Associação Nacional dos Cursos de Graduação em Administração REVISTA ANGRAD. Volume 9 Número 4

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1 Associação Nacional dos Cursos de Graduação em Administração REVISTA ANGRAD Volume 9 Número 4 Rio de Janeiro Out/Nov/Dez 2008 arte_angrad.pmd 429

2 A Revista ANGRAD é um periódico trimestral da ANGRAD (Associação Nacional dos cursos de Graduação em Administração), que tem como missão difundir o estado da arte do ensino e pesquisa em administração. Revista ANGRAD/Associação Nacional dos cursos de Graduação em Administração. v.9, n.4, (Out./Nov./Dez. 2008) - Rio de Janeiro: ANGRAD, 2008 trimestral 1. Administração - Periódico ISSN Projeto Gráfico e Editoração: Milla Santana Revisão Editorial: Milla Santana Tiragem: Impressão: Gráfica Vanesul Data de Impressão: 15 de Dezembro de 2008 As opiniões emitidas nos textos publicados são de total responsabilidade dos seus respectivos autores. Todos os direitos de reprodução, tradução e adaptação estão reservados. A Revista ANGRAD, completa um volume a cada ano e é distribuída gratuitamente aos seus associados. As Associações podem ser feitas através do Portal e os números anteriores estarão disponíveis, enquanto durarem os estoques. arte_angrad.pmd 430

3 Conselho Editorial da Revista ANGRAD Prof. Antônio de Araújo Freitas Júnior EBAPE Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas - Fundação Getúlio Vargas Profa. Eda Castro Lucas de Souza UNB Universidade Nacional de Brasília Prof.Hudson Fernandes Amaral UFMG Universidade Federal de Minas Gerais Prof. João Becker UFRGS Universidade Federal do Rio Grande do Sul Profa. Manolita Correia de Lima ESPM Escola Superior de Publicidade e Marketing Profa. Maria da Graça Pitiá Barreto (Editora) UFBA Universidade Federal da Bahia Profa. Maria Tereza Fleury USP Universidade de São Paulo Prof. Mário César Barreto Moraes UDESC Universidade do Estado de Santa Catarina Prof. Omar Acktuff HEC École des Hautes Études Commerciales de la Universidad de Montreal - Canadá Prof. Pedro Lincoln UFPE Universidade Federal de Pernambuco Prof. Roberto Costa Fachin PUC Minas Pontifícia Universidade Católica Prof. Roberto Moreno PUC Pontifica Universidade Católica Rio de Janeiro Profa. Silvia Roesch London School of Economics - Inglaterra Profa. Silvia Vergara FGV Fundação Getúlio Vargas Profa. Sônia Dahab UNL Universidade Nova de Lisboa - Portugal Profa. Tânia Fischer UFBA Universidade Federal da Bahia Prof. Walter Fernando Araújo de Moraes Faculdade Boa Viagem - Recife/Pernambuco arte_angrad.pmd 431

4 Diretoria da ANGRAD Conselho Diretor Presidente Nacional: Prof. Antonio de Araujo Freitas Júnior Vice-Presidente Nacional: Prof. Míria Miranda Freitas Oleto Vice-Presidente de Administração e Finanças: Prof. Agamêmnom Rocha Souza Vice-Presidente de Ensino: Prof. Mário Cesar Barreto Moraes Vice-Presidente Científico: Profa. Maria da Graça Pitiá Barreto Vice-Presidente de Relações Institucionais: Prof. Joaquim Celso Freire da Silva Vice-Presidente de Marketing: Prof. Hamil Adum Filho Conselho Fiscal Evandro Luiz Echeverria UNIC Universidade de Cuiabá / MT Fernando de Souza Meirelles EAESP Escola de Administração de Empresas / FGV Fundação Getúlio Vargas Nádia Kassouf Pizzinatto UNINOVE Universidade Nove de Julho / São Paulo Sérgio Giovanetti Lazzarini IBMEC SÃO PAULO Conselho Consultivo Alexander Berndt Mauro Kreuz Rui Otávio Bernardes de Andrade Equipe ANGRAD Carlos Augusto Cruz Assessor de Eventos Gleverson Bruno G. Soares - Auxiliar Administrativo Luiz Carlos da Silva Superintendente arte_angrad.pmd 432

5 Lista de Pareceristas do ano de 2008 Adriano Lima Barbosa Miranda - Faculdade Rui Barbosa Ana Barreiros de Carvalho - Universidade Estadual de Feira de Santana Antonio Robles Jr. - Universidade de São Paulo Augusto Monteiro - Universidade Salvador (UNIFACS) Anselmo Montes - Fundação Visconde de Cairu Cadja Portugal - Faculdade de Tecnologia e Ciências Catarina Silveira - Faculdades Integradas da Bahia (FIB) Cíntia Rodrigues de Oliveira Medeiros - Faculdade Politécnica de Uberlândia Eduardo Fausto Barreto - Universidade Federal da Bahia Flávio Bressan - Faculdade de Americana de São Paulo Francisco Teixeira - Universidade Federal da Bahia Guilherme Marback - Universidade Salvador (UNIFACS) Ivone Freire Costa - Universidade Federal da Bahia Jair Santos - Universidade Salvador (UNIFACS) José Pinheiro - Universidade Federal da Bahia Laerton Lima - Universidade Estadual da Bahia (UNEB) Laura Robles - Universidade de São Paulo Luis Carlos Freire - Faculdades Integradas da Bahia (FIB) Luiza Augusta G. da Rocha - Universidade Salvador (UNIFACS) Maria da Graça Pitiá Barreto - Universidade Federal da Bahia Mônica Macallister - Universidade Salvador (UNIFACS) Reginaldo Souza Santos - Universidade Federal da Bahia Reynaldo Josué de Paula - Universidade Federal da Bahia Ronaldo Héber Torres Barreto Sales - Faculdade Castro Alves Sheila Rangel - Faculdades Integradas da Bahia (FIB) Tânia Dias - Faculdade Castro Alves Vaner José do Prado - Faculdade Castro Alves Vera Mendes - Universidade Federal da Bahia arte_angrad.pmd 433

6 Relação de Coordenadores de Áreas do ENANGRAD T.G.A - Prof. Agammenon Rocha Souza G.P.T - Profa. Tânia Nobre Gonçalves Ferreira Amorim Finanças - Profa. Míria Miranda de Freitas Oleto Marketing - Prof. Hamil Adum Filho Ensino e Pesquisa - Profa. Manolita Correa Lima Empreendedorismo e Governança Corporativa - Prof. Mauricio Fernandes Pereira Gestão da Informação - Prof. Gerson Lochtermacher G.O.L - Prof. Samuel Cogan Qualidade - Prof. Isnard Marshall Avaliadores ENANGRAD TGA Agamêmnom Rocha Souza - UNIFOA Isabel Cristina dos Santos - Universidade de Taubaté / ITA Nério Amboni - UFSC / UDESC Antonio Henriques de Araujo Jr - UNIFOA Flavio Edmundo N Hegenberg - UNIFOA Humberto Medrado G Ferreira - UNIFOA Lucimeire Cordeiro S Faria - UNIFOA Luiz Henrique F Kelly - UNIFOA Eduardo Bezerra de Souza - AEDB Victor Claudio Paradela Ferreira - Universidade Estácio de Sá Isabela Regina F Muller - UDESC Claudia Caravantes - UNIRITTER GTP Monica C Kloeckner - ULBRA Claudio Gonçalo - UNISINOS Cintia Medeiros - Universidade Federal de Uberlândia Magnus Luiz Emmendoerfer - UFV arte_angrad.pmd 434

7 Avaliadores ENANGRAD QLD Isnard Marshall - FGV Antonio Tadeu Pagliuso - FNQ Carlos Jose Corrêa - UFRJ Ilda Maria Spritzer - CEFET Odair Mesquita Quintella - UNINET Elisa Maria R Sharland - FGV Luiz Roberto Prates - UFMG Antonio Raimundo C Rebelo - QUALITYMASTER Elton Brasil de Souza - UMESP Fernando Ramos Corrêa - CEFET Eduardo Kazuo Mimori - FNQ GOL Gerson Lachtermacher - FGV Paulo Sergio Coelho - IBMEC Francisco Jovando - IBMEC EGC Maurício Pereira - UFSC Alessandra de L Jacobsen - UFSC Luis Moretto Neto - UFSC Marcos Baptista L Dalmau - UFSC Pedro Carlos Schenini - UFSC Rogerio da Silva Nunes - UFSC Rudimar Antunes da Rocha - UFSC Magnus Luiz Emmendoerfer - UFV EPQ Manolita Correia Lima - ESPM Arilda Godoy - Universidade Mackenzie Claudio Antonio Tordino - USP Flavia Alves - USP arte_angrad.pmd 435

8 Avaliadores ENANGRAD EPQ Guilherme Umeda - ESPM Ilan Avrichir - ESPM Jader C. Souza-Silva - UNIFACS Lilian Wanderley - UFPE Luciana Jacques Faria - ESPM Pedro Luiz Côrtes - FECAP Magnus Luiz Emmendoerfer - UFV Vera Mendes - UFBA MKT Hamil Adum Filho - UEL Hermes Moretti Ribeiro da Silva - Instituição Toledo de Ensino Mario Nei Pacanham - UEL / USP Edison Crescitelli - USP Flavio Bressan - Faculdade Americana / Bremat Institute Nádia Kassouf Pizzinatto - UNIMEP Catarina Silveira - FIB FIN Mauro Kreuz - FAJ Míria Oleto - UFMG Hudson Fernandes Amaral - UFMG Antonio Pereira Dias - UFMG arte_angrad.pmd 436

9 Editorial O professor é um profissional de dupla responsabilidade: alem de ser um facilitador da apreensão de novos conhecimentos, ele, também, é um educador, ou seja, precisa preocupar-se com a formação integral dos jovens, dando-lhe possibilidade de prática da ética e da responsabilidade social como cidadãos conscientes do meio ambiente onde habita. Neste exemplar, há reflexões que auxiliarão o professor na sua nobre missão de educador e de formador de conhecimentos. Os jovens, com o avanço da tecnologia, têm acesso a uma gama substancial de informações, mas precisam transformar esses subsídios em cognição sedimentada. Em um dos artigos, discutem-se os elementos fundamentais à implantação e aperfeiçoamento da gestão do conhecimento em organizações, a estrutura favorável ao aprendizado e a formação de uma cultura para a criação e sustentação de um ambiente organizacional propício ao desenvolvimento humano. No que se refere à gestão ambiental, reflete-se sobre a contribuição dos recursos das tecnologias da informação ao desenvolvimento de programas de um sistema informatizado, sob medida, para cada tipo de empresa, para dar suporte às decisões inerentes à gestão sustentável de sua cadeia produtiva. Auxiliando-nos em nosso papel de educadores, um dos estudos integrantes deste exemplar apresenta os resultados de uma pesquisa que parte de duas premissas: (i) a melhoria do desempenho do capital humano influencia o alcance da estratégia organizacional; e, (ii) o desempenho positivo do Capital Humano depende da responsabilidade compartilhada entre gerentes e seus colaboradores. Somos formadores de capital humano. O capital intelectual que incentivamos formar é um dos fatores mais enriquecedores de uma sociedade. Logicamente, num mundo em constante turbulência, é importante que o professor desempenhe a sua função de maneira que incentive a busca pelo aprendizado e, numa profissão como a do administrador, não se pode formar um profissional distante da prática. Um dos papers demonstra como a Empresa Júnior pode ser uma interessante estratégia didática. Um outro discute a pertinência da questão de como os docentes podem atuar na construção das competências condicionantes para o ensino da graduação em Administração. Enfim, há importantes reflexões que precisam ser discutidas no interior de nossas Instituições de Ensino. Vamos buscar aperfeiçoar, cada vez mais, o exercício desse sacerdócio que é ser professor. Este é o nosso último exemplar do ano e o derradeiro com o nome de Revista ANGRAD. Aliás, este número representa, também, o fim de uma gestão editorial e o início de uma nova estrutura. A ANGRAD tem buscado sempre aperfeiçoar este periódico, de forma que se firme no meio acadêmico como lócus de discussões sobre o ensino e a pesquisa em administração. arte_angrad.pmd 437

10 Agradecemos a todos os pesquisadores: docentes e estudantes, que elegeram a Revista ANGRAD como o veículo para suas reflexões. Gratos, também, estamos à Superintendência da ANGRAD e seus auxiliares que, incansáveis, têm buscado facilitar o processo editorial. Nossos agradecimentos aos pareceristas que se dispuseram reservar parte do seu tão escasso tempo, avaliando os artigos que lhes foram encaminhados. Profa. Maria da Graça Pitiá Barreto Editora - Chefe arte_angrad.pmd 438

11 Sumário 441A Empresa A Empresa Júnior como Júnior Estratégia como Estratégia Didática Didática em uma Universidade em Federal uma Universidade Federal The Junior Enterprise The Junior as a Learning Enterprise Strategy as a Learning a Federal Strategy University in a Federal University Magnus Luiz Emmendoerfer Magnus Luiz Emmendoerfer Naiara Barbosa Naiara Carvalho Barbosa Carvalho Mauricio Fernandes Mauricio Pereira Fernandes Pereira 455Calidad Calidad de MBAs de según MBAs la según percepción la percepción de Alumnos, de Alumnos, Profesores, Profesores, Gerentes y Gestores de Instituciones de Educación Qualidade de MBAs Qualidade segundo de a MBAs percepção segundo de a Alunos, percepção Professores, de Alunos, Gerentes Professores, e Gestores de Instituciones Gerentes de Educação e Gestores de Instituciones de Educação Breno de Paula Breno Andrade de Paula CruzAndrade Cruz Antônio de Araújo Antônio Freitas de Araújo Jr. Freitas Jr. Elisa Maria Rodrigues Elisa Maria Sharland Rodrigues Sharland Deborah Moraes Deborah ZouainMoraes Zouain 473Gestão do Gestão Conhecimento do Conhecimento e o caso e Intelig o caso Telecom: Intelig Telecom: Cultura Cultura e e Aprendizagem Aprendizagem Organizacionais Organizacionais nos Sistemas nos de Sistemas Informação de Informação Knowledgement Knowledgement Management and Management the Intelig Telecon and the Case: Intelig Culture Telecon And Case: Culture and Orhanizational Learninh Orhanizational in Information Learninh Systems in Information Systems Márcia Carvalho Márcia de Oliveira Carvalho de Oliveira Lidia Micaela Segre Lidia Micaela Segre Joel de Lima Pereira Joel de Castro Lima Pereira Junior Castro Junior 495Gestão Socioambiental: Gestão Socioambiental: um modelo um modelo Monitoramento de Monitoramento Ambiental e Ambiental da Sustentabilidade e Sustentabilidade Empresarial Empresarial Social and Environmennt Social and Management: Environmennt a Management: Sustainability a and Sustainability Environment and Monitoring Model Environment Monitoring Model Takeshy Tachizawa: Takeshy Tachizawa: Rui Otavio Bernardes Rui Otavio de Andrade Bernardes de Andrade arte_angrad.pmd 439

12 519No hablamos No hablamos español: español: the Revenge the Revenge of King Philip of King IV Philip in IV American Affirmative in American Action? Affirmative Action? Não Falamos Espanhol: Não Falamos a Vingança Espanhol: do Rei a Vingança Philip IV em do Rei uma Philip Ação IV Afirmativa em Americana? uma Ação Afirmativa Americana? Dr. G. G. Candler Dr. G. G. Candler 529Projetos Projetos Sociais e Sociais Voluntariado e Voluntariado Educativo: Educativo: a Mobilização a Mobilização de de Saberes para Saberes a Construção para a Construção de Competências de Competências Social and Educational Social and Projects Educational Volunteers: Projects the Volunteers: Mobilization the of Knowledge Mobilizationfor Construction of of Skills Knowledge for Construction of Skills Cíntia Rodrigues Cíntia de Oliveira Rodrigues Medeiros Oliveira Medeiros Jacquelaine Florindo Jacquelaine Borges Florindo Borges Edvalda Araújo Edvalda Leal Araújo Leal 547Uma Perspectiva Uma Perspectiva Teórica para Teórica o Gerenciamento para o Gerenciamento e para e para Alavancagem Alavancagem do Desempenho do Desempenho do Capital Humano do Capital como Humano subsídio como para alcançar subsídio a Estratégia para alcançar Organizacional a Estratégia Organizacional A Theoretiacl Perspective A Theoretiacl to Managment Perspective and to Managment Leverage of and Human Leverage Capital of Human (HC) Capital (HC) Performance as Performance a means to fulfill as a Organizational means to fulfill Strategy Organizational Strategy Leonardo Ensslin Leonardo Ensslin Sandra Rolim Ensslin Sandra Rolim Ensslin Sérgio Murilo Sérgio Petri Murilo Petri Donizete Reina Donizete Reina José dos Santos José Dias dos Santos Dias arte_angrad.pmd 440

13 A Empresa Júnior como Estratégia Didática em uma Universidade Federal The Junior Enterprise as a Learning Strategy in a Federal University Magnus Luiz Emmendoerfer Naiara Barbosa Carvalho UFV - Universidade Federal de Viçosa Mauricio Fernandes Pereira UFSC Universidade Federal de Santa Catarina Resumo A busca de sentido e aplicação de teorias e métodos por alunos durante a graduação nas Instituições de Ensino Superior (IES) tem motivado, embora ainda que localizado, professores a inovarem suas práticas didáticas. Isto vem exigindo esforços dos docentes que poderiam ser facilitados caso levassem em consideração espaços de aprendizagem, que vão além da sala de aula. Tal espaço é a Empresa Júnior (EJ). Neste contexto, o seu objetivo é apresentar a utilização da EJ como estratégia didática para a aprendizagem de alunos de graduação. Tal apresentação é embasada na experiência adquirida por docente e discentes de uma universidade federal durante 2006/2007 ao aplicar a empresa júnior como um espaço de Ensino-Pesquisa-Extensão. Este artigo teórico-empírico, cujo procedimento metodológico baseia-se essencialmente na pesquisa-ação, aponta como resultado principal, uma valorização da EJ como um espaço de aprendizagem gerencial, interação e engrandecimento acadêmico/profissional dos alunos graduandos na IES estudada, em que o professor pode fortalecer e facilitar sua atividade de ensino, ao utilizar a EJ como estratégia didática. Palavras-chave: Métodos de Ensino; Empresa Júnior; Interdisciplinaridade; Didática do Ensino Superior; Espaço de Aprendizagem. Revista ANGRAD - V. 9, N. 4, Out./Nov./Dez arte_angrad.pmd 441

14 Magnus Luiz Emmendoerfer, Naiara Barbosa Carvalho e Mauricio Fernandes Pereira Abstract Students during graduation in Universities have been looking for sense and application of the theories and of the methods in their daily routines, in which even though located, has motivated teachers to innovate their didactic practices. A didactic strategy has been the application of the Junior Enterprise (JE) as a learning space. Thus, the objective is to present the use of the JE as didactic strategy for undergraduate students learning process. Such presentation is based in the teachers and students of a Public University acquired experience during 2006/2007 when applying the Junior Enterprise as a Teaching-Research-Extension space. This case, whose methodological procedure bases essentially on the action research, presents as main result, the valorization of the JE as a space of managerial learning, of interaction and of academic/professional enlargement of the students graduating in the studied University, in which the teacher can strengthen and can facilitate his/her teaching activity, when using JE as a didactic strategy. Key-words: Teaching Methods; Junior Enterprise; Interdisciplinarity; Didactic of Higher Education; Learning Space. 1. Panorama Inicial A busca de sentido e aplicação de teorias e métodos por alunos durante a graduação nas Instituições de Ensino Superior (IES) tem motivado, embora ainda que localizado, professores a inovarem suas práticas didáticas. Isto vem exigindo esforços dos docentes que poderiam ser facilitados, caso levassem em consideração espaços de aprendizagem, que vão além da sala de aula. Tal espaço é a Empresa Júnior (EJ). Parte-se do pressuposto que esta temática sobre Empresa Júnior Como Estratégia Didática é algo ainda limitado na esfera brasileira, com restrita produção bibliográfica, acesso e, principalmente, discussão do assunto. Alguns estudos revelam esforços para reverter este cenário e possibilitar profícuos debates na contemporaneidade sobre este tema, tais como: Carvalho (2003), Sá, Oliveira e Honório (2005), Tolfo e Schmitz (2005) e Franco e Feitosa (2006). A EJ, segundo a Confederação Brasileira de Empresas Juniores (BRASIL JÚNIOR, 2007) é, sinteticamente, uma Empresa de Consultoria gerenciada por estudantes universitários que realizam projetos e prestam serviços em suas áreas de graduação, principalmente, para micro e pequenas empresas. Pela finalidade da EJ ser educacional, por ser uma associação civil sem fins econômicos e, ainda, pela estrutura de baixos custos fixos, os preços praticados são, consideravelmente, abaixo do preço de mercado. No entanto, a EJ se localiza no ambiente da Universidade e todos os projetos e serviços seguem orientação 442 Revista ANGRAD - V. 9, N. 4, Out./Nov./Dez arte_angrad.pmd 442

15 A Empresa Júnior como Estratégia Didática em uma Universidade Federal obrigatória de professores ou profissionais na área, com o objetivo de sempre garantir um padrão de qualidade elevado. De acordo com Sangaletti e Carvalho (2004), o Movimento Empresa Júnior (MEJ) surgiu em 1967, na França, com a criação da primeira Empresa Júnior na L École Supérieure de Sciences Economiques et Commerciales de Paris (ESSEC). Esta primeira EJ, a Junior ESSEC Conseil, foi estruturada a partir da necessidade percebida pelos alunos de criar uma organização administrada pelos estudantes que ofereceriam serviços aos profissionais que não poderiam arcar com os altos custos dos serviços das empresas tradicionais. Segundo a Federação de Empresas Juniores do Estado de Minas Gerais (FEJEMG, 2007), a Câmara de Comércio Franco-Brasileira trouxe para o Brasil, em 1988, o conceito de EJ. As primeiras EJs criadas no país foram no Estado de São Paulo: na Fundação Getúlio Vargas (FGV), a Empresa Júnior FGV; na Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), a Júnior FAAP; e, na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, a Poli Júnior. Notase que o Movimento de Empresa Júnior (MEJ) no Brasil, ainda, não tem nem duas décadas de existência, o que pode sustentar as restritas e incipientes publicações e trabalhos que tratem da EJ como objeto de ensino e pesquisa em Administração. Assim, a importância em pesquisar mais a fundo o Movimento Empresa Júnior (MEJ) baseia-se no fato dessas EJ s constituírem um espaço de aprendizagem dentro das IES, indo além disso, em que os alunos têm a oportunidade de colocar em prática os conhecimentos assimilados dentro da sala de aula. Convém ressaltar também que a experiência vivida em uma EJ proporciona aos alunos criarem uma conexão entre os livros e a realidade sobre assuntos como prática gerencial, empreendedorismo, iniciativa, trabalho em grupo, dentre outros que não são, facilmente, compreendidos e apreendidos na teoria. Neste contexto, este artigo se propõe a apresentar a EJ como uma estratégia didática enfocando a aprendizagem discente por meio da interação ensino-pesquisa-extensão propiciada pela própria EJ em uma IES. Em termos metodológicos, este artigo teórico-empírico, baseou-se essencialmente na pesquisa-ação, pois houve a intervenção participativa (THIOLLENT, 1994) do professor e de discentes na realidade social (empresa júnior) no período de 2006/2007, evidenciado como um espaço propício de interação do ensino-pesquisa-extensão na IES estudada (Universidade Federal) no sudeste do Brasil. O uso da pesquisa-ação foi adequado para que o professor envolvido juntamente com um grupo de alunos desenvolvessem anotações e reflexões que possibilitaram transformar o conhecimento tácito adquirido na interação com a empresa júnior de suas ações e aplicações voltadas para o ensino, pesquisa e extensão na universidade federal estudada, de forma explícita a sua socialização no meio científico. Deste modo, compartilha-se das idéias de Franco (2005, p.483) que a pesquisa-ação é uma pesquisa eminentemente pedagógica, dentro da perspectiva de ser o exercício pedagógico, configurado como Revista ANGRAD - V. 9, N. 4, Out./Nov./Dez arte_angrad.pmd 443

16 Magnus Luiz Emmendoerfer, Naiara Barbosa Carvalho e Mauricio Fernandes Pereira uma ação que cientificiza a prática educativa, a partir de princípios éticos que visualizam a contínua formação e emancipação de todos os sujeitos da prática. 2. O movimento de Empresas Juniores na IES pesquisada O Movimento Empresa Júnior (MEJ) na IES pesquisada, iniciou-se com a criação das primeiras EJ s da Instituição, em Desde 1997, o funcionamento das EJ s é normatizado por uma Resolução da universidade. Em julho de 1998, foi criada a Central de Empresas Juniores (CEMP), vinculada à Pró-Reitoria de Extensão de Cultura (PEC). Segundo a Central de Empresas Juniores (CEMP, 2007) em agosto de 1998, no VI Encontro Nacional de Empresas Juniores, a CEMP foi reconhecida como o primeiro núcleo de empresários juniores, formalmente constituído por estatuto e diretoria. Essa iniciativa da IES pesquisada inspirou a criação de vários outros núcleos no país. Com a criação do Centro Tecnológico de Desenvolvimento Regional da IES abordada, em agosto de 2001, a CEMP passou a ser vinculada a ele. Assim, a organização estrutural da CEMP está ilustrada na figura 01. Figura 01: Estrutura organizacional da CEMP da IES Estudada. Fonte: Dados da pesquisa. Em 2002, uma nova Resolução foi publicada revogando a anterior. Esta resolve, dentre outros, que a coordenação administrativa das EJ s será exercida, a partir da data de publicação, pela CEMP. Atualmente, na IES analisada, existem 22 EJ s dos mais variados cursos e áreas de formação, as quais estão ligadas a CEMP. 444 Revista ANGRAD - V. 9, N. 4, Out./Nov./Dez arte_angrad.pmd 444

17 A Empresa Júnior como Estratégia Didática em uma Universidade Federal 3. A Empresa Júnior e a Interação Ensino-Pesquisa- Extensão Esta seção dedicou-se a apresentar a experiência vivida no período de 2006/2007 na Universidade Federal estudada em que a Empresa Júnior demonstrou-se como uma estratégia didática que potencializa e tende a favorecer a interação entre ensino, pesquisa e extensão. 3.1 O Ensino e a Empresa Júnior Uma preocupação presente, tanto no mundo acadêmico como no mercado de trabalho, é a busca da harmonia entre certas dicotomias, como: estrutura e ação, pensamento e ação, teoria e prática. No campo comportamental, os estudos de Argyris e Schön (1974) apontam que integrar de forma eficaz o pensamento com a ação tem sido considerado um problema que frustra muitos cientistas sociais, inquieta alguns filósofos e ilude os profissionais praticantes, porque poucos obtiveram sucesso nesta síntese. Segundo estes autores, tal integração termina sendo vista como um dos mais instigantes assuntos a serem trabalhados hoje na academia. (ARGYRIS; SCHÖN, 1974, p.3). Dessa forma, a EJ surge para sanar parte de tal preocupação, configurando-se como um espaço de aprendizagem, que alia a teoria à prática, para os cursos em que está inserida. Suas atividades podem ser utilizadas como uma ferramenta didática para o ensino, beneficiando tanto os universitários quanto os professores que com ela se relacionam. A educação nacional, parafraseando Dolabela (1999), sofre de um mal avassalador à difusão do senso empreendedor: a síndrome do empregado. O ensino brasileiro insiste numa formação unilateral, habilitando indivíduos na esfera técnica e atrofiando-os na criatividade e no comportamento não-participativo. Constroem-se, assim, centros de excelência na formação de profissionais agilmente reativos a fatos pontuais, entretanto, a grande maioria deles é incapaz de criar novas técnicas ou de antever a oportunidade circundante, aceitando de forma compassiva a morte da sua independência e da liberdade comportamental. Os participantes são favorecidos pela oportunidade de aplicar a teoria apresentada em sala de aula em um ambiente prático e real e, também, pelo aprendizado de temas que não foram expostos ou não foram aprofundados pelos professores. Outro benefício proporcionado pelas EJ s é o dinamismo desenvolvido pelos participantes no dia a dia da empresa através das diversas decisões que devem ser tomadas acerca de assuntos que, muitas vezes, são desconhecidos ou, ainda, não vivenciados. Isso resulta em um desenvolvimento de capacidades humanas que são muito valorizadas no mercado. Contudo, verifica-se uma alienação das universidades, que ignoram a combinação de atitudes, habilidades e competências imprescindíveis para os futuros profissionais. Dolabela (1999) enumera algumas capacidades humanas por ordem de importância, que, na maioria das vezes, são desenvolvidas através da vivência Revista ANGRAD - V. 9, N. 4, Out./Nov./Dez arte_angrad.pmd 445

18 Magnus Luiz Emmendoerfer, Naiara Barbosa Carvalho e Mauricio Fernandes Pereira na EJ: trabalho em equipe; comunicação verbal e escrita; apresentação de idéias; dimensionamento do tempo; autonomia para aprender; habilidades técnicas. Outro benefício trazido pelas EJ s aos seus participantes é a possibilidade destes trazerem suas vivências na EJ como exemplo para discussões em sala de aula, o que enriquece o conteúdo estudado. Outro aspecto importante refere-se ao aprendizado que os universitários podem adquirir através da realização de trabalhos acadêmicos sobre processos e atividades desenvolvidas pela EJ, já que esta se configura como uma organização formal podendo ser estudada e desenvolvida por alunos. Além disso, a EJ oferece cursos, palestras e eventos a fim de agregar valor aos demais alunos do curso. Os professores são aqueles que orientam, transmitem parte do conhecimento técnico, indicam fontes e formas de fazer e contribuem para a qualidade dos estudos realizados pela EJ. Por outro lado, aos que se envolverem com a EJ, os professores, vivenciam situações práticas que enriquecem suas experiências profissionais. As consultorias e os projetos internos desenvolvidos pela EJ são excelentes ferramentas didáticas para o ensino, a partir do momento que se transformam em estudo de casos para serem abordados e discutidos em sala de aula. Segundo Junkes, Rosauro e Benko (2004), ao abordarmos a EJ, a sociedade é caracterizada como os indivíduos e as diversas organizações civis que a circundam, atentando para a situação e a dinamicidade interagente destes grupos, e considerando conceitos como responsabilidade social e cidadania. O tema responsabilidade social empresarial (RSE) não é muito abordado em disciplinas acadêmicas, apesar de sua grande importância. Um meio de sanar essa deficiência é o trabalho que pode ser desenvolvido por EJ s através de coordenadorias de RSE, que, em sua maioria, possuem cargos estipulados e objetivam estudar e implantar a RSE na empresa de forma interna, a fim de integrar seus membros com este tema e suas peculiaridades, como o código de ética, balanço social, reciclagem de materiais, dentre outros. Há, também, os projetos sociais que se configuram como uma ferramenta motivacional no momento em que seus membros realizam trabalhos que procuram aplicar conhecimentos em prol da melhoria da sociedade. Assim, a EJ é um meio de aperfeiçoamento do ensino, uma vez que suas atividades contribuem tanto para a capacitação de alunos quanto para o auxilio didático e acréscimo de experiências dos professores A Pesquisa e a Empresa Júnior A EJ não é um campo muito investigado pelos estudantes de uma IES. As pesquisas sobre o MEJ e sobre as EJ s são escassas, muitas vezes porque o aluno desconhece essa possibilidade ou pela falta de interesse, que deveria ser incitado na sua formação. 446 Revista ANGRAD - V. 9, N. 4, Out./Nov./Dez arte_angrad.pmd 446

19 A Empresa Júnior como Estratégia Didática em uma Universidade Federal Revista ANGRAD - V. 9, N. 4, Out./Nov./Dez Pode-se ressaltar que a aprendizagem de um discente, que investiga e analisa o MEJ, é tão importante quanto um que analisa outra área. Através da pesquisa, seja monografia, iniciação científica e outros tipos, é possível vivenciar fenômenos, até então, só percebidos em sala de aula, na teoria. Mesmo sendo um espaço onde os estudantes aplicam na prática os conhecimentos teóricos adquiridos, as EJ s não são comumente estudadas no âmbito acadêmico. Esse local de prática é esquecido como, também, local de teoria. A pesquisa pode incluir vários aspectos, desde a formação do MEJ em determinada IES, passando pela atuação de docentes e discentes, até aos aspectos específicos de cada EJ nas instituições. Um estudante que se apropria dessa possibilidade de conhecimento, está aprendendo não somente sobre o seu universo, mas também do universo maior do mercado de trabalho e das relações sócio-culturais. Como exemplo, podemos citar a monografia dos autores Abreu e Emmendoerfer, que investiga as percepções dos empresários juniores em relação às atribuições do profissional de Secretariado Executivo. Foi um trabalho desenvolvido dentro da IES pesquisada e proporcionou maior conhecimento na área. Utilizar a EJ para observar a atuação profissional de estudantes, para perceber o crescimento não só intelectual, mas humano dos seus membros é uma forma também de fazer ciência. Há muitas maneiras diferentes para aplicar uma teoria que não é de conhecimento de todos os estudantes. A EJ faz o papel de berço da criatividade, da comunicação, da flexibilidade, do empreendedorismo, das habilidades interpessoais, do trabalho em equipe e de muitos outros conceitos. O MEJ, também, tem suas peculiaridades em cada universidade. Isso faz com que as EJ s sejam, também, diferentes e apresentem-se em modelos diversos e áreas de atuação das mais distintas. Na universidade analisada, a estrutura de apoio às EJ anteriormente citadas faz com que o MEJ local seja cada vez mais fortalecido, podendo gerar ainda mais pesquisas, culminando no desenvolvimento do pensamento científico na área. O corpo docente, através de seu papel de educador e formador de opinião, ao utilizar a EJ no ensino, pode gerar o estímulo ao estudo sobre as EJ s pelo corpo discente. Durante as aulas, os exemplos e a comparação teoria-prática provam que a EJ é um espaço válido, como qualquer outro tipo de empresa, para fazer estudos de caso, observações diversas e outros tipos de pesquisas científicas. Assim, a pesquisa não é só estimulante ao aluno que a produz, mas também ao professor. Ele deve incentivar cada vez mais o pensamento científico em relação às EJ s, pois vai beneficiar-se desse conhecimento e, como conseqüência, vai auxiliar outros estudantes a tirarem proveito da pesquisa, bem como valorizá-la. A EJ proporciona à universidade a formação de conhecimentos específicos. Esses conhecimentos, uma vez pesquisados, estendem-se aos próprios alunos, que se beneficiam com uma visão de mundo completamente vasta e densa, fazendo com que haja mais idenarte_angrad.pmd 447

20 Magnus Luiz Emmendoerfer, Naiara Barbosa Carvalho e Mauricio Fernandes Pereira tificação de oportunidades no mercado de trabalho. O contato com empresários juniores e/ou a vivência como um integrante ativo de uma EJ faz com que o estudante entenda melhor as teorias aprendidas e a pesquisa vem a fortalecer essa formação, compartilhando informações e gerando, conseqüentemente, mais estudos científicos na área por aqueles que se identificaram e se interessaram pelo material produzido A Extensão e a Empresa Júnior No fim da década de 1980, a atividade de extensão acadêmica foi, legalmente, reconhecida. Nesta mesma época, houve sua inclusão na Constituição e foi organizado o Fórum de Pró-Reitores de Extensão. Tais fatos deram à comunidade acadêmica as condições e o lugar para uma conceituação precisa de extensão universitária, assim expressa no I Encontro Nacional de Pró- Reitores de Extensão. Em síntese, a Extensão Universitária é o processo educativo, cultural e científico que articula o Ensino e a Pesquisa de forma indissociável e viabiliza a relação transformadora entre Universidade e Sociedade. Assim, percebe-se que a Extensão é uma via de mão-dupla, com trânsito assegurado à comunidade acadêmica, que encontrará, na sociedade, a oportunidade de elaboração da praxis de um conhecimento acadêmico. No retorno à Universidade, docentes e discentes trarão um aprendizado que, submetido à reflexão teórica, será acrescido àquele conhecimento. Esse fluxo, que estabelece a troca de saberes sistematizados, acadêmico e popular, terá como conseqüências a produção do conhecimento resultante do confronto com a realidade brasileira e regional, a democratização do conhecimento acadêmico e a participação efetiva da comunidade na atuação da Universidade. Além de instrumentalizadora deste processo dialético de teoria/prática, a Extensão é um trabalho interdisciplinar que favorece a visão integrada do social. Ao reafirmar o compromisso social da universidade como forma de inserção nas ações de promoção e garantia dos valores democráticos, de igualdade e desenvolvimento social, a extensão se coloca como prática acadêmica que objetiva interligar a universidade, em suas atividades de ensino e pesquisa, com as demandas da sociedade. A EJ constitui um espaço que permite a seus membros organizarem e promoverem alguns projetos de extensão como cursos sobre diversos assuntos da área gerencial ou da área de atuação em seus respectivos cursos de graduação dentro das IES. Além disso, realizam treinamentos para aprimorar habilidades empreendedoras, comportamentais ou até mesmo sobre como executar determinados procedimentos para as organizações para as quais prestam serviços. Como as atividades desenvolvidas pela EJ não possuem fins lucrativos, sua principal missão é servir a comunidade. Segundo Oliveira (2007), devem ser estendidos, a toda 448 Revista ANGRAD - V. 9, N. 4, Out./Nov./Dez arte_angrad.pmd 448

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