AVALIAÇÃO SANITÁRIA DE CULTIVARES DE MILHO CRIOULO ARMAZENADAS EM AMBIENTE NÃO CONTROLADO 1

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1 AVALIAÇÃO SANITÁRIA DE CULTIVARES DE MILHO CRIOULO ARMAZENADAS EM AMBIENTE NÃO CONTROLADO 1 NOAL, Gisele 2 ; MUNIZ, Marlove 3 ; BOVOLINI, Marciéli 4 ; MACIEL, Caciara 5 ; DEPRÁ, Marta 6 ; MIGLIORINI, Patrícia 7 ; BARBIERI, Marciele 8 1 Trabalho de Pesquisa _Universidade Federal de Santa Maria 2 Mestrado em Agronomia (UFSM), Santa Maria, RS, Brasil 3 Eng. Agrônoma, Profª. Adjunta do Departamento de Defesa Fitossanitária (UFSM), Santa Maria, RS, Brasil 4 Acadêmica de Engenharia Florestal (UFSM), Santa Maria, RS, Brasil. 5 Mestre em Engenharia Florestal (UFSM), Santa Maria, RS, Brasil 6 Mestrado em Agrobiologia (UFSM), Santa Maria, RS, Brasil 7 Mestrado em Agronomia (UFSM), Santa Maria, RS, Brasil 8 Acadêmica de Agronomia (UFSM), Santa Maria, RS, Brasil. RESUMO O milho crioulo é cultivado por pequenos produtores, sendo que seu armazenamento geralmente é feito em ambiente não controlado. Dessa forma, a qualidade sanitária das sementes pode ser comprometida devido ao ataque de patógenos que interferem em sua viabilidade. O objetivo deste trabalho foi avaliar a ocorrência de fungos associados as sementes de milho crioulo armazenadas em ambiente não controlado. O experimento foi conduzido no Laboratório de Fitopatologia da UFSM e foram utilizadas as sementes das cultivares Amarelão, Bico de Ouro, Cunha e Sertanejo, provenientes da safra , produzidas no município de Ibarama RS. Realizouse teste de sanidade a fim de quantificar a incidência de fungos entre as cultivares. Os resultados mostraram que houve alta incidência dos fungos Fusarium spp. e Penicillium spp. em todas as cultivares enquanto que Aspergillus spp. foi encontrado em menor proporção. Palavras-chave: Sementes; Sanidade; Milho Crioulo. 1. INTRODUÇÃO O milho crioulo é cultivado geralmente por pequenos produtores que o utilizam como base alimentar e como alternativa de renda. Para Catão et al (2010) as sementes provenientes de cultivares locais ou crioulas são consideradas como componentes da agrobiodiversidade, por constituírem inestimável valor para as populações tradicionais. Segundo Carpentieri-Pípolo et al (2010), o uso de cultivares locais ou crioulas possuem vantagens ligadas a sustentabilidade da produção podendo citar a resistência a doenças, pragas e desequilíbrios climáticos. Além disso, as sementes podem ser armazenadas e usadas nas safras seguintes possibilitando menor custo de produção. A velocidade de deterioração das sementes é influenciada não só por fatores genéticos como também pelas formas de manipulação e condições de armazenamento

2 (DELOUCHE E BASKIN, 1973). O armazenamento das sementes geralmente é realizado na propriedade em ambiente não controlado, com auxílio de materiais alternativos como garrafas PET. Para a conservação das sementes, as garrafas passam pelo processo de lavagem e após completamente secas recebem as sementes. As garrafas contendo as sementes são vedadas e permanecem em ambiente escuro, com baixa umidade, até sua utilização. Muitas vezes essas condições comprometem a qualidade sanitária das sementes devido ao ataque de patógenos. Segundo Tanaka (2001), as sementes de milho podem ser prejudicadas por fungos desde a sua formação, durante o seu desenvolvimento e também após a colheita, durante o seu armazenamento. Segundo o autor as condições de armazenamento que servem para manter a viabilidade das sementes podem também favorecer a sobrevivência de muitos patógenos relevantes para cultura. Dhingra (1985) ressalta que os fungos de armazenamento são os principais responsáveis pela perda de viabilidade entre as sementes no período de armazenamento que se encontram com umidade acima do valor crítico. Os principais gêneros fúngicos que causam problemas quanto a conservação das sementes são Aspergillus spp., Fusarium spp. e Penicillium spp. Conforme o grau de qualidade das sementes na lavoura, podemos obter plantas vigorosas, com estande desejado e boa produtividade, para isso deve-se ter um conhecimento prévio de como as sementes se encontram antes do plantio que pode ser feito através de testes de vigor e sanidade. A avaliação da condição sanitária de um lote de sementes pode ser realizada através do teste de sanidade o qual fornece informações para programas de certificação, serviços de vigilância vegetal, tratamento de sementes, melhoramento de plantas e outros (HENNING, 1994; MACHADO, 2000). Diante do exposto, o objetivo deste trabalho foi avaliar a ocorrência de fungos associadas as sementes de milho crioulo armazenadas em ambiente não controlado. 2. METODOLOGIA O experimento foi realizado no Laboratório de Fitopatologia Elocy Minussi no Departamento de Defesa Fitossanitária (DFS) do Centro de Ciências Rurais (CCR) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) RS. Foram usadas as sementes das cultivares de milho crioulo Amarelão, Bico de Ouro, Cunha e Sertanejo (Figura 1). As sementes são provenientes de um experimento conduzido na safra , realizado em Ibarama (29º25'10 S, 53º08'05" W e altitude de 317 m), localizada na microrregião Centro- Serra do Rio Grande do Sul. As sementes foram armazenadas em materiais alternativos (garrafas PET), em ambiente não controlado, desde sua colheita (março/2011) até o momento da avaliação laboratorial (janeiro/2012), perfazendo um total de 10 meses de armazenamento.

3 Figura 1: Sementes de diferentes cultivares de milho crioulo. Fonte: Noal, A qualidade sanitária foi avaliada através do teste de sanidade por meio do método do papel filtro ou Blotter Test. Foram utilizadas 4 repetições de 100 sementes de cada cultivar as quais foram distribuídas em caixas plásticas do tipo "gerbox", previamente desinfestadas com etanol a 70% e, após, com hipoclorito de sódio a 1% por 1 min. As sementes foram acondicionadas sobre três folhas de papel filtro umedecidas com água destilada e autoclavada. As sementes foram incubadas em câmara BOD a 25±3 C, com 12 horas em regime de luz, durante 24 horas. Em seguida, para a inibição da germinação, foram submetidas ao método do congelamento por 24 horas. Após esse procedimento, foram, então, incubadas a 25ºC por sete dias, em regime de 12 horas de luz conforme metodologia proposta por Brasil (2009). Finalizado esse período, as sementes foram examinadas individualmente com o auxílio de lupa e microscópio óptico para observação das estruturas morfológicas dos fungos, os quais foram identificados ao nível de gênero, com o auxílio da bibliografia especializada de Barnett; Hunter (1998) considerando-se a porcentagem de contaminação nas sementes por fungos (Figura 2).

4 Figura 2: Sementes de milho crioulo contaminadas por fungos. Fonte: Noal, O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado. A incidência dos gêneros fúngicos foi expressa em porcentagem. Os dados foram submetidos à análise de variância e, quando os valores de F foram significativos, as médias dos tratamentos foram comparadas pelo teste de Tukey, ao nível de 5% de probabilidade de erro. Na realização das análises estatísticas foi utilizado o programa estatístico SISVAR (FERREIRA, 2000). 3. RESULTADOS E DISCUSSÕES Os resultados mostram alta incidência de Fusarium spp. e Penicillium spp. apresentando diferença significativa entre as cultivares (Tabela 1). A porcentagem de contaminação das sementes por Aspergillus spp. foi baixa entre as cultivares, sendo que a maior porcentagem foi de 37,5% em Sertanejo. Em todas as cultivares a incidência de Penicillium spp. foi superior a 90%. Maciel et al. (2005) em avaliação da qualidade de sementes de soja da cultivar IAC-18, relatou que a partir do quarto mês de armazenamento predominaram maiores índices de fungos dos gêneros Aspergillus spp e Penicillium spp. Antonello et al (2009) observou baixa incidência inicial de Aspergillus spp. em sementes de cultivares de milho crioulo quando armazenadas em embalagens plásticas seguidas de um aumento no quarto mês. Entre as cultivares avaliadas, Sertanejo apresentou o maior índice de contaminação por patógenos, enquanto que Cunha apresentou os menores valores. Diniz (2002) salienta que essas contaminações por fungos podem causar diversos problemas relacionados à saúde e a ordem econômica compreendendo tanto a perda de produtos agrícolas como a morte de animais dentre outras. Tabela 1 Incidência (%) de Aspergillus spp., Fusarium spp. e Penicillium spp. em sementes de diferentes cultivares de milho crioulo. Santa Maria RS, 2012.

5 Cultivar Aspergillus spp. Fusarium spp. Penicillium spp. Amarelão 1,00 b * 87,00 b 94,50 ab Bico de Ouro 0,00 b 88,25 b 92,25 ab Cunha 0,25 b 86,75 b 90,25 b Sertanejo 37,5 a 99,75 a 99,75 a Média 9,69 90,44 94,19 CV (%) >30 8,81 10,28 * Médias seguidas pela mesma letra não diferem significativamente pelo teste de Tukey, ao nível de 5% de probabilidade de erro. Antonello et al (2007) em trabalho com sementes de milho crioulo verificou alta incidência de Penicillium spp. entre as cultivares avaliadas concluindo que as sementes de milho crioulo apresentam baixa qualidade sanitária devido a condições inadequadas de armazenamento, como por exemplo, elevada umidade. Em estudo, Tanaka et al (2001) verificou aumento da incidência do fungo Penicillium spp. nas sementes de milho em função do período de armazenamento dessas, sendo que quando o armazenamento é realizado em câmara fria essa elevação é menos acentuada. Já com Fusarium spp., o autor constatou que a sobrevivência do patógeno foi bastante reduzida durante o armazenamento conduzido em ambiente não controlado. Giehl et al (2011) observou que entre as cultivares de milho avaliadas, Cabo Roxo e Oito Carreiras apresentaram incidência de Fusarium spp. contraposta a Penicillium spp. sugerindo um possível antagonismo entre os dois gêneros. Em trabalho com sementes de milho crioulo Noal et al (2011) constatou com relação ao Fusarium spp., as cultivares Amarelão, Bico de Ouro, Cateto Amarelo, Colorido e Mato Grosso obtiveram as maiores médias percentuais e não diferiram estatisticamente entre si, sendo que Cabo Roxo apresentou a menor incidência do fungo. Tanaka e Maeda (1997) observaram a eliminação de Fusarium spp. em sementes de milho, após doze meses de armazenamento em ambiente não controlado, sendo que a incidência inicial era de 28% de contaminação pelo fungo. Catão (2010) afirmou que o método de armazenagem em garrafas PET permitiu uma melhor conservação das sementes no que diz respeito à qualidade fisiológica, umidade e infestação das sementes por insetos-praga. 4. CONCLUSÃO As cultivares de milho crioulo avaliadas apresentam incidência de espécies fúngicas, sendo que as porcentagens de contaminação por Penicillium spp. e Fusarium spp. são altas indicando possíveis condições inadequadas de armazenamento. A contaminação das

6 sementes por Aspergillus spp. foi superior na cultivar Sertanejo quando comparada as demais cultivares. REFERÊNCIAS ANTONELLO, L.M. et al. Situação sanitária de sementes de milho crioulo. Revista Brasileira de Agroecologia, v.2, n.1, p , ANTONELLO, L.M. et al. Qualidade de sementes de milho armazenadas em diferentes embalagens. Ciência Rural, v.39, n.7, Santa Maria, Out BARNETT, H. L.; HUNTER, B. B. Illustrated genera of imperfect fungi. St Paul, Minnesota: APS Press, p. BRASIL, Ministério da Agricultura e Reforma Agrária. Regras para Análise de Sementes. Brasília: Mapa/ACS, 399p, CARPENTIERI-PÍPOLO et al. Avaliação de cultivares de milho crioulo em sistema de baixo nível tecnológico. Agronomy, v.32, n.2, p , CATÃO, H. C. R. M. et al. Qualidade física, fisiológica e sanitária de sementes de milho crioulo produzidas no norte de Minas Gerais. Ciência Rural, v.40, n.10, Santa Maria, Out DELOUCHE, J.C; BASKIN, C.C. Accelarated aging techniques for predicting the relative storability of seed lots. Seed Science & Technology, v.1, n.2, p , DHINGRA, O.O. Prejuízos causados por microrganismos durante o armazenamento de sementes. Revista Brasileira de Sementes, v.7, n.1, p , DINIZ, S.P.S.S. Micotoxinas. 1ª ed, Livraria e Editora Rural, Campinas, p. FERREIRA, D.F. Sistema de análises de variância para dados balanceados. Lavras: UFLA, GIEHL, J. et al. Avaliação da relação entre empalhamento da espiga e incidência de fungos em cultivares de milho crioulo. Cadernos de Agroecologia, v.6, n.2, dez HENNING, A.A. Patologia de Sementes. Londrina: EMBRAPA - CNPSo, p. (EMBRAPA - CNPSo / Documento 90). MACHADO, J. da C. Tratamento de sementes no controle de doenças. Lavras: LAPS/UFLA/FAEPE, p.

7 MACIEL, C. D. G. POLETINE, J. P. PEREIRA, J. C. MONDINI, M. L. Avaliação da qualidade de sementes de soja (Glycine max (L.) Merril) Cultivar IAC-18. Revista Científica Eletrônica de Agronomia. Ano IV, n.07, p.1-14, NOAL, G. et al. Incidência de fungos em sementes de cultivares de milho crioulo armazenadas em condições de ambiente não controlado. In: XXVI Jornada ACADÊMICA INTEGRADA DA UFSM, 2011, Santa Maria - RS. ANAIS XXVI JORNADA ACADÊMICA INTEGRADA, TANAKA, M.A.S. e MAEDA, J.A. Sobrevivência de Fusarium moniliforme e outros fungos em sementes de milho mantidas em duas condições de armazenamento. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE SEMENTES, 10, Foz-do-Iguaçu, Informativo ABRATES, Brasília, v.7, n.1/2, p.130, (Resumos, 193). TANAKA, M.A.S. et al. Microflora fúngica de sementes de milho em ambientes de armazenamento. Scientia Agricola, v.58, n.3, Piracicaba, Jul/Set

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