INCLUSÃO DE CRIANÇAS COM SÍNDROME DE DOWN NA EDUCAÇÃO INFANTIL

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1 INCLUSÃO DE CRIANÇAS COM SÍNDROME DE DOWN NA EDUCAÇÃO INFANTIL Carmélia Francisca Cardoso Raquel Francisca dos Santos RESUMO O presente artigo intitulado: inclusão de crianças com síndrome de Down na educação infantil foi elaborado a partir das inquietações surgidas, enquanto acadêmica do subprojeto de educação inclusiva e especial do Programa Institucional de bolsas de iniciação a docência- PIBID capes de Brasília de Minas-MG. O objetivo deste trabalho é analisar o processo de inclusão de crianças portadoras da síndrome de Down na Educação infantil do ensino regular público investigando quais tipos de atividades é realizado com esses alunos que possuem esta deficiência. A prática da educação inclusiva esta sendo cada vez mais frequente no âmbito escolar, visto que os portadores da síndrome de Down em geral são mais dependentes dos professores, e de outras pessoas devido a sua fragilidade. As crianças portadoras desta deficiência possuem certa dificuldade de aprendizagem e possuem o trabalho cerebral mais lento que as outras crianças, mais possuem capacidade individual que devem ser respeitadas. Alguns professores das escolas regulares não estão preparados para receberem o aluno com esta deficiência. A pesquisa se baseou em um estudo de natureza qualitativa e foi realizada em uma escola participante do PIBID/UNIMONTES. A pesquisa se deu a partir de um estudo bibliográfico sendo fundamentada teoricamente nos seguintes autores Mantoan (2005), Sassaki (2002) Batista (1989). A pesquisa realizada oportunizou-nos compreender como está sendo tratada a inclusão destas crianças com síndrome de Down na Educação Infantil e como o professor reage com este aluno na sala de aula. Palavras chaves: síndrome de Down, educação, inclusão.

2 INTRODUÇÃO As atuais políticas vigentes na nossa sociedade propõem a inclusão de pessoas com necessidades educacionais especiais nas escolas comuns. A declaração de Salamanca (1994) estabelece que todas as crianças, jovens, e adultos com deficiência devem ter acesso às escolas comuns, pois, é um direito de todo cidadão garantido por lei, independente de sua origem. A educação inclusiva visa à prática de inclusão de todos, e de profissionais que sejam capacitados para que a aprendizagem do aluno com síndrome de Down ocorra eficazmente. No Brasil, a educação inclusiva é ainda pouco conhecida, mas as escolas brasileiras estão percorrendo caminhos em direção à inclusão destes alunos, ressaltando aqui os alunos com síndrome de Down. A educação é um direito de todo indivíduo, e as escolas precisam abrir as portas para acolher todos, independente de sua condição dentro da sociedade. Esse trabalho foi relevante, pois possibilitou visualizar, formação de profissionais, a importância do atendimento educacional especializado e as atividades que podem ser executadas nas salas de aulas.

3 Conhecendo a Síndrome de Down Quem descreveu pela primeira vez uma criança com síndrome de Down foi Juan Esquirol em Em 1946 oito anos mais tarde Eduardo Sequin descreveu uma pessoa com SD. A síndrome de Down ou SD conhecida também como mongolismo ou mongol vem sendo no século XXI o termo mais usado na nossa sociedade. Em 1866 John Langdon, médico inglês, que trabalhava em uma clínica na Inglaterra atendendo crianças com atraso neuropsicomotor descreveu as características de algumas crianças que eram portadoras desta síndrome. Ela pode ser chamada ainda de trissomia do cromossomo 21 e as pessoas que a possuem de trissomicos. A trissomia do 21 encontrada naquela época através dos estudos do DR. Down foi a primeira alteração dos cromossomos detectada na espécie humana. A SD pode ser identificada pela alteração que se encontra no núcleo de cada célula a qual possuem características que podem ser hereditárias. Sabe-se que este cromossomo extra se acrescenta ao par de numero 21, dai o termo utilizado para sua denominação e entre todos o mais correto: trissomia síndrome 21.O individuo com síndrome de Down apresenta várias alterações e estruturas funcionais como alterações oftalmológicas, auditivas, gastrointestinais, cardiovasculares, respiratórios e pulmonares ocorrendo dificuldades para falar devido alterações na cavidade oral, tendência para excesso de peso, dentre outros. As crianças com síndrome de Down, apresentam hipotomia muscular o que contribui para o atraso do desenvolvimento motor. Este retrocesso ocorre mais acentuado na área da linguagem, a qual emitem as primeiras palavras com atraso de quatro meses em relação às demais crianças. Já o processo de aquisição de frases, se da igualmente as de crianças normal, em que se inicia com palavras soltas, emitindo as primeiras frases e utilizando duas palavras apresentando dificuldades crescentes, na aquisição das regras gramaticais e na construção de sentenças, podendo apresentar dificuldades articulatórias e que persistem na vida adulta. O viés mais marcante dessa síndrome é a deficiência mental, o qual registra um funcionamento significativamente abaixo da média e onde o individuo possui

4 limitações da capacidade em responder adequadamente, as exigências da sociedade. Esta deficiência engloba um grupo de pessoas heterogenias, que se distingue por sua vez, visto a dificuldade encontrada para obter as aprendizagens escolares e o funcionamento independente na comunidade. Porém, essas pessoas costumam desenvolver habilidades sócias e de comunicação durante a pré-escola (0 a 5 anos de idade), as limitações sensório-motoras só são detectáveis quando a criança entra na escola, momento em que costumam aparecer dificuldades relacionadas com conteúdos escolares e problemas de comportamentos dentro do convívio escolar. As dificuldades de aprendizagem podem ser especificas de uma área, como a leitura, mas, geralmente aparecem em mais de uma matéria. Em sua vida adulta, costumam adquirir habilidades sociais e profissionais adequadas para uma autonomia, mas, podem precisar de supervisão, orientação e assistência especialmente em situação de crises sociais (por exemplo, a morte de um familiar) necessitando de atenção e apoio adequado. Normalmente as pessoas SD convivem socialmente e participando na comunidade. Na escola, ao longo da história a subestimação do potencial das pessoas com síndrome de Down deu lugar a preconceitos, medos e situações de maus tratos, considerando que esse grupo não podiam se beneficiar da educação e eram denominados assistenciais. Porém, a evidência mostra que uma programação educativa adequada os permitiu melhorar substancialmente na sua aprendizagem e na sua adaptação. Os serviços de apoio complementares na educação são de suma importância para essas pessoas de maneira que possam participar em ambientes comunitários integrados e possam ter uma qualidade de vida, como o resto dos cidadãos com menor ou nenhuma incapacidade. A educação da criança portadora da síndrome de Down assume um desafio da mais alta importância neste milênio, portanto, faz-se necessário conhecer durante a pré-escola habilidades, suas características e potencialidade seus valores, seus desejos para uma interação com o meio social em que está inserida. AS crianças com SD necessitam de uma pedagogia diferenciada a responsabilidade se intensifica ainda mais, pois as atividades são desafiadoras. De acordo com a constituição Federal de 1988 todos os indivíduos têm direito à igualdade. No Brasil o sistema educacional brasileiro visa inserir crianças com necessidades educacionais especiais no ensino regular.

5 A inclusão de crianças com síndrome de Down tem sido discutida por vários autores. Torna-se necessário enfatizar que síndrome de Down não é uma doença. De acordo com Martins a síndrome de Down é uma condição de vida do indivíduo e que seu estado biológico não pode ser modificado. Para uma criança que possui síndrome de Down ir à escola é exercer o direito da educação prevista na constituição Brasileira. Na escola ela terá contato com outros colegas da mesma idade e desenvolver suas habilidades e mais tarde poderá seguir uma profissão. A Síndrome de Down Diante a Escola Comum O debate sobre inclusão escolar vem propiciando intensa reflexão e questionamentos nos processos de implementação com essa implicações, a escola comum passa a ser um desafio no seu objetivo de ensinar, pois o aluno com essa deficiência já tem uma maneira própria de lida com o saber, que não corresponde ao que a escola preconiza. O aluno com SD tem mais dificuldade de construir conhecimento como os demais e de demostrar a sua capacidade cognitiva, principalmente nas escolas que mantem um modelo tradicional, de ensino conservador e sua gestão autoritária e centralizadora. A escola e muito importante, uma vez que é nela que a criança irá construir sua vida social, intelectual e afetiva, dando continuidade ao seu desenvolvimento. É necessário que haja uma Política Educacional mais eficaz, que estabeleça uma metodologia consistente e adequada que prepare o professor para seu trabalho e sua efetivação. Se as escolas não se reorganizarem para atender esses alunos a exclusão tenderá a aumentar, provocando cada vez mais o distanciamento da escola comum dos alunos com esta síndrome que supostamente não aprendem. De acordo com Mrech (1999), o Brasil tem lidado com grande despreparo a transição do paradigma de Integração para a Inclusão. O professor do ensino regular não aprendeu a lidar com o professor do ensino regular especial, pois a capacitação desses docentes foi apenas uma etapa inicial do processo no qual deve ter continuidade. Quando implantada no município a proposta do curso de capacitação de professores o objetivo era de prepara-los para trabalhar com alunos que seriam incluídos. Essa situação talvez se

6 justifique, de acordo com os dados, as propostas pedagógicas são impostas aos professores pelas politicas educacionais, sem uma preocupação com sua formação, com o processo de reflexão e compreensão desses profissionais. Os dados também revela que os professores das salas de recursos m sentem-se isolados dentro do próprio ambiente escolar. Esse sentimento e justificado pela falta de espaço físico adequado para realizar o atendimento as crianças além de suas salas não estarem inseridas nos projetos e na proposta curricular e pedagógica da instituição. A sala de recursos deve ser utilizada para auxiliar o aluno nos conteúdos da sala regular. Mas é preciso que o currículo escolar seja adaptado para atender as necessidades especificas dos alunos e que se realize um trabalho conjunto entre escola e família. Para que isso aconteça à escola deve implantar na educação inclusiva mecanismos de apoio e ações pedagógicas individualizadas para atender as necessidades de cada um. A escola não pode ser vista como um espaço que vai incluir a criança com necessidades especiais, mas deve ser vista como um local que irá dar apoio a essa criança. A importância do atendimento Educacional Especializado A politica Nacional de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva foi tecida fio a fio, envolvendo profissionais e grupos empenhados na defesa do direito de toda a criança a educação escolar. Pensar e fazer a educação especialmente na educação inclusiva indica a necessidade de transformar e inovar pratica de formação de professores da educação especial e de professores do ensino regular, começando por compreender nosso ordenamento jurídico e todos os documentos internacionais em que o Brasil è signatário, de prover e disponibilizar recursos de acessibilidade, entre outros fios que tecem uma politica diferente para as diferenças. A postura que o professor assume diante de uma criança Down è muito importante podendo facilitar ou dificultar o processo de ensino-aprendizagem. O educador deve integrar o portador da síndrome de Down na sociedade, trabalhar sua aceitação e até mesmo a sua absorção no mercado de trabalho. Portanto, é essencial, o professor trate o sujeito e não a síndrome, respeitando suas limitações e estimulando suas possibilidades. A formação continuada de professores por meio de cursos de extensão e/ou aperfeiçoamento e especialização constituem-se como uma forma de renovação das práticas pedagógicas e atualização dos conhecimentos. A formação

7 continuada só tem sentido quando está atrelada a prática escolar que nos possibilita criar estratégias de atuação com base nas experiências e no que conhecemos. O atendimento educacional especializado e acesso a escolarização é um direito do estudante com necessidades especiais. Em 1948 surge a Declaração de Direitos Humanos apontando os direitos humanos que cada vez mais passam a ter um caráter universal e o movimento de pessoas com necessidades especiais ganham força. De acordo com o decreto 7.611/2011, artigo 3, são objetivos do atendimento educacional especializado: I prover condições de acesso, participação e aprendizagem no ensino regular e garantir serviços de apoio especializados de acordo com as necessidades individuais dos estudantes; II garantir a transversalidade das ações da educação especial no ensino regular; III fomentar o desenvolvimento de recursos didáticos e pedagógicos que eliminem as barreiras no processo de ensino-aprendizagem; IV assegurar condições para a continuidade de estudos nos demais níveis, etapas e modalidades de ensino. O atendimento educacional especializado foi criado com o objetivo de dar suporte as escolas que irão atender aos alunos com necessidades educacionais especiais, atendendo as demandas de crianças com igualdade de oportunidades como as do ensino regular. Mas muitas escolas que recebem alunos com necessidades especiais ainda não possuem o atendimento educacional especializado e as que possuem não estão em funcionamento. Para os professores atuarem nestas salas é imprescindível que os mesmos tenham a formação adequada para atender estes alunos, ao mesmo tempo em que haja uma relação com o professor da sala regular. É importante ressaltar que a participação da família é um fator relevante. É importante lembrar que as atividades desenvolvidas na sala de atendimento educacional especializado são atividades que precisam de planejamento e ser diferentes daquelas que são aplicadas na sala regular. Cabe ao professor elaborar e executar o plano de atendimento educacional especializado que irá trabalhar com o aluno. Ele irá focar nos interesses do aluno, organizar estratégias para a aula e elaborar recursos acessíveis e que sejam relevantes na vida individual do educando.

8 O Desafio do Professor Diante da Inclusão O professor no âmbito escolar é frequentemente desafiado, e é também uma peça fundamental no processo de inclusão dos alunos com necessidades educacionais especiais. O professor no âmbito da sala de aula precisa compreender que está em suas mãos o compromisso para uma inclusão eficaz. Muitos professores considerarão o fato de incluir alunos com síndrome de Down algo preocupante, no entanto, alguns professores possuem as ferramentas e a formação necessárias para atender e entender as necessidades destas crianças. De acordo com carvalho (2003) [...] a predisposição dos professores frente à diversidade tem um papel decisivo na compreensão das diferenças individuais, em sua aceitação e respeito, criando, removendo ou intensificando os obstáculos já existentes. Mas vale ressaltar que nem sempre quando o professor se depara com essas diversidades ele compreende as diferenças de cada um desses indivíduos. E não estão preparados para o desafio da inclusão destes alunos especiais. Muitas vezes o despreparo dos professores para lhe dar com a inclusão vem de sua formação inicial, ou seja, o professor não se preocupou em se atualizar frente às novas necessidades educacionais de inclusão que vem ocorrendo em nosso país. Por mais que o professor carregue uma bagagem de experiências, é necessário que ele esteja investindo em sua formação continuada porque não basta apenas compreender o processo da inclusão é preciso estar preparado para assumir uma postura criativa diante dos problemas que frequentemente irão surgir. A educação inclusiva necessita de profissionais com compromisso e que tenham talento artístico para agir diante de singularidades e poder exercer sua função com competência diante da práxis pedagógica. Diante do desafio da inclusão é preciso que os professores realizem uma práxis de maneira que venha ocorrer uma aprendizagem significativa, principalmente pelo fato de presença de crianças especiais dentro da sala pode provocar mudanças na organização das aulas. O professor diante desse novo paradigma educacional precisa ser dinâmico e criativo e principalmente competente. Precisa refletir sobre sua prática e precisa estar sempre refletindo sobre o seu fazer de forma crítica.

9 O professor às vezes sente certa insegurança pelo fato de no curso superior ter estado em contato apenas com a teoria e não com a prática pedagógica, ou seja, em contato direto com alunos com síndrome de Down. A aprendizagem significativa exige um planejamento eficaz considerando a diversidade dos alunos, isso consiste em desafio enorme para o discente. O professor precisa se situar dentro da sala de aula como mediador e facilitador da aprendizagem dos alunos, realizar um planejamento flexível que atenda a necessidade de cada aluno para isso a escola precisa se modernizar e os professores continuar sua formação para atualizar suas práticas. O professor precisa inserir em seu planejamento estratégias variadas e atividades diferenciadas de acordo com as limitações de cada um. Seguindo esta linha de pensamento, Mantoan (2003) diz: Penso que sempre existe a possibilidade de as pessoas se transformarem, mudarem suas práticas de vida, enxergarem de outros ângulos o mesmo objeto/situações, conseguirem ultrapassar obstáculos que julgam intransponíveis, sentirem-se capazes de realizar o que tanto temiam serem movidas por novas paixões... Essa transformação move o mundo, modifica-o, torna-o diferente, porque passamos a enxerga-lo diferente, porque passamos a enxerga-lo e a vivê-lo de outro modo, que vai atingi-lo concretamente e muda-lo, ainda que aos poucos e parcialmente. (MANTOAN, 2003, p.6) O envolvimento destes alunos com síndrome de Down depende de um tempo maior, de muita atenção e precisam de ajuda individual. Crianças com síndrome de Down, por exemplo, podem ser atendidos com colegas que tenham outras síndromes, mas sempre considerando a necessidade específica de cada um.

10 CONSIDERAÇÕES FINAIS Sabe-se a inclusão de alunos com necessidades especiais é garantido por lei, mas algumas escolas ainda não possuem a acessibilidade para estes alunos com necessidades especiais, e a inclusão não acontece na teoria como acontece na prática devido à falta de experiência e a formação que este educador leva em sua bagagem. O professor não possui a formação adequada para trabalhar com o aluno e os desafios vão ficando cada vez mais difíceis. A nossa sociedade é miscigenada formada por diferentes pessoas e essas diferenças precisam ser respeitadas. O professor que atende uma criança com síndrome Down precisa estar consciente de sua responsabilidade e da importância de seu papel na aprendizagem e na vida desses educandos, pois, a educação é o meio pelo qual se faz a construção da tão almejada sociedade para todos e uma sociedade em que todos, inclusive os que possuem SD são iguais no que diz respeito ao dever e o direito que ele possui dentro da sociedade. A escola possui uma participação muito importante no desenvolvimento do aluno com SD e contribui também com seu desempenho intelectual e com sua vivência na sociedade. A deficiência seja ela qual for precisa ser encarada com naturalidade, pois é uma característica subjetiva daquele indivíduo e precisa ser entendida como uma qualidade diferente. É preciso entender que a inclusão de uma pessoa com deficiência

11 começa na escola, desde o maternal onde crianças aceitam as diferenças sem discriminação e preconceito. A educação inclusiva precisa percorrer caminhos que ainda não foram trilhados. Necessita de práticas emancipatórias, é uma ação, com efeito, exige do professor um forte compromisso, não só dos professores, mas de todos aqueles que fazem parte do sistema de ensino. A inclusão de alunos com síndrome de Down na escola regular, não se realiza apenas pela admissão do aluno, é indispensável que escolas e todos os que estejam envolvidos em seu âmbito, adotem uma filosofia diferenciada em favor da inclusão. Finalizando este presente trabalho constatamos que a implementação da educação inclusiva no atual modelo escolar brasileiro é um desafio que nos obriga repensar a nossa práxis pedagógica e nossa forma de ver a inclusão.

12 REFERÊNCIAS Brasil.Ministério da Educação Decreto n 7.611, de 17 de dezembro de Disponível em at /2011 Decreto/D7611.htm#art11. Acesso em: 25 de outubro de 2014, às 14h56min CARVALHO, R.E. Removendo barreiras para a aprendizagem. Educação inclusiva. 3 ed. Porto alegre: mediação, 2003 Declaração de Salamanca, disponível em Acessado em 29/10/14 MARTINS, Lúcia de Araújo Ramos. A inclusão escolar do portador da síndrome de Down: o que pensam os educadores? Natal, RN: EDUFRN, MANTOAN, Maria Tereza Égler. Inclusão Escolar. O que é? Como fazer? São Paulo: Moderna, 2003.

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