S. R. DIRECÇÃO-GERAL DO ORÇAMENTO A TODOS OS DEPARTAMENTOS DO ESTADO SE COMUNICA:

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1 Circular Série A N.º 1280 A TODOS OS DEPARTAMENTOS DO ESTADO SE COMUNICA: ASSUNTO: INTRODUÇÃO FÍSICA DO EURO /Janeiro 2002 Taxas de conversão e regras de arredondamento Considerando que a terceira fase da UEM, com início a 1 de Janeiro de 1999, deu origem ao chamado período transitório, com termo a , fundamental para a estabilidade de toda a Administração Pública no processo de adaptação ao euro. Considerando que, a partir desta data o euro se tornou moeda de direito próprio, embora ainda na forma escritural, substituiu a moeda de cada Estado-membro participante, estabelecendo-se uma equivalência juridicamente vinculativa entre o euro e as moedas nacionais, através da fixação irrevogável das taxas de conversão ao permitir determinar o contravalor em euro de qualquer montante monetário expresso em moeda nacional e vice-versa. Tendo em conta todas as disposições respeitantes à introdução do euro, em particular o Regulamento (CE) 1103/97, do Conselho de 19 de Julho, Decreto-Lei 138/98, de 16 de Maio, e dando cumprimento ao estipulado na alínea q) do ponto 7 do despacho n.º 9501 (2ª Série) do Senhor Ministro das Finanças de 7/02/2001, publicado no Diário da República, n.º 105 de 7/05/2001, relativo ao Plano Final de transição da Administração Pública Financeira para o

2 2 euro, entendeu-se necessário reproduzir nesta circular toda a legislação avulsa sobre taxas de conversão e regras de arredondamento para o euro para facilitar a resolução de situações que possam surgir com a aplicação nas operações orçamentais. A primeira parte desta circular (pontos I a III), enquadra-se sobretudo na vigência do período transitório a decorrer até Dezembro do ano em curso, resumindo-se os princípios, regras de conversão e arredondamentos resultantes das conversões entre moedas quer sejam dentro ou fora da zona euro. A segunda parte (pontos IV e V), pretendeu sensibilizar sobre os arredondamentos já em sede da vigência física do euro, realçando-se os exemplos em matéria de abonos. Assim, transmitem-se as seguintes instruções, aprovadas por Sua Excelência o Secretário de Estado do Orçamento:

3 3 PRIMEIRA PARTE I PRINCÍPIOS E FUNDAMENTOS 1- Taxas de conversão A taxa de conversão exprime o valor de um euro em relação a cada uma das moedas nacionais dos Estados-membros participantes. Conforme o Regulamento (CE) n.º 2866/98 do Conselho, de 31 de Dezembro, são as seguintes taxas de conversão irrevogavelmente fixadas entre o euro e as moedas dos Estados-membros que adoptaram o euro, e em vigor desde 1 de Janeiro de 1999 ( 1 ): 1 euro 40,3399 Francos belgas (BEF) 1,95583 Marcos alemães (DEM) 340,750 Dracmas gregas (GRD) 166,386 Pesetas espanholas (ESP) 6,55957 Francos franceses (FRF) 0, Libras irlandesas (IEP) 1936, 27 Liras italianas (ITL) 40,3399 Francos luxemburgueses (LUF) 2,20371 Florins neerlandeses (NLG) 13,7603 Xelins austríacos (ATS) 200,482 Escudos portugueses (PTE) 5,94573 Marcas finlandesas (FIM) ( 1 ) à excepção da taxa referente à dracma grega, em vigor desde 1 de Janeiro de 2001, fixada através do art.º 1 do Regulamento (CE) n.º 1478/2000 do Conselho de 19 de Junho.

4 De acordo com os fundamentos constantes do Regulamento (CE) n.º 1103/97 do Conselho de 19 de Julho, retêm-se os seguintes princípios: 4 (Art.º 4) as taxas de conversão adoptadas incluem seis algarismos significativos; EX: no contexto português a taxa de conversão assume a forma XXX,XXX (1euro=200,482 PTE) e no contexto belga os seis algarismos assumem a forma XX,XXXX (1euro = 40,3399 BEF) as taxas de conversão não podem ser arredondadas nem truncadas aquando das operações de conversão; Ex: a taxa de conversão referente aos marcos alemães de 1,95583 não poderá arredondar-se para 1,96. Não devem ser utilizadas taxas inversas calculadas a partir das taxas de conversão; os montantes a converter, de uma unidade monetária nacional para outra unidade monetária nacional devem ser previamente convertidos num montante pecuniário expresso em unidades euro, podendo este ser arredondado para pelo menos três casas decimais, com a subsequente conversão na outra unidade monetária nacional, considerando-se este o único método de cálculo a utilizar, salvo outro que produza o mesmo resultado. (Exemplos no ponto II Regras de Conversão) (Art.º 5) os montantes a pagar ou a contabilizar após uma conversão para a unidade euro, devem ser arredondados, por excesso ou por defeito, para o cent mais próximo. (Exemplos no ponto I 2.2 Arredondamentos após conversão pág seguinte).

5 5 2. Arredondamentos Arredondamentos de importâncias expressas em centavos O Decreto-Lei n.º 138/98 de 16 de Maio, veio definir concretamente no seu art.º 3º, as regras específicas de arredondamento relativamente a quantias expressas em centavos, sendo: n.º 1 - No pagamento de importâncias expressas em centavos, procede-se ao arredondamento para a unidade do escudo mais próxima. n.º 2 - O arredondamento deve ser feito por excesso quando a importância em causa for igual ou superior a $50 e por defeito nos restantes casos. n.º 3 O disposto nos números anteriores é igualmente aplicável a todas as receitas e despesas do Estado (sublinhado nosso) e restantes entidades sujeitas a um regime de contabilidade pública, assim como na liquidação das contribuições, impostos, taxas e demais receitas das mesmas entidades. Conforme resulta da Lei, o arredondamento é efectuado no momento do pagamento total e não em valores contabilizados parcialmente Arredondamentos após conversão para euro Após a aplicação das regras de conversão, os montantes a contabilizar ou a pagar devem ser arredondados, conforme se apresentar o terceiro algarismo depois da vírgula: se for inferior a 5 arredonda-se para o cent mais próximo, por defeito: EXs: Esc/ = 713, , Esc/ = 700, ,81 se for igual ou superior a 5 arredonda-se para o cent mais próximo, por excesso: Exs: Esc / = 748, , Esc / = 598, ,56

6 II 6 REGRAS DE CONVERSÃO 1) CONVERSÃO ENTRE MOEDAS DA ZONA EURO a) Conversões unitárias simples Consistem na conversão de montantes denominados em escudos para euro ou o inverso: 1 euro = 200,482 PTE Conversão Arredondamento PTE para Euro: Dividir o montante em PTE pela respectiva taxa de conversão EX: $ : 200,482 = 723,256 euro 723,26 euro Euro para PTE: Multiplicar montante em euros pela respectiva taxa de conversão EX: 1000 EUR x 200,482 = $ EUR x 200,482 = $20 10 EUR x 200,482 = 2 004$ $ $ $00 Este procedimento só será efectuado até Dezembro de 2001 b) Conversões unitárias cruzadas Uma vez que as taxas de câmbio entre moedas nacionais da zona euro deixaram de existir, surge a necessidade de realizar duas operações consecutivas de conversão unitária, também conhecido como processo de triangulação, sendo: Conversão Arredondamento moeda(a) da Zona Euro, para moeda (B) da zona Euro: EX: moeda (A) - (BEF); moeda (B) - (PTE) 1ª operação: Dividir o montante expresso na moeda (A) pela taxa de conversão que lhe corresponde = montante intermédio em euro EX: (BEF) : 40,3399 = 99, (EUR) 2ª operação: Multiplicar o valor intermédio em euros pela taxa de conversão que corresponde à moeda (B) EX: 99, (EUR) x 200,482 = $ $

7 7 2) CONVERSÃO ENTRE MOEDAS FORA DA ZONA EURO Conversão Arredondamento moeda (A) fora da Zona Euro, para moeda (B) da zona Euro: EX: moeda (A) - (dólar EUA); moeda (B) - (PTE) aplicar a taxa de câmbio do euro (1,1789 por exemplo) em relação à moeda (A). EX: (USD) : 1,1789 = 4241, (EUR) multiplicar o valor apurado em euro pela taxa de conversão da moeda(b). EX: 4241, X 200,482 = $ $ 3) CONVERSÕES VS ARREDONDAMENTOS SUCESSIVOS PTE EUR (*) PTE 50 0, , , , , , , , CONVERSÃO SOMA DAS DA SOMA CONVERSÕES , ,27 (*) Os valores desta coluna foram convertidos e arredondados, parcela a parcela, de acordo com as regras constantes no ponto 2.2 (pág.5, desta circular)

8 8 No exemplo supra citado, verifica-se que o valor de ,26 EUR, obtido através da conversão e arredondamento da soma dos vários valores em escudos, é diferente em 0,01 (cêntimos de euro) do valor ,27 EUR, obtido através da soma das conversões e arredondamentos parcelares, o que equivale a 2 escudos. Significa então que as operações sucessivas de conversão, podem originar resultados diferentes, conforme a conversão seja feita com base no resultado final ou com base nos elementos antes do cálculo, nomeadamente somas ou produtos. Assim, a soma dos montantes convertidos não é necessariamente igual à conversão da soma dos montantes, qualquer que seja o sentido da conversão, e que por outro lado, também o produto dos montantes convertidos não será igual à conversão do produto desses montantes. No entanto, a regra legal conforme n.º 1 do art.º 8 do Dec-Lei n.º 138/98, é a da irrelevância das diferenças, e conforme foi demonstrado pelo exemplo normalmente trata-se de montantes diminutos, pelo que o arredondamento por excesso de certas parcelas será compensado com o arredondamento por defeito de outras. Conclusão: Para minimizar os efeitos dos arredondamentos recomenda-se, sempre que possível, que se proceda à conversão dos totais (soma ou produto obtido), ao invés da conversão de montantes pecuniários parcelares. Como exemplo, em posse de um documento como uma factura, a conversão dos valores será pelo montante global caso a contabilização desse valor seja pelo global e será efectuada individualmente caso o valor seja contabilizado separadamente. Idêntico procedimento será de utilizar para as guias de reposição.

9 9 III TRATAMENTO CONTABILÍSTICO A DAR A DIFERENÇAS DE ARREDONDAMENTOS O tratamento contabilístico a dar a diferenças de arredondamento resultantes da aplicação de cálculos de conversão, vem definido na Portaria n.º 28/99 (2ª série), de 15 de Janeiro, cujas instruções constam da Circular n.º 1281, Série A, de 19 de Julho, relativa aos Procedimentos a ter em conta para a introdução física do euro, na administração financeira do Estado. SEGUNDA PARTE IV PROCESSAMENTO EM EUROS Os arredondamentos aquando do processamento em euros, surgirão no início de 2002, mais concretamente ao terminar o período transitório. Assim seremos confrontados com situações como esta: ,34 EUR de Receita a distribuir pelas seguintes entidades: ,34 euros correspondem: (%) EUR EUR S/ arredondamento C/ arredondamento 5% receita do serviço 7 481, ,97 95% receita do estado , ,37 100% , ,34 As regras utilizadas no arredondamento das quantias expressas em euros, foram efectuadas de acordo com os procedimentos constantes do ponto 2.2 desta circular (pág.5).

10 V 10 VENCIMENTOS em ABONOS EM EUROS Considerando que em 2002, os vencimentos vão ser processados em euros, enquanto não forem aprovados os novos índices salariais (já em euros), aplicar-se-ão, transitoriamente, os índices 100 estabelecidos na Circular n.º 1276, Série A, da DGO, de 24/01/01, convertidos em euros conforme a Circular n.º 1277, Série A, de 01/03/01, os quais foram obtidos utilizando as regras de arredondamento previstas nos Regulamentos (CE) n.ºs 1103/97, de 17 Junho, e 2866/98, de 31 de Dezembro. Caberá aos serviços informar os seus funcionários da Circular n.º 1277, acima referida, da qual constam os índices 100 convertidos em euros, os quais servirão de base ao processamento dos vencimentos, enquanto não for aprovada a Portaria de actualização salarial. Desta forma, seguem-se alguns exemplos de processamento de abonos em 2002: 1) PROCEDIMENTOS PARA OBTER A REMUNERAÇÃO BASE Exemplo: Índice 100 do regime geral = $ $00/200,482 = 302,01714 EUR Após arredondamento = 302,02 EUR (circular 1277) INDICE DO FUNCIONÁRIO (1) Remuneração base Índicex302,02 (2) Remuneração base c/arredondamento (3) , , , , ,06 906,06 A coluna (2) do quadro, resulta da multiplicação do índice de cada funcionário pelo índice 100 de 2001 (302,02 euros). A coluna (3) do quadro, resulta do arredondamento para o cêntimo mais próximo, por excesso ou por defeito, conforme se apresentar o terceiro algarismo depois da vírgula.

11 11 2) EXEMPLOS PRÁTICOS DE PROCESSAMENTO DE ABONOS A) Exemplo de uma nota de vencimentos do mês de Janeiro de 2002 Índice 580 (regime geral) ABONOS: DESCONTOS: Remuneração base: 1 751,72 A.D.S.E: 17,52 Subsídio de refeição: 22 d x 3,39 = 74,58 I.R.S: 376,62 C.G.A: 175,17 Total: 1 826,30 Total: 569,31 IRS: (casado 2 titulares, 2 dependentes 21,5%) Liquido a receber: 1 256,99

12 12 B) Abonos referentes a anos anteriores (ex: Dez 2001) e a abonar em euros Quando se tratar de abonos de anos anteriores e que vão ser processados e pagos em euros (relativos a Dezembro de 2001 e a abonar em Janeiro de 2002, por exemplo), deverá proceder-se da seguinte forma: Exemplo: Um funcionário com o Índice 400 foi promovido em 21 de Dezembro de 2001, passando para o índice 460, tem a receber retroactivos de vencimentos em Janeiro de 2002, os quais vão ser abonados em euros: índice 100 de 2001 = $00 índice 400 x $ /100 = $00»»» $00 índice 460 x $/ 100 = $00»»» $00 Diferença a abonar = $, relativa a 11 dias $/200,482 = 66,569 EUR Após arredondamento = 66,57 EUR Nota de abonos do mês de Janeiro de 2002 deste funcionário Índice 460 (regime geral) ABONOS: DESCONTOS: Remuneração base: 1 389,29 A.D.S.E: 14, , ,57 (retroactivo) = 1 455,86 I.R.S: 269,33 Subsídio de refeição: 3,39 x 22 d = 74,58 C.G.A: 145,59 Total: 1 530,44 Total: 429,48 IRS: (casado 2 titulares, 1 dependente 18,5%) Liquido a receber: 1 100,96 Deverá ser adoptado o mesmo procedimento em relação a qualquer outro abono referente a anos anteriores a 2002.

13 13 C) Perda de vencimento de exercício em Dez/2001, a descontar em Jan/2002 Exemplo: Um funcionário com o Índice 300, perdeu 10 dias de vencimento de exercício, em Dezembro de 2001, com reflexo no mês de Janeiro de 2002: índice 100 de 2001 = $00 Índice 300 x $/100 = $00»»» $00 Desconto de 10 dias de vencimento de exercício: $00 x 10d /180 = $ $00$/200,482 = 50,348 EUR Após arredondamento = 50,35 EUR Nota de abonos do mês de Janeiro de 2002 deste funcionário Índice 300 (regime geral) ABONOS: DESCONTOS: Remuneração base: 906,06 A.D.S.E: 9,06 906,06-50,35 (perda) = 855,71 I.R.S: 98,41 Subsídio de refeição: 22 d x 3,39 = 74,58 C.G.A: 90,61 Total: 930,29 Total: 198,08 IRS: (casado 2 titulares, 1 dependente 11,5%) Liquido a receber: 732,21

14 14 D) Reposição em euros de valores abonados em escudos Havendo lugar à reposição de abonos, deve proceder-se da seguinte forma: Exemplo: Um funcionário com o índice 260, foi transferido para outro serviço com efeitos a 26 de Dezembro. Estando abonado do vencimento e do subsídio de refeição até ao fim do mesmo mês, tem a repor 5 dias de vencimento e 4 dias de subsídio de refeição: Índice 260 x $00 = $00; Recebeu $00 e devia ter recebido $00; A importância a repor é $; Subsídio de refeição referente a 22 dias = $00; Tem a repor: 2 720$00 (14 960$ $00); ILÍQUIDO A REPOR = $00/200,482 = 144,501 EUR Após arredondamento = 144,50 EUR Descontos: (IRS: (2 titulares, 2 dependentes 9,5%) A.D.S.E: descontou 1 575$00 e devia ter descontado 1 313$00; A diferença a mais descontada são 262$00 262$00 = 1,306 EUR Após arredondamento = 1,31 EUR I.R.S: descontou $00 e devia ter descontado 9 840$00; A diferença a mais descontada são 5 120$ $00 = 25,538 EUR Após arredondamento = 25,54 EUR C.G.A: descontou $00 e devia ter descontado $00; A importância a mais descontada são 2 625$ $00 = 13,093 EUR Após arredondamento = 13,09 EUR TOTAL da importância a mais descontada: 39,94 EUR LÍQUIDO A REPOR =144,50 EUR - 39,94 EUR = 104,56 EUR A Guia de reposição é passada contra o funcionário com o total = 104,56 EUR Será passada uma guia contra a CGA, no valor de 13,09 EUR.

15 15 VI REGRA GERAL DE ARREDONDAMENTO Dos exemplos apresentados, pode concluir-se que a regra geral de arredondamento a adoptar, quer para cálculos resultantes de conversões, quer para cálculos efectuados em euros, será a regra estabelecida pelo Regulamento (CE) n.º 1103/97, de 17 Junho. Direcção-Geral do Orçamento, em 19 de Julho de O DIRECTOR-GERAL FRANCISCO BRITO ONOFRE

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