GLOBALIZAÇÃO, ECONOMIA BRASILEIRA E PERFIL EMPRESARIAL NESTE CONTEXTO ALGUMAS CONSIDERAÇÕES 1

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1 GLOBALIZAÇÃO, ECONOMIA BRASILEIRA E PERFIL EMPRESARIAL NESTE CONTEXTO ALGUMAS CONSIDERAÇÕES 1 INTRODUÇÃO As empresas são organizações bastante influenciadas pelo ambiente e estão constantemente interagindo com ele. O ambiente, neste caso, pode ser descrito como o conjunto de todos os elementos externos que, direta ou indiretamente, podem afetar a empresa no desenvolvimento de suas atividades e realização de seus objetivos. É importante ressaltar que a empresa mantém relações diferentes com as outras organizações e elementos do seu ambiente. A relação, o tipo de influência que a empresa recebe de seus fornecedores, que fazem parte do ambiente da empresa, e o jeito que ela lida com estes, é diferente da forma como ela se relaciona com o sistema econômico ou de leis do país, que também fazem parte do ambiente. Esta observação é importante, para que se possa identificar o grau de inter-relação que a empresa tem com o seu ambiente e a melhor forma como poderá otimizar este relacionamento. As mudanças no ambiente, a cada dia vêm se tornando mais rápidas e constantes. O mundo está mudando. A cada momento as mudanças ocorrem de forma mais acelerada. Isto influencia diretamente as empresas. Elas precisam acompanhar estas mudanças, se apressar para não se tornarem obsoletas e olhar em várias direções, ao mesmo tempo, para não serem surpreendidas por situações por demais estranhas às mesmas. Observando alguns fatos ocorridos nos últimos 10 anos, na sociedade e no mundo, de forma geral, é possível observar como as mudanças têm influenciado as empresas. A revolução tecnológica incrementada nos últimos anos, favoreceu a automação das empresas, inclusive das pequenas, aumentando a produtividade das mesmas, reduzindo os custos de produção e criando novas condições para a sobrevivência dos negócios. Ao mesmo tempo, a queda das barreiras ideológicas que dividiam o mundo, concretizada com a derrubada do muro de Berlim, provocou um movimento de integração econômica mundial - a globalização -, que ampliou o mercado de todas as empresas, bem como a amplitude da concorrência, que pode estar em qualquer lugar do mundo. Sob o ponto de vista do comportamento das pessoas, as mudanças ocorridas refletiram nos hábitos de consumo que, por sua vez, influenciaram diretamente o ambiente empresarial, seja criando novas oportunidades de negócios seja fazendo com que as empresas reestruturassem seus produtos para atender ao mercado. Neste ambiente turbulento, no qual está a empresa, o empresário deve ter uma visão bastante abrangente; deve enxergar o futuro, entender o presente e antecipar-se ao tempo. Ele deve construir, a partir do hoje, a empresa do amanhã. É importante perceber que o futuro é reflexo das decisões e ações que são implementadas no presente e, assim, compreender e inter-relacionar os acontecimentos de 1 Economista, MBA em Gestão de Negócios pelo IBMEC Business School e Pós-Graduado em consultoria organizacional pelo Sebrae-MG/Ânima. Consultor e Sócio-Proprietário da Strateg Informação & Conhecimento, sediada em Montes Claros e que atua com consultoria, educação e treinamento. Professor do Curso de Economia da Unimontes. Delegado Regional do Conselho Regional de Economia de Minas Gerais.

2 forma a poder visualizar as tendências do mundo que afetarão os negócios e tomar suas decisões. Suas ações precisam ser interligadas aos objetivos e propósitos a que se dispõe cumprir, aproximando a empresa do futuro definido para ela. GLOBALIZAÇÃO DA ECONOMIA As transformações políticas, sociais e econômicas, cada vez mais aceleradas, mudam o ambiente dos negócios no mundo inteiro oferecendo tanto oportunidades como riscos. A era da globalização traz mudanças que atingem todo o planeta e devem ser consideradas. É a partir dessas mudanças que surgem as tendências que influenciam o ambiente com que as pessoas, organizações públicas e empresas privadas interagem no dia-adia. A rigor não é mais possível hoje se falar em economia brasileira, americana, européia, ou mesmo japonesa, tal é o grau de conexão existente entre as economias. Não se trata de considerar o aumento do comércio entre os diversos países do mundo, mas a formação de uma economia única, um mercado único. O fenômeno se torna viável à medida que cresce o livre comércio entre as nações. Os países do Cone Sul criaram o Mercosul; o Canadá, os Estados Unidos e o México, o NAFTA; a Europa se unifica; Austrália e Nova Zelândia fazem acordos de livre-comércio. Os mercados se unificam cada vez mais. Uma aliança importante entre as telecomunicações e a economia permite que um indivíduo, no interior de qualquer Estado brasileiro, seja capaz de fechar grandes negócios no Japão, podendo enviar voz, dados, textos ou imagem instantâneos. É o resultado da formação de uma rede de informações mundial única, para as economias. A evolução da tecnologia das fibras tem contribuído significativamente para esse sucesso. A recessão dos anos 80 não existe mais e com isto diminuem os obstáculos ao crescimento da economia mundial. Atualmente o mundo consome menos matérias-primas, pois os produtos não só diminuíram de tamanho, como são constituídos de componentes eletrônicos, ao invés de mecânicos. Os plásticos substituem o aço. O consumo de energia caiu no mundo todo, ao passo que a produção aumentou. Diversos países, como os Estados Unidos, Japão e alguns da Europa desenvolveram, com sucesso, programas de conservação de energia, que reduziram o consumo em torno de 20%. A maioria dos países têm reduzido os impostos cobrados, o que tem resultado em aumentos da arrecadação. Países da Ásia estão passando por surto de desenvolvimento jamais visto, liderados pelo Japão, cujo grande ensinamento, tem sido a colocação do cliente em primeiro lugar. Em todos os países do mundo, o aumento da atividade empresarial tem crescido, ao lado da democracia. Os regimes autoritários estão desaparecendo. As preocupações com o meio ambiente estão presentes em todas as sociedades, com o aparecimento de várias entidades ambientalistas voltadas para a necessidade de sua preservação.

3 FORÇAS MOTIVADORAS DA GLOBALIZAÇÃO: Extinção das fronteiras comerciais entre os países do mundo; Busca de novos mercados pelas empresas; Busca de novas soluções de consumo pelos consumidores. FORÇAS INCENTIVADORAS DA GLOBALIZAÇÃO: O desenvolvimento das telecomunicações (telefone, fax, telefonia celular, internet, etc.); O desenvolvimento de novos materiais e novas tecnologias de produção que têm contribuído significativamente para a redução dos custos de produção e melhoria da qualidade dos produtos fabricados; Redução das tarifas entre as economias; Regimes democráticos na maioria dos países do mundo. EFEITOS DA GLOBALIZAÇÃO: Liberação e intensificação do comércio mundial entre diferentes países, empresas de diferentes países e pessoas de diferentes países. Formação dos Blocos Econômicos: Nafta: Canadá, Estados Unidos, México; Mercosul: Brasil, Uruguai, Paraguai, Argentina, Chile; Comunidade Européia: países da Europa; Alca: Nafta + Mercosul. O desenvolvimento das artes: O interesse das pessoas em investir tempo, dinheiro e lazer em artes tem crescido enormemente. Aumenta, no mundo, a frequência aos museus. Só nos Estados Unidos, o número de pessoas que visitam museus subiu de 200 para mais de 500 milhões nos últimos anos. O principal financiador da cultura será a iniciativa privada, que tende a trocar o investimento em esportes pelas artes. As livrarias constituem um mercado em franca expansão. As artes não são privilégios mais grandes cidades. O desenvolvimento da indústria do turismo: O turismo é outra atividade promissora em tempos do globalização. Maior indústria do mundo, o turismo é também a maior fonte de recursos para muitas cidades e países. Em pesquisa realizada para o setor, observou-se que o turismo: (i) emprega 10,6 % da força de trabalho, num total de mais de 200 milhões de pessoas em todo o mundo; (ii) contribui com 10,2 % do Produto Nacional Bruto mundial; (iii) recolhe US$ 655 bilhões em impostos, faturando algo em torno de US$ 3,4 trilhões. O turismo ecológico, o turismo de aventura, as excursões culturais, entre outras atividades ligadas ao setor tem tido franca expansão no mundo inteiro.

4 O fim das economias socialistas (socialismo de mercado): Muitas foram as transformações verificadas nos países socialistas, ao longo dos anos. Poucas foram tão importantes quanto a transformação de suas economias. Nenhum país, na era em que a economia mundial se unifica, consegue permanecer com sua economia fechada. As economias de mercado se mostraram mais aptas a enfrentar as mudanças aceleradas dos novos tempos, com seu modelo notadamente empreendedor. Os altos custos da economia centralizada inviabilizaram os serviços prestados pelo Estado, já que os contribuintes não estão mais dispostos a pagar tão caro por serviços de qualidade discutível. A transformação econômica dos países socialistas abriu possibilidade de vendas de todo o tipo de bens e serviços, bem como o estabelecimento de parcerias, objetivando aproveitar a disponibilidade de dezenas de tecnologias desenvolvidas nesses países. O estilo de vida global dos indivíduos: Em função do crescimento da economia global, das viagens constantes dos indivíduos pelos quatro cantos do mundo, do intercâmbio entre os países, pode-se notar traços de consumo comuns entre diversos indivíduos, de diferentes países. No Brasil as pessoas vestem as mesmas marcas de roupas consumidas nos países europeus, ou no Japão; dirigem carros japoneses, alemães; alimentam-se das mais diversas culinárias internacionais, como em todos os outros países. Marcas como IBM, SONY, Coca-Cola, MacDonalds, Nestlê, são conhecidas no mundo inteiro e fazem parte do cotidiano das pessoas. Esta revolução é marcante também nos hábitos alimentares. Proliferam os restaurantes chineses, italianos, japoneses, lojas de fast foods. A moda internacional também é uma constante. Determinadas revistas de moda chegam a ser editadas em mais de 20 idiomas diferentes. Os preços das mercadorias, tendem a ser globais, ou seja, o mesmo preço em todos os países. Pode-se comprar produtos em várias partes do mundo, sem variações no preço. Outra tendência que se mantém forte é o inglês como língua universal. A maioria - cerca de 80% - das informações estão armazenadas, nos computadores, em inglês. Aproximadamente 400 milhões de pessoas têm o inglês como língua nativa e outras 400 milhões como segunda língua. Só na China, 250 milhões de pessoas estudam inglês. As privatizações: Incentivados pelo modelo inglês, mais de 100 países iniciaram processos de privatização de empresas estatais. As privatizações são de toda ordem. Na Inglaterra, aeroportos, empresas de telecomunicações, gás e centenas de outras. No Brasil, aciarias, petroquímicas e uma série enorme de empresas. Na Nigéria, os bancos, seguradoras, cervejarias e as empresas de eletricidade. No Paquistão moinhos rurais. No México, hotéis, fábricas de automóveis e outras. A ascensão dos países do pacífico (Tigres Asiáticos): Com o descobrimento das Américas, o centro comercial do mundo migrou do Mar Mediterrâneo para o Oceano Atlântico. Agora, segue em direção ao Oceano Pacífico com a ascensão dos países que integram sua orla - Japão, China e Tigres Asiáticos.

5 Neles se concentra metade da população mundial. No Século XXI, espera-se que dois terços da população do globo esteja nessa região. Hoje representa um mercado de US$ 3 trilhões, que cresce 3 bilhões por semana. As influências ocidentais nessas culturas e vice-versa, são evidentes. No vestuário, nas artes, na comida. Todos esses países possuem um grande passado comercial e cultural. O forte compromisso desses países com a educação de seu povo explica o sucesso de suas economias, que estavam em situação de grande pobreza, há 30 anos. Crescem a uma taxa próxima de 10% ao ano. A ascensão da liderança feminina: As mulheres estão assumindo a liderança no mundo dos negócios. Essa mudança se baseia na mudança do estilo gerencial, no final do século XX. O estilo gerencial predominante é o da liderança, cujo intuito é extrair a melhor contribuição dos empregados, ao invés do modelo puramente de controle, exercido pela gerência tradicional. O estilo de liderança democrática, para o qual as mulheres se mostram mais preparadas que os homens, é o padrão. O desenvolvimento da biologia e biotecnologia: Diretamente ligada à Biologia, a Biotecnologia pode resolver um dos grandes problemas da humanidade: a fome. O desenvolvimento dessa ciência vem possibilitando colheitas mais fartas, com cereais mais produtivos e resistentes às pragas. O aumento do teor protéico dos grãos e a aceleração do crescimento dos peixes, aves e bovinos, são apenas outras de suas aplicações. A decifração do código genético é sem dúvida, um dos maiores avanço da Biologia. O redespertar religioso: Embalados pela força do ano 2.000, o mundo verifica uma volta do indivíduo à religião. Duas vertentes religiosas arrebanham fiéis das religiões tradicionais: os Fundamentalistas e o movimento New Age. Os primeiros utilizam a televisão para conquistar adeptos e administram suas atividades de forma empresarial. O New Age explora crenças orientais, a transcendência e a reencarnação. Os Fundamentalistas aguardam o fim de tudo em uma catástrofe, já os New Age esperam ser resgatados por espaçonaves. O triunfo do indivíduo: O mundo está recomendando a supremacia do indivíduo sobre o coletivo. O indivíduo se torna alicerce da sociedade. Chega-se à conclusão de que não é mais possível obter a consciência coletiva, sem primeiro desenvolver todo o potencial do indivíduo. O indivíduo tem agora o controle daquilo que vê e ouve, o que explica a explosão de consumo dos vídeos cassetes, disco laser, telefones celulares. O indivíduo se liga também numa rede global (a internet). Essas novas comunidades eletrônicas irão mudar o mundo por completo, pois os indivíduos, não importando onde estejam e nem que trabalho fazem, se ligarão ao mercado de consumo de forma impressionante. O consumidor passa assim, a ser figura central.

6 PERFIL EMPRESARIAL NESTE CONTEXTO Em primeiro lugar, podemos dizer que a competência na administração dos negócios passa a ser decisiva. A falta de capacidade administrativa será mortal e as micro e pequenas empresas no brasil, de forma geral, não estão preparadas para enfrentar tal desafio. Na época de inflação alta a competência gerencial pesava relativamente pouco. os lucros das empresas eram basicamente de natureza financeira (especialmente para empresas capitalizadas e que trabalhavam com capital de giro de fornecedores, como supermercados e bancos) e comercial (aumentos de custo eram automaticamente repassados para os preços, mantendo o lucro intocável). O fato de o país ter sido fechado à concorrência externa e a existência de um processo inflacionário crônico garantiam essa situação relativamente cômoda para a empresa brasileira. Esse cenário mudou completamente com o plano real e tem chance de continuar assim. Neste caso, a saída para os micro, pequenos e médios empresários no brasil é passar a administrar o seu negócio: a) planejamento tributário, financeiro, econômico: acompanhamento das mudanças tributárias (apoio efetivo contador); planejamento financeiro via fluxo de caixa; planejar o negócio (negócio, missão, plano estratégico de ação). b) controle efetivo dos desvios (previsto x realizado): custo mínimos e preços competitivos; controle de custos efetivo e eficaz. c) política de compras: suprimento adequado dos estoques (estoques mínimos); política de compra em sintonia com a realidade da empresa (preços mínimos, bom relacionamento com fornecedores). d) política de recursos humanos: equipe enxuta, bem remunerada; equipe identificada com a empresa; equipe treinada/capacitada e motivada. e) política comercial e de marketing: preços mínimos; atendimento ao cliente com excelência; a meta não é vender, mas atender ao cliente. f) informática: instrumento gerencial (sem excessos);

7 BIBLIOGRAFIA NAISBITT, John & ALBURDENE, Patrícia. Megatrends dez novas tendências de transformação da sociedade nos anos 90. São Paulo, Amana-Key, (461p.). NAISBITT, John. Paradoxo global. Trad. Ivo Korytovski. Rio de Janeiro, Campus, (333p.) REIS, Geraldo Antônio dos. Neoliberalismo: síntese e crítica. Depto. Economia, UNIMONTES, 1995; (mimeo).

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