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1 UNIVERSIDADE ANHANGUERA-UNIDERP REDE DE ENSINO LUIZ FLÁVIO GOMES INDICADORES NA GESTÃO DE SISTEMAS DE SAÚDE: QUESTÃO DE QUALIDADE E DE SUSTENTABILIDADE ALEXANDRE PIRES CARVALHO MELO RIO DE JANEIRO/RJ 2012

2 ALEXANDRE PIRES CARVALHO MELO INDICADORES NA GESTÃO DE SISTEMAS DE SAÚDE: QUESTÃO DE QUALIDADE E DE SUSTENTABILIDADE Trabalho de Conclusão do Curso como requisito parcial para obtenção do certificado de Pós-Graduação Lato Sensu em Gestão de Planos de Saúde. ORIENTADORA: PROF.ª ALBA VALÉRIA EIRA FLEURY RIO DE JANEIRO/RJ 2012

3 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 1 2. INDICADORES DE SISTEMAS DE SAÚDE 2 3. O MERCADO DE SAÚDE SUPLEMENTAR NO BRASIL 4 4. O USO DE INDICADORES NOS SISTEMAS DE GESTÃO DE SAÚDE 8 5. AGRUPAMENTO DE INDICADORES NA ÁREA DE SAÚDE CONCLUSÃO 14 REFERÊNCIAS 16

4 RESUMO Este artigo apresenta a importância da definição e acompanhamento dos indicadores desempenho para a sustentabilidade das organizações que atuam no mercado de saúde suplementar, sendo o estudo focado nos indicadores usualmente adotados pelas operadoras de planos de saúde, pois como estas empresas são extremamente suscetíveis ao impacto das variáveis que incidem sobre este mercado torna-se relevante a identificação dos indicadores que estejam alinhados à estratégia empresarial de cada organização, disponibilizando informações importantes para as tomadas de decisões, tendo sido utilizado o procedimento técnico de pesquisa bibliográfica para a realização deste estudo. Palavras-chave: indicadores, desempenho, saúde, sustentabilidade. ABSTRACT This article presents the importance of setting and monitoring of performance indicators for the sustainability of organizations working in the supplementary health market, and the study focused on the indicators usually adopted by the operators of health plans, because as these companies are extremely susceptible to the impact the variables which affect this market becomes relevant to identify the indicators that are aligned to business strategy of each organization, providing important information for decision making, has been used the procedure technical research literature for this study. Keywords: Indicators, performance, health, sustainability.

5 1 1. INTRODUÇÃO Os dados de saúde do mercado em geral podem ser conseguidos junto a categorias de classe, instituições acadêmicas e órgãos reguladores, porém o desafio que se apresenta é a real condição de análise dos dados e o confronto dos resultados perante a performance de determinada empresa. A maioria das organizações tem a capacidade de resgatar dados internos de forma detalhada, bem como de obter informações externas da concorrência e da conjuntura de determinado ambiente em que está atuando, porém os registros e os cruzamentos de informações ainda são, em sua maioria, incipientes, pois o sucesso ou fracasso de determinada operadora depende, em um grau cada vez mais elevado, da correta leitura destes dados e da definição de indicadores de performance que permitam não só acompanhar, mas principalmente antever problemas que possam ser evitados ou ao menos minimizados, residindo neste sentido uma grande fragilidade do setor de saúde suplementar. Segundo Porter (1986) todas as organizações com fins lucrativos têm de identificar as cinco forças que dirigem a concorrência na indústria, a saber: Poder de negociação dos fornecedores Poder de negociação dos compradores Ameaça de serviços ou produtos substitutos Ameaça de novos entrantes Rivalidade entre as empresas existentes As operadoras estão suscetíveis à pressão da indústria famacêutica e da constante evolução da tecnologia na área da medicina, bem como à pressão dos consumidores que são fortemente amparados por agências reguladoras. Aliado a isto ocorre ainda a ameaça de novos entrantes (aqui fortemente representados pela verticalização praticada por empresas com maior poder econômico) e pela evidente rivalidade das empresas existentes, gerando um ambiente extremamamente inóspito no qual somente as empresas mais bem informadas poderão se manter e alcançar os resultados planejados. Neste sentido, a definição e correta utilização de indicadores que representem a materialização da estratégia elaborada por cada organização é fator vital para a sua sustentabilidade.

6 2 2. INDICADORES DE SISTEMAS DE SAÚDE Segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) indicador é um parâmetro, ou valor derivado de parâmetros, que indica, fornece informações ou descreve o estado de um fenômeno área/ambiente, com maior significado que aquele apenas relacionado diretamente ao seu valor quantitativo. Um importante autor que faz destacada utilização de indicadores em seus trabalhos, o pesquisador alemão Hartmut Bossel, define os indicadores como algo trivial, que faz parte do nosso cotidiano, por serem a nossa ligação como o mundo, condensando a complexidade da vida em uma quantidade manejável de informações significativas que informam as nossas decisões e direcionam as nossas ações. Ainda segundo ele Os indicadores são uma expressão de valores. (BOSSEL, 1999, p. 9). Tomando por base estes conceitos os indicadores podem ser definidos como sendo instrumentos para a determinação de medidas, geralmente quantitativas, utilizadas para registrar e informar um conjunto de fenômenos ou variáveis de forma simples, podendo ainda incluir estudos de tendências ao longo do tempo. Exatamente neste ponto é que se destaca a importância da utilização de indicadores para análise dos sistemas de saúde, pois como são dados trabalhados em um ambiente onde a leitura imprecisa das informações pode gerar impactos irrecuperáveis para as populações assistidas, os mesmos devem ser registrados e acompanhados com acurácia e analisados com senso crítico. Como o planejamento estratégico de qualquer empresa precisa do amparo de dados que justifiquem as tomadas de decisão, o que somente é possível com a identificação e correta análise dos dados de determinado setor através de procedimentos e mecanismos que permitam o acompanhamento dos resultados obtidos, torna-se importante o registro, análise e comparação dos indicadores de desempenho. Outro ponto relevante é o de que os indicadores devem estar alinhados ao planejamento estratégico das empresas, pois somente desta forma poderão ser analisados os dados que possam responder às questões que realmente interessam

7 3 aos gestores. Neste sentido, a criação de um número elevado de indicadores desvirtua a empresa do seu objetivo, pois a perda de foco afeta a performance e coloca em risco a obtenção das metas estabelecidas. Neste setor da economia existem diversos indicadores devido à abrangência desta área do conhecimento. Há indicadores que medem, por exemplo, o nível de saúde, os custos assistenciais, os custos administrativos, a estrutura assistencial, a população assistida, as receitas, a curva ABC de prestadores e a satisfação de usuários. O quadro abaixo apresenta uma proposta de cesta de indicadores de sistemas de saúde: Quadro 1 Exemplos de Indicadores de Sistemas de Saúde Nível de Saúde Exigidos pela ANS Indicadores Complementares Natalidade Mortalidade Morbidade Taxa de Natalidade Taxa de Fecundidade Mortalidade Geral Mortalidade Infantil Mortalidade Materna Taxa de Letalidade Taxa de Morbidade (doença) Taxa de Prevalência A - Consultas Médicas B - Outros Atendimentos Ambulatoriais C - Exames D - Terapias E - Internações F - Causas Selecionadas de Internação G - Nascidos Vivos H - Demais Despesas Médico-Hospitalares I - Procedimentos Odontológicos Disponibilidade de Rede Credenciada Básica Disponibilidade de Rede Credenciada Especializada Disponibilidade de Rede Hospitalar Prazo de Atendimento (consultas, exames, internações) Prazo de Autorização (exames e internações) Receitas Custo Assistencial Per-Capita Despesas Administrativas Índice de Satisfação dos Benneficiários Curva ABC de Prestadores Curva ABC de Especialidades Curva ABC de Procedimentos Taxa de Repetição de Procedimentos Tempo Médio de Permanência Hospitalar Fontes: ANS / RIPSA / Ministério da Saúde / Autor do Artigo

8 4 Em uma primeira análise pode parecer improvável que qualquer organização consiga conjugar as suas ações de forma a atender às metas estipuladas para esta miríade de indicadores, porém existe a certeza de que as organizações que atuam nesse mercado somente terão alguma chance de sustentabilidade com o estabelecimento de métodos de monitoramento que lhes permitam tomar decisões com base nas informações que possam ser analisadas a partir dos registros destes indicadores. Neste momento há que se ter o entendimento de que, tão importante quanto a definição dos indicadores a serem monitorados é a utilidade dos mesmos, e para tanto eles devem cumprir alguns requisitos, vide o quadro abaixo: Quadro 2 Requisitos e Características dos Indicadores REQUISITO Abrangência Confiabilidade Discriminatoriedade Disponibilidade Sensibilidade Simplicidade CARACTERÍSTICA Síntese do maior número de condições ou fatores diferentes. Procedência e qualidade dos dados. Reflete diferentes níveis epidemiológicos ou operacionais. Facilidade de obtenção. Distinção das variações ocasionais de tendências. Facilidade de cálculo. Validade Reflete as características do fenômeno a ser medido. Fonte: FLEURY - Indicadores de Saúde Uniderp / Rede LFG, 2011 Definidos os indicadores e, tendo a segurança de que os mesmos atendem aos requisitos estabelecidos e possuem aplicabilidade, cabe ao gestor avaliar se as informações apresentadas atendem aos resultados esperados pela operadora, devendo sugerir alterações de processos que possam resultar na correção dos desvios eventualmente identificados. 3. O MERCADO DE SAÚDE SUPLEMENTAR NO BRASIL O mercado de saúde suplementar brasileiro é fortemente caracterizado pela regulação exercida pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Cabe à ANS, que é uma autarquia do Ministério da Saúde, estabelecer diretrizes que regulem as ações das operadoras de planos de saúde. Até o estabelecimento das regras do mercado de saúde suplementar, o que ocorreu com a promulgação da Lei nº em 03 de junho de 1998, as operadoras tinham

9 5 autonomia para estabelecer as suas regras de forma independente com as suas carteiras de clientes. A criação da Agência Nacional de Saúde Suplementar, em 2000, veio ao encontro da regulação de 1998, sendo a ANS o agente oficial do Governo Federal no monitoramento do mercado e na defesa do direito dos consumidores de planos de saúde. No quadro a seguir estão relacionadas as modalidades de classificação das operadoras de planos de saúde: Quadro 3 Modalidades de Classificação das Operadoras MODALIDADE DESCRIÇÃO RESUMIDA Administradora Modalidade na qual é classificada uma empresa que administra planos de saúde, sem assumir o risco decorrente da operação desses planos, e que se priva de rede prestadora de serviço de saúde. Autogestão Modalidade na qual é classificada uma entidade que opera serviços de assistência à saúde ou empresa que se responsabiliza pelo plano privado de assistência à saúde, destinado, exclusivamente, a oferecer cobertura aos empregados ativos de uma ou mais empresas, associados integrantes de determinada categoria profissional, aposentados, pensionistas ou ex-empregados, bem como a seus respectivos grupos familiares definidos. Cooperativa Médica Modalidade na qual é classificada uma operadora que se constitui na forma de associação de pessoas sem fins lucrativos nos termos da Lei n , de 16 de dezembro de 1971, que comercializa ou opera planos de saúde. Cooperativa Odontológica Modalidade na qual é classificada uma operadora que se constitui na forma de associação de pessoas sem fins lucrativos nos termos da Lei n , de 16 de dezembro de 1971,que comercializa ou opera planos odontológicos. Filantropia Modalidade na qual é classificada a operadora que se constitui em entidade sem fins lucrativos que opera planos de saúde.

10 6 Medicina de Grupo Modalidade na qual é classificada uma operadora que se constitui em sociedade que comercializa ou opera planos de saúde. Odontologia de Grupo Modalidade na qual é classificada uma operadora que se constitui em sociedade que comercializa ou opera exclusivamente planos odontológicos. Seguradora Modalidade na qual uma sociedade seguradora com fins lucrativos comercializa seguros de saúde e oferece, obrigatoriamente, reembolso das despesas médico-hospitalares ou odontológicas, ou comercializa ou opera seguro que preveja a garantia de assistência à saúde. Fonte: ANS Agência Nacional de Saúde Suplementar Este agrupamento de operadoras, realizado de acordo com as suas características de atuação, serviu para organizar o setor, porém tornou evidente a complexidade de todas as operadoras serem reguladas sem a distinção das características específicas de cada uma delas. Segundo a ANS hoje estão válidos registros de operadoras, sendo voltadas para assistência médico-hospitalar e as 429 restantes voltadas para assistência odontológica. Estas operadoras atendem a uma quantidade estimada de pouco mais 49 milhões de usuários, em todo o território nacional. Obviamente a dispersão da população assistida frente à concentração das operadoras nos principais centros urbanos, aliada ainda a uma situação de escassez de prestadores para todas as especialidades necessárias à resolução das necessidades locais de saúde, resulta em diversos problemas para a gestão das operadoras e para o devido atendimento dos beneficiários. Um dos problemas que identificados neste modelo de definição de indicadores abrangentes é o de que a ANS regula todas as operadoras com os mesmos parâmetros. As autogestões ligadas a estatais, por exemplo, possuem devido à sua natureza jurídica uma menor rotatividade de beneficiários, o que resulta em baixos índices de reclamações se comparadas com outras modalidades, porém, por outro lado, possuem gastos assistenciais per capita mais elevados em função da

11 7 cobertura oferecida e beneficiários com idades mais elevadas (cobertura de aposentados). Com base nos dados divulgados pela ANS, através do Caderno de Informação da Saúde Suplementar, edição de junho de 2012, poderemos verificar no quadro a seguir a distribuição das operadoras por modalidade: Quadro 4 Distribuição de Operadoras por Modalidade Modalidade da operadora Total Sem beneficiário Pequeno porte Médio porte Grande porte (Até ) ( a ) (Acima de ) Total Administradora de benefícios Autogestão Cooperativa médica Cooperativa odontológica Filantropia Medicina de grupo Odontologia de grupo Seguradora especializada em saúde Fontes: CADOP/ANS/MS - 03/2012 e SIB/ANS/MS - 03/2012 Analisando esta tabela torna-se possível identificar as dificuldades de interpretação dos indicadores de saúde e de gestão das operadoras, pois são empresas que possuem estratégias de atuação distintas, principalmente em função das suas naturezas. Por exemplo, as autogestões por princípio se baseiam no mutualismo, onde os beneficiários que possuem maiores possibilidades econômicas financiam os demais, ou seja, os beneficiários mais jovens contribuem proporcionalmente com valores que compensam os índices de sinistralidade 1 dos 1 Sinistralidade é um indicador financeiro que reflete a relação entre os sinistros pagos e o valor do prêmio.

12 8 beneficiários idosos. Outro ponto relevante é o de que as autogestões não buscam lucro com as suas operações (assim como as filantropias), possuindo ainda uma carteira de beneficiários que apresenta poucas oscilações, diferentemente da realidade de outras modalidades deste setor. O próprio perfil da população assistida é outro diferencial, pois as autogestões possuem uma carteira envelhecida em função da cobertura geralmente estendida aos aposentados, o que vem representando custos crescentes devido à implementação de novas tecnologias que proporcionam o aumento da longevidade da população assistida. Tomando por base estas considerações pode-se inferir que as análises dos indicadores devem ser realizadas com elevado critério, pois as informações obtidas devem levar em consideração características do mercado de saúde suplementar brasileiro, como os citados no parágrafo anterior, que podem distorcer as tomadas de decisão se a leitura não for correta. 4. O USO DE INDICADORES NA GESTÃO DE SISTEMAS DE SAÚDE Nos capítulos anteriores foram apresentadas considerações sobre a importância da definição adequada de indicadores, sendo também destacada a complexidade do mercado de saúde suplementar brasileiro. Face estas informações, neste tópico serão abordadas sugestões para a correta utilização dos indicadores na gestão de sistemas de saúde, pois este cuidado é vital para promover a qualidade dos serviços de saúde prestados e para possibilitar a sustentabilidade das operadoras. Segundo Porter (2006 p. 22) O valor só pode ser medido tomando-se por base o ciclo de atendimento, e não um procedimento, serviço, consulta ou exame isoladamente. Esta afirmativa é importante no tocante às análises que os gestores fazem com relação aos resultados operacionais do benefício. Se os gastos com aquisição de órteses 2, próteses 3 e materiais especiais (OPME) são controlados, sendo definidos o número e o valor dos stents 4 que serão utilizados em uma 2 Órtese - apoio ou dispositivo externo aplicado ao corpo para modificar os aspectos funcionais ou estruturais para obtenção de alguma vantagem mecânica ou ortopédica. 3 Prótese - componente artificial que tem por finalidade suprir necessidades e funções de indivíduos flagelados por amputações. 4 Stent - prótese tubular de calibre muito pequeno, introduzida por cateterismo periférico nas artérias coronárias para impedir a estenose. Na atualidade utilizam-se stents impregnados de substâncias anti-agregantes plaquetárias para evitar a obstrução da prótese e a reestenose arterial.

13 9 intervenção cirúrgica cardíaca, e não são considerados os custos de internação envolvidos, desde o pedido de autorização até a resposta ao credenciado, a conclusão inicial é a de que os custos de OPME estão sob controle, porém é necessário verificar se os custos de internação foram adequados, bem como a resolutividade do procedimento adotado. Em diversas situações, a análise de todo o processo de atendimento e resolutividade do quadro clínico do beneficiário é necessária (em especial nos casos que envolvam internação), não sendo recomendada a simples análise individualizada dos dados, sob o risco de chegarmos a conclusões equivocadas. Ainda segundo Porter (2006) a medição de resultados, embora seja um processo que sofra resistências devido a argumentos de que apresentam vieses e permitem comparações que podem trazer danos irrecuperáveis à imagem das organizações, talvez seja o passo mais importante a ser tomado nos processos de reforma de saúde das nações. O principal problema é que as comparações se baseiam na competição de resultados, e não na melhor oferta de serviços recompensando os prestadores que apresentam melhores resultados, o que leva à criação de indicadores que medem resultados imediatos e desconexos ao invés de representarem os resultados de todo o processo de atendimentos, indo da marcação de uma consulta à alta com comprovada eficácia. As operadoras precisam dos prestadores de serviços para ofertar serviços de qualidade a custos justos, que remunerem de maneira adequada estes atores. A definição de indicadores que mensurem esta relação é necessária para aferir a qualidade dos serviços prestados e para garantir a sustentabilidade das operadoras. Neste processo simbiótico, as operadoras precisam identificar indicadores que reflitam esta relação ganha-ganha, onde todos os atores, inclusive os beneficiários, são beneficiados com o aumento da qualidade dos serviços disponibilizados. Um indicador adequado para mensurar a performance operacional seria um que registrasse o tempo médio de internação dos beneficiários x reinternações motivadas por complicações da mesma enfermidade. Os prestadores que consigam apresentar os menores períodos de internação aliados a baixos custos, e que tenham o maior percentual de pacientes aptos para retomada de suas atividades habituais, são os prestadores que de fato contribuem com o sistema de

14 10 gestão de saúde, devendo por isto ter uma remuneração diferenciada devido ao desempenho apresentado. Outro indicador comumente utilizado por todas as operadoras é a curva ABC dos prestadores, onde geralmente há uma linha de corte sobre aqueles que movimentam os maiores valores da carteira, respondendo em média por 80% dos valores faturados. Este indicador também pode levar a sérias distorções nas análises se não for corretamente entendido. É natural que qualquer empresa foque a sua gestão nos seus principais fornecedores e clientes, porém somente acompanhar as suas movimentações nem sempre significa a garantia de resultados adequados. A forma dominante de assistência médica disponibilizada atualmente baseia-se no pagamento por serviço prestado. Realmente o conhecimento dos prestadores que consomem a maior parte dos recursos financeiros das operadoras é o primeiro passo a ser dado, porém mais importante do que saber quem fatura mais é saber porque determinado prestador possui um elevado faturamento, sendo necessário o cruzamento destes dados com os dos beneficiários atendidos, visando verificar os índices de resolutividade. Desta análise podem surgir perguntas como: O exame proposto realmente era indicado para aquele beneficiário? Aquele procedimento cirúrgico era o mais indicado para o quadro clínico apresentado? O resultado do somatório de diárias hospitalares mais o custo dos procedimentos adotados apresenta a melhor relação custo x benefício?. Estas perguntas podem ser mensuradas por indicadores, visando subsidiar as análises gerenciais. Cabe ao gestor definir os indicadores que trarão as melhores respostas às estratégias de cada empresa e ponderar se o custo do controle compensa os resultados obtidos, outro importante dilema a ser debatido por cada organização. Outro importante autor do tema estratégia empresarial e inovação, o professor Clayton Christensen, definiu o conceito de inovação disruptiva como sendo a inovação que deve ser voltada para os desejos do consumidor (CHRISTENSEN, 2003), onde defende que a percepção de qualidade depende da expectativa de quem adquire produtos ou serviços, também apresenta algumas idéias que podem ser interessantes para este estudo. Segundo Christensen (2003), somente a implementação de rupturas pode provocar o crescimento sustentável das empresas, isto em qualquer segmento do mercado. O atual modelo de pagamento a fornecedores não é em si um problema, mas sim a forma de tornar o tratamento de saúde acessível financeiramente

15 11 (CHRISTENSEN, 2009, p. 399). Esta argumentação pode ser utilizada para traçar um paralelo com a definição dos indicadores, pois embora haja o argumento de que somente a utilização de indicadores padronizados cria um ambiente que permita condições de comparabilidade, também pode-se afirmar que somente as empresas que conseguirem definir indicadores específicos para as suas necessidades, respeitando os critérios descritos no Quadro 2, conseguirão resultados satisfatórios Neste sentido conclui-se que as empresas que pretendem buscar mecanismos de sustentabilidade e promover melhorias na qualidade dos serviços prestados precisam focar na definição de indicadores que lhes permitam a correta leitura dos resultados assistenciais, operacionais e de gestão, permitindo agilidade nas tomadas de decisão e um claro alinhamento com os objetivos e metas estratégicas estipuladas. 5. AGRUPAMENTO DE INDICADORES NA ÁREA DE SAÚDE Atualmente alguns dos principais indicadores do setor de saúde são apurados e disponibilizados em grupos, conforme a classificação concebida pela Rede Interagencial de Informações para a Saúde (RIPSA). Esta rede foi criada por iniciativa da Organização Panamericana de Saúde (OPAS) em 1996 através de acordo firmado com o Ministério da Saúde, sendo composta por entidades representativas dos segmentos técnicos e científicos nacionais, dentre os quais destacam-se o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), a Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Fundação SEADE), a Faculdade de Economia Pública da Universidade de São Paulo e a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO). A RIPSA foi criada com o propósito de promover a disponibilidade de indicadores e análises sobre as condições de saúde e tendências no Brasil, agrupando os mesmos em seis categorias vide a tabela a seguir: Quadro 5 Categorias de Indicadores de Saúde GRUPOS A Demográficos EXEMPLOS DE INDICADORES População; razão dos sexos; taxa de fecundidade; taxa de natalidade; envelhecimento; taxa de mortalidade; etc.

16 12 B Socioeconômicos C Mortalidade D Morbidade e fatores de risco E Recursos Taxa de anafalbetismo; níveis de escolaridade, PIB per capita; taxa de desemprego; etc. Taxa de mortalidade infantil; taxa de mortalidade perinatal; taxa de mortalidade específica (diversas causas); razão de mortalidade materna; etc. Incidência de diversas doenças (coqueluche, sarampo, tétano, febre amarela, etc.); taxa de incidência de neoplasias; proporção de internações hospitalares; etc. Número de profissionais por habitante, número de leitos por habitante; despesa familiar com saúde; etc. F Cobertura Fonte: RIPSA Cobertura de planos privados de saúde; cobertura vacinal; proporção de partos cesáreos; razão entre nascidos vivos informados e estimados; etc. Complementarmente outra importante fonte de geração de indicadores é a ANS. Com base, por exemplo, nos dados fornecidos pelas operadoras à ANS através do Sistema de Informações de Produtos (SIP), a agência realiza uma análise da performance das operadoras através do Programa de Qualificação de Operadoras, que resulta anualmente no Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS). De acordo com a redação da Resolução Normativa (RN) nº 139, de 24 de novembro de 2006, alterada e completada pelas RN nº 193, de 8 de junho de 2009, e RN 282, de 20 de dezembro de 2011, esse programa se desdobra em 2 (dois) componentes: I - Avaliação de Desempenho das Operadoras ou Qualificação das Operadoras II - Avaliação de Desempenho da ANS ou Qualificação Institucional. O componente Qualificação das Operadoras avalia o desempenho das operadoras por meio do Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS). Esse indicador varia de zero a um (0-1), sendo uma composição dos seguintes índices: 40% pelo Índice de Desempenho da Atenção à Saúde (IDAS) 30% pelo Índice de Desempenho Econômico-financeiro (IDEF) 10% pelo Índice de Desempenho de Estrutura e Operação (IDEO)

17 13 20% pelo Índice de Desempenho da Satisfação dos Beneficiários (IDSB) Cada um desses índices de desempenho, segmentados nas dimensões acima apresentadas, é medido por um conjunto de indicadores e o seu resultado é dado pelo quociente entre a soma dos pontos obtidos pela operadora em cada indicador e a soma do máximo de pontos possível de todos os indicadores específicos daquela dimensão. Os indicadores são calculados através de dados dos sistemas de informações da ANS, enviados pelas operadoras ou coletados pela agência e de dados de sistemas nacionais de informações em saúde. A divulgação dos resultados do IDSS se dá em 5 faixas variando de 0 a 1 conforme a classificação apresentada a seguir: 0,00 a 0,19 (pior faixa) 0,20 a 0,39 0,40 a 0,59 0,60 a 0,79 0,80 a 1,00 (melhor faixa) Segundo as avaliações da ANS é perceptível a melhora do desempenho das operadoras com o passar dos anos. Segundo a agência há evidências de uma importante evolução das operadoras médico-hospitalares nos últimos três anos (2007 a 2009), onde verifica-se um incremento do percentual de operadoras situado nas duas maiores faixas de IDSS, passando de 11% em 2007 para 22% em 2009, bem como verifica-se uma queda do operadoras situado na faixa mais baixa, de 32% em 2007 para 27% em A mesma evolução foi observada com relação às operadoras de planos odontológicos. Esta análise comprova a importância da definição e aferição criteriosa de indicadores e que as comparações entre players de mercado, se bem conduzidas, levam a melhoras de resultados operacionais e a entregas de melhor qualidade, beneficiando todo o sistema de saúde e garantindo a sustentabilidade das operadoras.

18 14 6. CONCLUSÃO Conforme mencionado na introdução deste artigo, a proposta deste trabalho foi a de apresentar argumentos que comprovassem a importância da definição e acompanhamento dos indicadores de desempenho para a sustentabilidade das organizações que atuam no mercado de saúde suplementar, focando o estudo nos indicadores usualmente adotados pelas operadoras de planos de saúde. Os argumentos aqui apresentados pretendem demonstrar a importância da definição e da correta leitura das informações transmitidas pelos indicadores, sempre com a preocupação de não cair na tentação de serem analisados apenas números absolutos quando se trata de indicadores de saúde, pois as diversas variáveis deste mercado podem induzir a conclusões errôneas. A despesa de uma operadora pode, por exemplo, aumentar em demasia de um ano para outro apenas em função do aumento da população, sendo para este caso indicado o acompanhamento de custos per capita, o que elimina o efeito da variação da população assistida. Ainda aproveitando este exemplo, se evidenciado o aumento do custo assistencial per capita deveremos analisar o que pode ter influenciado este resultado antes de chegarmos à conclusão de que os custos estão aumentando devido a fugas operacionais ou fraude. Este resultado pode ser efeito de um aumento de cobertura ou da incorporação de idosos / aposentados no plano sendo, portanto, este resultado adequado por refletir estas mudanças. Nestas situações, cabe sim ao gestor estar preparado para antecipar tendências de mercado ou prever os resultados advindos de um aumento de cobertura assistencial, pois como estas empresas são extremamente suscetíveis ao impacto das variáveis que incidem sobre este mercado torna-se relevante a identificação dos indicadores que estejam alinhados à estratégia empresarial de cada organização, disponibilizando informações que subsidiem as tomadas de decisões. Também torna-se mister destacar que existem diversas instituições voltadas para a geração e disponibilização de indicadores (Ministério da Saúde, ANS, RIPSA, IBGE, União Nacional das Instituições de Autogestão em Saúde - UNIDAS, OPAS, IPEA, ABRASCO, etc.) que analisam e divulgam indicadores de saúde importantes para a composição das análises estratégicas, mercadológicas,

19 15 financeiras, comerciais estatísticas, de gestão e tecnológicas, porém o mais importante é que as organizações, além de filtrar as informações disponibilizadas que realmente lhes interessam, definam as suas cestas de indicadores. As operadoras que realmente possuem uma gestão profissional, voltada para a satisfação dos beneficiários, para a entrega de serviços de qualidade e que primam pela sustentabilidade e perenidade de suas atividades, devem destacar junto a seus colaboradores que uma das questões mais importantes para a inteligência competitiva é a validade dos dados, pois é preciso ter a segurança de que os indicadores transmitem informações que respondam às perguntas estratégicas da organização, cumprindo os requisitos apresentados no Quadro 2. Como pôde ser verificado no decorrer deste artigo, este é um mercado complexo e agressivo, onde somente os mais preparados conseguem implementar as suas estratégias e alcançam os resultados esperados. No Brasil este é um mercado em formação, onde a agência que regulamenta as atividades do mercado de saúde suplementar é relativamente nova e está aprendendo como se posicionar e como orientar o mercado de forma a termos um sistema de saúde privado eficiente. Neste sentido o papel dos indicadores é imprescindível, pois somente as empresas que tenham acesso a informações estratégicas conseguirão se manter no mercado, uma vez que o conhecimento advindo das informações extraídas dos indicadores se apresenta como uma importante ferramenta de gestão representando um diferencial competitivo, sendo um dos elementos mais importantes a contribuir com a sustentabilidade das empresas que atuam no mercado de saúde suplementar.

20 16 REFERÊNCIAS AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR: Brasil. Caderno de Informação da Saúde Suplementar. Edição de junho de Disponível em: Acesso em: 13 de julho de AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR: Brasil. Resolução Normativa RN 139, de 24 de novembro de Institui o Programa de Qualificação da Saúde Suplementar no âmbito do sistema de saúde suplementar, como parte integrante da política de qualificação da saúde suplementar da ANS. AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR: Brasil. Resolução Normativa RN 193, de 08 de junho de Altera a Resolução Normativa - RN nº 139, de 24 de novembro de 2006, e a RN nº 124, de 30 de março de AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR: Brasil. Resolução Normativa RN 282, de 20 de dezembro de Altera a Resolução Normativa RN nº 139, de 24 de novembro de 2006, que dispõe sobre o Programa de Qualificação da Saúde Suplementar; e dispõe sobre a possibilidade de inclusão de novo indicador na Dimensão de Satisfação de Beneficiários para a avaliação das operadoras a partir do ano base de BRASIL. Lei Nº 9.656, de 03 de junho de Dispõe sobre os planos e seguros privados de assistência à saúde. BRASIL. Lei Nº 9.961, de 28 de janeiro de Cria a Agência Nacional de Saúde Suplementar ANS e dá outras providências. BOSSEL, Hartmut. Indicators for sustainable development: theory, method, applications a report to the Balaton Group. Technical Report, International Institute for Sustainable Development, Canada, CHRISTENSEN, Clayton M.; GROSSMAN, Jerome H.; HWANG, Jason. Inovação na Gestão da Saúde: a receita para reduzir custos e aumentar qualidade. Porto Alegre: Bookman, 2009.

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