A APRENDIZAGEM PROFISSIONAL DE TREINADORES DE FUTSAL

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1 A APRENDIZAGEM PROFISSIONAL DE TREINADORES DE FUTSAL Vinicius Zeilmann Brasil / CDS-UFSC/ CEFID-UDESC Valmor Ramos / CEFID-UDESC Felipe Arthur da Silva / CEFID-UDESC Thais Emanuelli da Silva de Barros / CEFID-UDESC Jeferson Rodrigues de Souza / CEFID-UDESC ոո Palavras-chave: Educação Física, Formação de treinadores, Futsal. INTRODUÇÃO Os estudos sobre a formação profissional em Educação Física têm indicado que não se pode desvincular o desenvolvimento e o sucesso profissional do professor a sua trajetória de vida pessoal, de modo que a reconstrução e a descrição deste percurso pelo próprio professor podem revelar episódios, decisões e opções circunstanciais, dotadas de significados e informações úteis para se estabelecer direcionamentos e ações para o desenvolvimento profissional (RAMOS et al. 2011). No âmbito esportivo, os estudos possuem foco nos processos cognitivos de treinadores experts de como ensinar, de como foram construídos seus R. Min. Educ. Fís., Viçosa, Edição Especial, n. 9, p ,

2 conhecimentos e de que modo estes conhecimentos são articulados na prática. Os resultados tem contribuído para a melhoria da capacidade de intervenção de treinadores já em atuação, fornecerendo informações úteis para a idealização de itinerários de aprendizagem profissional (WRIGHT; TRUDEL; CULVER, 2007). Neste contexto, o estudo que se apresenta teve como objetivo verificar a percepção dos treinadores sobre a sua aprendizagem profissional para o ensino do futsal. Especificamente, buscou-se descrever e interpretar as percepções pessoais dos treinadores sobre a forma como obtiveram seus conhecimentos para ensinar. MÉTODOS Adotou-se um delineamento de pesquisa qualitativo, com procedimento de pesquisa denominado estudo de casos múltiplos, de caráter descritivo interpretativo, conforme Thomas e Nelson (1990). Participaram do estudo, 5 (cinco) treinadores de futsal para jovens com média de idade de 34 anos (min. 28 e máx. 50). Para inclusão dos sujeitos na pesquisa, adotaram-se os seguintes critérios: a) Possuir no mínimo (5) anos de experiência no ensino da modalidade esportiva; b) expressar motivação e disponibilidade para participar do estudo; c) estar atuando durante o período da pesquisa. Esses critérios foram adotados a partir de estudos de Trudel e Gilbert (2006). Relativo ao tempo de experiência de prática pessoal como atleta obteve- -se uma média de 13 anos (min. 6 e máx. 24 anos). A média de experiência profissional, como treinador de futsal, foi de 10 anos (min. 5 e máx. 17 anos). Quatro treinadores possuem graduação em Educação Física, sendo que, 3 (três) possuem pós-graduação em nível de Especialização. Os dados foram coletados através de entrevista estruturada e semi-estruturada, aplicadas em local previamente determinado e reservado, de acordo com a conveniência do entrevistado. O roteiro de entrevista estruturada buscou informações referentes à identificação pessoal dos treinadores, nível de formação, tempo e nível de experiência de prática pessoal e profissional no 972 R. Min. Educ. Fís., Viçosa, Edição Especial, n. 9, p , 2013

3 ensino do esporte. A entrevista semi-estruturada foi realizada na segunda parte da coleta de dados, cujo roteiro foi organizado a partir da adaptação do estudo com treinadores de basquetebol para jovens desenvolvido por Ramos (2008) a respeito da percepção dos treinadores sobre onde aprenderam a ensinar futsal. Todos os participantes foram devidamente informados sobre o objetivo do estudo e assinaram o respectivo termo de consentimento para gravações e divulgação das informações. O projeto foi avaliado pelo Comitê de Ética em Pesquisas envolvendo seres humanos de uma universidade pública no Estado de Santa Catarina que atende normas de pesquisas envolvendo Seres Humanos (Parecer nº 198/2012). As respostas foram captadas por meio de gravador digital, e armazenadas em micro computador. Todas as entrevistas foram transcritas com o auxílio dos programas Windows Media Player e Word, em seguida, inseridas no programa de análise para dados qualitativos QSR Nvivo. Os dados foram agrupados a partir da percepção dos treinadores quanto às suas fontes de conhecimento, em que se adotaram as definições de Nelson, Cushion e Potrac (2006), denominadas, contextos de aprendizagem Formal (sistema de certificação de médio e longo prazo oferecido por entidades governamentais, federações esportivas, entre outras); Não formal (conhecimento específico organizado e transmitido fora da estrutura do sistema formal através de conferências, seminários, workshops e as clínicas) e Informal (processo na qual cada pessoa constrói conhecimentos, atitudes e discernimentos próprios a partir de experiências do cotidiano de treino), e ainda, para classificar as situações de aprendizagem profissional citadas pelos treinadores, utilizou-se como referência o estudo de Wright, Trudel e Culver (2007). A análise dos dados foi realizada através da técnica de análise de conteúdo, com categorias determinadas a priori, conforme Bardin (1979), para possibilitar o confronto dos dados encontrados neste estudo com estudos realizados em outros esportes. RESULTADOS E DISCUSSÃO Contextos e situações de aprendizagem profissional dos treinadores. R. Min. Educ. Fís., Viçosa, Edição Especial, n. 9, p ,

4 Tabela 1 - Classificação dos contextos e situações de aprendizagem profissional dos treinadores. Contexto de Aprendizagem Situações de aprendizagem Fq. Formal Curso de graduação (2) Não formal Cursos específicos sobre futsal (3) Informal Experiência de prática profissional Compartilhamento de informações Vídeos Experiência de prática pessoal Observação de outros treinadores Relativo à percepção dos treinadores sobre onde obtiveram o conhecimento que possuem para o ensino do futsal, verificou-se sete situações aprendizagem distintas (TABELA 1). Referente à aprendizagem em contexto informal, as situações mais citadas foram à experiência de prática profissional (4), o compartilhamento de informações (3) e o acesso a vídeos sobre futsal (3). No contexto Formal e Não Formal, as situações referenciadas pelos treinadores foram, respectivamente, os cursos de graduação (2) e os cursos específicos sobre futsal (3) promovidos pelas associações e federações esportivas. As evidências do presente estudo indicam a valorização da experiência de prática profissional como indispensável para o êxito como treinador de futsal. Segundo Mallet et al. (2009) a aprendizagem através da experiência deriva de várias fontes de conhecimentos e gera um tipo de aprendizagem incidental, pouco conscientizada (irrefletidas) pelos treinadores. Em estudo com treinadores esportivos de reconhecida competência, Trudel e Gilbert (2006) verificaram a valorização do elevado tempo de prática profissional como fator determinante na construção do conhecimento para a atuação como treinador. Nesta perspectiva, o conhecimento do treinador é construído à medida que ele se engaja na elaboração de rotinas de treino e estratégias de ação para resolver os dilemas de prática. A situação de aprendizagem através do compartilhamento de informações refere-se às relações estabelecidas entre os sujeitos em um contexto sócio cultural esportivo, neste caso o futsal, onde compartilham conhecimentos e experiências úteis para realização de suas tarefas de ensino. De acordo com Mallet et al. (2009), as interações estabelecidas informalmente entre as pessoas, sugere um tipo de aprendizagem auto-guiada, sem intervenção pedagógica proposital de outros profissionais mais experientes. Esta situação foi verificada (4) (3) (3) (2) (2) 974 R. Min. Educ. Fís., Viçosa, Edição Especial, n. 9, p , 2013

5 nos estudos de Ramos, Brasil e Goda (2012) com treinadores de surfe, os quais mostram que estas interações ocorrem geralmente entre membros vinculados a uma organização esportiva e entre membros da instituição onde atuam. Ainda no contexto informal de aprendizagem, os treinadores valorizaram a situação de análise de vídeos sobre aspectos do jogo da própria equipe em competição e de treinamento. As reflexões sobre as situações de insucesso, sobretudo em competições, parecem ser de grande importância para construção de novos conhecimentos destes treinadores. É a partir de situações incertas, singulares e conflituosas que Schön (2000) afirma ser estabelecido um processo contínuo e sistemático de reflexão que o próprio profissional realiza, resultando na formação de um repertório de conhecimentos originários da prática profissional. No estudo realizado por Ramos et al. (2011) treinadores de basquetebol para jovens interpretaram a reflexão como um fator fundamental e complementar às demais fontes de aprendizagem, permitindo criar novas soluções ou novas estratégias, para enfrentar desafios futuros ou para continuar persistindo na busca de soluções. No contexto Não Formal a situação de aprendizagem mais citada pelos treinadores refere-se aos cursos específicos sobre futsal, geralmente oferecidos pelas instituições onde trabalham, associações e federações específicas da modalidade. As principais características deste contexto de aprendizagem são a delimitação do campo de intervenção, a priorização de conhecimentos que são úteis aos treinadores, e ainda, a periodicidade de realização (RAMOS; BRASIL; GODA, 2012). Além das situações referenciadas acima, no âmbito Formal os cursos de graduação em Educação Física foram mencionados pelos treinadores como relevantes no processo de aprendizagem profissional. Além de oferecer uma estrutura formal e sistematizada de conhecimentos selecionados intencionalmente, o contexto de formação formal possibilita ao professor o estabelecimento de relações em situações específicas, promovidas e realizadas no ambiente institucional, que parecem ser importantes na obtenção de conhecimentos. CONCLUSÃO A formação profissional destes treinadores é uma combinação de conhecimentos teóricos e práticos, que utilizados de forma integrada permitem aos profissionais a elaboração e o desenvolvimento das tarefas de ensino do R. Min. Educ. Fís., Viçosa, Edição Especial, n. 9, p ,

6 futsal para jovens. Todos os treinadores reconheceram a contribuição de mais de uma situação de aprendizagem. O processo de formação dos treinadores investigados desenvolveu-se, sobretudo em situações de aprendizagem típicos do contexto informal, o que sugere a necessidade de se contemplar conhecimentos do tipo prático para as propostas de formação de treinadores de futsal para jovens. REFERÊNCIAS BARDIN, L. Análise de Conteúdo. Lisboa: Edições 70, MALLETT, C. J. et al. Formal vs. informal coach education. International Journal of Sports Science and Coaching, Brentwood, v. 4, n. 3, p , NELSON, L. J., CUSHION, C. J., POTRAC, P. Formal, non formal and informal coach learning: a holistic conceptualization. International Journal of Sports Science and Coaching, Brentwood, v. 1, p , RAMOS, V. et al. A aprendizagem profissional - as representações de treinadores desportivos de jovens: quatro estudos de caso. Motriz, Rio Claro, v. 17 n. 2, p , RAMOS, V. O treino de basquetebol na formação desportiva de jovens f. Tese (Doutorado em Ciências do Desporto) - Faculdade de Ciências do Desporto e de Educação Física, Universidade do Porto, Porto, RAMOS, V., BRASIL, V. Z., GODA, C. A aprendizagem profissional na percepção de treinadores de jovens surfistas. Revista da Educação Física/UEM, Maringá, v. 23, n. 3, SCHÖN, D. Educando o profissional reflexivo: um novo design para o ensino e a aprendizagem. Porto Alegre: Artmed, THOMAS, J. R., NELSON, J. K. Research methods in physical activity. 2 ed. Champaign: Human Kinetics, TRUDEL, P., GILBERT, W. Coaching and Coach Education. In: KIRK, D.; MAC- DONALD, D.; O SULLIVAN, M. (Ed.). The Handbook of Physical Education. London: Sage, p WRIGHT, T., TRUDEL, P., CULVER, D. Learning How to coach: the different learning situations reported by youth ice hockey coaches. Physical Education and Sport Pedagogy, v. 12, n. 3, p , RR. Min. Educ. Fís., Viçosa, Edição Especial, n. 9, p , 2013

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