Técnica das Construções Edmundo Rodrigues 159

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1 Técnica das Construções Edmundo Rodrigues Telha de cimento amianto O cimento amianto, nome popular do fibro-cimento, é um material de construção composto por mais de 90% de cimento e menos de 10% de fibras de amianto crisotila. Desenvolvido no final do século XIX pelo industrial austríaco Ludwig Hatschek, desde então, esse material tem sido largamente utilizado na fabricação de telhas, caixas-d'água e peças acessórias para telhados. O amianto, também conhecido como asbesto, é uma fibra mineral natural utilizada como matéria-prima na produção de peças de cimento-amianto. A telha de cimento amianto responde por mais de 80% do consumo mundial de amianto. No Brasil, o setor responde por aproximadamente 90% do amianto consumido sendo representado por cerca de 4 fábricas. Aproximadamente 50% dos telhados no Brasil são de cimento amianto, constituindo-se numa alternativa prática e barata de cobertura para habitações e galpões industriais. O percentual de amianto no produto varia de 8 a 1%, que adicionado ao cimento e à água é capaz de propiciar resistência à tração compatível com a utilização do produto. O amianto ou asbesto é uma fibra mineral natural sedosa que, por suas propriedades físico-químicas (alta resistência mecânica e às altas temperaturas, incombustibilidade, boa qualidade isolante, durabilidade, flexibilidade, indestrutibilidade, resistente ao ataque de ácidos, álcalis e bactérias, facilidade de ser tecida, etc.), abundância na natureza e, principalmente, baixo custo tem sido largamente utilizado na indústria. É extraído fundamentalmente de rochas compostas de silicatos hidratados de magnésio, onde apenas de 5 a 10% se encontram em sua forma fibrosa de interesse comercial. Os nomes latino e grego, respectivamente, amianto e asbesto, têm relação com suas principais características físico-químicas, incorruptível e incombustível. Está presente em abundância na natureza sob duas formas: serpentinas (amianto branco) e anfibólios (amianto marrom, azul e outros), sendo que a primeira - serpentinas- corresponde a mais de 95% de todas as manifestações geológicas no planeta. Já foi considerado a seda natural ou o mineral mágico, já que vem sendo utilizado desde os primórdios da civilização, inicialmente para reforçar utensílios cerâmicos, conferindo-os propriedades refratárias. O amianto utilizado no Brasil é da variedade Crisotila, mineral de hábito fibroso do grupo das serpentinas. A fórmula empírica da Crisotila é [Mg 3 SI O 5 (OH) 4 ]. Ocorre na forma de veios compactos de fibras no interior da rocha serpentinito. As fibras geralmente estão dispostas perpendicularmente às paredes dos veios, com comprimento de 1 a 5 mm ou, excepcionalmente, maior (figura 1a). A Crisotila possui uma série de propriedades físicas e químicas importantes, das quais se destacam as resistências ao calor e à tração, maciez, flexibilidade e fiabilidade. Estas propriedades possibilitam uma utilização industrial ampla e diversificada, tais como, em fibro-cimento, materiais de fricção e de tecelagem, papéis, papelões e filtros especiais. Na Europa e nos EUA, a maior parte do amianto consumido, até a década de 70, era anfibólios (figura 1b), aplicados especialmente em isolamento térmico. O amianto anfibólico é praticamente proibido em todo o mundo desde a década de 70, tendo sido, no Brasil, muito pouco utilizado. O Brasil está entre os cinco maiores produtores de amianto do mundo sendo também um grande consumidor, havendo por isto um grande interesse científico a nível mundial sobre nossa situação, quando praticamente todos os países europeus já proibiram seu uso. A maior mina de amianto em exploração no Brasil situa-se no município de Minaçu, no Estado de Goiás, é administrada por empresas ligadas ao grupo multinacional francês Saint-Gobain, em parceria com empresa Eternit suíça, em cujos países de origem é

2 Técnica das Construções Edmundo Rodrigues 160 proibido o seu uso desde o início da década de 90. No Brasil, o amianto tem sido empregado em milhares de produtos, principalmente na indústria da construção civil (telhas, caixas d' água de cimento-amianto etc.) e em outros setores e produtos como guarnições de freio (lonas e pastilhas), juntas, gaxetas, revestimentos de discos de embreagem, tecidos, vestimentas especiais, pisos, tintas etc. O Canadá, segundo maior produtor mundial de amianto, é o maior exportador desta matéria-prima, mas consome muito pouco em seu território (menos de 3%). Para se ter uma idéia de ordem de grandeza e da gravidade da questão para os países pobres: um cidadão americano se expõe em média a 100 g/ano, um canadense a 500 g/ano e um(a) brasileiro(a), mais ou menos, a 1.00 g/ano. Este quadro inicial nos indica uma diferença na produção e consumo do amianto entre os países do Norte e do Sul, em especial, o Brasil, explicada pelo fato de que o amianto é uma fibra comprovadamente cancerígena e que os cidadãos do Norte já não aceitam mais se exporem a este risco conhecido. O amianto é um bom exemplo de como estes países transferem a produção a populações que desconhecem os efeitos nocivos deste produto, enquanto para eles buscam outras alternativas menos perigosas, recorrendo à política do duplo-padrão: produção e comercialização de produtos proibidos nos países desenvolvidos e liberados para os países em desenvolvimento. Entre as doenças relacionadas ao amianto estão a asbestose (doença crônica pulmonar de origem ocupacional), cânceres de pulmão e do trato gastrointestinal e o mesotelioma, tumor maligno raro e de prognóstico sombrio, que atinge a pleura e o peritônio, e tem um período de latência em torno de 30 anos. Destas doenças poucas foram caracterizadas como ocasionadas pela exposição ao amianto no Brasil. Menos de uma centena de casos estão citados em toda a literatura médica nacional do século XX, sendo este um dos mecanismos que tornam estas patologias invisíveis aos olhos da sociedade, fazendo-a crer que a situação brasileira é diferente da de outros países, levando com isto a um protelamento de decisões políticas, entre as quais o seu banimento ou proibição. (a) (b) Figura 1: Rochas de extração do amianto. Crisotila (a) e anfibólico (b). Telhas de cimento amianto disponíveis no mercado brasileiro Diversas telhas de fibro-cimento com suas características técnicas e procedimentos de aplicação serão apresentadas a seguir. Este material baseia-se no catálogo eletrônico da Brasilit S.A. (www.brasilit.com.br), porém outros fabricantes de telhas de fibro-cimento possuem produtos de perfis idênticos ou semelhantes aos apresentados. Por limitação de

3 Técnica das Construções Edmundo Rodrigues 161 espaço serão apresentadas as características técnicas da telha ondulada e kalheta 44, que são dois tipos de telhas bastante usadas em obras agrícolas. Telha Vogatex Economia e resistência são as principais qualidades da telha Vogatex. Possui peso reduzido, simplicidade estrutural, exigindo o mínimo de mão-de-obra e madeiramento leve. Seu desenho consagrado acentua a funcionalidade e facilidade de fixação, reduzindo sensivelmente o custo da cobertura. Perfeita para coberturas mais simples, como: residências, depósitos, estacionamentos, aviários, canteiros de obras, etc. Perfil Características geométricas Vão livre máximo (m) Largura total (m) Largura útil (m) Peso médio (kg/m²) Balanço máximo (m) Balanço mínimo (m) Inclinação mínima Recobrimento lateral Recobrimento longitudinal 1,15 0,50 0, ,15 0,10 7% (15º) 1 onda 0,15m Dimensões, pesos nominais e número de apoios Comprimento (m) Peso nominal (kg) Nº de apoios 1,44 4,50, 9,00 3 Características técnicas Composição básica Condutibilidade térmica Dilatação térmica Dilatação por absorção Módulo de elasticidade Resistência ao fogo Resistência a ataques químicos Isolamento sonoro Norma técnica (ABNT) cimento, água e fibras de amianto k=0,31 W/m ºC (0 ºC) 0,01 mm/m ºC mm/m (reversível) E=15000 a 0000 MPa até 300 ºC imune a gases secos. Imune a vapores úmidos (ph > 6) razoável NBR 1800

4 Técnica das Construções Edmundo Rodrigues 16 telha 1, m Vão livre máximo Normas para projeto telha,44 m na largura Balanço livre no comprimento (com ou sem calha) Recobrimento no comprimento na largura Peça complementar cumeeira articulada

5 Técnica das Construções Edmundo Rodrigues 163 Fixação Recomendações de montagem Ordem de montagem Como andar no telhado Armazenamento

6 Técnica das Construções Edmundo Rodrigues 164 Telha Ondulada A Telha Ondulada é um produto de grande versatilidade para coberturas e fechamentos laterais em obras de qualquer porte. Vence grandes áreas de telhado com rapidez de montagem e fixação, exigindo, ainda, estrutura de apoio simplificada. É econômica, resistente e durável, oferecendo uma variada gama de peças complementares que preenchem as exigências de arquitetos, projetistas e construtores. Muito eficiente tanto em residências como em indústrias e demais edificações de porte, apresentando grande aplicação também em obras agrícolas. Perfil Características geométricas Vão livre máximo (m) Largura total (m) Largura útil (m) Peso médio (kgf/m²) Balanço máximo (m) Balanço mínimo (m) Inclinação mínima Recobrimento lateral Recobrimento longitudinal * 9 a 17% - 1 ¼ de onda com cordão de vedação. Acima de 10% - ¼ de onda ** 9 a 17% - 0,5 m. 18 a 6% - 0,0 m. Acima de 7% - 0,14 m 1,69 (6 mm) 1,99 (8 mm) 1,10 1,05 18 (6 mm) 4 (8 mm) 0,40 0,5 9% (5º) * ** Dimensões, pesos nominais e número de apoios Comprimento (m) Peso nominal (kg) Nº de apoios 1, 1,53 1,83,13,44 3,05 3,66 16,3 (6mm) 1,7 (8 mm) 0,4 (6mm) 7, (8 mm) 4,4 (6mm) 3,5 (8 mm) 8,4 (6mm) 37,9 (8 mm) 3,5 (6mm) 43,4 (8 mm) 40,7 (6mm) 54,0 (8 mm) 48,8 (6mm) 65,0 (8 mm)

7 Técnica das Construções Edmundo Rodrigues 165 Características técnicas Composição básica Condutibilidade térmica Dilatação térmica Dilatação por absorção Módulo de elasticidade Resistência ao fogo Resistência a ataques químicos Isolamento sonoro Norma técnica (ABNT) Cimento, água e fibras de amianto k=0,31 W/m ºC (0 ºC) 0,0 mm/m ºC mm/m (reversível) E=15000 a 0000 MPa até 300 ºC Imune a gases secos. Imune a vapores úmidos (ph > 6) Bom, inerte à vibrações NBR 7581, 7196, 8055, 9066 Normas para projeto Vão livre máximo telha 6 mm telha 8 mm

8 Técnica das Construções Edmundo Rodrigues 166 Balanço livre no comprimento Recobrimento na largura

9 Técnica das Construções Edmundo Rodrigues 167 Peças complementares cumeeira normal cumeeira universal cumeeira articulada cumeeira shed

10 Técnica das Construções Edmundo Rodrigues 168 espigão universal rufo telha com ventilação telha com iluminação zenital (clarabóia)

11 Técnica das Construções Edmundo Rodrigues 169 Apoio das telhas As faces das terças em contato com as telhas devem situar-se em um mesmo plano. Não apoiar as telhas em arestas (quinas) ou faces arredondadas. Recomendações de montagem Fixação das telhas A fixação das telhas é feita com parafusos com rosca soberba, para apoio em madeira, ou ganchos, para apoio metálico ou de concreto. O bom desempenho e a segurança contra danos causados pela ação dos ventos em coberturas com telhas Ondulada dependem, em grande parte, da aplicação correta dos elementos de fixação. Os elementos de fixação devem obedecer à norma NBR Parafuso com rosca soberba Fabricado em ferro galvanizado a fogo, com Ø 8 mm (5/16") e cabeça com estampa especial. Uso: São imprescindíveis em coberturas sujeitas a forte sucção de vento e nas telhas do beiral, bem como nas coberturas com inclinação abaixo de 10 (l8%). A=110 mm: Para fixação de telhas e peças complementares A=150 mm: Para fixação de peças complementares A=00 mm: Para fixação do espigão normal A=30 mm: Para fixação da placa de ventilação cumeeiras Gancho com rosca reto L De ferro, com Ø 8 mm (5/16"), com porca sextavada, galvanizada a fogo. Uso: Fixação de telhas e peças complementares em apoio metálico

12 Técnica das Construções Edmundo Rodrigues 170 ou de concreto. Em cada telha parafusos com rosca soberba ou ganchos com rosca, nas cristas da a e 5 a ondas. Ordem de montagem e corte dos cantos A montagem é iniciada sempre do beiral para a cumeeira. Águas opostas do telhado devem ser cobertas simultaneamente. Usar a cumeeira como gabarito para manter o alinhamento das ondas. A montagem deve ser feita, sempre que possível, no sentido contrário dos ventos predominantes na região. No recobrimento de quatro cantos de telhas, os dois intermediários devem ser cortados, como mostra a figura ao lado.

13 Técnica das Construções Edmundo Rodrigues 171 Como andar no telhado Não pisar diretamente sobre as telhas. Usar tábuas apoiadas em três terças. Em telhados muito inclinados amarrar as tábuas para evitar deslizamento. Armazenamento Empilhamento horizontal Deve ser feito em local plano e firme, em pilhas apoiadas sobre calços. Cada pilha deve ter no máximo 100 telhas (80 cm a 1 m de altura). Empilhamento vertical Quando for necessário estocar grandes quantidades de telhas, convém empilhá-las verticalmente. Encostar as telhas em paredes formando carreiras de até 300 telhas.

14 Técnica das Construções Edmundo Rodrigues 17 Telha Canalete 90 A telha Canalete 90 apresenta o perfil ideal para coberturas e fechamentos laterais com segurança e durabilidade. Permite a criação de vãos livres arrojados e amplos beirais. Apresenta design moderno e funcional, facilitando as composições arquitetônicas, tendo grande aceitação em projetos industriais, comerciais e institucionais de grande porte. Perfil * Inclinação mínima sem recobrimento 3% (º) Inclinação mínima com recobrimento 9% (5º) Características geométricas Vão livre máximo (m) 7,00 Largura total (m) 1,00 Largura útil (m) 0,90 Peso médio (kgf/m²) 4 Balanço máximo (m),00 Balanço mínimo (m) 0,0 Inclinação mínima * Recobrimento lateral (m) 0,10 Recobrimento longitudinal (m) 0,5 Dimensões, pesos nominais e número de apoios Comprimento (m) Peso nominal (kgf) Nº de apoios 3,00 3,70 4,60 6,00 6,70 7,40 8,0 9, Composição básica Peso específico Condutibilidade térmica Dilatação térmica Dilatação por absorção Módulo de elasticidade Resistência ao fogo Resistência a ataques químicos Isolamento sonoro Norma técnica (ABNT) Características técnicas Cimento, água e fibras de amianto δ=1600 kgf/m 3 k=0,31 W/m ºC (0 ºC) 0,01 mm/m ºC mm/m (reversível) E=15000 a 0000 MPa até 300 ºC Imune a gases secos. Imune a vapores úmidos (ph > 6) Bom, inerte à vibrações NBR 5639, 5640, 613, 8055

15 Técnica das Construções Edmundo Rodrigues 173 Vão livre e balanço máximo Pela definição da ABNT (NBR 5639) vão livre é a maior das duas distâncias entre orifícios de fixação ou entre as linhas do primeiro ponto de contato do canalete em cada apoio. Em coberturas não usar apoio intermediário. Inclinação Inclinação mínima: Sem recobrimento longitudinal: (3%). Com recobrimento longitudinal: 5 (9%). Normas para projeto Recobrimento Só admitido para inclinações iguais ou superiores a 5 (9%). Deve ser feito sempre sobre apoio. É indispensável o uso de: afastador (exceto quando usar gancho auxiliar), massa de vedação e trava. Deve-se fazer cortes de cantos.

16 Técnica das Construções Edmundo Rodrigues 174 Peças complementares Cumeeira normal e terminal A cumeeira normal é usada no recobrimento do encontro de duas águas do telhado. Para inclinações de (3%) e 5 (9%). A cumeeira normal terminal deve ser usada nas extremidades da linha de cumeeira. Montagem: Para perfeito encaixe os canaletes das duas águas devem estar bem alinhados. A cumeeira é usada como gabarito de montagem. Dimensões básicas Cumeeira normal: Inclinação (3%) Inclinação 5 (9%) Cumeeira normal terminal: Inclinação (3%) Inclinação 5 (9%) Fixação: Deve ser feita pelas abas da peça. Usar ganchos com rosca ou fixadores de aba, de acordo com o tipo de apoio ou de montagem. Furo com broca Ø 16 mm (5/8"). Cumeeira articulada Tem a mesma finalidade da cumeeira normal, porém com a possibilidade de ser utilizada em telhados com inclinações maiores, entre (3%) e,5 (50%). É composta de duas peças: aba inferior e aba superior unidas por articulação. Montagem: A colocação das cumeeiras articuladas é iniciada do mesmo lado em que for iniciada a colocação dos canaletes. Antes da montagem devem ser feitos os cortes de cantos, tanto das cumeeiras

17 Técnica das Construções Edmundo Rodrigues 175 como dos canaletes. Fixação: Feita com ganchos com rosca junto com os canaletes. Furar com broca Ø 16 mm (5/8"). Cumeeira shed Para recobrimento na concordância entre cobertura e fechamento lateral. Pode ser usada também como acabamento de extremidade de canaletes. Montagem: Colocação iniciada do mesmo lado em que forem iniciados os canaletes. Encomendar sempre uma peça a mais para arremate da última cumeeira. Fixação: Usar ganchos com rosca, parafusos com rosca soberba ou fixadores de abas, de acordo com o tipo de apoio ou de montagem. Furar com broca Ø 16 mm (5/8"). Como acabamento de beirais a fixação é feita sempre afastada do apoio, com fixadores de abas. Usar um fixador de abas em cada aba e um na nervura central. As extremidades que ficam em balanço são solidarizadas também com fixadores. Terminal de Aba Plana Para arremate entre a extremidade do canalete e outra superfície. Pode ser usada também como cumeeira shed. São dois tipos de peças: direita e esquerda. A peça direita serve para montagem da esquerda para a direita; a peça esquerda para montagem no sentido oposto. Fixação afastada do apoio: Feita com fixadores de abas. Furar com broca Ø 13 mm (1/"). Fixação sobre o apoio: Feita com

18 Técnica das Construções Edmundo Rodrigues 176 ganchos com rosca junto com os canaletes. Furar com broca Ø 16 mm (5/8"). Montagem: Iniciada do mesmo lado em que for iniciada a colocação dos canaletes. Sobre a última peça colocada, fixar a bolsa cortada da peça adquirida a mais. Fixação: Usar ganchos com rosca ou fixadores de abas, de acordo com o tipo de apoio ou de montagem. Rufo Para impedir a penetração de água entre extremidades de canaletes e faces de parede, caixas d'água, etc. Os rufos proporcionam perfeito arremate com a parede. Montagem: Observar o afastamento de aproximadamente cm da parede em virtude de possíveis dilatações do conjunto de cobertura. A vedação é feita com um contra-rufo. Fixação: Usar fixadores de abas autotravantes para fixar o rufo sobre as abas do canalete. Furar com broca Ø 13 mm (1/"). Tampão O tampão veda a extremidade do canalete. Fixação: Feita com fixadores de abas autotravantes. Furar com broca Ø 13mm (1/").

19 Técnica das Construções Edmundo Rodrigues 177 Placa Pingadeira Fixada na face inferior do canalete, impede a entrada de água de chuva. É usada também como acabamento de beirais. Fixação: Feita com fixadores de abas autotravantes. Furar com broca Ø 13 mm (l/"). Usar massa de vedação e fixador de abas autotravantes. Recomendações de montagem a. As faces das terças de apoio devem ser coplanares (ficar em um mesmo plano), para ter um contato uniforme e perpendicular aos canaletes. b. Inicia-se a montagem a partir do beiral para a parte alta do telhado. c. Para manter o alinhamento das cristas dos canaletes na linha da cumeeira, as águas opostas do telhado devem ser cobertas simultaneamente. Usar a cumeeira como gabarito de montagem. d. A montagem deve ser feita no sentido contrário ao dos ventos predominantes na região. Ordem de colocação: Os números referem-se à ordem de colocação dos canaletes. Onde há sobreposição de 4 cantos de canaletes, deve-se fazer o corte de canto dos intermediários, conforme esquema de montagem.

20 Técnica das Construções Edmundo Rodrigues 178 Observar que: 1. Os cantos a serem cortados dependem do sentido de montagem dos canaletes.. Os cortes devem ser feitos antes do içamento dos canaletes. 3. Para maior precisão pode-se usar gabaritos feitos com pedaços de canalete. Como andar sobre os canaletes: Nunca pise nas abas dos canaletes. Fixação das telhas Elementos de fixação: Parafuso com rosca soberba 8x150mm Gancho com rosca uma extremidade 8mm com porca.

21 Técnica das Construções Edmundo Rodrigues 179 Armazenamento Escolher lugar plano e firme, o mais próximo do local de içamento dos cavaletes e de fácil acesso para o veículo de entrega. Para facilitar o manuseio, empilhar os cavaletes de modo que as bordas fiquem alternadas, a 5 cm uma da outra, no sentido do comprimento. Não colocar outros materiais sobre a pilha. Na mesma pilha por somente cavaletes do mesmo comprimento. Evitar remanejamento de pilhas. Estas devem ser feitas sobre calços de madeira e colocados sobre tábuas. A distância entre os calços e a quantidade é igual para todos, não varia de acordo com o comprimento dos cavaletes conforme a tabela abaixo: (*) (*) Comprimento (m) 9, 8, 7,4 6,7 6,0 4,6 3,7 3,0 N o de calços por pilha Distância "A" (m),5, 1,8 1,7 1,5,6,1 1,6 Distância "B" (m) 0,85 0,80 0,8 0,8 0,7 1,0 0,8 0,7 N o de peças por pilha

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