O COMPUTADOR E O PORTADOR DE DEFICIÊNCIA VISUAL: RECONHECENDO POSSIBILIDADES

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1 O COMPUTADOR E O PORTADOR DE DEFICIÊNCIA VISUAL: RECONHECENDO POSSIBILIDADES Ana Emília Fernandes de Miranda Professora Adjunto da Universidade Federal de Juiz de Fora UFJF (MG) Mestre em Educação Núcleo de Educação em Ciência, Matemática e Tecnologia (NEC) - Coordenadora deste projeto Kele Teixeira Belloze Aluna do 5 o período do Curso de Informática Bolsista do Programa de Treinamento Profissional da UFJF Audrey Mara de Oliveira Aluna do 7 o período do Curso de Pedagogia Bolsista do Programa de Treinamento Profissional da UFJF Para mim, o utópico não é o irrealizável; a utopia não é o idealismo; é a dialetização dos atos de denunciar a estrutura desumanizante e de anunciar a estrutura humanizante. Por esta razão, a utopia é também, um compromisso histórico. (Paulo Freire) O PROJETO E AS PESQUISADORAS Meu interesse por questões relativas à Educação de Portadores de Deficiência Visual está alicerçada em minha vivência pessoal enquanto mãe de uma jovem com visão subnormal. Minha filha cresceu saudável, seu desenvolvimento absolutamente normal, a ponto de se poder afirmar (com respaldo de profissionais que a acompanharam desde o seu nascimento) que o problema dela é só a visão. Porém minhas preocupações se acentuaram quando de seu ingresso na vida escolar. Muitas escolas fecharam-lhe as portas, dizendo não estarem preparadas para atender a esse tipo de alunado. Depois de sua inserção numa escola pública municipal, vieram dificuldades relativas ao aspecto pedagógico, de ensino de conteúdos. Professores que abdicavam de sua responsabilidade, dizendo-se despreparados, sem formação específica para atenderem às necessidades do aluno portador de deficiência visual. Foram tantas questões que, como mãe interessada na formação de minha filha, acabei por ingressar no Mestrado em Educação, associando esse aspecto subjetivo à minha empreitada enquanto docente do ensino superior por mais de vinte anos. No mestrado, voltei meu olhos para a escola básica, buscando desvelar a Manifestação da Espacialidade do Portador de Deficiência Visual (MIRANDA, 1999). Minha inserção na escola, enquanto pesquisadora, despertou-me para muitas outras questões, que ainda permanecem veladas. Vi computadores na escola, laboratórios sendo montados em escola pública e seus alunos, principalmente aqueles deficientes visuais, alheios a essa tecnologia. Nesse sentido, com o projeto O Computador e o Portador de Deficiência Visual: Reconhecendo Possibilidades, busco compreensão para a questão colocada. O projeto está sendo desenvolvido desde o ano de 2000 e conta com a participação de duas bolsistas, uma do Curso de Informática, (que está no projeto desde seu nascimento) e outra do Curso de Pedagogia (a que subscreve esse artigo é recém-ingressa, está há pouco mais de um mês do projeto). O projeto está vinculado ao Núcleo de Educação em Ciência Matemática e Tecnologia (NEC), da Faculdade de Educação, da Universidade Federal de Juiz de Fora (MG). Tem como objetivos: 1) possibilitar a interação do portador de deficiência visual com os recursos da informática, tendo em vista sua participação em todas as competências disponíveis na sociedade moderna, de modo a torná-lo capaz de fazer valer sua condição subjetiva na construção da ordem social que participa e 2) despertar o interesse e capacitar as bolsistas de forma a atuarem no campo da educação especial, trabalhando na interface entre educação e tecnologia, com recursos adaptados

2 às necessidades dos portadores de deficiência visual, de modo que, também eles, possam beneficiarse dos sistemas informatizados com o domínio desse instrumento cultural. Como aluna da Pedagogia, já vinha estudando a questão da Educação Especial. Realizando estágios obrigatórios na formação de licenciatura, colhi material e realizei projetos voltados para área de Português, Matemática e Ciências numa escola pública municipal, considerada Pólo para Deficientes Auditivos (D.A). A partir daí, do contato direto, do convívio, através da troca de aprendizados, é que despertei para o quanto eu, embora considerada pela sociedade como normal, sou dotada de inúmeras limitações, inúmeras deficiências. Muitas vezes, através do convívio com os alunos (D.A), percebi o quanto sou surda e o quanto eles escutam. Este ano de 2001, mais uma vez, fui despertada sobre as minhas limitações, minhas deficiências. Isso por que, durante o primeiro semestre deste ano letivo, em sala de aula, na relação de colegas de turma, de trabalho acadêmico em grupo, tive o contato direto com uma pessoa portadora de deficiência visual. E, através da relação interpessoal, pude perceber o quanto eu era cega diante das possibilidades de um deficiente visual. Ao deparar-me com a chance de ser bolsista desse projeto, vislumbrei a possibilidade de aprofundamento em questões relativas à Educação Especial - metodologia, didática, recursos pedagógicos, envolvendo pessoas portadoras de deficiência visual, além de aprimorar o meu modo de olhar o mundo. Enquanto estudante de informática, fui seduzida pela curiosidade do tema que envolvia para mim um paradoxo: computador versus falta do sentido da visão. Como será o computador para aquelas pessoas impossibilitadas de fazerem leitura na tela do monitor? Desde que iniciei o meu curso, já fui bolsista de vários projetos, porém via minha motivação esgotar-se, já não queria somente ficar na frente de um computador, organizando arquivos ou fazendo alguma mala-direta. Sentia-me instigada a participar de outras atividades, desenvolver algo de novo, aprender mais sobre a minha área, fazer novos estudos. Vi que esse projeto vinha ao encontro de meus interesses. O PORTADOR DE DEFICIÊNCIA VISUAL E A ESCOLA Desde a época espartana, quando se matavam os bebês deficientes ou deformados, até a atualidade, pode-se dizer que o homem progrediu bastante, embora, lentamente, na questão da aceitação das deficiências e da inclusão dessas pessoas na sociedade. No Brasil, um dos marcos importantes foi a Reforma Capanema, na década de 1940, quando foram tomadas inúmeras providências em prol dos deficientes, com o estímulo da legislação e de verbas estaduais e federais para a sua educação. As decisões judiciais e as ações legislativas, que entraram em vigor a partir da elaboração da Nova Lei de Diretrizes e Bases - LDB nº 9394/96, aceleraram o movimento em direção à inclusão, que é um esforço no sentido de fornecer serviços especializados para as crianças portadoras de deficiências num ambiente menos restritivo. Inclusão significa que qualquer criança, seja ela deficiente ou não, receberá serviços adequados enquanto matriculada nas classes regulares (classes não especiais) e interagirá tanto quanto possível com seus colegas. Historicamente, verifica-se que o conceito geral de se educar a criança vem se transformando e, na atualidade, trabalha-se com um novo conceito: educar a criança até os limites de sua capacidade. Nesses termos situa-se o ideário da escola inclusiva, onde a criança especial estuda junto com seus colegas normais, uma vez que não tem sentido pensar-se que exista uma sociedade especial para as crianças especiais, elas fazem parte da heterogeneidade formadora de nossa cultura. O uso atual do termo portador de deficiência é em si mesmo um reflexo das mudanças radicais dos pontos de vista da sociedade em relação àqueles que se desviam da norma. A realidade educacional descortinada para os portadores de deficiência visual mostra que esses sofrem discriminação em relação a seus direitos subjacentes, conforme assegura MAZZOTA (1995). Muito embora a inclusão venha-se despontando como uma alternativa importante para se vencer a exclusão social, ela não tem efetivamente alcançado o ambiente escolar em termos

3 práticos, já que os recursos pedagógicos continuam a não atender às necessidades específicas dos educandos. Ainda é atual a frase daquele personagem de história em quadrinhos, o Charlie Brown, que diz: Minha professora joga boliche em sala, lança o conhecimento e fica esperando que atinja a todos. É nesse contexto da realidade educacional brasileira, brevemente pincelado, que se deve perguntar: como a escola tem lidado com as novas tecnologias? Qual tem sido o papel da informática na educação? Os recursos informatizados estão acessíveis para qualquer aluno, inclusive os portadores de deficiência visual? Nesse contexto de mundo globalizado que se vive hoje, graças aos recursos da informática, quebraram-se as barreiras da comunicação, as distâncias tornaram-se irrelevantes, estabeleceu-se a integração econômica e tecnológica entre países, cresceu a interdependência de todos os povos. É, portanto, nessa perspectiva que o computador tem que ser pensado, como um poderoso instrumento de transformação social e de produção, que tem que estar disponível a todos os cidadãos, inclusive àqueles que são portadores de deficiência visual. O PORTADOR DE DEFICIÊNCIA VISUAL E OS RECURSOS DA INFORMÁTICA Não há como negar a importância e o avanço do computador em nosso cotidiano. O homem se beneficia dessa tecnologia para ter acesso à cultura, ao trabalho, ao lazer e a tantas outras atividades diárias. A instrumentalização dessa nova tecnologia transversaliza a educação, conforme argumenta OLIVEIRA JÚNIOR (2000, p.66): Com as novas tecnologias, os novos campos e profissões que vão surgindo, elevam o nível da mãode-obra envolvida e a educação passa a ganhar uma nova dimensão, pois só ela tem condições de desenvolver as novas capacidades esperadas do trabalhador. Nesse novo cenário, retratado pelo mundo globalizado, impera a revolução tecnológica, sobretudo a informática. O setor de comunicações nos leva inevitavelmente à revolução do conhecimento, já que a rapidez da informação, certamente, proporciona alteração no processo de produção de conhecimento. Vivemos uma grande competitividade no setor tecnológico da produção, o que exige qualificação crescente de mão-de-obra ou sua eliminação. Na área tecnológica as oportunidades estão se multiplicando. A chegada da Internet mudou o mercado. A robótica é um filão da automação que avança; na área tecnológica, as oportunidades estão-se multiplicando. Isso reflete um grande impacto no mundo do trabalho, que passa por uma reestruturação do mercado. Hoje, tem- se a preocupação com a aquisição do trabalhador polivalente, altamente qualificado, autônomo, com mais grau de responsabilidade. Esses imperativos do mundo moderno clamam por um sistema educacional de qualidade, capaz de produzir um desenvolvimento econômico à altura das novas tecnologias disponíveis. Pensar a educação como uma prática sócio-cultural, possuidora de um papel importante, por ser formadora de profissionais que atendam à demanda mercadológica, é pensar, dentre outros aspectos, se os agentes educacionais estão tendo, através de seu processo de ensino/aprendizado, a formação necessária e adequada para desempenhar bem o seu papel. Isso nos leva às seguintes indagações: professores têm buscado investimento para enriquecer seu fazer pedagógico e acompanhar tais mudanças? Professores têm refletido sobre o impacto dessas mudanças em suas práticas em sala de aula, buscando novas formas de produção de conhecimento? Eles vêem as novas tecnologias como poderoso e necessário instrumento pedagógico?

4 A PESQUISA Como já antecipado, este projeto visa pesquisar como se dá a interação da pessoa desprovida de visão com o ambiente informatizado. O projeto teve início em janeiro de Em sua fase introdutória, foram realizadas pesquisas no sentido de se identificar, no mercado brasileiro, a existência de materiais específicos da área de Informática, adequados às necessidades da pessoa portadora de deficiência visual (PDV). Nessa etapa do projeto, mostraram-se de fundamental importância as pesquisas feitas via Internet bem como o relatos de pessoas cegas com alguma experiência relativa aos recursos da informática. Avanços nesse campo específico já estão acontecendo. Equipamentos ampliam recursos na área de educação especial, na vida prática e em atividades profissionais dos deficientes da visão. Existem softwares providos de recursos para ampliação de caracteres, permitindo sua leitura em monitores para pessoas com visão subnormal, bem como a sua impressão. No mercado, existem computadores providos de programas específicos e de diferentes periféricos, que podem ser operados normalmente pelas pessoas cegas. Entre os recursos mais utilizados, podem ser destacados: Sintetizadores de Voz: conectados a um computador, permitem a leitura de informações exibidas em um monitor. Dentre as diferentes modalidades produzidas em outros países, inclusive com voz sintetizada na língua portuguesa, destaca-se o DOSVOX, desenvolvido pelo Núcleo de Computação Eletrônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Impressora Braille: existem hoje, no mercado mundial, diferentes tipos de impressoras Braille, seja para uso individual (pequeno porte) ou para produção em larga escala (médio e grande porte). As velocidades de produção são muito variadas. Essas impressoras, geralmente, podem imprimir Braille, interpondo ou não em 6 ou 8 pontos, bem como produzir desenhos. Algumas impressoras Braille podem utilizar folha solta, mas a maioria funciona com formulário contínuo. Scanner de Mesa: a transferência de textos impressos para microcomputadores (via scanner) vem alcançando ampla utilização entre estudantes e profissionais deficientes da visão. O texto digitalizado pode ser lido através de um sintetizador de voz de um terminal Braille, impresso em Braille ou no sistema comum ampliado. O scanner pode ser operado com facilidade por um deficiente visual. Tais recursos são todos tecnológicos, que os deficientes visuais podem utilizar em todas as disciplinas, áreas de estudo ou atividades, auxiliando o educando a realizar sua aprendizagem mais eficiente, constituindo-se num meio para facilitar, incentivar ou possibilitar o processo ensinoaprendizagem. O conhecimento e a instrumentalização dos recursos da informática têm-se apresentado como uma alternativa importante para a inclusão das pessoas portadoras de deficiência visual (cegos ou de visão subnormal) na sociedade. No entanto, por ser uma tecnologia que se vale predominantemente no sentido dado pela visão, ela não é abarcada tão facilmente por tais pessoas. Desse modo, criou-se um campo de trabalho que se tem mostrado carente de profissionais habilitados e com formação específica para difundir essa tecnologia nas escolas e instituições que se encarregam da formação profissional dessas pessoas. Segundo BORGES (1996), pesquisador do Núcleo de Computação Eletrônica da UFRJ e coordenador do programa DOSVOX: Isso naturalmente implica num investimento, que é treinar instrutores que entendam tanto de computação quanto de educação especial, permitindo assim ao deficiente visual usar o computador. Esse profissional com duplo conhecimento é hoje bastante raro, especialmente fora dos grandes centros. Mesmo em instituições especializadas de renome, apenas começam agora a despertar para essa necessidade. É importante deixar aqui registrado que os programas existem e estão disponíveis. Fica simplesmente a dúvida: há por parte de nossos governantes a preocupação e a vontade de

5 disponibilizar meios para incluir as pessoas portadoras de deficiência visual na escola, no mercado de trabalho, na sociedade? Onde estão os incentivos e os investimentos nessa área? A etapa seguinte constituiu-se na aplicação de alguns materiais identificados e selecionados, como softwares sonoros, a esse pequeno grupo de PDV. Buscando orientações situadas no campo teórico-metodológico da Investigação com Abordagem Qualitativa (BOGDAN & BIKLEN, 1994; MONTEIRO, 1998), como ambiente de pesquisa, tivemos a realidade vivenciada por um grupo de três voluntários cegos num laboratório de informática. Foi observado como essas pessoas realizam a interação com o ambiente informatizado, buscando identificar a aplicabilidade de suas conquistas no âmbito escolar e de trabalho. Observamos a interação de cada um com o computador e como eles aprendiam os recursos disponibilizados em termos de software. Desde o início, eles demonstraram grande interesse em participar do projeto. A importância de trazer a experiência vivencial dos sujeitos é colocada por MERLEAU- PONTY nos seguintes termos: Eu não sou o resultado ou o entrecruzamento de múltiplas causalidades que determinam meu corpo ou meu psiquismo, eu não posso pensar-me como parte do mundo, como simples objeto da Biologia, da Psicologia e da Sociologia, nem fechar sobre mim o universo da ciência. Tudo aquilo que sei do mundo, mesmo por ciência, eu sei a partir de uma visão minha ou de uma experiência de mundo sem a qual os símbolos da ciência não poderiam dizer nada. Todo universo da ciência é construído sobre o mundo vivido, e se queremos pensar a própria ciência com rigor, apreciar exatamente o seu sentido e seu alcance, precisamos primeiramente despertar essa experiência do mundo da qual ela é expressão segunda (MERLEAU-PONTY, 1996, p.3) A nossa entrada no campo da pesquisa se deu através do contato com uma escola pública municipal, onde alunos portadores de deficiência visual são integrados em classes regulares de ensino. Tivemos uma acolhida calorosa da escola que, prontamente, dispôs- se a atender nosso pedido, no sentido de indicar alunos que viessem a participar do projeto como voluntários. Foi nessa escola que conhecemos os sujeitos de nossa pesquisa. A escola usou como princípio indicar alunos adultos, com a perspectiva de que pudessem ser absorvidos no mercado de trabalho. Quatro alunos foram indicados, mas somente três se dispuseram a participar do projeto. Curiosamente, são três irmãos, sendo duas mulheres e um rapaz. A mais velha, de trinta e um anos, falante, alegre, expansiva, detalhista, espirituosa, cursava o supletivo do primeiro grau. O do meio, rapaz de vinte e dois anos, centrado, de pouca fala, demonstrou uma capacidade toda especial no aprendizado. A mais nova, vinte anos, estagiava no laboratório de raio X do Hospital Universitário, mostrou-se mais tímida; assim como o irmão, cursava a sétima série do Ensino Fundamental. Nascidos no norte de Minas, seus pais tiveram oito filhos, sendo quatro afetados pela cegueira. Deixando seus pais, vieram para Juiz de Fora com o intuito de se beneficiarem do aprendizado proporcionado pela Associação dos Cegos, que é uma entidade filantrópica. Passados dois anos, conquistaram sua independência, vindo os quatro irmãos cegos, a residirem sozinhos em uma casa situada num bairro afastado do centro da cidade. O fato de terem locomoção independente, com o uso da bengala, possibilitou- lhes autonomia para chegarem até ao pórtico da Universidade. Desse ponto até o laboratório onde é realizado o projeto, eles eram conduzidos de modo a familiarizarem-se com o percurso. O reconhecimento do local, o laboratório do NEC, localizado na Faculdade de Educação da Universidade Federal de Juiz de Fora, deu-se a partir da percepção dos sujeitos e de muita descrição feita por nós, pesquisadoras. Podemos dizer que eles se familiarizaram rapidamente com o lugar, sabendo localizar o computador, reconhecer e nomear seus periféricos, bem como ter os procedimentos iniciais para o uso dos mesmos. O contato com os voluntários se deu de forma direta e efetiva, permitindo-nos perceber, pelo entusiasmo demonstrado, a importância dessa alternativa em suas vidas e a urgência em se pensar como colocar o computador no cotidiano escolar das pessoas portadoras de deficiência visual.

6 Percebemos uma grande aceitação e crescimento por parte dos voluntários frente ao trabalho desenvolvido. O projeto encontra-se na fase de reorganização do material coletado, investigação de soluções para os problemas encontrados, significando reflexões sobre a questão da diversidade e complexidade entre o computador e o portador de deficiência visual. Finalizando, cabe registrar que o projeto foi desenvolvido até então sem nenhuma fonte financiadora, o que dificultou a obtenção dos recursos tecnológicos, em termos de softwares e material didático específico para o enriquecimento não só educacional como também pessoal e social dos sujeitos envolvidos. Apesar disso, os desafios nesse campo tornaram a pesquisa ainda mais motivadora e instigante, pois ressaltaram o lado social e propiciaram uma visão do quanto será árduo o caminho daquele que não dispõe de aporte pessoal para a aquisição do aparato tecnológico necessário. Para as bolsistas tem sido importante o contato com a metodologia científica, estarem refletindo sobre questões que avançam os conteúdos regulares de seus cursos, criando competência para atuarem num campo promissor de trabalho além da oportunidade de vivenciar o aspecto social do projeto, aprendendo a conviver e a respeitar as diferenças. Para os voluntários do projeto, fica a perspectiva da inclusão do computador em suas vidas como mais um instrumento, para torná-los capazes de fazer valer sua condição subjetiva na construção da ordem social de que participam. HORIZONTES A próxima etapa do projeto a ser executada será de coletas de dados, tendo em vista sua análise à luz da fenomenologia. Para tal, será constituído um novo grupo de voluntários, alunos portadores de deficiência visual, que participarão como sujeitos em sessões gravadas em vídeo. Esses dados serão analisados segundo uma abordagem fenomenológica (BICUDO, 1994,1999) que se fundamenta na compreensão e na interpretação. Compreensão que traduz o direcionamento da consciência do pesquisador sobre o mundo que se mostra, pelo seu próprio ato de reflexão, a respeito do sentido que o mundo faz para si e, também, o sentido que o mundo faz para os outros sujeitos com quem está. É compreensão que não se encerra em si, pois se abre permanentemente à outra consciência renovada, que possibilita o surgimento de novos horizontes de compreensões, onde se projetam novas possibilidades. Interpretação, pois é decorrente da procura de significados da experiência do sujeito no mundo. Significados que podem ser aprendidos através dos diferentes códigos lingüísticos como a fala, a escrita, o gesto, etc.. Segundo as palavras de Joel Martins (apud FINI, 1994, p.24), pesquisar fenomenologicamente é ter uma interrogação e andar em torno dela, em todos os sentidos, sempre buscando todas as suas dimensões, e andar outra vez, e outra ainda, buscando mais sentido, mais dimensões, e outra vez.... Assim, o pesquisador não espera uma compreensão total de sua interrogação, pois ela não se esgota; ao contrário, ela é perspectival, mostra-se por faces. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BICUDO, Maria Aparecida Viggiani. Sobre a Fenomenologia. In: BICUDO; ESPÓSITO, (orgs.). Pesquisa qualitativa em educação. São Paulo: UNIMEP, 1994, p A contribuição da fenomenologia à educação. In: BICUDO; CAPELLETTI. (orgs.). Fenomenologia: uma visão abrangente da educação. São Paulo : Olho d'água, 1999, p BOGDAN, Roberto C., BIKLEN, Sari Knopp. Investigação qualitativa em educação: uma introdução à teoria e aos métodos. Portugal : Porto, 1994.

7 BORGES, José Antônio. DOSVOX um novo acesso dos cegos à cultura e ao trabalho. Revista Benjamin Constant. Rio de Janeiro, n.3, p.[?], maio Disponível: Internet. URL: Consultado em 31 de dez FINI, Maria Inês. Sobre a pesquisa qualitativa em educação, que tem a fenomenologia como suporte. BICUDO; ESPÓSITO (orgs.). Pesquisa qualitativa em educação. São Paulo : UNIMEP, MAZZOTA, Marcos José da Silveira. Educação especial no Brasil - histórias e políticas públicas. São Paulo : Cortez, MERLEAU-PONTY, M. Fenomenologia da percepção. São Paulo : Martins Fontes, MIRANDA, Ana Emília Fernandes. Manifestação da espacialidade de pessoa desprovida de visão. Juiz de Fora, Dissertação (de Mestrado) FACED UFJF. MONTEIRO, Roberto Alves (org.). Pesquisa Qualitativa: alguns desafios da abordagem qualitativa. In:. Fazendo e aprendendo pesquisa qualitativa em educação. Juiz de Fora : FEME, 1998, p OLIVEIRA JÚNIOR, Osmar. Neoliberalismo, Educação e Emprego. Juiz de Fora: FEME, 2000.

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