Parecer Consultoria Tributária de Segmentos ISS Apuração e Retenção Concomitantes

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1 ISS 09/06/2014

2 Sumário Título do documento 1. Questão Normas apresentadas pelo cliente Análise da Consultoria Regra Geral ISS do Município do Prestador Exceção -ISS Devido no Local da Prestação dos Serviços Retenção do ISS na Fonte - Tomador e Prestador Estabelecidos no mesmo Município Cadastramento ou Retenção do ISS na Fonte - Prestador Estabelecido Noutro Município São Paulo SP Curitiba PR Porto Alegre - RS Conclusão Informações Complementares Referências Histórico de alterações

3 1. Questão O cliente, prestador de serviços na área da tecnologia da informação, sediado no município de São Paulo, presta serviços para tomadores sediados em diversos municípios e para documentar suas operações utiliza o sistema Microsiga-Protheus, por onde emite suas notas fiscais e títulos a receber. Segundo relato do cliente, os serviços que presta estão sujeitos a regra EP para o pagamento do ISS, isto é, o imposto sobre serviços é devido ao município onde está estabelecido o prestador. No entanto, há diversos municípios que exigem que, para determinados serviços, prestadores que estejam estabelecidos fora do município onde o serviço foi prestado, quando emitirem nota fiscal ou outro documento fiscal equivalente, autorizado por outro município, tenham um cadastro ou inscrição na prefeitura do tomador. Para este controle foi criado o CEPOM (Cadastro de Empresas Prestadoras de Outros Municípios no Município do Rio de Janeiro), ou CPOM (Cadastro de Empresas de Fora do Município no Município de São Paulo), em Curitiba também CPOM, dentre muitos outros municípios que tentam atenuar a possibilidade de evasão de receitas, constatando-se o local do estabelecimento ou do domicílio, bem como a inscrição do prestador de serviços estabelecido em municipalidade diversa. Caso o cadastro exigido pelos municípios dos tomadores de serviços não exista ou esteja irregular, além do ISS devido ao município do prestador de serviços, fica o tomador de serviços obrigado à retenção e recolhimento do ISS para o município do tomador. Isto é, ocorre a bitributação, onde dois entes tributantes exige o mesmo tributo (ISS) sobre o mesmo fato gerador. Informam que o sistema não atende a estes cálculos e controles, pois está fazendo a subtração do ISS Apuração do município do prestador da alíquota da retenção do município tomador de serviços. Ou seja, o sistema está calculando, por exemplo, 3% (ISS apuração) - 5% (ISS retenção)= -2%, o resultado é uma alíquota negativa. Questionam se procede esta cobrança em duplicidade e como deve ser tratada no sistema. 2. Normas apresentadas pelo cliente Foram indicadas as seguintes normas pelo cliente : Decreto Nº 28248, de 30 de julho de 2007 (Publicado no D O Rio de 31/07/2007) Art. 1º A pessoa jurídica que prestar serviço relacionado no Anexo I para tomador estabelecido no Município do Rio de Janeiro, com emissão de documento fiscal autorizado por outro município, deverá fornecer informações, inclusive a seu próprio respeito, à Secretaria Municipal de Fazenda da Prefeitura do Rio de Janeiro, nos termos e condições dispostos neste Decreto. Art. 3º Ainda que isento ou imune, o tomador do serviço estabelecido no Município do Rio de Janeiro será responsável pelo pagamento do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISS, devendo retê-lo e recolhê-lo, no caso em que o prestador de serviços emita documento fiscal autorizado por qualquer outro município localizado no País, se esse prestador não estiver em situação regular no cadastro específico da Secretaria Municipal de Fazenda. 1º A responsabilidade de que trata o caput somente se refere aos serviços previstos nos subitens da relação constante do Anexo I. 3

4 Título do documento Resolução SMF Nº 2515, de 30 de julho de 2007 [Alterada pela Resolução nº 2.660, de 29 de abril de 2011, publicado no D.O. Rio de 04 de maio de 2011.] Art. 1º A pessoa jurídica que prestar serviço relacionado no Anexo I para tomador estabelecido no Município do Rio de Janeiro, com emissão de documento fiscal autorizado por outro município, deverá fornecer informações, inclusive a seu próprio respeito, à Secretaria Municipal de Fazenda da Prefeitura do Rio de Janeiro, nos termos e condições dispostos no Decreto , de 2007 e disciplinados nesta Resolução. Art. 2º As informações de que trata o art. 1º servirão para a inscrição do prestador de serviços em cadastro específico denominado Cadastro de Empresas Prestadoras de Outros Municípios - CEPOM, e serão fornecidas por meio da rede mundial de computadores - Internet, no sítio mediante o preenchimento e a transmissão da "Ficha de Informações de Prestador de outro Município", conforme modelo constante do Anexo III. Art. 5º Ainda que isento ou imune, o tomador do serviço estabelecido no Município do Rio de Janeiro será responsável pelo pagamento do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISS, devendo retê-lo e recolhê-lo, na forma da legislação vigente, no caso em que o prestador emita documento fiscal autorizado por qualquer outro município localizado no País, se esse prestador não estiver em situação regular no CEPOM. 3. Análise da Consultoria 3.1 Regra Geral ISS do Município do Prestador A regra geral para o cálculo e recolhimento do ISS é a que dispõe o artigo 3º da Lei Complementar 116, que considera o serviço prestado e o ISS devido no município onde está estabelecido o prestador de serviços. LEI COMPLEMENTAR Nº 116, DE 31 DE JULHO DE 2003 Art. 3o O serviço considera-se prestado e o imposto devido no local do estabelecimento prestador ou, na falta do estabelecimento, no local do domicílio do prestador, 3.2 Exceção ISS Devido no Local da Prestação dos Serviços Esta mesma norma prevê que, para determinados serviços, o ISS é considerado devido no local onde o serviço for prestado : Art. 3o O serviço considera-se prestado e o imposto devido no local do estabelecimento prestador ou, na falta do estabelecimento, no local do domicílio do prestador, exceto nas hipóteses previstas nos incisos I a XXII, 4

5 quando o imposto será devido no local: (Vide Lei Complementar nº 123, de 2006). I do estabelecimento do tomador ou intermediário do serviço ou, na falta de estabelecimento, onde ele estiver domiciliado, na hipótese do 1o do art. 1o desta Lei Complementar; II da instalação dos andaimes, palcos, coberturas e outras estruturas, no caso dos serviços descritos no subitem 3.05 da lista anexa; III da execução da obra, no caso dos serviços descritos no subitem 7.02 e 7.19 da lista anexa; IV da demolição, no caso dos serviços descritos no subitem 7.04 da lista anexa; V das edificações em geral, estradas, pontes, portos e congêneres, no caso dos serviços descritos no subitem 7.05 da lista anexa; VI da execução da varrição, coleta, remoção, incineração, tratamento, reciclagem, separação e destinação final de lixo, rejeitos e outros resíduos quaisquer, no caso dos serviços descritos no subitem 7.09 da lista anexa; VII da execução da limpeza, manutenção e conservação de vias e logradouros públicos, imóveis, chaminés, piscinas, parques, jardins e congêneres, no caso dos serviços descritos no subitem 7.10 da lista anexa; VIII da execução da decoração e jardinagem, do corte e poda de árvores, no caso dos serviços descritos no subitem 7.11 da lista anexa; IX do controle e tratamento do efluente de qualquer natureza e de agentes físicos, químicos e biológicos, no caso dos serviços descritos no subitem 7.12 da lista anexa; X (VETADO) XI (VETADO) XII do florestamento, reflorestamento, semeadura, adubação e congêneres, no caso dos serviços descritos no subitem 7.16 da lista anexa; XIII da execução dos serviços de escoramento, contenção de encostas e congêneres, no caso dos serviços descritos no subitem 7.17 da lista anexa; XIV da limpeza e dragagem, no caso dos serviços descritos no subitem 7.18 da lista anexa; XV onde o bem estiver guardado ou estacionado, no caso dos serviços descritos no subitem da lista anexa; XVI dos bens ou do domicílio das pessoas vigiados, segurados ou monitorados, no caso dos serviços descritos no subitem da lista anexa; XVII do armazenamento, depósito, carga, descarga, arrumação e guarda do bem, no caso dos serviços descritos no subitem da lista anexa; XVIII da execução dos serviços de diversão, lazer, entretenimento e congêneres, no caso dos serviços descritos nos subitens do item 12, exceto o 12.13, da lista anexa; XIX do Município onde está sendo executado o transporte, no caso dos serviços descritos pelo subitem da lista anexa; XX do estabelecimento do tomador da mão-de-obra ou, na falta de estabelecimento, onde ele estiver domiciliado, no caso dos serviços descritos pelo subitem da lista anexa; XXI da feira, exposição, congresso ou congênere a que se referir o planejamento, organização e administração, no caso dos serviços descritos pelo subitem da lista anexa; XXII do porto, aeroporto, ferroporto, terminal rodoviário, ferroviário ou metroviário, no caso dos serviços descritos pelo item 20 da lista anexa. 5

6 Título do documento 3.3 Retenção do ISS na Fonte - Tomador e Prestador Estabelecidos no mesmo Município Conforme mencionado acima, regra geral é que o ISS seja recolhido para o município onde está estabelecido o prestador, no entanto, ainda que se trate destes tipos de serviços, conforme o que seja determinado pelo município e ainda que prestado e tomado no mesmo município do prestador, seus tomadores são obrigados a reter o ISS na fonte e recolhe-lo para o município do prestador: Art. 6o Os Municípios e o Distrito Federal, mediante lei, poderão atribuir de modo expresso a responsabilidade pelo crédito tributário a terceira pessoa, vinculada ao fato gerador da respectiva obrigação, excluindo a responsabilidade do contribuinte ou atribuindo-a a este em caráter supletivo do cumprimento total ou parcial da referida obrigação, inclusive no que se refere à multa e aos acréscimos legais. 3.4 Cadastramento ou Retenção do ISS na Fonte - Prestador Estabelecido Noutro Município Determinados municípios, no que se refere ao tema aqui abordado, introduziu nova exceção à regra geral a qual pode ser assim sintetizada: Além do ISS devido ao município do estabelecimento do prestador de serviços, recolhido por apuração ou retenção, os tomadores de serviços estabelecidos em outros municípios deverão reter o ISS na fonte e recolher o imposto para seu município toda vez que o prestador dos serviços, inscrito noutro município, não se cadastrar junto à prefeitura do município do tomador, nos termos definidos na norma tributária do município do tomador. Com seu cadastramento fica afastada a obrigatoriedade do tomador dos serviços proceder à retenção na fonte. Os serviços sujeitos a essa nova regra são, basicamente, todos aqueles não submetidos à retenção na fonte. Apesar do cliente só ter mencionado as normas do município do Rio de Janeiro, vários outros municípios tem adotado esta regra de cobrança, já que em muitos casos foi constatado que o prestador de serviços desenvolvia suas atividades em um município, mas juridicamente encontrava-se estabelecido em quaisquer dos municípios próximos, lá recolhendo o ISS a alíquotas insignificantes. Como exemplo de municípios que passaram a exigir este cadastramento podemos citar os abaixo : 6

7 3.4.1 São Paulo SP LEI Nº , DE 30 DE AGOSTO DE 2005 (DOM 31/08/2005) Art. 2º A Lei nº , de 2003, passa a vigorar acrescida do art. 9 -A e 9 -B, com a seguinte redação: "Art. 9º-A. O prestador de serviço que emitir nota fiscal autorizada por outro Município,para tomador estabelecido no Município de São Paulo, referente aos serviços descritos nos itens 1, 2, 3 (exceto o subitem 3.04), 4 a 6, 8 a 10, 13 a 15, 17 (exceto os subitens e 17.09), 18, 19 e 21 a 40, bem como nos subitens 7.01, 7.03, 7.06, 7.07, 7.08, 7.13, 7.18, 7.19, 7.20, e 12.13, todos constantes da lista do "caput" do art. 1 desta lei, fica obrigado a proceder à sua inscrição em cadastro da Secretaria Municipal de Finanças, conforme dispuser o regulamento. 1º Excetuam-se do disposto no "caput" deste artigo os serviços provenientes do exterior do País ou cuja prestação tenha se iniciado no exterior do País. 2º As pessoas jurídicas estabelecidas no Município de São Paulo, ainda que imunes ou isentas, são responsáveis pelo pagamento do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISS, devendo reter na fonte o seu valor, quando tomarem ou intermediarem os serviços a que se refere o "caput" deste artigo executados por prestadores de serviços não inscritos em cadastro da Secretaria Municipal de Finanças e que emitirem nota fiscal autorizada por outro Município. "Art. 9º-B. A inscrição no cadastro de que trata o art. 9 -A não será objeto de qualquer ônus, especialmente taxas e preços públicos. 1º O indeferimento do pedido de inscrição, qualquer que seja o seu fundamento, poderá ser objeto de recurso, no prazo máximo de 15 (quinze) dias, contados da data de publicação. 2º Considerar-se-á liminarmente inscrito no cadastro o sujeito passivo, quando, passados 30 (trinta) dias desde a data em que for requerida a inscrição, não houver decisão definitiva a respeito da matéria." (NR) Curitiba PR Decreto 1.676/2010 Art. 1º O prestador de serviços que emitir nota fiscal autorizada por outro município, para tomador estabelecido no município de Curitiba, referente aos serviços previstos na tabela constante do Anexo Único, integrante deste decreto, fica obrigado a efetuar cadastro, na forma e demais condições estabelecidas no art. 2º do presente decreto. Art. 6º As pessoas jurídicas estabelecidas no Município de Curitiba, ainda que imunes ou isentas são responsáveis pelo recolhimento do imposto sobre serviço de qualquer natureza ISSQN, na modalidade de retenção na fonte, quando tomarem os serviços previstos no Anexo Único deste decreto, executados por prestadores de serviços não inscritos no cadastro mencionado no art. 1º e que emitam nota fiscal autorizada por outro município. 7

8 3.4.3 Porto Alegre - RS Título do documento DECRETO Nº , DE 26 DE FEVEREIRO DE Regulamenta o disposto no inciso XX e 8º e 9º do artigo 1º e no artigo 1º-A da Lei Complementar Municipal nº 306, de 23 de dezembro de 1993, com a redação introduzida pela Lei Complementar Municipal nº 607, de 29 de dezembro de 2008, institui o Cadastro de Empresas Prestadoras de Serviços de outros Municípios CPOM e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE, no uso das atribuições que lhe confere o inciso II do artigo 94 da Lei Orgânica do Município, D E C R E T A: Art. 1º Em atendimento ao disposto no art. 1º-A da Lei Complementar Municipal nº 306, de 23 de dezembro de 1993, fica instituído no âmbito do Município de Porto Alegre o Cadastro de Prestadores de Serviços de Outros Municípios CPOM, que será administrado pela Célula de Gestão Tributária da Secretaria Municipal da Fazenda. Art. 2º O prestador de serviços que emitir nota fiscal autorizada por outro município, para tomador estabelecido no Município de Porto Alegre, fica obrigado a proceder à sua inscrição no CPOM, na forma desse Decreto e das demais condições estabelecidas pela Secretaria Municipal da Fazenda. Art. 5º Em atendimento ao disposto no inciso XX do artigo 1º da Lei Complementar Municipal nº 306/1993, as pessoas jurídicas estabelecidas no Município de Porto Alegre, ainda que imunes ou isentas, são responsáveis pelo pagamento do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN, devendo reter na fonte o seu valor, quando tomarem ou intermediarem serviços previstos na Lista de Serviços, anexa à Lei Complementar Municipal nº 7/73, executados por prestadores de serviços não inscritos no CPOM e que emitam nota fiscal de serviço autorizada por outro município. Parágrafo único. As pessoas jurídicas a que se refere o caput deste artigo terão acesso ao CPOM por meio da Internet, podendo verificar a situação cadastral do prestador de serviços na forma e demais condições estabelecidas pela Secretaria Municipal da Fazenda. 4. Conclusão Isto posto, esclarecemos que, para efeito de recolhimento do ISS, o serviço considera-se prestado e o imposto devido no local do estabelecimento prestador ou, na falta do estabelecimento, no local do domicílio do prestador. A hipótese mais comum de exceção a esta regra são os casos em que o ISS é devido ao município onde o serviço foi prestado, como por exemplo os serviços da construção civil, nos dois casos o recolhimento pode ser feito por apuração, pelo próprio prestador, ou por retenção, através do tomador do serviço. Conforme demonstramos, a fim de coibir a elusão fiscal, os municípios estão adotando o CEPOM ou CPOM, que é o cadastro de prestadores de serviços de outros municípios, assim, se o prestador de um município A executar determinado serviço para um tomador do município B, que exija este cadastro prévio, ainda que o serviço tenha como regra de tributação e recolhimento o do município do estabelecimento prestador, se o prestador A não for cadastrado no município B o tomador deverá reter para seu município B o ISS que seria devido, como se ali estivesse estabelecido o prestador. Com isto ocorrerá a bitributação deste serviço, uma vez pelo município do prestador, por apuração ou por retenção e a outra pelo município do tomador do serviço, por retenção. 8

9 Não há o que se falar em dedução de alíquotas, muito pelo contrário, elas são cumulativas, incidem sobre a mesma base de cálculo, o valor do serviço, a seguir reproduzimos um exemplo de cálculo : Prestador de serviço estabelecido no município de São Paulo; Tomador do serviço sediado no município do Rio de Janeiro; Prestador não cadastrado no município do RJ; Serviço prestado : Suporte técnico em informática (item 1.07 da Lei /2003 do Mun. S.Paulo) Valor total do serviço prestado : R$ ,00 Base de cálculo do ISS : R$ ,00 Alíquota do ISS em São Paulo para este serviço : 3% (inc.iii, art. 16, Lei /2003 Mun. S.Paulo) Alíquota do ISS no Rio de Janeiro para este serviço : 5% (Lei nº de Mun. R. Janeiro) Cálculo do ISS-Apuração (ou retenção) de São Paulo ,00 * 3% = 300,00 Cálculo da retenção do ISS para o Rio de Janeiro ,00 * 5% = 500,00 Caso o ISS de São Paulo também fosse recolhido por retenção pelo tomador do serviço, os valores a serem gerados no Financeiro, para títulos a pagar pelo tomador, seriam : R$ 9.200,00 R$ 500,00 (ISS RJ) R$ 300,00 (ISS SP) O mesmo se aplicaria ao prestador de serviços, só que deveriam ser gerados 2 títulos de dedução de ISS retenção, como já ocorre hoje, nos demais casos em que há um único título de retenção. Por todo o exposto, como muitos municípios adotaram esta sistemática de cadastro de prestadores de outros municípios, atingindo muitos de nossos clientes, não estando ligado a nenhuma atividade econômica especificamente, sugerimos que o tratamento seja implementado ou revisto no sistema, nos termos deste parecer. 5. Informações Complementares Considerar para a implementação ou revisão as variáveis abaixo a serem configuráveis : Produto não são para todos que se aplica; Produto dentre os que se aplicam, considerar somente os da regra EP de cobrança do ISS; Operação não são todas; Município não são para todos; Alíquotas: do município do EP e tb do município do tomador; 9

10 6. Referências Título do documento https://dief.rio.rj.gov.br/dief/asp/cepom/decreto.asp https://dief.rio.rj.gov.br/dief/asp/cepom/res2515.asp da_ate_31_01_2014).pdf 1.pdf 7. Histórico de alterações ID Data Versão Descrição Chamado LJAC 09/06/ TPHM57 10

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