PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA RELIGIÃO MESTRADO EM CIÊNCIA DA RELIGIÃO CAMPO RELIGIOSO BRASILEIRO DISSERTAÇÃO

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1 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E LETRAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA RELIGIÃO MESTRADO EM CIÊNCIA DA RELIGIÃO CAMPO RELIGIOSO BRASILEIRO DISSERTAÇÃO CIDADE PRESÉPIO EM TEMPO DE PAIXÃO UMA ANÁLISE ANTROPOLÓGICA DAS RELAÇÕES ENTRE RELIGIÃO, PATRIMÔNIO CULTURAL E TURISMO EM TIRADENTES Oswaldo Giovannini Júnior Juiz de fora 2002

2 2 UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E LETRAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA RELIGIÃO - MESTRADO CIDADE PRESÉPIO EM TEMPO DE PAIXÃO UMA ANÁLISE ANTROPOLÓGICA DAS RELAÇÕES ENTRE RELIGIÃO, PATRIMÔNIO CULTURAL E TURISMO EM TIRADENTES Oswaldo Giovannini Júnior Dissertação apresentada ao curso de Mestrado do Programa de Pós-graduação em Ciência da Religião da Universidade Federal de Juiz de Fora, como requisito parcial para obtenção do grau de mestre. Orientador: Prof. Dr. Marcelo Ayres Camurça Juiz de fora 2002

3 3 FICHA CATALOGRÁFICA: GIOVANNINI, Oswaldo Jr. CIDADE PRESÉPIO EM TEMPO DE PAIXÃO. UMA ANÁLISE ANTROPOLÓGICA DAS RELAÇÕES ENTRE RELIGIÃO, PATRIMÔNIO CULTURAL E TURISMO EM TIRADENTES. Juiz de Fora, UFJF, Mestrado em Ciência da Religião, 2002 Dissertação de Mestrado. Universidade Federal de Juiz de Fora. Referências: 1-Antropologia cultural 2- Ciência da religião 3- Patrimônio cultural 4- Turismo 5- Religião 6- Ritual

4 4 OSWALDO GIOVANNINI JUNIOR CIDADE PRESÉPIO EM TEMPO DE PAIXÃO. UMA ANÁLISE ANTROPOLÓGICA DAS RELAÇÕES ENTRE RELIGIÃO PATRIMÔNIO CULTURAL E TURISMO EM TIRADENTES Dissertação aprovada como requisito parcial para obtenção do grau de mestre no Curso de Mestrado em Ciência da Religião. Banca Examinadora: Prof. Dr. Marcelo Ayres Camurça (UFJF) Prof. Dr. Edimilson de Almeida Pereira (UFJF) Prof. Dr. Carlos Alberto Steil (UFRS)

5 5 Dedicatória: Nadir, Oswaldo, Rosenilha, Jasmine e Lume.

6 6 Agradecimentos: Aos amigos, companheiros, informantes e professores

7 7 RESUMO: Estudo realizado na cidade de Tiradentes, Minas Gerais, a respeito das relações simbólicas e sociais entre a religião tradicional local, representada por seus agentes populares e pela Igreja, a instituição do patrimônio cultural, seu conceito e implicações e o contexto turístico, sua movimentação econômica e seus agentes. Trata-se de uma análise que tem como fonte teórico-metodológica a antropologia cultural, privilegiando sua tradição semiológica e interpretativa. Como recurso técnico foram utilizados, a observação participante, entrevistas em profundidade e questionários quantificáveis, de acordo com a necessidade de abordagem de campo. No entanto, como se trata de um mestrado interdisciplinar (Ciência da Religião) não faltou estudos históricos e filosóficos de apoio, tendo como centro articulador de todo problema a vivência religiosa, seus símbolos e as relações que implicam. O problema girou, então, em torno de perceber a dinâmica sócio-cultural que se estabelece no encontro de visões-de-mundo e ethos diferenciados, de significações diversificadas para os mesmos significantes, tomando como acontecimento privilegiado a Semana Santa. Igrejas, imagens e rituais adquirem sentidos diversos ao mesmo tempo e locais. Estes sentidos são formulados de forma a combinar ou opor estruturas de significado, sejam elas histórica, mítica ou de lazer e consumo, respectivamente representada por patrimônio cultural, religião e turismo. Enfim, trata-se de observar o jogo dinâmico das instituições e dos sujeitos envolvidos no processo de atribuição de significado e de exercício do uso destes objetos, além das relações que estabelecem entre si, seguindo um ato hermenêutico de tentativa de compreender uns aos outros. Forma-se, assim um sistema de comunicação onde cada um pode tomar contato com uma cultura diferente, ao mesmo tempo em que conhece mais a sua própria. Enfim, o interstício onde se encontram estas três instâncias permite uma experiência extraordinária, capaz de projetar os homens, programada ou inusitadamente a um defrontar-se consigo mesmo num defrontar-se com o outro. RÉSUMÉ : Une étude réalisée dans la ville de Tradentes, Minas Gerais, au sujet des relations symboliques et sociales entre la religion traditionnelle locale, representée par ses agents populaires et par l Église, l institution du patrimoine culturel, son concept et ses implications et le contexte touristique, son mouvement économique et ses agents. Il s agit d une analyse qui a comme recours théorique et methodologique l anthropologie culturelle, privilégiant sa tradition semiologique et interprétative. Comme recours technique ont été utilisés, l observation participante, des entretiens en profondeur et des questionaires quantifiables, selon la nécessité d abordage du champs. Cependant, comme il s agit d une maîtrise interdisciplinaire ( Science de la religion) n ont pas fait défaut des études historiques et philosophiques d appui, ayant comme centre articulateur de tout le problème la pratique religieuse, ses symboles et les relations qu ils impliquent. Le problème alors a tourné autour de la perception de la dynamique socio-culturelle qui s établit dans la rencontre de visions-dumonde e ethos diversifiés pour les mêmes significants, prenant comme événement privilégié la Semaine Sainte. Églises, statues et rituels atteignent un sens divers au même moment et aux mêmes endroits. Ces sens sont formulés de manière à arranger et opposer des structures de signifié, quelles soient historiques, mythiques ou de loisir et d usage, respectivement représentées par la patrimoine culturel, la religion ou le tourisme. Enfin, il s agit d observer le jeu dynamique des institutions et des sujets concernés dans le processus d attribution de signifié et d exercice d utilisation de ces objets, en plus des relations qu ils établissent entre eux, suivant un acte herméneutique de tentative de conprendre les uns aux autres. Il se forme ainsi un système de comunication dans lequel chacun peut prendre contact avec une culture différente, en même temps qu il connaisse mieux la sienne propre. Enfin, l interstice où se renccontrent ces trois instances permet une expérience extraordinaire, capable de projeter les hommes, de manière programmée et inusitée à un vis -à-vis avec soi-même dans un vis -à-vis avec l autre.

8 8 SUMÁRIO INTRODUÇÃO: A Cidade Presépio... CAPÍTULO PRIMEIRO: Tiradentes, sua história e seu presente, um problema antropológico...?? Devoções, reformas, patrimônio e turistas. Aspectos da formação do catolicismo, do patrimônio cultural e do turismo em Tiradentes...?? Tiradentes na atualidade...?? Apresentação do problema... CAPÍTULO SEGUNDO: Os mesmos objetos, os sentidos diversos...?? A religião tradicional...?? O Patrimônio Cultural...?? O turismo... CAPÍTULO TERCEIRO: Semana Santa, um teatro de fé...?? Nos passos da tradição e da história...?? A Semana Santa...?? Polifonia e silêncio diante do senhor morto...?? Reinvenção da Tradição...?? Semana Santa CAPÍTULO QUARTO: Alinhavando o tecido social... CONCLUSÃO: Tempo de Paixão... BIBLIOGRAFIA:...

9 9 A CIDADE PRESÉPIO. No centro da praça, em um grande canteiro circular, à sombra de uma árvore de porte altivo, uma manjedoura com o menino. Ao seu lado a mãe, o pai, e mais afastados, alguns animais. Não estão em fuga nem se escondendo em uma estrebaria distante. Estão expostos em praça pública, na área central da pequena cidade já faz 25 dias. Todos os anos estão ali, aos olhos de homens, crianças, mulheres, idosos, turistas, moradores e nativos, comerciantes padres e beatas. São admirados e apreciados, às vezes louvados por um coral de crianças de alguma escola ou por músicos que passam pela cidade, enriquecendo o cenário e consagrando o momento como espetáculo. Os animais são recortados em latão e pintados a óleo. São formas muito comuns em alguns ateliers da cidade e costumam ser vistos de vários tamanhos em lojas ou enfeitando jardins de pousadas. Os artistas plásticos que chegaram em Tiradentes, e que ainda vêm chegando, têm como inspiração a cidade, com sua cultura bicentenária, seu casario e sua cultura rural. Mas não somente animais de roças e quintais são reproduzidos como artesanato típico, também são motivo de inspiração, os santos e suas imagens. O presépio armado no Largo das Forras, todos os anos, é de autoria de um artista plástico paulista, há muitos anos radicado na cidade. Em sua oficina pode-se notar presente uma arte que se inspira na cultura local, mas que não se resume a ela e a transforma em objetos com uma impressão mais autêntica. É um estilo que mistura tudo, galinhas, santos, divinos e corpos, refazendo cenários e personagens, com um olhar urbano de quem chegou de outro contexto. Muito comum, é a confecção de bonecas com faces esculpidas em madeira ou moldadas em papel machê, sendo o corpo apenas uma armação de madeira,

10 10 arredondada. Não só bonecas, alguns santos são também reproduzidos através desta técnica. A inspiração para esta criação foram justamente os santos de roca, imagens de santos católicos muito comuns no século XVIII e que ainda estão presentes nas igrejas de Tiradentes e são adoradas, principalmente nas procissões. As imagens de roca são figuras com faces e mãos esculpidos e com uma armação de madeira como corpo, com um enchimento de pano, tendo os membros articulados para que possa ser coberta por suas vestes apropriadas. A Virgem e São José da praça também são feitos seguindo este estilo. São imagens de roca expostas na praça central de Tiradentes, anunciando a chegada do final de ano e dos festejos natalinos, onde se comemora o nascimento do menino Deus. Mas estas imagens de santos não são veneradas, nem carregadas em procissão, não se reza aos seus pés, nem se beija suas mãos. Não estão envoltas em nenhuma aura de mistério e nem em panos, túnicas ou qualquer tipo de vestimenta. O santo está nu, despido de sua sacralidade, como um artefato de arte, diante de uma multidão de passantes a apreciar a criatividade do artista. De fato não foi este presépio, na praça central de Tiradentes que lhe garantiu a alcunha Cidade Presépio. Esta foi uma expressão surgida na imprensa de Belo Horizonte, provavelmente, tratando de caracterizá-la como uma cidade pequena e aconchegante, com suas casinhas antigas espalhadas pelas ruas contorcidas, tendo a igreja ao alto como destino de todos. Este nome lhe cai bem até como referência de sua cultura altamente religiosa. Porém, se religiosos são os tiradentinos, não é o Natal a época mais importante, mas a Semana Santa. O nascimento do menino é louvado, mas o sacrifício do Cristo é o momento mítico mais celebrado.

11 11 Em tempo de Paixão o menino que se encontrava no presépio rodeado por santos nus, já está crescido, é um homem de barbas e cabelos longos, de face sofrida e ensangüentada. É um santo vestido, cheio de significações transcendentes, misterioso e reverenciado. Às vésperas da Semana Santa a imagem de Jesus carregando a cruz para cumprir sua paixão, é levada, durante a calada da noite, para um local escondido na Igreja e vestido por uns poucos homens. Longe dos olhos de crianças e mulheres o santo, de roca, tem suas vestes respeitosa e sigilosamente trocadas. Mesmo não sendo as mesmas imagens, vale a comparação cênica entre dois momentos distintos e complementares, que se opõem, mas se compatibilizam na formação de uma sociedade cheia de contradições e mutações. A Cidade Presépio vista e pensada no tempo de comemoração da Paixão, é repleta de significações variadas, tendo os mesmos objetos como centro das preocupações. No caso dos santos, por exemplo, podem guardar tanto o mistério do destino da vida e da morte, quanto o espetáculo vivido e explícito da arte humana. Esta variedade de significações convivendo no mesmo espaço e tempo, num contexto de uma pequenina cidade no interior de Minas, é que me impulsionou nesta aventura etnográfica. Ao longo do texto o leitor poderá notar que se trata mesmo de uma aventura, uma viagem realizada pelo arriscado caminho da dinâmica social com suas oposições, contradições, inversões, conciliações, estruturas e performances. A história bicentenária, a beleza, a diversão, a religião, o consumo. O patrimônio histórico tombado e protegido, o assédio de turistas de muitas origens e uma religião tradicional, cunhada desde os tempos barrocos. Difícil e intrincado objeto que guarda uma variedade de formulações significativas de objetos, pessoas e fatos e que as mistura e

12 12 ritualiza, criando situações dinâmicas e cheias de sentido. Visões-de-mundo e sentimentos tantas vezes contraditórios, que orientam pessoas e instituições no navegar pelas águas desta história. Confesso de antemão minhas dificuldades e inapetências diante da complexidade das relações que resolvi observar. Mais complexa ainda, esta tarefa se tornou, quando resolvi valer-me não somente da inspiração sociológica e antropológica, mas também histórica, filosófica e fenomenológica, de acordo com a tendência interdisciplinar do curso de Ciência da Religião. O presente trabalho é fruto de dissertação defendida para a obtenção do título de mestre em Ciência da Religião pela Universidade Federal de Juiz de Fora, sob orientação do professor doutor Marcelo Camurça. O esforço em conjugar as várias disciplinas, tendo a antropologia como centro articulador, muitas vezes levou a superficialidades, que pela limitação de tempo e de instrumentos, nem sempre foram superadas. Se esse trabalho alcançou densidade teórica e reflexiva, isto se deveu ao meu esforço etnográfico de envolvimento e coleta de dados, reunindo fatos, cenários, pessoas e discursos, o que me deu segurança e empatia para tentativas de maior criatividade e generalização. Foi com agudeza apaixonada que dediquei três anos de minha vida a esta cidade (de 2000 a 2002), mergulhando a uma boa profundidade na sua cultura, através do convívio, às vezes amável, às vezes ríspido, com homens, mulheres e crianças que fazem sua história atual. Foram realizadas mais de vinte entrevistas em profundidade, perfazendo um total aproximado de sessenta horas de fita transcrita e foram aplicados cem questionários a turistas em vários pontos da cidade. Muitas festas e rituais observados e registrados por

13 13 fotografia e filme, constantemente revistos e analisados. Participei ainda de inúmeras reuniões de associações e de projetos culturais na cidade, além de reunir mais de 50 números de jornais e revistas, tanto locais quanto de outras procedências, tendo a cidade ou o turismo religioso como tema. Tudo isto foi objeto de minhas reflexões e um número reduzido, mas significativo destes dados poderão ser apreciados nesta obra. Tentarei expor, a princípio, um pouco da história da cidade, caracterizando sua realidade contemporânea, para possibilitar a construção de meu problema teórico. Trabalhei meus estudos no sentido de identificar os discursos preponderantes ligados ao patrimônio cultural, à religião e ao turismo, apontando suas contradições, oposições e combinações na dinâmica da convivência de pessoas e instituições de procedências diversas. Estes personagens são construídos em meio à ação e à dinâmica ritual e simbólica, sendo esta o ponto alto do trabalho, pois articula contexto e estrutura com a iniciativa dos sujeitos históricos locais. O momento social onde estas articulações foram observadas com mais intensidade foi a Semana Santa, período em que se comemora a Paixão e a Ressurreição de Jesus Cristo. Esta época é uma das mais importantes para o calendário religioso local, mas também do calendário turístico, e ainda, é em torno destas festas religiosas que aquilo que se chama de patrimônio cultural se inflama de vida e significado. Por fim, tento expor como, através de várias iniciativas, pessoas e grupos se organizam para controlar seu destino e construir seu mundo real e significativo. Para isso considerei projetos culturais realizados por moradores, tiradentinos e instituições locais e não locais, como o Projeto Reviver, realizado pela Escola Basílio da Gama, a restauração da igreja Matriz de Santo Antônio, sob administração da Fundação Roberto Marinho e a orientação do IPHAN e reuniões em torno das propostas do Projeto Monumenta, encaminhado pelo Ministério da

14 14 Cultura. Assim, confrontando e costurando discursos, rituais e acontecimentos, pretendo apresentar uma das muitas facetas possíveis de serem observadas na realidade cultural de Tiradentes hoje, mas sem deixar de projetar o olhar para o homem e a cultura de modo geral, acreditando estar empreendendo uma reflexão que será útil para pensar outras cidades e outras paixões.

15 15 CAPITULO PRIMEIRO: TIRADENTES - SUA HISTÓRIA E SEU PRESENTE, UM PROBLEMA ANTROPOLÓGICO. Os primeiros habitantes da região, onde encontraram as primeiras e mais importantes minas de ouro no Estado de Minas Gerais, foram os índios Cataguases. Antes do ouro, estas terras eram conhecidas pelos bandeirantes como País dos Cataguás e, em seguida, como Minas dos Cataguás. Considerados belicosos, provavelmente travaram grandes batalhas com os bandeirantes que começaram a chegar no final do século XVII. O rio que passa pela cidade de Tiradentes, um dos maiores da região das Vertentes, é conhecido como rio das Mortes, provavelmente por causa das inúmeras mortes que ocorreram nos confrontos em suas margens, tanto entre bandeirantes e índios como entre paulistas e emboabas na famosa batalha que definiu a exploração do ouro na região. Após a descoberta das primeiras pepitas de ouro na região de Sabará e em seguida de Ouro Preto, na última década do século XVII, formou-se um importante caminho das minas até São Paulo, sendo o Rio das Mortes uma importante referência. Onde hoje é o município de Santa Cruz de Minas, localizado entre São João Del Rei e Tiradentes, instalou-se, em meados de 1701, por iniciativa de Tomé Portes Del Rei, um entreposto comercial por onde passavam mercadorias de todo tipo a caminho das minas. Este local era chamado Porto Real, ou Porto da Passagem, ainda hoje conhecido pelos habitantes da região como Porto.

16 16 O ouro não tardou a ser descoberto e, por empreendimento de João de Siqueira Afonso, foi encontrado em um local que chamou de Ponta do Morro, ao pé da Serra de São José, num ribeirão que ficou conhecido como Santo Antônio. Estabeleceu, ali, com seus escravos e outros companheiros o arraial com mesma denominação (Santo Antônio), pouco tempo depois conhecido como Arraial Velho, em 1718 elevado à categoria de vila (São José Del Rei, hoje Tiradentes).(GUIMARÃES, 1976: 17) Antes de alcançar a condição de Vila, no alto de um elevado, por volta de 1710 começaram a construção de uma capela, devotada a Santo Antônio, a qual viria a se constituir como a Matriz de Santo Antônio. Uns 600 metros, morro acima, iniciaram a construção, em 1775, do Santuário da Santíssima Trindade, por iniciativa de um ermitão, onde até hoje é local de vultuosa romaria. Em uma rua abaixo da Matriz instalou-se, em um casarão, o poder civil da Vila, o Senado da Câmara. O mesmo prédio, posteriormente, foi utilizado como fórum e hoje abriga a Câmara de Vereadores. Na mesma rua, em seguida, numa encruzilhada conhecida como Quatro Cantos, foi construído um sobrado, que pertenceu à família Ramalho e hoje abriga o IPHAN e a Banda e orquestra Ramalho, criada em 1860, responsável até o presente por abrilhantar as festas religiosas, principalmente da Semana Santa. Seguindo a rua da Matriz chega-se ao Chafariz, construído em 1749, em forma de capela, onde se encontra uma imagem de São José de Botas. Neste trecho da cidade, somado à rua direita que vai do sobrado Ramalho até ao largo das Forras, onde se encontra a Prefeitura, e a Rua do Sol, que vai da Igreja Matriz até à Casa do Padre Toledo, ao lado da Igreja de São João Evangelista, concentrava-se, em seus primórdios o espaço de

17 17 poder, em oposição ao espaço da produção. Este ficava, principalmente, situado nas margens do Ribeirão Santo Antônio e do Rio das Mortes (GUIMARÃES, 1976) Esta área descrita citada acima, forma a parte mais importante em termos do conjunto arquitetônico tombada pelo IPHAN, sendo ainda hoje, o espaço de concentração do poder público e religioso. O chamado centro histórico, formado por este conjunto, é também o local de concentração das festas religiosas realizadas na Semana Santa, por onde passam as procissões. Ao longo deste caminho encontram-se pequenas construções em forma de capela, chamadas de Passinhos, usados somente no período das comemorações da Paixão, simbolizando, através de pinturas em seu interior, os passos da Paixão de Cristo. Completando o circuito religioso, tem-se ainda importante referência religiosa, a Igreja de Nossa Senhora das Mercês, construída em 1769, no largo das Mercês, um pouco afastada da praça principal, a qual é importante referência religiosa. Esta igreja é sede da Arquiconfraria de Nossa Senhora das Mercês, antiga Irmandade dos homens pardos. A Irmandade dos homens brancos e ricos era a do Santíssimo Sacramento, responsável pela construção da Matriz, provavelmente já existia em Já a igreja de Nossa Senhora do Rosário foi construída por Irmandade de mesmo nome, composta por homens negros, também no século XVIII, localizada na rua direita, em cujo largo acontece a cerimônia do Encontro das Imagens de Nossa Senhora das Dores e de Nosso Senhor dos Passos, na procissão dos Passos. Sabe-se que muito ouro foi encontrado na Vila de São José, tanto que possibilitou a construção de um templo até hoje considerado grandioso, como a Igreja Matriz. Abriga, aproximadamente, cerca de 480 quilos de ouro, sendo considerada a segunda igreja mais rica do Brasil. Além do ouro guarda muitos objetos de prata e principalmente um trabalho

18 18 artístico muito sofisticado. Considerada importante exemplar da arquitetura barroca, sendo seu interior todo ornado em estilo rococó, representa uma fase primeira do barroco mineiro. Estiveram presentes em sua elaboração artistas importantes como Aleijadinho, responsável pelo desenho da fachada e Manoel Víctor de Jesus, que executou as pinturas no interior. A igreja foi construída em um elevado, necessitando de um aterramento para nivelar o piso, dado seu volume avantajado. Construída de taipa de pilão, pau-a-pique e adobe, a igreja é uma construção bastante sólida, porém fragilizada nos tempos atuais, o que a fez alvo de uma importante restauração entre os anos 2000 e 2001, cujo processo é também parte da minha pesquisa. Com o declínio do ouro, houve um esvaziamento da cidade e, posteriormente, o desmembramento de seu território que ia de Conselheiro Lafaiete até Barbacena. Viveu, então, um longo período de decadência, mantendo-se em função da exploração agrícola, basicamente para subsistência, e da produção de artesanato, em madeira, tecidos, cerâmica e prata. Produzia também melado, aguardente e fubá, que comercializava em cidades vizinhas. No século XIX houve uma tentativa frustrada de exploração subterrânea de ouro por uma Empresa inglesa. Em 1860, passou a ser cidade e no ano seguinte começou a funcionar a Estrada de Ferro Oeste Minas, garantindo-lhe um certo fôlego como rota comercial. Mas sua história nunca passou pela industrialização, como foi o caso de São João Del Rei, preservando assim um estilo de construção quase homogêneo, datado do século XVIII e XIX, pelo menos o pouco que sobrou ao abandono, ao êxodo e à ação do tempo (PELLEGRINI, 2000 e GUIMARÃES, 1976). A Vila de São José também foi palco da ação dos inconfidentes, tendo em Padre Toledo uma figura de referência. Mas é conhecida principalmente por seu filho mais

19 19 famoso, José Joaquim da Silva Xavier, nascido na Fazenda do Pombal, hoje município de Ritápolis. Em 1889, com a proclamação da República, mudaram o nome da antiga vila para Tiradentes, em função do herói e mártir da liberdade. Devoções, reformas, patrimônio e turistas. Aspectos da formação do catolicismo, do patrimônio cultural e do turismo em Tiradentes. Se, por um lado, Tiradentes é uma cidade em que se pode detectar várias práticas e crenças diferentes, a predominância na história e na atualidade é do catolicismo. Espíritas, evangélicos, umbandistas e esotéricos têm uma presença mais discreta na cidade, não só porque os católicos são maioria, mas porque o tipo de catolicismo que impera é pouco tolerante. Dos primeiros habitantes da região, os índios, quase nada restou em termos de herança cultural, e a religião que se cunhou na região talvez tenha nada, ou quase nada destas etnias. Ainda hoje o imaginário dos habitantes locais é povoado por espíritos e almas penadas, esta crença talvez tenha vindo do catolicismo popular europeu, mas é possível que tenha se enriquecido pela cosmologia indígena e africana. Do negro escravo, aparentemente, pouco ficou até o presente. Ainda se ouve falar de velhos feiticeiros de pele escura, por um lado, por outro, alguns dizem que as igrejas têm muitos símbolos de religião africana. Provavelmente, com o declínio do ouro, muitos negros escravos foram levados para o Vale do Paraíba para trabalhar nas lavouras do café, permanecendo poucos negros na localidade. As congadas não estão mais presentes há muitos anos e a Irmandade de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos também não existe mais. Mas o fato é que estas pesquisas, da presença da religião negra e índia, ainda

20 20 estão por serem feitas. De fato, o que predomina é o catolicismo trazido pelos portugueses e bandeirantes que aqui se fixaram, em função do comércio e da descoberta do ouro. O catolicismo em terras brasileiras iniciou-se pelas ordens missionárias com o objetivo de evangelizar os povos que aqui habitavam. Em Minas Colonial, é sabido que, desde o início da exploração do ouro, ele esteve presente. Celebravam missas, quando sacerdotes havia, e construíam Igrejas logo que iniciavam algum arraial. O catolicismo que veio dar no Brasil nos sécs XVI e XVII é um catolicismo familiar português de elementos medievais, muito marcado pela contra reforma. Segundo Pierre Sanchis (SANCHIS, 2000: 2), o catolicismo português era uma religião de aldeia. Nesse catolicismo era muito presente a questão das romarias, das procissões e das imagens, que eram feitas com o propósito de provocar fortes emoções, impressionando o povo e remetendo-o ao sagrado através de fortes expressões artísticas, demonstrando o poder de Deus e da Igreja Católica, e contrapondo-se à reforma protestante. Em Minas Gerais, a partir de 1771, foi proibida a entrada de ordens religiosas pela Coroa, sob a alegação do risco de contrabando de ouro e diamante. Assim, formou-se um catolicismo muito marcado pela presença leiga, representada principalmente pelas Irmandades. Estas tinham dupla função, religiosa e social, promoviam devoções particulares e garantiam o amparo aos membros durante a vida e, na morte, um sepultamento digno. Expressavam um status social específico, pois se formavam de acordo com a posição social dos membros. Irmandades dos pretos, dos homens pardos e a dos brancos ricos (BOSCHI, 1976). Mas a proliferação de paróquias preocupava tanto a Igreja quanto a Coroa, as quais se uniram, pela instituição do Regime do Padroado. Através deste, a Santa Sé, romana, concedia à coroa de Portugal o controle sobre a religião nas novas

21 21 terras, sobre as paróquias em franco nascimento e conseqüentemente, sobre o catolicismo leigo. Assim, este poder dava ao Rei a possibilidade de melhor administrar o fluxo das riquezas exploradas na região. Unindo em suas mãos o poder religioso e político (HOORNAERT,1996). No século XIX, implantou-se no país um movimento de reforma, alavancado pelos bispos, que pretendiam separar as funções da Igreja do poder imperial. Efetivaram a aplicação da reforma tridentina e assumiram o controle da vida religiosa do povo (AZZI, 1977: 126) Este movimento consolidou-se com a República, quando a Igreja se separou definitivamente do Estado. Assim, o episcopado implantou o controle sobre a vida católica do povo e romanizou suas expressões de culto. Os padres passaram a ter mais poder nas paróquias e as igrejas passaram a pertencer à Cúria, sendo motivo de muitos conflitos nas cidades em que as Irmandades tinham uma atuação mais pungente. Os Bispos reformadores trabalharam para impor seu controle sobre os leigos e suas formas de associação, as Irmandades,...a tônica do catolicismo brasileiro desloca-se do leigo para o bispo, da religião familiar para a religião do templo, das rezas para a missa, do terço para os sacramentos. Passa a uma religião de pouca presença dos leigos, a não ser em funções subalternas e desligadas da realidade terrena (BEOZZO, 1977: 748). Talvez mais transformador que a Reforma romanizadora tenha sido o Concílio Vaticano II. Segundo Steil:

22 22 especialmente os primeiros anos do Concílio Vaticano II foram marcados por uma onda iconoclasta que varreu de muitas igrejas as imagens dos santos. Em nome de uma fé esclarecida, a devoção aos santos passou a ser vista como uma manifestação alienada de um catolicismo tradicional que deveria ser erradicado (STEIL, 1997: 85). Enfim, o catolicismo que se formou na cidade de Tiradentes foi influenciado por todas estas intervenções institucionais, porém não se converteu a elas por completo e forjou-se uma devoção bem característica, preservando rituais que vêem desde a chegada do homem católico na região. Nos 300 anos de sua presença, nota-se a permanência de uma religiosidade familiar, de origem lusitana, com forte devoção às imagens de santos, marcada pela arte sacra barroca, com predominância leiga em suas organizações (Irmandades). Porém, está presente também, uma forte influência do período da romanização, estando ainda repleto de rituais tridentinos, os quais se combinam com as diretrizes do concílio Vaticano II, principalmente na reformulação da liturgia. Enfim, é um catolicismo que combina elementos residuais de várias épocas da história desta instituição no Brasil (FRANCO, 1995). Em muitas cidades do país ainda existem Irmandades e Confrarias, que se organizam de várias formas e prestam serviços religiosos e ou sociais diversificados. Em Tiradentes (também em outras cidades do século XVIII) elas ainda se estruturam de forma semelhante ao passado, cuidando de igrejas, que elas mesmas construíram há mais de duzentos anos, realizando festas, procissões e atendendo aos membros associados em suas necessidades, principalmente nos ofícios de morte. Esta tradição religiosa, com vínculos mais sólidos e antigos, é reproduzida pelas Irmandades e pelas pessoas que as compõem.

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