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1 1 UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Relações Internacionais AS VANTAGENS COMPETITIVAS GERADAS PELA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NA GESTÃO LOGÍSTICA DAS EMPRESAS QUE ATUAM NO COMÉRCIO INTERNACIONAL: uma discussão teórica. Autora: Camila Medina Chagas Orientador: Prof. Msc. Carlos Augusto de Souza BRASÍLIA 2007 CAMILA MEDINA CHAGAS

2 2 UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO CURSO DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS AS VANTAGENS COMPETITIVAS GERADAS PELA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NA GESTÃO LOGÍSTICA DAS EMPRESAS QUE ATUAM NO COMÉRCIO INTERNACIONAL: uma discussão teórica. Monografia apresentada ao Curso de Relações Internacionais da Universidade Católica de Brasília como requisito parcial para obtenção do título de bacharel em Relações internacionais. BANCA EXAMINADORA Prof. Dr. EGÍDIO LESSINGER ORIENTADOR GERAL Prof. MSc. CARLOS AUGUSTO DE SOUZA ORIENTADOR ESPECÍFICO Brasília DF Junho/2007

3 3 TERMO DE APROVAÇÃO Monografia defendida e aprovada, como requisito parcial para a obtenção do titulo de bacharel em Relações Internacionais, em 20 de junho de 2007, pela banca examinadora constituída por: Prof. Dr. Egídio Lessinger Orientador Geral Prof. MSc. Carlos Augusto de Souza Orientador Específico Prof. Dr. Wilson de Jesus Beserra de Almeida

4 4 Dedicatória Este estudo é dedicado a todos os que se esforçam, dia após dia, em manter acesa a chama interior, batalhando para não perder de vista os ideais, preservando o caráter puro e mantendo o bom humor.

5 5 Agradecimento Aos meus pais Amilcar e Margarida, por tudo o amor, por nunca terem duvidado do meu potencial, por terem me dado a oportunidade de usufruir da boa educação e pelo exemplo de perseverança que me fez chegar até aqui. Ao meu irmão Tiago, por toda a ajuda mesmo que indiretamente. A todos os primos, tios, avós, amigos, agregados que me ajudaram de uma forma ou de outra, em especial aos meus padrinhos Zeno e Maria Orquídea que sempre me deram muito amor e grandes incentivos na busca do conhecimento. Aos docentes e funcionários da Universidade Católica de Brasília, pelo ambiente diferenciado que criam e mantém a cada dia em prol do ensino superior no Brasil. Em especial meus orientadores Prof. Msc. Carlos Augusto de Souza e o Prof. Dr. Egídio Lessinger, a Diretora Profª Dra. Tânia Manzur e toda a equipe de professores que esteve embarcada comigo nesta viagem em busca do maior entendimento sobre as Relações Internacionais. Aos colegas de faculdade, pelo animo e carinho demonstrados durante todos estes anos de estudos, pesquisas e muito trabalho. Em especial a minha grande amiga Ludmila que vem me acompanhando e me ajudando nesta trajetória dês da primeira semana de aula. E a todos meus amigos que fizeram destes os melhores anos da minha vida. Sempre é possível deixar de mencionar alguém na lista, menos o Criador: Valeu!

6 6 Lista de Siglas APS - Adnanced Planning and Scheduling B2B - Business-to-Business B2C - Business-to-Consumer BI - Business Intelligence CD - Centros de Distribuição CIO - Chief Information Officer CLT - Custo Logístico Total. EDI - Electronic Data Interchange ENIAC - Eletronic Numerical Integrator And Computer ERP - Enterprise Resource Planning FCS - Finite Capacity Scheduling FIFO - First In First On GPS - Global Positioning System GPS - Global Positioning System IP - Internet Protocol. MES - Sistemas de execução da manufatura MRP - Materials Requirement Plannig MRPII - Manufacturing Resouces Planningcom PC - Computadores Pessoais PD - Processamento de Dados PDV - Ponto de Venda RFID - Radio Frequency Identification, SCM - Supply Chain Management SI - Sistemas de Informação TCP - Transmission Control Protocol TI - Tecnologia da Informação TMS - Transportation Management Systems VLSI - Very Large Scale Integration WMS - Warehouse Management System

7 7 Lista de Tabelas Tabela A Internet: Uma Ferramenta de Informação para Todo Tipo de Uso Tabela Armazém tradicional versus armazém classe mundial... 67

8 8 Lista de Figuras VII Demonstrativo de Ábaco Máquina Tabuladora ENIAC Chip Mapa mundi após a globalização Internet, Intranet, Extranet e outras rede A Internet Gerenciamento da cadeia de suprimentos Modelo de estrutura logística Seqüenciador de produção (ASP) Sistema de informação para armazenagem Exemplo de uma solução para roteirização Rastreamento via satélite BI como ferramenta de apoio para a alta administração... 76

9 9 Sumário Dedicatória... IV Agradecimento... V Lista de Siglas... VI Lista de Tabelas... VII Lista de Figuras... VIII Resumo... XII Abstract... XIII 1 INTRODUÇÃO Problema e sua importância Hipótese Objetivo Objetivo geral Objetivo especifico Metodologia Tipo de pesquisa REFERENCIAL TEÓRICO Revisão bibliográfica Marco Teórico Tecnologia de Informação TI Computador Hardware e Software Sistema de Informação SI Internet Mecanismos administrativos através de Sistemas de Informação na Logística Soluções de Planejamento Sistema de gerenciamento de Armazém: WMS Sistemas de gerenciamento de transporte: TMS Sistemas de execução da manufatura: MÊS Tecnologias para controle Tecnologias para comunicação... 29

10 Logística objetivos da logística Logística empresarial Logística internacional Logística integrada Distribuição física Vantagem competitiva Tipos de Competitividade DESENVOLVIMENTO Evolução da Tecnologia da Informação e sua importância no comércio internacional Evolução dos computadores e da TI A globalização e a evolução da informática até a TI Redes de Comunicação/Internet E-commerce Aplicação da TI nas empresas Evolução da Logística e sua importância no comércio Internacional Período anterior a Período entre 1950 a Período posterior a A chegada da logística ao Brasil Utilização da Tecnologia da Informação na gestão logística e seus benefícios no comercio internacional Inovação e Integração Organização através TI Soluções de TI aplicada à logística Soluções de Planejamento: ERP, FORECAST, MRP MRPII, APS, SCM e ERP II Sistema de Gerenciamento de Armazém: WMS Sistemas de gerenciamento de transporte: TMS Sistemas de execução da manufatura: MES Tecnologias para controle Tecnologias para comunicação... 77

11 RFID Radio Frequency Identification CONCLUSÃO RECOMENDAÇÕES REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS... 85

12 12 RESUMO A proposta deste estudo é apresentar a importância e os ganhos de competitividade no Comércio Internacional através da utilização de sistemas de Tecnologia da Informação na Logística Empresarial. A crescente disseminação da globalização gera um aumento na conectividade entre os mercados mundiais, desta forma, profundas e rápidas alterações no comportamento dos consumidores internacionais ocorrem, provocando mudanças nas empresas para que possam garantir o sucesso das mesmas no comércio internacional. Neste estudo são apresentadas descrições cronológicas da evolução da Tecnologia da Informação e da evolução da Logística, além da descrição de diversos sistemas de TI que auxiliam a gestão logística na otimização de seus processos para facilitar e agilizar as relações entre empresas e conseqüentemente as relações comerciais entre Paises. Toda esta questão é melhor percebida através das menções, contidas neste estudo, de empresas que atuam no Comércio Internacional, nos quais já utilizam determinados sistemas logísticos e continuam na busca de maiores vantagens competitivas através da utilizam eficiente dos sistemas de TI voltados para Logística empresarial. Palavras Chave: Tecnologia da Informação, Logística Empresarial, Vantagem competitiva.

13 13 ABSTRACT The propose of this study is to present the importance and the competitiveness profits at the International trade through the use of systems of Information Technology IT in Logistic Enterprise.The increasing dissemination of the globalization generates an increase in the connection between the world-wide markets. This form, deep and fast changes at the behavior of the international consumers occur, provoking changes in the companies whom guarantee the success of the same ones in the international trade. This study presented the chronological description of the evolution of the Information Technology and the evolution of the Logistic are presented many systems of IT that help the logistic management optimize all processes. It s better perceived through the mentions of companies who act in the International trade, which already had acquired definitive systems and continue in the search of bigger competitive advantages through the efficient use the systems of IT directed to Logistic Enterprise. Key Words: Information Technology, Logistic Enterprise, Competitive Advantage.

14 14 1. INTRODUÇÃO 1.1 Problema e Importância A chegada do século XXI trouxe consigo um novo panorama econômico com o contexto de globalização e um crescente desenvolvimento tecnológico, o qual, os empresários têm a sua frente um novo cenário mercadológico bem mais abrangente e exigente. De acordo com Kotler (1999, p.15), a preocupação não está apenas no fato de haver mudanças, mas a velocidade acelerada em que elas ocorrem. Um dos fatores que contribui para a crescente comercialização mundial é a inovação tecnológica em todos os aspectos que englobam: a produção, promoção, preço e distribuição de mercadorias. Sobre o novo panorama econômico, Quah 1 (1999), considera a Tecnologia da Informação (TI) um dos principais elementos para a chamada Nova Economia, que estende a competitividade empresarial a uma amplitude mundial, moldado por duas forças: tecnologia e globalização. Esses entrelaçamentos empresariais podem envolver agentes de diversas e longínquas partes do mundo e em um curto espaço de tempo, abrindo um leque de oportunidades comerciais de âmbito regional, nacional e especialmente internacional. Segundo Rezende 2 (2002), desde meados do século XX a Tecnologia da Informação evoluiu muito. Em 1960, o tema tecnologia girava em torno, basicamente, do processamento de dados (PD), que era direcionado para o controle operacional da empresa, tal como: faturamento, estoque, folha de pagamento, finanças e contabilidade. Este processamento era feito de modo centralizado em mainframes (grandes computadores) e para redução de custos era feita de forma mecanizada, em batch (processamento em grupos ou lotes). Com o decorrer do tempo as empresas foram percebendo a importância da informação na gestão dos negócios e na atualidade, com seus modernos recursos, a informática se transformou em Tecnologia da Informação (TI). A TI pode ser vista como um fator de viabilização desta integração, bem como um facilitador na criação de novas estratégias organizacionais, contribuindo 1 Danny Quah, Professor de Economia na Tehe London School of Economics and Political Science, e diretor da Andrew Mellon programme on Information Technology. 2 Denis Alciades Rezende, Tecnólogo em Processamento de Dados, administrador, mestre em Informática pela UFPR, Doutor em Gestão da Tecnologia de Informação pela UFSC e professor da FAE Business School.

15 15 para uma nova forma de relacionamento das empresas entre si e entre seus clientes. A popularização do meio de comunicação através da rede mundial de comunicação - interne, alterou de maneira fundamental essas relações, tornando-a muito mais ágil e eficiente. Tanto as compras virtuais como as tradicionais, necessitam da logística em seu processo, principalmente no fluxo de produtos destinados ao comércio internacional. As inovações tecnológicas são de grande valia para a logística empresarial, que de acordo com Kobayashi (2000), existe três óticas diferentes para elaboração da inovação, que são: inovação dos produtos, dos processos e da mentalidade, chamado de triangulo da inovação. De acordo com Ballou (1993), a logística empresarial estuda como a administração pode promover um melhor nível de rentabilidade nos serviços de distribuição, através de planejamento, organização e controle efetivo das atividades de movimentação e armazenágem, que visam facilitar o fluxo de produtos. As empresas utilizam diferentes formas de sistemas/soluções tecnologicos no seu processo logístico. Assim como a tecnologia de comunicação sem fio, wireless, que é a comunição via satelite que, no sistema de transporte de mercadorias, auxilia tanto o comprador quanto o vendedor na localização geográfica exata da mercadoria, além de outras informações que giram em torno do gerenciamento de risco. Outros exemplos de soluções de TI que auxiliam a gestão logística são os; Sistemas Integrados de Gestão / ERP Enterprise Resource Planning, WMS Warehouse Management System, RFID Radio Frequency Identification, Rastreamento de Frotas com Tecnologia GPS Global Positioning System, Código de Barras e EDI Electronic Data Interchange. Uma visão distorcida da logística, segundo Albertin (2000) é achar que sua função é apenas a de levar os produtos certos, aos locais certos, no prazo combinado, com o mínimo custo. Na Nova Economia, a logística pode ser aplicada desde as fontes primárias até a entrega do produto ao consumidor final. Sendo que, segundo Klotler (2000), para que o cliente tenha um atendimento excelente, isso implicará em um número elevado de operações de estocagem, transporte especial e ampliações de depósitos, fatores que aumentariam muito os custos de logística do mercado, caso o planejamento logístico não seja bem aplicado, principalmente nos produtos destinados ao comércio internacional.

16 16 Assim sendo, a TI ajuda de forma positiva a logística empresarial, na tentativa do uso mais racional e inteligente dos recursos administrativos na comercialização de produtos e/ou serviços. Facilitando o contato das empresas com compradores, ajudando os empresários a conhecerem melhor às preferências, gostos e costumes dos consumidores fundamentalmente os de vinculo internacional, oferecendo maior quantidade de informações sobre os produtos ou serviços, organizando adequadamente todo o processo produtivo da empresa, agilizando o armazenamento e estocagem de produtos, além de garantir maior segurança no transporte das mercadorias. No entanto, este estudo visa analisar o desenvolvimento da TI, a evolução da Logística empresarial e a contribuição da TI na logística para o comércio internacional, tendo como objetivo fundamental os ganhos adquiridos através desta relação principalmente no que se refere a aquisição de vantagem competitiva através de investimentos em TI na Logística empresarial. Por fim todo este estudo contribui com as Relações Internacionais no sentido de incentivar as empresas que atuam no comércio internacional a implementarem sistemas de Tecnologia da Informação que possibilitem melhor performance das empresas na manutenção e conquista de novos mercados internacionais. 1.2 Hipótese A utilização da Tecnologia da Informação na logística empresarial contribui no desenvolvimento de vantagens competitivas das empresas que atuam no comércio internacional. 1.3 Objetivos Objetivo Geral Identificar e analisar as vantagens competitivas geradas pela tecnologia da informação na gestão logística de empresas que atuam no comércio Internacional.

17 Objetivos Específicos Descrever a evolução da Tecnologia da Informação, identificando sua importância no comércio internacional frente à globalização e a nova economia. Descrever a evolução da Logística empresarial, identificando sua importância no comércio internacional frente à globalização e a nova economia. Analisar a utilização da TI na gestão Logística, e identificar os benefícios gerados na logística empresarial das empresas que atuam no comércio internacional. 1.4 Metodologia Tipo de Pesquisa Para a classificação da pesquisa, segue a taxonomia apresentada por Vergara (2000), que a qualifica em relação a dois aspectos: quanto aos fins e quanto aos meios. Quanto aos fins, a pesquisa foi descritiva e explicativa. Conforme Vergara (2000), a pesquisa descritiva expõe características de determinada população ou de determinado fenômeno. Os estudos descritivos dão margens também à explicação das relações de causas e efeitos dos fenômenos. A investigação explicativa, para Vergara (2000), tem como principal objetivo esclarecer quais os fatores contribuem, de alguma forma, para a ocorrência de determinado fenômeno. Neste estudo, foi utilizada como objetivo de descrição o processo logístico e alguns mecanismos de TI que agilizam desde o reconhecimento do mercado até a entrega do produto ao comprador. A interferência da TI na quantidade e na produção de mercadorias; as melhorias advindas da TI no fluxo de produtos de empresas que atuam no comércio internacional; A TI como facilitador de compras, vendas e contratação de serviços estrangeiros; e a influencia da TI na distribuição física dos produtos.

18 18 Com relação aos meios, a pesquisa foi bibliográfica. Para Vergara (2000) a pesquisa bibliográfica é o estudo sistematizado desenvolvido com base em material acessível ao público em geral. Como: livros, dissertações, teses, jornais, revistas especializadas e redes eletrônicas com dados pertinentes ao assunto. Os principais livros utilizadas foram: BALLOU, Ronald H. Logística empresarial: Transportes, administração de materiais e distribuição física / Ronal H. Ballou ; traduçao Hugo T. Y. Yoshizaki. São Paulo: Atlas, GRAEML, Alexandre Reis. Sistemas de Informação: o alinhamento da estratégia de TI com estratégia corporativa. São Paulo: Atlas, 2000 BANZALO, Eduardo. Tecnologia da informação aplicada à logística. São Paulo: IMAM, 2005.

19 19 2. REFERENCIAL TEÓRICO 2.1 Revisão bibliográfica Na Revisão Bibliográfica são analisados pensamentos de autores, que tratam a Tecnologia da Informação (TI) como recurso estratégico no qual a estratégia não gira apenas em entorno da produção e da venda, o velho pensamento foi substituído pela estratégia de captar e responder rapidamente as mudanças das vontades e necessidades dos clientes. No artigo Evolução da Tecnologia da Informação nos últimos 45 anos o autor Denis Rezende, discorre a respeito da evolução integrada (TI, pessoas e gestão), as características disponíveis de Sistemas de Informação e apoio aos processos decisórios operacionais, gerenciais e estratégicos que refletem diretamente nos resultados das empresas. Começando na década de 60, Rezende (2002), explica que o instrumento tecnológico inserido nas empresas era o PD Processamento de Dados, que serviam apenas como sistemas de controle operacional. Seus usuários eram tímidos, indecisos e superficialmente envolvidos com tecnologias. Com o passar do tempo às empresas foram notando a importância da informação na gestão de negócios, abrindo as portas para a informática que integrou, mesmo com algumas redundâncias, seus sistemas. Nesta fase seus usuários já se posicionaram como responsáveis pelos sistemas e estavam mais engajados nos processos que utilizavam tecnologias. Na atualidade a informática se transformou em TI que é conceituada pelo autor como o conjunto dos recursos tecnológicos e computacionais para guarda de dados, geração e uso da informação e de conhecimento, seus usuários são chamados de clientes e atuam com postura participativa e integrativa, focados na gestão dos processos, nos dados, informações e conhecimentos utilizados. Rezende (2002), não ressalva somente essa evolução como também as mudanças no perfil de seus clientes e afirma que embora as pessoas não façam parte da TI, na ausência delas a Tecnologia da Informação não teria utilidade. Para atingir a qualidade, produtividade e efetividade nas atividades relacionadas a sistemas empresariais e a TI existem no setor a necessidade de um gestor que contenha em seu perfil profissional: habilidades técnicas (as adquiridas

20 20 ao longo da formação técnica do profissional), de negócio (as adquiridas ao longo do exercício profissional, no desenvolvimento de soluções para as empresas) e comportamental (as adquiridas ao longo da vida, ou seja, na educação e nos relacionamentos humanos e corporativos). A inteligência e o sucesso das organizações dependem fortemente das decisões tomadas pelas pessoas que nelas atuam. No entanto, da mesma forma que houve mudanças nos perfis do cliente e dos técnicos solucionadores, também evoluiu a forma de gestão e a postura dos gestores de TI, chamados de CIO - Chief Information Officer. Atualmente a TI e seus recursos são vistos como ferramentas de trabalho e como uma unidade departamental moderna, transparente, efetiva e prestadora de serviços. Essa unidade de TI representa a seção responsável pelos serviços de informática, sendo que, suas atividades podem ser disseminadas em toda a empresa através de Sistemas de Informação -SI. As aplicações de SI nas empresas podem ser diferenciados de três formas: SI operacional que contemplam o processamento de operações e transação rotineiras; SI gerencial (contemplam o processamento de grupos de dados das operações e transações operacionais, transformando-os em informações agrupadas para a gestão); e SI estratégico (trabalham com os dados no plano macro, considerando o meio ambiente interno e/ou externo, visando auxiliar o processo de tomada de decisão da alta administração e do corpo gestor da empresa). Por fim Rezende (2002), conclui dizendo que as principais transformações na evolução da TI e de seus recursos reforça ainda mais a importância desses sistemas/soluções na gestão empresarial. Que através de um trabalho harmonioso, transparente, efetivo, competente, das pessoas e da gestão é o caminho para a conquista da inteligência empresarial das organizações. Já segundo Roberts (2005), no seu artigo Encontre o ponto de equilíbrio entre TI, gestão e estratégia de negócios discorre sobre a contribuição das áreas de TI no desempenho dos negócios e como isso pode ser possível através da percepção do real valor da TI para a gestão empresarial. O autor defende a idéia de que o desempenho dos negócios só será maximizado e reconhecido quando todos os acionistas participarem ativamente da gestão estratégia e compreender o valor da TI nas empresas. No entanto, o maior desafio dos CIOs nas corporações é encontrar um ponto de equilíbrio entre

21 21 negócio, gestão e planejamento estratégico, sendo que, para Roberts (2005), é necessário que os CIOs entre em harmonia com os demais gerentes da empresa, havendo um trabalho colaborativo de alto desenvolvimento estratégico e com maior ênfase da TI nas demais áreas da empresa. A obtenção de uma gestão confiável e estratégias efetivas de tecnologia estão vinculadas à visão unificada dos acionistas e participantes, de como a TI pode criar o valor do negócio Roberts (2005). Um exemplo da falta de visão do valor da TI na empresa é quando os CIO iniciam um projeto para sanar alguma deficiência numa determinada área, os técnicos de TI se juntam e resolvem o problema sozinhos. No entanto, lá na frente o CIO e seus técnicos ficam desapontados, pois os demais gerentes da empresa não conseguem enxergam tamanha importância da gestão de TI, seu valor e as contribuições que ela pode oferecer através de investimentos na infra-estruturas e inovações tecnológicas em aplicativos especializados que deveriam, até mesmo na falta fundos suficientes para desenvolver todas, ser uma prioridade. Este problema se deve a falta de participação efetiva dos demais gerentes da empresa no processo de toma de decisão na área de TI, pois seus custos são explícitos, mas o valor que a TI oferece é difícil de se definir e quantificar. Roberts (2005) apresenta 4 etapas para melhorar o desempenho da TI na empresa. A escolha da etapa mais adequada como ponto de partida vai depender da necessidade de cada empresa. A primeira etapa corresponde à busca do reconhecimento da TI como colaborador para o sucesso dos negócios empresariais. Poucas empresas possuem mecanismos adequados para rastrear e relatar a contribuição da TI na empresa, ou seja, os projetos de TI são geralmente citados apenas em termos de custos, mas sem identificação clara das melhorias advindas das soluções de TI, sem um sistema de demonstre o real valor da TI na empresa esta continuará sendo apenas uma área de custos. Segundo Roberts (2005), Para ter sucesso, os projetos de TI devem conter mudanças nos negócios, com métricas combinadas e atribuídas como parte dos processos de gestão de TI. A compreensão do valor da TI dependera da maturidade da sua gestão e do consenso sobre a direção das estratégias de TI. A segunda etapa é a criação de uma estrutura de gestão de TI que estabeleça os mecanismos para efetivar as decisões. Tais como: visão e missão

22 22 definidas; Integração dos negócios e das estratégias de TI; Aplicativos de negócios (suporte e infra-estrutura de TI), investimentos e serviços; Segurança e gerenciamento de risco da TI; Reuniões de conselho e direção de comitês; Revisões de implementações futuras. Já a terceira etapa trata da criação de um roteiro de estratégia de TI que priorize os investimentos, pois as decisões de investimento são mais fáceis de serem tomadas se houver um planejamento. De acordo com Roberts (2005): Colocar essas oportunidades num plano estratégico e prioritário de TI depende de uma gestão efetiva, assim como da implementação bemsucedida de tais estratégias. O valor do negócio somente será alcançado a partir dos investimentos em TI se houver objetivos claros de desempenho e responsabilidade final para atingir esses objetivos. A quarta e ultima etapa corresponde à credibilidade gerada através do progresso e planejamento de melhorias. Esse crédito é adquirido através do feedback (resposta) dos acionistas a respeito do desempenho da TI, que na falta dessas informações fica difícil explorar o valor máximo da TI, pois seu valor está introduzido na gestão dos processos da empresa. O valor da TI pode ser percebido quando: os processos administrativos são conduzidos de maneira mais confiável, rápida a menores custos; quando os inventários são controlados adequadamente ocorrendo aumento da receita; a redução do tempo de recebimento de informação corretas disponibilizadas no momento certo para as pessoas certas, permitindo que as tomadas de decisões sejam mais coerentes. Ou seja, a aplicação da TI cria o valor do negócio, que é uma responsabilidade de gerenciamento e exige uma gestão eficaz da TI. Por fim, Roberts (2005), afirma que: Encontrar o ponto de equilíbrio exige uma abordagem balanceada. Alcançar a perfeição é praticamente impossível, mas trabalhar harmoniosamente com um espírito de melhoria contínua em áreas estratégicas de TI, gestão e compreensão das contribuições do valor do negócio da TI ajudará a oferecer melhores resultados.

23 Marco Teórico O marco teórico é um aprofundamento dos conceitos fundamentais da teoria e do conhecimento cientifico já consagrados por teóricos da área. As palavraschave que orientaram a pesquisa foram: Tecnologia da Informação; Logística Empresarial; Vantagem competitiva Tecnologia de Informação TI A TI pode ser conceituada segundo Rezende (2002), como o conjunto dos recursos tecnológicos e computacionais para guarda de dados, geração e uso da informação e de conhecimentos. Estam fundamentadas nos seguintes componentes: hardware e seus dispositivos e periféricos; software e seus recursos; Sistemas de Telecomunicações; e gestão de dados e informações; Sistemas de Informação - SI. Quah (1999) identifica quatro elementos da TI:...a alma da nova economia que vem ganhando corpo com as tecnologias de informação e comunicação; a propriedade intelectual (não apenas patentes e direitos autorais, mas também marcas, capacidades de oferta de serviços de consultoria conforme o cliente etc.); bibliotecas e bases de dados eletrônicos (incluindo novas mídias, vídeos de entretenimento etc.) e biotecnologia (bibliotecas e bases de dados com base no Carbono, farmacêuticos). Graeml (2000, p.18), alega que o conjunto de tecnologias resultantes da utilização simultânea e integrada de informática e telecomunicações tem-se chamado de Tecnologia da Informação. Segundo Cruz (2003, p.26) TI é todo e qualquer dispositivo que tenha capacidade para tratar e ou processar dados e ou informações, tanto de forma sistêmica como esporádica, quer esteja aplicada no produto, quer esteja aplicada no processo. Apesar de que só é possível à utilização da TI através de computadores, nos quais estes evoluem em alta velocidade ainda mais depois da descoberta das redes de comunicação, exemplo a internet Computador

24 24 O computador sendo ele o mais importante ferramenta da ciência da computação (informática) promove diversas atividades dentre elas o armazenamento de dados, processamento de dados e cálculo em grande escala. O Wikipédia denomina computador como o conjunto de artifícios electrónicos capazes de efetuar qualquer espécie de tratamento automático de informações ou processamento de dados ; De acordo com Monteiro (1996, p. 1): O computador é uma maquina (conjunto de partes eletrônicas capaz de sistematicamente coletar, manipular e fornecer os resultados da manipulação de informações para um ou mais objetivos. Por ser uma maquina composta de vários circuitos e componentes eletrônicos, também é chamado de equipamento de processamento de dados. Em geral, entende-se por computador um sistema físico que realiza algum tipo de computação, sendo que normalmente o computador é dividido em dois seguimentos Hardware e Software Hardware e Software De acordo com o Wikipédia o Hardware, é a parte física do computador, ou seja, é o conjunto de componentes electrônicos, circuitos integrados e placas, que se comunicam trem si. Em contraposição ao hardware, o software é a parte lógica, é o conjunto de instruções e dados que é processado pelos circuitos eletrônicos do hardware. Toda interação dos usuários de computadores modernos é realizada através do software, fazendo com que o computador seja algo útil para o ser humano em conjunto dos sistemas de informação Sistema de Informação SI De acordo com Polloni (2000, p.54), Sistema de Informação é qualquer sistema que processe informações e produza resultados para um fim específico, em que cada um de seus sistemas integre um sistema automatizado de uma organização. De acordo com Laudon (1999, p.4): Sistema de Informação pode ser definido como um conjunto de componentes inter-relacionados trabalhando juntos para coletar, recuperar, processar, armazenar e distribuir informação com finalidade de facilitar o planejamento,

25 25 controle, coordenação, análise e processo decisório em empresas e outras organizações. Cruz (2003, p.26), divide os Sistemas de Informação em dois caminhos: Gerencial e o Operacional. O primeiro, SIG - Sistemas de Informação Gerencial são o conjunto de tecnologias que disponibiliza os meios necessários à operação do processo decisório em qualquer organização por meio do tratamento dos dados disponíveis. Já o segundo, Sistemas de Informação Operacionais são o conjunto de tecnologias que disponibiliza os meios necessários à operação do processo produtivo por meio do tratamento dos dados disponíveis Internet As redes de computadores utilizam à tecnologia digital para processamento, transmissão e armazenamento de informações, invocando o conceito de mercado digital. De acordo com a enciclopédia virtual Wikipédia: A Internet é um conglomerado de redes em escala mundial de milhões de computadores interligados que permite o acesso a informações e todo tipo de transferência de dados. Ao contrário do que normalmente se pensa, Internet não é sinônimo de World Wide Web. Esta é parte daquela, sendo a World Wide Web, que utiliza hipermídia na formação básica, um dos muitos serviços oferecidos na Internet. Em vista da disseminação e facilidade da Internet, Cabral (2001, p.44), consideram outras tecnologias introduzidas. de rede de computadores podem também ser De acordo com Felipini (2001, p.3) poucos acontecimentos tiveram tanta influencia em nossa sociedade quanto o surgimento da internet. Além de tornar muito mais ágil e eficiente a forma com a qual as pessoas se comunicam, procuram por informações e adquirem conhecimento, a internet possibilitou o surgimento de um novo canal de comercialização chamado e-commerce Exemplos de mecanismos administrativos através de Sistemas de Informação na Logística Soluções de Planejamento

26 26 De acordo com Rozenfeld (1999) as empresas, geralmente, usam vários sistemas desenvolvidos para atender aos requisitos específicos das diversas unidades de negócio, tendo cada departamento um planejamento e a utilização de um sistema próprio, deixando a informação dividida entre diferentes sistemas. Tendo como principal problema à fragmentação da informação, dificultando a obtenção de informações consolidadas e inconsistentes de dados armazenados em mais de um sistema. Os sistemas ERP (Enterprise Resouce Planning) solucionam esses problemas ao agregar, em um só sistema integrado, funcionalidades que suportam as atividades dos diversos processos de negócio das empresas. Com o objetivo de ampliar a abrangência dos produtos vendidos, os fornecedores de sistemas desenvolveram mais módulos, integrados aos módulos de manufatura como, por exemplo, os módulos de Gerenciamentos dos Recursos Humanos, Vendas e Distribuição, Finanças e Controladoria, entre outros. Esses novos sistemas, capazes de suportar as necessidades de informação para todo o empreendimento, são denominados sistemas ERP. A utilização de sistemas ERP otimiza o fluxo de informações e facilita o acesso aos dados operacionais. As informações tornam-se mais consistentes, possibilitando a tomada de decisão com base em dados que refletem a realidade da empresa Sistema de Gerenciamento de Armazém: WMS Um WMS - Warehouse Information System pode ser definido, de acordo com Banzato (2005, p.56), como a integração de software, hardware e equipamentos periféricos para gerenciar estoques, espaços, equipamentos, e mãode-obra em armazéns/ Centros de distribuição. Este autor completa dizendo que um WMS é um sistema de gestão (software), que melhora a operacionalidade da armazenagem, através do gerenciamento eficiente de informações e dos recursos do mesmo. Sendo que estas informações coletadas podem ser provenientes de empresas transportadoras, da produção, dos sistemas corporativos (ERP), dos clientes e fornecedores, entre outros. O WMS utiliza estas informações para receber, inspecionar, estocar, separar, embalar e expedir mercadorias da melhor forma possível.

27 27 Weiszmann (2005), afirma que a intenção das formas de coleta de dados dos pontos de distribuição da empresa como remessa, recebimento e entrega, é necessária para oferecer um serviço de qualidade que como decorrência, para isso, os distribuidores devem obter os dados e inserir os resultados nos sistemas de gerenciamentos de estoque ou no sistema de gerenciamento de distribuição (WMS Warehouse Management System). De acordo com Sweiter 3 a integração das operações de estocagem em uma empresa obtém uma única versão real das informações, ou seja, a agregação das informações é dita uma vez, quando necessário, e compartilhada com todos os sistemas e pessoas que precisam delas, sem desperdiçar recursos humanos para tal. É importante ressaltar que existem inúmeros sistemas de gerenciamento de armazéns, porem neste estudo será abordada apenas uma parte dentre esse mundo de sistemas, tais como: DRP Distribution Requirements Planning Planejamento das Necessidades de Distribuição TMS Transportation Management Systems Sistemas de Gerenciamento de Transportes EDI Electronic Data Interchange Intercâmbio eletrônico de Dados Auto ID Automatic Identification Identificação Automática / Códigos de Barras RFDC Radio Frequency Data Collection Coleta de Dados por Radiofreqüência Sistemas de gerenciamento de transporte: TMS Os sistemas de TMS - Transportation Management Systems, Sistemas de Gerenciamento de Transportes vem incrementando a qualidade e produtividade de todo o processo de transporte e distribuição. 3 John Sweitzer, diretor de Marketing setorial e alianças para a Intermec Technologies Corp., fornecedor de sistemas, produtos e serviços de informação de rede de fornecedores com sede nos EUA e parceiro ISV (distribuidor de software independente) da Microsoft desde 1990.

28 28 De acordo com Banzato (2005, p.91) as soluções TMS complementa todo o sistema de informação interno de uma empresa que através da rastreabilidadedo pedido assegura produtividade em todo o processo de distribuição através da tecnologia da informação. Tendo como funçoes específicos: Gestão de frotas; Gestão de fretes; Roteirização; Programação de cargas; Controle de trafego/rastreamento; Atendimento ao cliente, entre outros. O Rastreamento de Frotas com Tecnologia GPS Global Positioning System é aplicado à logística no seguimento de segurança de transporte e serviços, ou seja, gerenciamento logístico e gerenciamento de risco. Essa modalidade tem alcance em diversos meios de transporte: rodoviário, ferroviário e hidroviário Sistemas de execução da manufatura: MES MES - Manufacturing Execution Systems de acordo com revista Cadware Indústria 4 é o sistema responsável pelo gerenciamento do processo de produção. Em muitos casos, por traduzir as definições de negócio em atividades da produção, acaba sendo a camada que integra os sistemas de gestão corporativa (ERP - Entreprise Resources Planning) aos diversos sistemas de produção (APS, PIMS, LIMS, RDB, SFC etc.). O MES garante um gerenciamento muito mais eficiente por possibilitar a tomada de decisões com base em informações úteis, atuais e confiáveis da realidade de diversos setores da empresa. Ele oferece ainda consolidação do planejamento e do mapeamento para a execução de todas as etapas da produção; conexão do processamento de pedidos com os controles de sistemas da produção; otimização dos processos de produção e democratização da informação O MES também é capaz de potencializar o investimento integrando as informações de produção à solução corporativa. Isso permite visualizar a fábrica como um todo e 4

29 29 em tempo real Tecnologias para controle: BI De acordo com Mello (2006) a inteligência do negócio está ligada ao poder de decisão das pessoas dentro de uma empresa. Decisões diretamente ligadas ao negócio sejam elas interna (estrutura, recursos humanos, financeiros, materiais, etc) ou externamente (mercado, concorrência, econômico, etc). A solução de BI tem o objetivo de auxiliar estas pessoas por meio do tratamento da base de dados existentes, de maneira a aprimorar o processo de tomada de decisão Tecnologias para comunicação: EDI EDI: É um padrão aberto e trans-setorial de fluxos de dados formalizados, garante a troca segura de dados, segura na perspectiva de que diferentes checksums garantem que os dados enviados são fidedignos. Segundo Rawlins, os padrões de protocolos de comunicação EDI geralmente fornecem três serviços chave para trocas aplicação-a-aplicação: Contexto, através do uso de documentos de negócios identificáveis; Semântica. Um método para perceber o significado dos dados, usando dicionários de dados e de segmentos e descrições dos conjuntos de transações. Se um erro de semântica é feito em Português normal, as palavras corretas são utilizadas, mas o significado será errado; Sintaxe, através dos tipos de dados e regras padronizáveis, o que permite que os itens de dados sejam empacotados em mensagens. Um erro de sintaxe em português é, por exemplo, se uma palavra é mal pronunciada ou se a estrutura da frase está incorreta. De acordo com o glossário do site EcrBrasil, EDI É uma troca automatizada, de um computador para outro, de informações de negócios estruturadas, entre uma empresa e seus parceiros comerciais, de acordo com um padrão reconhecido internacionalmente.

30 Logística A palavra logística, de acordo com o Dicionário Aurélio é de origem francesa Logistique e tem como uma de suas definições "a parte da arte da guerra que trata do planejamento e da realização de: projeto e desenvolvimento, obtenção, armazenamento, transporte, distribuição, reparação, manutenção e evacuação de material para fins operativos ou administrativos. Segundo Magee (1977, p.6), A logística era um termo militar significava a arte de transportar, abastecer e alojar tropas. Tomou, depois, um significado mais amplo, tanto para o uso militar como industrial: a arte de administrar o fluxo de materiais e produtos, da fonte para o usuário. que Segundo Chistopher (1992, p.2), logística é o processo de gerenciar estrategicamente a aquisição, movimentação e armazenamento de materiais, peças e produtos acabados (e os fluxos de informações correlatas) através da organização e seus canais de marketing, de mono a maximizar as lucratividades presentes e futuras através do atendimento dos pedidos a baixo custo. p.18): (2000, p.18): De acordo com Council of Logistics Management apud Kobayashi (2000, A Logística é o processo de elaboração, implementação e controle de um plano que serve para maximizar, da produção ao consumo, enfrentes custos, a eficiência e a eficácia do fluxo e da gestão das matérias primas,semiacabados, produtos acabados e informações; tudo isso deve ser conforme as exigências dos clientes. Para Shun ichi da SOLE Society of logistic Engineers apud Kobayashi A Logística é uma técnica e, ao mesmo tempo, uma ciência que suporta a realização dos objetos empresariais, a programação dos mesmos e a consecução; serve para o management, o engineering e as atividades técnicas nos temas solicitados, o projeto, o fornecimento e a preservação dos recursos. De acordo com Kotler (1998, p. 513), A logística de Mercado envolve planejamento, implementação e controle dos fluxos fixos de materiais e bens finais, dos pontos de origem aos pontos de uso para atender às exigências do consumidor a determinado lucro Objetivos e importância da logística

31 31 Baseado no contexto apresentado por Sole - Society of logistic Engineers, apud Kobayashi (2000, p.18) no qual a finalidade da logística é extraída dos 8 R. Right Material Right Quantity Right Quality Right Place Right Time Right Method Right Cost (materiais justos) (na quantidade justa) (de justa qualidade) (no lugar justo) (no tempo justo) (com o método justo) (segundo o custo justo) Right Impression (com uma boa impressão) Segundo Kobayashi (2000) para alcançar essa satisfação à logística não deve se ocupar somente com a entrega de produtos ou finalizar os serviços, deve se preocupar em reorganizar globalmente as funções de abastecimento de matérias, componentes e etc, sendo necessário estruturá-las em conjunto e fazer das mesmas um sistema. Segundo Alves (2001, p.15): Deste o instante em que a produção é finalizada até o momento no qual o comprador toma posse dela, as mercadorias são responsabilidade da logística, que deve mantê-las no depósito da fabrica e transportá-las ate depósitos locais ou diretamente ao cliente. O profissional de logística deve preocupar-se em garantir a disponibilidade dos produtos requeridos pelos clientes na medida que eles desejarem, caso isto possa ser feito a um custo razoável Logística Empresarial De acordo com Ballou (1993, p.23) conceitua Logística Empresarial como o objetivo de prover o cliente com os níveis de serviços desejados. A meta do serviço logístico é providenciar bens ou serviços corretos, no lugar certo, no tempo exato e na condição desejada, ao menor custo possível através de uma administração adequada de atividades como transporte, manutenção de estoques, processamento de pedido e várias atividades de apoio adicional. De acordo com Resende (2003, p.15), a logística empresarial é: Colocar os produtos certos no tempo certo, no local exato, na quantidade certa e nas condições exigidas pelo consumidor, desde que mantida uma estrutura de custos que compense o planejamento e o controle eficiente do suprimento da matéria-prima e da distribuição dos produtos acabados.

32 32 Ballou (1993), complementa dizendo que a logística empresarial estuda como a administração pode promover um melhor nível de rentabilidade nos serviços de distribuição, através de planejamento, organização e controle efetivo para as atividades de movimentação e armazenágem, que visam facilitar o fluxo de produtos Logística Internacional De acordo com Ballou (1993, p.14) os clientes não se concentram num único ponto, pelo contrario, eles costumam dispersar-se por grandes áreas. Isto significa, para os fornecedores, que o custo total para distribuição varia de cliente para cliente, conforme sua localização. Segundo Moura (2001, p.13), as redes logísticas estão se tornando cada vez mais internacionais. A competição se intensifica e as empresas estão descobrindo que precisam compartilhar economias e competências em áreas como pesquisa e desenvolvimento, qualidade assegurada e logística. Nóbrega (2000), aborda a ação das operações internacionais que se caracterizam pelo surgimento de diferentes tipos de relações profissionais, tanto de empresas como de organizações que estão cada vez mais empenhadas em criar parcerias e/ou alianças que possibilitem o desenvolvimento de uma cadeia de suprimentos que garanta o atendimento de suas necessidades e permita obter sempre processos com maior eficiência e efetividade Logística Integrada A disponibilidade do produto compreende a verificação dos estoques, de maneira a garantir a presença física do produto, antes de acionar todo um processo de distribuição até o cliente. Esta verificação deve ser realizada da fábrica até aos meios de distribuição. Segundo ALBERTIN (2000, p.81), o gerenciamento da cadeia de suprimentos (Supply Chain Management) é o gerenciamento da cadeia produtiva desde o fornecimento da matéria-prima até a rede de distribuição dos produtos. Visando a otimizar os métodos e etapas de produção, compras e suprimentos, inventário, administração, previsões, armazenagem, transporte e

33 33 entrega dos produtos. Baseia-se na parceria de empresas de diversos setores de cada uma das etapas do supply chain, como fornecedores, indústria, armazéns, varejistas, distribuidores, empresas de Logística etc Distribuição Física Segundo Ballou (1993), a distribuição física é o ramo da Logística Empresarial que trata de movimentação, estocagem e processamento de pedidos dos produtos finais da firma. Geralmente esta atividade costuma ser a mais importante em termos de custo para as empresas. Além disso, o aborda a Distribuição Física fazendo um relacionamento do marketing e produção, a complexidade do seu gerenciamento e sua execução em diversas companhias. Segundo Alves (2001, p.17):...já é de praxe considerar a logística como centro de coordenação e de integração de todas as atividades da Cadeia de Suprimentos. Logo, vê-se a logística como capaz de criar valor ao cliente. Estas novas funções de logística levarão a necessidade de criar uma infra-estrutura para integrar tanto as funções logísticas, de modo a criar um único sistema estratégico voltado para atender as necessidades dos clientes. Sua área de influencia e seu volume cresceu continuamente e tornou-se um fator de eficiência Vantagem competitiva O conceito de competitividade de acordo com Fajnylber apud Souza (2001, p.79) consiste na capacidade do país de manter ou expandir a sua participação nos mercados internacionais, possibilitando, simultaneamente, um crescimento econômico e uma elevação do nível de vida da população. Este conceito esta ligada diretamente ao aumento da produtividade que vem através de constantes incrementos na taxa de investimento, infra-estrutura educacional de pesquisa e desenvolvimento, busca de relação de cooperação e flexibilidade entre empresa e os seus funcionários, dentre outros fatores. De acordo com Porter apud Souza (2001, p. 79) não existe uma única e definitiva definição de competitividade internacional, pois a definição dependerá da perspectiva de referencia, ou seja, para as empresas, competitividade significa a habilidade de competir no mercado mundial por meio de uma estratégia global.

34 34 Porter (1999, p.84) identificou três fatores que a revolução da informação está afetando a competitividade empresarial, são elas: Muda a estrutura setorial e, assim, altera as regras da competição. Gera vantagem competitiva ao proporcionar as empresas novos modos de superar o desempenho dos rivais. Dissemina negócios internacionalmente novos, em geral a partir das atuais operações da empresa. Uma analise das razões entre as quais a TI adquiriu significado estratégico e a maneira de como ela esta afetando as empresas. Para Day Wensley apud Giraldi, não existe apenas um significado para o termo vantagem competitiva, na prática ou na literatura de marketing. As várias visões existentes, consideradas em conjunto, descrevem tanto o estado da vantagem quanto à forma em que foi obtida. Para esses autores, a sustentação dessa vantagem requer que o negócio estabeleça barreiras que tornem a imitação cada vez mais difícil. A idéia de que um desempenho superior das empresas requer que a mesma adquira e sustente uma vantagem sobre a concorrência é central para o pensamento estratégico contemporâneo. Giraldi, complementa dizendo que a superioridade competitiva é vista no mercado, como uma combinação de baixos custos na entrega para os clientes. O desenvolvimento de uma estratégia competitiva eficaz começa com uma compreensão realista das vantagens e deficiências de um negócio e da vulnerabilidade da sua posição atual com relação aos concorrentes. Para Day apud Giraldi, os caminhos mais genéricos para sustentar uma posição de liderança são: diferenciação (através da qualidade e serviços superiores, relações mais próximas com os clientes ou respostas mais rápidas) e liderança nos custos baixos. No entanto, independente do caminho que for escolhido, o esforço somente terá sucesso se for criado um valor significativo para o cliente. Segundo Hanguennauer apud Souza (2001, p.79), a competitividade pode estar associada tanto ao desempenho quanto à eficiência. A competitividade representada pelo desempenho está associada ao conceito ex-post, que avalia o grau de competitividade mediante os efeitos sobre o comércio externo. Pelo conceito do desempenho, são competitivas as indústrias que ampliam a sua participação no mercado internacional de todos os produtos fabricados internamente. Desta forma,

35 35 quanto mais a empresa ou indústria aumentar a sua participação no mercado internacional de um determinado produto, mais ela se tornará competitiva Tipos de Competitividade Segundo informações do site do MDIC Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio. Empresarial (Microeconômica) - fatores ou condicionantes de domínio das empresas, como custo/ preço (produtividade), qualidade, inovação e marketing a capacidade produtiva e sua relação com custos e preços (produtividade), a capacidade para inovação e sua relação com qualidade e diferenciação de produtos, a qualidade dos recursos humanos, a capacidade comercial, a estratégia e a gestão das empresas. Estrutural (setorial) - fatores ou condicionantes relacionados ao mercado e à tecnologia (acesso), à configuração da indústria e sua relação com escala de produção e à dinâmica específica da concorrência. De acordo com Haguenauer (1989) apud Souza (2001), existem cinco formas de se analisar a competitividade pelo conceito da eficiência, dentre elas esta os diferencias de preço e qualidade internacional e a tecnologia internacional.

36 36 3. DESENVOLVIMENTO 3.1 Evolução da Tecnologia da Informação e sua importância no comércio internacional. Este capítulo é dedicado à descrição da evolução da Tecnologia da Informação TI e a sua importância no comércio internacional frente à globalização e à nova economia. Atualmente, nesse começo do séc. XX a TI é um tema de grande relevância dentro das empresas, que atuam no mercado nacional e especialmente as que atuam ou querem atuar no comércio internacional, pois de acordo com Quah (1999), a TI é um dos principais elementos para a chamada Nova Economia, no qual estende a competitividade empresarial a uma amplitude mundial, moldada por duas forças: tecnologia e globalização. A Nova Economia inserida num contexto de crescente disseminação do capitalismo que atinge os mercados mundiais de diferentes formas. Nos quais os países que possuem economia aberta acabam sendo inundados por produtos internacionais, que chegam a níveis de sofisticação cada vez mais elevados e muitas vezes comandados por sistemas de alta administração, com crescente integração organizacional (logístico) através de inovadores sistemas de Tecnologia da Informação. Apesar deste trabalho ser voltado para as vantagens competitivas geradas pela TI na gestão logística no comércio internacional é imprescindível o conhecimento histórico da evolução do computador, pois este é a principal ferramenta utilizada pela TI Evolução dos computadores e da TI Diferentemente do que normalmente as pessoas pensam a respeito dos computadores, sua descoberta e evolução não vêm de alguns anos, pois de acordo com Monteiro (1996), as primeiras descobertas de equipamentos que evoluíram até os computadores de alta tecnologia dos dias atuais vêm de décadas, sendo possível até dizer que vêm de séculos. Monteiro (1996, p.5), identifica dispositivos mecânicos sendo desenvolvidos entre 500a.C A efetuação de cálculos com alguns

37 37 equipamentos só foi realizada após a invenção do ábaco, que permitiu a contagem de valores, tornando possível aos comerciantes babilônicos registrar dados numéricos sobre suas colheitas. Figura Demonstrativo de Ábaco. Fonte: Entre os anos de , Monteiro (1996, p.7), identifica a evolução destes equipamentos para calcular, sendo que apenas com a descoberta do motor elétrico no final do séc. XIX, intensificou a fabricação e uso das máquinas de somar, entretanto estas máquinas ganharam popularidade apenas em 1970 com a invenção das calculadoras de bolso. Ao fim do séc. XIX e meados do séc. XX o equipamento em destaque foi o Cartão Perfurado em conjunto com a máquina Tabuladora Mecânica, que acionada por motor eletrônico, desenvolvido por Herman Hollerith, tinha função de contar, classificar e ordenar informações armazenadas em cartões perfurados. Um bom exemplo para a importância desse equipamento foi a sua utilização no censo norte-americano de 1890, que apurou em dois anos e meio a população dos EUA, sendo que o censo anterior consumiu 10 anos para ser realizado manualmente. Figura Máquina Tabuladora Fonte:

38 38 Contudo, estes equipamentos foram evoluindo até o surgimento dos primeiros componentes eletrônicos entre , que possibilitaram mais rapidez na armazenagem e maior confiabilidade nos resultados. Monteiro (1996, p.9) relata que só após a divulgação de documentos militares do Governo Britânico, até então sigilosos, tomou-se conhecimento do primeiro computador verdadeiramente eletrônico. Construído por Alan Turing e posto em operação em 1943, tinha como função quebrar códigos militares secretos de comunicação dos alemães. Sua desvantagem era que ele não desempenhava outra função a não ser quebras de códigos militares. Após 1945, deu-se início a geração de computadores a válvula, identificados como computadores eletrônicos e digitais. Arquitetado para emprego geral o ENIAC Eletronic Numerical Integrator And Computer, foi projetado por John Mauchly e John P. Eckert, com o intuito de auxiliar os militares do Ballistcs Research Laboratory (um departamento do Exército americano responsável pela elaboração de tabelas de alcance e trajetória para novas armas balísticas). No entanto, este computador era uma máquina gigantesca, para ter uma idéia nele obtinha 800 quilômetros de cabos, pesava cerca de 30 toneladas sem contar o seu enorme consumo de eletricidade. Figura ENIAC Fonte: Já a segunda geração de computadores eletrônicos e digitais surgiu em 1947, com descoberta do efeito transistor com vantagens no custo, tamanho e no melhor desempenho que os dispositivos a válvula. Esses transistores se tornaram não só um sucesso em toda a indústria eletrônica como são até hoje a base de todos os computadores digitais.

39 39 A terceira geração de computadores eletrônicos e digitais surgiu em 1958 com a introdução de dois circuitos em um mesmo computador, sendo reconhecido como o primeiro circuito integrado. Posteriormente na década de 60 a IBM 5 inovou suas tecnologias na área de microeletrônico, que são os circuitos integrados, e lançou sua mais famosa família de computadores, a série 1360, que continham sistemas altamente inovadores, tornando-se um marco histórico em termos de inovação tecnológica. O conceito de família foi atribuído a estes computadores porque podiam ser fabricados com a mesma arquitetura, mas com diferentes capacidades e preços distintos, gerando maior quantidade de compradores. Já na quarta geração, os computadores começaram a utilizar um novo dispositivo eletrônico o VLSI Very Large Scale Integration (integração em larga escala), sendo capaz de armazenar em um único invólucro milhares de componentes. Este dispositivo denominado pastilha ou Chip vem constituindo a base de todos os principais sistemas de computação modernos. Porem, a técnica de miniaturização de componentes eletrônicos só foi realizada por volta de 1972, possibilitando a criação de computadores até então inexistentes no mercado, como computadores pessoais ou micro-computadores. Figura Chip Fonte: Com a crescente fabricação de processadores com mais velocidade e maior capacidade de armazenagem, os computadores adquiriram função de destaque dentro das empresas, que vêm buscando tecnologias cada vez mais avançadas de acordo com suas necessidades. 5 IBM - International Business Machines: empresa americana de informática.

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