4 CAPÍTULO III... 5 DOS ASPECTOS LEGAIS... 5

Leia mais

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA Shirlei de Souza Correa - UNIVALI 1 Resumo: No contexto educacional pode-se considerar a gestão escolar como recente, advinda das necessidades

Leia mais

VICE-DIREÇÃO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO REGIMENTO INTERNO DA COORDENAÇÃO DE EXTENSÃO

VICE-DIREÇÃO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO REGIMENTO INTERNO DA COORDENAÇÃO DE EXTENSÃO VICE-DIREÇÃO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO REGIMENTO INTERNO DA COORDENAÇÃO DE EXTENSÃO Da Concepção e Objetivos Art.1º A extensão acadêmica é um processo educativo, cultural, que se articula ao ensino

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO Resolução n 36 / 2009 Aprova o Projeto Político-Pedagógico do Curso de Graduação em Línguas Estrangeiras

Leia mais

INTRODUÇÃO OBJETIVOS GERAIS E ESPECÍFICOS

INTRODUÇÃO OBJETIVOS GERAIS E ESPECÍFICOS INTRODUÇÃO Com base no Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais - REHUF, destinado à reestruturação e revitalização dos hospitais das universidades federais, integrados

Leia mais

REGIMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC UFABC. TÍTULO I Dos Objetivos

REGIMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC UFABC. TÍTULO I Dos Objetivos Regimento REGIMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC UFABC TÍTULO I Dos Objetivos Art. 1º - As atividades dos Cursos de Pós-Graduação abrangem estudos e trabalhos de formação

Leia mais

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI Grupo Acadêmico Pedagógico - Agosto 2010 O Projeto Pedagógico Institucional (PPI) expressa os fundamentos filosóficos,

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES NO ÂMBITO DA FACET

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES NO ÂMBITO DA FACET REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES NO ÂMBITO DA FACET 1. DO CONCEITO E PRINCÍPIOS 1.1 As Atividades Complementares são componentes curriculares de caráter acadêmico, científico e cultural cujo foco

Leia mais

CONSELHO UNIVERSITÁRIO

CONSELHO UNIVERSITÁRIO P R O P O S T A D E P A R E C E R CONSELHO UNIVERSITÁRIO PROCESS0 Nº: 007/2014 ASSUNTO: Proposta de texto Construção de Políticas e Práticas de Educação a Distância a ser incluído no Plano de Desenvolvimento

Leia mais

PLANO DE GESTÃO 2015-2017

PLANO DE GESTÃO 2015-2017 UNIFAL-MG FACULDADE DE CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS PLANO DE GESTÃO 2015-2017 Profa. Fernanda Borges de Araújo Paula Candidata a Diretora Profa. Cássia Carneiro Avelino Candidata a Vice Diretora Índice Apresentação...

Leia mais

PROFMAT - Programa de Mestrado Profissional em Matemática. Regimento. Coordenação do ensino de matemática nas escolas;

PROFMAT - Programa de Mestrado Profissional em Matemática. Regimento. Coordenação do ensino de matemática nas escolas; Capítulo I Objetivos Regimento Artigo 1º - O Objetivo do Programa de Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional é proporcionar ao aluno formação matemática aprofundada, relevante ao exercício

Leia mais

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Edson Crisostomo dos Santos Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES edsoncrisostomo@yahoo.es

Leia mais

RESOLVE: CAPÍTULO I PRINCÍPIOS GERAIS. Os objetivos gerais da EAD na Universidade Federal do Paraná (UFPR) são:

RESOLVE: CAPÍTULO I PRINCÍPIOS GERAIS. Os objetivos gerais da EAD na Universidade Federal do Paraná (UFPR) são: RESOLUÇÃO Nº 28/08-CEPE Fixa normas básicas de controle e registro da atividade acadêmica dos Cursos de Aperfeiçoamento e Especialização na modalidade de Educação a Distância da Universidade Federal do

Leia mais

O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO

O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO Portaria nº 808, de 8 de junho de 00. Aprova o instrumento de avaliação para reconhecimento de Cursos Pedagogia, no âmbito do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - SINAES. O MINISTRO DE

Leia mais

MINI STÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINI STRO P ORTARIA Nº 808, DE 18 DE JUNHO DE 2010

MINI STÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINI STRO P ORTARIA Nº 808, DE 18 DE JUNHO DE 2010 MINI STÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINI STRO P ORTARIA Nº 808, DE 18 DE JUNHO DE 2010 Aprova o instrumento de avaliação para reconhecimento de Cursos Pedagogia, no âmbito do Sistema Nacional de Avaliação

Leia mais

DIMENSÃO 2: - Política para o ensino, pesquisa, pós-graduação e extensão - Respectivas normas de operacionalização

DIMENSÃO 2: - Política para o ensino, pesquisa, pós-graduação e extensão - Respectivas normas de operacionalização DIMENSÃO 2: - Política para o ensino, pesquisa, pós-graduação e extensão - Respectivas normas de operacionalização 2.1 - GRADUAÇÃO 2.1.1. Descrição do Ensino de Graduação na UESC Cursos: 26 cursos regulares

Leia mais

Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC SALVADOR MAIO/2003

Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC SALVADOR MAIO/2003 Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC ATRIBUIÇÕES DOS GESTORES ESCOLARES DA REDE PÚBLICA MUNICIPAL DE ENSINO VERSÃO PRELIMINAR SALVADOR MAIO/2003 Dr. ANTÔNIO JOSÉ IMBASSAHY DA SILVA Prefeito

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing PROJETO PEDAGÓGICO Curso de Graduação Tecnológica em Marketing Porto alegre, 2011 1 1. Objetivos do Curso O projeto do curso, através de sua estrutura curricular, está organizado em módulos, com certificações

Leia mais

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prefeitura Municipal de Cachoeiro de Itapemirim - ES PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Introdução O Programa Municipal de Educação Ambiental estabelece diretrizes, objetivos, potenciais participantes, linhas

Leia mais

ANEXO I. PROJETO DE LONGA DURAÇÃO

ANEXO I. PROJETO DE LONGA DURAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL FARROUPILHA REITORIA ANEXO I. PROJETO DE LONGA DURAÇÃO 1. IDENTIFICAÇÃO 1.1 Título do Projeto: Políticas públicas: a cultura como fator de desenvolvimento econômico

Leia mais

FACULDADE ESTÁCIO MONTESSORI DE IBIÚNA ESTÁCIO FMI SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1

FACULDADE ESTÁCIO MONTESSORI DE IBIÚNA ESTÁCIO FMI SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: ADMINISTRAÇÃO - BACHARELADO MISSÃO DO CURSO Formar profissionais de elevado nível de consciência crítica, competência técnica empreendedora, engajamento

Leia mais

RELATÓRIO SÍNTESE DA CPA (COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO) - 2014

RELATÓRIO SÍNTESE DA CPA (COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO) - 2014 A CPA (Comissão Própria De Avaliação) apresentou ao MEC, em março de 2015, o relatório da avaliação realizada no ano de 2014. A avaliação institucional, realizada anualmente, aborda as dimensões definidas

Leia mais

CRIAÇÃO DE CURSO DE GRADUAÇÃO

CRIAÇÃO DE CURSO DE GRADUAÇÃO U N I V E R S I D A D E F E D E R A L D A B A H I A P r ó - R e i t o r i a d e E n s i n o d e G r a d u a ç ã o Palácio da Reitoria - Rua Augusto Viana s/n - Canela - 40.110-060 - Salvador Bahia E-mails:

Leia mais

ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO

ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO 1) UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE ITABERAÍ CURSO DE PEDAGOGIA ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO REGULAMENTO Itaberaí/2012 UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE ITABERAÍ CURSO DE

Leia mais

REGULAMENTO INSTITUCIONAL DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES NORMAS OPERACIONAIS PARA ACOMPANHAMENTO E REGISTRO DOS ESTUDOS COMPLEMENTARES

REGULAMENTO INSTITUCIONAL DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES NORMAS OPERACIONAIS PARA ACOMPANHAMENTO E REGISTRO DOS ESTUDOS COMPLEMENTARES REGULAMENTO INSTITUCIONAL DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES NORMAS OPERACIONAIS PARA ACOMPANHAMENTO E REGISTRO DOS ESTUDOS COMPLEMENTARES O Parecer do CNE/CES nº 492/2001, assim define as atividades complementares:

Leia mais

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Introdução A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional afirma que cabe aos estabelecimentos de ensino definir

Leia mais

Resolução nº. 01/09. Título I Estágio Supervisionado. Capítulo I. Caracterização do Estágio:

Resolução nº. 01/09. Título I Estágio Supervisionado. Capítulo I. Caracterização do Estágio: 1 Resolução nº. 01/09 Aprovar o Regulamento do Estágio Curricular Supervisionado do Curso de Pedagogia - considerando o art.70, VII do Regimento desta Instituição; - considerando necessidade de normatizar

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU R E G I M E N T O G E R A L PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Regimento Geral PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Este texto foi elaborado com as contribuições de um colegiado de representantes da Unidades Técnico-científicas,

Leia mais

FACULDADE DE ENGENHARIA

FACULDADE DE ENGENHARIA FACULDADE DE ENGENHARIA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) DOS CURSOS DA FACULDADE DE ENGENHARIA REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DOS CURSOS DA FACULDADE

Leia mais

COMUNICADO n o 002/2012 ÁREA DE LETRAS E LINGUÍSTICA ORIENTAÇÕES PARA NOVOS APCNS 2012 Brasília, 22 de Maio de 2012

COMUNICADO n o 002/2012 ÁREA DE LETRAS E LINGUÍSTICA ORIENTAÇÕES PARA NOVOS APCNS 2012 Brasília, 22 de Maio de 2012 COMUNICADO n o 002/2012 ÁREA DE LETRAS E LINGUÍSTICA ORIENTAÇÕES PARA NOVOS APCNS 2012 Brasília, 22 de Maio de 2012 IDENTIFICAÇÃO ÁREA DE AVALIAÇÃO: Letras e Linguística PERÍODO DE AVALIAÇÃO: 2012 ANO

Leia mais

FACULDADE CASTANHAL-FCAT COORDENAÇÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA REGULAMENTO DAS ATIVIDADES DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA FCAT

FACULDADE CASTANHAL-FCAT COORDENAÇÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA REGULAMENTO DAS ATIVIDADES DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA FCAT 1 FACULDADE CASTANHAL-FCAT COORDENAÇÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA REGULAMENTO DAS ATIVIDADES DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA FCAT Dispõe sobre a estruturação e operacionalização do Programa de Iniciação Científica

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES 1 REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Este regulamento, elaborado pela Coordenação do Curso de Ciências Econômicas da Universidade Metodista de São Paulo, tem por objetivo regulamentar o desenvolvimento

Leia mais

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL Lei n o 9.795, de 27 de Abril de 1999. Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso

Leia mais

CRONOGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO DO PDI

CRONOGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO DO PDI CRONOGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO DO PDI A implementação do Plano de Desenvolvimento Institucional, envolve além dos objetivos e metas já descritos, o estabelecimento de indicadores, como forma de se fazer o

Leia mais

2. Disseminar o conhecimento gerado no Instituto Federal do Amazonas.

2. Disseminar o conhecimento gerado no Instituto Federal do Amazonas. Extensão ETENSÃO A implementação da politica de Extensão, no Instituto Federal do Amazonas reafirma a missão deste Instituto e seu comprometimento com o desenvolvimento local e regional promovendo a integração

Leia mais

Diretrizes: 1. Cumprir as metas do Compromisso Todos Pela Educação- TPE

Diretrizes: 1. Cumprir as metas do Compromisso Todos Pela Educação- TPE IV. CÂMARA TEMÁTICA DA EDUCACÃO, CULTURA E DESPORTOS Diretrizes: 1. Cumprir as metas do Compromisso Todos Pela Educação- TPE Meta 1 Toda criança e jovem de 4 a 17 anos na escola; Meta 2 Até 2010, 80% e,

Leia mais