MEDICAMENTOS DE USO ODONTOLÓGICO CONSIDERADOS PROIBIDOS PELA AGÊNCIA MUNDIAL ANTI-DOPING (WADA)

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1 Recebido: 17/06/2013 Parecer emitido em: 14/07/2013 Artigo original MEDICAMENTOS DE USO ODONTOLÓGICO CONSIDERADOS PROIBIDOS PELA AGÊNCIA MUNDIAL ANTI-DOPING (WADA) Marcos Paulo Timbó Dias Martins 1 ; Tailon de Oliveira Silva 1 ; Fernando André Campos Viana 1 ; José Osmar Vasconcelos Filho 1 ; Anastácia Leite Jucá Ramalho 1 ; Danilo Lopes Ferreira Lima 1. RESUMO O doping no esporte tem merecido atenção especial nos círculos especializados, como na Odontologia e na Medicina Esportiva. Muitos progressos sobre o conhecimento de drogas e suplementos alimentares capazes de potencializar o desempenho dos atletas têm ocorrido nos últimos anos. O presente trabalho teve como objetivo investigar as drogas proibidas pela Agência Mundial Anti-Doping (WADA) e que são de uso odontológico em nível de consultório. Para a coleta dos dados foi realizada uma pesquisa na Lista de Substâncias e Métodos Proibidos de 2012 da WADA, onde foram listadas todas as substâncias consideradas como proibidas. As indicações de cada substância foram pesquisadas e investigadas a possibilidade de utilização em Odontologia. Foram utilizados livros de Farmacologia clínica em Odontologia como suporte para a confirmação das drogas proibidas pela WADA. Foram encontradas as seguintes substâncias de uso odontológico presentes na lista da WADA: Ibuprofeno; Corticosteroides (betametasona, dexametasona, prednisona, hidrocortizona e a cortisona); Insulina; Adrenalina, Efedrina e Norfenefrina. Pode-se concluir que, apesar da existência de poucas substâncias de uso odontológico presentes na lista de medicamentos proibidos da WADA, devemos considerar que o cirurgião-dentista deve estar atento não somente a estas drogas, mas aos procedimentos que devem ser realizados para proteger o atleta que procura seus serviços. Palavras-chave: Doping nos esportes. Odontologia. Catálogos de Medicamentos. DRUGS OF DENTAL USE CONSIDERED PROHIBITED FOR WORLD ANTI-DOPING AGENCY (WADA) ABSTRACT Doping in sport has deserved special attention in the specialized groups in dentistry and in sports medicine. A lot of progress on the knowledge of drugs and dietary supplements that can enhance the performance of athletes have occurred in recent years. The aim of this study was investigate the drugs prohibited by the World Anti-Doping Agency (WADA) and used in the dental practicing. For the data collection was carried out a research on 2012 List of Prohibited Substances and Methods of WADA, where were listed all substances regarded as prohibited. The particulars of each substance were researched and investigated the possibility of using in dentistry. Clinical Pharmacology books were used in dentistry as support for the confirmation of drugs prohibited by WADA. The following substances were found in dental use present in WADA s list: Ibuprofen; Corticosteroid (betamethasone, dexamethasone, prednisone, cortisone and hidrocortizona); Insulin; Epinephrine, ephedrine and norfenefrina. It can be concluded that, despite the existence of few dental use substances present in the list of prohibited drugs of WADA, we must consider that the dentist must be aware not only of these drugs, but the procedures that must be performed to protect the athlete seeking their services. Keywords: Doping in Sports. Dentistry. Catalogs Drug. Coleção Pesquisa em Educação Física - Vol. 12, n. 2, ISSN:

2 INTRODUÇÃO O homem utiliza, há tempos, substâncias para aumento de suas capacidades físicas. (TAVARES, 2002) fala que o uso de substâncias que aumentam o rendimento físico é quase tão antigo quanto o desenvolvimento das atividades físicas organizadas em todo o mundo. Seja nas sociedades simples ou complexas, sempre esteve presente a utilização de alguns artifícios destinados a aumentar as capacidades físicas humanas. Desde o século III a.c, os gregos usavam cogumelos estimulantes para enfrentar as provas esportivas, sendo que muitos atletas romanos utilizavam cafeína, nitroglicerina, álcool, ópio e inclusive estricnina. O estudo dos medicamentos que podem comprometer um atleta está dentro do contexto da Odontologia Esportiva. Substâncias exógenas que podem causar danos à saúde dos atletas, quando usada em altas dosagens, pode levar até à morte, como ocorreu nos Jogos Olímpicos de Roma, em 1960, fazendo suas três primeiras vítimas relatadas e comprovadas por exames antidoping entre eles, Knud Enemark Jensen, um ciclista da Dinamarca de 25 anos, que usou quinze tabletes de anfetamina associados a mais oito tabletes de um vasodilatador coronariano, misturados com uma garrafa de café. Nessa época, os métodos de detecção de dopagem não eram muito desenvolvidos (VITAL et al., 2008). O químico russo Bukowski, que trabalhava no Jóquei Clube da Áustria, em 1910, foi o primeiro a desenvolver um método antidopagem usando a saliva, mas nunca revelou o seu método. Um químico da Universidade de Viena, Sigmundo Frankel desenvolveu, no mesmo ano, um novo método, também trabalhando com saliva. Entre 1940 e 1950, os métodos da cromatografia gasosa e delgada foram criados e foram aperfeiçoados até serem substituídos pela moderna espectrofotometria de massa, que pode determinar, pela urina, a presença e dosagem da maioria das substâncias proibidas (CBCM, 2013). O termo doping tem origem na palavra doop, que significa um sumo viscoso obtido do ópio e utilizado desde o tempo da antiga Grécia. O doping pode ser definido como a utilização de substância sintética ou natural (em quantidade anormal) de maneira artificial que melhora o desempenho do atleta fisicamente e mentalmente, sendo também prejudicial à saúde. Há estimativas de que 60 a 80% dos atletas de nível mundial utilizem algum meio de dopagem em períodos de treinamento. Deve se considerar o fato de que um exame antidoping com resultado negativo durante a competição não significa que o atleta nunca tenha se dopado no período de treinamento (ALMEIDA, 2008; GARCIA JÚNIOR, 2013). Existem diferentes meios de dopagem, sendo mais comuns os hormônios sintéticos e os fármacos (medicamentos). O tipo de competição e a exigência dos músculos definem o hormônio ou fármaco a ser escolhido pelo atleta. Como exemplo, podemos citar a utilização do hormônio eritropoietina (EPO) em competições de corrida e ciclismo de longa duração, já que este aumenta o número de hemácias (células vermelhas) transportadoras de oxigênio no sangue. Outra substância muito usada são os diuréticos pelos lutadores de Mixed Martial Arts (MMA), para perda do peso excessivo (GARCIA JÚNIOR, 2013). O doping no esporte tem merecido atenção especial nos círculos especializados, como na Odontologia e na Medicina Esportiva que têm feito muitos progressos sobre o conhecimento de drogas e suplementos alimentares capazes de potencializar o desempenho. Certamente, os comitês internacionais antidoping como a Agência Mundial Anti-Doping (WADA) e o Comitê Internacional Olímpico (COI) que regulam, testam e oferecem informações específicas para as diversas modalidades esportivas, têm assumido uma responsabilidade especial nos processos de controle do uso de drogas por meio de laboratórios credenciados, mas não são, absolutamente, as únicas entidades que investigam a natureza do doping. De acordo com a WADA será considerado caso de doping qualquer uso de uma das substâncias e métodos proibidos pelo padrão internacional atualizado, desde que não haja justificativa médica comprovada. Anualmente, é divulgada pela WADA uma lista em que todas as explicações são oferecidas, inclusive as que tratam das novas drogas incluídas. Nesse sentido, o cirurgião-dentista deve estar atento às drogas por ele prescritas no sentido de proteger seus pacientes que participam de competições esportivas oficiais. Investigar as drogas proibidas pela WADA e que são de uso odontológico em nível de consultório é o objetivo do presente estudo (WADA-AMA, 2003; COI, 2000). 96 Coleção Pesquisa em Educação Física - Vol. 12, n. 2, ISSN:

3 DESCRIÇÃO METODOLÓGICA Este trabalho caracteriza-se como um estudo descritivo realizado através de uma pesquisa na Lista de Substâncias e Métodos Proibidos de 2012 que, anualmente, é publicada pela Agência Mundial Anti- Doping (WADA) e que informa os medicamentos considerados como proibidos de utilização por parte de atletas. Foram investigados todos os itens e separados aqueles que são de uso da Odontologia. Para a coleta dos dados foi acessada, no site da WADA, a página referente à Lista de Substâncias e Métodos Proibidos de 2012 (http://www.wada-ama.org/documents/world_anti-doping_program/wadp- Prohibited list/2012/wada_prohibited_list_2012_en.pdf). Foram catalogadas todas as substâncias que poderiam, em algum momento do tratamento odontológico, ser prescritas pelo cirurgião-dentista em nível de consultório. Essas substâncias estão divididas por classe da seguinte forma: Agentes anabolizantes; Hormônios peptídios; Fatores de crescimento e substâncias relacionadas; Beta-2 agonistas; Moduladores hormonais e metabólicos; Diuréticos e outros agentes mascarantes; Narcóticos; Canabinoides; Glucocorticosteroides; Álcool e Beta-Bloqueadores. A separação das substâncias deu-se através da participação de profissionais com formação em Farmacologia. Foram utilizados livros de Farmacologia clínica em Odontologia como suporte para a confirmação das drogas proibidas pela WADA e posterior discussão. DESCRIÇÃO DOS RESULTADOS Entre todas essas classes da lista da WADA existe uma pequena parte de medicamentos ou substâncias que os dentistas poderão prescrever ou utilizar nos seus pacientes e que poderão ser acusados no exame anti-doping. Nesse estudo foram relacionados apenas os medicamentos utilizados durante procedimentos em nível de consultório odontológico. As substâncias são as seguintes: 1.Ibuprofeno, Cetoprofeno e Etoricoxib Fármacos anti-inflamatórios não esteroidais, analgésicos e antipiréticos, indicados para o tratamento farmacológico dos processos álgicos e inflamatórios que acometem o aparelho estomatognático, tendo como princípio farmacológico a inibição da expressão das enzimas cicloxigenases (COX 1 e COX 2 ) no processo de degradação do ácido aracdônico. Esses medicamentos são prescritos de forma rotineira na prática odontológica na forma preferencial de apresentação em drágea ou comprimido. Para a produção farmacêutica destes produtos se faz necessário o encapsulamento do principio ativo com o uso de glicerol. Esses medicamentos são acusados no exame anti-doping porque em sua composição leva a substância glicerol que é um agente mascarante proibido pela Agência Mundial Anti-Doping. Com a administração de fármacos contendo glicerol exógeno, este é metabolizado no fígado e promove um aumento dos níveis de glicerol endógeno e sua excreção é percebida nas análises anti-doping. (KOEHLER et al., 2013; WAHAB et al., 2012) 2. Corticosteroides (betametasona, dexametasona, prednisona, hidrocortizona e a cortisona). Essa constitui numa alternativa terapêutica anti-inflamatória, anti-edematosa, imunossupressora, antialérgica e medicação de choque. Dentro do espectro odontológico seu uso é difundido devido sua maior potência e eficácia quando comparado aos fármacos anti-inflamatórios não esteroidais, sendo prescrito quando ocorre, por exemplo, traumas acidentais ou pós-cirúrgicos de média e grande extensão, reações dermatológicas, ulcerações bucais de natureza imunológica, dor de grande intensidade e edema extenso. O mecanismo farmacodinâmico do corticoide é baseado na inibição da enzima fosfolipase A 2 e sua inibição dos ecosanoides relacionados com a origem da dor e inflamação. As propriedades anti-inflamatórias articulares e peri-articulares de glicocorticoides são frequentemente mal utilizadas, a fim de melhorar o desempenho do esporte através da melhora na recuperação após competições, na diminuição da astenia, do efeito estimulante sobre o aparelho osteo-articular. Todos os glicocorticoides são considerados dopantes. Sua prescrição deve ser adaptada às leis em vigor no esporte (GROSSI e GÉNÉREAU, 2013). Coleção Pesquisa em Educação Física - Vol. 12, n. 2, ISSN:

4 3. Insulina A insulina é um medicamento que é administrado com menor frequência, utilizado em situações emergenciais no consultório odontológico e em casos de controle de quadros hiperglicemiantes póscirúrgicos. A administração da insulina promove um efeito hipoglicemiante, pró-glicogênico, anticetogênese e de hipofosfatemia. Diante de uma injeção de insulina, determina-se uma diminuição da glicose do sangue e, por conseguinte, um aumento do glicogênio tecidual e uma menor formação de ácido aceto-acético desencadeando menor risco de cetoacidose, bem como uma diminuição do fósforo inorgânico do sangue. Na prática esportiva o uso da insulina facilita a entrada de glicose nas células em valores maiores do que o necessário para a respiração celular e estimula a formação de glicogênio muscular em altas concentrações, em especial antes dos eventos e na fase de recuperação após os eventos. Através do regime terapêutico contínuo de insulina promove-se um aumento da massa muscular, através do aumento das reservas de glicogênio muscular e pela inibição da degradação de proteínas musculares (SONKSEN, 2001; RAW, 2006). 4. Adrenalina, efedrina e norfenefrina. Comum na Odontologia associada aos anestésicos locais, formulação farmacêutica de escolha no processo de anestesia local para o controle da dor transoperatória, indicado para promover melhor eficácia e segurança terapêutica ao procedimento anestésico, os vasoconstritores pertencem ao grupo das catecolaminas e possuem como exemplar a adrenalina. Consiste num fármaco vasoconstrictor que pode desencadear efeitos colaterais para a ótica odontológica, porém de grande interesse esportivo tais como: aumento da frequência dos batimentos cardíacos (efeito cronotrópico positivo) e do volume de sangue por batimento cardíaco, eleva o nível de açúcar no sangue (hiperglicemiante), minimiza o fluxo sanguíneo nos vasos e no sistema intestinal, enquanto maximiza tal fluxo para os músculos voluntários nas pernas e nos braços e queima gordura contida nas células adiposas. Isto faz com que o corpo esteja preparado para uma reação, como reagir agressivamente ou promover uma fuga. Esta ação da adrenalina dá mais explosão aos atletas em suas competições. Porém, a forma de administração da adrenalina mais realizada pelo cirurgião dentista é permitida. A WADA afirma que quando é feita a administração local de adrenalina (por ex. nasal e oftalmológica) ou quando é realizada associada com anestésicos locais, não é proibida. Já a efedrina só é proibida quando a concentração na urina passar de 10 microgramas por mililitro. Outro caso em que o cirurgião pode administrar a adrenalina, mas que é muito raro acontecer, é quando o paciente sofre um choque anafilático durante o procedimento odontológico, onde se usa a adrenalina de forma subcutânea na intenção de reanimar o mesmo e fazê-lo voltar ao seu estado sistêmico normal. Nesse raro caso, o uso da adrenalina pura é acusado no exame anti-doping. Não foram encontrados na literatura casos publicados em que o cirurgião-dentista tenha prescrito ou feito uso de alguma substância em que o atleta tenha sido flagrado no exame anti-doping. Na grande maioria dos casos estudados, o atleta se automedicava dias antes da competição com substâncias com um potencial analgésico muito forte, diferentes do que seria prescrito por um dentista para aliviar sua dor de dente. Os atletas alegavam que tomavam de forma involuntária, sem saber que no fármaco administrado teria a substância proibida pela WADA. DISCUSSÃO As funções de profissionais de saúde que cuidam de atletas vão desde o atendimento preventivo de doenças, tratamento e recuperação de lesões, constantes reavaliações, cuidados com automedicações (sempre desaconselhadas), até mostrar a importância de uma boa alimentação e valorização de uma boa qualidade de vida. Entre estes profissionais incluem-se médicos, fisioterapeutas, psicólogos, profissionais de Educação Física, nutricionistas e também o cirurgião-dentista. A literatura disponível sobre Odontologia do Esporte ainda é escassa, e basicamente refere-se ao uso de protetores e traumas bucais (RANALLI, 2002; ONYEASO e ADEGBESAN, 2003; FAKHRUDDIN et al., 2007). Somente um livro está disponível na literatura nacional sobre o tema (LIMA, 2012). 98 Coleção Pesquisa em Educação Física - Vol. 12, n. 2, ISSN:

5 A função do cirurgião-dentista em uma equipe esportiva está no conhecimento, prevenção e tratamento das lesões e doenças do sistema estomatognático relacionados com a prática esportiva. Trata-se, portanto, da ação profissional sobre problemas em que saúde bucal podem comprometer o desempenho físico do esportista como: infecções geradas por problemas periodontais, respiração bucal e disfunções temporomandibulares (DTMs), além fraturas dentárias ou faciais decorrentes de impacto gerado em esportes de contato, bem como dilacerações de tecidos moles podem afastar os atletas temporariamente de competições. A prescrição medicamentosa por parte de dentistas pode, também, comprometer um atleta, conforme verificou-se nos resultados do presente estudo (LIMA, 2009). Ranalli (2007) alertou os dentistas sobre a prescrição segura de medicamentos, no entanto, ainda, não há evidências de que tenham investigado o uso de medicamentos em Odontologia que possam ser considerados como substâncias proibidas e que causem doping. Contudo, devidos os traumas dentários e faciais aos quais estão sujeitos os atletas, principalmente, praticantes de esportes de contato, faz-se necessário que o cirurgião-dentista esteja atento aos medicamentos que serão utilizados no tratamento das lesões traumáticas. O paciente com traumatismo facial pode apresentar alterações funcionais importantes na visão, audição, olfação, respiração, mastigação, deglutição e na estética facial. A depender do tipo de prática esportiva poder-se-á ter desde traumas faciais leves, sem a presença de lesões aparentes, até mesmo casos de elevada gravidade e iminentes sequelas. Em termos práticos, as lesões podem variar desde pequenos ferimentos em tecidos moles, que exigirão apenas uma simples sutura labial ou na pele em ambiente ambulatorial, até casos de múltiplas e complexas fraturas cujo tratamento requer alta complexidade hospitalar e participação de equipe multidisciplinar. Raramente os traumas faciais representarão risco de morte e geralmente não requerem tratamento emergencial, apesar da necessidade de avaliação imediata (LIMA, 2012). Os analgésicos e anti-inflamatórios são utilizados em muitos casos onde ocorrem traumas bucofaciais. Dentre as injúrias causadas pela prática esportiva na região da face ocorre marcante predomínio das fraturas zigomáticas. Entre as causas das fraturas destacaram-se cotoveladas, cabeçadas, chutes e choques involuntários. Os traumas ocorreram em atletas de praticamente todas as posições, desde goleiros até atacantes. O tempo médio de recuperação dos atletas foi de 45 dias, conforme informações noticiadas. Ressalte-se que este número reflete apenas os casos de maior gravidade e que acometeram em sua grande maioria atletas de equipes de expressão nacional no contexto futebolístico, não refletindo necessariamente o verdadeiro perfil epidemiológico brasileiro dos casos existentes de fraturas faciais durante a prática do futebol. Casos de menor complexidade, incluindo escoriações leves, pequenos ferimentos e cortes superficiais ou que exigem apenas cuidados locais geralmente não são noticiados, tanto pela rotina com que ocorrem quanto pela não repercussão que causariam junto ao público leigo. Se considerarmos as várias divisões do futebol brasileiro (séries A, B, C e D) e a maciça prática amadora em várzeas, praças públicas, subúrbios, clubes de campo, entre outros locais, podemos esperar um significativo número de casos envolvendo traumatismos na região buco-maxilo-facial. Tais lesões teriam a necessidade de prescrições medicamentosas por parte de um cirurgião-dentista (LIMA, 2012). Em estudo realizado por Rossas e Lima (2012) que levou em consideração a prevalência de lesões bucofaciais em praticantes de artes marciais foram avaliados 60 indivíduos do sexo masculino através de um questionário semiestruturado que continha: modalidade, categoria (amador ou profissional), tempo e frequência semanal de prática do esporte, utilização de protetores bucais, ocorrência de lesões e tipos de lesões (fratura dentária, fratura de ossos da face, laceração de mucosa). Ao serem indagados sobre a ocorrência de lesões bucofaciais, 49(81,7%) reportaram ter sofrido algum dano, enquanto 11(18,3%) nada sofreram. Dos que sofreram algum tipo de lesão, 37(61,7%) tiveram apenas laceração de mucosa, 5(8,3%) tiveram lacerações de mucosa associadas a fraturas dentárias, 4(6,7%) tiveram lacerações de mucosa associadas a fraturas de ossos faciais e 3(5%) sofreram os três tipos de lesões. Com o incremento do número de praticantes de artes marciais no Brasil tudo leva a crer que a prevalência de injúrias bucofaciais também aumentará fazendo com que esse tipo de paciente recorra mais aos serviços odontológicos. Estudos de prevalência de lesões bucofaciais entre praticantes de esportes como Kitesurfe e Futsal também são descritos na literatura demonstrando a necessidade do profissional de Odontologia estar atento ao atendimento de atletas em toda sua complexidade (CAJAZEIRAS et al., 2012; FERNANDES et al., 2013) Coleção Pesquisa em Educação Física - Vol. 12, n. 2, ISSN:

6 A luta anti-doping na sua forma moderna teve início na década de 60. Segundo relatos daquela época, cerca de 30% dos participantes dos eventos esportivos internacionais faziam uso de algum tipo de estimulante químico. Em 1967, o Comitê Olímpico Internacional (COI) condenou a prática do doping, onde apresentou uma lista de substâncias consideradas proibidas e iniciando o controle. O ano de 1968 tanto nos Jogos Olímpicos de Inverno em Grenoble, na França, quanto nos Jogos Olímpicos de Verão, na cidade do México, pode ser considerado o marco do controle de doping no esporte (SILVA e YONAMINE, 2003). O final da década de 1990 foi muito importante para o controle do doping nos esportes, pois em decorrência da elevada prevalência de atletas que utilizaram substâncias ilícitas, em 1998, o Comitê Olímpico Internacional (COI), decidiu organizar um congresso reunindo administradores de esportes, profissionais de saúde, atletas e o público em geral para a discussão do problema. Em 1999 foi criada uma organização mundial independente, a WADA-AMA, que passou a controlar os exames de atletas em competições. Nesta linha de raciocínio, a Odontologia tem relevante importância na prevenção do doping, já que é necessário que o atleta sob tratamento seja diferenciado em relação à prescrição de medicamentos. Dentistas estão em posição privilegiada para questionar a seus pacientes/ atletas sobre o uso de alguma substância, fazendo este questionamento de forma direta e com questões pertinentes. A literatura mostra a importância destes profissionais, como prestadores de serviços de saúde, estarem preparados para enfrentar os desafios que cercam o tratamento de atletas (RANALLI, 2007). Dentre as substâncias reguladas pelas normas internacionais de controle de doping, algumas são de uso rotineiro no consultório odontológico tais como os corticosteroides, utilizados para controle da inflamação e da dor em tratamentos odontológicos como cirurgias orais e tratamentos endodônticos. A administração de substâncias proibidas para atletas com uma indiscutível necessidade clínica já é possível, desde que obedeça a um regulamento restrito (CATLIN, FITCH e LJUNGQVIST, 2008). No caso do cirurgião-dentista prescrever algumas das substâncias proibidas, deverá preencher o IUT, disponível para download no link Pesquisa e Estudo do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), para que as entidades esportivas possam analisar a influência da medicação no desempenho do atleta. Se a medicação que o atleta deve tomar para tratar uma doença está na lista de produtos ou métodos proibidos pela WADA, uma Isenção de Uso Terapêutico (IUT) pode dar a este atleta a autorização para usar o medicamento necessário. Seguindo essa linha de preocupação com os problemas relacionados com a dopagem, a cada ano o COB publica uma cartilha no sentido de esclarecer aos atletas sobre as substâncias e medicamentos proibidos, divulgando em seu site, distribuindo para as Confederações e solicitando que estas encaminhem aos atletas brasileiros. Além disso, o COB promove ações educativas durante as duas etapas das Olimpíadas Escolares. Essas atitudes da entidade servem de alerta para todos aqueles que fazer o esporte no país (COB, 2013). As preocupações do cirurgião-dentista no tratamento de um atleta incluem a escolha segura das medicações prescritas permitindo, desta forma, que durante um exame anti-doping o atleta não seja penalizado em função da prescrição incorreta ou do protocolo inadequado relacionado à Isenção de Uso Terapêutico (IUT) preconizada pela WADA para ser utilizada por profissionais de saúde. Em uma publicação no Jornal da APCD (Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas), um atleta brasileiro não pôde competir em uma Olimpíada por ter feito um tratamento dentário em que foi prescrito um medicamento (não descrito) cuja metabolização tardia, acusou resultado positivo no exame anti-doping. O atleta foi desclassificado das competições por não possuir comprovação da prescrição, explicitando desta forma a importância do conhecimento do cirurgião-dentista e do treinador sobre a prescrição medicamentosa segura aos atletas, o respeito ao protocolo exigido, além do calendário esportivo de seu paciente/atleta (MELLO e FLÓRIO, 2010). CONCLUSÃO Apesar da existência de poucas substâncias de uso odontológico presentes na lista de medicamentos proibidos da WADA, devemos considerar que o cirurgião-dentista deve estar atento não somente a estas drogas, mas aos procedimentos que devem ser realizados para proteger o atleta que procura seus serviços. 100 Coleção Pesquisa em Educação Física - Vol. 12, n. 2, ISSN:

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