Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download ""

Transcrição

1

2 OBJETIVOS Conduta no nódulo tireoideano. Conduta no câncer de tireóide.

3 USG suspeito: Nódulo irregular Microcalcificações Vasc. central Forte suspeita de câncer Nódulo tireóide História, exame físico, TSH, T4L, Ac. Anti- Tg, Ac. Anti-peroxidase, USG com doppler TSH normal ou Avaliação Clínica e USG TSH Cintilografia Nódulo >1 cm ou 1 cm suspeito Nódulo Morno ou frio Nódulo funcionante Cirurgia PAAF guiado por USG Cirurgia Benigna USG a cada 6 meses Aumento nódulo >20% Maligno/suspei to para carcinoma Cirurgia Neoplasia folicular / Hürthle / hipercelular e nódulo 2cm Não diagnóstica Repetir PAAF guiado por US Não diagnóstica PAAF Cirurgia Acompanhamento rigoroso / cirurgia

4 Classificação de Bethesda para o diagnóstico citológico da tireóide Categoria Diagnóstica Risco de Malignidade (%) Não-diagnóstica/insatisfatória 1 4 Benigna 0 3 Atipia ou lesão folicular de significado indeterminado 5 15 Neoplasia folicular ou suspeita de neoplasia folicular Suspeita de malignidade Maligna 97 99

5 INDICADORES CLÍNICOS SUGESTIVOS DE MALIGNIDADE Forte suspeita Suspeita moderada Crescimento rápido Nódulo endurecido Fixação às estruturas adjacentes História familiar de câncer da tireóide Paralisia de corda vocal ipsilateral ao nódulo Linfadenopatia regional ipsilateral ao nódulo Sintomas de invasão nas estruturas do pescoço História familiar de Ca Medular ou NEM História de irradiação de cabeça e/ou pescoço ou irradiação total para transplante MO Idade <15 anos ou >60 anos Sexo masculino Nódulo >4 cm Exposição à radiação ionizante Critérios Ultrassonográficos Hipervascularização central Microcalcificação Bordas irregulares Nódulo hipoecóico Cisto com vegetação interna

6 INDICAÇÕES DE TIREOIDECTOMIA Suspeita de malignidade Nódulo > 2,0 cm Bócio Mergulhante Sinais e sintomas compressivos Estética

7 GRUPOS DE RISCO BASEADOS NOS FATORES PROGNÓSTICOS DO CARCINOMA DIFERENCIADO DA TIREÓIDE TIREÓIDE Muito Baixo Risco Baixo Risco Idade (anos) <45 >45 Metástases à distância M0 M0 M+ Metástase linfonodal N0 N0 N1 Extensão extra-capsular Não Não Sim Histologia / grau Papilífero clássico Papilífero Alto Risco Tumor Microcarcinoma <4 cm 4 cm Folicular e/ou alto grau Sobrevivência 20 anos (%)

8 CONDUTA NO NÓDULO TIREOIDEANO SEGUNDO A CITOLOGIA Benigna Ca Papilífero Rx tórax PAAF Ca Medular Laringoscopia Cirurgia Indiferenciado CT se necessário Suspeita Nódulo >ou igual a 2 cm Neoplasia folicular Neoplasia de células de Hürthle Nódulo hipercelular Nódulo < 1 cm Observar ou Auxílio Imunocitoquímica

9 CONDUTA INTRA-OPERAT OPERATÓRIA RIA NO BÓCIO NODULAR PAAF=Bócio ou Padrão Folicular Lobectomia + Istmectomia Congelaçã o Maligno Benigno Tireoidectomia Total + Exploração recorrencial Bócio Multinodular / Nódulo contralateral presente Sim Não Tireoidectomia total Observação USG anual

10 CONDUTA NO CARCINOMA PAPILÍFERO Pescoço N- T. Total + Exploração Recorrencial Ca Papilífero Unilateral T. Total + EC II, III, IV,V ipsilateral + recorrenciais Pescoço N+ Bilateral T. Total + EC II, III, IV,V bilateral + recorrenciais

11 CONDUTA NO CARCINOMA FOLICULAR Pescoço N- T. Total + Exploração recorrencial Ca Folicular Ca Céls. Hürthle Unilateral T. Total + EC II, III, IV,V ipsilateral + recorrenciais Pescoço N+ Bilateral T. Total + EC II, III, IV,V bilateral + recorrenciais

12 CONDUTA NO CARCINOMA MEDULAR Tu < 1 cm Pescoço N- T. Total + EC VI e mediastinal Ca Medular Calcitonina CEA Cálcio sérico Pesquisa Feocromocitoma Tu 1 cm Pescoço N+ Unilateral Bilateral T. Total + EC II,III,IV,V ipsilateral + EC II, III, IV contralateral + VI e mediastinal T. Total + EC II,III,IV,V bilateral + Nível VI + mediastinal Pesquisa RET Pescoço N- T. Total + EC II,III,IV Bilateral + VI + mediastinal Obs: Avaliar no intra-operatório as 4 paratireóides.

13 CONDUTA NO CARCINOMA INDIFERENCIADO Ressecável T. Total + Ressecção seletiva das cadeias linfonodais acometidas + Traqueostomia Indiferenciado Rxt + QT CT pescoço Laringoscopia EDA Irressecável Biópsia + Traqueostomia

14 AVALIAÇÃO PÓS OPERATÓRIA CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Sem doença residual macroscópica 3 meses de PO: PCI e Tg com TSH, TSH, T4L, Ac anti-tg Tg indetectável PCI - PCI + Tg > 2 ng/ml PCI - Seguimento Meta distância Captação Cervical >1% Discutir Dose terapêutica I 131 Dose terapêutica I 131 A Dose terapêutica com I 131 deve ser feita em todos os doentes de ALTO RISCO, SEM EXCEÇÕES

15 AVALIAÇÃO PÓS OPERATÓRIA CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Com doença residual macroscópica irressecável 4-6 semanas de PO: PCI e Tg com TSH, TSH, T4L Ac anti-tg PCI sem captação RXT PCI + Dose terapêutica I 131 Discutir RXT

16 SEGUIMENTO CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Exame físico a cada 6 meses durante 2 primeiros anos, depois anualmente se livre de doença TSH, Tg e anti-tg aos 6 e 12 meses, depois anualmente se livre de doença USG cervical a cada 6 a 12 meses Dose supressiva de Levotiroxina (T4) TSH 0,1 PCI se houver elevação Tg Dosagem de Tg, Ac atg e PCI com estimulo de Thyrogen ou TSH endógeno no quarto ano de pós-op Recidiva local Tg > 10 ng/dl PCI - Doença Metastática Cirurgia e/ou Radioiodo, se houver captação RXT Discutir Dose terapêutica I 131 / PET Discutir tratamento conforme localização da doença

17 SEGUIMENTO CARCINOMA MEDULAR Calcitonina CEA 3 meses PO Positiva Negativa Pesquisa Imagem: CT, RNM, SPECT c/ DMSA Calcitonina + Imagem + ou doença sintomática Doença persistente/recidiva (VIDE PRÓXIMO SLIDE) Calcitonina e CEA anual USG anual Se NEM 2A e 2B, pesquisa anual para Feocromocitoma e hiperparatireoidismo (NEM 2A)

18 CARCINOMA MEDULAR DOENÇA PERSISTENTE/RECIDIVA Locorregional Ressecção ou RXT, se irressecável Sintomático Metástase à distância Ressecção paliativa RXT Doença Disseminada Sintomático RXT ou Bifosfonados se meta óssea Assintomático Observação ou Metástase à distância Ressecção, se possível

19 RADIOTERAPIA Indicações Carcinoma indiferenciado/anaplásico Carcinoma medular com extensa doença linfonodal e mediastinal Carcinoma medular com doença residual irressecável Carcinoma bem diferenciado com tumor residual irressecável Carcinoma pouco diferenciado invadindo o compartimento central Casos selecionados com metástases, como osso e cérebro

20 QUIMIOTERAPIA Indicações Nenhum tratamento quimioterápico tem tido bom resultado Alternativas em tu irressecáveis/sintomáticos Linfoma: CHOP Indiferenciado: Doxorrubicina/cisplatina Medular: Dacarbazina

21 ESTADIAMENTO CARCINOMA DA TIREÓIDE (TNM/AJCC, 2010, 7 a EDIÇÃO) T - Tumor Primário: TX Tumor primário não pode ser avaliado T1a Tumor 1cm em sua maior dimensão, limitado à tireóide T1b Tumor >1cm, até 2cm em sua maior dimensão, limitado à tireóide T2 Tumor > 2 cm, até 4 cm em sua maior dimensão, limitado à tireóide T3 Tumor > 4 cm em sua maior dimensão, limitado à tireóide, ou qualquer tumor com extensão extratireoideana mínima (extensão para m. esternotireóideo ou partes moles peritireóide) T4a Tumor de qualquer dimensão, estendendo-se além da cápsula da tireóide para tecido subcutâneo, laringe, traquéia, esôfago ou nervo laríngeo recorrente T4b Tumor que invade fáscia pré-vertebral ou engloba artéria carótida ou vasos mediastinais

22 ESTADIAMENTO CARCINOMA DA TIREÓIDE (TNM/AJCC, 2010, 7 a EDIÇÃO) Todos os carcinomas anaplásicos são considerados tumores T4: T4a Carcinoma indiferenciado intra-tireoideano T4b Carcinoma indiferenciado extra-tireoideano

23 ESTADIAMENTO CARCINOMA DA TIREÓIDE (TNM/AJCC, 2010, 7 a EDIÇÃO) N Linfonodos Regionais: Os linfonodos regionais são do compartimento central, cervicais laterais e mediastinais superiores NX Linfonodos regionais não podem ser avaliados N0 Ausência de metástase em linfonodos regionais N1 Metástase em linfonodos regionais: N1a Metástase no nível VI (linfonodo pré-traqueal, para-traqueal e pré-laríngeo/delfiniano) N1b Metástase em linfonodos unilaterais, bilaterais ou contralaterais, ou mediastinais superiores (nível VII)

24 ESTADIAMENTO CARCINOMA DA TIREÓIDE (TNM/AJCC, 2010, 7 a EDIÇÃO) M Metástase à distância: M0 Ausência de metástase à distância M1 Metástase à distância

25 ESTADIAMENTO CARCINOMA DA TIREÓIDE (TNM/AJCC, 2010, 7 a EDIÇÃO) Papilífero / Folicular (abaixo dos 45 anos) Estágio I qq T qq N M0 Estágio II qq T qq N M1

26 ESTADIAMENTO CARCINOMA DA TIREÓIDE (TNM/AJCC, 2010, 7 a EDIÇÃO) Papilífero / Folicular (com 45 anos ou mais) Estágio I T1 N0 M0 Estágio II T2 N0 M0 Estágio III T3 N0 M0 T1 N1a M0 T2 N1a M0 T3 N1a M0 Estágio IVA T4a N0 M0 T4a N1a M0 T1 N1a M0 T2 N1b M0 T3 N1b M0 T4a N1b M0 Estágio IVB T4b qq N M0 Estágio IVC qq T qq N M1

27 ESTADIAMENTO CARCINOMA DA TIREÓIDE (TNM/AJCC, 2010, 7 a EDIÇÃO) Carcinoma Medular (qualquer idade): Estágio I T1 N0 M0 Estágio II T2 N0 M0 T3 N0 M0 Estágio III T1 N1a M0 T2 N1a M0 T3 N1a M0 Estágio IVA T4a N0 M0 T4a N1a M0 T1 N1b M0 T2 N1b M0 T3 N1b M0 T4a N1b M0 Estágio IVB T4b qq N M0 Estágio IVC qq T qq N M1

28 ESTADIAMENTO CARCINOMA DA TIREÓIDE (TNM/AJCC, 2010, 7 a EDIÇÃO) Carcinoma Anaplásico: Todos os carcinomas anaplásicos são considerados Estágio IV. Estágio IVA T4a qq N M0 Estágio IVB T4b qq N M0 Estágio IVC qq T qq N M1

29 BÓCIO TÓXICO TIREÓIDE

30 CONDUTA NO BÓCIO TÓXICO Bócio Tóxico Difuso Tóxico Multinodular Tóxico Uninodular Tóxico Tratamento clínico por 1 ano Ver indicações cirúrgicas rgicas após compensação clínica Idoso Alto risco cirúrgico rgico Idoso Alto risco cirúrgico rgico Remissão Não remissão Seguimento Bócio grande grande Maior que 60 g e/ou Oftalmopatia severa Bócio pequeno pequeno Menor que 50 g Sim Não Sim Não Tireoidectomia Total Radioiodo Radioiodo TT Radioiodo Tireoidectomia

31 INDICAÇÕES DE TIREOIDECTOMIA NA DOENÇA DE GRAVES Nódulo suspeito de malignidade; Grávidas com falha do controle medicamentoso; Desejo de engravidar nos próximos 6-12 meses; Sintomas compressivos;

32 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1) NCCN Clinical Practice Guidelines in Oncology Thyroid Carcinoma V ) AJCC Cancer Staging Manual 7ª edition. Springer-Verlag, New York, NY ) Recommendations of the latinamerican thyroid society on diagnosis and management of differentiated thyroid cancer, ) Revised American Thyroid Association Management Guidelines for Patients with Thyroid Nodules and Differentiated Thyroid Cancer. Thyroid 19(11), ) Nódulos de Tireóide e Câncer Diferenciado de Tireóide: Consenso Brasileiro. Arq Bras Endocrinol Metab 51(5): , ) European consensus for the management of patients with differentiated thyroid carcinoma of the follicular epithelium. European Journal of Endocrinology , 2006.

33 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 7) Câncer Diferenciado da Tireóide: Fatores Prognósticos. Projeto diretrizes. AMB/CFM, ) Câncer Diferenciado da Tireóide: Fatores de Risco e Diagnóstico. Projeto diretrizes. AMB/CFM, ) Publicações de revisão da literatura e revisão sistemática. 10) Cibas ES, Ali SZ. The Bethesda system for reporting thyroid cytopathology. Thyroid 19(11): , ) Shaha AR. Controversies in the management of thyroid nodule. Laryngoscope 110: , ) Stalberg P, Svensson A, Hessman O, Akerstrom G, Hellman P. Surgical treatment of Graves disease: evidence-based approach. World J Surg 32(7): , 2008.

34 DISCIPLINA DE CIRURGIA DE CABEÇA E PESCOÇO Site: TIREÓIDE

Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo Departamento de Cirurgia Disciplina de Cirurgia de Cabeça e Pescoço

Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo Departamento de Cirurgia Disciplina de Cirurgia de Cabeça e Pescoço Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo Departamento de Cirurgia Disciplina de Cirurgia de Cabeça e Pescoço D I R E T R I Z E S 2 0 07 Antonio Jose Gonçalves A Disciplina de Cirurgia de

Leia mais

HUCFF-UFRJUFRJ ANM/2010

HUCFF-UFRJUFRJ ANM/2010 CÂNCER DA TIREÓIDE - DIAGNÓSTICO - Silvio Henriques da Cunha Neto HUCFF-UFRJUFRJ ANM/2010 CÂNCER DE TIREÓIDE Incidências Nódulo palpável (> 50 anos): 5% Nódulo em US/necropsia: 50% Câncer em nódulos:

Leia mais

Residente Anike Brilhante Serviço de Cirurgia Geral Hospital Federal Cardoso Fontes Chefe do Serviço: Antônio Marcílio

Residente Anike Brilhante Serviço de Cirurgia Geral Hospital Federal Cardoso Fontes Chefe do Serviço: Antônio Marcílio Residente Anike Brilhante Serviço de Cirurgia Geral Hospital Federal Cardoso Fontes Chefe do Serviço: Antônio Marcílio Nódulo: - Pcp manifestação clínica das dçs da tireóide - 5% das mulheres e 1% dos

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ FACULDADE DE MEDICINA DISCIPLINA DE CIRURGIA DE CABEÇA E PESCOÇO. Câncer da Tireóide. Dr. Pedro Collares Maia Filho

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ FACULDADE DE MEDICINA DISCIPLINA DE CIRURGIA DE CABEÇA E PESCOÇO. Câncer da Tireóide. Dr. Pedro Collares Maia Filho UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ FACULDADE DE MEDICINA DISCIPLINA DE CIRURGIA DE CABEÇA E PESCOÇO Câncer da Tireóide Maia Filho Revisão da Anatomia REVISÃO ANATOMIA REVISÃO ANATOMIA REVISÃO ANATOMIA REVISÃO

Leia mais

NÓDULOS E CÂNCER DE TIREÓIDE

NÓDULOS E CÂNCER DE TIREÓIDE NÓDULOS E CÂNCER DE TIREÓIDE PROF.DR. PAULO HOCHMÜLLER FOGAÇA FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE PASSO FUNDO-RS Patologia cirurgica da tiroide localização NÓDULOS DE TIREÓIDE Prevalência clinicamente

Leia mais

Classificação dos Sítios Anatômicos (Revisão AJC-UICC 2002)

Classificação dos Sítios Anatômicos (Revisão AJC-UICC 2002) Classificação dos Sítios Anatômicos (Revisão AJC-UICC 2002) 1. Supraglote a. Epiglote suprahióidea (inclui ponta da epiglote, superfícies lingual e laríngea) b. Prega ariepiglótica, face laríngea c. Aritenóide

Leia mais

PELE - MELANOMA PREVENÇÃO

PELE - MELANOMA PREVENÇÃO PREVENÇÃO Use sempre um filtro solar com fator de proteção solar (FPS) igual ou superior a 15, aplicando-o generosamente pelo menos 20 minutos antes de se expor ao sol e sempre reaplicando-o após mergulhar

Leia mais

Protocolo para Tratamento de Carcinoma Diferenciado de Tireoide

Protocolo para Tratamento de Carcinoma Diferenciado de Tireoide Protocolo para Tratamento de Carcinoma Diferenciado de Tireoide Serviços de Endocrinologia e Medicina Nuclear do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco Apresentadora: Maíra Melo da

Leia mais

LABORATORIAL / EXAMES COMPLEMENTARES: A)

LABORATORIAL / EXAMES COMPLEMENTARES: A) PROTOCOLO DE NÓDULO TIREOIDIANO (NO ADULTO) METODOLOGIA DE BUSCA DA LITERATURA: Base de dados Medline/Pubmed utilizando-se a estratégia de busca com os termos thyroid nodules e restringindo-se para estudos

Leia mais

Gaudencio Barbosa R3 CCP Hospital Universitário Walter Cantídio UFC Serviço de Cirurgia de Cabeça e Pescoço

Gaudencio Barbosa R3 CCP Hospital Universitário Walter Cantídio UFC Serviço de Cirurgia de Cabeça e Pescoço Gaudencio Barbosa R3 CCP Hospital Universitário Walter Cantídio UFC Serviço de Cirurgia de Cabeça e Pescoço Nódulos tiroideanos são comuns afetam 4- a 10% da população (EUA) Pesquisas de autópsias: 37

Leia mais

Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo Departamento de Cirurgia Disciplina de Cirurgia de Cabeça e Pescoço

Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo Departamento de Cirurgia Disciplina de Cirurgia de Cabeça e Pescoço Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo Departamento de Cirurgia Disciplina de Cirurgia de Cabeça e Pescoço D I R E T R I Z E S 2 0 07 Antonio Jose Gonçalves A Disciplina de Cirurgia de

Leia mais

AGLÂNDULA TIREOIDE SE LOCALIZA NA REGIÃO IN-

AGLÂNDULA TIREOIDE SE LOCALIZA NA REGIÃO IN- mulheres, ficando como o quinto tipo de câncer mais frequente na população feminina americana. No Brasil, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), a incidência dessa neoplasia foi estimada em 10,6

Leia mais

Apresentador: Dr. Saul Oliveira e Costa Coordenador: Dr. Gustavo Caldas

Apresentador: Dr. Saul Oliveira e Costa Coordenador: Dr. Gustavo Caldas Apresentador: Dr. Saul Oliveira e Costa Coordenador: Dr. Gustavo Caldas Câncer Anaplásico de Tireóide INTRODUÇÃO Prognóstico => 6 meses após diagnóstico 1,7% dos cânceres da tireóide Incidência caindo:

Leia mais

Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo Departamento de Cirurgia Disciplina de Cirurgia de Cabeça e Pescoço

Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo Departamento de Cirurgia Disciplina de Cirurgia de Cabeça e Pescoço Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo Departamento de Cirurgia Disciplina de Cirurgia de Cabeça e Pescoço D I R E T R I Z E S 2 0 07 Antonio Jose Gonçalves A Disciplina de Cirurgia de

Leia mais

Agenda. Nódulo da Tireóide. Medicina Nuclear. Medicina Nuclear em Cardiologia 17/10/2011

Agenda. Nódulo da Tireóide. Medicina Nuclear. Medicina Nuclear em Cardiologia 17/10/2011 Agenda Medicina Nuclear Endocrinologia Walmor Cardoso Godoi, M.Sc. http://www.walmorgodoi.com O objetivo desta aula é abordar a Medicina nuclear em endocrinologia (notadamente aplicações Câncer de Tireóide).

Leia mais

DISCIPLINA DE ENDOCRINOLOGIA HOSPITAL UNIVERSITÁRIO

DISCIPLINA DE ENDOCRINOLOGIA HOSPITAL UNIVERSITÁRIO UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE CLÍNICA MÉDICA DISCIPLINA DE ENDOCRINOLOGIA HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROTOCOLO TRATAMENTO E ACOMPANHAMENTO DO CÂNCER DIFERENCIADO

Leia mais

Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo Departamento de Cirurgia Disciplina de Cirurgia de Cabeça e Pescoço

Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo Departamento de Cirurgia Disciplina de Cirurgia de Cabeça e Pescoço Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo Departamento de Cirurgia Disciplina de Cirurgia de Cabeça e Pescoço D I R E T R I Z E S 2 0 07 Antonio Jose Gonçalves A Disciplina de Cirurgia de

Leia mais

Doenças da Tireóide. Prof. Fernando Ramos

Doenças da Tireóide. Prof. Fernando Ramos Doenças da Tireóide Prof. Fernando Ramos Introdução A tireóide é uma glândula localiza na porção anterior do pescoço e responde pela produção de hormônios como Triiodotironina (T3) e Tiroxina (T4) que

Leia mais

Carcinoma de tireóide ide na infância

Carcinoma de tireóide ide na infância Carcinoma de tireóide ide na infância Dra. Rossana Corbo INCa/UFRJ 2006 Incidência: 5 casos/milhão /ano EUA (1973 1977) crianças as com idade inferior a 20 anos Apresentação clinica: predomínio em meninas

Leia mais

Imagem da Semana: Radiografia, Tomografia computadorizada

Imagem da Semana: Radiografia, Tomografia computadorizada Imagem da Semana: Radiografia, Tomografia computadorizada Figura 1: Radiografia de tórax em incidência póstero anterior Figura 2: Tomografia computadorizada de tórax com contraste em corte coronal e sagital

Leia mais

CÂNCER DE CAVIDADE ORAL

CÂNCER DE CAVIDADE ORAL T1 e T2 (andar inferior) Ressecção tumor primário com sutura primária, enxerto ou retalho** N0 N1, N2a-b e N3 N2c EC seletivo I, II, III (SOH) EC radical*** EC radical bilateral*** ipsilateral ou bilateral

Leia mais

Tireóide. Prof. Thais Almeida

Tireóide. Prof. Thais Almeida Tireóide Prof. Thais Almeida Anatomia Localização: região cervical, anterior à laringe 2 lobos + istmo Histologia Folículos tireoidianos: células foliculares; material colóide (tireoglobulina). Septos

Leia mais

Elaboração Final: Participantes:

Elaboração Final: Participantes: Autoria: Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabolismo Sociedade Brasileira de Patologia Sociedade Brasileira de Cancerologia Colégio Brasileiro

Leia mais

ESTUDO DO CARCINOMA FOLICULAR DA TIREÓIDE: ANÁLISE COMPARATIVA COM CARCINOMA PAPILÍFERO. Heloisa Marques Moreira Nobrega

ESTUDO DO CARCINOMA FOLICULAR DA TIREÓIDE: ANÁLISE COMPARATIVA COM CARCINOMA PAPILÍFERO. Heloisa Marques Moreira Nobrega ESTUDO DO CARCINOMA FOLICULAR DA TIREÓIDE: ANÁLISE COMPARATIVA COM CARCINOMA PAPILÍFERO Heloisa Marques Moreira Nobrega Dissertação de Mestrado submetida ao Programa de Pós-Graduação em Medicina (Endocrinologia),

Leia mais

Diretrizes ANS para realização do PET Scan / PET CT. Segundo diretrizes ANS

Diretrizes ANS para realização do PET Scan / PET CT. Segundo diretrizes ANS Diretrizes ANS para realização do PET Scan / PET CT Segundo diretrizes ANS Referencia Bibliográfica: Site ANS: http://www.ans.gov.br/images/stories/a_ans/transparencia_institucional/consulta_despachos_poder_judiciari

Leia mais

Eduardo Silveira Dantas Liga de Cirurgia de Cabeça e Pescoço

Eduardo Silveira Dantas Liga de Cirurgia de Cabeça e Pescoço Universidade Federal do Ceará Faculdade de Medicina Liga de Cirurgia de Cabeça e Pescoço Eduardo Silveira Dantas Liga de Cirurgia de Cabeça e Pescoço ASPECTOS GERAIS» São divididos em três tipos principais:

Leia mais

Revised American Thyroid Association Management Guidelines for Patients with Thyroid Nodules and Differentiated Thyroid Cancer.

Revised American Thyroid Association Management Guidelines for Patients with Thyroid Nodules and Differentiated Thyroid Cancer. Conduta no NT Resultado citológico diagnóstico ou suspeito de CTP cirurgia é recomendada. (A) Nódulos parcialmente císticos com aspirados repetidamente não diagnósticos observação rigorosa ou cirurgia

Leia mais

Quais são as ferramentas de estadiamento do câncer de cabeça e pescoço localmente avançado?

Quais são as ferramentas de estadiamento do câncer de cabeça e pescoço localmente avançado? Quais são as ferramentas de estadiamento do câncer de cabeça e pescoço localmente avançado? Sílvia Marçal Benício de Mello Med Imagem Hospitais São José e São Joaquim Beneficência Portuguesa de São Paulo

Leia mais

Discussão de Casos Clínicos Doença Localizada e Localmente Avançada Riad N. Younes William N. William Jr

Discussão de Casos Clínicos Doença Localizada e Localmente Avançada Riad N. Younes William N. William Jr Discussão de Casos Clínicos Doença Localizada e Localmente Avançada Riad N. Younes William N. William Jr Caso 1 Paciente fumante crônico, 61 anos, bom estado geral. Diagnosticado tumor de LSD de 3,7 cm,

Leia mais

O sistema TNM para a classificação dos tumores malignos foi desenvolvido por Pierre Denoix, na França, entre 1943 e 1952.

O sistema TNM para a classificação dos tumores malignos foi desenvolvido por Pierre Denoix, na França, entre 1943 e 1952. 1 SPCC - Hospital São Marcos Clínica de Ginecologia e Mastologia UICC União Internacional Contra o Câncer - TNM 6ª edição ESTADIAMENTO DOS TUMORES DE MAMA HISTÓRIA DO TNM O sistema TNM para a classificação

Leia mais

CAPÍTULO 2 CÂNCER DE MAMA: AVALIAÇÃO INICIAL E ACOMPANHAMENTO. Ana Flavia Damasceno Luiz Gonzaga Porto. Introdução

CAPÍTULO 2 CÂNCER DE MAMA: AVALIAÇÃO INICIAL E ACOMPANHAMENTO. Ana Flavia Damasceno Luiz Gonzaga Porto. Introdução CAPÍTULO 2 CÂNCER DE MAMA: AVALIAÇÃO INICIAL E ACOMPANHAMENTO Ana Flavia Damasceno Luiz Gonzaga Porto Introdução É realizada a avaliação de um grupo de pacientes com relação a sua doença. E através dele

Leia mais

Grand Round: Conduta no Carcinoma Invasivo de Tireoide. Orientadora: Dra Marlene Corrêa Pinto. R3 Eliza Mendes de Araújo

Grand Round: Conduta no Carcinoma Invasivo de Tireoide. Orientadora: Dra Marlene Corrêa Pinto. R3 Eliza Mendes de Araújo Grand Round: Conduta no Carcinoma Invasivo de Tireoide Orientadora: Dra Marlene Corrêa Pinto R3 Eliza Mendes de Araújo Introdução O carcinoma invasivo de tireoide engloba qualquer tecido maligno que se

Leia mais

3º Imagem da Semana: Ultrassonografia da Tireoide

3º Imagem da Semana: Ultrassonografia da Tireoide 3º Imagem da Semana: Ultrassonografia da Tireoide Paciente 23 anos, sexo feminino, compareceu ao endocrinologista devido a histórico familiar de tireoidite Hashimoto. Ao exame físico, palpou-se um nódulo

Leia mais

ESTADIAMENTO. 1. Histórico

ESTADIAMENTO. 1. Histórico Curso de Especialização em Atenção Básica em Saúde da Família 68 ESTADIAMENTO O estadiamento tem como objetivo agrupar pacientes segundo a extensão anatômica da doença. Essa normatização tem grande valia

Leia mais

CARCINOMA MEDULAR DE TIREÓIDE. Humberto Brito R3 CCP

CARCINOMA MEDULAR DE TIREÓIDE. Humberto Brito R3 CCP CARCINOMA MEDULAR DE TIREÓIDE Humberto Brito R3 CCP INTRODUÇÃO Primeira descrição Stoffell em 1910 (forma amilóide de tumor da tireóide) 1 Reconhecido como entidade distinta por Hazard et cols., 1959 2

Leia mais

Universidade Federal do Ceará Faculdade de Medicina Liga de Cirurgia de Cabeça e Pescoço. Jônatas Catunda de Freitas

Universidade Federal do Ceará Faculdade de Medicina Liga de Cirurgia de Cabeça e Pescoço. Jônatas Catunda de Freitas Universidade Federal do Ceará Faculdade de Medicina Liga de Cirurgia de Cabeça e Pescoço Jônatas Catunda de Freitas É a neoplasia mais freqüente da cabeça e pescoço 90% dos casos é por Carcinoma epidermóide

Leia mais

Elaboração Final: Participantes:

Elaboração Final: Participantes: Autoria: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabolismo Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço Sociedade Brasileira de Patologia Sociedade Brasileira de Cancerologia Colégio Brasileiro

Leia mais

Câncer da Tireóide. Thyroid cancer EXAMES DE AVALIAÇÃO

Câncer da Tireóide. Thyroid cancer EXAMES DE AVALIAÇÃO CONDUTAS DO INCA/MS / INCA/MS PROCEDURES Câncer da Tireóide Thyroid cancer INTRODUÇÃO O câncer da glândula tireóide é a neoplasia maligna mais comum do sistema endócrino, afetando mais freqüentemente as

Leia mais

Parte II: Sumário narrativo das diretrizes práticas da NCCN PET e PET/CT

Parte II: Sumário narrativo das diretrizes práticas da NCCN PET e PET/CT Parte II: Sumário narrativo das diretrizes práticas da NCCN PET e PET/CT As diretrizes da NCCN foram revisadas em 03/02/2011 para utilização de PET e PET/CT (disponível em: http://www.nccn.org/professionals/physician_

Leia mais

Módulo: Câncer de Rim Localizado

Módulo: Câncer de Rim Localizado Módulo: Câncer de Rim Localizado Caso 1 CAL, 56 anos, masculino Paciente médico, obeso (IMC = 41; peso 120 kg) Antecedentes clínicos: nefrolitíase Antecedentes cirúrgicos: Laparotomia mediana por divertículo

Leia mais

CARCINOMA ANAPLÁSICO DE TIREÓIDE. Humberto Brito R3 CCP

CARCINOMA ANAPLÁSICO DE TIREÓIDE. Humberto Brito R3 CCP CARCINOMA ANAPLÁSICO DE TIREÓIDE Humberto Brito R3 CCP INTRODUÇÃO Origem 1 Incidência 1-2/1.000.000 hab./ano 1 Relação F/M: 1,3-1,5/1 2 Faixa etária: 6ª e 7ª décadas 1 Sobrevida média de 6 meses 1 Não

Leia mais

RESUMO TÍTULO AUTORES. Nódulo tiroideu em adolescente

RESUMO TÍTULO AUTORES. Nódulo tiroideu em adolescente TÍTULO Nódulo tiroideu em adolescente AUTORES Filipa Almeida 1, Cláudia Melo 1, Susana Lopes 1, Filipe Oliveira 1, Ana Maia Ferreira 2, Sónia Carvalho 1 1- Serviço de Pediatria do Centro Hospitalar do

Leia mais

CURSO BÁSICO DE ULTRASSONOGRAFIA DA TIREOIDE E PARATIREOIDE ORGANIZAÇÃO

CURSO BÁSICO DE ULTRASSONOGRAFIA DA TIREOIDE E PARATIREOIDE ORGANIZAÇÃO CURSO BÁSICO DE ULTRASSONOGRAFIA DA TIREOIDE E PARATIREOIDE ORGANIZAÇÃO Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Departamento de Tireoide da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia

Leia mais

ANEXO PROTOCOLO CLÍNICO E DIRETRIZES TERAPÊUTICAS CARCINOMA DIFERENCIADO DA TIREOIDE

ANEXO PROTOCOLO CLÍNICO E DIRETRIZES TERAPÊUTICAS CARCINOMA DIFERENCIADO DA TIREOIDE ANEXO PROTOCOLO CLÍNICO E DIRETRIZES TERAPÊUTICAS CARCINOMA DIFERENCIADO DA TIREOIDE 1. METODOLOGIA DE BUSCA E AVALIAÇÃO DA LITERATURA Para a elaboração deste Protocolo foram realizadas buscas, em 08/02/2013,

Leia mais

Câncer de Pulmão Estadiamento: o que mudou?

Câncer de Pulmão Estadiamento: o que mudou? Câncer de Pulmão Estadiamento: o que mudou? Ilka Lopes Santoro EPM - Unifesp Conflito de Interesse Nada a declarar For myself I am an optimist it does not seem to be much use being anything else. Sir Winston

Leia mais

CAMPANHA PELA INCLUSÃO DA ANÁLISE MOLECULAR DO GENE RET EM PACIENTES COM CARCINOMA MEDULAR E SEUS FAMILIARES PELO SUS.

CAMPANHA PELA INCLUSÃO DA ANÁLISE MOLECULAR DO GENE RET EM PACIENTES COM CARCINOMA MEDULAR E SEUS FAMILIARES PELO SUS. Laura S. W ard CAMPANHA PELA INCLUSÃO DA ANÁLISE MOLECULAR DO GENE RET EM PACIENTES COM CARCINOMA MEDULAR E SEUS FAMILIARES PELO SUS. Nódulos da Tiróide e o Carcinoma Medular Nódulos da tiróide são um

Leia mais

Tumores malignos da Tiroide

Tumores malignos da Tiroide Experiência de um Serviço de Cirurgia Geral T.Pignatelli,N.Pignatelli,C.Santos, V.Geraldes,N.Pinheiro Serviço de Cirurgia II ( Dr. E. Barroso) Congresso da Soc. Portuguesa de Cirurgia/Junho de 2002 Introdução:

Leia mais

Nódulos de Tireóide e Câncer Diferenciado de Tireóide: Consenso Brasileiro

Nódulos de Tireóide e Câncer Diferenciado de Tireóide: Consenso Brasileiro Nódulos de Tireóide e Câncer Diferenciado de Tireóide: Consenso Brasileiro RESUMO Os nódulos tireoidianos constituem a principal manifestação clínica de uma série de doenças da tireóide com uma prevalência

Leia mais

Junho/2011: durante investigação de quadro gripal observado nodulo em LID

Junho/2011: durante investigação de quadro gripal observado nodulo em LID Módulo: Câncer de Pulmão de Pequenas Células Caso 1 MRC, femin, 70 anos Junho/2011: durante investigação de quadro gripal observado nodulo em LID CT de Torax: nodulo 28 2,8 x 1,9 19 cm junto à pleura base

Leia mais

INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DO ESTADO DO RS PORTARIA 13/2014

INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DO ESTADO DO RS PORTARIA 13/2014 PORTARIA 13/2014 Dispõe sobre os parâmetros do exame PET-CT Dedicado Oncológico. O DIRETOR-PRESIDENTE DO INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL-IPERGS, no uso de suas atribuições conferidas

Leia mais

Residente em Cirurgia de Cabeça e Pescoço

Residente em Cirurgia de Cabeça e Pescoço Dr. Bruno Pinto Ribeiro Residente em Cirurgia de Cabeça e Pescoço Hospital Universitário Walter Cantídio Introdução Mais de 99% câncer de tireóide tópico Locais ectópicos struma ovarii, pescoço Objetivo

Leia mais

Apudoma TABELAS DE PROCEDIMENTOS POR NEOPLASIA E LOCALIZAÇÃO. PROCED. DESCRIÇÃO QT CID At. Prof. Vr. TOTAL

Apudoma TABELAS DE PROCEDIMENTOS POR NEOPLASIA E LOCALIZAÇÃO. PROCED. DESCRIÇÃO QT CID At. Prof. Vr. TOTAL TABELAS DE PROCEDIMENTOS POR NEOPLASIA E LOCALIZAÇÃO Apudoma 0304020117 Quimioterapia paliativa de apudoma (doença loco-regional avançada, inoperável, metastática ou recidivada; alteração da função hepática;

Leia mais

Câncer de Pulmão Casos Clínicos Riad Younes Hospital S ão São José São Paulo

Câncer de Pulmão Casos Clínicos Riad Younes Hospital S ão São José São Paulo Câncer de Pulmão Casos Clínicos Riad Younes Hospital São José São SoPaulo uo Caso 1 Paciente com 70 anos, fumante crônico 20 cig/d/42 anos,,p parou há 11 anos, tosse há 3 meses Rx de tórax: massa em LIE

Leia mais

Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo Departamento de Cirurgia Disciplina de Cirurgia de Cabeça e Pescoço

Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo Departamento de Cirurgia Disciplina de Cirurgia de Cabeça e Pescoço Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo Departamento de Cirurgia Disciplina de Cirurgia de Cabeça e Pescoço D I R E T R I Z E S 2 0 07 Antonio Jose Gonçalves A Disciplina de Cirurgia de

Leia mais

Diagnóstico do câncer

Diagnóstico do câncer UNESC FACULDADES ENFERMAGEM - ONCOLOGIA FLÁVIA NUNES Diagnóstico do câncer Evidenciado: Investigação diagnóstica por suspeita de câncer e as intervenções de enfermagem no cuidado ao cliente _ investigação

Leia mais

TUMORES DA FARINGE SERVIÇO DE CABEÇA E PESCOÇO HUWC

TUMORES DA FARINGE SERVIÇO DE CABEÇA E PESCOÇO HUWC TUMORES DA FARINGE SERVIÇO DE CABEÇA E PESCOÇO HUWC Mário Sérgio Rocha Macêdo TUMORES DA FARINGE Embriologia e Anatomia Embrião 4 semanas Faringe Embrionária TUMORES DA FARINGE Embriologia e Anatomia TUMORES

Leia mais

Nódulo da Tireóide. Faculdade de Medicina da Universidade do Porto Serviço de Cirurgia Turma 5 - Grupo D

Nódulo da Tireóide. Faculdade de Medicina da Universidade do Porto Serviço de Cirurgia Turma 5 - Grupo D Nódulo da Tireóide Faculdade de Medicina da Universidade do Porto Serviço de Cirurgia Turma 5 - Grupo D Alberto Paulo Costa Ana Filipa Pedrosa Ana Rita Pombal João Carlos Costa João Cláudio Antunes Setembro

Leia mais

Câncer de Tireóide. O segredo da cura é a eterna vigilância

Câncer de Tireóide. O segredo da cura é a eterna vigilância Câncer de Tireóide Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade física adaptada e saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira O câncer de tireóide é um tumor maligno de crescimento localizado dentro da glândula

Leia mais

2ª. PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

2ª. PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 2ª. PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CANCEROLOGIA 21. O melhor esquema terapêutico para pacientes com neoplasia maligna de bexiga, os quais são clinicamente inelegíveis para cirurgia radical, é: a) Ressecção

Leia mais

QUIMIOTERAPIA NO CÂNCER DE CABEÇA E PESCOÇO

QUIMIOTERAPIA NO CÂNCER DE CABEÇA E PESCOÇO INDICAÇÕES 1 Carcinoma Espinocelular 2 Carcinoma da Rinofaringe 3 Carcinoma de Glândulas Salivares 1- CARCINOMA ESPINOCELULAR INDICAÇÕES: a. tratamento adjuvante: concomitante a RXT b. neo-adjuvante (indução)

Leia mais

Atualidades na doença invasiva do colo uterino: Seguimento após tratamento. Fábio Russomano IFF/Fiocruz Trocando Idéias 29 a 31 de agosto de 2013

Atualidades na doença invasiva do colo uterino: Seguimento após tratamento. Fábio Russomano IFF/Fiocruz Trocando Idéias 29 a 31 de agosto de 2013 Atualidades na doença invasiva do colo uterino: Seguimento após tratamento Fábio Russomano IFF/Fiocruz Trocando Idéias 29 a 31 de agosto de 2013 Objetivos do seguimento após tratamento de Câncer Detecção

Leia mais

PET- TC aplicações no Tórax

PET- TC aplicações no Tórax PET- TC aplicações no Tórax Disciplina de Pneumologia InCor- HCFMUSP Prof. Dr. Mário Terra Filho 1906 1863 Eisenberg 1992 (J. Kavakama) RxTC- Sec XIX-XX Lyons-Petrucelli 1978 Sec XIX PET- Sec XX-XXI PET

Leia mais

PORTARIA Nº 7, DE 3 DE JANEIRO DE 2014

PORTARIA Nº 7, DE 3 DE JANEIRO DE 2014 PORTARIA Nº 7, DE 3 DE JANEIRO DE 2014 Aprova o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas do Carcinoma Diferenciado da Tireoide. A Secretária de Atenção à Saúde - Substituta, no uso de suas atribuições,

Leia mais

O Que solicitar no estadiamento estádio por estádio. Maria de Fátima Dias Gaui CETHO

O Que solicitar no estadiamento estádio por estádio. Maria de Fátima Dias Gaui CETHO O Que solicitar no estadiamento estádio por estádio Maria de Fátima Dias Gaui CETHO Introdução Objetivo: Definir a extensão da doença: Estadiamento TNM (American Joint Committee on Cancer ). 1- Avaliação

Leia mais

Humberto Brito R3 CCP

Humberto Brito R3 CCP Humberto Brito R3 CCP ABSTRACT INTRODUÇÃO Nódulos tireoideanos são achados comuns e raramente são malignos(5-15%) Nódulos 1cm geralmente exigem investigação A principal ferramenta é a citologia (PAAF)

Leia mais

Departamento de Cirurgia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo

Departamento de Cirurgia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo Departamento de Cirurgia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo TRATAMENTO CIRÚRGICO DAS METÁSTASES HEPÁTICAS Carcinoma Metastático do Fígado METÁSTASES HEPÁTICAS Neoplasia primeira

Leia mais

NEOPLASIA DE ESÔFAGO. Rodrigo Bordin Trindade

NEOPLASIA DE ESÔFAGO. Rodrigo Bordin Trindade NEOPLASIA DE ESÔFAGO Rodrigo Bordin Trindade INTRODUÇÃO HISTOLOGIA Ca de esôfago 3ª malignidade do TGI Entre os 10 mais prevalentes no mundo Taxa de sobrevida em 5 anos 57-78% para diagnóstico precoce

Leia mais

CARACTERÍSTICAS GERAIS DAS NEOPLASIAS

CARACTERÍSTICAS GERAIS DAS NEOPLASIAS CARACTERÍSTICAS GERAIS DAS NEOPLASIAS 1) INTRODUÇÃO Neoplasia significa crescimento novo. O termo tumor é usado como sinônimo e foi originalmente usado para os aumentos de volume causados pela inflamação.

Leia mais

TUMORES OSSEOS EM CABEÇA E PESCOÇO

TUMORES OSSEOS EM CABEÇA E PESCOÇO CABEÇA E PECOÇO UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ HOSPITAL WALTER CANTÍDIO Residência em Cirurgia de Cabeça e Pescoço TUMORES OSSEOS EM Geamberg Macêdo Agosto - 2006 TUMORES ÓSSEOS BÊNIGNOS OSTEOMA CONDROMAS

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Julgue os itens a seguir, relativos ao risco cirúrgico. Julgue os itens subsequentes, acerca do quilotórax. UnB/CESPE INCA 41 Os elementos para avaliação do risco cirúrgico são

Leia mais

DR OMAR REDA EL HAYEK Docente Setor de Uro-oncologia do HCFMUSP Coordenador do Foro de Urologia HIAE

DR OMAR REDA EL HAYEK Docente Setor de Uro-oncologia do HCFMUSP Coordenador do Foro de Urologia HIAE TUMOR DE PÊNIS: Abordagem inicial DR OMAR REDA EL HAYEK Docente Setor de Uro-oncologia do HCFMUSP Coordenador do Foro de Urologia HIAE TUMOR DE PÊNIS Epidemiologia Distribuição geográfica EUA 0,2 / 100.000

Leia mais

CÂnCER DE EnDOMéTRIO. Estados anovulatórios (ex: Síndrome dos ovários policísticos) Hiperadrenocortisolismo

CÂnCER DE EnDOMéTRIO. Estados anovulatórios (ex: Síndrome dos ovários policísticos) Hiperadrenocortisolismo CAPÍTULO 3 CÂnCER DE EnDOMéTRIO O Câncer de endométrio, nos Estados Unidos, é o câncer pélvico feminino mais comum. No Brasil, o câncer de corpo de útero perde em número de casos apenas para o câncer de

Leia mais

WDS, masculino, 57 anos

WDS, masculino, 57 anos Módulo: Câncer de Pulmão Não-Pequenas Células Metastático Caso 1 WDS, masculino, 57 anos FEV/2010: Dor lombar e em quadril E; ausência de tosse com hemoptise; sem sintomas neurológicos Cintilografia óssea:

Leia mais

04/06/2012 INTRODUÇÃO À RAGIOLOGIA SIMPLES DO TÓRAX. Dante L. Escuissato RADIOGRAFIAS DO TÓRAX INCIDÊNCIAS: FRONTAL (PA) PERFIL TÓRAX

04/06/2012 INTRODUÇÃO À RAGIOLOGIA SIMPLES DO TÓRAX. Dante L. Escuissato RADIOGRAFIAS DO TÓRAX INCIDÊNCIAS: FRONTAL (PA) PERFIL TÓRAX INTRODUÇÃO À RAGIOLOGIA SIMPLES DO TÓRAX Dante L. Escuissato RADIOGRAFIAS DO TÓRAX INCIDÊNCIAS: FRONTAL (PA) PERFIL TÓRAX 1 RADIOGRAFIAS AS RADIOGRAFIAS APRESENTAM 4 DENSIDADES BÁSICAS: AR: traquéia, pulmões,

Leia mais

Sérgio Altino de Almeida

Sérgio Altino de Almeida Project and Uses of PET Scan LAS ANS SYMPOSIUM 2005 Sérgio Altino de Almeida Hospital Samaritano - Clínica Radiológica Luiz Felippe Mattoso Rio de Janeiro - Junho - 2005 Geração e Interpretação das Imagens

Leia mais

CÂNCER DE MAMA. O controle das mamas de seis em seis meses, com exames clínicos, é também muito importante.

CÂNCER DE MAMA. O controle das mamas de seis em seis meses, com exames clínicos, é também muito importante. CÂNCER DE MAMA Dr. José Bél Mastologista/Ginecologista - CRM 1558 Associação Médico Espírita de Santa Catarina AME/SC QUANDO PEDIR EXAMES DE PREVENÇÃO Anualmente, a mulher, após ter atingindo os 35 ou

Leia mais

PECOGI A.C.Camargo Cancer Center PROGRAMA 2014

PECOGI A.C.Camargo Cancer Center PROGRAMA 2014 PECOGI A.C.Camargo Cancer Center PROGRAMA 2014 21/08 QUINTA-FEIRA 7:50 8:00 Abertura 8:00 9:30 Mesa Redonda: CEC de Esôfago 8:00 8:15 Ferramentas de estadiamento na neoplasia esofágica. É possível individualizar

Leia mais

Exames que geram dúvidas - o que fazer? SELMA DE PACE BAUAB

Exames que geram dúvidas - o que fazer? SELMA DE PACE BAUAB Exames que geram dúvidas - o que fazer? SELMA DE PACE BAUAB Exames que geram dúvidas - o que fazer? Como ter certeza que é BI-RADS 3? Quando não confiar na biópsia percutânea? O que fazer com resultados

Leia mais

TUMOR DE HIPOFARINGE. Serviço de Cirurgia de Cabeça e Pescoço HUWC. Mário Sérgio R. Macêdo

TUMOR DE HIPOFARINGE. Serviço de Cirurgia de Cabeça e Pescoço HUWC. Mário Sérgio R. Macêdo TUMOR DE HIPOFARINGE Serviço de Cirurgia de Cabeça e Pescoço HUWC Mário Sérgio R. Macêdo Anatomia Epidemiologia, Quadro Clínico, Diagnóstico e Estadiamento Tratamento Anatomia Epidemiologia O sítio mais

Leia mais

O PROJETO DE EXTENSÃO CEDTEC COMO GERADOR DE DADOS EM RELAÇÃO AOS NÓDULOS DE TIREOIDE

O PROJETO DE EXTENSÃO CEDTEC COMO GERADOR DE DADOS EM RELAÇÃO AOS NÓDULOS DE TIREOIDE 13. CONEX Pôster Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE (X ) SAÚDE ( ) TRABALHO

Leia mais

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS MÉDICO CIRURGIÃO TORÁCICO

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS MÉDICO CIRURGIÃO TORÁCICO 12 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS MÉDICO CIRURGIÃO TORÁCICO QUESTÃO 21 Paciente portador de miatenia gravis e timoma, submetido a tratamento cirúrgico. Durante o ato operatório, constatou-se que o

Leia mais

TUMORES NEUROENDÓCRINOS

TUMORES NEUROENDÓCRINOS TUMORES NEUROENDÓCRINOS MEDICINA NUCLEAR Inês Lucena Sampaio Serviço de Medicina Nuclear do IPO-Porto TNE: DEFINIÇÃO The North American Neuroendocrine Tumor Society (NANETS) (NANETS Guidelines, The Pathologic

Leia mais

Tumor carcinoide de duodeno: um tumor raro em local incomum. Série de casos de uma única instituição

Tumor carcinoide de duodeno: um tumor raro em local incomum. Série de casos de uma única instituição Tumor carcinoide de duodeno: um tumor raro em local incomum. Série de casos de uma única instituição Jaques Waisberg- Orientador do Programa de Pós Graduação do Instituto de Assistência Médica ao Servidor

Leia mais

Luiz Henrique de Castro Guedes

Luiz Henrique de Castro Guedes Universidade Federal Fluminense Hospital Universitário Antônio Pedro Oncologia Clínica Agosto de 2011 Luiz Henrique de Castro Guedes NECESSIDADE DE UM TIME DOS SONHOS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Câncer de Pulmão

Leia mais

Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (CONITEC) - Relatório n 95. Recomendação Final

Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (CONITEC) - Relatório n 95. Recomendação Final IODOTERAPIA DE BAIXAS DOSES (30MCI E 50MCI), EM REGIME AMBULATORIAL, PARA CASOS DE CARCINOMA DIFERENCIADO DA TIREOIDE CLASSIFICADOS COMO DE BAIXO RISCO OU DE RISCO INTERMEDIÁRIO. Demandante: Departamento

Leia mais

Câncer de Pulmão. Prof. Dr. Luis Carlos Losso Medicina Torácica Cremesp 18.186

Câncer de Pulmão. Prof. Dr. Luis Carlos Losso Medicina Torácica Cremesp 18.186 Câncer de Pulmão Todos os tipos de câncer podem se desenvolver em nossas células, as unidades básicas da vida. E para entender o câncer, precisamos saber como as células normais tornam-se cancerosas. O

Leia mais

TUMORES DE GLÂNDULAS SALIVARES

TUMORES DE GLÂNDULAS SALIVARES Dr. Marcio R. Studart da Fonseca Cirurgia de Cabeça e Pescoço-HUWC/UFC Sistema Salivar 3 pares de Glândulas Salivares Maiores Parótidas Submandibulares Sublinguais Centenas de Glândulas Salivares Menores

Leia mais

Consenso RESUMO ABSTRACT

Consenso RESUMO ABSTRACT Consenso Diagnóstico, tratamento e seguimento do carcinoma medular de tireoide: recomendações do Departamento de Tireoide da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Diagnosis, treatment, and

Leia mais

Relação entre as características ecográficas de um nódulo tiroideu e a sua benignidade/malignidade

Relação entre as características ecográficas de um nódulo tiroideu e a sua benignidade/malignidade Relação entre as características ecográficas de um nódulo tiroideu e a sua benignidade/malignidade Análise de 203 nódulos tiroideus do Hospital Geral de Coimbra Oliveira, C.M.; Costa, R.A.; Estêvão, A.;

Leia mais

INTRODUÇÃO À PATOLOGIA Profª. Thais de A. Almeida

INTRODUÇÃO À PATOLOGIA Profª. Thais de A. Almeida INTRODUÇÃO À PATOLOGIA Profª. Thais de A. Almeida DEFINIÇÃO: Pathos: doença Logos: estudo Estudo das alterações estruturais, bioquímicas e funcionais nas células, tecidos e órgãos visando explicar os mecanismos

Leia mais

GABARITO DE CIRURGIA GERAL

GABARITO DE CIRURGIA GERAL GABARITO DE CIRURGIA GERAL QUESTÃO 1 Paciente com febre, tosse e escarro purulento bastante fétido, apresenta os exames abaixo. Qual é a conduta mais adequada? A. Antibioticoterapia e fisioterapia. B.

Leia mais

DIRETRIZES PARA O CÂNCER DE PÊNIS

DIRETRIZES PARA O CÂNCER DE PÊNIS DIRETRIZES PARA O CÂNCER DE PÊNIS (Texto atualizado em Abril de 2010) G. Pizzocaro, F. Algaba, S. Horenblas, E. Solsona, S. Tana, H. Van Der Poel, N. Watkin Eur Urol 2010 Jun;57(6):1002-12 Introdução Nos

Leia mais

UNIC Universidade de Cuiabá NEOPLASIAS CMF IV

UNIC Universidade de Cuiabá NEOPLASIAS CMF IV UNIC Universidade de Cuiabá NEOPLASIAS CMF IV Aspectos Morfológicos das Neoplasias DEFINIÇÕES Neoplasia Tumor Câncer Inflamação/Neoplasia Termo comum a todos tumores malignos. Derivado do grego Karkinos

Leia mais

Linfomas. Claudia witzel

Linfomas. Claudia witzel Linfomas Claudia witzel Pode ser definido como um grupo de diversas doenças neoplásicas : Do sistema linfático Sistema linfóide Que tem origem da proliferação de linfócitos B ou T em qualquer um de seus

Leia mais

206 Médico Cirurgia de Cabeça e Pescoço

206 Médico Cirurgia de Cabeça e Pescoço UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ PRÓ-REITORIA DE GESTÃO DE PESSOAS Edital 120/2013 PROGEPE Prova Objetiva 14/07/2013 206 Médico Cirurgia de Cabeça e Pescoço INSTRUÇÕES 1. Confira, abaixo, o seu número de

Leia mais

1. O rastreio ecográfico da patologia nodular da tiroide não está indicado na população em geral (Nível

1. O rastreio ecográfico da patologia nodular da tiroide não está indicado na população em geral (Nível NÚMERO: 019/2013 DATA: ATUALIZAÇÃO 26/11/2013 16/06/2015 ASSUNTO: Abordagem Diagnóstica do Nódulo da Tiroide em Idade Pediátrica e no Adulto PALAVRAS-CHAVE: Tiroide PARA: Médicos do Sistema de Saúde CONTACTOS:

Leia mais

Setor de PET/CT & Medicina Nuclear PET/CT (FDG) Agradecimento a Dra. Carla Ono por ceder material científico

Setor de PET/CT & Medicina Nuclear PET/CT (FDG) Agradecimento a Dra. Carla Ono por ceder material científico PET/CT (FDG) Agradecimento a Dra. Carla Ono por ceder material científico EMENTA 1. PET/CT com FDG: Conceitos básicos 2. PET/CT-FDG no CA de Pulmão e NPS: a. Indicações aprovadas pela ANS b. Bases científicas

Leia mais

TOMOGRAFIA DE PESCOÇO

TOMOGRAFIA DE PESCOÇO TOMOGRAFIA DE PESCOÇO INTRODUÇÃO O exame de pescoço por TC é realizado com o paciente decúbito dorsal, com a cabeça voltada para gantry, imagens axiais contínuas com espessura de corte de 5mm e 5mm de

Leia mais

II ENCONTRO DE UROLOGIA DO SUDESTE CÂNCER DE BEXIGA QUANDO INDICAR UMA TERAPIA MAIS AGRESSIVA NO T1 DE ALTO GRAU? CARLOS CORRADI

II ENCONTRO DE UROLOGIA DO SUDESTE CÂNCER DE BEXIGA QUANDO INDICAR UMA TERAPIA MAIS AGRESSIVA NO T1 DE ALTO GRAU? CARLOS CORRADI II ENCONTRO DE UROLOGIA DO SUDESTE CÂNCER DE BEXIGA QUANDO INDICAR UMA TERAPIA MAIS AGRESSIVA NO T1 DE ALTO GRAU? CARLOS CORRADI T1 ALTO GRAU DOENCA AGRESSIVA 4ª Causa de Óbito oncológico Pouca melhora

Leia mais