Utilização de dados gravados em voo na aviação moderna e perspectivas futuras

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Utilização de dados gravados em voo na aviação moderna e perspectivas futuras"

Transcrição

1 Utilização de dados gravados em voo na aviação moderna e perspectivas futuras Paulo Soares Oliveira Filho Engenheiro de Desenvolvimento de Produto Umberto Irgang Gerente de Segurança de Voo Palavras Chave: Aviônica, Gravadores, Investigação, Segurança. BIOGRAFIA Paulo Soares Oliveira, Graduado em Engenharia Elétrica com ênfase em Eletrônica, Pós-Graduado em MBA Executivo e completou o curso de Especialização em Segurança da Aviação e Aeronavegabilidade Continuada pelo ITA. Atualmente trabalha na Embraer na gerência de segurança de voo, grupo de análise de dados e estatísticas. ABREVIATURAS E ACRÔNIMOS AC Advisory Circular AIR Airborne Image Recorder APU Auxiliary Power Unit ARINC Aeronautical Radio, Inc. CAA Civil Aviation Authority CFR Code of Federal Regulations CMC Central Maintenance Computer CVR Cockpit Voice Recorder DAC Departamento de Aviação Civil DSTO Defence Science and Technology Organisation ED European Directive EU Engineering Units EUROCAE European Organization for Civil Aviation Equipment FAA Federal Aviation Administration FAR Federal Airworthiness Regulations FDA Flight Data Analysis FDM Flight Data Monitoring FDR Flight Data Recorder FOQA Flight Operational Quality Assurance FRED Flight Recorder Electronic Documentation IAC Instrução de Aviação Civil ITA Instituto Tecnológico da Aeronáutica MBA Master of Business Administration MCTOM Maximum Certified Takeoff Mass NTSB National Transportation Safety Board OACI Organização da Aviação Civil Internacional ODS Onboard Diagnostics System PAADV Programa de Acompanhamento e Análise de Dados de Voo QAR Quick Access Recorder SMM Safety Management Manual TSB Transportation Safety Board of Canada RESUMO A aviação moderna tem sido marcada pela implementação de novas tecnologias de forma cada vez mais acelerada. É nesse ambiente em constante mutação que as atividades de segurança de voo estão inseridas, sendo a capacidade de adaptação a estas mudanças fator chave para o sucesso dos processos de prevenção e investigação. A utilização dos dados gravados em voo enfrenta desafios específicos por estar inserida neste contexto. Este trabalho envolve aspectos relacionados ao uso dos gravadores de bordo para os processos atuais de prevenção e investigação, incluindo considerações sobre tendências futuras. Investigações envolvendo aeronaves de última geração apresentam novos desafios, tais como: elevada complexidade de sistemas, alto nível de integração, intensa utilização de sistemas computacionais embarcados, automação de cabine, bem como grande quantidade e diversidade de dados gravados. Todas estas características demandam novas técnicas de investigação e novos conceitos na análise dos dados gravados em voo. A grande maioria dos sistemas embarcados realiza suas funções por meio de um software. Com a finalidade de facilitar e agilizar sua manutenção, tais sistemas frequentemente possuem histórico de falhas registrados em memórias não voláteis. Tais registros podem ser utilizados em investigações, no entanto existe a necessidade de realizar a correta interpretação, filtragem de dados espúrios e correlação com os dados obtidos de outros gravadores. Os dados transmitidos por datalink apresentam desafios similares. No âmbito das iniciativas de prevenção, os dados gravados em voo estão cada vez mais sendo coletados e processados para identificar tendências adversas, tanto as relacionadas com aspectos operacionais quanto as relacionadas com diagnóstico de falhas. Fazendo uma análise sobre o recente histórico da aviação, facilmente podemos perceber que o volume de dados gravados cresceu exponencialmente. No entanto, a evolução das ferramentas de análise de dados não acompanharam o mesmo ritmo. A perspectiva para um futuro próximo é de que a

2 disponibilidade de dados gravados não será a principal limitação nas iniciativas de prevenção e investigação, mas sim a capacidade de acessar, processar estes dados e extrair conclusões corretas visando orientar ações eficazes. INTRODUÇÃO Tendo em vista que as iniciativas de segurança de voo devem estar baseadas em dados factuais, a importância dos registradores de bordo se faz evidente de forma natural. Estes dados no entanto não substituem as informações fornecidas pelos profissionais da aviação, tais com pilotos, comissários de bordo e mecânicos. É possível citar algumas características positivas dos dados gravados a bordo: precisão, continuidade, seqüência temporal assegurada, ausência de subjetividade. Entretanto, não se pode ignorar os principais desafios ligados ao uso prático deste dados: custo da extração, transporte, decodificação e armazenamento dos dados; dificuldades no processo de interpretação dos dados; atualização constante das ferramentas e métodos de análise. GRAVADORES DE BORDO Antes de abordar a utilização propriamente dita dos dados gravados em voo, torna-se necessário definir sobre quais gravadores este trabalho se refere. Para tal, seguem abaixo algumas definições. FDR Flight Data Recorder (Registrador de Dados de Voo). Registrador de dados contínuos destinado a resistir ao impacto de um acidente. Também conhecido como crash recorder (registrado de impacto), normalmente grava 25 horas de voo, ou mais, visando atender requisitos operacionais tais como FAR e FAR Não é necessariamente projetado para facilitar a extração rápida de dados durante a operação normal da aeronave em solo. QAR Quick Access Recorder (Registrador de Acesso Rápido). Registrador de dados contínuos destinado a atender às necessidades dos operadores com relação aos processos de monitoramento que utilizam dados de voo, como por exemplo o FOQA - Flight Operational Quality Assurance (Garantia da Qualidade Operacional de Voo). Normalmente este tipo de equipamento é opcional, ou seja, não há um requisito ou regulamento obrigando a instalação do mesmo. CMC Central Maintenance Computer (Computador Central de Manutenção). Este sistema também é conhecido como ODS - Onboard Diagnostics System (Sistema de Diagnóstico de Bordo). Trata-se de um registrador de eventos, ou seja, não registra dados contínuos mas apenas reportes específicos de falha provenientes dos sistemas de bordo. USO DOS DADOS NOS PROCESSOS DE MANUTENÇÃO E PREVENÇÃO FOQA - Flight Operational Quality Assurance É um programa para prevenção de acidentes aeronáuticos que consiste na leitura e análise periódica dos dados de voo, normalmente utilizando-se dados obtidos do QAR, com o objetivo de detectar tendências operacionais adversas ou dificuldade por parte das tripulações em aderir aos padrões operacionais estabelecidos. No Brasil o FOQA é regido pela IAC (Instrução de Aviação Civil), sob a denominação de PAADV Programa de Acompanhamento e Análise de Dados de Voo. No ambiente europeu o FOQA é mais conhecido como FDM - Flight Data Monitoring, ou mesmo, FDA Flight Data Analysis. Sendo uma iniciativa sem fins punitivos, o FOQA não envolve apenas a coleta e análise de dados, mas também a elaboração de relatórios de tendências, determinação de ações corretivas e acompanhamento da eficácia destas ações. Trata-se, portanto, de um ciclo fechado de qualidade. Cada item detectado pela análise dos dados deve passar por uma tratativa e acompanhado até que o problema seja efetivamente solucionado ou pelo menos reduzido a um nível aceitável. Uma vez que a fonte de informação do FOQA provém dos dados gravados em voo, quanto maior a quantidade de parâmetros gravados, maiores serão as possibilidades de monitoramento e conseqüentemente maior será a abrangência deste processo em termos de quantidade de tipos de desvios detectáveis. Entende-se por parâmetro como sendo cada categoria de informação gravada continuamente. Exemplos: altitude, velocidade, potência do motor. Caso prático: Se um determinado modelo de aeronave grava um parâmetro relacionado ao alerta de windshear (tesoura de vento) então o processo FOQA aplicado a este modelo terá a possibilidade de monitorar taxa de ocorrência de windshear e avaliar a reação dos pilotos em cada caso. Atualmente o FOQA é reconhecido como uma das ferramentas de prevenção mais eficazes disponíveis para os operadores comerciais. Este reconhecimento se manifesta em algumas importantes publicações mencionadas a seguir. SMM - Safety Management Manual (Manual de Gerenciamento da Segurança) Doc 9859 AN/460, publicado pela OACI - Organização da Aviação Civil Internacional. Este manual estabelece as bases para a implantação do SMS - Safety Management System (Sistema de Gerenciamento da Segurança) nas empresas aéreas. O SMM cita no capítulo 16, página 16-3, o tópico Flight Data Analysis (FDA) Programme (Programa de Análise de Dados) como uma das iniciativas de prevenção a serem integradas no SMS. EU-OPS Accident Prevention and Flight Safety Programme, item (a)4, Flight Data Monitoring Programme. Este regulamento operacional válido para a comunidade européia estabelece que todas as aeronaves comerciais com peso maior que kg MCTOM - Maximum Certified Takeoff Mass (Massa Máxima Certificada para Decolagem) devem implementar um programa de FDM. FAA 14 CFR Part 193 [Docket No. FAA ] Flight Operational Quality Assurance Program (FOQA). Este regulamento não estabelece o FOQA como programa mandatório nos EUA, mas visa proteger as empresas aéreas contra o uso inadequado das informações.

3 MOQA - Maintenance Operational Quality Assurance (Garantia Operacional de Qualidade de Manutenção). Trata-se de um processo normalmente executado juntamente com o FOQA porém com o objetivo de identificar e corrigir problemas de manutenção e falhas de equipamentos da aeronave. O MOQA utiliza a mesma fonte de dados e processo de análise do FOQA, porém as lógicas de detecção são elaboradas com o objetivo de revelar problemas e anormalidades dos sistemas embarcados (freios, motor, sistema elétrico, ar condicionado, controles de voo, entre outros). A grande vantagem do MOQA reside no fato de que as falhas ou anormalidades da aeronave podem ser potencialmente relacionadas com o modo de utilização das aeronaves. Como exemplo podemos citar o uso incorreto dos freios causando excessivo desgaste dos pneus. Diagnóstico Acelerado O processo clássico de solução de falhas das aeronaves envolve basicamente três etapas: reporte, pesquisa de pane (ou diagnóstico) e ação corretiva. Até recentemente os processos de diagnóstico e ação corretiva só poderiam ser realizados enquanto a aeronave estivessem no solo. Porém, a evolução dos sistemas de diagnóstico de bordo mudou um pouco a forma como o reporte e o diagnóstico ocorrem, principalmente para as aeronaves com capacidade de transmitir informações de falha durante o voo. Para estas aeronaves, assim que uma determinada indicação de falha ocorre, um código relacionado a esta falha é transmitido automaticamente por sinal de rádio para um provedor de serviços de comunicação digital aeronáutica, o qual por sua vez, redireciona estes dados para um segundo provedor de serviços. Este provedor então disponibiliza esta informação em tempo real via internet na central de coordenação de manutenção do operador. Desta forma, antes que a aeronave chegue ao solo, o operador, estando ciente da indicação de falha, tem mais tempo para planejar e providenciar os recursos de manutenção, tais como mecânicos, peças e ferramentas. O ganho do operador em termos de despachabilidade, redução de atrasos e estoque de peças é evidente. Podemos argumentar que quanto mais estruturado e eficiente for um determinado sistema de manutenção de linha, menos este sistema estará propenso a erros humanos decorrentes de imprevistos e menor stress para a liberação de aeronaves. PHM - Prognostics Health Management (Gerenciamento da Saúde [da aeronave] por meio de Prognóstico) O termo prognóstico se refere ao ramo especializado da engenharia dedicado a prever o tempo que resta para um determinado componente falhar, utilizando-se análise de dados. Trata-se de uma evolução do sistema de diagnóstico de bordo. O PHM utiliza dados de voo para a realização de cálculos matemáticos com a finalidade de estabelecer um índice de degradação associado a cada componente que está sendo monitorado. A fonte de dados para este processo pode ser tanto o QAR com outro sistema de aquisição e armazenamento de dados especialmente desenvolvido para fins de prognóstico. Os cálculos do PHM são baseados em modelos matemáticos previamente desenvolvidos para cada tipo de componente. Os modelos são similares dentro de certas famílias de componentes. Como exemplo de famílias de componentes podemos citar: máquinas rotativas (motores e bombas), atuadores hidráulicos, bombas hidráulicas, motores elétricos e equipamentos eletrônicos. Este índice de degradação é constantemente recalculado e apresentado ao operador na forma de gráfico de evolução temporal. Este gráfico permite identificar uma eventual tendência para a falha. Quando maior o índice de degradação, mais próximo da condição de falha o componente estará. O modelo matemático também permite calcular o provável tempo restante para a ocorrência da falha, e o grau de acerto estatístico deste indicador. Com o tempo, os modelos matemáticos podem ser gradualmente refinados, tendo como base o histórico de remoção dos componentes envolvidos. Neste aspecto as informações obtidas no processo de reparo de cada componente na oficina autorizada são de grande valor para o refinamento dos modelos. Semelhantemente ao processo de diagnóstico acelerado, o ganho operacional do prognóstico reside na preparação antecipada dos recursos de manutenção e possivelmente na programação da ação corretiva para uma parada programada de manutenção, como por exemplo um check A. Desta forma, torna-se possível evitar uma interrupção não programada da aeronave. Outra vantagem consiste em realizar a ação corretiva em um local de manutenção programada (hangar), onde normalmente existem melhores recursos de manutenção se comparado a um pátio de aeroporto, muitas vezes distante da base principal do operador. Com isso, o prognóstico tem o potencial de viabilizar ganhos operacionais ainda maiores com a redução de cancelamentos e atrasos de voos, estoque de componentes e deslocamento de recursos de manutenção. Na medida em que uma intervenção de manutenção não programada deixa de ocorrer, o risco relacionado com erros de manutenção também é conseqüentemente reduzido. Podemos citar também que, se a ocorrência de uma falha em voo foi evitada, conseqüentemente a carga de trabalho na cabine é reduzida e portanto um fator que poderia causar um desvio de atenção da tripulação deixa de existir. Existem basicamente duas formas possíveis de realizar coleta e análise de dados para fins de prognóstico. A primeira é realizar o processamento dos cálculos de degradação a bordo da aeronave por meio de um sistema computacional especialmente dedicado para este fim. O resultado dos cálculos seria então transferido para o solo com custo reduzido, porém sempre que for necessário atualizar o software que realiza os cálculos a bordo, seria necessário intervenção na aeronave. A segunda opção consiste em gravar todos os dados a bordo da aeronave para que posteriormente sejam coletados de forma manual (download) ou por transmissão no solo via sinal de rádio. Os dados, após serem recebidos em uma central de

4 processamento, são utilizados no cálculo dos índices de degradação de cada componente. Vemos então duas vantagens na segunda opção: Os dados antigos não são perdidos e podem ser novamente utilizados para o desenvolvimento e validação de novas rotinas de cálculo, ou mesmo para o refinamento das rotinas existentes. Outra vantagem seria que o mesmo sistema de coleta de dados existente para o processo FOQA, utilizando dados de QAR, pode ser adaptado para fins de prognóstico. A desvantagem desta opção está no grande volume de dados a ser extraido da aeronave. Atualmente os fabricantes de aeronaves já consideram a possibilidade de desenvolver aeronaves com sensores especialmente dedicados para a viabilização de prognóstico ainda mais abrangente e preciso. USO DOS DADOS NOS PROCESSOS DE INVESTIGAÇÃO Breve Histórico O primeiro registrador preparado para sobreviver a impactos foi concebido pelo Dr David Warren, cientista da Aeronautical Research Laboratory (atual DSTO) em Temos portanto mais de cinqüenta anos de evolução na tecnologia de registro de dados para investigação. Os primeiros registradores gravavam poucos parâmetros que muitas vezes não eram suficientes para a determinação dos fatores contribuintes. Com o tempo, os órgãos de investigação e autoridades aeronáuticas em geral, conscientes da importância dos registradores, passaram a estabelecer requisitos de instalação destes equipamentos. Contudo, durante a investigação de diversas ocorrências, mesmo com os registradores já disponíveis, os dados obtidos não foram suficientes. Como exemplo podemos citar o acidente envolvendo o Boeing , US Air Voo 427, ocorrido em 8 de setembro de 1994 na Pennsylvania. Neste caso os investigadores não tiveram informações sobre a força aplicada pelos pilotos nos controles primários. Em face das recomendações emitidas no relatório de investigação do NTSB, posteriormente em 1997, o FAA estabeleceu requisito para novos parâmetros a serem gravados no FDR. Se por um lado os sistemas de registro de dados evoluíram de forma a disponibilizar muito mais informação, por outro lado a complexidade das investigações cresce em um ritmo ainda maior, devido às diversas novas tecnologias sendo constantemente implementadas. Desafios encontrados no uso prático dos dados Considerando o uso prático destes dados pelos profissionais da aviação, o grande número de parâmetros é uma vantagem evidente, porém o adequado entendimento do significado de cada um deles passa a ser um desafio na medida em que os investigadores normalmente possuem conhecimento aeronáutico amplo mas não necessariamente profundo em determinadas tecnologias que são foco da investigação. A sinergia entre os órgão de investigação e os fabricantes de aeronave é fundamental neste sentido. Atualmente um modelo de aeronave na categoria do Embraer- 170/190 pode gravar aproximadamente 850 parâmetros no FDR e mais de 2000 parâmetros no QAR. Cada parâmetro gravado possui uma origem e incorpora características e limitações inerentes aos sensores e sistemas envolvidos. A utilização apressada dos dados sem uma avaliação cuidadosa das características e peculiaridades dos parâmetros pode levar os investigadores a conclusões errôneas. Novas tecnologias são um desafio constante para os investigadores, não apenas pelo fator complexidade, mas também pelos aspectos relacionados à interação entre estas tecnologias e os pilotos. Por essa razão, as iniciativas para desenvolver sistemas de registro de imagem do cockpit ganham importância. Conforme evoluem os sistemas de automação de cabine, a interação homem-máquina torna-se cada vez mais se torna um aspecto fundamental nas recentes investigações. Neste aspecto o CVR tem se mostrado fundamental nas investigações, porém em vários casos não é suficiente para esclarecer factualmente como ocorreu a interação homem-máquina. Adicionalmente muitas interações entre os pilotos ocorrem de forma não verbal, conforme cita o relatório de investigação relativo ao acidente envolvendo o McDonnell Douglas MD11, Swissair Voo SR111, ocorrido em 2 de setembro de 1998 na Nova Scotia (página 210) : Much of the interaction that occurs within the cockpit is done by non-verbal means. Outra dificuldade prática para a utilização dos dados de voo nas investigações está em garantir que o processo de decodificação dos dados seja realizado corretamente. O padrão utilizado na indústria é especificado no documento ARINC (Aeronautical Radio Inc.) Este padrão estabelece que os dados relativos a cada parâmetro devem ser acomodados serialmente em blocos de 12 bits, sendo que cada bloco é denominado word. Cada parâmetro portanto deve ser logicamente formatado para se adequar em words. Esta formatação é realiza por meio de uma função matemática ou fator de conversão. Uma vez que o espaço de memória dos gravadores é limitado, a formatação dos parâmetros em words deve otimizar o uso dos bits disponíveis. A especificação das funções de formatação dos dados e a posição dos parâmetros nas words é denominado dataframe layout. Trata-se portanto de um mapa de alocação de bits com os respectivos fatores de conversão. Até este ponto não existem dificuldades técnicas significativas; o desafio maior consiste em garantir que a decodificação realizada após o download dos dados reflita fielmente a codificação realizada pelo sistema de aquisição de dados a bordo da aeronave. Considerando que as aeronaves normalmente sofrem constantes modificações de hardware e software as quais podem afetar a gravação de dados, os investigadores precisam ter o cuidado de buscar o histórico de modificações da aeronave que possam afetar a gravação dos dados. Adicionalmente, um mesmo modelo de aeronave possui variações de configuração, como por exemplo, tipo de motor e opcionais de aviônica. Estas variações de configuração podem, da mesma forma, afetar significativamente a codificação dos dados.

5 PERSPECTIVAS FUTURAS Quantidade de parâmetros gravados nos FDRs A quantidade de parâmetros gravados nos FDRs tende a crescer não só por conta de novos requisitos de certificação mas também devido à crescente complexidade dos sistemas. Os fabricantes de aeronaves normalmente desenvolvem o sistema de aquisição e registro de dados incluindo diversos parâmetros adicionais, além daqueles solicitados por requisito. Um fator que facilita a gravação de uma quantidade maior de parâmetros é o alto nível de integração dos sistemas computacionais embarcados. A grande maioria das aeronaves de última geração possui barramentos digitais onde fluem milhares de parâmetros adquiridos pelos sensores de cada sistema. Portanto são raros os casos onde se torna realmente necessária a instalação de sensores dedicados exclusivamente ao FDR. Para viabilizar a gravação dos parâmetros, basta implementar uma funcionalidade lógica que converta determinados dados dos barramentos para o formato ARINC 717 aceito pelas unidades FDR comercialmente disponíveis na indústria. A tabela abaixo evidencia a tendência de crescimento na quantidade de dados gravados no FDR. Tabela 1 - Evolução dos parâmetros de FDR Possibilidade de identificar ações da tripulação para resolver problemas no cockpit; Possibilidade de identificar sintomas de stress dos pilotos; Possibilidade de corroborar com as informações obtidas pelos outros gravadores; Possibilidade de registrar informações dos painéis de controle; As desvantagens mencionadas são: Invasão de privacidade; Uso indevido para outros fins além da investigação para segurança de voo; As informações de imagem podem ser enganosas se analisadas isoladamente; Interpretação errônea das informações; As câmeras podem ser uma fonte adicional de stress para os pilotos Em termos de padrão da indústria aeronáutica em vigor, já existe o documento EUROCAE ED-112 Minimum Operational Performance Specification for Crash Protected Airborne Recorder Systems, emitido em 4 de setembro de A parte III deste documento já estabelece os padrões de instalação e características dos futuros gravadores de imagem. Da mesma forma o documento ARINC Characteristic 767 Enhanced Airborne Flight Recorder inclui o item dedicado para especificar padrão de gravadores de imagens. Mesmo não se tratando de regulamento aeronáutico, os dois documentos acima citados evidenciam a tendência da indústria no sentido de consolidar a instalação de sistemas de gravação de imagens no cockpit para fins de investigação. Este assunto na OACI atualmente se encontra em discussão no painel WP/15 "Equipping Aircraft with Airborne Image Recorders (AIR)" Interstate Aviation Committee Theme 3, Topic 3.2. Padronização de Dataframes A resposta da indústria para o problema da decodificação de dados se consolidou no documento ARINC 647A, Flight Recorder Electronic Documentation (FRED) publicado em O FRED especifica um padrão para documentação dos dataframes. Adicionalmente este documento estabelece os meios para que a própria unidade FDR armazene um arquivo contendo a especificação do dataframe. Gravação de imagem do cockpit No ano de 2006, a autoridade aeronáutica do Reino Unido (CAA) publicou o documento CAP 762 The Effectiveness of Image Recorder Systems in Accident Investigations, disponibilizando um estudo sobre a eficácia do uso de imagem do cockpit em investigação de acidentes. A conclusão do relatório cita algumas vantagens: CONCLUSÕES Os processos de prevenção e manutenção que utilizam dados de voo podem integrar as atividades de coleta de dados visando reduzir duplicação de esforços. A quantidade de informação presente nos gravadores de voo deve ser compatível com a complexidade das modernas aeronaves de forma a atender as necessidades dos investigadores na determinação dos fatores contribuintes de cada ocorrência. A utilização eficaz dos dados disponíveis nos registradores modernos requer maior sinergia entre os órgãos de investigação e fabricantes de aeronaves. A instalação de gravadores de imagem para investigação é uma tendência da indústria aeronáutica, porém os aspectos colaterais, incluindo a garantia de confidencialidade destas informações, ainda não foram plenamente solucionados. Possibilidade de identificar displays inoperantes;

6 REFERÊNCIAS ARINC, Characteristic , Flight Data Acquisition and Recording System, RC: ARINC - Aeronautical Radio Inc., Annapolis, 2006, 140p; Transportation Safety Board of Canada, Quebec, 2003, 338p; ARINC, Characteristic 767, Enhanced Airborne Flight Recorder, RC: ARINC - Aeronautical Radio Inc., Annapolis, 2006, 81p; ARINC, Characteristic 647A, Flight Recorder Electronic Documentation (FRED), RC: ARINC - Aeronautical Radio Inc., Annapolis, 2006, 176p; CAA, Research Project CAP 762, The Effectiveness of Image Recorder Systems in Accident Investigations, RC: CAA - Civil Aviation Authrority, Norwich, 2006, 186p; DAC, IAC Programa de Acompanhamento e Análise de Dados de Voo (PAADV), RC: Departamento de Aviação Civil, [S.l.], 2004, 18p; EUROCAE Working Group 50, ED-112 V.4 - Minimum Operational Performance Specification for Crash Protected Airborne Recorder Systems, RC: EUROCAE - European Organization for Civil Aviation Equipment [S.l.], 2002, 239p; European Council Regulation, EU-OPS Accident Prevention and Flight Safety Programme, item (a)4, Flight Data Monitoring Programme, [S.l.], 1991, 244p. FAA, AC Airworthiness and Operational Approval of Digital Flight Data Recorder Systems, RC: FAA - Federal Aviation Administration, [S.l.], 1999, 48p; FAA, FAR Flight Recorders, RC: FAA - Federal Aviation Administration, Washington, 1988, 2p; FAA, FAR Flight Recorders, RC: FAA - Federal Aviation Administration, Washington, 1997, 9p; FAA, 14 CFR Part 193 Docket No. FAA , Flight Operational Quality Assurance Program (FOQA), RC: FAA - Federal Aviation Administration, [S.l.], 2003, 5p; ICAO, SMM - Safety Management Manual Doc 9859 AN/460, RC: ICAO - International Civil Aviation Organization, Montreal, 2006, 290p; NTSB, Aircraft Accident Report AAR-99/01, Uncontrolled Descent and Collision with Terrain, USair flight 427 Boeing N513AU, RC: NTSB - National Transportation Safety Board, Washington, 1999, 346p; TSB, Aviation Investigation Report A98H0003, In- Flight Fire Leading to Collision with Water - Swissair McDonnell Douglas MD-11 HB-IWF, RC: TSB -

PROGRAMA DE ACOMPANHAMENTO E ANÁLISE DE DADOS DE VÔO (PAADV)

PROGRAMA DE ACOMPANHAMENTO E ANÁLISE DE DADOS DE VÔO (PAADV) PROGRAMA DE ACOMPANHAMENTO E ANÁLISE DE DADOS DE VÔO (PAADV) 20 DEZ 2004 PORTARIA DE APROVAÇÃO MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL PORTARIA DAC N o 1204/STE, DE 26

Leia mais

PROGRAMA MOSA MAINTENANCE OPERATIONS SAFETY AUDIT (PROGRAMA DE OBSERVAÇÕES DE SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO)

PROGRAMA MOSA MAINTENANCE OPERATIONS SAFETY AUDIT (PROGRAMA DE OBSERVAÇÕES DE SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO) PROGRAMA MOSA MAINTENANCE OPERATIONS SAFETY AUDIT (PROGRAMA DE OBSERVAÇÕES DE SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO) - - - - - - - - - - Anais do 4º Simpósio de Segurança de Voo (SSV 2011) Direitos Reservados - Página

Leia mais

2º Simpósio Internacional de Confiabilidade e Gestão de Segurança Operacional. 09 a 11 de novembro de 2010

2º Simpósio Internacional de Confiabilidade e Gestão de Segurança Operacional. 09 a 11 de novembro de 2010 2º Simpósio Internacional de Confiabilidade e Gestão de 17 a 19 de novembro de 2009 Segurança Operacional 09 a 11 de novembro de 2010 Segurança Acima de Tudo Ferramentas de Segurança Operacional Histórico

Leia mais

INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR IS

INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR IS INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR IS IS N o 91-002 Aprovação: Portaria nº 2471/SPO, de 17 de setembro de 2015. Assunto: Uso de informação aeronáutica em formato digital - Electronic Flight Bag (EFB). Origem: SPO 1.

Leia mais

Reconstituição de Trajetória com Dados de FDR (em Excursões de Pista)

Reconstituição de Trajetória com Dados de FDR (em Excursões de Pista) FDR Runway Computer Tool Trajectory Reconstituição de Trajetória com Dados de FDR (em Excursões de Pista) Frederico Moreira Machado frederico.machado@embraer.com.br 30 de julho de 2009 Agenda Motivação

Leia mais

TÍTULO: UM ESTUDO CONCEITUAL SOBRE CERTIFICAÇÃO DE SOFTWARE EMBARCADO AERONÁUTICO

TÍTULO: UM ESTUDO CONCEITUAL SOBRE CERTIFICAÇÃO DE SOFTWARE EMBARCADO AERONÁUTICO TÍTULO: UM ESTUDO CONCEITUAL SOBRE CERTIFICAÇÃO DE SOFTWARE EMBARCADO AERONÁUTICO CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA SUBÁREA: COMPUTAÇÃO E INFORMÁTICA INSTITUIÇÃO: FACULDADE ANHANGUERA

Leia mais

Certificação da FAA: um profundo compromisso com a segurança

Certificação da FAA: um profundo compromisso com a segurança Informativo Boeing Commercial Airplanes P.O. Box 3707 MC 03-XW Seattle, Washington 98124-2207 www.boeing.com Certificação da FAA: um profundo compromisso com a segurança A Boeing projeta e fabrica aeronaves

Leia mais

Módulo 4. Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios

Módulo 4. Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios Módulo 4 Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios Estruturas e Metodologias de controle adotadas na Sarbanes COBIT

Leia mais

INCURSÃO EM PISTA: UM PROBLEMA ATUAL E CRESCENTE

INCURSÃO EM PISTA: UM PROBLEMA ATUAL E CRESCENTE INCURSÃO EM PISTA: UM PROBLEMA ATUAL E CRESCENTE 1 FONSECA, Wilber Campos 2 BARCO, Juliana Alexandra P. de C Ms. Humberto César Machado. RESUMO: Com a elevada demanda no tráfego aéreo, o número de incursões

Leia mais

HISTÓRICO DO SMS NO BRASIL. Evolução 1º SEMINÁRIO SOBRE SISTEMAS DE GERENCIAMENTO DA SEGURANÇA OPERACIONAL DA AVIAÇÃO CIVIL ANAC - 05/12/2008

HISTÓRICO DO SMS NO BRASIL. Evolução 1º SEMINÁRIO SOBRE SISTEMAS DE GERENCIAMENTO DA SEGURANÇA OPERACIONAL DA AVIAÇÃO CIVIL ANAC - 05/12/2008 HISTÓRICO DO SMS NO BRASIL Evolução 1º SEMINÁRIO SOBRE SISTEMAS DE GERENCIAMENTO DA SEGURANÇA OPERACIONAL DA AVIAÇÃO CIVIL ANAC - 05/12/2008 OBJETIVO Conhecer a evolução do pensamento sobre Gerenciamento

Leia mais

Utilização de processos de gestão e ferramentas computacionais para melhoria da segurança operacional

Utilização de processos de gestão e ferramentas computacionais para melhoria da segurança operacional Utilização de processos de gestão e ferramentas computacionais para melhoria da segurança operacional GUILHERME ROCHA São José dos Campos - SP INSTITUTO DE PESQUISAS E ENSAIOS EM VOO Agosto 2011 SSV 2011

Leia mais

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa Aécio Costa A segurança da informação é obtida a partir da implementação de um conjunto de controles adequados, incluindo políticas, processos, procedimentos, estruturas organizacionais e funções de software

Leia mais

INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR-IS IS Nº 120-001 Revisão B

INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR-IS IS Nº 120-001 Revisão B s INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR-IS IS Nº 120-001 Aprovação: Portaria nº 7, de 2 de janeiro de 2014, publicada no Diário Oficial da União de 3 de janeiro de 2014, Seção 1, página 2. Assunto: Programa de Manutenção

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0 Autor: Marco Polo Viana. Bloco Suprimentos

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0 Autor: Marco Polo Viana. Bloco Suprimentos Bloco Suprimentos Controle de Produção PCP Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo Controle de Produção PCP, que se encontra no Bloco Suprimentos. Todas informações aqui disponibilizadas

Leia mais

COMO MANTER AERONAVES VOANDO COM CONFIABILIDADE? Eng. Luiz Fernando Salomão Gerente de Engenharia de Sistemas Fluído-Mecânicos -

COMO MANTER AERONAVES VOANDO COM CONFIABILIDADE? Eng. Luiz Fernando Salomão Gerente de Engenharia de Sistemas Fluído-Mecânicos - COMO MANTER AERONAVES VOANDO COM Eng. Luiz Fernando Salomão Gerente de Engenharia de Sistemas Fluído-Mecânicos - - A VEM - A VARIG ENGENHARIA E MANUTENÇÃO - VEM é uma empresa especializada em manutenção

Leia mais

definido por um documento de padronização. A Fig. 1 representa a organização dos Grupos de Processos juntamente com os documentos exigidos.

definido por um documento de padronização. A Fig. 1 representa a organização dos Grupos de Processos juntamente com os documentos exigidos. A GESTÃO DE PROJETOS EXISTENTE NA NORMA DO-178B Matheus da Silva Souza, matheusdasilvasouza@gmail.com Prof. Dr. Luiz Alberto Vieira Dias, vdias@ita.br Instituto Tecnológico de Aeronáutica Praça Marechal

Leia mais

Curso de Tecnologia em Redes de Computadores Auditoria e Análise de Segurança da Informação - 4º período Professor: José Maurício S.

Curso de Tecnologia em Redes de Computadores Auditoria e Análise de Segurança da Informação - 4º período Professor: José Maurício S. Disciplina: Curso de Tecnologia em Redes de Computadores Auditoria e Análise de Segurança da Informação - 4º período Professor: José Maurício S. Pinheiro AULA 4: Trilhas de Auditoria Existe a necessidade

Leia mais

Engenharia de Sistemas Computacionais

Engenharia de Sistemas Computacionais Engenharia de Sistemas Detalhes no planejamento UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS Curso de Ciência da Computação Engenharia de Software I Prof. Rômulo Nunes de Oliveira Introdução Na aplicação de um sistema

Leia mais

Dificuldades em Serviço Resumo de 2010

Dificuldades em Serviço Resumo de 2010 Dificuldades em Serviço Resumo de 2010 Rogério Possi Junior Engenheiro de Aeronavegabilidade Continuada Agência Nacional de Aviação Civil Palavras Chave: Aeronavegabilidade, Dificuldades em Serviço, Segurança

Leia mais

MSc Eliton Smith elitonsmith@gmail.com. Gerenciamento e Administração de Redes

MSc Eliton Smith elitonsmith@gmail.com. Gerenciamento e Administração de Redes MSc Eliton Smith elitonsmith@gmail.com Gerenciamento e Administração de Redes 2 Gerência de Redes ou Gerenciamento de Redes É o controle de qualquer objeto passível de ser monitorado numa estrutura de

Leia mais

Programa 787 Sistema Elétrico e Baterias

Programa 787 Sistema Elétrico e Baterias Programa 787 Sistema Elétrico e Baterias Mike Sinnett Vice-president & Engenheiro Chefe de Projeto Programa 787 Fevereiro 2013 1 Welcome Sistemas elétricos de uma aeronave Sistema elétrico do 787 Dreamliner

Leia mais

Gerenciamento de Redes de Computadores. Introdução ao Gerenciamento de Redes

Gerenciamento de Redes de Computadores. Introdução ao Gerenciamento de Redes Introdução ao Gerenciamento de Redes O que é Gerenciamento de Redes? O gerenciamento de rede inclui a disponibilização, a integração e a coordenação de elementos de hardware, software e humanos, para monitorar,

Leia mais

Escopo do Copilot Optimize - Elaboração de Relatórios

Escopo do Copilot Optimize - Elaboração de Relatórios Descrição do serviço Copilot Optimize - Elaboração de Relatórios CAA-1013 Visão geral do serviço Esta Descrição do serviço ( Descrição do serviço ) é firmada por você, o cliente, ( você ou Cliente ) e

Leia mais

PROJETO NOVAS FRONTEIRAS. Descrição dos processos de gerenciamento da qualidade

PROJETO NOVAS FRONTEIRAS. Descrição dos processos de gerenciamento da qualidade PROJETO NOVAS FRONTEIRAS PLANO DE GERENCIAMENTO DA QUALIDADE QUALITY MANAGEMENT PLAN Preparado por Mara Lúcia Menezes Membro do Time Versão 3 Aprovado por Rodrigo Mendes Lemos Gerente do Projeto 15/11/2010

Leia mais

Sphinx Scanner Informações gerais V 5.1.0.8

Sphinx Scanner Informações gerais V 5.1.0.8 Sphinx Scanner Informações gerais V 5.1.0.8 Pré-requisitos: Possuir modalidade scanner no software Sphinx A SPHINX Brasil propõe uma solução de leitura automática de questionários por scanner. O Sphinx

Leia mais

NUCLEARINSTALLATIONSAFETYTRAININGSUPPORTGROUP DISCLAIMER

NUCLEARINSTALLATIONSAFETYTRAININGSUPPORTGROUP DISCLAIMER NUCLEARINSTALLATIONSAFETYTRAININGSUPPORTGROUP DISCLAIMER Theinformationcontainedinthisdocumentcannotbechangedormodifiedinanywayand shouldserveonlythepurposeofpromotingexchangeofexperience,knowledgedissemination

Leia mais

Notas da Aula 17 - Fundamentos de Sistemas Operacionais

Notas da Aula 17 - Fundamentos de Sistemas Operacionais Notas da Aula 17 - Fundamentos de Sistemas Operacionais 1. Gerenciamento de Memória: Introdução O gerenciamento de memória é provavelmente a tarefa mais complexa de um sistema operacional multiprogramado.

Leia mais

IW10. Rev.: 02. Especificações Técnicas

IW10. Rev.: 02. Especificações Técnicas IW10 Rev.: 02 Especificações Técnicas Sumário 1. INTRODUÇÃO... 1 2. COMPOSIÇÃO DO IW10... 2 2.1 Placa Principal... 2 2.2 Módulos de Sensores... 5 3. APLICAÇÕES... 6 3.1 Monitoramento Local... 7 3.2 Monitoramento

Leia mais

Gerência de Redes Áreas Funcionais de Gerenciamento. Douglas Duarte ddsbdc@gmail.com

Gerência de Redes Áreas Funcionais de Gerenciamento. Douglas Duarte ddsbdc@gmail.com Gerência de Redes de Gerenciamento Douglas Duarte ddsbdc@gmail.com de Gerenciamento Gerenciamento de Falhas; Gerenciamento de Desempenho; Gerenciamento de Contabilização; Gerenciamento de Configuração;

Leia mais

ESTUDO COMPARATIVO NBR ISO 13485:2004 RDC 59:2000 PORTARIA 686:1998 ITENS DE VERIFICAÇÃO PARA AUDITORIA

ESTUDO COMPARATIVO NBR ISO 13485:2004 RDC 59:2000 PORTARIA 686:1998 ITENS DE VERIFICAÇÃO PARA AUDITORIA ESTUDOCOMPARATIVO NBRISO13485:2004 RDC59:2000 PORTARIA686:1998 ITENSDEVERIFICAÇÃOPARAAUDITORIA 1. OBJETIVO 1.2. 1. Há algum requisito da Clausula 7 da NBR ISO 13485:2004 que foi excluída do escopo de aplicação

Leia mais

Serviços Remotos Xerox Um passo na direção certa

Serviços Remotos Xerox Um passo na direção certa Serviços Remotos Xerox Um passo na direção certa Diagnóstico de problemas Avaliação dos dados da máquina Pesquisa de defeitos Segurança garantida do cliente 701P41699 Visão geral dos Serviços Remotos Sobre

Leia mais

Esclarecimento à Sociedade

Esclarecimento à Sociedade PRESS RELEASE 21 de julho de 2007 Esclarecimento à Sociedade São Paulo, 21 de julho de 2007 Ainda sob o impacto da tragédia ocorrida na última terça-feira (17), a TAM vem a público mais uma vez para prestar

Leia mais

Construção e Implantação de Software II - Unidade 3- Estratégias Para Testes de Software. Prof. Pasteur Ottoni de Miranda Junior

Construção e Implantação de Software II - Unidade 3- Estratégias Para Testes de Software. Prof. Pasteur Ottoni de Miranda Junior Construção e Implantação de Software II - Unidade 3- Estratégias Para Testes de Software Prof. Pasteur Ottoni de Miranda Junior 1 1-Estratégia Global 1.1-Visão Global de Estratégias Para Teste A estratégia

Leia mais

Certificação da solução para a bateria do 787 Mike Sinnett vice-presidente e engenheiro chefe do projeto 787 Abril de 2013

Certificação da solução para a bateria do 787 Mike Sinnett vice-presidente e engenheiro chefe do projeto 787 Abril de 2013 Certificação da solução para a bateria do 787 Mike Sinnett vice-presidente e engenheiro chefe do projeto 787 Abril de 2013 A solução para a bateria foi aprovada A Administração Federal de Aviação dos Estados

Leia mais

Engenharia de Software Introdução. Ricardo Argenton Ramos UNIVASF Engenharia de Software I - Aula 1

Engenharia de Software Introdução. Ricardo Argenton Ramos UNIVASF Engenharia de Software I - Aula 1 Engenharia de Software Introdução Ricardo Argenton Ramos UNIVASF Engenharia de Software I - Aula 1 Tópicos Apresentação da Disciplina A importância do Software Software Aplicações de Software Paradigmas

Leia mais

Gerenciamento de Redes

Gerenciamento de Redes Gerenciamento de Redes As redes de computadores atuais são compostas por uma grande variedade de dispositivos que devem se comunicar e compartilhar recursos. Na maioria dos casos, a eficiência dos serviços

Leia mais

INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR - IS

INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR - IS INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR - IS Aprovação: Resolução nº 87, de 11 de maio de 2009, publicado no Diário Oficial da União N 88, S/1, p. 145, de 12/05/2009. Assunto: Publicações técnicas: obtenção, controle e

Leia mais

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Versão 1.0 GTM.YY 22 a 25 Novembro de 2009 Recife - PE GRUPO XIII GRUPO DE ESTUDO DE TRANSFORMADORES, REATORES, MATERIAIS E TECNOLOGIAS

Leia mais

Este trabalho tem como objetivo propor um modelo multicritério para a priorização dos modos de falha indicados a partir de uma aplicação do processo

Este trabalho tem como objetivo propor um modelo multicritério para a priorização dos modos de falha indicados a partir de uma aplicação do processo 1 Introdução A atual regulamentação do setor elétrico brasileiro, decorrente de sua reestruturação na última década, exige das empresas o cumprimento de requisitos de disponibilidade e confiabilidade operativa

Leia mais

Serial ATA (SATA - Serial Advanced Technology Attachment)

Serial ATA (SATA - Serial Advanced Technology Attachment) Serial ATA (SATA - Serial Advanced Technology Attachment) Introdução Os computadores são constituídos por uma série de tecnologias que atuam em conjunto. Processadores, memórias, chips gráficos, entre

Leia mais

O novo requisito 25.1302

O novo requisito 25.1302 O novo requisito 25.1302 Homero Montandon Piloto de Ensaio em Voo Agência Nacional de Aviação Civil Palavras Chave: Segurança de Voo, Erro Humano, Requisito de Aeronavegabilidade, Certificação de Aeronave.

Leia mais

GARANTIA DA QUALIDADE DE SOFTWARE

GARANTIA DA QUALIDADE DE SOFTWARE GARANTIA DA QUALIDADE DE SOFTWARE Fonte: http://www.testexpert.com.br/?q=node/669 1 GARANTIA DA QUALIDADE DE SOFTWARE Segundo a NBR ISO 9000:2005, qualidade é o grau no qual um conjunto de características

Leia mais

DESAFIOS OPERACIONAIS E METROLÓGICOS DA MEDIÇÃO POR COORDENADAS NO AMBIENTE DE MANUFATURA DIGITAL

DESAFIOS OPERACIONAIS E METROLÓGICOS DA MEDIÇÃO POR COORDENADAS NO AMBIENTE DE MANUFATURA DIGITAL II CIMMEC 2º CONGRESSO INTERNACIONAL DE METROLOGIA MECÂNICA DE 27 A 30 DE SETEMBRO DE 2011 Natal, Brasil DESAFIOS OPERACIONAIS E METROLÓGICOS DA MEDIÇÃO POR COORDENADAS NO AMBIENTE DE MANUFATURA DIGITAL

Leia mais

Gerenciamento de Serviços em TI com ITIL. Gerenciamento de Serviços de TI com ITIL

Gerenciamento de Serviços em TI com ITIL. Gerenciamento de Serviços de TI com ITIL Gerenciamento de Serviços de TI com ITIL A Filosofia do Gerenciamento de Serviços em TI Avanços tecnológicos; Negócios totalmente dependentes da TI; Qualidade, quantidade e a disponibilidade (infra-estrutura

Leia mais

Software de gerenciamento de trabalho

Software de gerenciamento de trabalho Software de gerenciamento de trabalho Software de gerenciamento de trabalho GoalPost O software de gerenciamento de trabalho (LMS) GoalPost da Intelligrated fornece informações sob demanda para medir,

Leia mais

Introdução ao Modelos de Duas Camadas Cliente Servidor

Introdução ao Modelos de Duas Camadas Cliente Servidor Introdução ao Modelos de Duas Camadas Cliente Servidor Desenvolvimento de Sistemas Cliente Servidor Prof. Esp. MBA Heuber G. F. Lima Aula 1 Ciclo de Vida Clássico Aonde estamos? Page 2 Análise O que fizemos

Leia mais

Introdução. Disciplina: Suporte Remoto Prof. Etelvira Leite

Introdução. Disciplina: Suporte Remoto Prof. Etelvira Leite Introdução Disciplina: Suporte Remoto Prof. Etelvira Leite Os Benefícios do Trabalho Remoto O mundo assiste hoje à integração e à implementação de novos meios que permitem uma maior rapidez e eficácia

Leia mais

Otimização do Gerenciamento de Datacenters com o Microsoft System Center

Otimização do Gerenciamento de Datacenters com o Microsoft System Center Otimização do Gerenciamento de Datacenters com o Microsoft System Center Aviso de Isenção de Responsabilidade e Direitos Autorais As informações contidas neste documento representam a visão atual da Microsoft

Leia mais

DÉDALO Ferramenta de Apoio à Gestão de Empresas Aéreas

DÉDALO Ferramenta de Apoio à Gestão de Empresas Aéreas DÉDALO Ferramenta de Apoio à Gestão de Empresas Aéreas DÉDALO é um sistema de informações especialista, concebido e desenvolvido para automatizar, integrar e dar suporte aos principais processos utilizados

Leia mais

IBM System Storage. Projeta suas informações de negócios importantes com soluções de segurança de informações da IBM

IBM System Storage. Projeta suas informações de negócios importantes com soluções de segurança de informações da IBM IBM System Storage Projeta suas informações de negócios importantes com soluções de segurança de informações da IBM As organizações sempre se esforçaram para gerenciar o crescimento exponencial de informações

Leia mais

Objetivos da Apresentação; Introdução; Proposta de criação do BIAC: O que um BIAC faz?

Objetivos da Apresentação; Introdução; Proposta de criação do BIAC: O que um BIAC faz? Proposta de Criação e Gerenciamento do documento Boletim Informativo de Aeronavegabilidade Continuada BIAC Ph.D. Eng. Renato Crucello Passos Grupo de Aeronavegabilidade Continuada PAC Agência Nacional

Leia mais

O AUXÍLIO DE IMAGENS NA INVESTIGAÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS

O AUXÍLIO DE IMAGENS NA INVESTIGAÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS R. Conex. SIPAER, v. 1, n. 2, mar. 2010. 187 O AUXÍLIO DE IMAGENS NA INVESTIGAÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS Artigo submetido em 06/01/2010. Aceito para publicação em 03/02/2010. Marco Antonio Barbosa 1

Leia mais

Segurança Internet. Fernando Albuquerque. fernando@cic.unb.br www.cic.unb.br/docentes/fernando (061) 273-3589

Segurança Internet. Fernando Albuquerque. fernando@cic.unb.br www.cic.unb.br/docentes/fernando (061) 273-3589 Segurança Internet Fernando Albuquerque fernando@cic.unb.br www.cic.unb.br/docentes/fernando (061) 273-3589 Tópicos Introdução Autenticação Controle da configuração Registro dos acessos Firewalls Backups

Leia mais

Tecnologia e Sistemas de Informações

Tecnologia e Sistemas de Informações Universidade Federal do Vale do São Francisco Tecnologia e Sistemas de Informações Prof. Ricardo Argenton Ramos Aula 3 Componentes de SIs Pessoas SI Organiz. Unidades que exercem diferentes funções, tais

Leia mais

Glossário Apresenta a definição dos termos, siglas e abreviações utilizadas no contexto do projeto Citsmart.

Glossário Apresenta a definição dos termos, siglas e abreviações utilizadas no contexto do projeto Citsmart. Apresenta a definição dos termos, siglas e abreviações utilizadas no contexto do projeto Citsmart. Versão 1.6 15/08/2013 Visão Resumida Data Criação 15/08/2013 Versão Documento 1.6 Projeto Responsáveis

Leia mais

MANUTENÇÃO PREDITIVA : BENEFÍCIOS E LUCRATIVIDADE.

MANUTENÇÃO PREDITIVA : BENEFÍCIOS E LUCRATIVIDADE. 1 MANUTENÇÃO PREDITIVA : BENEFÍCIOS E LUCRATIVIDADE. Márcio Tadeu de Almeida. D.Eng. Professor da Escola Federal de Engenharia de Itajubá. Consultor em Monitoramento de Máquinas pela MTA. Itajubá - MG

Leia mais

Manual do módulo Hábil NFC-e Emissor de Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica

Manual do módulo Hábil NFC-e Emissor de Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica Manual do módulo Hábil NFC-e Emissor de Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica Hábil Empresarial 2014 by Ltda (0xx46) 3225-6234 I Hábil Empresarial NFC-e Índice 1 Cap. I Introdução 1 O que é... o Hábil NFC-e

Leia mais

2.3. ORGANIZAÇÕES E GESTÃO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

2.3. ORGANIZAÇÕES E GESTÃO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 2.3. ORGANIZAÇÕES E GESTÃO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO As Empresas e os Sistemas Problemas locais - impacto no sistema total. Empresas como subsistemas de um sistema maior. Uma empresa excede a soma de

Leia mais

Sistemas de Informação Hospitalar: Presente e Futuro

Sistemas de Informação Hospitalar: Presente e Futuro Sistemas de Informação Hospitalar: Presente e Futuro Halley Johanston Unysis Corporation, EUA Revista Informédica, 1 (2): 5-9, 1993. A utilização da Informática na gestão hospitalar evoluiu, nos últimos

Leia mais

REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL SUBDEPARTAMENTO DE SERVIÇOS AÉREOS DIVISÃO DE FISCALIZAÇÃO

REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL SUBDEPARTAMENTO DE SERVIÇOS AÉREOS DIVISÃO DE FISCALIZAÇÃO REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL SUBDEPARTAMENTO DE SERVIÇOS AÉREOS DIVISÃO DE FISCALIZAÇÃO INSTRUÇÃO DE AVIAÇÃO CIVIL IAC 200-1001 PLANO DE ASSISTÊNCIA

Leia mais

Gerenciamento da Segurança Operacional GSO. Conceitos

Gerenciamento da Segurança Operacional GSO. Conceitos Gerenciamento da Segurança Operacional GSO Conceitos 1º SEMINÁRIO SOBRE SISTEMAS DE GERENCIAMENTO DA SEGURANÇA OPERACIONAL DA AVIAÇÃO CIVIL ANAC - 05/12/2008 1 Objetivos Identificar conceitos de gerenciamento

Leia mais

PORTARIA Nº 102, DE 30 DE OUTUBRO DE 2008

PORTARIA Nº 102, DE 30 DE OUTUBRO DE 2008 PORTARIA Nº 102, DE 30 DE OUTUBRO DE 2008 O DIRETOR DO DEPARTAMENTO NACIONAL DE TRÂNSITO - DENATRAN, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pelo art. 19, inciso I, da Lei nº 9.503, de 23 de setembro

Leia mais

GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS

GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS WALLACE BORGES CRISTO 1 JOÃO CARLOS PEIXOTO FERREIRA 2 João Paulo Coelho Furtado 3 RESUMO A Tecnologia da Informação (TI) está presente em todas as áreas de

Leia mais

CIRCULAR TÉCNICA DE INFORMAÇÃO ADVISORY CIRCULAR

CIRCULAR TÉCNICA DE INFORMAÇÃO ADVISORY CIRCULAR CIRCULAR TÉCNICA DE INFORMAÇÃO ADVISORY CIRCULAR C.T.I. 99-01 - EDICÃO 1 ASSUNTO: CERTIFICAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE NAVEGAÇÃO GPS EM HELICÓPTEROS OPERANDO EM CONDIÇÕES IFR EM ROTA E ÁREA TERMINAL INCLUINDO

Leia mais

COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS RELATÓRIO FINAL A - Nº 115/CENIPA/2011

COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS RELATÓRIO FINAL A - Nº 115/CENIPA/2011 COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS RELATÓRIO FINAL A - Nº 115/CENIPA/2011 OCORRÊNCIA: AERONAVE: MODELO: ACIDENTE PT-IKM 210L DATA: 10 OUT 2003 ADVERTÊNCIA

Leia mais

Curso de Sistemas de Informação 8º período Disciplina: Tópicos Especiais Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-1

Curso de Sistemas de Informação 8º período Disciplina: Tópicos Especiais Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-1 Curso de Sistemas de Informação 8º período Disciplina: Tópicos Especiais Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-1 Aula 3 Disponibilidade em Data Center O Data Center é atualmente o centro nervoso

Leia mais

SISTEMAS OPERACIONAIS

SISTEMAS OPERACIONAIS SISTEMAS OPERACIONAIS Turma de Redes AULA 06 www.eduardosilvestri.com.br silvestri@eduardosilvestri.com.br Estrutura do Sistema Operacional Introdução É bastante complexo a estrutura de um sistema operacional,

Leia mais

Suporte Técnico de Software HP

Suporte Técnico de Software HP Suporte Técnico de Software HP Serviços Tecnológicos HP - Serviços Contratuais Dados técnicos O Suporte Técnico de Software HP fornece serviços completos de suporte de software remoto para produtos de

Leia mais

Especificação Técnica

Especificação Técnica Pág. 1/8 CONTRATAÇÃO DE SOLUÇÃO SMS Pág. 2/8 Equipe Responsável Elaboração Assinatura Data Divisão de Padrões de Tecnologia DIPT Aprovação Assinatura Data Departamento de Arquitetura Técnica DEAT Pág.

Leia mais

RODRIGUES JARDIM,MIRIAN BERGMANN DE LIMA, TAMIRES RODRIGUES FERREIRA

RODRIGUES JARDIM,MIRIAN BERGMANN DE LIMA, TAMIRES RODRIGUES FERREIRA Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial E.E.P. Senac Pelotas Centro Histórico Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego Curso Técnico em Informática FRANCIS RODRIGUES JARDIM,MIRIAN BERGMANN

Leia mais

EDITAL CONCORRÊNCIA 02/2015 ANEXO VI - ESPECIFICAÇÃO DO SISTEMA DE MONITORAMENTO DA FROTA.

EDITAL CONCORRÊNCIA 02/2015 ANEXO VI - ESPECIFICAÇÃO DO SISTEMA DE MONITORAMENTO DA FROTA. EDITAL CONCORRÊNCIA 02/2015 ANEXO VI - ESPECIFICAÇÃO DO SISTEMA DE MONITORAMENTO DA FROTA. 1. Sistema de Monitoramento da Frota O Sistema de Monitoramento da Frota será implantado pela concessionária para

Leia mais

Gerência de Redes NOC

Gerência de Redes NOC Gerência de Redes NOC Cássio D. B. Pinheiro pinheiro.cassio@ig.com.br cassio.orgfree.com Objetivos Apresentar os conceitos fundamentais, assim como os elementos relacionados a um dos principais componentes

Leia mais

Softwares de Sistemas e de Aplicação

Softwares de Sistemas e de Aplicação Fundamentos dos Sistemas de Informação Softwares de Sistemas e de Aplicação Profª. Esp. Milena Resende - milenaresende@fimes.edu.br Visão Geral de Software O que é um software? Qual a função do software?

Leia mais

A Evolução dos Sistemas Operacionais

A Evolução dos Sistemas Operacionais Capítulo 3 A Evolução dos Sistemas Operacionais Neste capítulo, continuaremos a tratar dos conceitos básicos com a intensão de construirmos, agora em um nível mais elevado de abstração, o entendimento

Leia mais

Controle e Monitoramento Inteligente dos processos e regras de negócios utilizando a Plataforma Zabbix

Controle e Monitoramento Inteligente dos processos e regras de negócios utilizando a Plataforma Zabbix 1/7 Controle e Monitoramento Inteligente dos processos e regras de negócios utilizando a Plataforma Zabbix Navegue: 1/7 > www.alertasecurity.com.br +55 11 3105.8655 2/7 PERFIL ALERTA SECURITY SOLUTIONS

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE VOLTA REDONDA

PREFEITURA MUNICIPAL DE VOLTA REDONDA Anexo II.9 Especificações do Sistema de Monitoramento da Frota PREFEITURA MUNICIPAL DE VOLTA REDONDA ÍNDICE 1 OBJETIVOS... 2 2 ESPECIFICAÇÃO BÁSICA... 2 2.1 Aquisição de Dados Monitorados do Veículo...

Leia mais

REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL RBAC nº 133 EMENDA nº 00

REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL RBAC nº 133 EMENDA nº 00 REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL RBAC nº 133 EMENDA nº 00 Título: OPERAÇÃO DE AERONAVES DE ASAS ROTATIVAS COM CARGAS EXTERNAS Aprovação: Resolução ANAC nº 174, de 9 de novembro de 2010, publicada

Leia mais

1 - Processamento de dados

1 - Processamento de dados Conceitos básicos sobre organização de computadores 2 1 - Processamento de dados O que é processamento? O que é dado? Dado é informação? Processamento é a manipulação das informações coletadas (dados).

Leia mais

Núcleo de Pós Graduação Pitágoras

Núcleo de Pós Graduação Pitágoras Núcleo de Pós Graduação Pitágoras MBA Gestão em TI Disciplina: Administração de Suporte e Automação Gerenciamento de Suporte Professor: Fernando Zaidan Ago-2009 1 2 Contexto Área de TI lugar estratégico

Leia mais

William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição

William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição Capítulo 7 Entrada/saída Os textos nestas caixas foram adicionados pelo Prof. Joubert slide 1 Problemas de entrada/saída Grande variedade

Leia mais

Automatizando o Data Center

Automatizando o Data Center Este artigo examina uma arquitetura alternativa que suporte a automação do data center e o provisionamento dinâmico sem a virtualização do sistema operacional. por Lori MacVittie Gerente Técnico de Marketing,

Leia mais

Melhores práticas para gerenciamento de suporte a serviços de TI

Melhores práticas para gerenciamento de suporte a serviços de TI Melhores práticas para gerenciamento de suporte a serviços de TI Adriano Olimpio Tonelli Redes & Cia 1. Introdução A crescente dependência entre os negócios das organizações e a TI e o conseqüente aumento

Leia mais

Gerenciamento de Riscos em Projetos de Aerolevantamentos Etapa Captura de Dados (SAE Serviço Aéreo Especializado)

Gerenciamento de Riscos em Projetos de Aerolevantamentos Etapa Captura de Dados (SAE Serviço Aéreo Especializado) Gerenciamento de Riscos em Projetos de Aerolevantamentos Etapa Captura de Dados (SAE Serviço Aéreo Especializado) O Gerenciamento de Riscos é uma das áreas contidas no Gerenciamento de Projetos, e uma

Leia mais

15 Computador, projeto e manufatura

15 Computador, projeto e manufatura A U A UL LA Computador, projeto e manufatura Um problema Depois de pronto o desenho de uma peça ou objeto, de que maneira ele é utilizado na fabricação? Parte da resposta está na Aula 2, que aborda as

Leia mais

CompuStream Representação

CompuStream Representação Por Maximilian Immo Orm Gorissen Gerenciamento dos técnicos de campo Uma visão estratégica do business intelligence associado às operações de serviço a produtos. Nos últimos anos, o conceito de atendimento

Leia mais

AUDITORIA DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS (Subestações de Alta e Extra Alta Tensão )

AUDITORIA DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS (Subestações de Alta e Extra Alta Tensão ) GMI/021 21 a 26 de Outubro de 2001 Campinas - São Paulo - Brasil GRUPO XII GESTÃO DA MANUTENÇÃO AUDITORIA DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS (Subestações de Alta e Extra Alta Tensão ) João Carlos Santos Schneider

Leia mais

Disciplina: Administração de Departamento de TI. Professor: Aldo Rocha. Aula I - 11/08/2011

Disciplina: Administração de Departamento de TI. Professor: Aldo Rocha. Aula I - 11/08/2011 Disciplina: Administração de Departamento de TI Professor: Aldo Rocha Aula I - 11/08/2011 Gerenciamento de Serviços TI 1.Introdução; 2. Panorama Atual; 3. Necessidade do alinhamento de TI a estratégia

Leia mais

ULA- Unidade Lógica Aritmética. Prof. Rômulo Calado Pantaleão Camara. Carga Horária: 60h

ULA- Unidade Lógica Aritmética. Prof. Rômulo Calado Pantaleão Camara. Carga Horária: 60h ULA- Unidade Lógica Aritmética. Prof. Rômulo Calado Pantaleão Camara Carga Horária: 60h Sumário Unidade Lógica Aritmetrica Registradores Unidade Lógica Operações da ULA Unidade de Ponto Flutuante Representação

Leia mais

Prof. Guido Carim Júnior

Prof. Guido Carim Júnior Sistema de Gestão da Segurança Operacional (SGSO) : fundamentos e requisitos Prof. Guido Carim Júnior 28 de maio de 2010 Objetivo Apresentar os fundamentos de um sistema de gestão (de segurança) como meio

Leia mais

Sumário 1. SOBRE O NFGoiana DESKTOP... 3 1.1. Apresentação... 3 1.2. Informações do sistema... 3 1.3. Acessando o NFGoiana Desktop... 3 1.4.

Sumário 1. SOBRE O NFGoiana DESKTOP... 3 1.1. Apresentação... 3 1.2. Informações do sistema... 3 1.3. Acessando o NFGoiana Desktop... 3 1.4. 1 Sumário 1. SOBRE O NFGoiana DESKTOP... 3 1.1. Apresentação... 3 1.2. Informações do sistema... 3 1.3. Acessando o NFGoiana Desktop... 3 1.4. Interface do sistema... 4 1.4.1. Janela Principal... 4 1.5.

Leia mais

Hardware (Nível 0) Organização. Interface de Máquina (IM) Interface Interna de Microprogramação (IIMP)

Hardware (Nível 0) Organização. Interface de Máquina (IM) Interface Interna de Microprogramação (IIMP) Hardware (Nível 0) Organização O AS/400 isola os usuários das características do hardware através de uma arquitetura de camadas. Vários modelos da família AS/400 de computadores de médio porte estão disponíveis,

Leia mais

WMS - Warehouse Management System

WMS - Warehouse Management System Sistema de Gestão Empresarial LUSANA SOUZA NATÁLIA BATUTA MARIA DAS GRAÇAS TATIANE ROCHA GTI V Matutino Prof.: Itair Pereira Sumário 1. INTRODUÇÃO... 2 2. WMS... 2 3. SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO... 2 4. POLÍTICA

Leia mais

Relatório de Pesquisa

Relatório de Pesquisa Relatório de Pesquisa A Vantagem da Virtualização de Mainframe: Como Economizar Milhões de Dólares Utilizando um IBM System z como um Servidor em Nuvem Linux Sumário Executivo Os executivos de TI (Tecnologia

Leia mais

Otimização através de LIMS e Lean Seis Sigma

Otimização através de LIMS e Lean Seis Sigma Otimização através de LIMS e Lean Seis Sigma Resumo Com uma abordagem prática este trabalho proporcionará uma visão do projeto de implantação de um sistema LIMS com o objetivo de eliminar totalmente o

Leia mais

Apostila de Gerenciamento e Administração de Redes

Apostila de Gerenciamento e Administração de Redes Apostila de Gerenciamento e Administração de Redes 1. Necessidades de Gerenciamento Por menor e mais simples que seja uma rede de computadores, precisa ser gerenciada, a fim de garantir, aos seus usuários,

Leia mais

Unidade II GESTÃO DE. Prof. Léo Noronha

Unidade II GESTÃO DE. Prof. Léo Noronha Unidade II GESTÃO DE SUPRIMENTOS E LOGÍSTICA Prof. Léo Noronha Após a Segunda Guerra Mundial: Estados Unidos da América passaram por um longo período de crescimento. Responsáveis pela reconstrução de muitos

Leia mais

GERENCIAMENTO CENTRALIZADO DELL POWERVAULT DL 2000 BASEADO EM TECNOLOGIA SYMANTEC

GERENCIAMENTO CENTRALIZADO DELL POWERVAULT DL 2000 BASEADO EM TECNOLOGIA SYMANTEC GERENCIAMENTO CENTRALIZADO DELL POWERVAULT DL 2000 BASEADO EM TECNOLOGIA SYMANTEC RESUMO EXECUTIVO O PowerVault DL2000, baseado na tecnologia Symantec Backup Exec, oferece a única solução de backup em

Leia mais

Regulamento Brasileiro de Homologação Aeronáutica Especial n o 92A RBHA-E 92A.

Regulamento Brasileiro de Homologação Aeronáutica Especial n o 92A RBHA-E 92A. Regulamento Brasileiro de Homologação Aeronáutica Especial n o 92A RBHA-E 92A. Este RBHA-E deve ser colocado junto ao RBHA 121 e revoga o RBHA-E 92 Este arquivo contém o texto do RBHA-E 92A no formato

Leia mais