CULTIVO EM AMBIENTE PROTEGIDO: UMA PRÁTICA AGROECOLÓGICA PARA PROMOÇÃO DA SAÚDE DO AGRICULTOR FAMILIAR CASO DO ASSENTAMENTO SANTA RITA

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1 CULTIVO EM AMBIENTE PROTEGIDO: UMA PRÁTICA AGROECOLÓGICA PARA PROMOÇÃO DA SAÚDE DO AGRICULTOR FAMILIAR CASO DO ASSENTAMENTO SANTA RITA MARTINS, Caroline Porn 1 ; ASSUNÇÃO, Hildeu Ferreira 2 ; SILVA 3, Tarcísio Ramos; (1) Acadêmica de Biomedicina (NEAF- UFG/CAJ) Bolsista PROBEC, (2) Prof. Dr. Coordenador do Projeto NEAF-UFG, (3) Acadêmico de Agronomia (NEAF-UFG/CAJ), Palavras - chave: Agroecologia, saúde e alimentação. Introdução A alimentação é um direito básico da humanidade, no entanto, impactos de origem ambiental estão diretamente relacionados à falta da sustentabilidade quanto ao modo de produção dos alimentos com relação ao uso de produtos químico sendo assim, o alvo imediato é a saúde e o meio ambiente. Isso se deve aos aumentos espetaculares de produção das ultimas décadas que se vem, em grande parte, ao uso difundido e intensivo de fertilizantes químicos sintéticos. Pensando assim, a agroecologia é um instrumento importante na incorporação de estratégias para viabilizar produções agrícolas em pequena escala, sob administração familiar e no desenvolvimento rural, em função principalmente da baixa dependência de insumos externos dos sistemas de produção preconizados, que procuram manter ou recuperar a paisagem e a biodiversidade dos agroecossistemas (GLIESSMAN, 2009). Segundo CAPORAL e COSTABEBER (2006) esse conhecimento, proporciona uma nova forma de realizar a agricultura familiar, e incorporar novas noções e conceitos sobre agricultura, dentre os quais reforça a idéia de desenvolver a Resumo revisado pelo Coordenador da Ação de Extensão - Implantação de Processos Agroecológicos e Redesenho de Agroecossistemas em Unidades Produtivas no Sudoeste de Goiás Edital CNPq/MDA 29/ Código cadastro CAJ Hildeu Ferreira da Assunção.

2 agricultura não apenas com a aplicação de um conjunto de técnicas, mas como uma atividade humana e, portanto, devendo ser entendida como uma construção social além de ser ambientalmente determinada. A agricultura familiar está representada pelos pequenos produtores, e que possuem um papel crucial na agricultura brasileira. Corresponde a nível mundial cerca de 30% da produção além de terem apenas 20% de terras que são produtivas (IBGE, 2006). Sendo assim, para muitos dos agricultores familiares a agroecologia é como uma alternativa para melhorar a qualidade de vida da família, bem como no aspecto social e econômico (BATISTA et al., 2010). O ambiente protegido é um instrumento de proteção ambiental para produção de plantas, como hortaliças e flores. A estrutura pode ser construída por diversos materiais como: madeira, concreto, ferro, alumínio, etc, cobertas com materiais transparentes que permitam a passagem da luz solar para crescimento e desenvolvimento das plantas. Essas podem ser cultivadas durante o ano todo, visto que o mesmo é equipado por um sistema de irrigação por gotejamento (REIS, 2005). Diante desse contexto, o cultivo em ambiente protegido é uma técnica agroecológica viável para o agricultor familiar, uma vez que, esta atividade necessariamente dispensa o uso de agrodefensivos químicos, pois o agricultor geralmente faz uso de compostos orgânicos ou o esterco de curral, produzindo alimentos saudáveis, bem como reduzir o custo da produção. Objetivos Objetivou-se com esse trabalho avaliar a perspectiva de cultivos em ambiente protegido pelos agricultores familiares do Assentamento Santa Rita do município de Jataí GO, em relação à produção agroecológica de alimentos saudáveis. Metodologia Este trabalho foi conduzido no assentamento Santa Rita, situado a 30 quilômetros das imediações do Município de Jataí GO. A principal estrada que dá acesso ao Assentamento é a BR-158 no sentido Caiapônia. As coordenadas UTM 22 K da sede do Projeto de Assentamento Santa Rita são: L ,32 m, S ,39 m e 747 metros de altitude.

3 O projeto teve inicio no ano de 2009 e com perspectiva de encerramento no final do ano de 2012, com as seguintes etapas: A primeira etapa do trabalho foi realizada a partir de visitas técnicas nas unidades produtivas, e o reconhecimento do assentamento foi utilizado como parâmetro de avaliação à aplicação de questionários e de entrevistas semiestruturadas às vinte e três famílias, por meio das quais foi possível obter dados das atividades de interesse nos lotes, os tipos, qualidade e quantidade dos alimentos que são produzidos e destino da produção. Para a segunda etapa, a adesão das seis famílias ao trabalho foram de caráter voluntário cujos lotes são 07, 12, 13,15, 19 e 20, ressalvando que os perfis destas famílias se encachavam de acordo com a feição do sistema de produção dos alimentos utilizando a perspectiva agroecológica. Estas famílias receberam um kit ambiente protegido equipada com irrigação por gotejo, conforme o Edital CNPq/MDA 29/2009. Já na terceira etapa, as instalações dos abrigos tiveram início no mês de Julho de 2011, os quais foram cobertos com filme de polietileno de baixa densidade (PEBD) transparente para passagem de luz, cercado com tela antiafídea de 30 meche, com dimensões de 6 metros de largura e 12 de comprimento, equipada com um kit de irrigação por gotejamento de 132 m 2. Na quarta e última etapa, a análise da perspectiva foi baseada nos tipos de alimentos que foram produzidos (hortaliças) no ambiente protegido de forma que a produção será contínua ao longo do ano. Resultados e Discussão As visitas técnicas e o reconhecimento do assentamento possibilitaram uma percepção de que trabalhar com os agricultores familiares de forma sustentável é possível, já que muitas das famílias têm como atividade principal, a produção de leite, hortaliças, legumes, frutos, ovos, a carne bovina, suína e aves. Dos quais, a maioria desses alimentos são para o consumo próprio, e os excedentes são destinadas ao PAA (Programa de Aquisição de Alimentos) e feiras municipais. Houve uma participação coletiva entre os técnicos e os agricultores familiares do assentamento para realização das atividades. Essa interação, fez com que as famílias reconhecessem a necessidade da troca de saberes culturais e científicos.

4 As famílias mostraram-se mais motivadas com atuação do projeto, pois reestabeleceu o autoestima, tornando-as mais susceptíveis a enfrentar novos desafios. Com o ambiente protegido, as famílias estão produzindo o ano todo, tanto na época das chuvas quanto no período de estiagem, além de cultivar vários tipos de alimentos saudáveis, para o produtor, quanto para o consumidor. Essa produção está sendo ampla, pois são produzidos e consumidos de forma sustentável, além de manter as propriedades naturais dos alimentos, como vitaminas, proteínas e carboidratos. Houve também baixa no uso de defensivos, uma vez que passaram a ter conhecimentos dos riscos causados pelo seu uso em excesso. Sendo assim, esses alimentos tornam-se condição única e essencial para a manutenção da vida, haja vista que muitos desses apresentam poderes medicinais. Na tabela 1, estão apresentados os principais alimentos que podem ser cultivados no ambiente protegido e suas respectivas vitaminas e funções. Tabela 1: Vitaminas Reguladoras Vitaminas Funções Principais alimentos A C Complexo B K Fortalecer a visão; manter saudável a pele, os cabelos e as unhas; ajudar na remoção das manchas de velhice; contribuir com a prevenção de doenças; e promover o crescimento ósseo. Auxiliar na cicatrização de ferimentos, de aftas e de sangramentos gengivais; contribuir com a formação de colágeno (tecido de sustentação da pele, evitando rugas e flacidez); ajudar a baixar o colesterol do sangue; proteger contra o câncer e aumentar a resistência do organismo. Transformar os carboidratos, gorduras e proteínas em energia, com a finalidade de formar e reparar os tecidos do organismo. OBS.: a falta desta vitamina pode provocar efeitos graves, como transtornos do sistema nervoso, problemas digestivos, descamação da pele e insuficiência cardíaca. Auxiliar na prevenção de hemorragias, sangramentos e na coagulação sanguínea adequada. Vegetais de pigmentação amarela (a exemplo da cenoura e da abóbora), nabo, tomate, espinafre. Vegetais folhosos, folhas de mostarda e pimentão e tomate. Hortaliças de cor escura; gérmen de trigo; grãos, como feijão, ervilha e soja. Alface, couve, espinafre, repolho, couve-flor, aveia. Fonte: Manual de Alimentação/Unimed, disponível em: Desta forma, antecipando-se ao conceito de Altieri (1998) a agroecologia estabelece as bases científicas para apoiar o processo de transição para uma

5 agricultura sustentável, visando isso, espera-se que os mesmos possam dar continuidade ao sistema de produção que foi proposto. Conclusão Quando se trata da agricultura familiar, é visto com clareza, a maior diversificação, a qual garante a alimentação das famílias. No entanto, é de suma importância revelar que muitos agricultores familiares já praticam a agroecologia, e mesmo sem saber já iniciou um processo de produção de alimentos para estilos da agricultura sustentável por necessidade, por não terem recursos para adquirir pacotes tecnológicos impostos pela agricultura convencional, diminuindo assim impactos ao meio ambiente e à saúde, e ainda preservando os recursos naturais. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ALTIERI, M. A. Agroecologia: a dinâmica produtiva da agricultura sustentável. Porto Alegre; Ed. Universidade/UFRGS p. BATISTA, R. P.; SANTOS, M. D. G.; JIMENEZ, H. J.; CAMPELLO, F. B. B.Consumidores agroecológicos: força para o crescimento das feiras agroecológicas e da agricultura familiar. X jornada de ensino, pesquisa e extensão UFRPE: Recife, 18 a 22 de outubro. Disponível em: Acesso em: 25 de Julho de BORDALL, M. A. N. Manual de Alimentação sustentável. Unimed. Disponível em: Acesso em: 26/08/2011. CAPORAL, F. R.; COSTABEBER, J. A. Segurança alimentar e agricultura sustentável: uma perspectiva agroecológica Disponível em: < Acesso em 13 de Julho de GLIESSMAN, S. R. Agroecologia: processos ecológicos em agricultura sustentável. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 4. Ed., IBGE - Censo Agropecuário, Agricultura Familiar. Disponível em: 66&id_pagina=1. Acesso em: 16 de Julho de REIS, N.V.B. Construção de estufas para produção de hortaliças nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Circular técnica 38, Brasília- DF: Embrapa Hortaliças, 2005.

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