Didática da literatura no ensino de E/LE: teoria e prática

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Didática da literatura no ensino de E/LE: teoria e prática"

Transcrição

1 Didática da literatura no ensino de E/LE: teoria e prática Profa. Dra. Ana Cristina dos Santos (UERJ-IL/ UVA) El texto literario no está acabado en sí mismo hasta que el lector lo convierte en un objeto de significado, el cual será necesariamente plural. Roland Barthes. Le plaisir du texte, Considerações iniciais Na reforma dos Cursos de Licenciatura do Instituto de Letras da UERJ que entrou em vigor no primeiro semestre de 2006 o Departamento de Neolatinas aprovou para o currículo de seus alunos a criação da disciplina obrigatória sobre o ensino da literatura nas aulas de língua estrangeira. O Curso de Letras Português/ Espanhol criou a disciplina Prática II: o ensino do texto literário em língua espanhola, de 30 horas/ aula, cujo foco é uma didática sobre o ensino do texto literário em língua espanhola. A disciplina Prática II tem como objetivos: a) discutir a importância de utilizar o discurso literário no processo de ensino/ aprendizagem de língua estrangeira; b) especificar o lugar e o papel do texto literário no processo de ensino e aprendizagem de E/LE, c) ampliar as propostas de utilização do gênero literário em sala de aula de E/LE e; d) elaborar propostas de atividades para o uso do texto literário em sala de aula, visando às competências leitora e literária 1 com apoio teórico nos pressupostos da Análise do Discurso de base enunciativa. A disciplina é ministrada no terceiro período do curso de Português/ Espanhol e divide-se em uma parte teórica e outra prática. Na primeira, apresenta-se uma discussão teórica dos principais textos que abordam o tema. Na segunda há uma aplicação prática da disciplina, em que se formulam exercícios que tenham como 2287

2 objetivo a exploração dos textos literários em língua espanhola como material didático para as aulas de espanhol como língua estrangeira (E/LE). Esses exercícios devem enfocar o valor estético do discurso literário e mostrar que esse discurso exige a utilização de estratégias diferentes das utilizadas pelo leitor quando lê textos de outras tipologias. Concepção da disciplina A inserção da disciplina no currículo fez-se necessária porque se constatou que nas atividades propostas nas aulas da disciplina prática de ensino, no estágio supervisionado e nos projetos de iniciação à docência em língua espanhola, os alunos (futuros professores de língua espanhola) não formulavam exercícios com o texto literário. Um projeto de pesquisa anterior, da autora deste trabalho 2, havia detectado que tal fato acontecia também com os professores que já atuavam na docência de língua espanhola. Esses professores reportaram que não utilizavam o discurso literário por considerá-lo uma modalidade complexa, elaborada e de pouca incidência nos usos mais freqüentes do sistema da língua, sendo assim, não encontravam espaço para o seu uso em sala de aula. Além do mais, afirmaram que a literatura não era o interesse básico do aluno, pois o que ele queria era aprender língua e não literatura; que os textos literários presentes nos materiais didáticos para o ensino de língua serviam apenas para ensinar cultura e deveriam estar presentes nas atividades sempre que houvesse a necessidade de introduzir questões culturais e que em sua graduação, as disciplinas de língua e literatura eram ensinadas em separado e, por isso, não sabiam como inserir um texto literário nas aulas de língua. Essa última afirmação foi a que mais nos chamou a atenção, pois se contatava que o professor não utilizava propostas com o discurso literário porque não lhe fora ensinado como fazê-lo em seu curso de formação. 2288

3 Assim, percebeu-se que o questionamento sobre a ausência do texto literário nas aulas de E/LE deveria estar presente desde a formação do futuro professor, pois somente assim o capacitaria a trabalhar com propostas de atividades que incluíssem o texto literário entre o elenco de gêneros que deve compor a formação do leitor em nível escolar. Este seria o primeiro passo para estimular no futuro professor a inserção do texto literário em seu trabalho com o ensino da língua espanhola. A partir dessas constatações, criou-se a disciplina específica sobre a didática do ensino de literatura nas aulas de espanhol como língua estrangeira no ementário do curso de Letras Neolatinas da UERJ. A concepção metodológica do curso abrangeu as estratégias de leitura que desenvolvem a competência leitora e as especificidades do gênero literário, o conteúdo estético, que desenvolvem a competência literária. Para tanto, partiu-se do modelo proposto pelo teórico espanhol Fillola Mendonza (2002, p. 111 et seq.) que associa o ensino de literatura ao de leitura. O autor afirma que o contato com o texto literário acontece através da leitura realizada. A partir de então, o leitor pode interpretar e emitir um juízo de valor. Acrescenta que o ensino de literatura exige uma ampla formação leitora e uma freqüente atividade de leitura. Assim, os professores devem priorizar as atividades que regulam o processo leitor; ensinar as estratégias de leitura e o modo de relacionar as diferentes produções literárias e considerar as contribuições pessoais dos alunos para a interpretação dos textos. Em seu modelo teórico, a competência leitora (que é um componente da competência literária) é a chave que abre o acesso à interação entre o texto e o leitor. Dessa forma, tornou-se necessário incluir na disciplina Prática II os aportes teóricos da leitura interativa de Solé (1994) e Kleiman (1993) e os de Análise do Discurso de base enunciativa, especificamente Bakhtin (2002) e Maingueneau (2001), com o objetivo de conscientizar os alunos sobre o seu processo leitor e, conseqüentemente, desenvolver a competência literária. 2289

4 O objetivo principal da parte prática da disciplina é o de destituir o uso do texto literário como pretexto para criar propostas de atividades que enfoquem somente aspectos culturais de um grupo social específico ou para exercitar um ponto gramatical ou lexical. Cabe destacar que não discordamos do valor cultural do texto literário. Contudo, se consideramos que todo e qualquer texto se produz dentro de uma cultura específica e adquire os sentidos da cultura em que foi produzido, pois quem usa a linguagem, o faz de algum lugar determinado social e historicamente; então, todo e qualquer texto é instrumento para o ensino de questões culturais e não somente o literário. Assim, para tal prática, quaisquer outros textos servirão e não, especificamente, um texto literário. A prática Uma vez organizado metodologicamente o curso, inicia-se a primeira turma no primeiro semestre de 2008, no horário de 16h20min às 17h50min. Inscreveram-se no curso 13 alunos. Desse total, dois já trabalham como professores de espanhol em cursos de idiomas e quatro participam das atividades de Iniciação à Docência do Instituto de Letras. A disciplina consta de 15 aulas de dois tempos. Nesse primeiro grupo, as aulas eram ministradas sempre às quintas-feiras. Como a proposta do curso é teórica e prática, nas 10 primeiras aulas foi apresentada ao aluno à teoria sobre o tema tratado e pedido três atividades práticas. A primeira atividade prática foi a de análise de materiais didáticos de E/LE para verificar o papel que ocupa o texto literário nos livros didáticos. A segunda, a elaboração de uma atividade de interpretação leitora de um texto literário e outro não literário que englobassem o mesmo tema. A terceira, uma atividade de compreensão leitora com uma poesia. A partir da décima primeira, todas as aulas passam a ser práticas e os alunos devem trazer textos em poesia e em prosa para elaborar atividades em sala de aula. Todas as atividades elaboradas 2290

5 devem abranger perguntas que desenvolvam tanto a competência leitora quanto a literária. Como a intenção fundamental do curso é que o futuro professor saiba elaborar atividades com o texto literário, todos os exercícios propostos são discutidos com o grupo e, após a discussão, podem ser refeitos se o aluno achar que pode melhorá-los. Somente após a entrega final é que a atividade elaborada é avaliada e recebe uma qualificação. A nota final do aluno é a soma de todas as atividades com a sua auto-avaliação. O questionário de auto-avaliação consta de 11 assertivas que englobam a assistência constante às aulas, a leitura do material proposto, a elaboração das atividades e a compreensão dos objetivos da disciplina. Há ainda um espaço para o aluno acrescentar outros aspectos não incluídos na auto-avaliação e que ele considera importante avaliar. Na última aula, o aluno responde a dois questionários: o primeiro, avaliando o curso (importância da disciplina para o seu currículo, material teórico utilizado, docente, carga horária do curso, entre outros) e, o segundo, com assertivas relacionadas ao ensino aprendizagem de E/LE, à leitura, à literatura e ao seu uso. O trabalho proposto objetiva a análise qualitativa das respostas ao questionário auto-avaliação e ao de avaliação de curso. Todos os alunos inscritos na disciplina responderam aos questionários. As reflexões Ao analisar a auto-avaliação dos alunos, pode-se observar que todos afirmaram que inter-relacionaram os conhecimentos adquiridos com os que já possuíam (pergunta n. 6). Acredita-se que tal fato aconteceu porque todos os alunos já tinham cursado a disciplina Prática I: a língua espanhola no ensino fundamental e médio em que já tinham discutido questões referentes à compreensão leitora. Quando questionados se houve ou haverá uma mudança em sua prática docente, a partir dos 2291

6 conhecimentos adquiridos (pergunta n. 7) e se compreenderam a importância de utilizar o discurso literário nas aulas de E/LE (pergunta n. 8), todos foram unânimes em afirmar que sim. Essas respostas corroboram as assertivas do questionário de avaliação do curso em que afirmam que o estudo da disciplina é importante para o seu futuro profissional (pergunta n. 1), que as discussões fomentadas ao longo do curso estimulam o uso do texto literário nas aulas de E/LE (pergunta n. 4) e que a disciplina possibilita um uso consciente do texto literário nas aulas de E/LE (pergunta n. 7). Inclusive o aluno n. 13 afirma que a partir de agora, olharei os textos literários com outros olhos, vi que os textos literários não servem só para enfeitar os livros, o aluno n. 12 que Ainda que não esteja trabalhando ainda, comecei a observar melhor as minhas próprias aulas na graduação com relação ao trabalho com o texto literário. E, o de n. 2 que: Anteriormente só imaginava o texto literário como pretexto para ensinar conteúdos gramaticais e o próprio uso da língua. Agora tenho uma consciência de seu uso relacionado às questões literárias como a plurissignificação das palavras, a interpretação variada e outras coisas mais. Ainda no questionário de avaliação do curso, todos acreditam que, após o término da disciplina, são capazes de criar propostas de atividades utilizando o texto literário (pergunta n. 8). Doze alunos acreditam que a parte teórica de confecção dos exercícios foi suficiente para pôr em prática o conteúdo da disciplina (pergunta n. 3), como se constata na resposta do aluno n. 1: Porque quase sempre tínhamos atividades para fazer, o que foi bom, pois a cada atividade era mais fácil fazer boas questões. Ou na do aluno n. 2: Foram com estas atividades que conseguimos diminuir as dúvidas. Somente o aluno n. 3 respondeu não a essa questão, justificando que deveria haver mais exercícios práticos. Ainda que só um aluno tenha chamado atenção para esse fato, os alunos n. 10 e 12 ratificaram essa posição ao 2292

7 afirmarem que a disciplina possui uma carga horária pequena para o seu conteúdo. O aluno n. 12 afirma que: A disciplina deveria ter outra etapa, ou seja, a primeira etapa seria para refletir/ pensar nessa nova abordagem do texto literário em aula de E/LE e começar a trabalhar o texto literário e, na segunda, poríamos em prática com muitas tarefas o uso do texto literário, pois nessa segunda etapa as idéias estariam mais amadurecidas. A parte prática de confecção de exercícios foi para todos a parte que mais gostaram do curso (pergunta n. 9), conforme a resposta do aluno n. 5: O que mais gostei foi a divisão da disciplina em duas partes: uma teórica e outra prática. Essa prática aliada à motivação levou a todos os alunos a responder, na auto-avaliação, que compreenderam os passos para elaborar atividades para o uso do texto literário em sala de aula, objetivando as competências leitoras e literárias (pergunta n. 11), além de serem capazes de identificar os traços do texto literário e do não literário (pergunta n. 9). Entretanto, essa constatação se opõe à pergunta n. 2 da avaliação do curso, pois ainda que todos compreendessem os passos para elaborar atividades com o texto literário, quatro alunos (2, 3, 7 e 11) acreditam que os textos teóricos apresentados em aula não foram suficientes para a compreensão do conteúdo da assinatura e mais textos deveriam ser inseridos na parte teórica da disciplina. Acredita-se que essa necessidade de mais textos literários não tenha repercutido de maneira negativa na compreensão dos passos para elaborar as atividades por causa da atuação da docente da turma, que segundo os próprios alunos no questionário de avaliação do curso, apresentou os conteúdos de maneira satisfatória (pergunta n. 5), conforme a resposta do aluno n. 1: A professora nos fez perceber quais seriam os caminhos adequados ao se trabalhar com textos literários. 2293

8 Ainda que, segundo os alunos, o curso tenha uma carga horária pequena e haja a necessidade de mais textos teóricos, todos foram unânimes em afirmar que durante a disciplina conseguiram aprender uma didática da literatura no ensino de E/LE e que conseguiram aprender um caminho para retirar o conteúdo estético do texto literário e passar isso aos alunos (aluno n. 1). Considerações finais Verifica-se que a criação da disciplina nos Cursos de Letras Neolatinas da UERJ é importante, pois inicia um processo de conscientização dos futuros professores da inserção do texto literário nas aulas de E/LE, de como podem utilizá-lo e, finalmente, quais as competências que desenvolvem. Observa-se que os alunos antes de cursar a disciplina não pensam no texto literário como material autêntico para o ensino de E/LE ou quando o fazem não elaboram atividades para o desenvolvimento das competências leitoras e literárias. Após cursarem a disciplina, percebe-se, pelas respostas dadas ao questionário, uma mudança de mentalidade respeito ao uso do texto literário por parte dos alunos, inclusive daqueles que já tinham prática docente. A inserção de uma disciplina sobre a didática da literatura no currículo de formação do professor de E/LE torna-se imprescindível, pois assinala que o lugar e o papel do discurso literário são determinados pelos enfoques metodológicos que orientam o material didático e as atividades propostas em sala de aula; apresenta modelos; mostra o potencial didático dos textos literários e assinala um caminho que pode ser percorrido, preenchendo o vazio existente nessa área. Dessa forma, já que os cursos de formação de professores não podem modificar os métodos e tampouco os materiais didáticos existentes no mercado, resta a conscientização do professor, único elemento que pode fomentar a aplicação de propostas que considerem a 2294

9 natureza específica dos textos literários com mais freqüência e, inclusive, com possibilidades de ampliar a sua utilização em sala de aula. Referências BAJTÍN, Mijaíl M. Estética de la creación verbal. Buenos Aires: Siglo XXI Editores, FILLOLA MENDONZA, Antonio. La utilización de materiales literarios en lenguas extranjeras. Aspectos didácticos de lengua y literatura. Zaragoza: Publicaciones ICE/ Universidad de Zaragoza, n. 12. p KLEIMAN, Ângela. Oficina de leitura teoria e prática. Campinas: Pontes, MAINGUENEAU, D. O contexto da obra literária. São Paulo: Martins Fontes, SANTOS, Ana Cristina. El texto literario: su importancia en la enseñanza y aprendizaje de E/LE. In: BENÍTEZ PÉREZ, Pedro; ROMERO GUILLEMAS, Raquel (Coords.). Actas del I Simposio de Didáctica Español para Extranjeros: Teoría y Práctica. Rio de Janeiro: Associação Hispano Brasileira Instituto Cervantes, p El texto literario y sus funciones en la clase de E/LE: de la teoría a la práctica. Anuario Brasileño de Estudios Hispánicos: Suplemento Jubileo de Plata de la APEERJ, Brasília, Embajada de España en Brasil, Consejería de Educación, p ,

10 SOLÉ, Isabel. Estrategias de lectura. Barcelona: Grao Editorial, p Notas 1 Entende-se como competência literária o conceito difundido por Jonathan Culler, a partir da lingüística chomskiana, para traduzir o grau de conhecimentos que um indivíduo deve ter para poder ler um texto literário [...] o conceito deve entender-se apenas como uma forma de distinguir a capacidade de um indivíduo para a leitura literária, que lhe permite reconhecer a especificidade de um texto literário, respeitando o modo e o gênero literário a que pertence, o contexto que o caracteriza e a tradição em que se inscreve (CEIA, Carlos. E Dicionário de termos literários. Disponível em: <http://www.fcsh.unl.pt/edtl/>. Acesso em: 17 maio 2008). 2 A inserção do discurso literário no processo de ensino e aprendizagem de espanhol como língua estrangeira, projeto subsidiado pelo CNPq durante o período de 2004 a

ANÁLISE DE COMPREENSÃO DE TEXTO ESCRITO EM LÍNGUA INGLESA COM BASE EM GÊNEROS (BIOGRAFIA).

ANÁLISE DE COMPREENSÃO DE TEXTO ESCRITO EM LÍNGUA INGLESA COM BASE EM GÊNEROS (BIOGRAFIA). ANÁLISE DE COMPREENSÃO DE TEXTO ESCRITO EM LÍNGUA INGLESA COM BASE EM GÊNEROS (BIOGRAFIA). Alinne da Silva Rios Universidade do Sagrado Coração, Bauru/SP e-mail: alinnerios@hotmail.com Profa. Ms. Leila

Leia mais

OLIVEIRA, Luciano Amaral. Coisas que todo professor de português precisa saber: a teoria na prática. São Paulo: 184 Parábola Editorial, 2010.

OLIVEIRA, Luciano Amaral. Coisas que todo professor de português precisa saber: a teoria na prática. São Paulo: 184 Parábola Editorial, 2010. Resenha OLIVEIRA, Luciano Amaral. Coisas que todo professor de português precisa saber: a teoria na prática. São Paulo: 184 Parábola Editorial, 2010. Leticia Macedo Kaeser * leletrasufjf@gmail.com * Aluna

Leia mais

A PROPOSTA DE ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA DOS PCN E SUA TRANSPOSIÇÃO ENTRE OS PROFESSORES DE INGLÊS DE ARAPIRACA

A PROPOSTA DE ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA DOS PCN E SUA TRANSPOSIÇÃO ENTRE OS PROFESSORES DE INGLÊS DE ARAPIRACA Revista Eletrônica de Educação de Alagoas - REDUC ISSN 2317-1170 V. 01, N. 02 (2013) A PROPOSTA DE ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA DOS PCN E SUA TRANSPOSIÇÃO ENTRE OS PROFESSORES DE INGLÊS DE ARAPIRACA Patrícia

Leia mais

PRÁTICAS DE PRODUÇÃO ESCRITA EM ESPANHOL NO CURSO DE LETRAS PARA A PROGRESSÃO DE NÍVEIS DE REFERÊNCIA

PRÁTICAS DE PRODUÇÃO ESCRITA EM ESPANHOL NO CURSO DE LETRAS PARA A PROGRESSÃO DE NÍVEIS DE REFERÊNCIA 500 PRÁTICAS DE PRODUÇÃO ESCRITA EM ESPANHOL NO CURSO DE LETRAS PARA A PROGRESSÃO DE NÍVEIS DE REFERÊNCIA Renata Aparecida de Freitas 1 FATEA Faculdades Integradas Teresa D Ávila Lorena - SP Este trabalho

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 INVESTIGAÇÃO MATEMÁTICA: UMA EXPERIÊNCIA DE ENSINO Bruno Rodrigo Teixeira 1 Universidade Estadual de Londrina - UEL bruno_matuel@yahoo.com.br Camila Rosolen 2 Universidade Estadual de Londrina - UEL camilarosolen@yahoo.com.br

Leia mais

AUTORA: Djenane Sichieri Wagner Cunha - djenanewagner@uol.com.br. INSTITUIÇÕES: Faculdade de Educação São Luís e Universidade Interativa COC

AUTORA: Djenane Sichieri Wagner Cunha - djenanewagner@uol.com.br. INSTITUIÇÕES: Faculdade de Educação São Luís e Universidade Interativa COC AUTORA: Djenane Sichieri Wagner Cunha - djenanewagner@uol.com.br INSTITUIÇÕES: Faculdade de Educação São Luís e Universidade Interativa COC TÍTULO: O TRABALHO COM OS PARADIDÁTICOS EM SALA DE AULA: Estratégias

Leia mais

Reflexões sobre as dificuldades na aprendizagem de Cálculo Diferencial e Integral

Reflexões sobre as dificuldades na aprendizagem de Cálculo Diferencial e Integral III Mostra de Pesquisa da Pós-Graduação PUCRS Reflexões sobre as dificuldades na aprendizagem de Cálculo Diferencial e Integral Marcelo Cavasotto, Prof.ª Dra. Ruth Portanova (orientadora) Mestrado em Educação

Leia mais

Aprovação do curso e Autorização da oferta. PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC em Espanhol Básico. Parte 1 (solicitante)

Aprovação do curso e Autorização da oferta. PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC em Espanhol Básico. Parte 1 (solicitante) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA Aprovação do curso e Autorização da oferta PROJETO PEDAGÓGICO

Leia mais

AS TIC S NO ENSINO DA CULTURA NAS AULAS DE E/LE

AS TIC S NO ENSINO DA CULTURA NAS AULAS DE E/LE AS TIC S NO ENSINO DA CULTURA NAS AULAS DE E/LE Maria Lidiane Araújo Silva (UFS) 1 Givaneide Santos de Jesus (UFS) 2 INTRODUÇÃO O artigo em questão objetiva mostrar de maneira clara e simples o que são

Leia mais

MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES

MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES EDIT MARIA ALVES SIQUEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA). Resumo Diferentes instrumentos de avaliação (ENEM, SIMAVE) tem diagnosticado o despreparo dos alunos

Leia mais

No Estágio Curricular Supervisionado em História II a carga horária será de: Teoria- 40h/aula e Prática - 60h: Estágio de regência na escola.

No Estágio Curricular Supervisionado em História II a carga horária será de: Teoria- 40h/aula e Prática - 60h: Estágio de regência na escola. UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA CURSO DE HISTÓRIA/LICENCIATURA MANUAL DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO EM HISTÓRIA Apresentação O Estágio Curricular Supervisionado

Leia mais

REFLEXÕES SOBRE A PRÁTICA DE ENSINO EM UM CURSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA A DISTÂNCIA

REFLEXÕES SOBRE A PRÁTICA DE ENSINO EM UM CURSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA A DISTÂNCIA REFLEXÕES SOBRE A PRÁTICA DE ENSINO EM UM CURSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA A DISTÂNCIA Telma Aparecida de Souza Gracias Faculdade de Tecnologia Universidade Estadual de Campinas/UNICAMP telmag@ft.unicamp.br

Leia mais

O ENSINO DE ESPANHOL NO MUNICÍPIO DO RJ: RELATOS DE PROFESSORES RAABE COSTA ALVES

O ENSINO DE ESPANHOL NO MUNICÍPIO DO RJ: RELATOS DE PROFESSORES RAABE COSTA ALVES O ENSINO DE ESPANHOL NO MUNICÍPIO DO RJ: RELATOS DE PROFESSORES RAABE COSTA ALVES Atualmente pode-se afirmar que a Língua Espanhola é a segunda língua mais importante do território nacional se considerarmos

Leia mais

CURSO: LICENCIATURA DA MATEMÁTICA DISCIPLINA: PRÁTICA DE ENSINO 4

CURSO: LICENCIATURA DA MATEMÁTICA DISCIPLINA: PRÁTICA DE ENSINO 4 CAMPUS CARAGUATUBA CURSO: LICENCIATURA DA MATEMÁTICA DISCIPLINA: PRÁTICA DE ENSINO 4 PROFESSOR: ANDRESSA MATTOS SALGADO-SAMPAIO ORIENTAÇÕES PEDAGÓGICAS PARA A PRÁTICA DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO

Leia mais

CONSTITUINDO REFERENCIAIS TEÓRICO-METODOLÓGICOS: CONTRIBUIÇÕES DO PIBID PARA O TRABALHO COM ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO

CONSTITUINDO REFERENCIAIS TEÓRICO-METODOLÓGICOS: CONTRIBUIÇÕES DO PIBID PARA O TRABALHO COM ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO CONSTITUINDO REFERENCIAIS TEÓRICO-METODOLÓGICOS: CONTRIBUIÇÕES DO PIBID PARA O TRABALHO COM ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO Bruna Mendes Muniz 1 Gislaine Aparecida Puton Zortêa 2 Jéssica Taís de Oliveira Silva

Leia mais

CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA

CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias novembro/2011 página 1 CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA Elba Siqueira de Sá Barretto: Os cursos de Pedagogia costumam ser muito genéricos e falta-lhes um

Leia mais

TEATRO COMO FERRAMENTA PARA ENSINO/APRENDIZAGEM DE LÍNGUA ESPANHOLA: RELATO DE EXPERIÊNCIA 1

TEATRO COMO FERRAMENTA PARA ENSINO/APRENDIZAGEM DE LÍNGUA ESPANHOLA: RELATO DE EXPERIÊNCIA 1 TEATRO COMO FERRAMENTA PARA ENSINO/APRENDIZAGEM DE LÍNGUA ESPANHOLA: RELATO DE EXPERIÊNCIA 1 Kaio César Pinheiro da Silva Raquel Espínola Oliveira de Oliveira Thais Fernandes da Silva Cristina Bongestab

Leia mais

A LITERATURA COMO FERRAMENTA DIDÁTICA NO ENSINO DE LE

A LITERATURA COMO FERRAMENTA DIDÁTICA NO ENSINO DE LE A LITERATURA COMO FERRAMENTA DIDÁTICA NO ENSINO DE LE Carina de Jesus Mota CONSIDERAÇÕES INICIAIS A importância da literatura no ensino/aprendizagem de uma língua estrangeira é um ponto que deve ser analisado

Leia mais

DIFICULDADES DE LEITURA E ESCRITA: REFLEXÕES A PARTIR DA EXPERIÊNCIA DO PIBID

DIFICULDADES DE LEITURA E ESCRITA: REFLEXÕES A PARTIR DA EXPERIÊNCIA DO PIBID DIFICULDADES DE LEITURA E ESCRITA: REFLEXÕES A PARTIR DA EXPERIÊNCIA DO PIBID BARROS, Raquel Pirangi. SANTOS, Ana Maria Felipe. SOUZA, Edilene Marinho de. MATA, Luana da Mata.. VALE, Elisabete Carlos do.

Leia mais

PROJETO LÍNGUA DE FORA

PROJETO LÍNGUA DE FORA DESCRIÇÃO PROJETO LÍNGUA DE FORA O, de responsabilidade dos professores da disciplina de estágio supervisionado das línguas espanhola, francesa e inglesa, corresponde a 50 horas de estágio, das 200 horas

Leia mais

AGENDA ESCOLAR: UMA PROPOSTA DE ENSINO/ APRENDIZAGEM DE INGLÊS POR MEIO DOS GÊNEROS DISCURSIVOS

AGENDA ESCOLAR: UMA PROPOSTA DE ENSINO/ APRENDIZAGEM DE INGLÊS POR MEIO DOS GÊNEROS DISCURSIVOS AGENDA ESCOLAR: UMA PROPOSTA DE ENSINO/ APRENDIZAGEM DE INGLÊS POR MEIO DOS GÊNEROS DISCURSIVOS Adailton Almeida Barros - adailton.almeida.barros@gmail.com (UNESPAR/FECILCAM) PIBID Subprojeto/Língua Inglesa

Leia mais

(IM)PACTOS DA/COM A LEITURA LITERÁRIA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES ALFABETIZADORES Fernanda de Araújo Frambach UFRJ

(IM)PACTOS DA/COM A LEITURA LITERÁRIA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES ALFABETIZADORES Fernanda de Araújo Frambach UFRJ (IM)PACTOS DA/COM A LEITURA LITERÁRIA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES ALFABETIZADORES Fernanda de Araújo Frambach UFRJ Resumo O presente trabalho objetiva apresentar uma pesquisa em andamento que

Leia mais

RESOLUÇÃO N. 0 01/12

RESOLUÇÃO N. 0 01/12 RESOLUÇÃO N. 0 01/12 EMENTA: Aprova, no âmbito do Colegiado do Departamento de Matemática e Estatística, ao qual se vincula o Curso de Graduação de Licenciatura em Matemática modalidade à Distância da

Leia mais

PROFESSOR RESPONSÁVEL: Patrícia Roberta de Almeida Castro Machado

PROFESSOR RESPONSÁVEL: Patrícia Roberta de Almeida Castro Machado MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE LETRAS NOME DA DISCIPLINA: Estágio 2 (espanhol) PROFESSOR RESPONSÁVEL: Patrícia Roberta de Almeida Castro Machado CARGA HORÁRIA SEMESTRAL:

Leia mais

A INCLUSÃO DA LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO BRASILEIRA

A INCLUSÃO DA LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO BRASILEIRA A INCLUSÃO DA LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO BRASILEIRA Tassiana Quintanilha de Souza (G CLCA UENP/CJ) Denise da Silva de Oliveira (Orientadora CLCA UENP/CJ) RESUMO: Este artigo visa discorrer sobre a formatação

Leia mais

O Ensino da Língua Estrangeira nas Escolas Públicas e a Distância 1.

O Ensino da Língua Estrangeira nas Escolas Públicas e a Distância 1. O Ensino da Língua Estrangeira nas Escolas Públicas e a Distância 1. Antonio Veras Nunes 2 RESUMO - O presente artigo pretende compreender o que são crenças no ensino de Língua Estrangeira, nas escolas

Leia mais

05 - Como faço para acessar um curso no Ambiente Virtual de Aprendizagem Moodle/UFGD.

05 - Como faço para acessar um curso no Ambiente Virtual de Aprendizagem Moodle/UFGD. DÚVIDAS FREQUENTES SOBRE CURSOS DE CAPACITAÇÃO 01 - O que é o Plano Anual de Capacitação? O Plano Anual de Capacitação tem como norteador o Decreto 5.707/06 que institui a Política e as Diretrizes para

Leia mais

O HÁBITO DE LEITURA DOS UNIVERSITÁRIOS

O HÁBITO DE LEITURA DOS UNIVERSITÁRIOS 1 O HÁBITO DE LEITURA DOS UNIVERSITÁRIOS Introdução Raema Almeida Borges (UEPB) Visando observar como está sendo a leitura dos professores em formação, que auxiliarão os novos leitores, a turma de Português

Leia mais

A realidade atual da licenciatura em Letras Espanhol no Brasil

A realidade atual da licenciatura em Letras Espanhol no Brasil A realidade atual da licenciatura em Letras Espanhol no Brasil Adriana Quadros Matos 1 Soraia C. E. K. Salerno 2 Resumo Esta comunicação visa apresentar nossa pesquisa acadêmica cujo objetivo é conhecer

Leia mais

NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME)

NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME) NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME) Palmas 2010 1. Apresentação O Núcleo de Apoio Didático e Metodológico NADIME é o órgão da Faculdade Católica do Tocantins responsável pela efetivação da

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico ETEC Monsenhor Antônio Magliano Código: 088 Município:Garça Eixo Tecnológico: Mecatrônica Habilitação Profissional: Técnico em Mecatrônica Qualificação: Técnico

Leia mais

Critérios de seleção e utilização do livro didático de inglês na rede estadual de ensino de Goiás

Critérios de seleção e utilização do livro didático de inglês na rede estadual de ensino de Goiás Critérios de seleção e utilização do livro didático de inglês na rede estadual de ensino de Goiás COSTA, Bianca Ribeiro Morais OLIVEIRA, Eliane Carolina de Universidade Federal de Goiás- UFG Programa de

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID DETALHAMENTO DO SUBPROJETO 1. Unidade: 2. Área do Subprojeto: Dourados 3. Curso(s) envolvido(s) na proposta: Letras - Inglês Obs.: Para proposta

Leia mais

DIAGNÓSTICO DO PERFIL DO LEITOR: ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE O ENSINO PÚBLICO E PRIVADO NA REGIÃO OESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO

DIAGNÓSTICO DO PERFIL DO LEITOR: ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE O ENSINO PÚBLICO E PRIVADO NA REGIÃO OESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO DIAGNÓSTICO DO PERFIL DO LEITOR: ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE O ENSINO PÚBLICO E PRIVADO NA REGIÃO OESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO Érika Cristina Mashorca Fiorelli, UNESP - Presidente Prudente-SP, SESI/SP; Ana

Leia mais

REPENSANDO O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NA ESCOLA PÚBLICA: DA TEORIA À PRÁTICA

REPENSANDO O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NA ESCOLA PÚBLICA: DA TEORIA À PRÁTICA REPENSANDO O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NA ESCOLA PÚBLICA: DA TEORIA À PRÁTICA MARIA ANDRÉIA SILVA LELES (UNEC- CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA). Resumo As variadas metodologias do ensino aprendizagem

Leia mais

RELATO DE EXPERIÊCIA SOBRE O PROCESSO DE ENSINO DE ESPANHOL- LÍNGUA ESTRANGEIRA (E-LE) COM O USO DAS TICs, EM PARCERIA COM O PROJETO PIBID/UEPB

RELATO DE EXPERIÊCIA SOBRE O PROCESSO DE ENSINO DE ESPANHOL- LÍNGUA ESTRANGEIRA (E-LE) COM O USO DAS TICs, EM PARCERIA COM O PROJETO PIBID/UEPB RELATO DE EXPERIÊCIA SOBRE O PROCESSO DE ENSINO DE ESPANHOL- LÍNGUA ESTRANGEIRA (E-LE) COM O USO DAS TICs, EM PARCERIA COM O PROJETO PIBID/UEPB Sirleide Marinheiro da Silva (PIBID/UEPB) 1 Sirleide_22@hotmail.com

Leia mais

(30h/a 02 créditos) Dissertação III (90h/a 06 Leituras preparatórias para a

(30h/a 02 créditos) Dissertação III (90h/a 06 Leituras preparatórias para a GRADE CURRICULAR DO MESTRADO EM LETRAS: LINGUAGEM E SOCIEDADE DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS 34 CRÉDITOS Teorias da Linguagem (60h/a 04 Teorias Sociológicas (60h/a 04 Metodologia da Pesquisa em Linguagem (30h/a

Leia mais

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Rene Baltazar Introdução Serão abordados, neste trabalho, significados e características de Professor Pesquisador e as conseqüências,

Leia mais

OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE

OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE Maria Cristina Kogut - PUCPR RESUMO Há uma preocupação por parte da sociedade com a atuação da escola e do professor,

Leia mais

CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E DA ESTRUTURA

CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E DA ESTRUTURA UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC CURSO DE LETRAS REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS EM LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURA E LÍNGUAS ESTRANGEIRAS (INGLESA, ESPANHOLA E ALEMÃ) CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO

Leia mais

CAMPO CONCEITUAL E REPRESENTAÇÕES SEMIÓTICAS DO CONCEITO DE FUNÇÃO: ANÁLISE DE LIVROS DIDÁTICOS DE MATEMÁTICA DO ENSINO FUNDAMENTAL

CAMPO CONCEITUAL E REPRESENTAÇÕES SEMIÓTICAS DO CONCEITO DE FUNÇÃO: ANÁLISE DE LIVROS DIDÁTICOS DE MATEMÁTICA DO ENSINO FUNDAMENTAL ISSN 2316-7785 CAMPO CONCEITUAL E REPRESENTAÇÕES SEMIÓTICAS DO CONCEITO DE FUNÇÃO: ANÁLISE DE LIVROS DIDÁTICOS DE MATEMÁTICA DO ENSINO FUNDAMENTAL Jéssica Goulart da Silva Universidade Federal do Pampa

Leia mais

Faculdade de Alta Floresta - FAF REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA DA FACULDADE DE ALTA FLORESTA - FAF

Faculdade de Alta Floresta - FAF REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA DA FACULDADE DE ALTA FLORESTA - FAF REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA DA FACULDADE DE ALTA FLORESTA - FAF Alta Floresta/2011 Sumário DA FINALIDADE E DA COORDENAÇÃO 03 DOS OBJETIVOS 04 DO CURRÍCULO E DA CARGA HORÁRIA

Leia mais

TÍTULO: ALUNOS DE MEDICINA CAPACITAM AGENTES COMUNITÁRIOS NO OBAS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE

TÍTULO: ALUNOS DE MEDICINA CAPACITAM AGENTES COMUNITÁRIOS NO OBAS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE TÍTULO: ALUNOS DE MEDICINA CAPACITAM AGENTES COMUNITÁRIOS NO OBAS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: MEDICINA INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE CIDADE DE SÃO PAULO AUTOR(ES): THAIS

Leia mais

Fundação Carmelitana Mário Palmério - FUCAMP Faculdade de Ciências Humanas e Sociais - FACIHUS Educação de qualidade ao seu alcance

Fundação Carmelitana Mário Palmério - FUCAMP Faculdade de Ciências Humanas e Sociais - FACIHUS Educação de qualidade ao seu alcance SUBPROJETO DE LETRAS PORTUGUÊS/ESPANHOL O ensino da língua espanhola no contexto da escola pública INTRODUÇÃO Este plano procura articular-se de forma integrada com o plano de trabalho institucional, que

Leia mais

Título: A formação do professor para o uso do jornal na sala de aula no ensino

Título: A formação do professor para o uso do jornal na sala de aula no ensino Título: A formação do professor para o uso do jornal na sala de aula no ensino fundamental Resumo O projeto de iniciação científica está vinculado à pesquisa Uso do jornal em sala de aula e compreensão

Leia mais

1 Acadêmico, formando do Curso de Licenciatura com Habilitação em Música da UDESC. 2 Professora Mestra do Departamento de Música da UDESC.

1 Acadêmico, formando do Curso de Licenciatura com Habilitação em Música da UDESC. 2 Professora Mestra do Departamento de Música da UDESC. 1 O ensino de música extracurricular na Escola Técnica Federal em Florianópolis/SC: relato de experiência sobre uma oficina de improvisação musical realizada Maycon José de Souza 1 Universidade do Estado

Leia mais

FORMULÁRIO PADRÃO PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS ENSINO INOVADOR

FORMULÁRIO PADRÃO PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS ENSINO INOVADOR FORMULÁRIO PADRÃO PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS ENSINO INOVADOR Título do Projeto: Fruticultura: Tecnologias para a fruticultura regional. Unidade(s) de aprendizagem ou disciplina de referência: Fruticultura

Leia mais

LEITURA E ESCRITA: HABILIDADES SOCIAIS DE TRANSCREVER SENTIDOS

LEITURA E ESCRITA: HABILIDADES SOCIAIS DE TRANSCREVER SENTIDOS LEITURA E ESCRITA: HABILIDADES SOCIAIS DE TRANSCREVER SENTIDOS Driely Xavier de Holanda Kátia Fabiana Lopes de Goes Valmira Cavalcante Marques Regina Celi Mendes Pereira Universidade Federal da Paraíba

Leia mais

PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO EDITAL 30/2014 PROCESSO SELETIVO. Valor Bolsa. Pré-requisitos/ Titulação

PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO EDITAL 30/2014 PROCESSO SELETIVO. Valor Bolsa. Pré-requisitos/ Titulação PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO EDITAL 30/2014 PROCESSO SELETIVO A Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal do Triângulo Mineiro torna público que estarão abertas as inscrições para a realização do Processo

Leia mais

O ENSINO DE ESPANHOL COMO LÍNGUA EXTRANGEIRA NAS ESCOLAS DE ENSINO MEDIO.

O ENSINO DE ESPANHOL COMO LÍNGUA EXTRANGEIRA NAS ESCOLAS DE ENSINO MEDIO. O ENSINO DE ESPANHOL COMO LÍNGUA EXTRANGEIRA NAS ESCOLAS DE ENSINO MEDIO. Déborha Maria Bezerra Barreto Silva (UEPB) deborha_maria@hotmail.com Mayara Nascimento Lopes (UEPB) malopeslinda@hotmail.com Rickison

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES PARA UMA ALFABETIZAÇÃO CIENTÍFICA: ANALISANDO ABORDAGENS DA PRIMEIRA LEI DE NEWTON EM LIVROS DIDÁTICOS DE FÍSICA

CONTRIBUIÇÕES PARA UMA ALFABETIZAÇÃO CIENTÍFICA: ANALISANDO ABORDAGENS DA PRIMEIRA LEI DE NEWTON EM LIVROS DIDÁTICOS DE FÍSICA CONTRIBUIÇÕES PARA UMA ALFABETIZAÇÃO CIENTÍFICA: ANALISANDO ABORDAGENS DA PRIMEIRA LEI DE NEWTON EM LIVROS DIDÁTICOS DE FÍSICA Andrew Stanley Raposo 1, Tayse Raquel dos Santos 2, Katemari Rosa 3 Unidade

Leia mais

PRÓ- REITORIA DE PESQUISA, PÓS- GRADUAÇÃO, EXTENSÃO E CULTURA GERÊNCIA DE PÓS- GRADUAÇÃO PROGRAMA DE MESTRADO ACADÊMICO EM COMPUTAÇÃO APLICADA

PRÓ- REITORIA DE PESQUISA, PÓS- GRADUAÇÃO, EXTENSÃO E CULTURA GERÊNCIA DE PÓS- GRADUAÇÃO PROGRAMA DE MESTRADO ACADÊMICO EM COMPUTAÇÃO APLICADA PRÓ- REITORIA DE PESQUISA, PÓS- GRADUAÇÃO, EXTENSÃO E CULTURA GERÊNCIA DE PÓS- GRADUAÇÃO PROGRAMA DE MESTRADO ACADÊMICO EM COMPUTAÇÃO APLICADA NORMAS PARA O ESTÁGIO DE DOCÊNCIA Em sua Seção III, Regimento

Leia mais

A PRÁTICA DE MONITORIA PARA PROFESSORES EM FORMAÇÃO INICIAL DE LÍNGUA INGLESA DO PIBID

A PRÁTICA DE MONITORIA PARA PROFESSORES EM FORMAÇÃO INICIAL DE LÍNGUA INGLESA DO PIBID A PRÁTICA DE MONITORIA PARA PROFESSORES EM FORMAÇÃO INICIAL DE LÍNGUA INGLESA DO PIBID Victor Silva de ARAÚJO Universidade Estadual da Paraiba sr.victorsa@gmail.com INTRODUÇÃO A monitoria é uma modalidade

Leia mais

11 a 14 de dezembro de 2012 Campus de Palmas

11 a 14 de dezembro de 2012 Campus de Palmas EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA: UM ESTUDO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO DE LICENCIATURA EM BIOLOGIA, NA UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS, NO CAMPUS DE GURUPI. Nome dos autores: Josilia Ferreira Dos Santos,

Leia mais

ENTREVISTA. COM o Dr. Rildo Cosson. POR Begma Tavares Barbosa* begma@acessa.com

ENTREVISTA. COM o Dr. Rildo Cosson. POR Begma Tavares Barbosa* begma@acessa.com Entrevista ENTREVISTA 146 COM o Dr. Rildo Cosson. POR Begma Tavares Barbosa* begma@acessa.com * Dra. em Letras pela PUC/RJ e professora do Colégio de Aplicação João XXIII/UFJF. Rildo Cosson Mestre em Teoria

Leia mais

6 Metodologia. 6.1 Situando a pesquisa

6 Metodologia. 6.1 Situando a pesquisa 6 Metodologia Apresento neste capítulo a metodologia utilizada nesta pesquisa, o contexto em que ocorreu a coleta de dados, os participantes, os instrumentos usados e os procedimentos metodológicos para

Leia mais

O GÊNERO TEXTUAL HISTÓRIAS EM QUADRINHOS NO PIBID LETRAS ESPANHOL

O GÊNERO TEXTUAL HISTÓRIAS EM QUADRINHOS NO PIBID LETRAS ESPANHOL O GÊNERO TEXTUAL HISTÓRIAS EM QUADRINHOS NO PIBID LETRAS ESPANHOL RESUMO Ana Raquel Abelha Cavenaghi (UEL) anaraquel@uel.br Valdirene Zorzo-Veloso valdirene@uel.br As histórias em quadrinhos (HQ) são lidas

Leia mais

COORDENADORA: Profa. Herica Maria Castro dos Santos Paixão. Mestre em Letras (Literatura, Artes e Cultura Regional)

COORDENADORA: Profa. Herica Maria Castro dos Santos Paixão. Mestre em Letras (Literatura, Artes e Cultura Regional) COORDENADORA: Profa. Herica Maria Castro dos Santos Paixão Mestre em Letras (Literatura, Artes e Cultura Regional) Universidade Federal de Roraima UFRR Brasil Especialista em Alfabetização (Prática Reflexiva

Leia mais

Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade

Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade Pensar na realidade é pensar em transformações sociais. Atualmente, temos observado os avanços com relação à

Leia mais

FORMAÇÃO MATEMÁTICA EM CURSOS DE PEDAGOGIA EM DOIS TEMPOS: UM ESTUDO

FORMAÇÃO MATEMÁTICA EM CURSOS DE PEDAGOGIA EM DOIS TEMPOS: UM ESTUDO FORMAÇÃO MATEMÁTICA EM CURSOS DE PEDAGOGIA EM DOIS TEMPOS: UM ESTUDO Thiago Tavares Borchardt Universidade Federal de Pelotas thiago tb@hotmail.com Márcia Souza da Fonseca Universidade Federal de Pelotas

Leia mais

A importância dos Registros de Representação Semiótica no Ensino da Matemática

A importância dos Registros de Representação Semiótica no Ensino da Matemática A importância dos Registros de Representação Semiótica no Ensino da Matemática PROF. MS. JOSÉ JOÃO DE MELO (josejoaomelo@gmail.com) PROF ESP. AUGUSTO RATTI FILHO (gutoratti@outlook.com.br) PROF DR. ROGERIO

Leia mais

1. Capacitação Docente em Informática na Educação

1. Capacitação Docente em Informática na Educação DO EDITOR DE TEXTOS A PLATAFORMA MOODLE: UM PROJETO PILOTO INOVADOR DE CAPACITAÇÃO DOCENTE CONSTRUCIONISTA EM UMA ESCOLA DA REDE MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE Maira Teresinha Lopes Penteado 1 Maria Beatriz

Leia mais

Escola Superior de Ciências Sociais ESCS

Escola Superior de Ciências Sociais ESCS Escola Superior de Ciências Sociais ESCS Manual do Estágio Supervisionado Curso de Graduação - Licenciatura em História MANUAL DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO Conforme legislação em

Leia mais

Autovaliação em Práticas de Linguagem: uma reflexão sobre o planejamento de textos

Autovaliação em Práticas de Linguagem: uma reflexão sobre o planejamento de textos Autovaliação em Práticas de Linguagem: uma reflexão sobre o planejamento de textos Luna Abrano Bocchi Laís Oliveira O estudante autônomo é aquele que sabe em que direção deve avançar, que tem ou está em

Leia mais

NORMAS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO PARA OS CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS DA PUCRS

NORMAS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO PARA OS CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS DA PUCRS NORMAS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO PARA OS CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS DA PUCRS CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS: Habilitações: Língua Portuguesa e respectivas Literaturas Língua Espanhola e respectivas

Leia mais

RELATO DE ESTÁGIO PEDAGÓGICO VOLUNTÁRIO NA DISCIPLINA DE FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO

RELATO DE ESTÁGIO PEDAGÓGICO VOLUNTÁRIO NA DISCIPLINA DE FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO RELATO DE ESTÁGIO PEDAGÓGICO VOLUNTÁRIO NA DISCIPLINA DE FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO Elaine Cristina Penteado Koliski (PIBIC/CNPq-UNICENTRO), Klevi Mary Reali (Orientadora), e-mail: klevi@unicentro.br

Leia mais

DOCUMENTOS OFICIAIS DO GOVERNO - SUBSÍDIOS PARA A PRÁTICA DOCENTE DO PROFESSOR DE LÍNGUA ESTRANGEIRA

DOCUMENTOS OFICIAIS DO GOVERNO - SUBSÍDIOS PARA A PRÁTICA DOCENTE DO PROFESSOR DE LÍNGUA ESTRANGEIRA DOCUMENTOS OFICIAIS DO GOVERNO - SUBSÍDIOS PARA A PRÁTICA DOCENTE DO PROFESSOR DE LÍNGUA ESTRANGEIRA Alciene Ribeiro Feitoza da SILVA 1 Módulo Centro Universitário Ao atuar na formação de professores de

Leia mais

HISTÓRIA DO DIREITO: MESTRA DA EXPERIÊNCIA JURÍDICA

HISTÓRIA DO DIREITO: MESTRA DA EXPERIÊNCIA JURÍDICA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE DIREITO DO LARGO DE SÃO FRANCISCO DEPARTAMENTO DE DIREITO CIVIL HISTÓRIA DO DIREITO: MESTRA DA EXPERIÊNCIA JURÍDICA Projeto de atividades de monitoria submetido à

Leia mais

LEITURA E LÍNGUA ESTRANGEIRA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

LEITURA E LÍNGUA ESTRANGEIRA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS LEITURA E LÍNGUA ESTRANGEIRA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Luziana de Magalhães Catta Preta PG/ UFF Nesta comunicação, conforme já dito no título, desejamos apresentar os resultados parciais de uma pesquisa

Leia mais

Uma Biblioteca e a vontade de formar leitores.

Uma Biblioteca e a vontade de formar leitores. Uma Biblioteca e a vontade de formar leitores. Prof. Ms. Deisily de Quadros (FARESC) deisily@uol.com.br Graduando Mark da Silva Floriano (FARESC) markfloriano@hotmail.com Resumo: Este artigo apresenta

Leia mais

OFICINA DE LÍNGUA PORTUGUESA COMO MEDIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL NOS CURSOS SUBSEQÜENTES DO IFRN - CAMPUS NATAL/CIDADE ALTA

OFICINA DE LÍNGUA PORTUGUESA COMO MEDIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL NOS CURSOS SUBSEQÜENTES DO IFRN - CAMPUS NATAL/CIDADE ALTA OFICINA DE LÍNGUA PORTUGUESA COMO MEDIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL NOS CURSOS SUBSEQÜENTES DO IFRN - CAMPUS NATAL/CIDADE ALTA Dayvyd Lavaniery Marques de Medeiros Professor do IFRN Mestrando do PPGEP

Leia mais

CHAMADA À COMUNIDADE INTERNA PROJETO DE ENSINO IDIOMAS NO CÂMPUS

CHAMADA À COMUNIDADE INTERNA PROJETO DE ENSINO IDIOMAS NO CÂMPUS MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE GOIÁS CÂMPUS ANÁPOLIS CHAMADA À COMUNIDADE INTERNA PROJETO DE ENSINO IDIOMAS

Leia mais

ESTRATÉGIAS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NA PERSPECTIVA DAS NOVAS TECNOLOGIAS

ESTRATÉGIAS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NA PERSPECTIVA DAS NOVAS TECNOLOGIAS 1 ESTRATÉGIAS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NA PERSPECTIVA DAS NOVAS TECNOLOGIAS INTRODUÇÃO Marilda Coelho da Silva marildagabriela@yahoo.com.br Mestrado Profissional Formação de Professores UEPB As

Leia mais

UMA BREVE REFLEXÃO SOBRE AS SITUAÇÕES DE ESCRITA EM CONTEXTOS COMUNICATIVOS NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO INICIAL

UMA BREVE REFLEXÃO SOBRE AS SITUAÇÕES DE ESCRITA EM CONTEXTOS COMUNICATIVOS NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO INICIAL Título do artigo: UMA BREVE REFLEXÃO SOBRE AS SITUAÇÕES DE ESCRITA EM CONTEXTOS COMUNICATIVOS NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO INICIAL Disciplina: Alfabetização Selecionadora: Beatriz Gouveia 16ª Edição do

Leia mais

Memória e discurso: reflexões sobre a trajetória do ensino de espanhol a. partir da análise de textos oficiais

Memória e discurso: reflexões sobre a trajetória do ensino de espanhol a. partir da análise de textos oficiais Memória e discurso: reflexões sobre a trajetória do ensino de espanhol a partir da análise de textos oficiais Maria Cecília do Nascimento Bevilaqua (UERJ) Apresentação Quem não se lembra da ênfase dada

Leia mais

Educação Física Escolar: análise do cotidiano pedagógico e possibilidades de intervenção

Educação Física Escolar: análise do cotidiano pedagógico e possibilidades de intervenção Educação Física Escolar: análise do cotidiano pedagógico e possibilidades de intervenção Silvia Christina Madrid Finck E-mail: scmfinck@ uol.com.br Resumo: Este artigo refere-se ao projeto de pesquisa

Leia mais

Atividades CTS em uma abordagem argumentativa: a reflexão de um futuro professor

Atividades CTS em uma abordagem argumentativa: a reflexão de um futuro professor Atividades CTS em uma abordagem argumentativa: a reflexão de um futuro professor Ariane Baffa Lourenço 1, Maria Lúcia V. dos S. Abib 2 e Salete Linhares Queiroz 3 1 Programa de Pós-Graduação Interunidades

Leia mais

Travel guides: apresentando Porto Alegre através da língua inglesa

Travel guides: apresentando Porto Alegre através da língua inglesa Travel guides: apresentando Porto Alegre através da língua inglesa Ana Carolina Rosa Posuelo de Oliveira Bruna Souza Passos Introdução É de conhecimento geral que o ensino de línguas na escola é principal

Leia mais

XIX CONGRESSO NACIONAL DE LINGUÍSTICA E FILOLOGIA

XIX CONGRESSO NACIONAL DE LINGUÍSTICA E FILOLOGIA XIX CONGRESSO NACIONAL DE LINGUÍSTICA E FILOLOGIA IMPACTOS DO PIBID/INGLÊS SUSTENTABILIDADE NOS ALUNOS André Henrique Gonçalves (UESC) henriqueios@live.com Laura de Almeida (UESC) prismaxe@gmail.com RESUMO

Leia mais

LUDENS 2011: jogos e brincadeiras na matemática i. Palavras-chaves: lúdico na matemática, jogo, ensino da matemática.

LUDENS 2011: jogos e brincadeiras na matemática i. Palavras-chaves: lúdico na matemática, jogo, ensino da matemática. LUDENS 2011: jogos e brincadeiras na matemática i Palavras-chaves: lúdico na matemática, jogo, ensino da matemática. Justificativa A Matemática faz parte do cotidiano das pessoas. Nas diversas atividades

Leia mais

O TRABALHO COM TEXTOS MULTIMODAIS COMO MOTIVAÇÃO PARA APRENDER LE: UM ESTUDO DE CASO NA REDE ESTADUAL PAULISTA

O TRABALHO COM TEXTOS MULTIMODAIS COMO MOTIVAÇÃO PARA APRENDER LE: UM ESTUDO DE CASO NA REDE ESTADUAL PAULISTA 03070 O TRABALHO COM TEXTOS MULTIMODAIS COMO MOTIVAÇÃO PARA APRENDER LE: UM ESTUDO DE CASO NA REDE ESTADUAL PAULISTA Resumo Autor: Marcelo Ganzela Martins de Castro Instituições: UNINOVE/Instituto Singularidades/E.

Leia mais

ENSINO COLABORATIVO: POSSIBILIDADES PARA INCLUSÃO ESCOLAR NO ENSINO FUNDAMENTAL

ENSINO COLABORATIVO: POSSIBILIDADES PARA INCLUSÃO ESCOLAR NO ENSINO FUNDAMENTAL 1003 ENSINO COLABORATIVO: POSSIBILIDADES PARA INCLUSÃO ESCOLAR NO ENSINO FUNDAMENTAL Cristina Angélica Aquino de Carvalho Mascaro Carla Fernanda Siqueira Vanessa Cabral Amanda Carlou Andrade Santos Fundação

Leia mais

CULTURA E HISTÓRIA AFRO-BRASILEIRA NA AULA DE INGLÊS: E A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE NACIONAL NA ESCOLA

CULTURA E HISTÓRIA AFRO-BRASILEIRA NA AULA DE INGLÊS: E A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE NACIONAL NA ESCOLA CULTURA E HISTÓRIA AFRO-BRASILEIRA NA AULA DE INGLÊS: E A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE NACIONAL NA ESCOLA Júlio César Paula Neves Tânia Mayra Lopes de Melo Modalidade: Pôster Sessão Temática 5: Educação e

Leia mais

Alfabetizar e promover o ensino da linguagem oral e escrita por meio de textos.

Alfabetizar e promover o ensino da linguagem oral e escrita por meio de textos. Alfabetizar e promover o ensino da linguagem oral e escrita por meio de textos. Daiane Pacheco-USC pedagogia - daiaspacheco@gmail.com; Carla Viviana-USC pedagogia- vivianamaximino@hotmail.com; Kelly Rios-USC

Leia mais

MANUAL DO ALUNO ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL LATINO AMERICANA INSTITUTO SUL-AMERICANO DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO SETOR ACADÊMICO

MANUAL DO ALUNO ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL LATINO AMERICANA INSTITUTO SUL-AMERICANO DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO SETOR ACADÊMICO 2015 MANUAL DO ALUNO ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL LATINO AMERICANA INSTITUTO SUL-AMERICANO DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO SETOR ACADÊMICO Organizadores: Setor Acadêmico e Administrativo do ISPED Mmanmanual Página

Leia mais

AS DISCIPLINAS DE DIDÁTICA NOS CURSOS DE LICENCIATURAS

AS DISCIPLINAS DE DIDÁTICA NOS CURSOS DE LICENCIATURAS AS DISCIPLINAS DE DIDÁTICA NOS CURSOS DE LICENCIATURAS VIEIRA, Débora Cristina de Oliveira PUCPR mmdvieira@hotmail.com MARTINS, Pura Lúcia Oliver - PUCPR Pura.oliver@pucpr.br Eixo Temático: Didática: Teorias,

Leia mais

COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA RELATÓRIO FINAL DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO DE PEDAGOGIADA CPA DA FACULDADE ARAGUAIA

COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA RELATÓRIO FINAL DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO DE PEDAGOGIADA CPA DA FACULDADE ARAGUAIA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA RELATÓRIO FINAL DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO DE PEDAGOGIADA CPA DA FACULDADE ARAGUAIA 2013/01 a 2013/02 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 3 1. Diagnóstico geral

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 02/2010 INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DE DIVINÓPOLIS-ISED REGULAMENTO GERAL DE ESTÁGIOS DO INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DE DIVINÓPOLIS

RESOLUÇÃO Nº 02/2010 INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DE DIVINÓPOLIS-ISED REGULAMENTO GERAL DE ESTÁGIOS DO INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DE DIVINÓPOLIS RESOLUÇÃO Nº 02/2010 INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DE DIVINÓPOLIS-ISED Estabelece critérios a serem considerados para o desenvolvimento do Estágio Supervisionado dos Cursos de Licenciatura do ISED. Instituto

Leia mais

Jardim Helena São Miguel Paulista PROJETO DE REGÊNCIA EM TURMAS DO ENSINO MÉDIO RECUPERAÇÃO PARALELA.

Jardim Helena São Miguel Paulista PROJETO DE REGÊNCIA EM TURMAS DO ENSINO MÉDIO RECUPERAÇÃO PARALELA. De acordo com às determinações constantes do Plano de Estágio Supervisionado, submeto à apreciação de V.Sª o plano de aula que foram desenvolvidas no Estágio de Licenciatura em Matemática no período de

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR DIRETORIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PRESENCIAL DEB

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR DIRETORIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PRESENCIAL DEB MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR DIRETORIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PRESENCIAL DEB ANEXO II Edital Pibid n /2012 CAPES PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO

Leia mais

GÊNEROS TEXTUAIS E ENSINO DE LÍNGUA INGLESA: UM BREVE ESTUDO

GÊNEROS TEXTUAIS E ENSINO DE LÍNGUA INGLESA: UM BREVE ESTUDO GÊNEROS TEXTUAIS E ENSINO DE LÍNGUA INGLESA: UM BREVE ESTUDO Analine Bueno Scarcela Cuva Faculdade da Alta Paulista, Tupã/SP e-mail: analine.bueno@gmail.com Pôster Pesquisa Concluída Introdução Toda disciplina

Leia mais

V PROGRAMA DA DISCIPLINA

V PROGRAMA DA DISCIPLINA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA CEAD PLANO DE ENSINO I IDENTIFICAÇÃO Curso: Pedagogia a Distância Departamento: Departamento de Pedagogia a Distância Disciplina:

Leia mais

JULIANA STEDILLE RICHELLY DE MACEDO RAMOS PROJETO DE PESQUISA AVALIAÇÃO EM ARTE

JULIANA STEDILLE RICHELLY DE MACEDO RAMOS PROJETO DE PESQUISA AVALIAÇÃO EM ARTE UNIVERSIDADE DE CAXIAS DO SUL CENTRO DE FILOSOFIA E EDUCAÇÃO PROJETO NOSSA ESCOLA PESQUISA SUA OPINIÃO - PÓLO RS CURSO ESCOLA E PESQUISA: UM ENCONTRO POSSÍVEL JULIANA STEDILLE RICHELLY DE MACEDO RAMOS

Leia mais

A PRÁTICA DA LEITURA, PRODUÇÃO E INTERPRETAÇÃO DE TEXTO PARA GRADUANDOS DE DIREITO

A PRÁTICA DA LEITURA, PRODUÇÃO E INTERPRETAÇÃO DE TEXTO PARA GRADUANDOS DE DIREITO 112 A PRÁTICA DA LEITURA, PRODUÇÃO E INTERPRETAÇÃO DE TEXTO PARA GRADUANDOS DE DIREITO FAILI, Valmir Rogério 1 Aula de Português Carlos Drummond de Andrade A linguagem na ponta da língua, tão fácil de

Leia mais

O HÁBITO DA LEITURA E O PRAZER DE LER

O HÁBITO DA LEITURA E O PRAZER DE LER O HÁBITO DA LEITURA E O PRAZER DE LER ALVES, Ivanir da Costa¹ Universidade Estadual de Goiás Unidade Universitária de Iporá ¹acwania@gmail.com RESUMO A leitura é compreendida como uma ação que deve se

Leia mais

universidade de Santa Cruz do Sul Faculdade de Serviço Social Pesquisa em Serviço Social I

universidade de Santa Cruz do Sul Faculdade de Serviço Social Pesquisa em Serviço Social I universidade de Santa Cruz do Sul Faculdade de Serviço Social Pesquisa em Serviço Social I ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA: a escolha do tema. Delimitação, justificativa e reflexões a cerca do tema.

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: PNLD, livro didático, língua estrangeira, gênero.

PALAVRAS-CHAVE: PNLD, livro didático, língua estrangeira, gênero. PNLD 2011: ANÁLISE DE UMA COLEÇÃO DE LIVRO DIDÁTICO DE INGLÊS Universidade Federal de Goiás Programa de Pós-Graduação em Letras e Linguística Mestranda: Maria Letícia Martins Campos FERREIRA mleticiaf@hotmail.com

Leia mais

Música e inclusão: a formação de professores de música para o trabalho com alunos com deficiência visual Raphael Ota 1, Vânia Gizele Malagutti 2

Música e inclusão: a formação de professores de música para o trabalho com alunos com deficiência visual Raphael Ota 1, Vânia Gizele Malagutti 2 Música e inclusão: a formação de professores de música para o trabalho com alunos com deficiência visual Raphael Ota 1, Vânia Gizele Malagutti 2 Resumo: Este trabalho tem por objetivo relatar a experiência

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO CAIRU O QUE VOCÊ PRECISA SABER: Por que fazer uma pós-graduação?

PÓS-GRADUAÇÃO CAIRU O QUE VOCÊ PRECISA SABER: Por que fazer uma pós-graduação? PÓS-GRADUAÇÃO CAIRU O QUE VOCÊ PRECISA SABER: Por que fazer uma pós-graduação? O mercado do trabalho está cada vez mais exigente. Hoje em dia, um certificado de pós-graduação é imprescindível para garantia

Leia mais

RELATÓRIO PARCIAL REFERENTE À ETAPA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO...

RELATÓRIO PARCIAL REFERENTE À ETAPA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO... Roteiro para elaboração de relatório parcial de estágio RELATÓRIO PARCIAL REFERENTE À ETAPA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO Estudante: Orientador: Local / / SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO 2 3 REFERÊNCIAS Identificação

Leia mais