Metadados em Business Intelligence Estado da Arte

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Metadados em Business Intelligence Estado da Arte"

Transcrição

1 Metadados em Business Intelligence Estado da Arte André Alexandre Santos Simões - N o Dissertação para obtenção do Grau de Mestre em Engenharia Informática e de Computadores Orientador: Prof. Helena Galhardas Fevereiro de 2008

2 Resumo A necessidade de guardar e de disponibilizar informação é uma actividade tão antiga como o aparecimento da primeira biblioteca. Com a utilização de tecnologias mais actuais, como a Internet, o número de utilizadores aos quais é necessario disponibilizar informação aumentou substancialmente. Mais recentemente, a introdução dos Sistemas de Informação (SI) na vida activa das organizações passou a ser uma fonte crucial de informação. O conjunto de ferramentas utilizado para construir e operar os SI é diverso e heterogéneo, tendo cada ferramenta um objectivo diferente como, a modelação dos sistemas operacionais, o desenvolvimento dos processos de carregamento, extracção e transformação (ETL) das Data Warehouses e dos processos de análise de dados e, finalmente, os mecanismos de Reporting. Tendo cada uma destas ferramentas uma lógica e objectivos difererentes, geram inevitalmente uma representação diferente dos dados com os quais operam. Na área de Business Intelligence, torna-se necessária a gestão e integração de todo o conjunto de ferramentas que constituem estes sistemas. Esta integração permite obter uma visão global e estruturada dos mesmos tendo como objectivo principal, possibilitar tarefas de gestão mais eficientes. Devido à complexidade destes sistemas e, ao conjunto diverso de ferramentas utilizadas, a tarefa de integração destes não é trivial. Para este efeito, é necessário recorrer a um nível de detalhe superior aos dados de modo a tornar esta tarefa possível. Os dados de um nível superior sobre um conjunto de dados, denominam-se por metadados. Com este artigo pretende-se mostrar o estado actual das ferramentas existentes que permitem fazer a gestão de metadados entre aplicações de um sistema de Business Intelligence. Palavras chave: Dados, Informação, Metadados, Ferramentas, Data Warehouse, Business Intelligence 1 Introdução Um dos factores de sucesso mais importantes actualmente em todos os campos da actividade humana é a existência de informação [9]. A informação é, geralmente, proveniente de várias fontes e é necessário um trabalho de integração e ajuste, ao nível de detalhe necessário para suportar os processos de tomada de decisão. O modo como a informação está estruturada é passível de mudança durante o seu ciclo de vida, devido a factores como a mudança de estratégia de negócio ou alterações nas aplicações. Todavia, é necessário manter a sua completude e correspondência com o ambiente onde se encontra, assim como a sua entrega aos utilizadores num curto espaço de tempo. A recente problemática levantada em torno da gestão, documentação e disponibilização da informação aos seus utilizadores, tem sido alvo de preocupação por parte da globalidade das empresas e têm sido realizados esforços para a resolver [8]. Num contexto de tratamento e análise de informação, surge a área de Business Intelligence. Esta área é caracterizada por tratar um volume de informação elevado, com fim ao suporte de processos de tomada de decisão numa empresa. De modo a atingir este fim recorre a sistemas de Data Warehousing. Tipicamente, um sistema de Data Warehousing é constituído por: sistemas operacionais, Data 1

3 Warehouses, um conjunto de processos que permitem extrair e transformar os dados dos sistemas operacionais e carregá-los nas Data Warehouses (ETL) e um conjunto de ferramentas que permitem fazer análise dos dados e, apresentá-los aos utilizadores. Nestes sistemas existem elementos estruturais (tabelas, relações, formulários, etc.) passíveis de mudança e, com necessidade de serem documentados que se encontram nas ferramentas e tecnologias utilizadas para os implementar (ferramentas de ETL, bases de dados, etc.). Como exemplo destas ferramentas temos, entre outras, o Sybase PowerDesigner 1, o IBM WebSphere DataStage 2 e o MicroStrategy 3 que são, respectivamente, ferramentas de modelação, desenvolvimento de processos ETL e Reporting. À medida que este tipo de sistemas se torna mais complexo, torna-se também igualmente complexa a actividade de gerir todas as suas componentes e garantir que estas cumprem os objectivos para o qual foram desenhadas e implementadas. Torna-se necessário obter uma visão global destes sistemas, ou seja, integrar todas as suas componentes de forma a observá-las como um todo. Esta visão global facilita não só a sua documentação (visto existir uma centralização das suas componentes), como também permite determinar a origem de um determinado conjunto de dados, as transformações aos quais estes são submetidos e analisar o impacto de alterações a estes sistemas antes de serem efectuadas. Embora esta integração pareça uma tarefa simples, todas as ferramentas que constituem um sistema desta natureza, geram um conjunto de representações diferentes das estruturas com as quais operam, sendo suficientemente heterogéneas para dificultar a sua integração. As dificuldades de integração deste tipo de ferramentas têm sido um dos problemas mais discutidos actualmente e, levaram ao aparecimento de um conjunto de standards que têm sido suportados pelos distribuidores destas aplicações. O Common Warehouse Metamodel (CWM) é um exemplo deste tipo de standards contudo, ainda não implementado por todas as ferramentas desta natureza. Estes standards baseiam-se na definição de modelos comuns de informação sobre um conjunto de dados - os metadados - que abrangem as estruturas das diversas componentes do Data Warehousing. No resto do artigo será feito um resumo do panorama geral dos metadados, na área de BI, e das ferramentas que permitem a sua gestão. Este artigo está organizado da seguinte forma. Na Secção 2 é apresentada uma definição de metadados. Na Secção 3 são descritos os metadados no contexto de Business Intelligence, nomeadamente nos sistemas de Data Warehousing. Na Secção 4 é introduzido o Common Warehouse Metamodel. Na secção 5 é efectuada uma comparação de ferramentas de gestão de metadados existentes no mercado. Na Secção 6 é apresentado o estado actual da dissertação. Na Secção 7, são tiradas algumas conclusões sobre o estudo efectuado

4 1.1 Enquadramento Esta dissertação de mestrado teve origem numa proposta da Portugal Telecom - Sistemas de Informação 4 (PT-SI), na qual se revelou o interesse de gerir os metadados referentes a um projecto de Business Intelligence. O objectivo desta dissertação é, o de integrar os metadados referentes ao projecto BIIO 5 de uma forma centralizada, de modo a que, seja possível determinar a origem e transformações a que os dados são sujeitos no contexto de Data Warehousing. Como resultado desta integração, será possível prever o impacto que alterações estruturais na origem dos dados têm em todo o processo. Esta integração será efectuada com base nas ferramentas Sybase PowerDesigner, o IBM WebSphere DataStage e o MicroStrategy. Desta integração, resultará um repositório de metadados modelado com base no CWM, no qual se irão efectuar interrogações a partir de uma aplicação externa, de modo a, com base nas relações determinadas pelos metadados, determinar o seu percurso e transformações a que são submetidos e, com base nessa informação, simular alterações na origem dos dados e determinar o seu impacto nesse percurso. 2 Metadados A existência de metadados é tão antiga quanto a existência de descrição de um objecto. Na sua definição mais simples, denominam-se por metadados o conjunto de informação sobre um conjunto de dados. A existência de dados sobre um conjunto de dados permite documentá-los (ou descrevê-los), tornando assim possivel a todos os seus utilizadores compreender a sua essência e contextualização. A possibilidade de utilizar os metadados como uma fonte de documentação é uma mais-valia para, por exemplo, a documentação técnica de um projecto organizacional. Vejamos um exemplo simples, considerando o seguinte conjunto de dados: 2910, Numa primeira análise, os dados representados carecem de significado e podem ser apenas um conjunto de caracteres escritos de uma forma aleatória. Contudo, podemos atribuir significado a estes números da seguinte forma: Código postal: 2910 Número de telemóvel: Com estes novos dados sobre os dados existentes - designados por metadados - é possível entender o significado dos dados anteriores. No entanto, é fácil imaginar que estes dados poderão ter outro significado, veja-se: Código de empregado: 2910 Código de armazém: Do exemplo anterior podemos concluir que o significado de um conjunto de dados depende do contexto em que forem inseridos, ou seja, o conjunto de metadados aos quais estão associados e que lhes 4 5 Business Intelligence em Indicadores Operacionais 3

5 atribuem sentido. Podendo não ficar satisfeitos com esta descrição básica sobre o conjunto de dados inicial, é possível adicionar mais informação tornando-a mais completa e a um nível de granularidade tão refinado quanto se queira. Por exemplo: Código de empregado: 2910 Cadeia de caracteres constituída por 4 dígitos de 0-9 Código de armazém: Cadeia de caracteres constituída por 9 dígitos de 0-9 Do exemplo anterior, observamos que, ao adicionar mais níveis de detalhe a um conjunto de dados, a sua qualidade aumenta. Finalmente, os metadados podem ainda ser agregados a vários níveis. Considere-se o seguinte conjunto de metadados que definem, a nível abstracto, um possível cliente de uma empresa: Código de cliente, Nome, Idade, Morada, Telefone de contacto, Código Postal, Filiação, Número do bilhete de identidade, Número de informação fiscal Considerando este conjunto de metadados podemos, por exemplo, construir as agregações apresentadas na Tabela 2.1. Sendo estas três agregações sobre o conjunto de metadados iniciais, apenas a título de exemplo, é trivial concluir que existem tantas agregações quanto aquelas que façam sentido no contexto em que os metadados estão inseridos. Dados pessoais Dados de contacto Dados internos Nome Nome Nome Idade Morada Código de cliente Filiação Telefone de contacto Número do bilhete de identidade Número de informação fiscal Tabela 2.1: Exemplo de agregação de metadados Os metadados podem ser ainda classificados em três tipos distintos [4]: descritivos, estruturais e administrativos. Os metadados descritivos descrevem recursos tendo com objectivo da sua descoberta e identificação. O exemplo seguinte mostra este tipo de metadados: Nome: José Manuel Alberto Custódio Os metadados estruturais indicam como objectos compostos se relacionam entre si, como por exemplo os elementos de um DTD (Document Type Definition) de um documento XML que indicam como os elementos do documento se relacionam e estão estruturados. Os metadados administrativos contêm informação de suporte à gestão de um recurso. São compostos por informação técnica e permissões/regras de acesso (por exemplo, direitos de propriedade intelectual) e correspondem à informação necessária sobre um recurso de modo a facilitar a sua gestão. O exemplo seguinte descreve este tipo de metadados: Tipo de compressão do ficheiro: ZIP 4

6 3 Metadados em Business Intelligence O Business Intelligence (BI) é um termo utilizado para descrever um conjunto de aplicações, tecnologias e práticas que, agregam e analisam informação [11] com fim ao suporte dos processos de tomada de decisão [7]. O conceito de Business Intelligence tem origem conhecida na IBM e, a primeira referência a este termo data de 1958 [3], altura na qual se começaram a evidenciar a falta de meios de suporte a um crescimento abrupto na quantidade de informação disponível. Neste contexto, o termo Intelligence aplica-se à compreensão de relações entre factos de modo a atingir um determinado objectivo [3]. A economia actual baseia-se essencialmente em informação e, a análise e compreensão, eficientes e correctas desta representam uma vantagem competitiva importante para as organizações. A necessidade de fazer fluir atempadamente a informação para as pessoas correctas tornou-se um objectivo de alta prioridade. De modo a possibilitar este tratamento de informação, os sistemas de Business Intelligence recorrem a diversos tipos de tecnologias, tendo uma arquitectura típica (representada na Figura 3.1) constituída por: sistemas operacionais (fontes dos dados), processos de extracção, transformação e carregamento de dados (ETL), Data Warehouses, ferramentas de análise OLAP 1, ferramentas de Data Mining e ferramentas de Reporting. Figura 3.1: Arquitectura típica de BI Estas tecnologias são desenvolvidas por um conjunto de ferramentas diversificado que tratam de problemas como o carregamento de dados, a persistência e a sua posterior análise. A complexidade de um sistema desta natureza cresce proporcionalmente ao número de fontes de dados, o seu grau de heterogeneidade e o numero de aplicações necessárias para a sua concepção [10]. Nestes sistemas, os metadados têm um papel fundamental da documentação e descrição de todas as estruturas que os constituem, desde as fontes de dados, aos dados armazenados, à forma como estes se relacionam entre si ou como são calculados até à forma como são apresentados ao utilizador final. Num ponto de vista operacional, a existência de sistemas desta complexidade num ambiente organizacional (que está em costante mudança e alinhamento com as necessidade do negócio) levanta problemas de gestão de alterações e de manutenção destes. As ferramentas utilizadas têm, na sua generali- 1 Online Analytical Processing 5

7 dade, modelos e representações diferentes para as estruturas de dados que tratam e, é necessário um trabalho dispendioso para identificar problemas e o local necessário para efectuar alterações. Deste modo, é fácil perceber a importância de estruturas como os metadados, nomeadamente a sua gestão, de modo a diminuir a complexidade destes sistemas visto servirem como fonte de documentação acerca da estrutura, desenvolvimento e utilização de uma Data Warehouse. Como exemplo deste problema, considere-se um sistema de BI constituído por: sistemas operacionais, uma data warehouse e uma ferramenta OLAP/Reporting. Estas três componentes são modeladas e desenvolvidas por três ferramentas diferentes, considerando para este exemplo: o Sybase PowerDesigner, como ferramenta CASE 2 de desenho dos modelos dos sistemas operacionais e da data warehouse, o IBM WebSphere DataStage, como ferramenta de desenvolvimento dos processos ETL e o MicroStrategy como ferramenta de OLAP/Reporting. Estas três ferramentas geram metadados heterogéneos, nomeadamente: (i) metadados sobre os processos de ETL; (ii) metadados relativos à estrutura relacional dos sistemas operacionais; (iii) metadados sobre o modelo multidimensional da Data Warehouse; (iv) metadados relativamente aos processos analíticos. Considerando que durante o tempo de vida deste sistema, algumas mudanças estruturais são necessárias, por exemplo, no conteudo da origem dos dados provenientes dos sistemas operacionais, ou da inclusão de uma nova dimensão no modelo multi-dimensional da Data Warehouse. Consequentemente, é necessário verificar todas as mudanças necessárias efectuar no sistema de modo a manter a sua consistência e funcionalidade. A esta tarefa, dá-se o nome de análise de impacto. Para este efeito é necessária uma visão global do projecto sendo necessária, consequentemente, uma integração das ferramentas que o constituem, nomeadamente, a centralização num formato standard e homogéneo dos dados sobre as estruturas sobre os quais cada ferramenta opera e as relações existentes entre eles, ou seja, os metadados. De forma a atingir este objectivo são necessários formatos homogéneos de representação de metadados, nomeadamente, standards como será visto na Secção 4. No contexto particular de data warehousing os metadados podem ser divididos segundo dois grupos distintos dependendo do tipo de utilização, nomeadamente: metadados técnicos e metadados de negócio [10]. Os metadados técnicos correspondem a metadados produzidos por administradores de bases de dados ou pelos componentes de software que compoêm a data warehouse e compreendem informação sobre a definição de interrogações, configurações, direitos de acesso e informação relativa ao desempenho ou relatórios de execução. Exemplo deste tipo de metadados são a definição de tabelas e colunas de uma base de dados. Os metadados de negócio correspondem a informação sobre conceitos de negócio e terminologias utilizadas no contexto onde a data warehouse se encontra inserida. Este tipo de metadados refere-se a, por exemplo, calculos de lucro de uma empresa ou à descrição do que é considerado um cliente. Podem ser ainda encontradas algumas referências a um terceiro tipo de metadados neste contexto, os metadados operacionais. Estes metadados referem-se a um pequeno sub-conjunto dos metadados técnicos que correspondem à informação de desempenho e execução. 2 Computer-Aided Software Engineering 6

8 4 Common Warehouse Model O Common Warehouse Model (CWM) é uma especificação que descreve objectos e as respectivas relações entre estes num contexto de Data Warehousing [1][5]. Como referido na Secção 3, os sistemas de Data Warehousing são uma componente fundamental num ambiente de BI e, são constítuidos por um conjunto diversificado de ferramentas. A proliferação em massa destas ferramentas, tem implicado um aumento das representações e tratamento dos metadados [6], revelando-se bastante problemática no que diz respeito à integração destas. Com o actual crescimento dos sistemas de Data Warehousing e o aumento de complexidade associado é necessário, cada vez mais, ter uma visão global destes sistemas de modo a facilitar a sua gestão, ou seja, é necessário integrar todas as ferramentas que os constituem. Esta integração permite antecipar alterações e, analisar o impacto destas num sistema desta natureza visto, existir um conjunto de informação centralizado de todos os metadados referentes a estes. Embora esta pareça uma tarefa simples, a existência de representações heterogéneas de metadados entre aplicações dificulta o processo de centralização destes, sendo necessário um tratamento diferente dos dados provenientes de cada aplicação, tendo um impacto negativo nos custos e disponibilidade temporal necessário para ser concluído. Figura 4.1: O metamodelo CWM Com o objectivo de solucionar a heterogeneidade entre aplicações num contexto de Data Warehousing, o grupo OMG [5] desenvolveu o CWM como uma framework de intercâmbio de metadados entre estas. O metamodelo introduzido pelo CWM (representado na Figura 4.1) consiste num conjunto de sub-metamodelos que representam os metadados mais comuns nas áreas que o Data Warehousing abrange. Como exemplo prático da aplicação do CWM, seguindo o exemplo apresentado na secção 3, utilizando o metamodelo do CWM, nomeadamente os sub-modelos que representam estruturas relacionais (o sub-modelo Relational) e multidimensionais (o sub-modelo Multidimensional), dados sobre transformação de dados de forma a representar os processos ETL (o sub-modelo Transformation) e dados sobre relatórios e processos analíticos (sub-modelos OLAP e Information Visualization), é possível modelar um repositório centralizado de metadados com uma estrutura homogénea bem conhecida e documentada. 7

9 Com este repositório centralizado de metadados sobre toda a data warehouse é possível utilizar a representação estrutural de todo o sistema de forma a analisar o impacto de algumas mudanças estruturais. Por exemplo, utilizado a informação sobre o modelo relacional dos sistemas operacionais e do modelo multidimensional da data warehouse é possível, utilizando o modelo transformation, efectuar interrogações ao repositório de metadados de modo a: (i) Determinar a origem de um determinado elemento da data warehouse e todas as transformações a que foi submetido; (ii) Utilizar essa informação para simular uma alteração e verificar todas as mudanças necessárias para tornar o sistema consistente no contexto dessa mudança. Entre outras aplicações, podemos referir a utilização do repositório para fins estatísticos ou como a documentação de todo o sistema. 5 Ferramentas de Gestão de Metadados em Business Intelligence No mercado actual existem diversas ferramentas que efectuam gestão de metadados. Em geral, esta funcionalidade faz parte do portfólio das ferramentas que efectuam integração de dados. Num recente relatório do Gartner Group [2] sobre ferramentas de integração de dados, a IBM 1 e a Informatica 2 são classificadas como as empresas actualmente lideres do mercado de ferramentas de integração de dados. As duas empresas são classificadas como tendo maior número de clientes e maior flexibilidade nos seus produtos, nomeadamente o Informatica Power Center e os produtos da família IBM Websphere. Seguindo de perto estas duas empresas líderes encontramos a Microsoft 3, a Business Objects 4 e a Oracle 5. Estas últimas são classificadas como adversárias (do inglês challenger) devido à falta de flexibilidade das suas implementações ou seja, demasiada especificidade a um determinado ambiente dos produtos oferecidos. Por fim, das empresas com o menor (ou mais fraco) posicionamento no mercado nesta área podem-se destacar a Sybase 6 e a SAS 7 que ainda se encontram numa fase bastante prematura de oferta de produtos desta natureza. Seguidamente, analisaremos, do ponto de vista de gestão de metadados, as ferramentas com um maior impacto no mercado de integração de dados, nomeadamente, o Informatica Powercenter Metadata Manager,o Business Objects Metadata Manager o IBM Metadata Workbench, o ASG Rochade, o Oracle Warehouse Builder, a família de produtos SAS que suportam, no seu conjunto, a gestão de metadados (SAS Metadata Server, SAS Enterprise Data Integration Server e SAS Data Integration Studio) e, por fim, representando a Microsoft num campo ainda pouco explorado por esta, os Microsoft SQL Server Integration Services (SSIS). Esta análise foi efectuada através do estudo comparativo dos folhetos informativos de cada ferramenta (do inglês Data Sheet) disponibilizados nas web, sendo restrita à informação aí disponibilizada

10 Identificaram-se características destas aplicações (representadas na Tabela 5.1) que permitem caracterizálas de uma forma mais geral, e de um ponto de vista mais focalizado na gestão de metadados. Nomeadamente, de um uma forma geral podem-se caracterizar estas ferramentas segundo: (i) O tipo de interface, nomeadamente se possui uma interface própria ou, se as funcionalidades são disponibilizadas através de um simples browser facilitando o processo de instalação. (ii) O tipo de arquitectura utilizada para a sua instalação. Foram identificadas três tipos de arquitecturas: (a) Cliente/servidor, sendo ambos os produtos (aplicação cliente e aplicação servidor) distribuidos separadamente, contudo ambos necessários para se obter a funcionalidade desejada. (b) Plug-in, fazendo parte de um pacote de distribuição mais generalidado. (c) Standalone, sendo ferramentas completas e auto-suficientes. (iii) Existência de controlo de versões, permitindo uma melhor gestão de ambientes que sofrem modificações frequentes, sendo mais susceptiveis de erros. De um ponto de vista focalizado na gestão de metadados foram identificadas as seguintes características: (i) O suporte à proveniência de dados (Data Lineage), permitindo analisar a origem de todos os dados de um projecto, incluindo as transformações a que são submetidos. (ii) O suporte à análise de impacto a mudanças nos sistemas, permitindo observar as consequências de alterações a elementos do caminho dos dados, podendo antecipadamente prever todas as alterações necessárias a um projecto. (iii) O suporte do CWM, possibilitando futuramente, uma integração facilitada deste tipo de ferramentas com outras que necessitem dos dados com os quais estas operam. É uma característica fundamental num ambiente em que é necessária a troca de informação entre ferramentas de diversos distribuidores e que são potencialmente heterogéneas entre si. (iv) Suporte de extracção de metadados de ferramentas de outros distribuidores (em formato proprietário). Este tipo de funcionalidade permite integrar ferramentas que não implementam standards como o CWM, sendo necessário recorrer a transformações de dados que obedecem a um formato proprietário para o formato da ferramenta de gestão de metadados. Este suporte de integração de ferramentas encontra-se sob três formas: (a) É incluido na própria aplicação. (b) É opcional, e é necessário comprar adicionalmente os modulos para as ferramentas específicas. (c) É suportado utilizando ferramentas terceiras. É importante referir que de todas as aplicação analisadas o Oracle Warehouse Builder é também uma suite completa de modelação que permite criar uma Data Warehouse como um todo desde os processos ETL até ao esquema multidimensional da base de dados. 6 Estado Actual da Dissertação 9

11 No âmbito da dissertação e, até à data de submissão deste artigo, foram tratados os seguintes pontos: (i) Foi efectuada uma investigação sobre o estado actual da gestão de metadados; (ii) Auto-formação nas ferramentas que são a base da integração proposta nesta dissertação; (iii) Extracção dos metadados existentes nestas ferramentas que representam todo o processo de Data Warehousing do projecto BIIO na PT-SI; (iv) Estudo das ferramentas existentes no mercado de gestão de metadados; (v) Elaboração deste documento. Posteriormente à elaboração e submissão deste documento, será iniciada uma fase mais prática da dissertação, que envolve: (i) A implementação do repositório centralizado de metadados; (ii) A definição de interrogações a efectuar sobre o repositório; (iii) A implementação de uma aplicação, numa linguagem de programação a definir, que utiliza o repositório de metadados para efectuar análises de impacto a alterações das fontes de dados do sistema; (iv) A documentação de todo o sistema implementado. 7 Conclusões Neste artigo, foi apresentada uma visão geral do estado actual da arte de metadados em BI. Em particular, apresentou-se uma definição de metadados e explicada a sua importância. Demonstrámos a importância dos metadados no contexto de BI e a sua aplicação em Data Warehousing. Foi apresentado o metamodelo CWM como standard de intercâmbio de metadados entre aplicações de Data Warehousing e dado um exemplo prático. Por fim, foi efectuada uma análise das ferramentas existentes no mercado de integração de dados que incluem gestão de metadados. Desta análise foi inferido um conjunto de caracteristicas gerais, comuns e distintivas que permitem classificar uma ferramenta de gestão de metadados. Do conjunto de ferramentas analisado podemos concluir que o Business Objects Metadata Manager é a ferramenta ideal para efectuar gestão de metadados, possuindo todas as caracteristicas principais de uma aplicação deste âmbito. Numa situação completamente oposta, o Microsoft SSIS encontra-se ainda numa fase pouco desenvolvida proporcionando apenas, até à data, uma framework que permite desenvolver algumas das funcionalidades referidas anteriormente. Todas as outras ferramentas podem ter algumas vantagens em ambientes que utilizem produtos da mesma família (por exemplo, Oracle ou SAS) não sendo tão completas ou flexiveis como o Business Objects Metadata Manager. Futuramente, podemos prever um suporte completo do CWM por todas as ferramentas. De facto, a necessidade de um formato aberto de intercâmbio de metadados é cada vez maior, visto que os problemas de integração continuam ser alvo de discussões e preocupação a nível organizacional. Referências [1] CAHOON, J. Fast development of a data warehouse using mof, cwm, and code generation. 10

12 [2] GARTNER. Magic quadrant for data integration tools, [3] LUHN, H. P. A business intelligence system. IBM Journal, October 1958 (1958), [4] NISO. Understanding Metadata. NISO Press, [5] OMG. Omg homepage. [6] OMG OBJECT MANAGEMENT GROUP, I. Common Warehouse Metamodel (CWM) Specification. OMG, [7] POWER, D. J. A brief history of decision support systems. [8] STEPHENS, R. T. In metadata, good enough never is. [9] TVRDÍKOVÁ, M. Support of decision making by business intelligence tools. 6th Int l. CISIM (2007), [10] VADUVA, A., AND DITTRICH, K. R. Metadata management for data warehousing: Between vision and reality Int l Symposium on Database Engineering and Applications (2001), [11] WIKIPEDIA. Business intelligence. 11

13 Ferramentas Tipo de Tipo de Controlo de Suporte Data Análise de Interface Arquitectura Versões CWM Lineage Impacto Informatica PMM Web-based Plug-in Não Não Sim Sim IBM Metadata Workbench Web-based Cliente/Servidor Não Não Sim Sim ASG Rochade Web-based Cliente/Servidor Sim Sim Sim Sim Oracle Warehouse Builder Local Standalone Sim Sim Sim Sim Microsoft SSIS Local Cliente/Servidor Não Não Não Não SAS Local Cliente/Servidor Sim Não Sim Sim BO Metadata Manager Web-based Standalone Sim Não Sim Sim Tabela 5.1: Características das ferramentas de gestão de metadados 12

Uma peça estratégica para o seu negócio

Uma peça estratégica para o seu negócio Uma peça estratégica para o seu negócio INFORMAÇÃO GERAL DA EMPRESA CASO DE SUCESSO EM IMPLEMENTAÇÃO BI PERGUNTAS E RESPOSTAS Fundada em 1997, Habber Tec é uma empresa especializada na oferta de soluções

Leia mais

Business Intelligence. Business Intelligence. Business Intelligence. Business Intelligence. Business Intelligence

Business Intelligence. Business Intelligence. Business Intelligence. Business Intelligence. Business Intelligence Juntamente com o desenvolvimento desses aplicativos surgiram os problemas: & Data Warehouse July Any Rizzo Oswaldo Filho Década de 70: alguns produtos de BI Intensa e exaustiva programação Informação em

Leia mais

A gestão de processos de negócio: conceitos e ferramentas BPM

A gestão de processos de negócio: conceitos e ferramentas BPM FACULDADE DE LETRAS DA UNIVERSIDADE DO PORTO A gestão de processos de negócio: conceitos e ferramentas BPM Trabalho realizado por: Ana Luisa Veiga Filipa Ramalho Doutora Maria Manuela Pinto GSI 2007 AGENDA:

Leia mais

Professor: Disciplina:

Professor: Disciplina: Professor: Curso: Esp. Marcos Morais de Sousa marcosmoraisdesousa@gmail.com Sistemas de informação Disciplina: Introdução a SI Noções de sistemas de informação Turma: 01º semestre Prof. Esp. Marcos Morais

Leia mais

OLAP em âmbito hospitalar: Transformação de dados de enfermagem para análise multidimensional

OLAP em âmbito hospitalar: Transformação de dados de enfermagem para análise multidimensional OLAP em âmbito hospitalar: Transformação de dados de enfermagem para análise multidimensional João Silva and José Saias m5672@alunos.uevora.pt, jsaias@di.uevora.pt Mestrado em Engenharia Informática, Universidade

Leia mais

1. Introdução ao. Crystal Reports

1. Introdução ao. Crystal Reports 1. Introdução ao Crystal Reports Como é sabido e geralmente aceite por todos nós, vivemos um período onde a complexidade dos negócios é cada vez maior, tal como o prova a intensificação da concorrência,

Leia mais

Plataforma de Gestão de Actualizações de Software Descrição do Problema

Plataforma de Gestão de Actualizações de Software Descrição do Problema Plataforma de Gestão de Actualizações de Software Descrição do Problema Pedro Miguel Barros Morgado Índice Introdução... 3 Ponto.C... 4 Descrição do Problema... 5 Bibliografia... 7 2 Introdução No mundo

Leia mais

ISO 9000:2000 Sistemas de Gestão da Qualidade Fundamentos e Vocabulário. As Normas da família ISO 9000. As Normas da família ISO 9000

ISO 9000:2000 Sistemas de Gestão da Qualidade Fundamentos e Vocabulário. As Normas da família ISO 9000. As Normas da família ISO 9000 ISO 9000:2000 Sistemas de Gestão da Qualidade Fundamentos e Vocabulário Gestão da Qualidade 2005 1 As Normas da família ISO 9000 ISO 9000 descreve os fundamentos de sistemas de gestão da qualidade e especifica

Leia mais

A versão básica disponibiliza a informação criada no Microsoft Navision em unidades de informação

A versão básica disponibiliza a informação criada no Microsoft Navision em unidades de informação O Business Analytics for Microsoft Business Solutions Navision ajuda-o a ter maior controlo do seu negócio, tomar rapidamente melhores decisões e equipar os seus funcionários para que estes possam contribuir

Leia mais

Planejamento Estratégico de TI. Prof.: Fernando Ascani

Planejamento Estratégico de TI. Prof.: Fernando Ascani Planejamento Estratégico de TI Prof.: Fernando Ascani BI Business Intelligence A inteligência Empresarial, ou Business Intelligence, é um termo do Gartner Group. O conceito surgiu na década de 80 e descreve

Leia mais

Uma análise de ferramentas de modelagem e gerência de metadados aplicadas ao projeto de BI/DW-UFBA

Uma análise de ferramentas de modelagem e gerência de metadados aplicadas ao projeto de BI/DW-UFBA Universidade Federal da Bahia Instituto de Matemática Departamento de Ciência da Computação MATA67 Projeto Final II Uma análise de ferramentas de modelagem e gerência de metadados aplicadas ao projeto

Leia mais

Persistência e Banco de Dados em Jogos Digitais

Persistência e Banco de Dados em Jogos Digitais Persistência e Banco de Dados em Jogos Digitais Prof. Marcos Francisco Pereira da Silva Especialista em Engenharia de Software Jogos Digitais - Computação Gráfica 1 Agenda Vantagens de usar a abordagem

Leia mais

COMO IMPLEMENTAR UM SISTEMA DE BI

COMO IMPLEMENTAR UM SISTEMA DE BI Data Science FEUP 19 maio 2014 COMO IMPLEMENTAR UM SISTEMA DE BI Rui Afeiteira Gestor de projeto, BI4ALL Rui Afeiteira Gestor de projeto Business Intelligence Experiência Relevante Bacardi - Reengenharia

Leia mais

Adriano Maranhão BUSINESS INTELLIGENCE (BI),

Adriano Maranhão BUSINESS INTELLIGENCE (BI), Adriano Maranhão BUSINESS INTELLIGENCE (BI), BUSINESS INTELLIGENCE (BI) O termo Business Intelligence (BI), popularizado por Howard Dresner do Gartner Group, é utilizado para definir sistemas orientados

Leia mais

Chapter 3. Análise de Negócios e Visualização de Dados

Chapter 3. Análise de Negócios e Visualização de Dados Chapter 3 Análise de Negócios e Visualização de Dados Objetivos de Aprendizado Descrever a análise de negócios (BA) e sua importância par as organizações Listar e descrever brevemente os principais métodos

Leia mais

ANEXO 1. Formulário de Candidatura da Instituição Projecto Final de Curso de IGE/ETI. Instituição de acolhimento. Supervisor nomeado pela instituição

ANEXO 1. Formulário de Candidatura da Instituição Projecto Final de Curso de IGE/ETI. Instituição de acolhimento. Supervisor nomeado pela instituição INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS DO TRABALHO E DA EMPRESA Departamento de Ciências e Tecnologias de Informação DCTI Formulário de Candidatura da Instituição Projecto Final de Curso de IGE/ETI ANEXO 1 Instituição

Leia mais

Manual do GesFiliais

Manual do GesFiliais Manual do GesFiliais Introdução... 3 Arquitectura e Interligação dos elementos do sistema... 4 Configuração do GesPOS Back-Office... 7 Utilização do GesFiliais... 12 Outros modos de utilização do GesFiliais...

Leia mais

Sem o recurso às tecnologias disponibilizadas pela Microsoft, a solução criada seria difícil de obter num tão curto espaço de tempo.

Sem o recurso às tecnologias disponibilizadas pela Microsoft, a solução criada seria difícil de obter num tão curto espaço de tempo. Caso de Sucesso Microsoft Finsolutia cria solução completa de suporte ao negócio com.net Framework 3.5 Sumário País: Portugal Indústria: Banking&Finance Perfil do Cliente A Finsolutia é uma joint venture

Leia mais

Criação e uso da Inteligência e Governança do BI

Criação e uso da Inteligência e Governança do BI Criação e uso da Inteligência e Governança do BI Criação e uso da Inteligência e Governança do BI Governança do BI O processo geral de criação de inteligência começa pela identificação e priorização de

Leia mais

PERIVER PLATAFORMA SOFTWARE REQUIREMENT SPECIFICATION. Periver_SoftwareRequirementSpecification_2008-03-31_v1.0.doc. Versão 1.0

PERIVER PLATAFORMA SOFTWARE REQUIREMENT SPECIFICATION. Periver_SoftwareRequirementSpecification_2008-03-31_v1.0.doc. Versão 1.0 PLATAFORMA Versão 1.0 31 de Março de 2008 TABELA DE REVISÕES Versão Autores Descrição da Versão Aprovadores Data António Rocha Cristina Rodrigues André Ligeiro V0.1r Dinis Monteiro Versão inicial António

Leia mais

PROPOSTA DE SOFTWARE DE INSTALAÇÃO PARA UM AMBIENTE INTEGRADO DE GERÊNCIA DE PROJETOS E DE PROCESSOS DE NEGÓCIOS

PROPOSTA DE SOFTWARE DE INSTALAÇÃO PARA UM AMBIENTE INTEGRADO DE GERÊNCIA DE PROJETOS E DE PROCESSOS DE NEGÓCIOS PROPOSTA DE SOFTWARE DE INSTALAÇÃO PARA UM AMBIENTE INTEGRADO DE GERÊNCIA DE PROJETOS E DE PROCESSOS DE NEGÓCIOS Élysson Mendes Rezende Bacharelando em Sistemas de Informação Bolsista de Iniciação Científica

Leia mais

Gestão da Informação

Gestão da Informação Gestão da Informação Aplicações de suporte à Gestão da Informação na empresa Luis Borges Gouveia, lmbg@ufp.pt Aveiro, Fevereiro de 2001 Sistemas de informação para empresas Manutenção e exploração de sistemas

Leia mais

Sistemas de Apoio à Decisão. Vocabulário e conceitos Vista geral

Sistemas de Apoio à Decisão. Vocabulário e conceitos Vista geral Sistemas de Apoio à Decisão Vocabulário e conceitos Vista geral Decisão A escolha de uma entre várias alternativas Processo de tomada de decisão (decision making) Avaliar o problema Recolher e verificar

Leia mais

Curso de Especialização Tecnológica em Aplicações Informáticas de Gestão (CET-AIG)

Curso de Especialização Tecnológica em Aplicações Informáticas de Gestão (CET-AIG) Curso de Especialização Tecnológica em Aplicações Informáticas de Gestão (CET-AIG) 1. Plano Curricular do curso O curso de especialização tecnológica em Aplicações Informáticas de Gestão integra as componentes

Leia mais

EXCEL. Listas como Bases de Dados

EXCEL. Listas como Bases de Dados Informática II Gestão Comercial e da Produção EXCEL Listas como Bases de Dados (TÓPICOS ABORDADOS NAS AULAS DE INFORMÁTICA II) Curso de Gestão Comercial e da Produção Ano Lectivo 2002/2003 Por: Cristina

Leia mais

srbo@ufpa.br www.ufpa.br/srbo

srbo@ufpa.br www.ufpa.br/srbo CBSI Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação BI Prof. Dr. Sandro Ronaldo Bezerra Oliveira srbo@ufpa.br www.ufpa.br/srbo Tópicos Especiais em Sistemas de Informação Faculdade de Computação Instituto

Leia mais

PALAVRAS CHAVE RESUMO

PALAVRAS CHAVE RESUMO ESIG2001 SPATIAL INTELLIGENCE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA COMO MEIO DE SUPORTE À DECISÃO João Machado Costa, Rui Marques Ferreira Novabase www.novabase.pt joao.machado@novabase.pt PALAVRAS CHAVE Spatial Information

Leia mais

Figura 1 - Arquitetura multi-camadas do SIE

Figura 1 - Arquitetura multi-camadas do SIE Um estudo sobre os aspectos de desenvolvimento e distribuição do SIE Fernando Pires Barbosa¹, Equipe Técnica do SIE¹ ¹Centro de Processamento de Dados, Universidade Federal de Santa Maria fernando.barbosa@cpd.ufsm.br

Leia mais

Business Intelligence & Performance Management

Business Intelligence & Performance Management Como medir a evolução do meu negócio? Tenho informação para esta decisão? A medição da performance é uma dimensão fundamental para qualquer actividade de gestão. Recorrentemente, qualquer gestor vê-se

Leia mais

Conceito. As empresas como ecossistemas de relações dinâmicas

Conceito. As empresas como ecossistemas de relações dinâmicas Conceito As empresas como ecossistemas de relações dinâmicas PÁG 02 Actualmente, face à crescente necessidade de integração dos processos de negócio, as empresas enfrentam o desafio de inovar e expandir

Leia mais

Engenharia de Software Sistemas Distribuídos. 2º Semestre, 2007/2008. Departamento Engenharia Informática. Enunciado do projecto: Loja Virtual

Engenharia de Software Sistemas Distribuídos. 2º Semestre, 2007/2008. Departamento Engenharia Informática. Enunciado do projecto: Loja Virtual Engenharia de Software Sistemas Distribuídos 2º Semestre, 2007/2008 Departamento Engenharia Informática Enunciado do projecto: Loja Virtual Fevereiro de 2008 Índice Índice...2 Índice de Figuras...3 1 Introdução...4

Leia mais

Bases de Dados. O que é uma Base de Dados? Pós-Grduação em SIG

Bases de Dados. O que é uma Base de Dados? Pós-Grduação em SIG Bases de Dados O que é uma Base de Dados? Dados Pode-se começar por tentar dar uma definição do que são Dados. Os dados são factos em bruto, que não são necessáriamente relevantes para qualquer coisa que

Leia mais

O Valor do Licenciamento do SQL Server 2012 Versus Oracle Database

O Valor do Licenciamento do SQL Server 2012 Versus Oracle Database White Paper Publicado em: Janeiro de 2012 Aplica-se ao: SQL Server 2012 O Valor do Licenciamento do SQL Server 2012 Versus Oracle Database Resumo: As mudanças no produto e no licenciamento da Microsoft

Leia mais

TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ACCESS 2010 Conceitos Básicos Ficha Informativa Professor : Vanda Pereira módulo didáctico Conceitos Básicos Necessidade das base de dados Permite guardar dados

Leia mais

Software de gerenciamento do sistema Intel. Guia do usuário do Pacote de gerenciamento do servidor modular Intel

Software de gerenciamento do sistema Intel. Guia do usuário do Pacote de gerenciamento do servidor modular Intel Software de gerenciamento do sistema Intel do servidor modular Intel Declarações de Caráter Legal AS INFORMAÇÕES CONTIDAS NESTE DOCUMENTO SÃO RELACIONADAS AOS PRODUTOS INTEL, PARA FINS DE SUPORTE ÀS PLACAS

Leia mais

Copyright 2003, SAS Institute Inc. All rights reserved. 60. Copyright 2003, SAS Institute Inc. All rights reserved. 62

Copyright 2003, SAS Institute Inc. All rights reserved. 60. Copyright 2003, SAS Institute Inc. All rights reserved. 62 Copyright 2003, SAS Institute Inc. All rights reserved. Agenda Human Capital Management João Miguel Alves Projecto ISCTE/SAS 2003-2004 Recursos Humanos Gestão de Recursos Humanos Sistemas Operacionais

Leia mais

APLICATIVOS CORPORATIVOS

APLICATIVOS CORPORATIVOS Sistema de Informação e Tecnologia FEQ 0411 Prof Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br Capítulo 3 APLICATIVOS CORPORATIVOS PRADO, Edmir P.V.; SOUZA, Cesar A. de. (org). Fundamentos de Sistemas

Leia mais

OGFI 2015 Group Project BAI07 Primeiro Relatório

OGFI 2015 Group Project BAI07 Primeiro Relatório Primeiro Relatório 62473 Pedro Vasconcelos 63563 Francisco Ferreira 73440 Filipe Correia 74211 Carolina Ferreirinha 82665 Nkusu Quivuna Sumário Este documento é o primeiro relatório de um projeto de análise

Leia mais

Gestão Total da Manutenção: Sistema GTM

Gestão Total da Manutenção: Sistema GTM Gestão Total da Manutenção: Sistema GTM por Engº João Barata (jbarata@ctcv.pt), CTCV Inovação Centro Tecnológico da Cerâmica e do Vidro 1. - INTRODUÇÃO Os sub-sistemas de gestão, qualquer que seja o seu

Leia mais

Business Intelligence: Desafios e Melhores Práticas

Business Intelligence: Desafios e Melhores Práticas Sucesu RJ - IV Congresso de Inteligência Competitiva Business Intelligence: Desafios e Melhores Práticas Eugenio Pedrosa Petrobras Roteiro Arquitetura de BI Evolução da BI nas Empresas Corporate Performance

Leia mais

Projecto de Modelação, Engenharia de Software e Sistemas Distribuídos 2008-09. Requisitos para a 3ª entrega do projecto.

Projecto de Modelação, Engenharia de Software e Sistemas Distribuídos 2008-09. Requisitos para a 3ª entrega do projecto. Departamento de Engenharia Informática Modelação, Engenharia de Software, Sistemas Distribuídos Requisitos para a 3ª entrega do projecto Test O Matic 10 de Maio de 2009 1 Índice 1 Índice... 1 2 Sumário...

Leia mais

Fornecendo Inteligência, para todo o mundo, a mais de 20 anos.

Fornecendo Inteligência, para todo o mundo, a mais de 20 anos. Fornecendo Inteligência, para todo o mundo, a mais de 20 anos. Fundada em 1989, a MicroStrategy é fornecedora líder Mundial de plataformas de software empresarial. A missão é fornecer as plataformas mais

Leia mais

DATA WAREHOUSE. Rafael Ervin Hass Raphael Laércio Zago

DATA WAREHOUSE. Rafael Ervin Hass Raphael Laércio Zago DATA WAREHOUSE Rafael Ervin Hass Raphael Laércio Zago Roteiro Introdução Aplicações Arquitetura Características Desenvolvimento Estudo de Caso Conclusão Introdução O conceito de "data warehousing" data

Leia mais

Resumo dos principais conceitos. Resumo dos principais conceitos. Business Intelligence. Business Intelligence

Resumo dos principais conceitos. Resumo dos principais conceitos. Business Intelligence. Business Intelligence É um conjunto de conceitos e metodologias que, fazem uso de acontecimentos e sistemas e apoiam a tomada de decisões. Utilização de várias fontes de informação para se definir estratégias de competividade

Leia mais

ANEXO 1. Formulário de Candidatura da Instituição Projecto Final de Curso de IGE/ETI. Instituição de acolhimento. Supervisor nomeado pela instituição

ANEXO 1. Formulário de Candidatura da Instituição Projecto Final de Curso de IGE/ETI. Instituição de acolhimento. Supervisor nomeado pela instituição INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS DO TRABALHO E DA EMPRESA Departamento de Ciências e Tecnologias de Informação DCTI Formulário de Candidatura da Instituição Projecto Final de Curso de IGE/ETI ANEXO 1 Instituição

Leia mais

Planejamento Estratégico de TI. Prof.: Fernando Ascani

Planejamento Estratégico de TI. Prof.: Fernando Ascani Planejamento Estratégico de TI Prof.: Fernando Ascani Data Warehouse - Conceitos Hoje em dia uma organização precisa utilizar toda informação disponível para criar e manter vantagem competitiva. Sai na

Leia mais

Sistemas de Informação I

Sistemas de Informação I + Sistemas de Informação I Tipos de SI Ricardo de Sousa Britto rbritto@ufpi.edu.br + Introdução 2 n As organizações modernas competem entre si para satisfazer as necessidades dos seus clientes de um modo

Leia mais

CUSTO TOTAL DE PROPRIEDADE DO PANDA MANAGED OFFICE PROTECTION. 1. Resumo Executivo

CUSTO TOTAL DE PROPRIEDADE DO PANDA MANAGED OFFICE PROTECTION. 1. Resumo Executivo 1. Resumo Executivo As empresas de todas as dimensões estão cada vez mais dependentes dos seus sistemas de TI para fazerem o seu trabalho. Consequentemente, são também mais sensíveis às vulnerabilidades

Leia mais

Master Data Management. Resumo

Master Data Management. Resumo Master Data Management Luis Torres 1, Helena Galhardas 2, João Damásio 3. 1) Instituto Superior Técnico, Lisboa, Portugal luis.torres@tagus.ist.utl.pt 2) Instituto Superior Técnico, Lisboa, Portugal helena.galhardas@tagus.ist.utl.pt

Leia mais

SIBS PROCESSOS cria solução de factura electrónica com tecnologias Microsoft

SIBS PROCESSOS cria solução de factura electrónica com tecnologias Microsoft SIBS PROCESSOS cria solução de factura electrónica com tecnologias Microsoft A solução MB DOX oferece uma vantagem competitiva às empresas, com a redução do custo de operação, e dá um impulso à factura

Leia mais

Trabalhos Práticos. Programação II Curso: Engª Electrotécnica - Electrónica e Computadores

Trabalhos Práticos. Programação II Curso: Engª Electrotécnica - Electrónica e Computadores Trabalhos Práticos Programação II Curso: Engª Electrotécnica - Electrónica e Computadores 1. Objectivos 2. Calendarização 3. Normas 3.1 Relatório 3.2 Avaliação 4. Propostas Na disciplina de Programação

Leia mais

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br Centro Universitário de Volta Redonda - UniFOA Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro

Leia mais

Sistemas de Informação para a Gestão

Sistemas de Informação para a Gestão Sistemas de Informação para a Gestão Modelos e Sistemas de Apoio de Decisão Centro de Recursos Multimediáticos, CEREM Universidade Fernando Pessoa 19/4/96 1 Estratégia de T. I. ( I ) O acção combinada

Leia mais

Apresentação de Solução

Apresentação de Solução Apresentação de Solução Solução: Gestão de Altas Hospitalares Unidade de negócio da C3im: a) Consultoria e desenvolvimento de de Projectos b) Unidade de Desenvolvimento Área da Saúde Rua dos Arneiros,

Leia mais

Data de adopção. Referência Título / Campo de Aplicação Emissor. Observações

Data de adopção. Referência Título / Campo de Aplicação Emissor. Observações NP ISO 10001:2008 Gestão da qualidade. Satisfação do cliente. Linhas de orientação relativas aos códigos de conduta das organizações CT 80 2008 NP ISO 10002:2007 Gestão da qualidade. Satisfação dos clientes.

Leia mais

Data Warehousing Visão Geral do Processo

Data Warehousing Visão Geral do Processo Data Warehousing Visão Geral do Processo Organizações continuamente coletam dados, informações e conhecimento em níveis cada vez maiores,, e os armazenam em sistemas informatizados O número de usuários

Leia mais

ANEXO 1. Formulário de Candidatura da Instituição Projecto Final de Curso de IGE/ETI. Instituição de acolhimento. Supervisor nomeado pela instituição

ANEXO 1. Formulário de Candidatura da Instituição Projecto Final de Curso de IGE/ETI. Instituição de acolhimento. Supervisor nomeado pela instituição INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS DO TRABALHO E DA EMPRESA Departamento de Ciências e Tecnologias de Informação DCTI Formulário de Candidatura da Instituição Projecto Final de Curso de IGE/ETI ANEXO 1 Instituição

Leia mais

perspectivas e abordagens típicas de campos de investigação (Senra & Camargo, 2010).

perspectivas e abordagens típicas de campos de investigação (Senra & Camargo, 2010). 1 Introdução Os avanços na tecnologia da informação, bem como o crescimento da sociedade da informação através do uso da Internet, obrigaram os governos de inúmeros países, em seus mais variados níveis,

Leia mais

- A crescente necessidade de sistemas inteligentes e de aquisição de conhecimento levaram à necessidade de implementação de Data Warehouses.

- A crescente necessidade de sistemas inteligentes e de aquisição de conhecimento levaram à necessidade de implementação de Data Warehouses. - A crescente necessidade de sistemas inteligentes e de aquisição de conhecimento levaram à necessidade de implementação de. - O que é uma Data Warehouse? - Colecção de bases de dados orientadas por assunto

Leia mais

Optimização das organizações através da inovação das Tecnologias

Optimização das organizações através da inovação das Tecnologias Optimização das organizações através da inovação das Tecnologias Índice Quem Somos O SGI da AMBISIG; A implementação do SGIDI na AMBISIG; Caso de Sucesso. Quem somos? Somos uma empresa com 16 anos de experiência

Leia mais

CA ERwin Data Modeling Visualize the Power of Your Data On Premise or in the Cloud

CA ERwin Data Modeling Visualize the Power of Your Data On Premise or in the Cloud CA ERwin Data Modeling Visualize the Power of Your Data On Premise or in the Cloud Luis Alfonso Rey 05 06 2012 Programa 1 O desafio: Lidar com a complexidade dos dados 2 A solução CA ERwin: Visualize o

Leia mais

Curso Superior de Tecnologia em BD Suporte de Apoio à Decisão

Curso Superior de Tecnologia em BD Suporte de Apoio à Decisão Curso Superior de Tecnologia em BD Suporte de Apoio à Decisão Aula 01 Agenda Introdução Conceitos Histórico Fornecedores Quadrantes Mágicos Introdução aos Próximos tópicos 2 Introdução Sistemas de Apoio

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE PLUG-INS KETTLE PARA GERAÇÃO DE MONDRIAN SCHEMA A PARTIR DE BASES RELACIONAIS, UTILIZANDO A METODOLOGIA AGILE ROLAP.

DESENVOLVIMENTO DE PLUG-INS KETTLE PARA GERAÇÃO DE MONDRIAN SCHEMA A PARTIR DE BASES RELACIONAIS, UTILIZANDO A METODOLOGIA AGILE ROLAP. DESENVOLVIMENTO DE PLUG-INS KETTLE PARA GERAÇÃO DE MONDRIAN SCHEMA A PARTIR DE BASES RELACIONAIS, UTILIZANDO A METODOLOGIA AGILE ROLAP. Eduardo Cristovo de Freitas Aguiar (PIBIC/CNPq), André Luís Andrade

Leia mais

Disciplina: Tecnologias de Informação e Comunicação Ano Letivo 2014/2015

Disciplina: Tecnologias de Informação e Comunicação Ano Letivo 2014/2015 A informação, o conhecimento e o mundo das tecnologias. (I7.1) Utilização do computador e/ou dispositivos eletrónicos similares em segurança. (I7.2) 1. Compreender a evolução das tecnologias de informação

Leia mais

PHC dteamcontrol Interno

PHC dteamcontrol Interno PHC dteamcontrol Interno A gestão remota de projectos em aberto A solução via Internet que permite acompanhar os projectos em aberto em que o utilizador se encontra envolvido, gerir eficazmente o seu tempo

Leia mais

A certificação de Qualidade para a Reparação Automóvel.

A certificação de Qualidade para a Reparação Automóvel. A certificação de Qualidade para a Reparação Automóvel. Projecto A Oficina+ ANECRA é uma iniciativa criada em 1996, no âmbito da Padronização de Oficinas ANECRA. Este projecto visa reconhecer a qualidade

Leia mais

Business Intelligence para todos

Business Intelligence para todos Business Intelligence para todos CCFB - Rio de Janeiro DeciLogic - 2008 Eric Sarzana Diretor eric.sarzana@decilogic.com Agenda DeciLogic O que é o Business Intelligence? Porquê o Business Intelligence?

Leia mais

Análise de Sistemas. Conceito de análise de sistemas

Análise de Sistemas. Conceito de análise de sistemas Análise de Sistemas Conceito de análise de sistemas Sistema: Conjunto de partes organizadas (estruturadas) que concorrem para atingir um (ou mais) objectivos. Sistema de informação (SI): sub-sistema de

Leia mais

ACTOS PROFISSIONAIS GIPE. Gabinete de Inovação Pedagógica

ACTOS PROFISSIONAIS GIPE. Gabinete de Inovação Pedagógica ACTOS PROFISSIONAIS GIPE Gabinete de Inovação Pedagógica Cooptécnica Gustave Eiffel, CRL Venda Nova, Amadora 214 996 440 910 532 379 Março, 2010 GESTÃO E PROGRAMAÇÃO DE SISTEMAS INFORMÁTICOS 1 GIPE - Gabinete

Leia mais

Arquitecturas de Software Licenciatura em Engenharia Informática e de Computadores

Arquitecturas de Software Licenciatura em Engenharia Informática e de Computadores UNIVERSIDADE TÉCNICA DE LISBOA INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO Arquitecturas de Software Licenciatura em Engenharia Informática e de Computadores Primeiro Teste 21 de Outubro de 2006, 9:00H 10:30H Nome: Número:

Leia mais

Modelo Cascata ou Clássico

Modelo Cascata ou Clássico Modelo Cascata ou Clássico INTRODUÇÃO O modelo clássico ou cascata, que também é conhecido por abordagem top-down, foi proposto por Royce em 1970. Até meados da década de 1980 foi o único modelo com aceitação

Leia mais

SAD. Paulo Silva, Rodolfo Ribeiro, Vinicius Tavares

SAD. Paulo Silva, Rodolfo Ribeiro, Vinicius Tavares SAD Paulo Silva, Rodolfo Ribeiro, Vinicius Tavares DataWarehouse Armazena informações relativas a uma organização em BD Facilita tomada de decisões Dados são coletados de OLTP(séries históricas) Dados

Leia mais

Palavras-chave: On-line Analytical Processing, Data Warehouse, Web mining.

Palavras-chave: On-line Analytical Processing, Data Warehouse, Web mining. BUSINESS INTELLIGENCE COM DADOS EXTRAÍDOS DO FACEBOOK UTILIZANDO A SUÍTE PENTAHO Francy H. Silva de Almeida 1 ; Maycon Henrique Trindade 2 ; Everton Castelão Tetila 3 UFGD/FACET Caixa Postal 364, 79.804-970

Leia mais

PHC dteamcontrol Interno

PHC dteamcontrol Interno O módulo PHC dteamcontrol Interno permite acompanhar a gestão de todos os projectos abertos em que um utilizador se encontra envolvido. PHC dteamcontrol Interno A solução via Internet que permite acompanhar

Leia mais

Virtualização e Consolidação de Centro de Dados O Caso da UTAD António Costa - acosta@utad.pt

Virtualização e Consolidação de Centro de Dados O Caso da UTAD António Costa - acosta@utad.pt Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro Virtualização e Consolidação de Centro de Dados O Caso da UTAD António Costa - acosta@utad.pt Agenda A UTAD Virtualização Uma definição Introdução e abrangência

Leia mais

Indicadores Gerais para a Avaliação Inclusiva

Indicadores Gerais para a Avaliação Inclusiva PROCESSO DE AVALIAÇÃO EM CONTEXTOS INCLUSIVOS PT Preâmbulo Indicadores Gerais para a Avaliação Inclusiva A avaliação inclusiva é uma abordagem à avaliação em ambientes inclusivos em que as políticas e

Leia mais

As Novas Tecnologias de Dados, Inteligência Competitiva e Preditiva

As Novas Tecnologias de Dados, Inteligência Competitiva e Preditiva SEMINÁRIO TEMAS ESTRATÉGICOS DO AGROPENSA Pesquisa e Inovação em Automação e Tecnologias da Informação e Comunicação As Novas Tecnologias de Dados, Inteligência Competitiva e Preditiva Brasília, 12 de

Leia mais

Inteligência Empresarial. BI Business Intelligence. Business Intelligence 22/2/2011. Prof. Luiz A. Nascimento

Inteligência Empresarial. BI Business Intelligence. Business Intelligence 22/2/2011. Prof. Luiz A. Nascimento Inteligência Empresarial Prof. Luiz A. Nascimento BI Pode-se traduzir informalmente Business Intelligence como o uso de sistemas inteligentes em negócios. É uma forma de agregar a inteligência humana à

Leia mais

Curso de Engenharia de Sistemas e Informática - 5º Ano. Ficha T. Prática n.º 1

Curso de Engenharia de Sistemas e Informática - 5º Ano. Ficha T. Prática n.º 1 Análise Inteligente de Dados Objectivo: Curso de Engenharia de Sistemas e Informática - 5º Ano Ficha T. Prática n.º 1 Estudo do paradigma multidimensional com introdução de uma extensão ao diagrama E/R

Leia mais

TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO. SISTEMAS DE GESTÃO DE BASE DE DADOS Microsoft Access TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO. SISTEMAS DE GESTÃO DE BASE DE DADOS Microsoft Access TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Microsoft Access TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO CONCEITOS BÁSICOS 1 Necessidade das base de dados Permite guardar dados dos mais variados tipos; Permite

Leia mais

Qpoint Rumo à Excelência Empresarial

Qpoint Rumo à Excelência Empresarial 2 PRIMAVERA BSS Qpoint Rumo à Excelência Empresarial Numa era em que a competitividade entre as organizações é decisiva para o sucesso empresarial, a aposta na qualidade e na melhoria contínua da performance

Leia mais

Pequenas e Médias Empresas: Gestão de Mudança e Adopção de ITIL. por

Pequenas e Médias Empresas: Gestão de Mudança e Adopção de ITIL. por Pequenas e Médias Empresas: Gestão de Mudança e Adopção de ITIL por Carla M. P. Farinha Departamento de Engenharia Informática Universidade de Coimbra 3030 Coimbra, Portugal Sumário. Apresenta-se, de forma

Leia mais

Data Warehousing e OLAP

Data Warehousing e OLAP Data Warehousing e OLAP Jornadas de Engenharia Informática Instituto Politécnico da Guarda Henrique Madeira Departamento de Engenharia Informática Faculdade de Ciências e Tecnologia Universidade de Coimbra

Leia mais

ANEXO 1. Formulário de Candidatura da Instituição Projecto Final de Curso de IGE/ETI. Instituição de acolhimento. Supervisor nomeado pela instituição

ANEXO 1. Formulário de Candidatura da Instituição Projecto Final de Curso de IGE/ETI. Instituição de acolhimento. Supervisor nomeado pela instituição INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS DO TRABALHO E DA EMPRESA Departamento de Ciências e Tecnologias de Informação DCTI Formulário de Candidatura da Instituição Projecto Final de Curso de IGE/ETI ANEXO 1 Instituição

Leia mais

Qualidade em e-serviços multicanal

Qualidade em e-serviços multicanal Qualidade em e-serviços multicanal Em anos recentes temos assistido a um grande crescimento dos serviços prestados pela internet (e-serviços). Ao longo deste percurso, os e-serviços têm também adquirido

Leia mais

Sobre o que falaremos nesta aula?

Sobre o que falaremos nesta aula? Business Intelligence - BI Inteligência de Negócios Prof. Ricardo José Pfitscher Elaborado com base no material de: José Luiz Mendes Gerson Volney Lagmman Introdução Sobre o que falaremos nesta aula? Ferramentas

Leia mais

... Calendarização: 2 blocos de 90 m Metas/Objetivos Descritores Conceitos/Conteúdos Estratégias/Metodologias Avaliação

... Calendarização: 2 blocos de 90 m Metas/Objetivos Descritores Conceitos/Conteúdos Estratégias/Metodologias Avaliação DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E INFORMÁTICA DISCIPLINA: TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO PLANIFICAÇÃO DE 7º ANO... 1º Período Domínio INFORMAÇÃO I7 A Informação, o conhecimento e o mundo das tecnologias

Leia mais

Sistemas de Informação

Sistemas de Informação Sistemas de Informação Prof. M.Sc. Diego Fernandes Emiliano Silva diego.femiliano@gmail.com Agenda Banco de dados Gerenciamento de banco de dados Sistemas de gerenciamento de banco de dados Como usar banco

Leia mais

Fundamentos da Análise Multidimensional

Fundamentos da Análise Multidimensional Universidade Técnica de Lisboa INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO Informática e Sistemas de Informação Aplicados em Economia Fundamentos da Análise Multidimensional Fundamentos da Análise Multidimensional

Leia mais

Data Warehouse Processos e Arquitetura

Data Warehouse Processos e Arquitetura Data Warehouse - definições: Coleção de dados orientada a assunto, integrada, não volátil e variável em relação ao tempo, que tem por objetivo dar apoio aos processos de tomada de decisão (Inmon, 1997)

Leia mais

Quem estiver interessado favor mandar currículo para sabrina.rodrigues@neogrid.com. As vagas são as seguintes: *Analista de BI (2 vagas)*

Quem estiver interessado favor mandar currículo para sabrina.rodrigues@neogrid.com. As vagas são as seguintes: *Analista de BI (2 vagas)* Quem estiver interessado favor mandar currículo para sabrina.rodrigues@neogrid.com. As vagas são as seguintes: *Analista de BI (2 vagas)* Buscamos candidatos com interesse e experiência na área de desenvolvimento,

Leia mais

LEIA ISTO PRIMEIRO. IBM Tivoli Configuration Manager, Versão 4.2.1

LEIA ISTO PRIMEIRO. IBM Tivoli Configuration Manager, Versão 4.2.1 LEIA ISTO PRIMEIRO IBM Tivoli, Versão 4.2.1 O IBM Tivoli, Versão 4.2.1, é uma solução para controlar a distribuição de software e o inventário de gerenciamento de recursos em um ambiente multiplataformas.

Leia mais

Conceitos de Banco de Dados

Conceitos de Banco de Dados Conceitos de Banco de Dados Autor: Luiz Antonio Junior 1 INTRODUÇÃO Objetivos Introduzir conceitos básicos de Modelo de dados Introduzir conceitos básicos de Banco de dados Capacitar o aluno a construir

Leia mais

Engenharia de Software Sistemas Distribuídos

Engenharia de Software Sistemas Distribuídos Engenharia de Software Sistemas Distribuídos 2 o Semestre de 2009/2010 FEARSe Requisitos para a 1 a entrega 18 de Março de 2010 1 Introdução O projecto conjunto das disciplinas de Engenharia de Software

Leia mais

Sistemas de Bases de Dados

Sistemas de Bases de Dados Sistemas de Bases de Dados Carlos Viegas Damásio José Alferes e Carlos Viegas Damásio Sistemas de Bases de Dados 2014/15 Objectivos - Em Bases de Dados (2º ano) pretendia-se: Que os estudantes fossem capazes

Leia mais

O gerador terá que disponibilizar um factory que permita ao coordenador obter uma instância para o mesmo.

O gerador terá que disponibilizar um factory que permita ao coordenador obter uma instância para o mesmo. INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA Engenharia Informática e de Computadores Projecto e Seminário Proposta de Projecto Rapid Application Development Membros do Grupo 26657 Ricardo Neto 31923 Nuno

Leia mais

Disciplina: Tecnologias de Banco de Dados para SI s

Disciplina: Tecnologias de Banco de Dados para SI s Curso de Gestão em SI Disciplina: Tecnologias de Banco de Dados para SI s Rodrigo da Silva Gomes (Extraído do material do prof. Ronaldo Melo - UFSC) Banco de Dados (BD) BD fazem parte do nosso dia-a-dia!

Leia mais

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO @ribeirord FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Rafael D. Ribeiro, M.Sc,PMP. rafaeldiasribeiro@gmail.com http://www.rafaeldiasribeiro.com.br Lembrando... Aula 4 1 Lembrando... Aula 4 Sistemas de apoio

Leia mais

Thiago Locatelli de OLIVEIRA, Thaynara de Assis Machado de JESUS; Fernando José BRAZ Bolsistas CNPq; Orientador IFC Campus Araquari

Thiago Locatelli de OLIVEIRA, Thaynara de Assis Machado de JESUS; Fernando José BRAZ Bolsistas CNPq; Orientador IFC Campus Araquari DESENVOLVIMENTO DE AMBIENTE PARA A GESTÃO DO CONHECIMENTO RELACIONADO AOS DADOS PRODUZIDOS PELO SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE TRANSITO DA CIDADE DE JOINVILLE/SC PARTE I Thiago Locatelli de OLIVEIRA, Thaynara

Leia mais