CAPA POSSIVEL HISTÓRIA DO ATLETISMO PARALÍMPICO. Desde os Jogos de Roma, em 1960, o atletismo faz parte oficialmente do esporte paralímpico.

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2 HISTÓRIA DO ATLETISMO PARALÍMPICO CAPA Desde os Jogos de Roma, em 1960, o atletismo faz parte oficialmente do esporte paralímpico. POSSIVEL As primeiras medalhas do Brasil em Paralimpíadas na modalidade vieram em 1984, em Nova Iorque e em Stoke Mandeville, Inglaterra.

3 INÍCIO DA CLASSIFICAÇÃO Classificação Médica Origem da proposta - início da década de 50 - para pessoas com deficiência física, na Inglaterra, através de médicos e especialistas da área de reabilitação. Aplicação genérica nas modalidades individuais. Avaliação - levou em consideração a lesão medular e seus parâmetros clínicos utilizados até então.

4 PRINCÍPIO DA CLASSIFICAÇÃO Dr. GUTTMANN descreveu o objetivo da classificação do esporte adaptado como: Assegurar a competição justa e eliminar as possibilidades de injustiças entre participantes de classes semelhantes...

5 ...e dar prioridade para as mais severas desabilidades.

6 O QUE SIGNIFICA CLASSIFICAR? CLASSIFICAR: Significa dar ao atleta condições de participar das competições, atribuindo-lhes classes pertinentes ás características da modalidade, através de testes a eles aplicados. Para tanto, agrupam-se atletas com capacidades funcionais similares, que têm como propósito competir entre si.

7 CLASSIFICAÇÃO MÉDICA Verifica o nível mínimo de deficiência e não leva em conta a capacidade funcional do atleta. (Davis e Ferrara/1996) Esta avaliação propicia um ponto de partida para competições que é igualitário do ponto de vista médico.

8 CLASSIFICAÇÃO FUNCIONAL É confirmada após a análise do potencial de ação de cada atleta, incluindo a avaliação do tronco, equilíbrio... A análise está centrada no uso de testes de avaliação das habilidades inerentes de cada modalidade esportiva.

9 Quanto maior o nº da classe, menor é o comprometimento físico-motor, mental ou visual do atleta. T 11 T 13

10 PRINCÍPIOS GERAIS DA CLASSIFICAÇÃO Cada esporte determina seu próprio sistema de classificação baseado, nas capacidades funcionais para a performance básica do esporte escolhido. A capacidade funcional independe do nível de habilidade ou treinamento adquirido. O número de classes é determinado de acordo com os respectivo esporte e possíveis capacidades funcionais em atletas com diferentes patologias.

11 A classificação funcional do Atletismo possui cinco categorias : 1- Amputados; 2- Paralisados Cerebrais; 3- Deficiências Intelectuais; 4- Deficientes Visuais; 5- Deficientes Físicos em Cadeiras de Rodas; que são assim discriminados, de acordo com o IPC:

12 Classes 11 á 13 Deficiência Visual (DV) T 11 T 12 T 13

13 Classe 20 Deficiência Intelectual (DI)

14 Classes 31 à 38 Paralisados Cerebrais (PC)

15 Classe 40 anões

16 Classes 41 à 46 Amputados e Les Autres

17 Classes 51 à 58 Lesões Medulares, Poliomielites ou Amputações que utilizem Cadeira de Rodas.

18 CLASSIFICAÇÃO DAS PROVAS No atletismo, as provas de campo e pistas são definidas com as seguintes letras: T Track pista Ex: T54 F Field campo Ex: F46

19 PROVAS DE CAMPO ALTURA DISTÂNCIA

20 DARDO DISCO PESO

21 100 m PROVAS PISTA 200 m 400 m 800 m m m m 4 x 100 m 4 x 400 m Martona Pentatlo

22 CADEIRANTE Em pé F Í S I C O INTELECTUAL VISUAL

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24 DIFERENTES FIXAÇÕES DE PERNA

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26 CAPACETES

27 TREINAMENTO E INICIAÇÃO ESPORTIVA O processo de iniciação esportiva deve ser realizado de maneira progressiva respeitando a individualidade do atleta considerando os aspectos metodológicos da modalidade.

28 COMO ATENDER MEU ATLETA DEFICIENTE?

29 PASSE CONFIANÇA A ESSE ATLETA.

30 MOSTRE A ELE AS CAPACIDADES DE MOVIMENTO QUE ELE POSSUI.

31 ELABORE TREINAMENTOS RESPEITANDO A INDIVIDUALIDADE DO SEU ATLETA

32 Aspectos metodológicos podem ser aplicados sem maiores restrições

33 Destinguir o possível e o impossível de ser realizado

34 IDENTIFICAR A DEFICIÊNCIA E O NÍVEL DE LIMITAÇÃO QUE ESTA IMPÕE AO ALUNO

35 ELABORAR UM PROGRAMA DE ATIVIDADES ESPORTIVAS ADEQUADOS AO DESENVOLVIMENTO DAS POTENCIALIDADES DO ALUNO;

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37 ESTABELECER AS METAS E OBJETIVOS A SEREM DESENVOLVIDOS;

38 QUAIS CUIDADOS DEVO TER Capacidades funcionais do seu atleta Se faz uso de cadeira(transferência) Permita que seu atleta forneça informações(quando for ciente delas) Acessibilidade do local Não considere seu atleta incapaz

39 Devemos entender que todo processo de ensino passa por avaliações que darão condições de observarmos evoluções das aptidões físicas e as habilidades do atleta.

40 COMO OBSERVAR ESSAS APTIDÕES Avaliar suas habilidades funcionais. Avaliar suas habilidades coordenativas. Avaliação com testes específicos.

41 O atletismo contribui no desenvolvimento orgânico e funcional da criança.

42 As situações de múltiplos saltos, lançamentos e corridas permitem às crianças uma melhora geral de sua motricidade, um aprendizado de diferentes percepções e reconhecimento das sensações do movimento e do gesto.

43 A criança inicia no atletismo com jogos lúdicos.

44 Com criança de 5 a 7 anos, não se trabalha o atletismo, realiza-se com ela atividades de jogos de corridas, saltos e lançamentos, melhorando suas capacidades psicomotoras. Por isso, devese multiplicar situações e graus de dificuldades nos jogos.

45 ESPAÇO E EQUIPAMENTOS FAMILIARIZAÇÃO SOCIALIZAÇÃO AUTO ESTIMA INDEPENDÊNCIA RECONHECIMENTO DO

46 As sessões serão gerais e diversificadas (corridas e saltos, corridas e lançamentos, corridasalto e lançamento), favorecendo a movimentação e solicitando a adaptação das crianças em variados esquemas.

47 CIRCUITO DE FAMILIARIZAÇÃO AO GESTO ESPORTIVO

48 As capacidades físicas e técnicas terão uma considerável melhora quando trabalhadas no programa de treinamento a orientação espacial e formação corporal;

49 PROCESSO PEDAGÓGICO

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53 SALTOS Saltos: A prova do salto em distância e salto triplo tem como principal diferença a utilização de uma área de impulsão que mede 1,22m x 1m, sendo que a distância do salto será aferida a partir do ponto de impulsão na área de impulsão, ou caso esta ocorra antes desta área, será feita a medida na tábua convencional.

54 SALTOS Nas provas de salto em distância e triplo, o atleta B1 pode utilizar-se de dois guias, sendo um responsável pelo seu posicionamento na pista de aceleração e outro para lhe dar a orientação de direção. Esta configuração do posicionamento dos guias na área de salto não é obrigatória. No entanto, os guias não podem se posicionar dentro da zona de aterrissagem, nem deixar marcas na areia entre o ponto de queda do atleta e a tábua de impulsão. O atleta poderá ter assistência auditiva ou tátil de seus guias, pois nesta prova o atleta poderá ter dois guias para sua orientação espacial.

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58 Toda caminhada se inícia com primeiro passo Obrigada

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