Importância dos. em Ginecologia Ramon Andrade R2 Prof. Dr. Maurício Magalhães - Orientador

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1 Importância dos marcadores tumorais em Ginecologia Ramon Andrade R2 Prof. Dr. Maurício Magalhães - Orientador

2 Definição Macromoléculas (principalmente proteínas) Origem Gênese tumoral Resposta do organismo Localização Tumor Sangue Outros líquidos biológicos Marcadores tumorais: revisão da literatura. Revista Brasileira de Cancerologia 2007; 53(3);

3 Marcador Ideal Diagnóstico precoce e origem Extensão da doença Monitorização do tratamento Recidiva precoce Prognóstico Órgao-específico Meia-vida curta Marcadores tumorais: revisão da literatura. Revista Brasileira de Cancerologia 2007; 53(3);

4 Histórico 1965 identificação do CEA 1984 identificação do CA identificação do CA 125 Marcadores tumorais: revisão da literatura. Revista Brasileira de Cancerologia 2007; 53(3);

5 Utilidades Triagem populacional Diagnóstico diferencial Estadiamento clínico Estabelecimento diagnóstico Monitorização da eficiência terapêutica Localização de metástases Detecção precoce de recorrência Atualização das recomendações para o uso de marcadores tumorais. ASCO 2007

6 Mais importantes AFP β hcg CEA LDH CA 15.3 CA CA 125 HE4

7 Alfafetoproteína+ βhcg Tumores ovarianos de células germinativas Estadiamento e seguimento Principalmente Coriocarcinoma AFP > 1000ng/mL aumenta sensibilidade para neoplasia Fatores prognósticos em pacientes com tumores de células germinativas. AmJ ObstetGynecol ; 184(6): Tumores de células germinativas. Expert Review of Obstetrics & Gynecology. 6.2 (Mar. 2011): p163

8 DexidrogenaseLática Enzima que se expressa em tecido cardíaco e muscular Tem maior relação com tamanho do tumor Seguimento terapêutico do Disgerminoma Altos níveis sugerem maior gravidade Varia com inúmeras condições clínicas Tumores de células germinativas. Expert Review of Obstetrics & Gynecology. 6.2 (Mar. 2011): p163

9 CEA Referência: 7,0 / 3,5ng/mL(fumantes/não) Varia com: Cirrose alcoólica Dçde Crohn Hepatopatias Bronquite Insuficiência Renal Rastreio de Ca ovariano (baixa sensibilidade) Desempenho de multimarcadores na detecção precoce de câncer de ovário. Journal of Clinical Oncology. 2010

10 CEA Não é recomendado para rastreio, diagnóstico, estadiamentoou vigilância após tratamento de câncer de mama primário. Associado a exames de imagem, história clínica e exame físico pode ter valor na monitorização de doença metastática. Atualização das recomendações para o uso de marcadores tumorais no câncer de mama. ASCO 2007

11 CA 15.3 e CA Biomarcadores de mama por excelência Elevado em 1,3% da população sadia Não são recomendados para rastreio, diagnóstico ou estadiamento Não são recomendados para rastreio de recorrência Associados a imagem, exame e história podem contribuir no monitoramento de doença metastática. Atualização das recomendações para o uso de marcadores tumorais no câncer de mama. ASCO 2007

12

13 Concentrações pré-tratamento do CA 15.3 pode ser útil como fator prognóstico.

14 PET/TC + elevação do CA 15.3 no diagnóstico de metástases.

15 CA 125 Mais estudado Referência: 35U/mL 65U/mL(>especificidade) Varia com: Endometriose Cirrose hepática Leiomioma uterino DIP Fase do ciclo menstrual Marcadores tumorais: revisão da literatura. Revista Brasileira de Cancerologia 2007; 53(3);

16 Uso do DIU medicado reduziu os níveis de CA125 em pacientes com diagnóstico laparoscópico de endometriose que mantinham quadro álgico após cirurgia.

17 Maior especificidade quanto mais avançada a doença CA CEA + HE4

18 Pacientes pós-menopausa CA Imagem

19 CA 125 isoladamente não apresenta boa sensibilidade para rastreio ou recorrência

20 Pacientes pré ou pós-menopausa As concentrações séricas de CA125 e HE4 se alteraram em 1-3 anos antes do diagnóstico clínico

21 CA 125 x Endometriose Baixa sensibilidade e especificidade Relaciona-se melhor com doença grave (focos profundos CA 125 > 100U/mL) Acompanhamento pós tratamento Resposta Recorrência

22 Níveis muito aumentados sugerem presença de aderência e, Níveis muito aumentados sugerem presença de aderência e, assim, necessidade de preparo pré-operatório do cólon.

23 HE4 Promissor para Ca Ovário Não se altera com endometriose Não se altera com fase do ciclo menstrual Diferenciação de massas pélvicas Paciente pré-menopausa Ainda não liberado para rastreio

24 HE4 se mostra um biomarcadorpromissor no diagnóstico diferencial das massas pélvicas.

25 Dosagem do HE4 independe da fase do ciclo, presença de endometriose e de terapia hormonal em uso.

26 Associação do HE4 ao CA125 fornece valiosas informações para diagnóstico de tumores ovarianos em mulheres com endometriose.

27 Resumo Marcadores AFP e β hcg DHL CEA Recomendações Estadiamento e seguimento. Principalmente do Coriocarcinoma Seguimento terapêutico. Principalmente do Disgerminoma Não recomendado para rastreio e diagnóstico para mama ou ovário Pode ser usado no monitoramento de doença metastática da mama CA 15.3 e CA Não recomendados para rastreio e diagnóstico para mama Podem ser usados no monitoramento de doença metastática da mama CA 125 Isoladamente não é sensível para rastreio de Ca de ovário Tem maior especificidade em doença avançada Pode ser usado no acompanhamento pós-tratamento da endometriose HE4 Promissor no diagnóstico diferencial de massas pélvicas Independe da idade e status hormonal

28 Conclusão Os biomarcadoressão de grande valia no manejo e diagnóstico diferencial de varias doenças na prática ginecológica. Em relação a rastreio de patologias, principalmente neoplasias, até o momento não há um biomarcadorcom sensibilidade e especificidade suficientes que prescindam a associação de outros métodos.

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