EMPRESA DE CONSULTADORIA EM CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL. edifícios e território.

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1 Auditorias energéticas em edifícios públicos Isabel Santos ECOCHOICE Abril 2010

2 EMPRESA DE CONSULTADORIA EM CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL EMPRESA DE CONSULTADORIA EM CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL Somos uma empresa de consultoria em construção sustentável, criamos as melhores soluções e estratégias para atingir a sustentabilidade nos edifícios e território. Temos como missão desenvolver instrumentos necessários para o apoio ao uso racional de energia e eficácia ambiental na construção.

3 EMPRESA DE CONSULTADORIA EM CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL 3 UNIDADES DE NEGÓCIO 3 MERCADOS/PÚBLICOS ALVO Energia Construção Sustentável Ambiente Urbano Sustentável Todos os sectores de actividade Promotores, construtores, projectistas Municípios

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5 Viabilidade de implementação dos planos de redução de consumo de Energia (PRE) COMO? MODELO ESCO - Energy Services COmpanies O processo de serviço da ESCO é feito normalmente através da utilização de um contrato de desempenho energético (EPC) ou de um acordo de economia partilhada. A ESCO define-se como uma actividade de negócio que fornece soluções de projecto e implementação de: o Redução de consumo de energia; o Conservação de energia; o Outsourcing de infra-estruturas de energia; o Geração de energia; o Fornecimento de energia; o Risk Management. As ESCO oferecem qualquer um dos seguintes serviços: projecto de financiamento, design e instalação, serviços de formação, localização de equipamentos, manutenção e verificação e auditoria.

6 Viabilidade de implementação dos planos de redução de consumo de Energia (PRE) COMO? MODELO ESCO - Energy Services COmpanies A baseline estabelece quais são os consumos (em watts) que conseguimos economizar em determinado local. A baseline para aplicação deste modelo de negócios e de viabilização/implementação das medidas pode e deve ser definida através da auditoria. Primeiro passo tanto do modelo ESCO como da CE. A ECOCHOICE disponibiliza esta sinergia nos seus projectos. Um projecto proposto por uma ESCO (ou projecto ESCO) tem sempre como principal objectivo a redução de consumos energéticos de um local através de medidas que conduzem ao aumento da eficiência energética. Neste caso concreto, temos também a possibilidade de produzir energia eléctrica com vista à injecção da mesma, na rede eléctrica local.

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8 Auditoria energética RADIOGRAFIA AO SECTOR ENERGÉTICO DE EDIFICIOS PÚBLICOS ONDE? COMO? QUANTO SE CONSOME? PARA QUE EFEITOS? ENERGIA

9 Auditoria energética OBJECTIVOS: Caracterizar e quantificar as formas de energia utilizadas Caracterizar a estrutura do consumo da energia Avaliar o desempenho dos sistemas de geração, transformação e utilização de energia Quantificar os consumos energéticos por sector, produto ou equipamento Relacionar o consumo de energia com a produção Estabelecer e quantificar potenciais medidas de racionalização Especificar um plano de gestão de energia na empresa. Analisar técnica e economicamente as soluções encontradas; Propor um esquema operacional de gestão de energia na Empresa; Propor a substituição de equipamentos do processo por outros mais eficientes; Propor a alteração de fontes energéticas, caso se justifique; Propor um plano de racionalização para as acções e investimentos a empreender.

10 Auditoria energética Recolha e análise de dados Visita Preliminar Aqui estão presentes alguns dos elementos recolhidos durante a visita: Ministério das Finanças Estado de degradação das tubagens Tubagem danificada Unidade Interior obstruída 10

11 Auditoria energética Recolha e análise de dados Visita Preliminar Aqui estão presentes alguns dos elementos recolhidos durante a visita: ARS - Beja Filtro de uma unidade ventilo convector completamente colmatado Avaria existente e não reparada Acessórios sem isolamento térmico e com marcas de corrosão 11

12 Auditoria energética Recolha e análise de dados Visita Preliminar Aqui estão presentes alguns dos elementos recolhidos durante a visita: ARS - Estremoz Unidades Exteriores de climatização no armazém Estado de conservação da tubagem Ponto de descontinuidade do isolamento 12

13 Auditoria QAI RADIOGRAFIA AO SECTOR ENERGÉTICO DE EDIFICIOS PÚBLICOS

14 Auditoria QAI Recolha e análise de dados Visita Preliminar Aqui estão presentes alguns dos elementos recolhidos durante a visita: ARS - Beja Filtros UTA Estado de limpeza das grelhas de insuflação/extração Variação de concentração de partículas de PM10 no ar interior 14

15 Auditoria QAI Recolha e análise de dados Visita Preliminar Aqui estão presentes alguns dos elementos recolhidos durante a visita: ARS - Estremoz Filtros colmatados e sujidade do espaço Variação de concentração de partículas de PM10 no ar interior 15

16 Metodologia da Certificação Tratamento de informação Fazer todos os cálculos necessários Determinar os consumos específicos de energia global e por equipamento ou secção produtiva Detectar as situações anómalas e estudar as possíveis soluções Efectuar uma análise técnico - económica de todas as soluções estudadas Quantificar as possíveis economias de energia Análise de viabilidade das principais medidas de racionalização 16

17 Modelação Relatório Final Sumário executivo Objectivos e enquadramento da auditoria Identificação da instalação Descrição da actividade Contabilidade energética Cálculo de consumos específicos de energia por produto fabricado e a sua comparação com os valores legislados Análise dos equipamentos de produção, distribuição e utilização de energia Plano de redução dos consumos de energia (PRE), mesmo que pelos cálculos da legislação não seja necessário de submeter a DGEG 17

18 Modelação Tratamento de informação Simulação Energética Ministério das Finanças Modelação em 2D 3D 18

19 Modelação Tratamento de informação Simulação Energética ARS - Beja Modelação em 2D 3D 19

20 Modelação Tratamento de informação Simulação Energética ARS - Estremoz Modelação em 3D 2D 20

21 Simulação Tratamento de informação Simulação Energética Ministério das Finanças Consumos Energéticos Zonificação 21

22 Simulação Tratamento de informação Simulação Energética ARS - Beja Consumos Energéticos Zonificação 22

23 Simulação Tratamento de informação Simulação Energética ARS - Estremoz Consumos Energéticos Zonificação 23

24 Considerações Finais Algumas das Medidas de Melhoria Existência de um Plano de Manutenção Preventivo (PMP) Atribuição de um Técnico Responsável de Funcionamento (TRF) Atribuição de um Técnico de Instalação e Manutenção (TIM) Substituição de luminosas incandescentes por lâmpadas muito mais eficazes Redução dos consumos dos equipamentos AVAC, que é muito significativo Substituição de todo o sistema AVAC Redução de consumos de energia eléctrica utilizada nos equipamentos de iluminação Redução considerável de consumos desnecessários em equipamentos em stand-by 24

25 Meios técnicos utilizáveis ANÁLISE DE GRANDEZAS ELÉCTRICAS Tensões Correntes Factor de potência Potências activas, reactivas e aparentes Consumos totais e por fase 25

26 Terça Feira 600 Consumo eléctrico = Potência média tomada (kw) cos Meios técnicos utilizáveis ANÁLISE DE GRANDEZAS ELÉCTRICAS 0 kwh/24h 26 0:00 1:00 2:00 3:00 4:00 5:00 6:00 7:00 8:00 9:00 10:00 11:00 12:00 13:00 14:00 15:00 16:00 17:00 18:00 19:00 20:00 21:00 22:00 23:00 0:00 Tempo (h:m) Tensões Correntes Factor de potência Potências activas, reactivas e aparentes Consumos totais e por fase

27 Meios técnicos utilizáveis ANÁLISE DE GASES DE COMBUSTÃO Temperatura do ar ambiente Temperatura dos gases de combustão Tiragem Concentrações de gases - co, no x, so 2, o 2 Perdas de calor pelos gases de combustão Concentração de co 2 Excesso de ar 27

28 Meios técnicos utilizáveis TEMPERATURAS, HUMIDADE, CAUDAIS, ETC. Temperaturas Humidade relativa Caudais Pressão diferencial (tubo de pitot) Velocidade (anemómetro de turbina ou térmico) Gestão Energia 28

29 Gestão de energia Monitorização e Estabelecimento de Metas Controlo dos consumos de energia das várias fases do processo produtivo Auxiliar na contabilidade analítica na determinação dos custos de produção Monitorização e controlo dos equipamentos Auxílio aos serviços de manutenção Redução dos consumos energéticos -> entre 10 a 15%

30 Auditoria energética Conclusão As auditorias energéticas proporcionam benefícios que se repercutem a nível: Macro económico: Diminuição da dependência externa; Diminuição da saída de divisas; Micro económico Aumento da eficiência dos sistemas energéticos; Redução da factura energética do consumidor; Aumento da competitividade;

31 As economias de energia possíveis de realizar através de medidas de racionalização dos consumos de energia conduzem a benefícios que se repercutem ao nível: Macro-Económico - através da diminuição da saída de divisas e de toda a dependência energética; Aumento da eficiência dos sistemas energéticos; Redução da factura energética do consumidor; Aumento da competitividade.

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