Avaliação de caracteres fenológicos de cultivares de milho de ciclo precoce em Santa Maria - Rio Grande do Sul

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1 Avaliação de caracteres fenológicos de cultivares de milho de ciclo precoce em Santa Maria - Rio Grande do Sul Lúcio Silva Kieling Cintra 1 Alberto Cargnelutti Filho 2 André Lavezo 3 Jéssica Andiara Kleinpaul 4 Daniela Lixinski Silveira 5 Ismael Mario Márcio Neu 6 Ronaldo Spanholi 7 INTRODUÇÃO O milho (Zea mays L.) é uma gramínea da família Poaceae (WORDELL FILHO, ELIAS, 2010), caracteriza-se por apresentar flores unissexuadas geralmente inflorescências masculinas e femininas separadas nas mesmas plantas (WERLE et al., 2011). A cultura é representativa no cenário brasileiro devido sua importância econômica na produção agrícola, sendo utilizado na alimentação humana e animal. Na safra de 2013/14, a produção total de milho foi de ,9 mil toneladas, em uma área de ,2 mil hectares (CONAB, 2014). A maximização da produção está diretamente relacionada com o conhecimento dos estádios fenológicos de diferentes genótipos de milho, onde segundo Bergamaschi (2006) ajuda melhorar a descrição do ciclo da cultura, essencial para o planejamento da época de semeadura, tratos culturais gerais, e no melhoramento genético. A duração do ciclo vegetativo define genótipos extremamente precoces, cuja polinização pode ocorrer 30 dias após a emergência, até mesmo aqueles cujo ciclo vital pode alcançar 300 dias (FANCELLI & DOURADO NETO, 2004). Ainda, o intervalo entre o florescimento masculino e feminino caracteriza genótipos tolerantes à deficiência hídrica (CAMPOS et al., 2004). Assim, a Fundação de Pesquisa Agropecuária do Estado do Rio Grande do Sul (FEPAGRO) juntamente com outras empresas públicas e particulares de melhoramento realizam Ensaios Estaduais de Competição de Híbridos de Milho, durante o período de primavera e verão em vários locais no Rio Grande do Sul para que o seu desenvolvimento e produtividade sejam avaliados e comparados (GUADAGNIN et al., 2009). OBJETIVO O objetivo deste trabalho foi avaliar os caracteres fenológicos de cultivares de milho de ciclo precoce, pertencentes à rede de ensaios de competição de cultivares do Rio Grande do Sul. 1 Colégio Politécnico da UFSM. Bolsista PIBIC-EM/CNPq/UFSM 2 Departamento de Fitotecnia, Centro de Ciências Rurais (CCR), UFSM, , Santa Maria, RS, Brasil. Professor orientador. Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq 3 Programa de Pós-Graduação em Agronomia, UFSM, Santa Maria, RS, Brasil. Bolsista Capes 4 Curso de Agronomia, UFSM, Santa Maria, RS, Brasil. Bolsista PIBIC/CNPq/UFSM 5 Curso de Agronomia, UFSM, Santa Maria, RS, Brasil. Bolsista PIBIC/CNPq/UFSM 6 Curso de Agronomia, UFSM, Santa Maria, RS, Brasil. Bolsista PROBIC/FAPERGS/UFSM 7 Curso de Agronomia, UFSM, Santa Maria, RS, Brasil.

2 METODOLOGIA O experimento foi realizado na área experimental do Departamento de Fitotecnia, da Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria-RS (latitude de 29º42 S, longitude de 53º49 W e altitude 95m), no ano agrícola 2013/2014. Foram conduzidos 18 cultivares de milho (Zea mays L.) de ciclo precoce, da rede de ensaios de competição de cultivares do Estado do Rio Grande do Sul, em delineamento experimental de blocos ao acaso, com três repetições. Cada parcela foi constituída de duas fileiras de cinco metros de comprimento, espaçadas em 0,80m entre filas e 0,20m entre plantas na fila, totalizando plantas ha -1. A semeadura foi realizada no dia 31/10/2013, com adubação de base de 31 kg ha -1 de N, 126 kg ha -1 de P 2 O 5 e 126 kg ha -1 de K 2 O, da fórmula comercial de NPK. A adubação de cobertura foi de 157 kg ha -1 de N, no dia 22/11/2013 e outra no dia 05/12/2013 também com 157 kg ha -1 de N, quando as plantas apresentavam quatro e oito folhas expandidas, conforme a recomendação para a cultura de milho (FANCELLI; DOURADO NETO, 2004). Foram mensurados os caracteres fenológicos: número de dias da semeadura até a emergência (NDE); número de dias da semeadura até 50% do florescimento masculino (FM) e número de dias da semeadura até 50% do florescimento feminino (FF). Os dados foram submetidos à análise de variância e as médias foram comparadas por meio do teste de Scott Knott, a 5% de probabilidade de erro, com auxílio dos programas estatísticos GENES (CRUZ, 2006) e Microsoft Office Excel. RESULTADOS E DISCUSSÃO Pela análise de variância na avaliação dos caracteres fenológicos, número de dias da semeadura até a emergência (NDE), número de dias da semeadura até 50% do florescimento masculino (FM) e número de dias da semeadura até 50% do florescimento feminino (FF) de cultivares de milho de ciclo precoce observou diferenças significativas (Tabela 1). Com este resultado é possível afirmar que existe variância entre os genótipos analisados. A precisão experimental obtida segundo a classificação de Resende & Duarte (2007) pode ser considerada muito alta para o FM e o FF, e alta para o NDE (Tabela 1). Na Tabela 2, com base no teste de Scott Knott, houve formação de grupos entre as cultivares para todos os caracteres. Para o NDE ocorre a formação de dois grupos, sendo que o primeiro grupo (20A55HX, 2B688PW, 30A95PW, BM3063, MS 2010, XB 7116, XB 8018) contém as cultivares com maior duração para a emergência, e o grupo dois com as demais cultivares analisadas, com menor duração para a emergência; verifica-se ainda, a amplitude de um dia, entre a diferença dos valores máximo e dos mínimos, respectivamente, no primeiro grupo e no segundo grupo.

3 Para a duração do FM constata a separação de três grupos entre as cultivares de milho, assim, cultivares com menor duração para o FM, grupo 1 (2A550PW, S395); cultivares com duração intermediária para o FM, grupo 2 (AG8025PRO2); e cultivares com maior duração para o FM, grupo 3 que são as demais cultivares (Tabela 2); ainda verifica nas cultivares uma amplitude de nove dias entre os valores máximos e mínimos do FM, sendo esses respectivamente, no grupo três e no grupo um. Na análise do FF observou o comportamento de três grupos de cultivares, no primeiro grupo (2A550PW, AG8025PRO2, S395) florescimento feminino foi precoce; no terceiro grupo (BM3063, CD 384Hx, CD 393Hx, XB 8018) florescimento feminino foi tardio; o segundo grupo, com as demais cultivares, obteve um tempo intermediário entre o grupo um e três para o florescimento feminino. A amplitude obtida entre os valores máximos (grupo três) e mínimos (grupo um) para o número de dias da semeadura até 50% do florescimento feminino foi de 12,33 dias. De maneira geral para os caracteres fenológicos avaliados, as cultivares 2A550PW e S395 apresentaram uma maior precocidade quando analisadas as variáveis de forma conjunta, esta inferência foi possível devido a precisão experimental. CONCLUSÃO As cultivares de milho de ciclo precoce diferem entre si, em relação ao número de dias da semeadura até a emergência, ao número de dias da semeadura até 50% do florescimento masculino e ao número de dias da semeadura até 50% do florescimento feminino. REFERÊNCIAS BERGAMASCHI, H.; DALMAGO, G.A.; COMIRAN, F. et al. Déficit hídrico e produtividade na cultura do milho. Pesquisa Agropecuária Brasileira, v.41, n.2, p CAMPOS, H.; COOPER, M.; HABBEN, J.E.; EDMEADES, G.O.; SCHUSSLER, J.R. Improving drought tolerance in maize: a view from industry. Field Crops Research, v.90, p.19-34, COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO CONAB. Central de informações agropecuárias: safra de grãos 2013/2014. Brasília: Conab, Disponível em: < pdf >. Acesso em: 03 junho CRUZ, C. D. Programa genes: estatística experimental e matrizes. Viçosa: UFV, p. FANCELLI, A.L.; DOURADO NETO, D. Produção de milho. Guaíba: Agropecuária, p. GUADAGNIN, J.P.; RODRIGUES, L.R.; CARGNELUTTI FILHO, A.; EMYGDIO, B.M.; AMES, C.G.; BUZZETTI, D.; SANTOS, F.M. dos; MACHADO, J.R.deA.; CARAFFA, M.; TRENTIN, R.

4 Avaliação de cultivares de milho de ciclo precoce para indicação no estado do Rio Grande do Sul - safra 2010/2011. Pesquisa Agropecuária gaúcha, v.17, n.1, p.67-72, RESENDE, M.D.V. de; DUARTE, J.B. Precisão e controle de qualidade em experimentos de avaliação de cultivares. Pesquisa Agropecuária Tropical, v.37, p , WERLE, A. J. K. Avaliação dialélica de linhagens elites e híbridos de milho. Maringá: Universidade Estadual de Maringá - UEM, p. Dissertação (Mestrado em Genética e Melhoramento de Plantas). WORDELL FILHO, J.A.; ELIAS, H.T. A cultura do milho em Santa Catarina. Florianópolis: Epagri, p. Tabela 1. Resumo da análise de variância (número de graus de liberdade (GL) e quadrado médio para as fontes de variação bloco, cultivar e erro), média, coeficiente de variação experimental (CV%), valor do teste F para cultivar (Fc), acurácia seletiva (AS) e precisão experimental, para os caracteres: número de dias da semeadura até a emergência (NDE); número de dias da semeadura até 50% do florescimento masculino (FM) e número de dias da semeadura até 50% do florescimento feminino (FF) de cultivares de milho de ciclo precoce. FV GL Quadrado Médio NDE FM FF Bloco 2 0,24 5,57 11,06 Cultivar 17 0,24 * 15,93 * 36,31 * Erro 34 0,10 2,46 2,66 Média 7,19 67,52 74,00 CV(%) 4,48 2,32 2,21 Fc 2,36 6,49 13,63 AS 0,76 0,92 0,96 Precisão (1) A MA MA (1) Limites de classes estabelecidos por RESENDE & DUARTE (2007): MA = muito alta (AS 0,90); A = alta (0,70 AS < 0,90); M = moderada (0,50 AS < 0,70) e B = baixa (AS < 0,50). *Efeito significativo pelo teste F, a 5 % de probabilidade de erro.

5 Tabela 2. Médias dos caracteres: número de dias da semeadura até a emergência (NDE); número de dias da semeadura até 50% do florescimento masculino (FM) e número de dias da semeadura até 50% do florescimento feminino (FF) de cultivares de milho de ciclo precoce. Cultivar NDE FM FF 20A55HX 7,33a (1) 68,00a 75,33b 20A78HX 7,00b 67,67a 72,67b 2A550PW 7,00b 63,00c 67,67c 2B587PW 7,00b 68,33a 73,33b 2B688PW 7,33a 68,00a 73,33b 30A95PW 7,33a 68,33a 75,00b AG8025PRO2 7,00b 65,33b 68,00c BM3063 8,00a 69,00a 78,00a CD 324PRO 7,00b 67,33a 73,33b CD 3464Hx 7,00b 68,00a 74,33b CD 384Hx 7,00b 68,67a 79,00a CD 393Hx 7,00b 69,00a 77,67a MS ,33a 67,67a 74,67b S395 7,00b 60,67c 66,67c Status VIP 3 7,00b 69,67a 75,67b XB 6012 Bt 7,00b 69,00a 74,67b XB ,33a 68,67a 75,67b XB ,67a 69,00a 77,00a (1) Cultivares com médias não seguidas por mesma letra diferem pelo teste Scott Knott, a 5% de probabilidade de erro.

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