É a estratégia que o Ministério da Saúde escolheu para reorientar o modelo assistencial do SUS a partir da atenção básica.

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1 Para ajudar a proteger sua privacidade, o PowerPoint impediu o download automático desta imagem externa. Para baixar e exibir esta imagem, clique em Opções na Barra de Mensagens e clique em Habilitar conteúdo externo. 27/03/2014 ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA É a estratégia que o Ministério da Saúde escolheu para reorientar o modelo assistencial do SUS a partir da atenção básica. 1

2 Conjunto de ações, de caráter individual e coletivo, situadas no primeiro nível de atenção dos sistemas de saúde, voltadas para a promoção da saúde, a prevenção de agravos, o tratamento e a reabilitação. (Ministério da Saúde) Atenção primária à saúde (APS) Primeiro nível de atenção do sistema de saúde Porta de entrada Atenção sobre a pessoa (não direcionada para a enfermidade) Atenção continua e global 2

3 Atenção médica convencional ENFOQUE Doença Cura CONTEÚDO Tratamento Atenção por episódio Problemas específicos ORGANIZAÇÃO Especialistas Médicos Consultório individual RESPONSABILIDADE Apenas setor de saúde Domínio pelo profissional Recepção passiva X Atenção primária à saúde Saúde Prevenção, atenção e cura Promoção da saúde Atenção continuada Atenção abrangente Clínicos gerais Grupos de outros profissionais Equipe Colaboração intersetorial Participação da comunidade Auto-responsabilidade Fonte: Starfield. Atenção primária: equilibrio entre necessidades de saúde, serviços e tecnologia. Brasília:Unesco- Ministério da Saúde, 2002, p33. É um modelo de atenção primária Nasceu em 1994 como política prioritária do Brasil Determinantes: Evolução do SUS: necessidade de expandir acesso à saúde, necessidade de consolidar a descentralização, busca da integralidade,incorporação efetiva do controle social. Experiências inovadoras de atenção à saúde no Brasil: por ex. Em defesa da Vida Perfil epidemiológico brasileiro Contexto internacional 3

4 A ESF incorpora e reafirma os princípios do SUS Controle social Descentralização Universalidade Eqüidade Integralidade Regionalização Hierarquização Representa uma porta de entrada É o primeiro contato com os serviços de saúde Organiza a referência e contra-referência para os diferentes níveis do Sistema 4

5 OBJETIVOS DO MODELO DE SAÚDE DA FAMÍLIA Prestar assistência integral, contínua, com resolutividade e de boa qualidade. Intervir sobre os fatores de risco Humanizar as práticas de saúde Proporcionar ações intersetoriais Fazer com que a saúde seja reconhecida como direito de cidadania- qualidade de vida Estimular a organização da comunidade para o efetivo exercício do controle social 5

6 Diretrizes operacionais e conceitos próprios Adscrição da clientela Cada unidade é responsável pelo cadastramento e acompanhamento da população vinculada (adscrita) a uma área (território de abrangência). Uma equipe é responsável pelo acompanhamento de, no máximo, pessoas (600 a 1000 famílias). Cadastramento As equipes deverão realizar o cadastramento das famílias através de visitas aos domicílios, de acordo com a área territorial que foi preestabelecida para a adscrição. Ficha Familiar conjunto de prontuários médicos de uma determinada residência Cartão Nacional de Saúde vinculação dos procedimentos realizados. Numero nacional de identificação. 6

7 Integralidade e hierarquização A USF está inserida no primeiro nível de ações e serviços do sistema local de assistência, denominado atenção básica. Vinculada à rede de serviços garantindo a atenção integral aos indivíduos e famílias Seja assegurado a referência e contra-referência para os diversos níveis do sistema Atenção Básica; Media Complexidade Alta Complexidade Equipe multiprofissional e Interdisciplinar A ESF é composta minimamente por 1 médico generalista ou médico de família, 1 enfermeiro, 1 auxiliar de enfermagem e de 4 a 6 ACS 01 equipe = atende máx pessoas 7

8 Atribuições das equipes de saúde: Identificar a realidade epidemiológica e sociodemográfica das famílias adscritas. reconhecer os problemas de saúde prevalentes e identificar os riscos aos quais a população está exposta. Planejar o enfrentamento dos fatores desencadeantes do processo saúde/doença. Atender a demanda programada ou espontânea. Utilizar corretamente o sistema de referência e contra-referência. Promover educação à saúde e melhorar o autocuidado dos indivíduos. Incentivar ações intersetoriais para enfrentar os problemas identificados. Funcionando adequadamente, as unidades básicas de saúde da família (UBSF) são capazes de resolver 85% dos problemas de saúde da comunidade: Prestando atendimento de bom nível; Prevenindo doenças; Evitando internações desnecessárias; Melhorando a qualidade de vida da população. 8

9 ATRIBUIÇÕES DOS MEMBROS DAS EQUIPES Médico: Atende a todos de cada família, na unidade e domicílio. Enfermeiro: Supervisiona o trabalho do ACS e do auxiliar de enfermagem; Realiza consultas na unidade e domicílio. ATRIBUIÇÕES DOS MEMBROS DAS EQUIPES Auxiliar de enfermagem: Realiza procedimentos de enfermagem na unidade e domicílio; Executa ações de educação sanitária. Agente comunitário de saúde (ACS): Faz a ligação entre as famílias e o serviço de saúde, realizando visitas 1 vez por mês; Realiza o mapeamento da área e o cadastramento das famílias. 9

10 A C S O Agente Comunitário de Saúde (ACS) é capacitado para reunir informações de saúde sobre a comunidade onde mora. É um dos moradores daquela rua, daquele bairro, daquela região. Tem bom relacionamento com seus vizinhos. Tem condições de dedicar 8h por dia ao trabalho. Orientado pelo médico e pela enfermeira da USF, vai de casa em casa e anota tudo o que pode ajudar a saúde da comunidade. AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE idade mínima de 18 anos; saber ler e escrever; residir na comunidade há pelo menos dois anos; ter disponibilidade de tempo integral para exercer suas atividades. 10

11 AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE atende um máximo de 750 pessoas (número é flexível, podendo variar, dependendo das necessidades locais). O importante é que saiba o que está acontecendo com a saúde das famílias com as quais trabalha. CAPACITAÇÃO DA EQUIPE Conhecer a realidade das famílias por meio de diagnóstico de suas características sociais, demográficas e epidemiológicas; Identificar os principais problemas de saúde e situações de risco da população que atende; 11

12 CAPACITAÇÃO DA EQUIPE Elaborar (com participação da comunidade) plano local para enfrentar os determinantes do processo saúde/doença; Desenvolver ações educativas e intersetoriais para enfrentar os problemas de saúde identificados; USF - PROCEDIMENTOS REALIZADOS Visitas domiciliares Consultas médicas Consultas de enfermagem Ações educativas 12

13 USF - PROCEDIMENTOS REALIZADOS Programa da criança (pacto de redução de óbitos infantis) Programa da gestante (pacto de redução de óbitos infantis) Programa do diabético Programa de hipertensão arterial Hiperdia PROCEDIMENTOS - USF Programa de imunização (vacinas) Programa de doenças infecto-contagiosas Programa da mulher prevenção do câncer uterino e de mama (coleta de Papanicolau, auto-exame das mamas), planejamento familiar, sexualidade (orientação), violência, abusos. 13

14 PROCEDIMENTOS - USF Coleta de materiais para exames laboratoriais, curativos, medicações, inalações, controle de pressão arterial, encaminhamentos para as especialidades médicas. Cria vínculo com a comunidade: cursos de artesanato, orientações em grupos. Conhece todos os indicadores de saúde da área de abrangência. Grupos de Caminhada e Lian Gong PROCEDIMENTOS - USF Acolhimento Visa maior integração entre o usuário e UBS. Resolver os problemas mais simples ou referenda-los. Referencia Contra referencia. 14

15 Para ajudar a proteger sua privacidade, o PowerPoint impediu o download automático desta imagem externa. Para baixar e exibir esta imagem, clique em Opções na Barra de Mensagens e clique em Habilitar conteúdo externo. 27/03/2014 Evolução da Implantação das Equipes Saúde da Família BRASIL, 1998/ JUN/2008 Para ajudar a proteger sua privacidade, o PowerPoint impediu o download automático desta imagem externa. Para baixar e exibir esta imagem, clique em Opções na Barra de Mensagens e clique em Habilitar conteúdo externo. Situação de Implantação de Equipes de Saúde da Família, Saúde Bucal e Agentes Comunitários de Saúde BRASIL - JUNHO/

16 Evolução do Número de Municípios com Equipes de Saúde da Família Implantadas BRASIL JUNHO/2008 Evolução da População Coberta por Equipes de Saúde da Família Implantadas BRASIL JUNHO/

17 NO SO S N L CAMPINAS 05 DS 49 CS 13 Módulos PSF 141 Equipes PSF 03 Policlínicas 01 Laboratório Municipal 04 C. Referência 03 SAD 09 CAPS 03 PA s 01 SAMU 02 Hospitais Municipais 02 Hospitais Universitários 04 Hospitais conveniados Norte Sul Leste Sudoeste Noroeste 6 - Santa Mônica 2 - Vila Rica 1 - Conceição 8 - União dos Bairros 5 - Perseu 14 - Boa Vista 3 - Orosimbo Maia 4 - Costa e Silva 10 - Santa Lúcia 7 - Integração 25 - Eulina 9 - Esmeraldina 12 - São Quirino 13 - Aeroporto 19 - Valença 27 - Aurélia 11 - Figueira de março 15 - Campos Elíseos (Tancredão) 22 - Florence 30 - Barão Geraldo 16 - São José 29 - Taquaral 18 - Vista Alegre 34 - Pedro Aquino (Balão) 31 - Anchieta 17 - São Vicente 32 - Sousas 20 - Capivari 35 - Ipaussurama 36 - São Marcos 26 - Faria Lima 33 - Joaquim Egídio 23 - Dic I 42 - Floresta 44 - Sta. Bárbara 28 - Santa Odila 38 - Centro 24 - Dic III 48 - Itajaí 49 - Cássio Raposo do Amaral 39 - Ipê 37 - São Cristóvão 40 - Paranapanema 41 - Itatinga 43 - São Domingos 45 - V. União / CAIC 47 - Carvalho de Moura 46 - Santo Antônio Atenção Básica Equipes PSF Leste 23 Norte 23 SO 34 NO 27 Sul 34 17

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