Oil concerns. O Petróleo preocupa CARTA AO LEITOR / LETTER TO THE READER

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2 CARTA AO LEITOR / LETTER TO THE READER O Petróleo preocupa A revista Macaé Offshore fechou esta edição na semana em que acontecimentos no mundo do petróleo novamente trazem preocupações e causam especulações aos empresários do setor. Eles perguntam quais as consequências políticas e econômicas diante das manifestações e conflitos que ocorrem em países árabes, como a Líbia, onde sequer havia constituição e cuja crise vem causando impacto imediato sobre a economia internacional, como a alta no preço do petróleo, que pesou nas bolsas globais. Membro da Organização de Países Exportadores de Petróleo (Opep), a Líbia exporta em média 1,49 milhão de barris diários, sendo 85% somente para Europa, segundo a Agência Internacional de Energia (AIE), que informou, na primeira semana de março, que aproximadamente um milhão de barris de petróleo líbio por dia deixaram de estar disponíveis. Porém, o diretor da AIE, Nobuo Tanaki, garantiu que a principal exportadora de petróleo mundial e líder da Opep, a Arábia Saudita, será capaz de compensar qualquer escassez em consequência desses distúrbios. Tendo em vista a preocupação dos empresários com relação à economia mundial e ao comportamento das empresas do setor de petróleo no mundo, nesta edição, a Macaé Offshore traz uma seção especial chamada Por Dentro do Mercado, que faz um comparativo entre a evolução do preço das ações das maiores empresas de petróleo do mundo, correlacionando-o com a evolução do preço do barril de petróleo padrão WTIC. Nesta edição, você também acompanhará dicas importantes de especialistas do mercado que apontam solução para um dos grandes gargalos da indústria de petróleo e gás: a gestão empresarial. No momento em que o desafio desta indústria é inovar para atender à demanda com qualidade, agilidade e organização, você observará que o tema gestão tem vários desdobramentos e que sua empresa não pode ficar de fora das mudanças necessárias. Boa leitura! Oil concerns Macaé Offshore magazine s latest issue was published in the same week ravaged by events involving the oil world that bring back worries and concerns, causing rampant speculation among the moguls of the sector. Theirs is the recurring question about political and economical consequences of those demonstrations and conflicts in countries such as Libya, a country without a Constitution, undergoing a dire crisis with immediate impact in the global economy oil prices hike affecting global stock markets. A long-time member of OPEC (Organization of the Petroleum Exporting Countries), Libya exports an average 1,49 million barrels daily, 85% to Europe only, according to data from the International Energy Agency (IEA). The same data reveals that during the first week of March, approximately one million barrels of Libyan oil were not available, but the General Director of IEA, Nobuo Tanaki, assured that the leading world exporter and OPEC leader, the Saudi Arabia, will be able to compensate any shortage originated from those convolutions. In view of the industry s concerns in regard to the world economy and the correlate corporate behavior of the sector, this edition of Macaé Offshore unveils a new special section titled Inside the Market with a comparative analysis between shares raising curves for the world s major oil companies, vis a vis highs for the standard barrel price WTIC. In this issue you will receive important tips from market experts, pointing out solutions for one of the major gridlocks of the oil and gas industry: business management. The challenge at this time is to innovate for better respond to demands for quality with quality, flexibility, and organization. You will notice that the topic management entails several layers, and your company cannot be left out of those necessary changes. Have a great reading! Capa / Cover: Paulo Mosa Filho Foto / Photo: Reprodução A Macaé Offshore é uma publicação bimestral, bilíngue (Português / Inglês), editada pela Macaé Offshore Editora Ltda. Rua Teixeira de Gouveia, Centro Macaé/RJ - CEP Tel/fax: (22) Site: Macaé Offshore is a bimonthly, bilingual publication (Portuguese / English), edited by Macaé Offshore Editora Ltda. Rua Teixeira de Gouveia, Centro Macaé - RJ - CEP Tel/fax: (22) Site: Direção Executiva: / Executive Directors: Bruno Bancovsky Edição Final: / Final Editing: Bruno Bancovsky Publicidade: / Advertising: Fernando Albuquerque Jornalista: / Journalist: Érica Nascimento / MTB-29639/RJ Diagramação: / Diagramming: Paulo Mosa Filho Revisão: / Review: José Tarcísio Barbosa Tradução em inglês: / English version: Leonardo Guia Distribuição: / Distribution: Dirigida às empresas de petróleo e gás To the oil and gas companies 57ª Edição 57 th Edition Tiragem: / Copies: exemplares/copies Assinatura: / Subscriptions: (22) A editora não se responsabiliza por textos assinados por terceiros Macaé Offshore is not responsible for articles signed by third parties 2 MACAÉ OFFSHORE

3 CAPA Gestão Empresarial Um forte gargalo para a indústria brasileira do petróleo e gás Por Érica Nascimento O mercado de petróleo e gás exige agilidade, inovação, qualidade e organização. Afinal, para acompanhar o desenvolvimento e fazer grandes negócios, independentemente de seu porte, a empresa precisa se adaptar para atender às demandas previstas do setor. Essa é uma das preocupações de especialistas deste mercado, pois, segundo eles, não basta assinar o contrato se, ao final, pela falta de gestão empresarial, as empresas não conseguem cumprir o acordo. Meu faturamento talvez cresça 40% em Se isto acontecer, minha empresa poderá quebrar, declarou um empresário do setor de petróleo a Fernando Jefferson, também empresário e professor do MBA da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Fiquei abismado com a declaração, diz Jefferson, mas rapidamente entendi a questão: muitas empresas, que, no meu entender, já enfrentam sérios problemas de gestão, poderão ter grandes prejuízos ao receber um alto volume de pedidos, decorrentes dos investimentos de US$ 400 bilhões que serão feitos nos próximos cinco anos. Basta que elas não sejam capazes de entregar os projetos dentro dos prazos, qualidade e custos especificados e acordados. No setor do 3 MACAÉ OFFSHORE

4 A Rede de Apoio à Melhoria da Gestão da Cadeia Nacional de Fornecedores de Bens e Serviços foi trabalhada ao longo de 2010, tendo à frente a Petrobras, o BNDES e oucapa petróleo, as multas são altíssimas e as empresas serão penalizadas fortemente em caso de projetos entregues fora do prazo e/ou com qualidade deficiente. Ou terão que queimar todo o lucro para não deixar isto acontecer. É uma situação cruel, constata o professor da FGV. Agência Petrobras A própria Petrobras reconhece que o problema existe e é sério. Porém, a gigante do petróleo, que quer privilegiar o conteúdo nacional, não declara publicamente que a indústria brasileira possa não ser capaz de atender a parte da demanda projetada, mas, por outro lado, quer investir na capacitação das empresas, em especial as médias e pequenas, para que elas possam competir com as estrangeiras que se preparam agressivamente para atuar no mercado brasileiro. Em evento realizado em abril do ano passado no Rio de Janeiro, numa oficina em que foi apresentada a Rede de Apoio à Melhoria da Gestão da Cadeia Nacional de Fornecedores de Bens e Serviços da Petrobras, o presidente da Companhia, Sérgio Gabrielli, elencou os pilares para o desenvolvimento de uma robusta cadeia produtiva. O primeiro deles, segundo o executivo, é a demanda, garantida pela Petrobras. Em seguida, devem ser tratados o financiamento e a assunção de riscos e o incentivo ao desenvolvimento tecnológico e à inovação. Mas completa Gabrielli destacando o outro gargalo: Existe uma dimensão que talvez não seja muito clara, mas tão grave quanto as outras, que é a capacidade de gestão dessas empresas. A necessidade de trabalhar em rede é vital para absorver e compreender a diversidade de problemas existentes que chegam ao público fim, às empresas, ao segmentos que vão se organizar e se estruturar. O trabalho dos Presidente da Petrobras, Sérgio Gabrielli, na apresentação da Rede de Apoio à Melhoria da Gestão da Cadeia Nacional de Fornecedores de Bens e Serviços Petrobras CEO, Sérgio Gabrielli, at the presentation of the Network for Support and Improvement of the Chain of National Suppliers and Service Providers of Petrobras empresários tem papel fundamental, uma intervenção nos processos de gestão nas empresas que constituem essa cadeia, enfatizou. Na mesma ocasião e em acordo com a declaração de Gabrielli, o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES), Luciano Coutinho, declarou que o grande programa de investimento que está sendo feito na cadeia de petróleo apresenta uma oportunidade e um grande desafio. Para ele, é possível construir uma grande cadeia supridora de bens e serviços, mas para isso será necessário encarar o desafio de inovar e aumentar a competitividade e a eficiência. Isto não poderá ser alcançado sem gestão, terceira perna de um processo desafiador e imperativo. Sem ela, não chegaremos lá. E gestão pressupõe capacitação de recursos humanos, empenho e planejamento, gerando mais resultado e eficiência em todo o processo. 4 MACAÉ OFFSHORE

5 CAPA tras dezenas de entidades brasileiras. Portanto, ela tem um papel fundamental, vindo com o objetivo de aliar competição com cooperação, integrar iniciativas, promover o aumento de escala e a competitividade brasileira, o desenvolvimento sustentável, a responsabilidade social e ambiental, a distribuição de benefícios, a justiça social, a conservação ambiental, a ética, a transparência, o respeito à vida, o empreendedorismo, a inovação com resultados para a sociedade e que seja fator chave para o sucesso dos empreendimentos que serão construídos nos próximos anos. Exigências sim, mas é preciso transparência Diante dos critérios de avaliação do cadastro de fornecedores da Petrobras, é possível perceber que nem todas as empresas do setor se beneficiarão dos investimentos feitos na cadeia produtiva, pois o mercado do petróleo é extremamente exigente, avaliando as empresas em termos técnicos, legais e econômicos, exigindo também capacitação e certificações em QSMS (Qualidade, Saúde, Meio Ambiente e Segurança no Trabalho). A figura ao lado exemplifica o gráfico de avaliação de um fornecedor da Petrobras, disponível no site da Companhia, o qual leva em conta a capacitação e o histórico de fornecimento da empresa. Um fornecedor mal avaliado simplesmente não será chamado para os próximos processos de compra, o que poderá causar problemas financeiros. Conforme constata a coordenadora da carteira de Petróleo e Gás do Sebrae Nacional, Eliane Borges, o setor requer alto nível de exigência de seus fornecedores, por razões óbvias. Paulo Vitor / AE Presidente do BNDES, Luciano Coutinho President of the Brazilian Development Bank (BNDES), Luciano Coutinho Principais Critérios de Avaliação do Cadastro da Petrobras Critério Técnico - Conjunto de requisitos e indicadores com objetivo de avaliar a capacidade técnica, a tradição de fornecimento, o porte técnico e eventuais homologações e habilitações específicas do serviço ou material objeto da avaliação. Critério Legal - Conjunto de requisitos e indicadores com objetivo de avaliar a regularidade das empresas no cumprimento de suas obrigações legais, junto ao mercado, aos órgãos de governo e à sociedade. Critério Econômico - Conjunto de requisitos e indicadores com objetivo de avaliar a situação econômica e financeira do fornecedor com base em resultados financeiros da empresa. Critério Gerencial - Conjunto de requisitos e indicadores com objetivo de avaliar o grau de implantação do Sistema de Gestão de Qualidade, avaliando o compromisso com a qualidade e melhoria contínua, valorizando e estimulando a certificação segundo a normal ISO Critério SMS - (Segurança, Meio Ambiente e Saúde Ocupacional) - Conjunto de requisitos e indicadores com objetivo de avaliar o grau de implantação do Sistema de Gestão de Segurança, Meio Ambiente, e Saúde Ocupacional, valorizando e estimulando as certificações segundo as normas ISO e OHSAS Fonte: Petrobras 5 MACAÉ OFFSHORE

6 capa A empresa tem que dominar tecnologias de processo e de gestão, no mínimo, para ser bem sucedida. No setor de petróleo, os contratos costumam ser de valor elevado, se comparados com os de outros segmentos. Uma pequena empresa com boa capacidade técnica pode conseguir um contrato e, por deficiência em gestão, correr o risco de falir, pois não terá capacidade para gerir seu crescimento acelerado em prazo curto, num ambiente tão exigente, alerta. O Prominp, por exemplo, tem promovido vários programas de capacitação das empresas. Esta é uma área, por exemplo, em que o Sebrae tem ajudado muito. De acordo com Eliane, a entidade vem apoiando desde 2002 micros e pequenas empresas (MPEs) que fornecem ou visam a fornecer para a cadeia do petróleo e gás. Começou capacitando empresas para se cadastrarem na Organização Nacional da Cadeia do Petróleo (Onip) e ficarem visíveis para as operadoras do setor e seus fornecedores de grande e médio porte, ao mesmo tempo em que passou a fomentar a criação de Redes Petro, à semelhança da Rede Petro RS, que já existia desde De acordo com ela, em 2004, foi firmado um primeiro convênio com a Petrobras para um trabalho mais abrangente de promoção da inserção das MPEs como fornecedoras da cadeia do petróleo, gás e energia. Foram concluídos 14 projetos em 11 estados. Em 2008, o segundo convênio foi assinado e em 2009 o Sebrae firmou um outro convênio com a Refinaria Abreu e Lima. Estamos com 19 projetos em andamento, com a expectativa de mais dois ainda neste trimestre. De lá para cá, o total de investimento acordado entre os Sistemas Petrobras e Sebrae chega a R$ 46 milhões e a expectativa de negócios sinalizada nas rodadas realizadas foi de R$ 2,8 bilhões, relata Eliane. Ela recorda que, no início do segundo convênio Petrobras-Sebrae, foi realizada uma análise dos projetos da primeira fase, tendo sido identificadas quinze ações típicas necessárias para a inserção de MPEs na cadeia que passaram a ser os requisitos mínimos de todos os projetos. Elas estão agrupadas em quatro focos estratégicos: inteligência competitiva, cultura da cooperação, desenvolvimento de fornecedores e inovação e, por fim, promoção de negócios. Focos estratégicos, segundo Eliane Borges Inteligência Competitiva - conta com uma ação- -chave de diagnóstico das demandas de compras das grandes empresas passíveis de serem fornecidas por MPEs e da oferta de micros e pequenas empresas para o atendimento dessas demandas. Cultura da Cooperação - há as seguintes ações: articulação dos stakeholders para conhecimento e/ou participação no projeto; mobilização de grandes empresas da cadeia, para que se comprometam com o projeto, participando das ações em que sua presença é fundamental; articulação com instituições financeiras para a criação e divulgação de formas de acesso a serviços financeiros de interesse das pequenas fornecedoras; fomento à criação e consolidação de Redes Petro no entorno das unidades da Petrobras. Desenvolvimento de Fornecedores e Inovação - há duas linhas distintas: a primeira se ocupa da realização de diagnóstico nas empresas que aderiram formalmente a cada projeto, com base no Modelo de Excelência em Gestão da Fundação Nacional da Qualidade, seguida da implementação de um plano de desenvolvimento, da capacitação também em responsabilidade social e entrega de certificado; a segunda levanta as demandas tecnológicas das unidades da Petrobras e de seus grandes fornecedores passíveis de serem atendidas por MPEs, com o apoio de instituições tecnológicas e, eventualmente, de outras empresas da cadeia, divulga e articula interessados em participar de projetos de desenvolvimento que visem a colocar as inovações no mercado. Promoção de Negócios - realiza uma série de ações voltadas para a aproximação das pequenas empresas com potenciais clientes, de forma a viabilizar oportunidades de negócios, tais como orientação das empresas para o cadastramento na Petrobras e nos cadastros administrados pela Onip, elaboração de catálogo de fornecedores, apoio para as empresas participarem como missioneiras ou expositoras em feiras, realização de rodadas de negócios com grandes e médios compradores da cadeia e mesmo das empresas de pequeno porte entre si. 6 MACAÉ OFFSHORE

7 CAPA Para Eliane, as MPEs da cadeia do petróleo ajudarão a definir as necessidades das empresas em relação à inovação e ges tão do conhecimento, mostrando a importância desses temas para o processo de crescimento. O objetivo é melhorar a capacitação em gestão das empresas da cadeia produtiva, de forma que elas possam atender à demanda. A coordenadora destaca que, entre os aspectos analisados pela Petrobras e outras operadoras do setor, por ocasião do processo de cadastramento de potenciais fornecedores, estão a gestão da qualidade, a gestão da segurança, meio ambiente e saúde no trabalho e a gestão da responsabilidade social. Por isso, no âmbito do Convênio Petrobras-Sebrae, temos nos fundamentado em diagnósticos baseados em critérios de excelência em gestão. A partir de 2011, todos os projetos estarão usando o diagnóstico do Prêmio MPE Brasil e os diagnósticos específicos para os seus destaques em responsabilidade social e inovação. A MPE fará sua auto-avaliação e em seguida um consultor a visitará para colher as evidências e emitir o relatório final da situação da empresa, que norteará a elaboração do seu plano de desenvolvimento, explica. Quanto ao que falta no mercado em termos de parcerias e ações para ajudar e orientar as empresas do setor, para que assim obtenham sucesso no final dos contratos firmados, Eliane é enfática e afirma que é necessário maior engajamento das grandes empresas fornecedoras da Petrobras, de outras operadoras da cadeia, e, em algumas localidades, de instituições locais, aportando recursos financeiros ou econômicos, informações e pessoal comprometido para participar dos projetos. E a coor- Divulgação / Prominp denadora dá outro alerta: Das grandes empresas, a maior contribuição é informar, de forma coordenada, o que vão comprar, quando e em que quantidade, para que os fornecedores possam visualizar as oportunidades e planejar seus investimentos. A participação no Portal de Oportunidades do Prominp seria um bom começo, alerta Eliane Borges. O importante papel das associações de empresas Construir um ambiente favorável para a inserção competitiva de pequenos negócios é o objetivo da capacitação coletiva das empresas. Auxiliar o micro e pequeno empresário a analisar suas forças e fraquezas, identificar as oportunidades e ameaças do setor, além de implementar um sistema de gestão capaz de atender aos requisitos impostos pelas grandes empresas tem como finalidade garantir sua sustentabilidade. Essa é a afirmativa do coordenador executivo da Rede Petro Rio, Fernando Potsch, falando da importância do papel das associações, como as Redes Petro, dentro de todo esse contexto. Tendo como meta integrar os empresários através do associativismo, incentivando e fortalecendo os APLs (Arranjos Produtivos Locais) nas suas respectivas áreas de atuação. Coordenadora da carteira de Petróleo e Gás do Sebrae Nacional, Eliane Borges Sebrae s O&G National Coordinator, Eliane Borges Ele diz que o principal desafio do micro e pequeno empresário é ampliar sua competitividade diante dos novos entrantes: os fornecedores internacionais, que chegam com capacidade tecnológica, subsídios, poder de investimento, baixo custo e equipes qualificadas, além de contratarem os melhores especialistas brasileiros. Fazer frente a esses desafios passa necessariamente por uma capacitação gerencial. É necessário atender aos requisitos de qualidade, SMS (Segurança, Meio Ambiente e Saúde), 7 MACAÉ OFFSHORE

8 capa prazos e custos tecnológicos e estratégicos do setor, relata Potsch. Divulgação O coordenador destaca que o diferencial competitivo das Redes Petro está na gestão do conhecimento/ informação. É o caminho mais curto entre as dificuldades e demandas dos empresários e as múltiplas fontes de soluções e apoio às mesmas. Essas associações possuem em seu conselho consultivo as principais instituições da cadeia de P&G, como Sebrae, Firjan, Onip e Rede de Tecnologia do Rio de Janeiro (RedeTec) entre outras. Essa aproximação permite um diálogo direto e soluções pragmáticas e rápidas para o crescimento sustentável das nossas associadas, destaca Potsch. A Rede Petro Rio, por exemplo, organizou, no fim do ano passado, em parceria com as Redes Petro Bacia de Campos, Duque de Caixas e Leste Fluminense, uma Rodada de negócios. O objetivo desse I Encontro de Negócios entre as Associadas das Redes Petro do Estado do Rio de Janeiro, foi integrar as associadas das quatro redes por meio de uma rodada de negócios. Segundo Fernando Potsch, o evento foi um sucesso, contabilizando 119 empresas inscritas e aproximadamente 277 encontros de negócios. Além de atender à finalidade básica do empresário em gerar negócios o que será mensurado durante o primeiro semestre de 2011 esse encontro possibilitou uma forte integração entre as associadas das redes. Como atuam em regiões diferentes e com múltiplas competências, a geração de parcerias comerciais e a integração de competências foram um ganho importante para os participantes do encontro. Coordenador executivo da Rede Petro Rio, Fernando Potsch Executive coordinator of Rede Petro Rio, Fernando Potsch Projetos de capacitação Por meio do Programa da Cadeia Produtiva de Petróleo Gás e Energia, o Sebrae/RJ vem desenvolvendo quatro projetos de capacitação no Estado do Rio de Janeiro, em localidades que possuem destaque no setor de petróleo e gás brasileiro e são consideradas polos de desenvolvimento econômico e social do País. Cada localidade possui uma Rede Petro criada pelos empresários com o intuito de atuar em rede, fortalecendo a integração e as APLs locais: Rede Petro Bacia de Campos: Projeto APL Petróleo, Gás e Energia da Bacia de Campos Rede Petro Rio: Projeto do Polo de Inovação Tecnológica do Setor de Petróleo, Gás e Energia do Rio de Janeiro/ Cenpes Rede Petro Leste Fluminense: Projeto do APL Naval Shore da Região Leste Fluminense Rede Petro Duque De Caxias: Projeto do Fortalecimento do APL Petróleo, Gás e Energia de Duque de Caxias Se olharmos para todos os lados, verificaremos o enorme esforço que está sendo realizado para capacitar o conteúdo local. Trata-se de um esforço conjunto. As Redes Petro têm um papel importante na aglutinação do empresariado. Como catalisadoras, atuam como elo entre as demandas e necessidades dos empresários e as múltiplas ofertas de qualificações apresentadas pela iniciativa pública e privada, conclui Fernando Potsch. 8 MACAÉ OFFSHORE

9 CAPA Acesso às linhas de financiamento diante dos riscos Se a gestão é um dos gargalos e os riscos são iminentes, como fica a situação dos bancos? Na verdade, o setor bancário está se preparando e se cercando de cuidados para fornecer linhas de financiamento para as empresas da cadeia do petróleo. A Caixa Econômica Federal (CEF), por exemplo, que criou em fevereiro de 2010 uma superintendência, já liberou cerca de R$ 3 bilhões para o setor de petróleo e gás e investirá R$ 70 bilhões, entre 2011 e Ela quer apoiar a rede de fornecedores da Petrobras, formada de milhares de empresas espalhadas por todo o País. Segundo afirma Edalmo Rangel, superintendente da área de petróleo e gás da Caixa, os bancos estão observando a qualidade da gestão das empresas, que acaba se refletindo nos resultados financeiros e não financeiros. De acordo com ele, os métodos de análise de risco evoluíram e tendem a valorizar o comportamento do cliente ao longo do tempo. As empresas em geral estão melhorando seus métodos de gestão, aprimorando os controles, a capacitação das pessoas, a relação com os clientes, a tecnologia, os processos, a produtividade. A competição impõe isso. Quanto menor o risco, menor é o custo para o cliente, e esse ciclo de benefícios acaba atingindo toda a cadeia produtiva, disse. O superintendente explica que a percepção de alto risco se traduz em taxas maiores para os clientes e que as Caixa Econômica Federal Edalmo Rangel, superintendente da área de petróleo e gás da Caixa Econômica Federal Edalmo Rangel, Caixa Econômica - federal s bank O&G superintendent grandes corporações criaram cadastros qualificados e certificações de performances para os seus fornecedores, que facilitam a compreensão de risco por parte dos Bancos. A Caixa está desenvolvendo programas especiais para financiar a capacitação das empresas, inclusive por meio das Redes Petro. As 16 Redes Petro presentes no Brasil, estimuladas pelo convênio firmado entre a Petrobras e o Sebrae, congregam mais de duas mil empresas vinculadas à cadeia produtiva do petróleo e gás, foco de atuação da Caixa, segundo afirma Edalmo. Já temos acordos de cooperação com a Bacia de Campos, Duque de Caxias, Espírito Santo e Curitiba, e estamos em negociação com outras regiões. O objetivo é facilitar o acesso das empresas filiadas às soluções Caixa, seja crédito em condições favoráveis, serviços bancários em geral e benefícios aos funcionários das empresas, explica, lembrando que o banco vem participando de eventos, feiras, seminários, entrevistas na mídia especializada, visando a posicionar a marca. Segundo Fernando Potsch, coordenador executivo da Rede Petro Rio, linhas de financiamento estão disponíveis em qualquer agência bancária. Ele explica que a dificuldade está em definir a rentabilidade do financiamento dentro do planejamento estratégico/custo da organização, ou seja, uma orientação para que a entrada desse novo capital esteja alinhada com a realidade atual e futura da organização e não se torne um custo perigoso para os micros e pequenos empresários. A riqueza da iniciativa da CEF está em customizar suas competências, direcionando-as para o setor de P&G. A parceria com as Redes Petro tem o caráter balizador/pedagógico/orientador no que tange a orientar os micros e pequenos empresários nas soluções de financiamentos adequadas a cada realidade, assinala o Potsch. 9 MACAÉ OFFSHORE

10 capa O que fazer e, o mais importante, como fazer? Especialistas mostram as saídas para um bom gerenciamento Relacionar o que tem que ser feito é razoavelmente simples, diz Fernando Jefferson, empresário e professor do MBA da FGV. Para ele, as empresas que quiserem ser beneficiadas pelas chances decorrentes do pré-sal, por exemplo, devem aprimorar seus conhecimentos, modernizar processos operacionais e controles corporativos e implantar sistemas e obter certificações para atender às exigências das grandes corporações petrolíferas. Elas devem planejar e dimensionar bem os projetos, envolver funcionários e parceiros de negócio em um processo de melhoria contínua de forma que o prometido seja cumprido dentro dos prazos, qualidade e custos especificados. Devemos também cuidar do capital intelectual, através de técnicas de gestão do conhecimento e incentivar a inovação, de forma que as empresas sejam mais organizadas, produtivas e competitivas, completa. Como fazer é uma outra questão, por sinal, bem complexa, conforme menciona Lúcio Chaves, que também é professor de Gestão da Mudança Organizacional do MBA da FGV. Em outras palavras, boas intenções não são suficientes para gerar resultados concretos. Para conseguir isso, é necessário, além de definir mudanças mais complexas que a maioria das pessoas imagina, tratar dos aspectos comportamentais que Fernando Jefferson, empresário e professor do MBA da FGV, e Lúcio Chaves, professor de Gestão da Mudança Organizacional do MBA da FGV Fernando Jefferson, entrepreneur and MBA professor at FGV and Lúcio Chaves, MBA professor of Organizational Change Management at FGV estarão envolvidos, afirma ele. Citando uma pesquisa recente realizada pela McKinsey (Global Survey Results: Creating organizational transformations ), Lúcio afirma que há um alto risco de não serem conseguidas as transformações necessárias, caso não se apliquem, em FGV cada empresa, as técnicas de Gestão de Mudança Organizacional. Isto pode ser comprovado em estudo global realizado em 2008, pela IBM, com o sugestivo nome de Fazendo a Mudança Funcionar (Making Change Work Study), no qual foi diagnosticado um perigoso Change Gap ocorrido num período de dois anos. 10 MACAÉ OFFSHORE

11 CAPA Essa constatação foi baseada em declarações de CEOs de que, apesar de terem declarado que aumentaram substancialmente, de 65% para 83%, sua expectativa da ocorrência de mudanças significativas nos seus negócios, verificaram que sua performance de sucesso no gerenciamento de mudanças só cresceu 4% neste mesmo período, mostrando que a disparidade entre esses fatores praticamente triplicou. Passa a ser fundamental, portanto, ganhar conhecimento prático de como aumentar a probabilidade de sucesso nos projetos organizacionais, visto que as empresas reconhecem que ainda fazem uma implementação de mudanças muito precária. De acordo com Lúcio, as pesquisas já identificaram alguns caminhos como o entendimento correto dos desafios das mudanças e realização firme de ações e a alocação de recursos, competências e investimentos precisos no gerenciamento da mudança e um enfoque metodológico formal, focado nos benefícios. Estudo Desde o início de 2010, Fernando e Lúcio, professores da FGV, estão trabalhando em um estudo sobre a questão da Gestão na Cadeia de Petróleo e Gás, em especial em relação às pequenas e médias empresas. A partir do levantamento das forças, oportunidades, fraquezas e ameaças (análise SWOT/FOFA) do setor, estão desenvolvendo um Quadro de Sobrevivência para as empresas, em que é mostrado a importância da aplicação de metodologias formais no processo de gestão das empresas. Dentro destas metodologias, destacam-se a Gestão de Mudança, Gestão do Conhecimento e Inovação, diz Lúcio Chaves. Devemos também estar atentos às resistências à mudança, que podem ser causadas por vários fatores, entre eles as empresas pequenas, algumas familiares, acostumadas a uma determinada maneira de conduzir o negócio, medo da inovação devido a um conservadorismo empresarial, falta de informação - até por isolamento regional - e estágio limitado de tecnologia, complementa o professor. Análise Swot/Fofa Forças (Strenghts) Fraquezas (Weaknesses) O País já conta com uma boa indústria de base, universidades e centros de pesquisa. Governo brasileiro e a Petrobras dispostos a defender o conteúdo nacional apoiando as iniciativas locais, inclusive criando a Rede para a Melhoria da Gestão para o Desenvolvimento da Cadeia Nacional de Fornecedores de Bens e Serviços. Instituições de apoio bem estruturadas, a nível nacional, como o Sebrae. Programas de Apoio e Capacitação, como o Prominp. O povo brasileiro é inovador e criativo, adaptando-se mais facilmente a mudanças que outros povos. Capacidade associativa das empresas, já estruturadas em 17 Redes Petro. As empresas brasileiras apresentam deficiências na área de gestão e/ou não estão preparadas para as altas exigências de um mercado como o do petróleo. Falta de recursos humanos qualificados em quantidade suficiente para a demanda de projetos. Oportunidades (Opportunities) Investimentos da ordem de US$ 400 bilhões serão feitos na cadeia produtiva, gerando oportunidades de negócios. As empresas brasileiras poderão atender não apenas o mercado brasileiro, mas partir para a internacionalização, atuando em um mercado global que a Petrobras certamente vai tentar conquistar. Ameaças (Threaths) Concorrência internacional por empresas bem estruturadas e agressivas, ansiosas por disputar o nosso mercado. Alto nível de exigência da contratante. Fonte: Fernando Jefferson 11 MACAÉ OFFSHORE

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