Como criar um Restaurante

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Como criar um Restaurante"

Transcrição

1 Como criar um Restaurante Apresentação Processo Mercado Diferenciação Recursos Humanos Gestão do negócio Produto, Preço e Promoção Legislação Investimento Inicial Prestações mensais Contactos

2 Para montar um Restaurante negócio vai precisar de, em primeiro lugar criar a sua própria empresa, para tal deverá dirigir-se ao Centro de Formalidades de Empresas onde encontrará todo o apoio. Número Azul Apresentação O CAE - Código de Actividade Económica para os Estabelecimentos de Restauração e de Bebidas situa-se entre a Os Estabelecimentos de Restauração são espaços destinados a proporcionar, mediante remuneração, refeições e bebidas para serem consumidas no próprio estabelecimento ou fora dele, nomeadamente: marisqueiras, casas de pasto, pizzerias, snack-bars, self-services, eatdrives, take-aways ou fast-foods. Não se consideram estabelecimentos de restauração ou de bebidas as cantinas, os refeitórios e os bares de entidades públicas, de empresas e de estabelecimentos de ensino destinados a fornecer serviços de alimentação e de bebidas exclusivamente ao respectivo pessoal e alunos, devendo este condicionamento ser devidamente publicitado - Decreto-Lei nº 57/2002 de 11 de Março, artigo 2. Legislação* 1 Decreto-Lei nº 168/97 de 4 de Julho (Instalação de Estabelecimentos de Restauração e Bebidas) Decreto-Lei nº 38/97 de 25 de Setembro (Requisitos Mínimos e Medidas de Segurança) Decreto-Regulamentar nº 4/99 de 1 de Abril (Requisitos e Medidas de Segurança) Decreto-Lei nº 57/2002 de 11 de Março (Instalação de Estabelecimentos de Restauração e Bebidas) Decreto-Lei nº 555/99 de 16 de Dezembro(regime jurídico da urbanização e edificação) * Esta legislação foi a fonte para a elaboração do guia, para adquirir basta solicitar à ANJE.

3 O Processo Todos os estabelecimentos, qualquer que seja o seu tipo, devem sujeitar à apreciação da respectiva Câmara Municipal os processos respeitantes à instalação de estabelecimentos de restauração, que se regulam pelo regime jurídico da urbanização e edificação Decreto-Lei n.º 555/99, de 16 de Dezembro, com as especificidades estabelecidas pelo Decreto-Lei n.º 168/97, de 4 de Julho e posteriores alterações. Em primeiro lugar, deverá fazer um requerimento dirigido à Câmara Municipal, devendo constar o tipo de estabelecimento pretendido (facultativo). Em seguida, para obter o licenciamento da construção deverá entregar o projecto de arquitectura na Câmara Municipal, com o parecer favorável do Serviço Nacional de Bombeiros, e o projecto de instalação eléctrica com o parecer da Direcção Geral de Energia favorável. Aprovado o projecto de arquitectura e após apresentação dos projectos das especialidades será emitida pela Câmara o alvará de licença de obras. 2 Concluída a obra e equipado o estabelecimento em condições de iniciar o funcionamento, deverá ser requerida à Câmara Municipal uma vistoria para efeitos de emissão da licença de utilização. A vistoria é realizada por uma Comissão convocada pela Câmara Municipal e é composta por dois Técnicos da Câmara, um representante do Serviço Nacional de Bombeiros, o delegado concelhio de Saúde, um representante da Direcção Geral de Energia e um representante da FERECA(Federação da Restauração, Cafés, Pastelarias e Similares). A emissão do alvará de licença de utilização é sempre precedida da vistoria e emitida pelo presidente da câmara no prazo de 15 dias a contar da data da realização da vistoria ou do termo do prazo para a sua realização. Aconselhamos a contratação de um arquitecto com experiência em obras no sector da restauração. Assim como deverá visitar os locais projectados pelo mesmo.

4 Requisitos das Instalações Os Estabelecimentos de Restauração devem preencher os requisitos mínimos das instalações, do equipamento e do serviço fixados na tabela que constitui o anexo I do Decreto Regulamentar nº 4/99 de 1 de Abril (Requisitos e Medidas de Segurança). Quanto às infraestruturas devem possuir uma rede interna de esgotos e respectiva ligação às redes gerais que conduzam as águas residuais a sistemas de escoamento adequados, nomeadamente através da rede pública. Assim como devem dispor de reservatórios de água próprios e com capacidade suficiente para satisfazer às necessidades correntes dos seus serviços, se não existir rede pública de água, com origem devidamente controlada. Quanto ao sistema e equipamento de climatização, os restaurantes devem possuir aquecimento e ventilação, em número suficiente e com comando regulável, de modo a garantir uma adequada temperatura ambiente. Nos restaurantes as zonas de serviço devem estar completamente separadas das destinadas aos utentes e instaladas por forma a evitar-se a propagação de fumos e cheiros e a obter-se o seu conveniente isolamento das outras dependências. As zonas destinadas aos utentes denominam-se: zonas de refeições, balcão, bengaleiro, instalações sanitárias com separação por sexos, água corrente fria, retretes e lavatórios com espelho. As zonas de serviço gerais são: cozinha, zona de fabrico e copa, instalações frigoríficas, zona de armazenagem, dispensa do dia. As zonas de serviço do pessoal são os vestiários, e instalações sanitárias sempre que possível com separação por sexos. 3 A cozinhas e as zonas de fabrico podem constituir um espaço integrado desde que o tipo de equipamentos utilizados e a solução adoptada o permitam. Os balcões, mesas, bancadas e prateleiras das cozinhas e das zonas de fabrico devem ser de material liso, lavável e impermeável.

5 Nas cozinhas, nas copas e nas zonas de fabrico as paredes devem possuir lambrim de material resistente, liso e lavável, e a sua ligação com o pavimento ou com outras paredes deve ter a forma arredondada. O pavimento, as paredes e o tecto das cozinhas, copas, zonas de serviço de comunicação com as salas de refeições e demais zonas destinadas aos utentes devem ser revestidos de materiais resistentes, impermeáveis e de fácil limpeza.. As instalações frigoríficas devem estar suficientemente afastadas das máquinas e equipamentos que produzam calor. Requisitos de Funcionamento O número máximo de lugares dos estabelecimentos de restauração é fixado em função da área destinada ao serviço dos seus utentes, nos termos seguintes*: Nos restaurantes com lugares sentados, 0,75 m2 por lugar; Nos restaurantes com lugares de pé, 0,50m2 por lugar; (Não se consideram área destinada aos utentes, as áreas do átrio, da sala de espera). Existem alguns requisitos que devem estar afixados junto à entrada dos restaurantes: 1. O nome, o tipo e classificação do estabelecimento; 2. A lista do dia e os respectivos preços; 3. A capacidade máxima do estabelecimento; 4. A existência de livro de reclamações Por fim, salientamos que nos restaurantes, sempre que não exista entrada de serviço, os fornecimentos devem fazer-se fora dos períodos em que o estabelecimento esteja aberto ao público ou, não sendo possível, nos períodos de menos frequência. 4 *Fonte:Decreto Regulamentar nº 4/99 de 1 de Abril (Requisitos e Medidas de Segurança).

6 Características do Serviço Os restaurantes devem respeitar o seguinte: Na confecção das refeições só podem utilizar-se produtos em perfeito estado de conservação; Os alimentos e produtos de pastelaria e semelhantes destinados ao público devem estar colocados em vitrinas, expositores ou outros equipamentos, com ventilação adequada e refrigerados, se for caso disso, que impeçam o contacto directo dos utentes com aqueles e permitam o resguardo de insectos ou outros elementos naturais; O pessoal de serviço deve atender os utentes correctamente e com eficiência. O mercado Quando decidir montar um restaurante, deve pensar no tipo de cliente que deseja servir. Pois bem terá de pensar de forma integrada, no local, na decoração, na ementa, no preço, e em muitas outras questões que têm em comum o cliente. Nunca se esqueça que deve ir de encontro às necessidades dos clientes e nunca ao contrário. Outro aspecto importante é a concorrência. Este tipo de negócio tem uma feroz concorrência. Tem de estar sempre atento aos seus concorrentes. Um restaurante apenas consegue sobreviver durante 1 ano, caso não estejam reunidas as condições ideias. Pode diferenciar-se da concorrência na decoração, no estilo de música, nos produtos servidos, no tipo de clientes e em muitos outros aspectos, é uma questão de pôr a imaginação a trabalhar. Tudo vai depender das suas tendências estetico-culturais da altura e, claro, das características e dimensão do espaço. As tendências neste sector variam quase tanto como no mundo da Moda. 5 Portanto concentre-se no que os seus clientes desejam, num serviço de qualidade e personalizado, num ambiente agradável e acolhedor. numa ementa bem feita para gerir bem os alimentos e a sua confecção - mantenha os pratos com mais saída e acrescente outros de forma a ir inovando ao longo do tempo.

7 Recursos Humanos Este ponto é muito delicado neste negócio, ou seja recrutar e seleccionar os recursos humanos essenciais para um restaurante, é uma tarefa muito frequente. Neste negócio existe uma rotatividade enorme de pessoal. Os empregados hoje trabalham no seu estabelecimento, amanhã estão no restaurante ao lado. Além disso o cliente exige competência, rapidez, um sorriso e alguma simpatia. O que não é nada fácil. O horário de trabalho é outro aspecto muito importante caso queira servir almoço e jantar terá de funcionar com turnos, pois está definido por lei - 40 horas semanais distribuídas por 6 dias. Portanto é necessário gerir muito bem o pessoal se está a pensar abrir às 08:00 e fechar às 24h00. Gestão do negócio Um restaurante não é fácil de gerir. O conforto é uma ilusão e o mercado é muito exigente. A burocracia é muita e os recursos humanos não chegam para tal. Aliás há quem diga que, entre as multas a pagar e a gestão dos recursos humanos, o tempo que sobra para saborear o negócio é muito pouco. É essencial encontrar um bom local, com estacionamento, com um serviço de qualidade, um bom ambiente, e com pessoal ao serviço competente de confiança. Os restaurantes são negócios de difícil gestão. É necessário controlar muito bem a entrada do dinheiro e as despesas que se efectuam todos os dias. Isto porque a vantagem de um restaurante é que os clientes pagam na hora, e portanto não existem grande problemas na cobrança de dívidas, por outro lado se não é bem gerida a receita, no final do mês não há dinheiro suficiente para pagar as despesas. Portanto nunca esquecer que na gestão de um restaurante, tem de controlar muito bem a entrada e a saída dos valores. Nunca deixe esta responsabilidade com terceiros. 6 Outro procedimento importante:, é apresentação do documento comprovativo da despesa efectuada aquando da prestação dos serviços de cafetaria (Portaria nº 1028/83).

8 Investimento inicial Os investimentos vão depender de vários factores, entre os quais, a localização, pois podemos procurar um espaço mais caro, supostamente numa zona mais movimentada, escolher uma decoração que exija a contratação de uma empresa especializada, e a compra de equipamento adequado ao restaurante que queremos abrir. Quanto à localização, os preços de arrendamento variam consoante a zona onde pensa abrir o restaurante e o equipamento instalado no espaço. Além disso há pessoas que procuram espaços anteriormente ocupados pelo mesmo ramo, com o objectivo de garantir alguns clientes, e as licenças de utilização. Muitos empreendedores optam por arrendar um espaço novo e adaptar segundo um modelo de franchising. Outros ainda preferem comprar e fazer obras. Para o nosso caso escolhemos o exemplo de arrendamento de um espaço, com uma área de 250m2, que necessita de em média de 12 funcionários para uma clientela de cerca de 100 utentes por dia. Para o nosso exemplo iremos investir numa cozinha com uma área de 37m2: 7

9 8 Investimento inicial

10 Gostávamos de salientar que pode negociar com alguns fornecedores de matéria prima(por exemplo de café) a aquisição de equipamento, desde máquinas, loiça até mobiliário, por valores interessantes e diluídos no tempo. Os valores que aqui apresentamos não dispensam uma consulta mais aprofundada, e adequada ao negócio que deseja criar. Prestações mensais Rúbricas quantidade c.unitário Valores em euros Renda Despesas correntes(água, luz, gás,telefone, limpeza, desratização) Consumíveis /economato 500 Salários(encargos sociais incluidos) chefe de cozinha ajudante de cozinha copeiro empregados de mesa empregados de bar limpeza Serviço de segurança(variavel) Serviço de Contabilidade 250 Seguros Multirisco 300 Licença de música 42 Outros custos TOTAL Acrescentamos que as compras mensais de produtos não foram aqui incluídas, contudo deve contabilizar em média entre 30 a 40% do volume de vendas. BALANÇO Classificação Alto Média Alta Alto Critério Investimento Rentabilidade Concorrência Risco Económico 9

11 CONTACTOS ÚTEIS UNIHSNOR/União das Associações de Hotelaria e Restauração do Norte de Portugal Endereço: Praça D. João I, Porto Telefone: Fax: Associação da Restauração e Similares de Portugal ARESP Morada: Av. Duque D'Ávila, LISBOA Telefone: Fax: WebSite: HRCentro - Associação dos Industriais de Hotelaria e Restauração do Centro Av. Emídio Navarro, 81-3º E F Coimbra Tel.: Fax: ANJE Associação Nacional de Jovens Empresários Academia dos Empreendedores Casa do Farol, Rua Paulo Gama, Porto Tel: /79 Fax: /10 URL: [Ficha Técnica] Propriedade: Associação Nacional de Jovens Empresários Distribuição: contactos Redacção: Suzana Alípio (Academia dos Empreendedores) Edição e Design: José Fontes (Academia dos Empreendedores)

Como criar uma Cafetaria

Como criar uma Cafetaria Como criar uma Cafetaria Apresentação Processo Mercado Diferenciação Recursos Humanos Gestão do negócio Produto, Preço e Promoção Legislação Investimento Inicial Prestações mensais Contactos Para criar

Leia mais

Como criar uma Clínica Dentária

Como criar uma Clínica Dentária Como criar uma Clínica Dentária Apresentação Requisitos O Processo Mercado Diferenciação Recursos Humanos Legislação Produto, Preço e Promoção Gestão do negócio Lay-out Investimento Inicial Prestações

Leia mais

Apresentação Requisitos O Processo Localização Recursos Humanos Legislação Investimento Inicial Prestações mensais

Apresentação Requisitos O Processo Localização Recursos Humanos Legislação Investimento Inicial Prestações mensais Apresentação Requisitos O Processo Localização Recursos Humanos Legislação Investimento Inicial Prestações mensais Para criar este negócio vai precisar de em primeiro lugar criar a sua própria empresa

Leia mais

Como criar um ATL - centro de actividades de tempos livres

Como criar um ATL - centro de actividades de tempos livres Como criar um ATL - centro de actividades de tempos livres Apresentação Condições de Licenciamento O Processo Instalações Diferenciação Localização Recursos Humanos Legislação Investimento Inicial Prestações

Leia mais

Artigo 1. Alterações. (1) Redacção integral em anexo. Artigo 2.º Republicação

Artigo 1. Alterações. (1) Redacção integral em anexo. Artigo 2.º Republicação A leitura deste documento, que transcreve o conteúdo do Decreto Regulamentar n.º 4/99, de 1 de Abril, não substitui a consulta da sua publicação em Diário da República. Decreto Regulamentar n.º 4/99 de

Leia mais

Regulamentação dos estabelecimentos de restauração e bebidas

Regulamentação dos estabelecimentos de restauração e bebidas Regulamentação dos estabelecimentos de restauração e bebidas Decreto Regulamentar n.º 4/99, de 1 de Abril Considerando que é necessário estabelecer regras claras relativamente às denominações dos estabelecimentos

Leia mais

Como criar uma empresa de Serviços de Apoio Domiciliário

Como criar uma empresa de Serviços de Apoio Domiciliário Como criar uma empresa de Serviços de Apoio Domiciliário Apresentação Considera-se SAD-Serviço de Apoio Domiciliário 1 a resposta social que consiste na prestação de cuidados individualizados e personalizados

Leia mais

Como criar um Lar para Idosos

Como criar um Lar para Idosos Como criar um Lar para Idosos Apresentação O futuro próximo 2020 Estrutura Familiar Condições de Vida A Política Social e as pessoas idosas Estudo de Mercado/constituição da empresa Requisitos Condições

Leia mais

Restauração & Bebidas. guia prático

Restauração & Bebidas. guia prático Restauração & Bebidas guia prático este guia Apresenta os licenciamentos e alvarás necessários ao evento de vida TER UM NEGÓCIO, cuja actividade específica é a área de Restauração e/ou Bebidas, que diz

Leia mais

Para poderem funcionar / estar abertos ao público, todos os Estabelecimento devem

Para poderem funcionar / estar abertos ao público, todos os Estabelecimento devem Nos termos definidos no art.º 5.º do Decreto-Lei n.º 234/2007, de 19 de Junho, O DECRETO REGULAMENTAR N.º 20/2008, de 27 de Novembro, VEIO ESTABELECER QUAIS OS REQUISITOS ESPECÍFICOS RELATIVOS ÀS INSTALAÇÕES,

Leia mais

TURISMO NO ESPAÇO RURAL LEGISLAÇÃO MANUAL

TURISMO NO ESPAÇO RURAL LEGISLAÇÃO MANUAL TURISMO NO ESPAÇO RURAL LEGISLAÇÃO MANUAL Índice 1. Turismo no espaço rural: tipologias.2 2. Exploração e funcionamento.... 5 3. Legislação aplicável.17 Bibliografia. 18 1 1.Turismo no espaço rural: tipologias

Leia mais

CAE Rev_3: 56101/107 e 56301/305 ESTABELECIMENTOS DE RESTAURAÇÃO OU DE BEBIDAS

CAE Rev_3: 56101/107 e 56301/305 ESTABELECIMENTOS DE RESTAURAÇÃO OU DE BEBIDAS O conteúdo informativo disponibilizado pela presente ficha não substitui a consulta dos diplomas legais referenciados e da entidade licenciadora. FUNCHAL CAE Rev_3: 56101/107 e 56301/305 ESTABELECIMENTOS

Leia mais

Como criar um Centro de Ioga

Como criar um Centro de Ioga Como criar um Centro de Ioga Apresentação Localização Recursos Humanos Legislação Constituição da empresa O Processo Investimento Inicial Prestações mensais associadas à actividade Balanço Contactos Úteis

Leia mais

MUNICÍPIO DE VILA DO PORTO

MUNICÍPIO DE VILA DO PORTO REGULAMENTO DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM Nota justificativa O Decreto Lei nº 167/97, de 4 de Julho, aprovou o regime jurídico de instalação e do funcionamento dos empreendimentos

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL ESTABELECIMENTOS DE ALOJAMENTO LOCAL PUBLICADO ATRAVÉS DE EDITAL EM 28 DE ABRIL DE 2011

REGULAMENTO MUNICIPAL ESTABELECIMENTOS DE ALOJAMENTO LOCAL PUBLICADO ATRAVÉS DE EDITAL EM 28 DE ABRIL DE 2011 REGULAMENTO MUNICIPAL DE ESTABELECIMENTOS DE ALOJAMENTO LOCAL APROVADO EM REUNIÃO DE CÂMARA MUNICIPAL DE 06 DE ABRIL DE 2011 APROVADO EM ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE 21 DE ABRIL DE 2011 PUBLICADO ATRAVÉS DE

Leia mais

Guia de Abertura de um Café em Portugal Zeta Advisors

Guia de Abertura de um Café em Portugal Zeta Advisors Guia de Abertura de um Café em Portugal Zeta Advisors 1 The way to get started is to quit talking and begin doing. Walt Disney Company ÍNDICE 1. Introdução... 3 2. Licenciamento e Legislação... 3 3. Nível

Leia mais

REGULAMENTO DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM

REGULAMENTO DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM REGULAMENTO DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM CAPÍTULO 1 AMBITO Artigo 1º. Estabelecimentos de Hospedagem São considerados estabelecimentos de hospedagem, aqueles que não

Leia mais

Como criar um Cabeleireiro

Como criar um Cabeleireiro Como criar um Cabeleireiro Apresentação Mercado Processo de licenciamento Serviços Preço Recursos Humanos Promoção Legislação Prestações Mensais Investimento inicial Balanço Contacto Úteis Apresentação

Leia mais

Guia de Abertura de um Restaurante em Portugal Zeta Advisors

Guia de Abertura de um Restaurante em Portugal Zeta Advisors Guia de Abertura de um Restaurante em Portugal Zeta Advisors 1 The way to get started is to quit talking and begin doing. Walt Disney Company ÍNDICE 1. Introdução... 3 2. Licenciamento e Legislação...

Leia mais

Município de Vieira do Minho

Município de Vieira do Minho REGULAMENTO DE INSTALAÇÕES E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM Preâmbulo O Decreto-Lei nº 167/97, de 04 de Julho ( com a alteração e redacção dada pelo Decreto-Lei nº 305/99, de 06 de Agosto

Leia mais

REGULAMENTO DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM. Preâmbulo

REGULAMENTO DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM. Preâmbulo REGULAMENTO DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM Preâmbulo O Decreto - Lei n. 167 / 97, de 4 de Julho, veio introduzir grandes inovações no processo de licenciamento de empreendimentos

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL DOS REQUISITOS DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM

REGULAMENTO MUNICIPAL DOS REQUISITOS DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM REGULAMENTO MUNICIPAL DOS REQUISITOS DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM NOTA JUSTIFICATIVA O Decreto-Lei n.º 39/2008, de 7 de Março - que aprova o novo regime jurídico da

Leia mais

FUNCHAL. CAE Rev_3: 56301 - CAFÉS CAE Rev_3: 56303 PASTELARIAS DEFINIÇÃO:

FUNCHAL. CAE Rev_3: 56301 - CAFÉS CAE Rev_3: 56303 PASTELARIAS DEFINIÇÃO: O conteúdo informativo disponibilizado pela presente ficha não substitui a consulta dos diplomas legais referenciados e da entidade licenciadora. FUNCHAL CAE Rev_3: 56301 - CAFÉS CAE Rev_3: 56303 PASTELARIAS

Leia mais

PREÂMBULO CAPÍTULO I ÂMBITO

PREÂMBULO CAPÍTULO I ÂMBITO INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM PREÂMBULO O Decreto-Lei nº 167/97, de 4 de Julho, alterado pelo Decreto-Lei nº 305/99, de 6 de Agosto, e pelo Decreto-Lei nº 55/2002 de 11

Leia mais

Nota Introdutória. Capítulo I Disposições Gerais

Nota Introdutória. Capítulo I Disposições Gerais Nota Introdutória De acordo com o Decreto-Lei n.º 167/97, de 4 de Julho, com as alterações introduzidas pelo Decreto- Lei n.º 305/99, de 6 de Agosto e pelo Decreto-Lei n.º 55/2002, de 11 de Março, que

Leia mais

Ficha Técnica de Fiscalização

Ficha Técnica de Fiscalização FTF: 64//07 IDENTIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO Nome/Designação Social: Morada: IDENTIFICAÇÃO DA BRIGADA Brigada: Direcção Regional: Data de Controlo: / / Hora: h m LEGISLAÇÃO APLICÁVEL: Licenciamento: o

Leia mais

Câmara Municipal de Arraiolos

Câmara Municipal de Arraiolos Regulamento de Instalação e Funcionamento dos Estabelecimentos de Hospedagem Preâmbulo O Decreto-Lei nº. 167/97, de 4 de Julho estabelece o novo regime jurídico aplicável á instalação e funcionamento dos

Leia mais

M U N I C Í P I O D E V I E I R A D O M I N H O 4850-527 VIEIRA DO MINHO

M U N I C Í P I O D E V I E I R A D O M I N H O 4850-527 VIEIRA DO MINHO REGULAMENTO DE INSTALAÇÕES E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM Preâmbulo O Decreto-Lei nº 167/97, de 04 de Julho ( com a alteração e redacção dada pelo Decreto-Lei nº 305/99, de 06 de Agosto

Leia mais

Ficha Técnica de Fiscalização. Restauração e Bebidas

Ficha Técnica de Fiscalização. Restauração e Bebidas Legislação aplicável: Licenciamento: o Decreto-Lei n.º 168/97 de 04 de Julho, alterado e republicado pelo Decreto-Lei n.º 57/2002 de 11 de Março, que aprova o regime jurídico da instalação e funcionamento

Leia mais

(Parecer do Prof.Catedrático Doutor Santos Oliveira na última página.)

(Parecer do Prof.Catedrático Doutor Santos Oliveira na última página.) (Parecer do Prof.Catedrático Doutor Santos Oliveira na última página.) PARECER JURÍDICO RELATIVO ÀS ANOMALIAS DETECTADAS Segundo o solicitado pelo Secretariado Geral da ACRA- Associação

Leia mais

Regulamento Municipal de Instalação e Funcionamento dos Estabelecimentos de Hospedagem. Preâmbulo

Regulamento Municipal de Instalação e Funcionamento dos Estabelecimentos de Hospedagem. Preâmbulo Regulamento Municipal de Instalação e Funcionamento dos Estabelecimentos de Hospedagem Preâmbulo O Decreto-Lei n.º 167/97, de 4 de Julho, alterado pelo Decreto-Lei n.º 305/99, de 6 de Agosto, e pelo Decreto-Lei

Leia mais

NORMAS REGULADORAS DAS CONDIÇÕES DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS CENTROS DE ACTIVIDADES DE TEMPOS LIVRES COM FINS LUCRATIVOS

NORMAS REGULADORAS DAS CONDIÇÕES DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS CENTROS DE ACTIVIDADES DE TEMPOS LIVRES COM FINS LUCRATIVOS A leitura deste documento, que transcreve o conteúdo do Despacho Normativo n.º 96/89, de 21 de Outubro, não substitui a consulta da sua publicação em Diário da República. Despacho Normativo n.º 96/89 de

Leia mais

Diário da República, 1.ª série N.º 231 27 de Novembro de 2008 8549. Artigo 7.º. no quadro referido no n.º 14.º da Portaria n.

Diário da República, 1.ª série N.º 231 27 de Novembro de 2008 8549. Artigo 7.º. no quadro referido no n.º 14.º da Portaria n. Diário da República, 1.ª série N.º 231 27 de Novembro de 2008 8549 Artigo 7.º Norma revogatória É revogada a Portaria n.º 437/2001, de 28 de Abril, sem prejuízo do disposto nos seus n.º 3 do n.º 3.º, n.º

Leia mais

MUNICÍPIO DE ALJEZUR CÂMARA MUNICIPAL

MUNICÍPIO DE ALJEZUR CÂMARA MUNICIPAL MUNICÍPIO DE ALJEZUR CÂMARA MUNICIPAL Regulamento da Instalação, Exploração e Funcionamento dos estabelecimentos de Hospedagem designados por Hospedarias, Casas de Hóspedes e por Quartos Particulares O

Leia mais

CHEFE DE COZINHA (M/F)

CHEFE DE COZINHA (M/F) PERFIL PROFISSIONAL CHEFE DE COZINHA (M/F) ÁREA DE ACTIVIDADE OBJECTIVO GLOBAL - HOTELARIA, RESTAURAÇÃO E TURISMO - Organizar, coordenar e controlar o funcionamento do serviço de cozinha em estabelecimentos

Leia mais

Regulamento de Instalação, Exploração e Funcionamento dos Estabelecimentos de Hospedagem PREÂMBULO

Regulamento de Instalação, Exploração e Funcionamento dos Estabelecimentos de Hospedagem PREÂMBULO Regulamento de Instalação, Exploração e Funcionamento dos Estabelecimentos de Hospedagem PREÂMBULO O Decreto-Lei nº 167/97, de 4 de Julho, e ulteriores alterações, diploma no qual se encontra regulado

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL DE ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM E ALOJAMENTOS PARTICULARES NOTA INTRODUTÓRIA

REGULAMENTO MUNICIPAL DE ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM E ALOJAMENTOS PARTICULARES NOTA INTRODUTÓRIA NOTA INTRODUTÓRIA O D.L. n.º 167/97 de 4 de Julho atribui competências às câmaras municipais para licenciar a instalação dos empreendimentos turísticos, sendo os processos regulados pelo regime jurídico

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM

REGULAMENTO MUNICIPAL DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM REGULAMENTO MUNICIPAL DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM (Aprovado na 3ª Reunião Ordinária de Câmara Municipal, realizada em 10 de Fevereiro de 2004, com as rectificações introduzidas à alínea k) do ponto

Leia mais

REGULAMENTO DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM

REGULAMENTO DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM REGULAMENTO DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM Nota Justificativa Com a entrada em vigor do Decreto-Lei n.º 167/97, de 4 de Julho e suas alterações introduzidas pelo Decreto-Lei

Leia mais

PRINCIPAIS PROBLEMAS QUE SE COLOCAM NOS PROCESSOS DE LICENCIAMENTO DE PRODUTOS ALIMENTARES E DE RESTAURAÇÃO E BEBIDAS

PRINCIPAIS PROBLEMAS QUE SE COLOCAM NOS PROCESSOS DE LICENCIAMENTO DE PRODUTOS ALIMENTARES E DE RESTAURAÇÃO E BEBIDAS PRINCIPAIS PROBLEMAS QUE SE COLOCAM NOS PROCESSOS DE LICENCIAMENTO DE PRODUTOS ALIMENTARES E DE RESTAURAÇÃO E BEBIDAS 1 - ENQUADRAMENTO LEGAL MUITO EXIGENTE Os processos de licenciamento destes processos

Leia mais

CAPÍTULO II REQUISITOS DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO SECÇÃO I REGIME GERAL

CAPÍTULO II REQUISITOS DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO SECÇÃO I REGIME GERAL ÍNDICE REMISSIVO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º - Objecto Artigo 2º- Definições Artigo 3º - Âmbito de Aplicação CAPÍTULO II REQUISITOS DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO SECÇÃO I REGIME GERAL Artigo

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL DE ESTABELECIMENTOS DE ALOJAMENTO LOCAL

REGULAMENTO MUNICIPAL DE ESTABELECIMENTOS DE ALOJAMENTO LOCAL REGULAMENTO MUNICIPAL DE ESTABELECIMENTOS DE ALOJAMENTO LOCAL PREÂMBULO O Decreto-lei nº 39/2008, de 7 de Março, aprovou o regime jurídico da instalação, exploração e funcionamento dos empreendimentos

Leia mais

5482 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-B N. o 192 18-8-1999 MINISTÉRIO DA JUSTIÇA MINISTÉRIO DA ECONOMIA

5482 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-B N. o 192 18-8-1999 MINISTÉRIO DA JUSTIÇA MINISTÉRIO DA ECONOMIA 5482 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-B N. o 192 18-8-1999 MINISTÉRIO DA JUSTIÇA Portaria n. o 667/99 de 18 de Agosto Manda o Governo, pelo Ministro da Justiça, ao abrigo do disposto nos artigos 5. o e 7. o

Leia mais

MUNICÍPIO DE PENAMACOR REGULAMENTO MUNICIPAL DE ESTABELECIMENTOS DE ALOJAMENTO LOCAL. Preâmbulo

MUNICÍPIO DE PENAMACOR REGULAMENTO MUNICIPAL DE ESTABELECIMENTOS DE ALOJAMENTO LOCAL. Preâmbulo MUNICÍPIO DE PENAMACOR REGULAMENTO MUNICIPAL DE ESTABELECIMENTOS DE ALOJAMENTO LOCAL Preâmbulo O novo Regime Jurídico de Instalação, Exploração e Funcionamento dos Empreendimentos Turísticos, aprovado

Leia mais

REGULAMENTO DE INSTALAÇÃO, EXPLORAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM

REGULAMENTO DE INSTALAÇÃO, EXPLORAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM REGULAMENTO DE INSTALAÇÃO, EXPLORAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM Nota Justificativa Preâmbulo O Decreto-Lei n.º 167/97, de 4 de Julho, alterado pelo Decreto Lei n.º 305/99, de 6

Leia mais

FUNCHAL CAE Rev_3: 88101/88102 SERVIÇOS DE APOIO DOMICILIÁRIO. Instituto da Segurança Social I.P. e Câmara Municipal competente.

FUNCHAL CAE Rev_3: 88101/88102 SERVIÇOS DE APOIO DOMICILIÁRIO. Instituto da Segurança Social I.P. e Câmara Municipal competente. O conteúdo informativo disponibilizado pela presente ficha não substitui a consulta dos diplomas legais referenciados e da entidade licenciadora. FUNCHAL CAE Rev_3: 88101/88102 SERVIÇOS DE APOIO DOMICILIÁRIO

Leia mais

E D I T A L. D i s c u s s ã o P ú b l i c a. Projecto de Regulamento Municipal de Estabelecimentos de Hospedagem e Alojamentos Particulares

E D I T A L. D i s c u s s ã o P ú b l i c a. Projecto de Regulamento Municipal de Estabelecimentos de Hospedagem e Alojamentos Particulares E D I T A L D i s c u s s ã o P ú b l i c a Projecto de Regulamento Municipal de Estabelecimentos de Hospedagem e Alojamentos Particulares Paulo Jorge Simões Júlio, Presidente da Câmara Municipal de Penela,

Leia mais

ESEIGlobal Simulador Empresarial 3ª Edição - 2005/2006 NEGÓCIOS. Ana Pestana SEGMENTO DE MERCADO CAPACIDADE FINANCEIRA.

ESEIGlobal Simulador Empresarial 3ª Edição - 2005/2006 NEGÓCIOS. Ana Pestana SEGMENTO DE MERCADO CAPACIDADE FINANCEIRA. PLANO DE NEGÓCIOS Ana Pestana VIABILIDADE DO PROJECTO SEGMENTO DE CAPACIDADE FINANCEIRA Ana Pestana 1 CARACTERÍSTICAS Elevado nível de objectividade Adaptado àrealidade do projecto Transmitir uma imagem

Leia mais

REGULAMENTO DE INSTALAÇÃO, EXPLORAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM NOTA JUSTIFICATIVA

REGULAMENTO DE INSTALAÇÃO, EXPLORAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM NOTA JUSTIFICATIVA REGULAMENTO DE INSTALAÇÃO, EXPLORAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM NOTA JUSTIFICATIVA Com a entrada em vigor do Decreto-Lei n.º 167/97, de 4 de Julho, alterado pelo Decreto-Lei n.º

Leia mais

NORMAS REGULADORAS DAS CONDIÇÕES DE IMPLANTAÇÃO, LOCALIZAÇÃO, INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DO APOIO DOMICILIÁRIO

NORMAS REGULADORAS DAS CONDIÇÕES DE IMPLANTAÇÃO, LOCALIZAÇÃO, INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DO APOIO DOMICILIÁRIO A leitura deste documento, que transcreve o conteúdo do Despacho Normativo n.º 62/99, de 12 de Novembro, não substitui a consulta da sua publicação em Diário da República. Despacho Normativo n.º 62/99

Leia mais

QUAL O NOSSO OBJECTIVO ESSENCIAL? O

QUAL O NOSSO OBJECTIVO ESSENCIAL? O QUEM SOMOS NÓS?! Somos Portugueses que, no passado, viveram no estrangeiro, como Emigrantes. Hoje, alguns de nós, ainda possuem familiares nessas condições... Ao longo dos anos sentimos grandes dificuldades,

Leia mais

Manda o Governo, pelos Ministros da Administração Interna e da Economia, o seguinte:

Manda o Governo, pelos Ministros da Administração Interna e da Economia, o seguinte: A leitura deste documento, que transcreve o conteúdo do Decreto-Lei n.º 1063/97, de 21 de Outubro, não substitui a consulta da sua publicação em Diário da República. Portaria n.º 1063/97 de 21 de Outubro

Leia mais

Diário da República, 2.ª série N.º 241 14 de Dezembro de 2007 36139 CÂMARA MUNICIPAL DE SANTA COMBA DÃO. CAPÍTULO II Licenciamento

Diário da República, 2.ª série N.º 241 14 de Dezembro de 2007 36139 CÂMARA MUNICIPAL DE SANTA COMBA DÃO. CAPÍTULO II Licenciamento Diário da República, 2.ª série N.º 241 14 de Dezembro de 2007 36139 Não serão consideradas as reclamações apresentadas fora do prazo acima estabelecido. Para constar se publica o presente e outros de igual

Leia mais

MINISTÉRIO DA ECONOMIA

MINISTÉRIO DA ECONOMIA N. o 60 12 de Março de 2002 DIÁRIO DA REPÚBLICA I ÉRIE-B 2169 protecção da maternidade e da paternidade ou da lei sindical.» 5. o On. o 4don. o 52. o da Portaria n. o 1098/99, de 21 de Dezembro, passa

Leia mais

ORIGEM OBJECTIVOS: Iniciado em 2004, por um desafio lançado ado pelo Governo Português, para o Campeonato Europeu de Futebol. MISSÃO: Criar e desenvolver, em contínuo, nuo, uma Rede de Estabelecimentos

Leia mais

MINISTÉRIOS DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA E DA ECONOMIA. N. o 244 21-10-1997 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-B

MINISTÉRIOS DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA E DA ECONOMIA. N. o 244 21-10-1997 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-B N. o 244 21-10-1997 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-B 5689 8 No desempenho das suas funções, o chefe de projecto é equiparado para todos os efeitos legais a director-geral e os chefes de projecto-adjuntos

Leia mais

DELIBERAÇÃO DO CONSELHO DIRECTIVO DA ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE (VERSÃO NÃO CONFIDENCIAL) I INTRODUÇÃO

DELIBERAÇÃO DO CONSELHO DIRECTIVO DA ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE (VERSÃO NÃO CONFIDENCIAL) I INTRODUÇÃO DELIBERAÇÃO DO CONSELHO DIRECTIVO DA ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE (VERSÃO NÃO CONFIDENCIAL) I INTRODUÇÃO Considerando as atribuições da Entidade Reguladora da Saúde (doravante ERS) conferidas pelo artigo

Leia mais

ÂMBITO Aplica-se à instalação e ao funcionamento dos recintos com diversões aquáticas.

ÂMBITO Aplica-se à instalação e ao funcionamento dos recintos com diversões aquáticas. O conteúdo informativo disponibilizado pela presente ficha não substitui a consulta dos diplomas legais referenciados e da entidade licenciadora. FUNCHAL RECINTOS COM DIVERSÕES AQUÁTICAS CAE REV_3: 93210

Leia mais

ARMAZENAGEM. 8 O empilhamento dos materiais obstruí a circulação nas vias. Decreto-lei 243/86 de 20 de Agosto. Foto Nº.

ARMAZENAGEM. 8 O empilhamento dos materiais obstruí a circulação nas vias. Decreto-lei 243/86 de 20 de Agosto. Foto Nº. CHECK LIST DE HIGIENE E SEGURANÇA NO TRABALHO Resposta à check list. A severidade está dividida em 3 níveis, Leve, Médio e Grave Só é preenchida quando a resposta não corresponde ao que a legislação prevê.

Leia mais

CENTRO DE CONGRESSOS DO IST

CENTRO DE CONGRESSOS DO IST REGULAMENTO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS NO CENTRO DE CONGRESSOS DO IST 2010 Nota prévia O Centro de Congressos do IST, funcionando sob a tutela directa do Conselho de Gestão, destina-se a satisfazer as necessidades

Leia mais

MUNICÍPIO DA NAZARÉ CÂMARA MUNICIPAL REGULAMENTO DOS ALOJAMENTOS PARTICULARES NOTA JUSTIFICATIVA

MUNICÍPIO DA NAZARÉ CÂMARA MUNICIPAL REGULAMENTO DOS ALOJAMENTOS PARTICULARES NOTA JUSTIFICATIVA REGULAMENTO DOS ALOJAMENTOS PARTICULARES NOTA JUSTIFICATIVA O Decreto-Lei nº 167/97, de 4 de Julho, na redacção que lhe foi dada pelo Decreto-Lei nº 305/99, de 6 de Agosto, e pelo Decreto-Lei nº 55/2002,

Leia mais

Direcção-Geral da Solidariedade e Segurança Social

Direcção-Geral da Solidariedade e Segurança Social Direcção-Geral da Solidariedade e Segurança Social Janeiro/2004 INTRODUÇÃO A experiência da acção social no âmbito da intervenção e acompanhamento das famílias em situação de grande vulnerabilidade social,

Leia mais

REQUISITOS GERAIS HÍGIO SANITÁRIOS E TECNICO-FUNCIONAIS PARA A OFERTA E COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS ALIMENTARES NA FEIRA INTERNACIONAL DE LISBOA (FIL)

REQUISITOS GERAIS HÍGIO SANITÁRIOS E TECNICO-FUNCIONAIS PARA A OFERTA E COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS ALIMENTARES NA FEIRA INTERNACIONAL DE LISBOA (FIL) MANUAL REQUISITOS GERAIS HÍGIO SANITÁRIOS E TECNICO-FUNCIONAIS PARA A OFERTA E COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS ALIMENTARES NA FEIRA INTERNACIONAL DE LISBOA (FIL) O objectivo deste manual é fornecer informação

Leia mais

REGULAMENTO DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM. Nota justificativa: Cfr. art.º 116 do C.P.A.

REGULAMENTO DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM. Nota justificativa: Cfr. art.º 116 do C.P.A. REGULAMENTO DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM Nota justificativa: Cfr. art.º 116 do C.P.A. O Decreto-Lei n.º 167/97, de 4 de Julho, no seu artigo 79.º estipula que é da competência

Leia mais

pasta house DOSSIER DE FRANCHISING

pasta house DOSSIER DE FRANCHISING T matino pasta house DOSSIER DE FRANCHISING APRESENTAÇÃO A TOMATINO é uma rede de restaurantes de atendimento rápido, cujos pratos têm por base exclusivamente as massas alimentícias pasta. Trata-se de

Leia mais

Residenciais, nos casos em que a sua realização implique o alojamento; Não Residenciais, nos restantes casos.

Residenciais, nos casos em que a sua realização implique o alojamento; Não Residenciais, nos restantes casos. O conteúdo informativo disponibilizado pela presente ficha não substitui a consulta dos diplomas legais referenciados e da entidade licenciadora. FUNCHAL CAE Rev_3: 55203 EXPLORAÇÃO DE CAMPOS DE FÉRIAS

Leia mais

Trabalho de Contabilidade Analítica

Trabalho de Contabilidade Analítica Trabalho de Contabilidade Analítica HOTEL MALCATUR 1. Estutura operacional do hotel 2. Estruturas e equipamentos complementares de apoio 3. Aspectos sobre o marketing-mix 4. Previsão das vendas 5. Estrutura

Leia mais

REGULAMENTO DA PLACA DE QUALIDADE PARA ESTABELECIMENTOS DE RESTAURAÇÃO

REGULAMENTO DA PLACA DE QUALIDADE PARA ESTABELECIMENTOS DE RESTAURAÇÃO REGULAMENTO DA PLACA DE QUALIDADE PARA ESTABELECIMENTOS DE RESTAURAÇÃO (Aprovado na 4ª Reunião Ordinária de Câmara Municipal, realizada em 14 de Fevereiro de 2001) REGULAMENTO DA PLACA DE QUALIDADE PARA

Leia mais

DIRECTOR(A) DE RESTAURAÇÃO

DIRECTOR(A) DE RESTAURAÇÃO PERFIL PROFISSIONAL DIRECTOR(A) DE RESTAURAÇÃO ÁREA DE ACTIVIDADE - HOTELARIA, RESTAURAÇÃO E TURISMO OBJECTIVO GLOBAL - Planear, dirigir e controlar as actividades de produção e de serviço de alimentos

Leia mais

Diário de Segurança Alimentar

Diário de Segurança Alimentar Diário de Segurança Alimentar Diário de Segurança Alimentar Todos os direitos reservados Copyright 2008 by Biostrument, S. A. 1ª Edição Um produto Biostrument - Segurança Alimentar Sede: Rua 5 de Outubro

Leia mais

[SELO ALIMENTO SEGURO]

[SELO ALIMENTO SEGURO] 1 Lista de Verificação Selo Alimento Seguro Lista de Verificação com a finalidade de examinar todos os aspectos relacionados com as instalações, equipamentos, ferramentas, instrumentos utilizados pelas

Leia mais

Com o Apoio de. Comissão de Coordenaçã e Desenvolvimento Regional do Centro

Com o Apoio de. Comissão de Coordenaçã e Desenvolvimento Regional do Centro OPEN Centro de Incubação de Oportunidades de Negócio Processo de Admissão de Utentes e Modelo de Incubação Centimfe, 2 de Março de 2005 Missão da OPEN Contribuir para a promoção da inovação e do emprego,

Leia mais

Hotelaria e Restauração

Hotelaria e Restauração Hotelaria e Restauração Código Carga UFCD UFCD Horária H 1755 Preparação de cremes de pastelaria e recheios 25 1760 Preparação de massas lêvedas especiais de pastelaria e padaria 50 1761 Preparação de

Leia mais

Decreto-Lei n.º 134/2009, de 2 de Junho

Decreto-Lei n.º 134/2009, de 2 de Junho Decreto-Lei n.º 134/2009, de 2 de Junho Regime jurídico aplicável à prestação de serviços de promoção, informação e apoio aos consumidores e utentes através de centros telefónicos de relacionamento Comentários

Leia mais

NOTA TÉCNICA nº 22 Complementar do Regime Jurídico de SCIE

NOTA TÉCNICA nº 22 Complementar do Regime Jurídico de SCIE NOTA TÉCNICA nº 22 Complementar do Regime Jurídico de SCIE OBJECTIVO Definir bases técnicas para a elaboração de Plantas de Emergência, em suporte de papel ou em suporte digital, conforme a legislação

Leia mais

ERS 3002 - Qualidade e Segurança Alimentar na Restauração. www.apcer.pt

ERS 3002 - Qualidade e Segurança Alimentar na Restauração. www.apcer.pt ERS 3002 - Qualidade e Segurança Alimentar na Restauração www.apcer.pt AGENDA Apresentação APCER Desenvolvimento ERS3002 Conteúdo da ERS3002 Metodologias de auditorias Associação constituída em Abril 1996

Leia mais

Como criar um Centro Hípico

Como criar um Centro Hípico Como criar um Centro Hípico Apresentação Actividades do Centro Hípico Objectivos do negócio Localização Processo Instalação e Funcionamento Investimento Inicial Obstáculos Prestações mensais associadas

Leia mais

Gabinete de Apoio ao Licenciamento CHECK-LIST

Gabinete de Apoio ao Licenciamento CHECK-LIST Gabinete de Apoio ao Licenciamento CHECK-LIST Aspectos relativos aos requisitos de instrução do processo e requisitos técnicos : Dec-Lei nº 127/2014 de 22 de agosto Portaria nº 268/2010 de 12 de Maio com

Leia mais

REGULAMENTO DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM

REGULAMENTO DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM REGULAMENTO DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM 2001 Nota Justificativa O decreto-lei n.º 167/97, de 4 de Julho, com as alterações introduzidas pelo decreto-lei 305/99 de 6

Leia mais

A instalação dos equipamentos sociais Instruções sanitárias

A instalação dos equipamentos sociais Instruções sanitárias A instalação dos equipamentos sociais Instruções sanitárias Tipos de equipamentos não residenciais Lares de reabilitação/para convalescença Centros de dia para idosos Centros comunitários Centros de apoio

Leia mais

Lar para Crianças e Jovens

Lar para Crianças e Jovens Direcção-Geral da Acção Social Núcleo de Documentação Técnica e Divulgação Maria Amélia Fernandes Maria Graciete Palma da Silva Lar para Crianças e Jovens (Condições de implantação, localização, instalação

Leia mais

Ficha Técnica de Fiscalização

Ficha Técnica de Fiscalização FTF: 64//07 IDENTIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO Nome/Designação Social: Morada: IDENTIFICAÇÃO DA BRIGADA Brigada: Direcção Regional: Data de Controlo: / / Hora: h m LEGISLAÇÃO APLICÁVEL: Licenciamento: o

Leia mais

Peixe as espécies pertencentes ao grupo Ichtyoides (ou Pisces, senso lato), englobando nesta designação peixes propriamente ditos ou ciclóstomos;

Peixe as espécies pertencentes ao grupo Ichtyoides (ou Pisces, senso lato), englobando nesta designação peixes propriamente ditos ou ciclóstomos; O conteúdo informativo disponibilizado pela presente ficha não substitui a consulta dos diplomas legais referenciados e da entidade licenciadora. PEIXARIAS CAE REV_3: 47230 COMÉRCIO A RETALHO DE PEIXE,

Leia mais

QUADROS SUPERIORES DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, DIRIGENTES E QUADROS SUPERIORES DE EMPRESA

QUADROS SUPERIORES DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, DIRIGENTES E QUADROS SUPERIORES DE EMPRESA GRANDE GRUPO 1 QUADROS SUPERIORES DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, DIRIGENTES E QUADROS SUPERIORES DE EMPRESA Os quadros superiores da administração pública, dirigentes e quadros superiores de empresa dão pareceres

Leia mais

Sistema de Segurança Alimentar Operações de Higienização Página 1 de 1. Café da Quinta Sandra & Elisa - Serviços de Restauração, Lda.

Sistema de Segurança Alimentar Operações de Higienização Página 1 de 1. Café da Quinta Sandra & Elisa - Serviços de Restauração, Lda. Operações de Higienização Mês de de Dias/Área 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 Sanitários M Sanitários F Sanitários/Vestiários Armazém Mesas/Cadeiras

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL DE HOSPEDAGEM

REGULAMENTO MUNICIPAL DE HOSPEDAGEM 2 Nota Justificativa Com a publicação da Lei n.º 53-E/2006, de 29 de Dezembro, as relações jurídico-tributárias geradoras da obrigação de pagamento de taxas às autarquias locais foram objecto de uma importante

Leia mais

Novo Regime de Licenciamento dos Estabelecimentos de Restauração ou Bebidas

Novo Regime de Licenciamento dos Estabelecimentos de Restauração ou Bebidas dos Estabelecimentos de Restauração ou Bebidas DECRETO-LEI N.º 234/2007, DE 19 DE JUNHO ( ENTROU EM VIGOR EM 19 DE JULHO DE 2007 ) 1 PRINCIPAIS ALTERAÇÕES 1 PRINCIPAIS ALTERAÇÕES a) Ao nível das competências

Leia mais

Declaração de Instalação, Modificação e de Encerramento dos Estabelecimentos de Restauração ou de Bebidas

Declaração de Instalação, Modificação e de Encerramento dos Estabelecimentos de Restauração ou de Bebidas PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS E MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DA INOVAÇÃO ANEXO Declaração de Instalação, Modificação e de Encerramento dos Estabelecimentos de Restauração ou de Bebidas abrangidos pelo

Leia mais

Breve introdução sobre a criação e as atribuições do Fundo de Turismo

Breve introdução sobre a criação e as atribuições do Fundo de Turismo Anexo 51 I Breve introdução sobre a criação e as atribuições do Fundo de Turismo O Decreto-Lei n.º 28/94/M, de 6 de Junho de 1994 visa adequar o modelo de gestão e as atribuições do Fundo de Turismo ao

Leia mais

DEPARTAMENTO FINANCEIRO DIVISÃO DE PATRIMÓNIO E APROVISIONAMENTO CONCURSO PÚBLICO

DEPARTAMENTO FINANCEIRO DIVISÃO DE PATRIMÓNIO E APROVISIONAMENTO CONCURSO PÚBLICO DEPARTAMENTO FINANCEIRO DIVISÃO DE PATRIMÓNIO E APROVISIONAMENTO CONCURSO PÚBLICO CONCESSÃO DA EXPLORAÇÃO DAS PISCINAS DESCOBERTAS, DO BAR E DO RESTAURANTE (MARGEM ESQUERDA DO MONDEGO) CADERNO DE ENCARGOS

Leia mais

REGIME JURÍDICO DO TURISMO NO ESPAÇO RURAL

REGIME JURÍDICO DO TURISMO NO ESPAÇO RURAL REGIME JURÍDICO DO TURISMO NO ESPAÇO RURAL O Turismo no Espaço Rural consiste no conjunto de actividades e serviços de alojamento e animação a turistas em empreendimentos de natureza familiar realizados

Leia mais

Armazém Planear a construção

Armazém Planear a construção Planear a construção Surgem muitas vezes problemas associados às infra-estruturas dos armazéns, como por exemplo, a falta de espaço para as existências, para a movimentação nos corredores e áreas externas,

Leia mais

Concurso Público. Serviços de Limpeza na Sede e no Edifício Administrativo da Ala Oeste do Instituto do Desporto

Concurso Público. Serviços de Limpeza na Sede e no Edifício Administrativo da Ala Oeste do Instituto do Desporto Concurso Público Serviços de Limpeza na Sede e no Edifício Administrativo da Ala Oeste do Instituto do Desporto Requisitos para a prestação de serviços de limpeza 1. Serviços de limpeza da 1ª parte Fornecimento

Leia mais

7960 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-B N. o 264 12-11-1999 MINISTÉRIO DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE

7960 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-B N. o 264 12-11-1999 MINISTÉRIO DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE 7960 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-B N. o 264 12-11-1999 c) Um representante de cada administração regional de saúde; d) Um representante de cada agência; e) Um membro a nomear pelo Ministro da Saúde, em

Leia mais

INQUÉRITO - PROJECTO DE TUTORIA A ESTUDANTES ERAMUS OUT

INQUÉRITO - PROJECTO DE TUTORIA A ESTUDANTES ERAMUS OUT INQUÉRITO - PROJECTO DE TUTORIA A ESTUDANTES ERAMUS OUT Desde já, agradecemos a sua participação nesta nova etapa do Projecto de Tutoria a Estudantes ERASMUS versão OUT. Com este inquérito, pretendemos

Leia mais

CONSIDERANDOS PROGRAMA

CONSIDERANDOS PROGRAMA PROCEDIMENTO DE HASTA PÚBLICA PARA ATRIBUIÇÃO A TÍTULO PRECÁRIO DA EXPLORAÇÃO COMERCIAL CONJUNTA DE DOIS ESPAÇOS MUNICIPAIS SITOS NA PISCINA SOLÁRIO ATLÂNTICO (RESTAURANTE) E BALNEÁRIO MARINHO (CAFETARIA)

Leia mais

NECESSIDADES DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DAS MICROEMPRESAS DO SECTOR DO TURISMO PARA 2010/2011

NECESSIDADES DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DAS MICROEMPRESAS DO SECTOR DO TURISMO PARA 2010/2011 REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES SECRETARIA REGIONAL DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL DIRECÇÃO REGIONAL DO TRABALHO, QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL E DEFESA DO CONSUMIDOR OBSERVATÓRIO DO EMPREGO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL

Leia mais

Estudo de Remuneração 2015

Estudo de Remuneração 2015 2015 SECRETARIAL & MANAGEMENT SUPPORT Temporary & permanent recruitment www.pagepersonnel.pt Editorial Page Personnel ir ao encontro do talento A Page Personnel recruta para os seus clientes os melhores

Leia mais

Lic. Marketing e Publicidade. Marketing 1º Ano/2º Semestre Pós laboral

Lic. Marketing e Publicidade. Marketing 1º Ano/2º Semestre Pós laboral Lic. Marketing e Publicidade Marketing 1º Ano/2º Semestre Pós laboral Trabalho realizado por: Maria Marques, 7005 Docente: Dr. Fernando Gaspar SANTARÉM Licenciatura em Marketing & Publicidade 1 de 10 2007/2008

Leia mais