Autoria: Claudio Sonaglio Albano, Marcelo Henrique de Araujo

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1 INTELIGÊNCIA COMPETITIVA E MONITORAMENTO AMBIENTAL UTILIZANDO INFORMAÇÕES DISPONVEIS NA INTERNET: A VIABILIDADE DE UTILIZAR DADOS GOVERNAMENTAIS ABERTOS Resumo Autoria: Claudio Sonaglio Albano, Marcelo Henrique de Araujo Dados governamentais abertos é uma plataforma tecnológica adotada pelos governos para atender algumas novas demandas da sociedade. O formato destas informações possibilita que estas sejam utilizadas por aplicativos computacionais, sem a necessidade da interação humana. Este trabalho tem como objetivos: apresentar dados governamentais abertos e suas possibilidades de utilização para as atividades de monitoramento ambiental, dentro do processo de inteligência competitiva; evidenciar que dados disponíveis em formato aberto, contem requisitos desejados de qualidade de informação para serem utilizados como insumos informacionais e finalmente demonstrar como fazer sentido a estas informações no processo de monitoramento ambiental. Palavras chaves: dados governamentais abertos, inteligência competitiva, monitoramento ambiental 1

2 1. Introdução e Justificativa O cenário competitivo das organizações tem assistido a profundas mudanças nas últimas décadas. Neste novo ambiente competitivo um novo objeto ganha valor fundamental: a informação. Esta (informação) é um precioso recurso para a organização e deve ser tratada de modo a contribuir efetivamente para a melhoria dos resultados organizacionais. Esta nova relação de dependência entre organizações e informação implica em identificarmos qual informação é importante para a organização, quando, de que forma e para qual nível da organização ela se destina. Para fazer frente a estes novos desafios algumas áreas organizacionais obtiveram uma maior importância nos últimos tempos, entre estas podemos destacar atividades relacionadas à inteligência competitiva. Sistemas de inteligência competitiva (IC) são considerados sistemas de monitoramento ambiental que integram o conhecimento de todos os componentes da organização e englobam as diversas áreas da instituição(calof e WRIGHT, 2008). Diante do atual volume de informações disponíveis nas corporações, é impossível manipular essas sem o uso da tecnologia da informação (TI). Assim, para entender o papel da TI neste novo cenário é preciso compreender quais fatores do ambiente organizacional criam pressões sobre as organizações, sejam fatores sociais, tecnológicos, econômicos, políticos, entre outros (TURBAN, McLEAN e WETHERBE, 2004). A tecnologia da informação (TI) apresenta atualmente diversas plataformas e ferramentas de apoio aos gestores, no processo de inteligência competitiva. Entre estas se podem destacar os chamados sistemas de inteligência de negócios ou Business Intelligence (BI). Estes sistemas surgiram pela maior exigência dos executivos no processo de tomada de decisão por informações mais precisas e adequadas (tempo, disponibilidade entre outros fatores). Uma das fontes de informação externa (para organizações não governamentais) bastante valiosa são informações obtidas junto aos órgãos governamentais. Esses sempre foram grandes usuários dos recursos de TI, desta forma com o transcorrer dos anos, formaram grande bases de dados das mais variadas naturezas (sociais, econômicas, entre outras). Em consonância a essa realidade, atualmente um novo conceito começa ganhar força entre os governos, no intuito de disponibilizar informações provenientes dos governos à sociedade civil, tal abordagem é denominada de dados governamentais abertos (DGA). Segundo Agune, Gregório e Bolliger (2010) dados governamentais abertos significam a disponibilização de informações na internet de forma que estas possam ser reutilizáveis por terceiros. Dados governamentais abertos utilizam a internet como plataforma tecnológica. A utilização da internet, atualmente, é fundamental no processo de monitoramento ambiental e coleta de informações externas, dentro do processo de inteligência competitiva (ALMEIDA e MOREIRA, 2007). Pelos fatores expostos acima pode-ser perceber a importância das atividades de inteligência competitiva para as organizações. Dentro deste tema uma das tarefas é realizar o monitoramento ambiental, ou seja, coletar informações do ambiente externo da organização. Com o surgimento, e crescente utilização, da internet esta assumiu papel de destaque nas tarefas de monitoramento ambiental. 2

3 Convém ressaltar que a utilização de informações provenientes de governos sempre foi uma das grandes fontes de insumos para o monitoramento ambiental. Todavia, com a utilização do conceito de DGA, essas atividades podem sofrer grandes mudanças, em virtude das possibilidades que esta nova plataforma tecnológica oferece para captura e reaproveitamento das informações disponíveis na internet, de forma que possam servir de insumos informacionais para sistemas que façam parte, em alguma etapa, do processo de inteligência competitiva, tais como sistemas de BI. Embora a importância dos temas destacados até aqui, julga-se procedente esclarecer que não é objetivo deste artigo abordar de forma intensa (expor ampla conceituação, demonstrar visões diferentes, possibilidades e expor casos de uso) os seguintes temas: inteligência competitiva, tecnologia da informação, monitoramento ambiental e sistemas de Business Intelligence (BI), pelo fato de que estes foram e ainda são largamente apresentados e debatidos em diversos eventos, periódicos e outras formas de disseminação de conhecimento (especialmente em formato acadêmico), sendo que alguns desses mantêm espaços acadêmicos especialmente dedicados a seu debate. Entretanto, para fins deste artigo serão realizadas breves exposições conceituais sobre esses temas de forma a contextualizar os leitores e realizar vínculos entre os referidos temas e o objetivo principal do trabalho que é o de apresentar dados governamentais abertos (DGA) e suas possibilidades de utilização para as atividades de monitoramento ambiental, dentro do processo de inteligência competitiva. Além deste objetivo principal, outros dois objetivos secundários fazem parte deste trabalho, que são os seguintes: Evidenciar que dados disponíveis em formato aberto, contem requisitos desejados de qualidade de informação para serem utilizados como insumos informacionais para sistemas de BI umas das ferramentas de inteligência competitiva (IC) e; Demonstrar como é possível fazer sentido a estas informações no processo de monitoramento ambiental, que é a principal etapa de um processo de IC. Entende-se que estes objetivos são pertinentes a partir da seguinte questão norteadora do desenvolvimento deste trabalho: Os dados governamentais abertos apresentam potencial informacional para serem utilizados no monitoramento ambiental dentro de um processo de inteligência competitiva? Para atingir estes objetivos serão discutidas duas formas de utilização de DGA: a primeira relaciona a possibilidade de utilização destas informações como insumos informacionais para sistemas de BI (reconhecidamente umas das ferramentas de IC) e a segunda em como dar sentido a estas informações no processo de monitoramento ambiental, que é a principal etapa de um processo de IC. Julga-se pertinente a proposta deste artigo, no formato de ensaio teórico, pois iniciativas para disponibilizar dados governamentais abertos (DGA), embora não sejam recentes, podem ser consideradas emergentes, ou seja, apenas nos últimos anos estão recebendo maior atenção e efetivamente sendo implementadas. As demais seções deste artigo estão estruturadas da seguinte maneira: na próxima seção apresenta-se a metodologia utilizada. Posteriormente no referencial teórico, são 3

4 abordados os temas inerentes à sustentação da proposta deste trabalho. No tópico 4 apresentase a uma breve análise da qualidade das informações disponíveis em DGA e sua relação com os requisitos para insumos informacionais, de forma que possam servir a sistemas de BI. No tópico seguinte (quinto tópico) demonstra-se uma proposta de como é viável a tarefa de fazer sentido a DGA, e no tópico seguinte finalmente as conclusões do trabalho. 2. Metodologia O presente artigo se baseia em uma abordagem teórica, na forma de ensaio, desenvolvido com o objetivo de demonstrar a potencialidade de dados governamentais abertos para atividades de monitoramento ambiental. O desenvolvimento de trabalhos científicos e/ou acadêmicos na área da Administração não costuma privilegiar ensaios teóricos. Segundo Boava et al. (2012), este fato se deve porque o campo de estudos em Administração é terreno fértil para pesquisas empíricas e teórico-empíricas, dado seu caráter positivista-funcionalista. Este fato pode ser facilmente comprovado ao realizar-se uma pesquisa nos trabalhos publicados em revistas e eventos brasileiros desta área. Segundo Bertero (2011) uma leitura mais detalhada nas dissertações, teses e demais trabalhos acadêmicos desta área também confirmam este fato. Ainda segundo este autor ensaios teóricos possibilitam uma ruptura no pensamento, pois não dependem de dados empíricos, que muitas vezes conduzem o trabalho para um final feliz, mesmo que seus resultados não tenham nada de relevante ou rejuvenescedor. Outros autores como Adorno (2003) apresentam a necessidade de produtivismo acadêmico como outro fator para justificar a falta de ensaios teóricos nos eventos acadêmicos da área de Administração. Desta forma fica claro que trabalhos acadêmicos na área de Administração recorrendo ao formato de ensaios teóricos são incomuns, embora no ensaio teórico o(s) autor(es) tenham a possibilidade de exporem suas idéias e conhecimentos sobre o tema escolhido. Bertero (2011) afirma que em trabalhos empíricos, mesmo que o pesquisador não tenha nada de relevante ou novo, ao abordar seus dados e resultados, seu trabalho estará realizado. Para Davis (1971) um artigo teórico pode ser considerado interessante desde que traga, entre outras características, uma argumentação lógica capaz de levantar a discussão e propor formas de enfrentamento de um problema. Whetten (1989) oferece algumas recomendações para avaliação de ensaios teóricos que podem servir de orientação para quem deseja escrever trabalhos teóricos com alguma relevância. Para este autor algumas questões devem ser perseguidas neste tipo de trabalho, entre estas destaca: O que tem de novo? Não precisa ser uma teoria totalmente nova, mas é necessário fazer alguma contribuição, seja modificando ou acrescentando algo de novo; E daí? Deve fazer referência ao impacto que os assuntos abordados no ensaio podem ter na prática; Por que assim? Fundamentação lógica convincente, os pressupostos precisam ser claramente apresentados; Por que agora? Verificar se a discussão é atual e finalmente; Quem se importa? Qual o interesse da comunidade acadêmica pelo assunto. 4

5 Entende-se que este trabalho atende aos requisitos acima colocados. Aborda um tema novo, ou seja, dados governamentais abertos, que recebe crescente atenção por parte de governos e sociedade, e começa a despertar também atenção da comunidade acadêmica (justificativas para estas afirmações ver seção 3.3). De outra parte contribui para o conhecimento na área de Inteligência Competitiva (IC) ao demonstrar a potencialidade de DGA para utilização nesta área. 3. Referencial teórico Nesta seção são apresentados e descritos os fundamentos teóricos que fundamentam a proposta do trabalho. Primeiramente aborda-se inteligência competitiva, monitoramento ambiental e considerações acerca de fazer sentido a sinais informacionais do ambiente externo. Após apresenta-se sistemas de Business Intelligence (BI). O tópico seguinte apresenta dados governamentais abertos (DGA), suas leis, princípios e possiveis impactos na sociedade. 3.1 Inteligência Competitiva - dificuldades para fazer sentido as informações ambientais Ansoff (1975) propôs que as organizações monitorassem seu ambiente competitivo, por meio da captação e interpretação dos sinais emitidos pelo ambiente externo. Segundo o autor estes sinais podem ser indicadores de ameaças e/ou oportunidades. Desde esta época diversos autores se debruçaram sobre como deveria ser desenvolvida esta atividade. Diante dessas premissas cunhou-se o termo Inteligência Competitiva (IC). Existem dezenas de conceitos para este termo, em uma definição bastante ampla pode-se afirmar que inteligência competitiva consiste na atividade de capturar e analisar informações do ambiente externo, de forma a transformar estas informações em conhecimento útil para a organização, de forma que a mesma possa obter e/ou manter uma posição de vantagem competitiva. Resumidamente um sistema de IC busca transformar informações em inteligência. Uma das principais tarefas da IC, se não a principal, é o monitoramento ambiental, que consiste da coleta e/ou aquisição de informações do ambiente externo. Entretanto não basta recolher ou buscar informações no ambiente, se estas não tiverem um correto entendimento de seu significado. Assim, uma das principais tarefas da etapa de monitoramento ambiental é entender (ou tentar entender) as informações do ambiente externo, esta tarefa recebe a designação de fazer sentido. Segundo Schoemaker e Day (2009) um dos grandes problemas nesta tarefa é que muitas vezes as pessoas trabalham pouco quando as informações não são familiares, sendo que exatamente nestas situações é que as informações deveriam merecer maior atenção. As pessoas tendem a buscar novas informações apenas para confirmar ou reforçar convicções anteriores, sem estar atento aos novos indicativos do ambiente. Ainda segundo estes autores alguns procedimentos devem ser utilizados para que a tarefa de fazer sentido possa ser desempenhada com maiores chances de eficiência, entre estes procedimentos destacam: refazer o modo de pensar aproveitando os pensamentos locais e/ou isolados; fazer uso de inteligência distribuída; utilizar conceitos de redes (clientes, fornecedores e outros), preferencialmente conectar redes e finalmente identificar áreas que podem emitir (ou emitem) sinais, estas áreas geralmente estão nas periferias das organizações. 5

6 Pelo exposto acima se pode perceber que efetivamente esta não é uma tarefa fácil, pois demanda além de capacidades técnicas (manipulação da informação), exige também mudanças comportamentais nos indivíduos que devem desempenhar esta atividade. 3.2 Business Intelligence Business Intelligence (BI) foi um termo criado no final da década de 1980 pelo Gartner Group. A razão para o surgimento deste sistema foi uma tentativa de resposta às transformações (em busca de maior competitividade) exigidas das organizações ao final da década citada. Atualmente estes sistemas fazem parte do arcabouço de ferramentas que podem ser utilizadas no processo de Inteligência Competitiva (IC), sua importância cresce pelas facilidades oferecidas pelo desenvolvimento tecnológico para manipulação de informações, em especial pela tecnologia da informação e comunicação (TIC). Um eficiente sistema de BI deve criar um ambiente onde as informações oriundas de fontes internas e/ou externas, possam sustentar de forma qualificada as decisões organizacionais, em especial as estratégicas. Segundo Kalakota e Robinson (2001), as organizações que adotam estes sistemas procuram uma melhor utilização de suas informações, através de uma filtragem e análise, e obtém como resposta a transformação de dados-informação-inteligência. Para Baumgartner et al. (2007) BI é um termo usado para designar um sistema para coletar, representar e analisar os dados de uma organização para apoiar a tomada de decisão. Existem outros conceitos para BI, segundo Turban, McLean e Wetherbe (2004) é um termo guarda-chuva que pode incluir ferramentas, bancos de dados e aplicações. Outro conceito pode ser encontrado em Shankar e Sharda (1997), que dizem que BI pode ser entendido como o processo de coleta, organização, análise, compartilhamento e monitoramento de informações que oferecem suporte a gestão de negócios. Assim como existem diversos conceitos para o termo, diversas são as vantagens apontadas pela utilização deste recurso. Na visão de Turban, McLean e Wetherbe (2004) os principais objetivos de um BI devem ser: permitir o acesso interativo aos dados, proporcionar a manipulação desses dados e fornecer aos gerentes e analistas de negócios a capacidade de realizar a análise adequada. Segundo Lönnqvist e Pirttimaky (2006) em um ambiente empresarial que exige cada vez mais decisões rápidas e precisas das organizações, estas necessitam de ferramentas que as ajudem sobrevier neste ambiente. Neste contexto os sistemas de BI tornam-se fundamentais e para estes autores podem ajudar as organizações apoiar as organizações de duas maneiras: ajudando a descobrir informações e conhecimentos relevantes em seu ambiente competitivo, especialmente com relação a seus clientes, fornecedores, competidores e demais questões econômicas e; organizando e sistematizando processos através dos quais a organização possa adquirir, armazenar, analisar e disseminar informações, tanto de seu ambiente interno, mas também externo, de forma que seus gestores possam melhorar suas decisões. 6

7 Com o advento da internet, esta se tornou uma importante fonte de informações para as organizações, para alguns autores esta tecnologia tem capacidade para revolucionar a forma como as organizações buscam e utilizam informações para suas atividades, em especial para a captura e monitoramento de informações externas. Para Almeida e Moreira (2007) a disseminação da internet proporciona uma quantidade de fontes de dados, que quando bem aproveitadas podem trazer resultados positivos ou evitar surpresas negativas para as organizações. 3.3 Dados Governamentais Abertos - DGA Sempre foi possível aos governos publicarem dados na Internet, bem como publicar estes dados em qualquer formato. Utilizando estes recursos é possível realizarmos transferências entre base de dados, downloads de arquivos e outras transações. Todas estas são maneiras/formas de publicar dados governamentais, entretanto dados governamentais abertos (DGA) significam a disponibilização de informações em formato aberto, de forma que possam ser reutilizadas e combinadas por participantes da sociedade de forma a gerar novas utilidades e funções, (ABERTOS, 2011). Em iniciativas de DGA o objetivo principal não é o de oferecer produtos e/ou serviços (aplicativos) prontos para o uso da sociedade, mas sim possibilitar a essa acesso a base de dados governamentais, este fato condiciona o interesse da sociedade às ações do governo. Sendo este (governo) o detentor das informações e o patrocinador destas iniciativas, deverá relacionar-se com todas as instâncias da sociedade para alcançar seus objetivos. Iniciativas para disponibilizar dados governamentais abertos (DGA), embora não recentes - especialmente na Europa e América do Norte tiveram nos últimos anos da década passada um apelo maior. Neste período estão sendo acompanhadas de uma maior normatização, legislação e outras formas de incentivo (OBAMA, 2009; KALAMPOKIS e TAMBOURIS, 2011; FIORETTI, 2011). Assim, este tema assume rapidamente importante papel no cenário público. Aproximadamente uma centena de países já desenvolvem iniciativas com dados governamentais abertos. É plausível supor que novas exigências (políticas, legais, sociais e até mesmo tecnológicas) devem propiciar terreno fértil a estas iniciativas. Outro aspecto importante com relação ao tema, é que, talvez, pela primeira vez a sociedade possa fazer uso das informações públicas para fins econômicos, além das tradicionais iniciativas para promoção de maior cidadania e controle do governo. Entretanto existem algumas premissas básicas para que os dados disponibilizados estejam coerentes com o conceito de dados abertos, sendo estas são compostas das três leis e oito princípios de dados abertos, conforme explicitado nos Quadros 1 e 2. 7

8 Quadro 01 - Três leis de dados abertos. Item Significado Disponibilidade e acesso Estar totalmente disponível na internet, custo acessível e formato que permite sua reutilização. Reuso e redistribuição Além de poder ser reutilizado seu formato deve permitir o cruzamento com outros dados. Participação universal Estar disponível para todos sem restrição de nenhuma espécie. Exemplo: uso somente para fins educacionais. Fonte: Estas três leis de Dados Aberto, foram definidas em: EAVES, D. The three laws of open government. Disponível em: Item Completo Primários Atuais Acessíveis Compreensíveis máquinas. Não discriminatórios Não proprietários Livres de licenças Quadro 02- Oito princípios de dados abertos. Significado Todos os dados públicos (legalmente permitidos) devem estar disponíveis. Com o maior nível possível de granularidade, ou seja, sem agregação ou manipulação. Exemplo; Não divulgar um gráfico, mas sim os dados deste gráfico. Quanto mais atualizados melhor a qualidade e utilidade. Disponível para todos os interessados, sem restrições. por Estruturados em formatos que possam ser reaproveitáveis. Livre de procedimentos que impeçam ou dificultem o acesso aos dados (exemplo: cadastro pago). Não devem ter controle exclusivo de uma organização Não devem estar submetidos a copyrights, patentes, marcas registradas ou outro tipo de regulação. Fonte: Estes oito princípios foram definidos em Grupo denominado OpenGovData. Eight principles of open government data. Disponível em: Os objetivos de um programa de dados abertos podem ser resumidos em compartilhar suas bases de dados, de forma a possibilitar uma maior/melhor transparência aos serviços públicos e possibilitando a geração de novos produtos e serviços através da interação e criatividade da sociedade (entre seus membros e organizações) e entre esta e o governo. Inegavelmente a primeira ideia vislumbrada da utilização de dados governamentais pela sociedade é para fins de transparência e controle dos atos do governo. Com o conceito de dados abertos uma nova possibilidade surge neste cenário. Pela primeira vez, talvez, é possível a sociedade criar novos produtos e serviços, úteis para a própria sociedade a partir de dados governamentais, assim surge à possibilidade da geração de novas atividades econômicas. Além deste enfoque a utilização de dados abertos pela sociedade pode contribuir para a melhor eficiência dos governos, através do feedback que este pode obter de suas informações e respectivos usos (ou utilidades) pela sociedade. Este fato pode ser confirmado quando Diniz (2010), afirma que a disponibilização de dados governamentais abertos permite que as informações sejam utilizadas da maneira e conveniência dos interessados, visando agregar mais valor aos dados. Estas novas 8

9 possibilidades devem impactar a capacidade inovativa, interação com conhecimento e trabalho colaborativo, com uso intensivo das tecnologias de informação e comunicação, em especial através da Internet. Entretanto os governos devem estar atentos à capacidade de entendimento destes dados pela sociedade. Não basta disponibilizar os dados, é necessário que a sociedade seja capaz de entender o efetivo significado dos mesmos. Muitos dados governamentais, se não a grande maioria, são de entendimento difícil para usuários leigos. É plausível supor as dificuldades enfrentadas por este usuário para entender e fazer uso destes dados. Esta preocupação fica evidente em W3C (2009) quando relata que uma das três preocupações dos governos com dados abertos deve ser a de promover a capacitação para o uso das tecnologias de dados abertos. Esta capacitação deve ser desenvolvida tanto do ponto de vista interno como externo. Internamente os governos devem preparar profissionais que sejam capazes de interagir com diversas bases de dados, com tecnologias variadas visando publicar estes dados em formato aberto. Externamente visando capacitar atores da sociedade interessados nestes dados. Ao promover um maior entendimento do significado dos dados, tanto internamente como externamente, dois grandes fatores inibidores da utilização deste conceito começam a ser diminuídos: a sociedade, apartir deste entendimento, sente-se mais apta e compreende a utilidade destes dados e resistências internas (em órgãos governamentais) quanto à divulgação destes dados podem ser diminuídas. Pelo exposto acima se percebe facilmente a grande potencialidade de dados abertos, especialmente pelo seu formato que permite a utilização dos dados/informações sem que seja necessária a introdução (redigitação) dos mesmos em aplicativos desenvolvidos pela sociedade e organizações interessadas nestes. 4. Proposta de Utilização - BI X dados abertos Neste tópico espera-se atingir o primeiro objetivo do trabalho, isto é, evidenciar que os dados disponíveis em formato aberto, contem requisitos desejados de qualidade de informação. Desta forma podem ser utilizados como insumos informacionais para sistemas de BI (reconhecidamente umas das ferramentas de IC). Para isto realiza-se uma comparação das leis e princípios de dados abertos com requisitos exigidos como qualidade da informação e posteriormente se demonstra dois exemplos de informações disponíveis em formato aberto e como estas poderiam ser utilizadas (monitoradas por máquinas) em sistemas de BI. 4.1 Insumos Informacionais para Sistemas de Informação Antes de propor que uma plataforma tecnológica sirva de fontes de recursos informacionais para um sistema, deve-se verificar a pertinência da qualidade de suas informações. Existem diversas propostas de modelos de qualidade de informação, alguns destes modelos também são denominados de dimensões de qualidade da informação. Neste artigo será apresentado um destes modelos e em seguida será realizada uma análise das dimensões e/ou requisitos apresentados do referido modelo comparado com as leis e princípios de dados abertos (apresentados nos quadros 01 e 02). Esta análise é realizada com a finalidade de 9

10 verificar se informações provenientes de dados governamentais abertos tem condições suficientes, em nível de qualidade, para abastecerem sistemas de informação, em especial sistemas de Business Intelligence (BI). As dimensões discutidas neste artigo são baseadas no modelo PSP/IQ (Product and Service Perfomance Model for Information Quality) apresentado no trabalho de Kahn et al. (2002), conforme demonstrado no quadro 03. A escolha por este modelo é justificado pela sua relevância no contexto de qualidade da informação e por já ter sido utilizado em outros trabalhos que enfocavam a relação qualidade da informação em dados abertos, tais como (ARAUJO, et al., 2012; GERMANO e TAKAOKA 2012). Quadro 03 Dimensões e atributos de uma boa informação. Dimensões Definições, com relação a informação Acessibilidade Disponibilidade e facilidade de recuperação da informação. Quantidade Volume adequado ao trabalho. Credibilidade Informação considerada verdadeira e confiável. Completude Quando não há falta de informação e a informação disponível tem profundidade e amplitude suficientes para o trabalho. Concisão Quanto a informação é representada de forma concisa. Consistência Informação sempre apresentada no mesmo formato. Facilidade de uso Facilidade para manipulação e ser usada em diferentes tarefas. Livre de erros Quando é correta e confiável. Interpretabilidade É clara, apresentada em linguagem, unidades de medida e símbolos apropriados. Objetividade O quanto à informação é imparcial e não tendenciosa. Relevância O quanto à informação é aplicável e útil ao trabalho. Reputação Valorizada conforme a fonte. Segurança Acesso apropriadamente restrito e por isso seguro. Atualidade Suficientemente atualizada para o trabalho. Entendimento Facilmente compreendida. Valor Adicionado Seu uso gera benefícios e vantagens. Fonte Autores do trabalho e adaptado Araújo et al, (2012). A partir do modelo acima foi gerado o quadro 04. Neste quadro são comparadas as dimensões de qualidade da informação do modelo às leis e princípios de dados abertos. Quadro 04 Dimensões qualidade informação X leis e princípios de dados abertos. Dimensões (do quadro 03) Leis e princípios de dados abertos referenciam esta dimensão (quadro 01 e 02) Acessibilidade Atendida pela primeira lei, também pelo quarto, sexto, sétimo e oitavo principio. Quantidade Atendida pelo primeiro principio, mas como os dados não estão agrupados (consolidados) pode ser necessário trabalho adicional para atender integralmente esta dimensão. Credibilidade Informações governamentais devem ter credibilidade e confiabilidade. Fonte segura. Completude Atendida pelo primeiro e segundo princípios. Concisão Atendida pelo segundo principio. 10

11 Consistência Facilidade de uso Livre de erros Interpretabilidade - * Objetividade Atendida pelo segundo principio. Atendida pelo quinto principio. Atendida pelo segundo principio. Atendida parcialmente pelo segundo e oitavo principio. Informações governamentais devem ter credibilidade e confiabilidade. Relevância O governo deve disponibilizar todas suas informações, desata forma a sociedade pode escolher quais informações são relevantes para sua atuação. Reputação Como são informações governamentais, devem ter credibilidade e confiabilidade. Fonte segura. Segurança -** Diversas leis e princípios propagam o acesso universal a informação de dados abertos. Atualidade Atendida pelo terceiro principio. Entendimento - *** Atendida parcialmente pelo segundo principio. Valor Adicionado Talvez não seja atendida na forma bruta de disponibilização dos dados, conforme recomenda o segundo principio. O primeiro principio recomenda a disponibilização de todos os dados, esta dimensão pode ser atendida com trabalho adicional. Fonte Autores do trabalho e adaptado de GERMANO e TAKAOKA (2012). Conforme apresentado no quadro 04, grande parte das exigências de qualidade da informação é atendida pelas recomendações das leis e princípios de dados abertos. Entretanto algumas ressalvas devem ser realizadas com relação às seguintes dimensões: Interpretabilidade as informações devem ser apresentadas em formato bruto. Este fato pode prejudicar a interpretabilidade, pois muitas informações desta forma podem parecer sem contexto para usuários leigos em termos técnicos governamentais. Segurança o requisito desta dimensão exige que o acesso seja restrito. Este fato contraria as leis e princípios de dados abertos. Entendimento assim como na dimensão interpretabilidade, o fato das informações serem disponibilizadas em seu formato bruto, pode ocasionar problemas de contextualização das mesmas. Informações em formato bruto, muitas vezes necessitam sofrer um processo de agregação e/ou serem combinadas com outros dados, no intuito de gerar novas informações que tenham algum significado. Este fato pode prejudicar o entendimento das mesmas, dependendo da transformação que estas sofrerem durante este processo. Apesar destas ressalvas entende-se que dados abertos oferecem condições satisfatórias de qualidade com relação à informação, para servirem de subsídios informacionais para sistemas de informação, em especial sistemas de Business Intelligence, e desta forma colaborar no processo de inteligência competitiva. 4.2 BI versus dados governamentais abertos potencialidades para utilização No item acima se demonstrou a pertinência com relação a critérios de qualidade da informação da plataforma de dados abertos. Neste item através de dois exemplos, procura-se demonstrar a pertinência da utilização de dados abertos como insumos informacionais para 11

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