03/05/2012. Radiografia simples do abdome

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1 Radiografia simples do abdome 3 1

2 Contrastados: Urografia Excretora Injeção EV Contraste iodado Opacificação: 1. Parênquima renal 2. Sistema coletor 3. Bexiga e uretra 4 Litíase urinária Caso cr Rx simples: foco nas lojas renais 5 Investigação por imagem Confirmar suspeita: detectar o cálculo; Quantificar e localizar o cálculos; Caracterizar o cálculo: tamanho, densidade Quais as repercussões? Há obstrução? Que grau? 6 2

3 Litíase urinária Rx simples do abdome 7 Litíase urinária Caso cr Rx simples do abdome: calc. coraliforme 8 Calcificações x Cálculos Sem dor Rx simples: teratoma ovariano - RP 9 3

4 Calcificações x Cálculos Caso cr Rx simples do abdome: controle de tratamento de litíase 10 Calcificações x Cálculos Caso pp Rx simples do abdome: controle de tratamento de litíase 11 Calcificações x Cálculos Pielografia retrograda por cateter Caso cr Rx simples do abdome: controle de tratamento de litíase 12 4

5 Calcificações x Cálculos Radiografia simples para bacia revelou calcificação Urografia Caso cr Rx simples - CR UE 13 Urografia: litíase ureteral Caso nt 14 USG - Rim normal Caso pp 15 5

6 USG cálculo renal 16 USG: hidronefrose 17 Caso pp 6

7 Caso pp Mesmo pt - USG de outro serviço 19 USG: obstrução ureteral Caso pp Hidronefrose e líq perinefrético Cálculo ureteral 20 Diagnósticos diferenciais 21 7

8 Diagnósticos diferenciais 22 Litíase urinária: TC SEM cte. Rim E transversal: Hidronefrose discreta Bexiga transv: Cálculo ureteral (100% visíveis) 23 TC sem contraste Caso pp 24 8

9 TC sem contraste Caso pp 25 TC sem contraste 26 TC pós-contraste 27 9

10 TC pós-contraste 28 TC com contraste: Flebolito? Cálculo? Caso pp 29 TC com contraste: Flebolito? Cálculo? 30 10

11 Consequências do cálculo Caso pp 31 Abordagem por imagem da cólica nefrética TC: Sem contraste de rotina É o método mais acurado Caro Urografia Excretora: TC sem contraste Necessita de contraste, demorado, custo ~ TC US + Radiografia simples: Resultados inferiores, porém muito próximos Resolve a maioria dos casos importantes É o método mais barato 32 Litíase ureteral Tamanho é essencial para conduta: < 0,5 cm ~ 70% passa 0,5 1,0 cm ~ 50% passa 33 11

12 Recomendações Gerais Suspeita de obstrução urinária 1ª linha: radiografia simples do abdome Confirma presença localização e tamanho do cálculo 2ª linha: a) USG: hidronefrose, detecta cálculos nas extremidades b) TC: pode ser feita sem contraste, padrão-ouro c) UE: tem boa acurácia, dispendiosa e demorada (em desuso) Doenças inflamatórias USG e TC contrastada 36 12

13 Pielonefrite Caso pp 37 Recomendações Gerais Suspeita de doença inflatória 1ª linha: USG Detecta causas mais comuns como colecisitite e apendicite 2ª linha: TC com contraste Melhor acurácia Menor disponibilidade Pancreatite, diverticulite, pielonefrite e complicações: melhor que a USG Radiografias são de pouca utilidade 38 Testículo US longitudinal 39 13

14 Orquiepididimite USG longitudinal dos testículos 40 Orquiepididimite Doppler do testículo inflamado: diferencial com torção 41 Doenças vasculares USG e TC contrastada 42 14

15 Aneurisma de aorta 43 Aneurisma de aorta TC axial cte: normal TC axial com contraste do abdome 44 Aneurisma de aorta: Fatores prognósticos e de planejamento Dimensões Diâmetro transverso Trombo Lúmem residual 15

16 Aneurisma de aorta: Fatores prognósticos e de planejamento Ramos envolvidos Artérias renais e ilíacas TC com contraste: reconst. 3D 1ª linha: USG com Doppler Recomendações Gerais Suspeita de doença vascular Padrão-ouro: TC com contraste: com reconstruções angiográficas Radiografias são de pouca utilidade 47 Padrão sindrômico isquêmico Dor horas ou dias, pouca distensão, pouca reação, com ou sem febre: Isquemia intestinal? Isquemia ovariana/testicular? 48 16

17 Papel da TC na isquemia intestinal AngioTC (recon 3D): Estenose ateromatosa do tronco celíaco e MAS (ot pt) Penumatose intestinal - Rx Rx: criança 9 meses internada: peneumatose intestinal Papel da TC na isquemia PNEUMATOSE INTESTINAL TC recon coronal: Pneumatose intestinal (isquemia) 17

18 Recomendações Gerais Suspeita de doença isquêmica 1ª linha: Depende do caso USG com Doppler: torção ovariana/testicular, por exemplo; TC com contraste: tromboembolia mesentérica Radiografias são de pouca utilidade 52 Padrão sindrômico hemorrágico Dor de início súbito, pouca distensão, reação peritoneal, palidez, hipotensão. Cisto ovariano rôto? Prenhez ectópica? Rotura de aneurisma? 53 Doença hemorrágica Paciente jovem, com dor na FID há 3 dia, B-HCG - Cisto em OD: 3,5 cm USG TV: cisto no ovario direito 54 18

19 Lesões ovarianas Paciente jovem, com dor na FID há 3 dia, B-HCG - Cisto hemorrágico (DD com endometrioma, ectópica, abscesso Conduta: controle evolutivo em 24 a 48 horas 55 Ultra-sonografia da pelve USG transabd: imagem cística anexial. Jovem com dor pélvica 56 Ultra-sonografia da pelve: gravidez ectópica USG transvaginal: imagem cística anexial. Jovem com dor pélvica 57 19

20 Hemoperitônio 58 Lembretes Líquido livre no fundo de saco em pequena quantidade é achado normal, se não estiver associado à sintomas. 59 Rotura de aneurisma Fatores de Risco Diâmetro > 6 cm Aumento > 1cm/ano Sintomático Caso nt TC com contraste: aneurisma roto 20

21 Recomendações Gerais Suspeita de hemorrágica 1ª linha: Depende do caso USG com Doppler: prenhez ectópica, cisto ovariano rôto; TC com contraste: aneurismas Radiografias são de pouca utilidade 61 21

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