Posicionamento, Imobilização e. Técnica de Tratamento nos Tumores. do Pulmão

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1 Posicionamento, Imobilização e Técnica de Tratamento nos Tumores do Pulmão

2 INTRODUÇÃO Tumores malignos que ocorrem no Tórax. Carcinoma de Esôfago, Timoma, Tumores de células germinativas, Doenças Metastáticas, Câncer de Pulmão

3 -O mais comum destes é o Câncer de Pulmão com casos novos por ano, - Ele é o segundo tipo de Câncer mais freqüente - Câncer de maior mortalidade em ambos os sexos % de sobrevida em 5 anos

4 Aumento da incidência nas mulheres H:M 3,7(1985) e 2,19 (2003) Fatores de Risco tabagismo Atividades ocupacionais Poluição ambiental Fatores Nutricionais

5 -O tratamento de muitos tumores intratorácicos requer doses maior que a tolerância de estruturas envolvidas (medula), então alguns arranjos de campos oblíquos ou laterais são necessários. - A posição do braço do paciente deve estar sobre a cabeça permitindo a entrada de campos laterais e oblíquos

6 -Os pacientes ficam mais confortáveis quando estão na posição supino e este posicionamento também é mais reprodutível -Então a escolha da posição tem que ser aquela de mais fácil reprodutibilidade e que o paciente consiga manter durante o tratamento

7 -Para entregar a dose de tratamento o paciente deve estar na posição do planejamento, a habilidade de reproduzir este posicionamento é mais importante do que o posicionamento do paciente em linha reta

8 - Os dispositivos de imobilização devem incluir cabeça, braços, tronco e pélvis

9 -Dose: 50-79,2 Gy em frações de 1,8-2,0 Gy ao dia ou 1,5-1,6 Gy duas vezes ao dia. -O volume tratado e os campos são determinados pelo local e tamanho do tumor, área de drenagem, energia do feixe e equipamentos disponíveis. -Os campos devem ter 2 cm de margem em torno do tumor e 1 cm nas áreas linfonodais tratadas eletivamente.

10 -Drenagem linfática: -1) FSC deve ser incluída em lesões do lobo superior e envolvimento mediastinal maciço. -2) Margem inferior deve incluir linfonodos subcarinais estendendo-se 5-6 cm abaixo da carina.

11 -RT 3D: maior dose com menor morbidade. -Delineamento: corte tomográfico com janela adequada para definição do volume tumoral e linfonodos mediastinais.

12 -GTV: diferenciação entre tumor, atelectasia ou pneumonite. -CTV: margens de 6 mm para adenocarcinoma e 8 mm para CEC em torno do GTV são necessárias para incluir doença microscópica em 95% dos pacientes. -LNDs devem ser incluídos no CTV. Somente são incluídos no GTV se maiores que 15 mm, quando a possibilidade de envolvimento patológico é maior que 90%.

13 -PTV: importante levar em consideração a movimentação respiratória no seu delineamento.

14 -Usualmente, campos AP-PA são usados nos estágios iniciais do tratamento, seguidos por campos oblíquos para exclusão da medula e escalonamento de dose.

15 -Dose: 50 Gy para o tumor primário e drenagem e Gy para o PTV2, que inclui tumor primário e área linfonodal alargada. -Órgãos de risco: pulmão, coração, esôfago, fígado, medula espinhal e plexo braquial. -Toxicidade: há uma forte relação entre porcentagem de volume do pulmão recebendo dose maior do que 20 Gy e severidade da pneumonite.

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18 Variação da dose próxima de tecidos não homogêneo e cavidades de ar: O build up repete-se nos pacientes quando tecidos não homogêneo e cavidades de ar estão presentes, este efeito aumenta em significância com o aumento da energia. Este efeito é minimizado com o aumento do numero de campos, mas particularmente nas vias aéreas superiores isto representa uma limitação que vem a ser mais significante com o aumento da energia, estes efeitos de builddown e rebuild up produzem um aumento de pontos frios

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23 Complicações Agudas Toxicidade aguda: esofagite, tosse, radio dermite e fadiga. Esofagite inicia-se geralmente na terceira semana, aproximadamente aos 30 Gy. Tosse é comum, mas geralmente não severa. Secundária à irritação da mucosa brônquica.

24 Complicações Agudas Incluem pneumonite, fibrose pulmonar, estenose esofágica, cardiopatia, plexopatia e mielopatia. Sequelas mais relatadas em estudos do RTOG: -pneumonite: 10% grau 2 e 4,6% grau 3. -fibrose pulmonar: 20% grau 2 e 8% grau 3.

25 Complicações Agudas Cardiopatia radio induzida é rara, sendo pericardite a mais comum. Mielopatia pode ocorrer acima de 45 Gy com fração usual.

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