DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS REGULATÓRIAS

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1 DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS REGULATÓRIAS DEZEMBRO 2013 Exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e Valores expressos em milhares de reais.

2 SUMÁRIO Demonstrações Financeiras Regulatórias Balanços Patrimoniais Regulatórios 03 Demonstração dos Resultados Regulatórios 04 Notas Explicativas Notas Explicativas 05 2

3 3 Balanços Patrimoniais Regulatórios Em 31 de dezembro de 2013 e 2012 (Valores expressos em milhares de reais)

4 4 Demonstração dos Resultados Regulatórios Exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 (Valores expressos em milhares de reais)

5 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis Regulatórias em 31 de Dezembro de 2013 (valores expressos em milhares de reais, exceto quando indicado) 1. DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS REGULATÓRIAS A Concessionária apresenta o balanço patrimonial, a demonstração do resultado do exercício e notas explicativas, conforme modelo de demonstrações regulatórias, definido pela ANEEL no Despacho nº de 27 de dezembro de As demonstrações contábeis regulatórias devem ser lidas em conjunto com as demonstrações societárias, que contém as informações das notas explicativas adicionais às divulgadas neste relatório, as quais foram publicadas na CVM Comissão de Valores Mobiliários em 31 de março de 2014 e no Diário Oficial do Rio Grande do Sul em 25 de abril de PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS ADOTADAS A seguir estão apresentadas as práticas contábeis pertinentes a Contabilidade Regulatória, o sumário das práticas contábeis adotadas pela concessionária, e que são aplicáveis tanto às Demonstrações Contábeis Regulatórias, como as Societárias que podem ser consultadas no site da CVM Despesas Pagas Antecipadamente A partir de 26 de outubro de 2001, a parcela da variação (positiva ou negativa) dos custos com a distribuição de energia elétrica, definidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL como não gerenciáveis e ainda não repassados às tarifas de fornecimento de energia que incluem a tarifa de repasse de potência proveniente de Itaipu Binacional; a quota de recolhimento à Conta de Consumo de Combustíveis - CCC; a quota de recolhimento à Conta de Desenvolvimento Energético - CDE; a quota de custeio referente ao Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica - PROINFA; a tarifa de transporte de energia elétrica proveniente de Itaipu Binacional; a tarifa de uso das instalações de transmissão integrantes da rede básica; os Encargos de Serviços de Sistema - ESS e o Custo de Aquisição de Energia Elétrica passou a ser registrada na rubrica Variação Positiva de Itens da CVA, classificada como Despesas Pagas Antecipadamente no ativo e na rubrica Variação Negativa de Itens da CVA Passivos Regulatórios no passivo. O saldo dessa conta é atualizado com base na taxa de juros SELIC. A amortização destes saldos se dá no período em que os valores são recebidos, através do repasse tarifário. Em outubro de 2012 com o pronunciamento da Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL através da Nota Técnica nº 464/2013-SRE/ANEEL, de 15 de outubro de 2013, foram homologados os valores ativos passivos a título de CVA Imobilizado Está registrado ao custo de aquisição ou construção, deduzida da sua depreciação acumulada. A depreciação é calculada pelo método linear e contabilizada a partir da data da entrada em operação dos bens e das instalações transferidas para as imobilizações em serviço, mediante a utilização de taxas estabelecidas pelo Poder Concedente, por meio da Resolução ANEEL nº 474 de 07 de fevereiro de Conforme Resolução Normativa ANEEL nº 396/2010, a Concessionária registrou a título de reavaliação regulatória compulsória, o montante decorrente da diferença entre o Valor Original Contábil e o Valor Novo de Reposição VNR do Ativo Imobilizado em Serviço AIS, ajustado pela respectiva depreciação 5

6 acumulada, decorrente da reavaliação regulatória compulsória efetuada, nos termos da legislação regulatória, em decorrência da última Revisão Tarifária Intangíveis Registrado em consonância com as disposições da Deliberação CVM nº 553, de 12 de novembro de 2008, pelo custo de aquisição das faixas de servidões permanentes e softwares este último deduzido da amortização acumulada calculada conforme Resolução ANEEL nº 367 de 02 de junho de 2009 e práticas do setor no Brasil. 3. CONCILIAÇÃO SOCIETÁRIA E REGULATÓRIA As Demonstrações Contábeis Regulatórias devem demonstrar as principais diferenças entre as demonstrações societárias e regulatórias, oriundas das mudanças trazidas pela aplicação das novas práticas contábeis adotadas no Brasil Balanços Patrimoniais Conciliados 6

7 3.2. Demonstração dos Resultados Conciliados 7

8 4. DESPESAS PAGAS ANTECIPADAMENTE O montante de R$ (R$ em 31 de dezembro de 2012) no ativo circulante e de R$ no ativo não circulante refere-se às variações positivas de itens da Parcela A assim composto: 8

9 5. BENS E DIREITOS DESTINADOS À ALIENAÇÃO O valor de R$ (R$238 em 31 de dezembro de 2012) refere-se ao valor de custo dos terrenos e edificações que se encontram sem utilização pela Concessionária e que serão alienados. O montante de R$ (R$ em 31 de dezembro de 2012) corresponde à reclassificação para a rubrica Investimentos. 6. INVESTIMENTOS O montante de R$ (R$ em 31 de dezembro de 2012) contempla imóveis destinados à futura utilização pela Concessionária no serviço concedido e a bens mantidos para obtenção de renda. Para fins regulatórios, em 31 de dezembro de 2012, foi efetuada a reclassificação do montante de R$ (R$ em 31 de dezembro de 2012) advindos da rubrica de Bens e Direitos Destinados à Alienação. 7. IMOBILIZADO Em 31 de dezembro de 2013, foi ajustado o montante de R$ (R$ em 31 de dezembro de 2012). Desse montante, R$ (R$ em 31 de dezembro de 2012) é referente a transferência do Ativo Imobilizado para o do Ativo Financeiro Indenizável e Ativo Intangível da Concessão, tendo em vista a reversão dos efeitos da aplicação do ICPC 01 - Contratos de Concessão (IFRIC 12), R$ (R$ em 31 de dezembro de 2012) é referente à Reavaliação Regulatória Compulsória, R$ (R$ em 31 de dezembro de 2012) é referente a baixa de ativos. a) Composição 9

10 b) Movimentação c) Reavaliação Regulatória Compulsória A Reavaliação Compulsória foi estabelecida pela Resolução nº396/2010 nos artigos 3º e 6º e tem sua vigência a partir do exercício de O saldo contábil regulatório do Ativo Imobilizado reflete os valores conforme estabelecido na referida norma. A partir da Medida Provisória nº 579/2012 a Concessionária confirmou o entendimento de que o Valor Novo de Reposição VNR deverá ser utilizado pelo Poder Concedente para o pagamento de indenização dos ativos não amortizados de distribuição no vencimento da concessão. O saldo do seu ativo financeiro com base no valor novo de reposição depreciado foi ajustado utilizando-se a Base de Remuneração Regulatória BRR, aprovada na Revisão Tarifária de 2012 através da Nota Técnica ANEEL n 374 de 16/10/

11 8. INTANGÍVEL a) Composição b) Movimentação 11

12 9. VARIAÇÃO NEGATIVA DE ITENS DA PARCELA A O montante de R$ (R$ e em 31 de dezembro de 2012) no passivo circulante refere-se às variações negativas de itens da Parcela A assim composto: 10. IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL DIFERIDOS 12

13 11. PATRIMÔNIO LÍQUIDO Efeito dos Ajustes entre Contabilidade Societária e Regulatória O montante de R$ (R$ em 31 de dezembro de 2012) refere-se ao saldo do Ajuste de Avaliação Patrimonial e sua respectiva realização de depreciação, líquida de impostos, registrada na contabilidade regulatória. 12. RECEITA OPERACIONAL LIQUIDA 13

14 12.1. Fornecimento de Energia Elétrica e Disponibilização do Sistema de Distribuição Os saldos compõem-se de: A Concessionária reconheceu os ajustes provenientes dos ativos e passivos regulatórios na rubrica de Fornecimento de Energia Elétrica no montante de R$ em 31 de dezembro de 2013 e R$ em 31 de dezembro de 2012 para fins regulatórios Receita de Ultrapassagem de Demanda e Excedente de Reativos A Concessionária reconheceu para fins regulatórios o montante de R$666 (R$101 em 31 de dezembro de 2012) referente à transferência das receitas faturadas com ultrapassagem de demanda e excedente de reativos para Obrigações Especiais conforme Despacho nº de 29 de dezembro de Receita de Construção A receita de construção foi desreconhecida para fins regulatórios no montante de R$ (R$ em 31 de dezembro de 2012) Subvenções CCC e Conta de Desenvolvimento Energético CDE A Concessionária reconheceu os ajustes provenientes dos ativos e passivos regulatórios nas rubricas Subvenções CCC no montante de R$1.757 (R$3.160 em 31 de dezembro de 2012) e Conta de Desenvolvimento Energético CDE no montante de R$7.680 (R$6.193 em 31 de dezembro de 2012) para fins regulatórios. 14

15 13. CUSTO COM ENERGIA ELÉTRICA Os saldos compõem-se de: A Concessionária reconheceu os ajustes provenientes dos ativos e passivos regulatórios nas rubricas de Energia Elétrica Comprada para Revenda no montante de R$ (R$ em 31 de dezembro de 2012) e Encargo do Uso do Sistema no montante de R$4.663 (R$ em 31 de dezembro de 2012) para fins regulatórios Energia Elétrica Comprada para Revenda 14. CUSTO DE OPERAÇÃO Depreciação e Amortização O montante de R$ (R$ em 31 de dezembro de 2012) refere-se ao ajuste entre Amortização do Intangível da Concessão e Depreciação e Amortização para fins regulatórios Custo de Construção O custo de construção foi desreconhecido para fins regulatórios no montante de R$ (R$ em 31 de dezembro de 2012). 15

16 15. OUTRAS RECEITAS E OUTRAS DESPESAS O montante de R$ em 31 de dezembro de 2013 refere-se reversão da atualização do ativo financeiro e ativo biológico e o montante de R$ em 31 de dezembro de 2012 refere-se a reversão do incremento do ativo financeiro do VNR da Base de Remuneração. 16. RECEITA (DESPESA) FINANCEIRA Os saldos compõem-se de: A Concessionária reconheceu o ajuste de R$1.968 (R$6.192 em 31 de dezembro de 2012) provenientes dos ativos e passivos regulatórios nas rubricas de Outras Receitas e Despesas Financeiras. GERSON CARRION DE OLIVEIRA Diretor Presidente EMILIA MARIA DO CARMO MAGALHÃES MAZONI Diretora Financeira RODRIGO GOMES WALLAU Contador CRCRS

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