Boletim Técnico. Estudo da viabilidade técnica da produção de lisianto (Eustoma grandiflorum) no Distrito Federal. Planaltina DF Novembro de 2008

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1 Boletim Técnico Estudo da viabilidade técnica da produção de lisianto (Eustoma grandiflorum) no Distrito Federal Planaltina DF Novembro de 2008

2 Boletim Técnico Estudo da viabilidade técnica da produção de lisianto (Eustoma grandiflorum) no Distrito Federal Thais Sevilha Leite Orientadora: Profa. Dra. Janine Tavares Camargo Co-Orientador: Prof. M.S. Cícero Célio de Figueiredo Orientador econômico: Prof. MBA Claiton de Paula Ribeiro UPIS Faculdades Integradas Departamento de Agronomia Rodovia BR 020, km 18 DF 335, km 4,8 Planaltina (DF) Brasil Endereço para correspondência: SEP/Sul Eq. 712/912 Conjunto A CEP: Brasília (DF) Brasil Fone/Fax: (0XX61) Orientadora: Profa. Dra. Janine Tavares Camargo Co-Orientador: Prof. M.S. Cícero Célio de Figueiredo Orientador econômico: Prof. MBA Claiton de Paula Ribeiro Supervisores: Profa. M.S. Rosemary de Araújo Gomes Prof. M.S. Adilson Jayme de Oliveira Revisor técnico-científico: Cláudio Aparecido Pereira Membros da Banca: Profa. Dra. Janine Tavares Camargo Prof. MBA Claiton de Paula Ribeiro Prof. Álvaro José de Aguiar Oliveira Data da Defesa: 04/02/2009 Trabalho apresentado, como parte das exigências para a conclusão do CURSO DE AGRONOMIA. Planaltina DF Novembro de 2008

3 ÍNDICE RESUMO INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA OBJETIVO RECOMENDAÇÃO TÉCNICA A flor lisianto (Eustoma grandiflorum) Cor das flores Ciclo da planta lisianto Produção de mudas Solo Época de plantio Espaçamento Irrigação Adubação Injetor de fertilizantes (Fertirrigação) Nitrogênio, fósforo e potássio Micronutrientes Condutividade elétrica (CE) Florescimento Iluminação Temperatura ideal Germinação Tratos culturais Doenças Podridões causadas por Botrytis Fusarium solani Phomopsis sp Mosaico amarelo do feijoeiro ( bean yellow mosaic - BYMV) no lisianto Oídio Métodos de controle de doenças Utilização de equipamento de proteção individual (EPI) Poda Produção de lisianto para vaso Reguladores de crescimento Variedades específicas para vaso Produção de lisianto para corte Variedades específicas para corte usando vaso com reguladores de crescimento Colheita Manejo pós-colheita Manuseio, seleção e classificação Embalagem Armazenamento Refrigeração Utilização de conservantes para flores em armazenamento PLANO DE NEGÓCIOS Identificação da organização Estrutura organizacional Objetivo da empresa Visão Missão Valores Cenário de mercado Consumidores Concorrentes Fornecedores Análise SWOT Plano de marketing Produto Preço Ponto de venda Promoção Cadeia produtiva ESTUDO DE CASO...54

4 5.1 Localização Cultivares de lisianto Sementes Estrutura física Limpeza da área Canteiro Adubação Análise de solo Recomendação de adubação Semeadura e plantio Substrato Irrigação Sistema de irrigação para estufa em fase de germinação de lisianto Sistema de irrigação para estufa em fase de florescimento para flor de corte Pragas, doenças e método de controle Botrytis cinera Phomopsis sp Mosaico Amarelo do feijoeiro ( Bean Yellow Mosaic - BYMV) no lisianto Sistema de produção Mão-de-obra Colheita Beneficiamento e comercialização Seleção Armazenamento Transporte Comercialização Coeficientes técnicos para a implantação de 0,3 hectares de lisianto CONCLUSÃO AGRADECIMENTOS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...75 LISTA DE FIGURAS: Figura 1: Variedades de cores da flor lisianto...17 Figura 2: Ponto de colheita das hastes florais de lisianto Figura 3: Organograma funcional da Recanto das Flores...43 Figura 4: Logomarca da empresa Recanto das Flores Figura 5: Fluxograma da cadeia produtiva de flores...54 Figura 6: Imagem de satélite da Fazenda Lagoa Bonita UPIS Figura 7: Cultivares de lisianto (a) Mariachi Pure White, (b) Ávila Blue Rim, (c) Echo Champagne e (d) Echo Pink...56 Figura 8: Modelo de trator tipo pá mecânica...58 Figura 9: Modelo do canteiro para fase de florescimento para flor de corte de lisianto...58 Figura 10: Cavalete com injetor de fertilizantes Figura 11: Bandeja de isopor com 288 células para plantio de lisianto, Viveiro Pau Brasil, Sobradinho-DF, Figura 12: Teste para verificação da quantidade de substrato a ser utilizada, realizado no Viveiro Pau Brasil, Sobradinho-DF. (a) Bandeja preenchida com substrato e (b) três amostras de substrato para pesagem Figura 13: Materiais necessários para os sistemas de irrigação do projeto (a) adaptador fim de linha, (b) tubo de polietileno, (c) adaptador início de linha, (d) tubo PN 40 junta elástica, (e) nebulizador...64 Figura 14: Representação do sistema de irrigação para germinação...65 Figura 15: Representação do modelo do sistema de irrigação em canteiro...66 Figura 16: Lisianto em florescimento próximo da fase de colheita...67 Figura 17: Planta baixa do packing house....71

5 LISTA DE TABELAS: Tabela1: Características das cultivares de lisianto...18 Tabela 2: Identificação da empresa Recanto das Flores...41 Tabela 3: Descrição funcional da empresa Recanto das Flores Tabela 4: Consumo per capita de flores no Brasil em Tabela 5: Empresas fornecedoras de produtos e serviços...49 Tabela 6: Análise SWOT para a Recanto das Flores...50 Tabela 7: Preços médios para lisianto...51 Tabela 8: Análise de macronutrientes do solo da Fazenda Lagoa Bonita, Campus II da Upis-Faculdades Integradas...59 Tabela 9: Análise de micronutrientes básicos do solo da Fazenda Lagoa Bonita, Campus II da Upis-Faculdades Integradas...59 Tabela 10: Dados Técnicos sobre o injetor de fertilizantes Tabela 11: Garantias do substrato Palma...62 Tabela 12: Materiais necessários para irrigação na estufa de germinação...64 Tabela 13: Materiais necessários para estufa de florescimento Tabela 14: Escalonamento de produção de lisianto para corte: 1º ano de implantação Tabela 15: Exigências de insumos e serviços...73

6 RESUMO Estudo da viabilidade técnica da produção de lisianto (Eustoma grandiflorum) no Distrito Federal 10 Thais Sevilha Leite 1 Janine Tavares Camargo 2 Claiton de Paula Ribeiro 3 Álvaro José de Aguiar Oliveira 4 A floricultura brasileira vem ampliando seu espaço de maneira significativa nas últimas décadas, e de forma mais acentuada, nos últimos anos. As flores ornamentais ganharam espaço na produção nacional, sendo o lisianto uma flor de grande aceitação comercial pelo fato de serem nobres e devido a sua grande diversidade de cores. Este boletim objetiva avaliar a viabilidade técnica da produção de lisianto no Distrito Federal. Serão utilizadas as espécies Mariachi Pure White, Ávila Blue Rim, Echo Champagne, Echo Pink, irrigadas por microaspersão e gotejamento para flores de corte. O plantio será realizado no Campus II da faculdade UPIS, localizada em Planaltina-DF. O sistema de produção irá garantir a produção durante todo ano e irá ser comercializada no Distrito Federal, com possibilidade de futuramente comercializá-las no mercado externo. Após o estudo realizado verificou-se que é viável tecnicamente o cultivo do lisianto no Distrito Federal. PALAVRAS-CHAVE: Lisianto, flor de corte, floricultura, agronegócio, viveiros. 1 Aluna de graduação do Depto. de Agronomia/UPIS 2 Eng. Agrônoma, Dra. Profa. do Dept. de Agronomia/UPIS 3 Administrador, MBA Prof. do Dept. de Cont.e Agro./UPIS 4 Eng. Agrônomo, Prof. da Dept. de agronomia/upis INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA No mundo, o mercado de flores é de aproximadamente US$ 90 bilhões anuais, e hoje boa parte desse fluxo está concentrado em países exportadores como: Holanda, Estados Unidos, Itália e Japão (Neves e Amaral, 2007). O consumo mundial de flores de corte pode ocorrer de 2 formas: países de alto consumo per capita/ano, com de aproximadamente US$ 100, o que contrasta com países como o Brasil, onde o consumo per capita/ano é de US$ 7 (Barbosa et al., 2003 citado por Backes et al., 2007). O cultivo de flores e sua comercialização no Brasil começaram em escala comercial a partir da década de 50 com imigrantes portugueses. Já na década de 60 iniciaram no mercado de flores os imigrantes japoneses e finalmente os imigrantes holandeses, que no início da década de 70 deram um impulso maior à comercialização de flores, implantando um sistema de distribuição pelo país inteiro. Até 1988 o mercado teve um crescimento lento limitado baseando sua atuação comercial em centros regionais de comercialização tais como: CEASAS e empresas de distribuição que atendiam a todo o país (Motos, 2000). Hoje a produção brasileira de flores é uma atividade econômica importante no agronegócio do País. A expansão dessa atividade tem um potencial bastante elevado voltada tanto para o mercado interno como para exportação, oferecendo oportunidades promissoras (Buainain e Batalha, 2007). A participação brasileira movimenta cerca de US$ 800 milhões por ano (Neves e Amaral, 2007). O mesmo autor diz ainda, que atualmente a participação nacional da floricultura nas exportações internacionais é de apenas 0,22 % e representa 3 % do faturamento do setor, contudo o potencial do País permite um crescimento de aproveitamento de 1,5 %, nos próximos anos.

7 12 De acordo com Agronline (2008), a floricultura é um dos segmentos da agricultura de maior rentabilidade por unidade de área. O lucro costuma ser três vezes superior ao da fruticultura e dez vezes maior do que a produção de grãos. Além disso, há um rápido retorno dos investimentos aplicados. Para efeito de comparação o setor florístico emprega de 15 a 20 pessoas por hectare e rende de R$ ,00 a R$ ,00 na mesma área enquanto a fruticultura emprega em torno de 5 pessoas por hectare e rende próximo de R$ ,00 (Neves e Amaral, 2007). Registrou-se um significativo crescimento da produção de flores na maioria dos estados, e tendo como destaque a Região Sudeste. De acordo com a Ibraflor citado por Neves e Amaral (2007), o estado de São Paulo tem uma participação em 75 % da produção nacional. Com o cenário favorável à floricultura promoveu o fortalecimento da atividade e hoje ocorre em todas as regiões brasileiras estando presentes no Sul, Centro-Oeste, Norte e no Nordeste (Reetz et al., 2007). Segundo estudos realizados, a produção local de flores e plantas ornamentais do Distrito Federal alcança no máximo 15 % da demanda. De acordo com os grupos de produtos que incluem flores de corte em maços, folhagens de corte e plantas envasadas, oscilam em um índice de auto-suficiência, de 3 % e 5 %. Portanto, analisando uma demanda diária de 90 mil unidades dessas categorias de produtos pode-se concluir que o abastecimento local responde pela oferta média de 1,8 mil a 2,0 mil de unidades/dia (Junqueira e Peetz, 2005). O Distrito Federal abriga propriedades rurais, a maioria constituída por pequenas propriedades em torno de 20 a 25 hectares, gerando cerca de 33 mil empregos diretos (Junqueira e Peetz, 2005). 13 Neste contexto, a produção de flores ornamentais tem se mostrado como uma excelente oportunidade de aumentar a capacidade geradora de emprego e renda no campo. O lisianto (Eustoma grandiflorum), pertencente à família das Gentianaceae, foi introduzido no mercado brasileiro no final da década de 80 e começou a destacar-se economicamente a partir da década de 90, despertando interesse de produtores e consumidores (Salvador, 2000; citado por Backes et al., 2007). É uma planta ornamental com grande procura pelo mercado consumidor, mas há poucas informações sobre sua nutrição em condições edafoclimáticas tropicais (Camargo et al., 2004). 2. OBJETIVO O presente projeto tem como objetivo verificar a viabilidade técnica da implantação de uma casa de vegetação, de 0,3 ha, no Campus II da faculdade UPIS em Planaltina DF, utilizando dois sistemas de irrigação sendo microaspersão e gotejamento, para cultivo de flor lisianto para corte, no Distrito Federal. 3. RECOMENDAÇÃO TÉCNICA 3.1 A flor lisianto (Eustoma grandiflorum) Conforme Backes et al. (2004) o lisianto é uma planta ornamental cujo nome científico é Eustoma grandiflorum, faz parte da família das Gentianáceas. As cultivares para flor de corte, em geral, possuem hastes com comprimento médio entre 50 e 70 cm e apresentam folhas ovais e oblongas, as quais possuem grande atrativo ornamental. As flores são divididas em simples e dobradas, de textura acetinada, com diâmetro

8 14 superior a 5,0 cm, e variam do púrpura ao branco. Além disso, podem ser produzidas entre 20 e 40 flores por planta. Sua propagação ocorre por sementes que apresenta um alto grau de dificuldade, que caracteristicamente são muito pequenas apresentando um diâmetro aproximadamente 0,1 a 0,2 mm, cujo peso de sementes é de aproximadamente 1,5 gramas, germinando entre 10 a 15 dias sob condições ótimas de temperatura entre 20 e 25 C, na presença de luz e com nebulização intermitente (Backes et al., 2004). As sementes são muito sensíveis a altas temperaturas, principalmente durante as primeiras duas semanas após a hidratação e quando os cotilédones estão em desenvolvimento. Após a formação dos dois pares de folhas essa sensibilidade torna-se menos aparente. Quando submetidas a temperaturas acima de 25 C ocorre uma intensificação do crescimento e desenvolvimento das mudas em roseta (agrupamento de folhas basais e muitos entre-nós curtos, sem nenhum alongamento visível da haste), e quando são cultivadas sob temperaturas inferiores a 20 C, ocorre um alongamento acelerado dos entrenós (Backes et al., 2004). De acordo com a autora citada acima o lisianto também pode ser multiplicado assexuadamente, a partir das hastes vegetativas. Sob nebulização intermitente e temperatura em torno de 23 C, o enraizamento ocorre em, aproximadamente, 15 dias. Pesquisas apontaram um estudo de cultura de tecido para a produção em grande escala de lisianto, investindo no desenvolvimento da técnica de cultura de tecidos multiplicando massivamente plantas de lisianto, resultando em plantas com flores sadias e vigorosas. É exigente a luminosidade elevada e sensível ao comprimento do dia. É também conhecida como genciana do prado, e é originária das regiões desérticas dos Estados Unidos (Texas e Arizona) e México. Essa espécie começou a se destacar economicamente no Brasil na década de 15 90, mas já é amplamente comercializada em países europeus e no Japão (Diniz, 2007). Em seu habitat nativo o lisianto é encontrado ao longo dos rios e áreas baixas, onde existe maior disponibilidade de água no solo. No período de chuvas menos freqüentes, o mecanismo que evita perda em relação ao déficit hídrico dos lisianto nativos baseia-se na emissão de longas raízes no solo para buscar água a maiores profundidades. Por esta razão, um manejo adequado do substrato e irrigação, proporcionando condições adequadas de desenvolvimento do sistema de raízes é a chave para produzi-lo (Gruszysnski, 2007). O lisianto é ainda pouco estudado em condições de clima tropical, embora com grande potencial de produção e de mercado no Brasil, diferentemente do que acontece no Japão, aonde pesquisas sobre ela vêm sendo feitas há mais de 30 anos (Diniz, 2007). As empresas japonesas têm-se caracterizado pela produção de variedades híbridas com flores de distintas cores como vermelhas, brancas, azuis, etc (Cid, 2007). Seu cultivo pode ser feito como flor de corte ou em vasos. As variedades para corte podem ser produzidas em vaso com utilização de reguladores de crescimento. A produção da planta é possível durante o ano todo em estufas climatizadas e com variedades específicas (Gruszysnski, 2007). Há diferenças de preferência entre os mercados consumidores: o europeu prefere o azul-escuro, enquanto o japonês e o brasileiro preferem o branco com bordas azuis. As cultivares são divididas em flores simples e dobradas, sendo que o mercado europeu e o japonês preferem as primeiras, já o americano e o brasileiro, as flores dobradas. A cultivar Echo é a mais comum no Brasil (Camargo et al., 2004). O lisianto como flor de corte tem sido cultivado pelos produtores como planta anual, porém é classificado como bienal. As dificuldades presentes no cultivo desta espécie são

9 16 17 evidentes, mesmo com sua recente introdução no mercado nacional, pois existem poucas informações técnicas e científicas sobre a produção e o manejo da cultura. Apesar da carência de informações sobre o cultivo, existem produtores de lisianto em alguns estados brasileiros, principalmente São Paulo e Minas Gerais, em que muitas vezes são levados a utilizar técnicas de cultivo que não exploram todo o potencial da cultura, dentre eles adubação, espaçamento, tipos de poda, sistemas de cultivo, épocas de plantio, adaptação de cultivares a épocas de plantio, entre outras (Backes et al., 2004). Para Diniz (2007) de uma forma geral a aceitação comercial do lisianto é considerada muito boa, mesmo nem sempre com preço que se desejaria, sendo a sua produção o fator limitante para uma maior oferta de produto no mercado. 3.2 Cor das flores A flor lisianto pode apresentar basicamente as cores branca, rosa, azul, amarela e ainda bicolor (figura 1). 3.3 Ciclo da planta lisianto Conforme Backes et al. (2004) o ciclo da planta é lento, sendo de aproximadamente seis meses (± 180 dias), desde a semeadura até o florescimento, estando relacionado com o cultivar e o ambiente. Este período pode ser dividido em dois estádios. Figura 1: Variedades de cores da flor lisianto. Fonte: Harbaugh et al. (2007).

10 18 Primeiro estágio: Inicia-se com a germinação, e sua duração, em média, é de dois a três meses. Durante este estádio, as plantas crescem em forma de roseta, formando quatro pares de folhas. Segundo estágio: Tem início após os três primeiros meses e envolve a elongação da haste, com conseqüente formação de novas folhas e o início do florescimento. Existem cultivares de lisianto que apresentam ciclos precoces, visto que facilita no tempo de duração na produção, sendo elas: Echo Champagne, Ávila Blue Rim, Echo Pink e Mariachi Pure White. São descritas as características de cada cultivar (tabela 1). Tabela1: Características das cultivares de lisianto. Cultivares Características Série Echo Champagne Apresenta ciclo precoce, com aproximadamente70cmdealtura,deflores dobradas, tamanho grande (6,0 a 8,0 cm de diâmetro), com hastes firmes e de coloração champagne. Série Echo Pink Cultivar de ciclo precoce, com aproximadamente 70 cm de altura; apresenta flores dobradas, de tamanho grande (6,0 a 8,0 cm de diâmetro), com hastes firmes e de coloração rosa. Série Ávila Blue Rim É uma cultivar de ciclo precoce, com florescimento no inverno, altura de haste entre 90 a 100 cm; apresenta flores dobradas, de coloração branca com bordos das pétalas azuis, com hastes fortes. Série Mariachi Pure White Apresenta ciclo médio, com aproximadamente 70 cm de altura; apresenta flores quádruplas, de tamanho extra-grande (7,5 a 8,5 cm de diâmetro), com hastes firmes e de coloração branca Produção de mudas Para a realização de produção de mudas segue-se basicamente quatro estágios, segundo (Gruszysnski, 2007): Estágio 1: do 1º ao 14º dia: As sementes são em geral peletizadas, devido serem muito pequenas. Deve-se fazer a distribuição individualmente das sementes em células de bandejas preenchidas com substrato, não cobrindo a semente e nunca deixar que falte umidade, pois o pelete endurece e ocorre a morte da plântula. A bandeja deve ser recoberta com um filme de polietileno ou preferencialmente colocada em câmara de nebulização intermitente (automática). A temperatura ideal do solo varia entre 20º e 24ºC, tolerando-se um mínimo de 13ºC. Já o substrato deve possuir elevada porosidade e espaço de aeração; o ph deve apresentar um valor entre 6,0 e 6,5 e condutividade elétrica entre 0,2 e 0,5 ds m -1 (extrato 1:2). E a germinação deve-se de preferência dar em local claro, com 1000 a 3000 lux de iluminação. Estágio 2: do 14º - 21º dia. Depois da planta emergida, remover a bandeja da área de germinação e colocá-la em local com menor umidade relativa do ar, maior luminosidade e com temperaturas noturnas entre 15 e 17 C e diurnas entre 25 e 27 C até o momento do transplante. Este sistema com noites mais frias ajudará a evitar problemas até mesmo sob condições de calor. É necessário evitar que a temperatura do dia exceda à 25ºC e as temperaturas noturnas fiquem abaixo de 5ºC para que não ocorra o roseteamento das plantas, ou seja, que não ocorra a emissão da haste floral. Estágio 3: do 21º - 56º dia. É muito lento o desenvolvimento das mudas novas e requer cuidado extra a fim de evitar temperaturas altas ou baixas. Outros fatores a serem

11 20 evitados são evitar que as mudas fiquem em baixa luminosidade e umidade excessiva evitando assim doenças e estiolamento das plantas. Nessa fase utiliza-se a fertilização semanal em meio líquido, com soluções com concentração de 150 mg L -1 de Nitrogênio (como sugestão 1 g L -1 de nitrato de cálcio), mantendo a salinidade do substrato entre 0,7 a 1,0 ds m -1 (extrato 1:2). Estágio 4: do dia. Neste estágio a planta deverá ter quatro folhas reais para estar pronta para ser transplantada no canteiro. O lisianto tem um sensível sistema radicular e deve-se ter muito cuidado no ponto de transplante. Transplante no momento certo assegurará que o sistema radicular permaneça ativo. 3.5 Solo O tipo de solo que é recomendável é um solo profundo e rico em matéria orgânica. O valor de ph deve estar entre 6,0 6,8. O uso de plástico preto para mulching aumentará a temperatura do solo no inverno e reduzirá o tempo para florescer. Para a produção de verão a plástica dupla face preto/prateado manterá a temperatura do solo mais baixa, por refletir o calor do sol de verão. A temperatura de solo deve ser mantida no mínimo de 13 C e no máximo de 23 C para obter ótimos resultados (Gruszysnski, 2007). 3.6 Época de plantio A época de plantio é transplantar as mudas da bandeja no solo quando as plantas estiverem jovens e vigorosas e em desenvolvimento ativo, com aproximadamente de três a quatro pares de folhas verdadeiras. Para evitar podridão da haste, tomar cuidado para "enterrar" a base da muda. Evitar mudas 21 que já passaram muito do período correto de transplante (Gruszysnski, 2007). 3.7 Espaçamento Estudos indicam que usualmente utiliza-se 10 x 15 cm ou 67 plantas/ m², o espaçamento, porém deve ser adequado à rede de condução utilizada (Gruszysnski, 2007). 3.8 Irrigação A irrigação deve ser bastante controlada, pois o lisianto é nativo de uma região de baixa umidade relativa do ar e usualmente a Botrytis é um dos maiores problemas fitossanitários. O uso da irrigação por gotejamento é recomendado para reduzir a umidade livre nas plantas (Gruszysnski, 2007). O lisianto requer maiores níveis de umidade no estágio inicial de desenvolvimento, portanto quando as plantas começarem a crescer e apresentar botões, a irrigação deve ser reduzida e é aconselhável irrigar as plantas quando o substrato estiver levemente seco (Gruszysnski, 2007). Na fase inicial de pós-transplante as mudas crescem lentamente, devendo haver muito cuidado para evitar o excesso de irrigação. O ideal é evitar o estresse por falta de água e ao mesmo tempo não deixar a planta encharcada. Quando estiver em fase de florescimento evite que a planta murche por falta de água, nesta fase é recomendável um leve sombreamento de 30-40% (Gruszysnski, 2007). 3.9 Adubação Mesmo com grande potencial de produção e de mercado no Brasil, o lisianto é uma planta pouco estudada em condições

12 22 de clima tropical, diferentemente do que acontece no Japão, onde seu estudo tem sido feito há mais de 30 anos (Camargo et al., 2004). O conhecimento da nutrição e as adubações recomendadas no Brasil, que são fatores de alto impacto na produção e na qualidade das hastes florais, têm se apoiado, geralmente, no empirismo ou em recomendações de outros países, resultando na aplicação de quantidade insuficiente ou excessiva de adubos e, portanto, numa nutrição desbalanceada (Camargo et al., 2004). A utilização de curvas de absorção, obtidas nas condições brasileiras, permitirá uma aplicação mais adequada de fertilizantes, de acordo com o estádio fisiológico de máxima absorção, possibilitando a planta adquirir a quantidade total de nutrientes requeridos para sua máxima produção. Isso implica em menores perdas de adubo e riscos de toxidade provocados por concentrações salinas exageradas (Camargo et al., 2004). A adubação dos solos tem como objetivo fornecer os nutrientes que limitam a planta para que possa obter rendimentos satisfatórios de produção (Ribeiro et al., 1999). Para aumentar a eficiência de utilização de fertilizantes é necessário que o terreno tenha potencial de produção, sendo os fatores do sistema produtivo como: o controle de pragas e doenças, irrigação, espaçamento, etc; lembrando que devem ser devidamente supridos, de tal forma que não se tornem limitantes (Ribeiro et al., 1999). Para Gruszysnski (2007) a adubação e ph em planta de lisianto é recomendada pela exigência nutricional citadas abaixo: Exigência nutricional moderada de ph 6,5 a 7,0 com bom suprimento de cálcio. Utilizar CE substrato 1,5 ds m - ¹ em 1:2 sendo 1 volume de substrato para dois volumes de água, medir após 15 minutos, em uma agitação inicial. 23 Aplicar 100 a 200 mg/l de N, em dias alternados, relação 1-0,3-1 (N - P 2 O 5 - K 2 O). Manter CE substrato em 1,5 ds m - ¹ em 1:2 sendo 1 volume de substrato para dois volumes de água, agitar inicialmente, esperar 15 minutos, agitar novamente e medir com o condutivímetro. No solo utilizar a referência para substrato, porém corrigir ph e níveis de fósforo através de análise de solo. É muito importante a adição de condicionadores de solo (composto) para melhorar a condição física. Deve-se atentar para que a compostagem seja bem feita, pois o lisianto é sensível à níveis elevados de nitrogênio na forma amoniacal. Pausar a adubação quando as plantas estiverem como os botões florais visíveis. A fertirrigação do lisianto será a mesma indicada para crisântemo, pois são escassas as bibliografias referentes à adubação para lisianto e também devido à fisiologia semelhante das duas espécies de flores. Ribeiro et al. (1999) recomenda a seguinte adubação para crisântemo: Calagem: Aplicar 30 dias antes do plantio das mudas para o canteiro, distribuindo e incorporando o calcário na quantidade indicada pela análise de solo. Adubação Mineral: A adubação mineral deve ser aplicada uma semana antes da execução do plantio. Nitrogênio: Preferencialmente fornecido na forma de sulfato de amônio. Fósforo: Recomenda-se utilizar fertilizantes fosfatados com alta solubilidade em água e de preferência superfosfato simples. Cobertura durante o ciclo: Na adubação durante o ciclo, tanto em cultivos em casa de vegetação como em canteiros, utiliza-se muito a fertirrigação, sendo aplicada toda vez que a planta é irrigada com uma solução contendo: 200mg/L de N; 50mg/L de P 2 O 5 e 200mg/L de K 2 O.

13 24 A aplicação desta solução é importante nas primeiras sete semanas de cultivo, sendo que as aplicações posteriores de nitrogênio e potássio, não serão capazes de recuperar a qualidade das flores. A partir da 7ª semana até o final do ciclo, pode ser aplicada a solução contendo a metade da concentração recomendada na fase anterior, sendo: 100mg/L de N, 25mg/L de P 2 O 5 e 100mg/L de K 2 O Injetor de fertilizantes (Fertirrigação) É um equipamento que permite a adição de fertilizantes e outros produtos químicos na água de irrigação, sem que os mesmos passem pelo sistema de bombeamento, sem a necessidade de misturar com o produto (Agrojet, 2008) Nitrogênio, fósforo e potássio O nitrogênio está presente em todas as partes vivas da planta. Elemento esse que tem a função estimular a formação e desenvolvimento de gemas floríferas e aumentar o teor de proteínas (Malavolta et al., 1997). O fósforo acelera a formação de raízes, ajuda na fixação simbiótica de nitrogênio, ajuda a aumentar o teor de carboidratos e dentre vários outros processos da planta (Malavolta et al., 1997). O fósforo ainda é componente de compostos fosfatados que encerram energia com ATP E ADP que são essenciais para um bom desenvolvimento (Raven et al., 1999). O potássio tem a função de promover o armazenamento de açúcar e amido, tem a capacidade de aumentar a resistência a secas, geadas, pragas e moléstias; envolvido no fechamento e abertura dos estômatos e é ativador de enzimas (Malavolta et al., 1997; Raven et al., 1999) Micronutrientes Os micronutrientes são elementos essenciais à boa saúde das plantas e embora sejam consumidos em pequenas quantidades a sua falta pode acarreta doenças e outras deficiências na planta. O boro é um micronutriente muito importante, pois é fundamental para a germinação do grão de pólen e crescimento do tubo polínico, contribui para uma menor esterilidade masculina e apresenta uma maior integridade de membrana (Malavolta et al., 1997). O molibdênio é necessário para a fixação simbiótica de nitrogênio e redução de nitrato na planta (Raven et al., 1999). Cobre é essencial como ativador ou componente de algumas enzimas envolvidas em oxidação e redução, bem como aumente a resistência a doenças (Raven et al., 1999; Malavolta et al., 1997). O ferro é um micronutriente que é requerido para a síntese da clorofila e auxilia na fixação de nitrogênio (Raven et al., 1999) Condutividade elétrica (CE) A condutividade elétrica (CE) é um indicador do nível de nutrientes presentes da solução, que avalia o aumento da condutividade elétrica da água devido à presença de sais ionizados (Gruszysnski, 2007). A condutividade elétrica indica uma significativa estimação do conteúdo de íons, podendo ser nutrientes ou não na solução do substrato, porém compostos como a uréia, não são mensurados logo após a sua aplicação (Gruszysnski, 2007).

14 Florescimento As hastes das plantas estão desenvolvidas quando uma ou mais flores estiverem abertas. Há um maior período de tempo entre a abertura da primeira e segunda flor do que da segunda e terceira flor. Por isso, alguns produtores removem a primeira flor e a vendem para pequenos vasos e colhem as hastes quando a segunda e terceira flor se abrem (Gruszysnski, 2007) Iluminação O lisianto é uma planta que responde ao fotoperíodo. A utilização de luz artificial até o estágio da sexta folha verdadeira, das 22 horas até as 2 horas da manhã de março à setembro reduzirá o tempo necessário até o florescimento. A planta floresce mais precocemente em períodos de dias longos e maior luminosidade (Gruszysnski, 2007). O lisianto não floresce somente em dias longos, porém dias longos irão acelerar o florescimento, evitando que a planta fique excessivamente alta. Dias longos irão também prevenir o roseteamento, ou seja, a não emissão das hastes florais. Iniciar a iluminação artificial após o transplante de 15 de março a 15 de setembro, para estabelecer dias de mais de treze horas de luz. É mais econômico a utilização de luz noturna por quatro horas sendo de 22 horas da noite até as 02 horas da madrugada, utilizando um timer (temporizador). Esta iluminação deve ser por pelo menos noventa dias, até se visualizar os botões florais. O temporizador pode ser programado para 10 minutos ligado e 20 minutos desligado, alternadamente, para economizar luz. Isto não compromete o desempenho da luz complementar (Gruszysnski, 2007) Temperatura ideal A temperatura ideal seria de ºC durante o dia e 16 a 18 ºC durante a noite, entre 27 e 15 ºC para evitar roseteamento, sendo esta diferença dia/noite importante. O período crítico é na fase de produção do plug até as quatro primeiras semanas pós-transplante (Gruszysnski, 2007) Germinação A germinação do lisianto ocorre entre oito a doze dias a o C, isso com sementes dispostas superficialmente, com cobertura leve da semente com vermiculita, preferencialmente média, para manter a umidade (Gruszysnski, 2007) Tratos culturais Doenças Em cultivos de flores e plantas ornamentais, como todos os seres vivos, estão sujeitos à ação de determinados agentes bióticos e abióticos, que interferem no seu desenvolvimento. A produção comercial de lisianto em sistema convencional tem sido limitada por viroses e patógenos do solo, como Fusarium solani e Phomopsis sp. (Freitas et al., 1996; McGovern et al., 2000; Rivas et al., 2000; Wolcan et al., 2001) Podridões causadas por Botrytis O fungo Botrytis cinerea, causador do mofo-cinzento e podridão-da-flor, tem como fase teleomórfica Botryotinia fuckeliana (Agrofit, 2008). Na cultura do lisianto, o sintoma característico é a podridão escura de folhas e flores, sendo que

15 28 quando incide sobre os botões florais, impede sua abertura, inviabilizando a sua comercialização (Katz et al., 2006). Nas folhas as lesões são observadas como manchas marrom-acizentadas nas folhas mais jovens, injuriadas ou senescentes. Enquanto que nas flores as pétalas apresentam lesões marrom-acinzentadas, provocando-lhes a morte rapidamente. Ambiente muito úmido e temperaturas amenas favorecem a ação do patógeno. A doença tem ampla distribuição mundial, ocorrendo em países como África do Sul, Austrália, Brasil, Canadá, Escócia, Estados Unidos, Ilhas Virgens, Nova Zelândia e Porto Rico (Agrofit, 2008). Conforme Agrofit (2008) o fungo sobrevive nas flores e folhas velhas ou secas e nos restos da cultura infectados deixados no solo. Igualmente, podem sobreviver em qualquer resíduo vegetal das diferentes plantas hospedeiras do patógeno. Os conídios são disseminados a longa distância através das flores e folhas infectadas, e nas plantações ou nas estufas, são dispersos pelo vento. Condições que favorecem o desenvolvimento da doença são: alta umidade relativa do ar, uma lâmina de água livre sobre as folhas e temperaturas entre 15 e 25 C Fusarium solani O fungo Fusarium solani ataca o sistema radicular causando a podridão da haste bem como a podridão de raízes, o que resulta no murchamento e secamento da planta (Freitas et al., 1996) Phomopsis sp. O Phomopsis sp. causa lesões nas hastes e folhas da planta de lisianto (Wolcan et al., 2001). Conforme Agrofit (2008) o fungo pode infectar a planta em qualquer período do ano, entretanto a maior incidência ocorre após a poda ou durante a colheita dos botões. Nos ramos o sintoma de podridão inicia no ramo secionado e se expande no sentido descendente. Quando atinge a haste principal, o fungo pode provocar a morte da planta. O patógeno sobrevive nos restos culturais, e os respingos de água auxiliam na disseminação. Os locais de clima úmido e temperatura em torno de 28 C favorecem o desenvolvimento da doença Mosaico amarelo do feijoeiro ( bean yellow mosaic - BYMV) no lisianto O Eustoma grandiflorum infectado pelo potyvirus do mosaico amarelo do feijoeiro ( bean yellow mosaic BYMV) apresenta folha mosaica retorcida, pontos cloróticos e folhas quebradiças (Daughtrey et al., 1995) Oídio Em condições de cultivo de lisianto em casa de vegetação, em Brasília, foi identificada uma nova doença semelhante ao oídio, sendo o seu agente causal o fungo Oidiopsis haplophylli ou Oidiopsis sicula, que foi observado também em outras flores como: beijo-de-frade (Impatiens balsamina: Balsaminaceae), copo-de-leite (Zantedeschia aethiopica: Araceae), e flor-borboleta (Asclepias physocarpa: Asclepiadaceae) (Reis et al., 2007).

16 30 O sintoma de ataque do fungo na flor é o aparecimento de uma área clorótica na superfície superior da lâmina foliar que corresponde a uma colônia fúngica na superfície inferior, que é um sintoma típico da doença. À medida que a doença progride, estas lesões tornam necróticas e eventualmente coalescem (Reis et al., 2007) Métodos de controle de doenças Não existem produtos químicos específicos para o controle de doenças e pragas em flores de lisianto, que estejam registrados no MAPA- Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, sendo necessário aguardar a liberação de uso pelos órgãos competentes. O principal problema fúngico do lisianto é o aparecimento de Botrytis, que é uma doença de solo que exige para seu controle, o manejo certo de irrigação. O Botrytis em outras culturas tem sido controlado com Cercobin 700 MP, fungicida sistêmico do grupo Benzimidazol, formulação pó-molhável, da classe toxicológica IV Pouco Tóxico, porém ainda não está liberado seu uso para lisianto. De acordo com trabalhos realizados por Katz et al. (2006) para aplicação de fungicidas no controle do mofo cinzento (Botrytis cinera) em vasos com plantas de lisianto, novas técnicas de combate às doenças têm sido usadas, como os defensivos hidrossolúveis via água de irrigação, a quimigação (consiste em aplicar uma calda de agroquímicos podendo ser fertilizante (fertirrigação), inseticida (insetigação), fungicida (fungigação), herbicida ou nematicida (nematigação) por meio do sistema de irrigação), um procedimento recente que reduz a mão-de-obra, com uniformidade na aplicação, menor contato do operador com produtos tóxicos, menores impactos ambientais e custo de produção (Katz et al., 2006). 31 Os fungicidas utilizados foram: thiofanato metílico (50 g/l i.a.), thiofanato metílico + chlorothalonil (50 g/l i.a.+ 35 g/l i. a.) e iprodione (50 g/l i.a.), sendo que os tratamentos com thiofanato metílico + chlorothalonil e iprodione foram mais eficientes, para o controle dessa doença em lisianto (Katz et al., 2006); lembrando que estes fungicidas citados acima não estão registrados no MAPA, e portanto deve-se aguardar sua liberação. Os principais problemas de pragas na cultura do lisianto são o tripes e a mosca branca. Tais pragas podem ser controladas em outras culturas com Confidor 700 WG que é um inseticida sistêmico, do grupo químico Neonicotinóide, formulação granulado dispersível, classe toxicológica IV Pouco Tóxico, ressalva-se que tal inseticida não está registrado para o uso em lisianto, sendo necessário aguardar o registro Utilização de equipamento de proteção individual (EPI) Para a realização da aplicação de agrotóxicos para o controle de doenças e pragas, os funcionários deverão utilizar EPIs (Equipamento de Proteção Individual). O EPI será utilizado contra possíveis riscos ameaçadores à saúde ou a segurança do funcionário durante o exercício de uma determinada atividade Poda No cultivo de lisianto, a poda é uma prática necessária para a flor de corte ou planta envasada para estimular brotações laterais e, conseqüentemente, a produção de maior número de hastes e de flores, que são características essenciais e determinantes para se alcançar melhor qualidade, rendimento e valor comercial de produção. A maioria das cultivares comerciais desta espécie tem haste com ramificação simpodial

17 32 e as plantas não formam ramos basais, a menos que se faça uma poda acima do terceiro nó (Backes et al., 2006). O comportamento diferencial das cultivares em relação à resposta ao tipo de poda, a altura ideal de poda e à época ideal para a realização desta prática cultural ainda são pouco explorados, portanto tornam-se necessários estudos que busquem aprimorar essa prática indispensável para o sucesso do cultivo de lisianto (Backes et al., 2004) Produção de lisianto para vaso Para Gruszysnski (2007) a produção da planta de lisianto para vaso é recomendado à utilização de dois tipos de vasos sendo: vaso de 11 cm que é utilizada para uma muda ou 15 cm que pode ser utilizado com três mudas. Para a produção em vaso deve ser realizado o desponte sendo executado o mais cedo possível (cerca de duas semanas após o transplante), no segundo ou terceiro par de folhas para a brotação vir bem da base preferencialmente. Atrasa a floração, mas gera dois ou quatro galhos, gerando plantas bem cheias. Poucas variedades como a Sapphire geram brotação lateral espontaneamente Reguladores de crescimento Conforme o autor citado acima para o cultivo em vasos, o regulador de crescimento deve ser aplicado duas a três semanas após o desponte, quando as brotações estão com 2,5 a 5 cm, repetindo a aplicação duas a três semanas mais tarde, conforme necessidade. É recomendado a aplicação de Daminozide 85% (B-nine, Dami) ppm (2,95 g/l de produto comercial). Foi observado que o tempo total de produção a partir semeadura é de 20 a 24 semanas e o desponte aumenta o tempo 33 em relação às utilizadas para corte. Na fase de plug o tempo é de 10 semanas e no vaso é de 12 a 14 semanas Variedades específicas para vaso De acordo com Gruszysnski (2007) existem variedades específicas para vaso, chamada de flores simples: Florida: é uma variedade resistente ao calor, podendo suportar até 31 o C sem problemas de roseteamento. É naturalmente compacta e com boa brotação lateral, sendo recomendados reguladores de crescimento para vaso com 11 cm. E essa variedade apresenta dois tons de azul e rosa. A planta atinge uma altura de 25 cm. Forever: é muito florífera e tem brotação lateral natural. Essa planta atinge cerca de 20 a 25 cm. É muito utilizada para jardins nos EUA e essa variedade apresenta somente duas cores: azul e branco. Lisa: é uma planta compacta tendo de 15 a 20 cm, apresentando boa brotação lateral. A variedade Lisa apresenta quatro cores: azul, lavanda, rosa e branco. Sapphire: essa variedade é normalmente para vaso com 11 cm, contendo uma muda apenas, não necessitando de desponte ou reguladores de crescimento. É uma planta compacta, atingindo entre 10 a 15 cm. E apresenta as cores azul com dois tons, bicolor branco com bordas azuis e branco com bordas pink, branco (flores duplas) e branco flores simples Produção de lisianto para corte Conforme Gruszysnski (2007) para a produção de Lisianto para corte é relacionada alguns métodos para o manejo dessa planta: É recomendada uma densidade de 64 plantas por m² no inverno e 84 plantas por m² no verão. Deve-se adequar o

18 34 espaçamento às telas de condução podendo ser de duas maneiras: Uma a duas telas de suporte com 12,5 x 12,5 cm; Tela de suporte maior com 15 X 15 cm 15 X 20 cm, sendo preferencialmente número par de linhas para distribuir as mangueiras de gotejadores uniformemente. O espaçamento deve ser maior para colheita de um reflorescimento do rebrote após o corte. Neste caso colhe-se no terceiro ou quarto nó. Já na segunda colheita se faz o corte cerca de seis a oito semanas depois. O solo deve ser preparado profundamente com incorporação de matéria orgânica bem compostada. As mudas para corte podem ser despontadas para aumentar o número de ramos florais, o que retarda a floração em três a quatro semanas, desde que usualmente esta não é uma operação compensadora. A altura final da planta de lisianto chega de 90 a 115 cm. Com a luminosidade mais intensa e com temperatura mais fria, a planta se comporta mais baixa e forte. Ás vezes pode ser necessário sombreamento para aumentar a altura da haste. O tipo de irrigação a ser utilizada é por gotejamento com um espaçamento de 20 em 20 cm. Irrigar por aspersão nas primeiras semanas pós-transplante. A temperatura ideal de armazenagem é de 3 a 5 ºC Variedades específicas para corte usando vaso com reguladores de crescimento Recomendada para florescimento de inverno: Ávila: Essa variedade apresenta flores duplas. Sendo precoce e mais tolerante à baixa luminosidade, é menos 35 suscetível ao roseteamente. O período segue de 16 semanas do transplante à colheita no inverno. Ventura: Apresenta flores simples e é a mais precoce das variedades disponíveis no mercado. As hastes vão de 75 a 100 cm. O período de ciclo dessa variedade segue de 16 semanas. Obtém um bom sortimento de cores. Polestar: Flores simples Ruffles: Flores simples Recomendada para florescimento de primavera e outono: Balboa: Apresenta flores duplas. Tem boa tolerância aos roseteamento, e dispõe um ciclo de 13 semanas depois do transplante. Echo: Flores duplas Malibu: A variedade Malibu tem flores simples. Com boa tolerância aos roseteamento, segue um ciclo de 13 semanas depois do transplante. Bom sortimento de cores, inclusive um verde limão. Heidi: Flores simples. Recomendado para florescimento de verão: Catalina: Flores Duplas. Muito tolerante ao calor. Apresenta um bom tamanho de flor e tolerância ao roseteamento. Pouca opção de cores. Mariachi: Flores duplas. É referência de mercado. E dispõe de um ótimo mix de cores. Laguna: Flores simples, com hastes longas. É tolerante ao calor. Apresenta um ciclo precoce, ciclo de pós transplante de cerca de 13 semanas. Flamenco: Flores simples Mirage: Flores simples

19 3.20 Colheita 36 De acordo com Backes et al., (2004) o ponto de colheita das flores de lisianto para corte varia com as exigências do mercado. O sistema de leilão americano, as plantas são comercializadas quando a primeira flor está aberta em maços que variam de quatro a 14 hastes, enquanto que no mercado holandês e o japonês requerem duas flores abertas e maços contendo dez hastes. Em geral, a durabilidade pós-colheita das flores de lisianto varia entre 10 a 15 dias. Segundo Lamas (2002) citado por Lima et al., (2008) o ponto de colheita de uma flor varia muito em função da região, condições de cultivo (campo ou estufa), época do ano, variedade e distância do mercado. Para isso, a colheita deve seguir recomendações regionais, atendendo padrões de qualidade definidos especificamente para cada material vegetal. No momento da colheita são exigidos padrões de qualidade que levam em conta aspectos externos da flor como: da qualidade como a estrutura floral (forma, comprimento); de pragas e doenças e de defeitos aparentes; a ausência de resíduos químicos, e o número de flores e botões; e aspectos internos da flor como: a longevidade em condições de interior; a resistência contra condições de estresse durante transporte e comercialização; ausência de defeitos escondidos; estabilidade da cor em condições de interior e a suscetibilidade ao resfriamento e etileno (Lamas, 2002 citado por Lima et al., 2008). Em relação ao horário, a colheita deve ser realizada em horários de menor intensidade de calor e com temperaturas mais amenas, preferencialmente no início da manhã até as 9:00 horas ou no final da tarde, a partir das 16:00 horas, para evitar exposição ao calor excessivo após o corte que pode causar desidratação das hastes (Loges et al., 2005 citado por Lima et al., 2008). 37 Segundo Mosca (2004) citado por Menezes (2006) se a condição de colheita não puder ser seguida, ou seja não for possível nesse período o recomendado é realizar a colheita acompanhada de um recipiente com água e mantido em local protegido do sol, para colocar as hastes colhidas. Durante a colheita das flores devem ser retiradas quando uma ou mais estiverem abertas, não deixar as flores murcharem. Para melhorar a abertura das flores secundárias, aguardar uma semana após a primeira flor estar aberta. Alguns produtores colhem a primeira flor para comercializar pequenos bouquets. Para mercado local é melhor que cinco a seis flores estejam abertas (Gruszysnski, 2007). O comprimento das hastes de lisianto varia de acordo com as variedades, chegando a uma altura final média de 50 a 70 cm (Backes et al., 2004). Representação do ponto de colheita da haste de lisianto (figura 2). Figura 2: Ponto de colheita das hastes florais de lisianto. Fonte: Backes et al. (2004).

20 3.21 Manejo pós-colheita Manuseio, seleção e classificação 38 Logo após a colheita de flores de corte, a base da haste deve ser imersa em água de boa qualidade, para não haver perda de turgidez. Em lisianto, essa prática também pode ser adotada, pois poderá prolongar ainda mais a durabilidade das flores após o corte das hastes, podendo atingir valores superiores aos 15 dias normalmente alcançados pela espécie se conduzido adequadamente (Backes, et al., 2004). Depois de colhidas, as flores cortadas se tornam muito perecíveis, por isso devem ser transportadas o mais rápido possível do campo para o local de beneficiamento para evitar a desidratação. As hastes com flores devem ser manuseadas com muito cuidado, evitando danos mecânicos, pois o manuseio incorreto pode danificar, amassar e causar manchas escuras nas flores. Mesmo com o cuidado que se deve ter no momento da colheita, pode chegar até ao local de beneficiamento hastes com flores danificadas, por isso durante a operação de seleção as hastes com flores que apresentam injúrias e com problemas fitossanitários devem ser descartadas (Lima, et al., 2008). De acordo com a autora citada acima depois da seleção é feita a classificação que deve seguir uma padronização como a verificação do comprimento e diâmentro da haste, turgidez, coloração, durabilidade da flor e atender as exigências do mercado Embalagem A embalagem tem como objetivo evitar perda excessiva de água e danos mecânicos que podem ocorrer e o preparo da embalagem deve ser realizado antes do armazenamento das flores de corte. 39 O material que é normalmente utilizado no transporte das flores é o papelão, pois oferece boa resistência físico-mecânica e não deve ser reciclado, pois absorve facilmente a umidade das hastes e do ar. As embalagens devem algumas informações, tais como local de origem, empilhamento e posição da caixa e temperatura mínima e máxima de manutenção (Lima et al., 2008). Dentro das embalagens, as hastes ou bouquets precisam estar bem acomodados de forma que não fiquem soltos e nem estejam apertados. Pois desta forma evita-se o movimento dentro caixa que pode causar danos nas flores por atrito ou nas extremidades devido a impactos nas laterais da caixa. Conforme o destino das embalagens deve ser colocado redes ou outro tipo de proteção nas flores para evitar danos mecânicos durante o transporte, e envolver das hastes em plástico bolha para manter a temperatura interna e prevenir danos por baixas temperaturas. Lembrando ainda que o número de hastes e peso por caixa depende da espécie ou cultivar sendo ideal que cada caixa contenha um só tipo de flor para facilitar a arrumação. Após esta operação as flores devem ser imediatamente armazenadas (Lima et al., 2008) Armazenamento É uma das etapas mais importantes para manutenção das flores de corte visando o equilíbrio entre mercado distribuidor e consumidor. As flores de corte apresentam uma vida útil muito limitada, pois as flores se deterioram rapidamente como ocorre com frutas e hortaliças por causa de processos fisiológicos catabólicos que ocorrem mais intensamente após a colheita; portanto, exigem técnicas de conservação que contribuam para manter a qualidade floral pós-colheita (Lima et al., 2008). A longevidade das flores é determinada por características genéticas e anatômicas de cada espécie e entre as cultivares e

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