DESEMPENHO E RESULTADOS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DESEMPENHO E RESULTADOS"

Transcrição

1 BANCO BPI, S.A. Sociedade aberta Capital Social: euros; Pessoa Colectiva n.º Matrícula na Conservatória do Registo Comercial do Porto, sob o n.º Sede: Rua Tenente Valadim, n.º 284, Porto, Portugal RESULTADOS CONSOLIDADOS DO BANCO BPI ENTRE JANEIRO E SETEMBRO DE 2015 (Não auditados) Porto, 28 de Outubro de 2015 (Variações homólogas, excepto quando indicado de outro modo) Lucro líquido consolidado de Lucro líquido de 38.9 na actividade doméstica Margem financeira aumenta 30.8% ( ) Rácio de crédito em risco diminuiu para 5.1% DESEMPENHO E RESULTADOS ROE consolidado de 8.9% Lucro líquido da actividade internacional aumenta 34.7% em relação ao período homólogo Recursos totais de Clientes crescem 0.8 Bi. (+2.4%) Produto bancário comercial cresce 20% Custos de estrutura descem 1.9% na actividade doméstica Rácio de eficiência consolidado melhora de 62.4% para 55.7% Comissões aumentam 2.8% Responsabilidades com pensões cobertas a 105.5%; fundos de pensões obtêm uma rentabilidade de 10.0% nos primeiros 9 meses de 2015 (não anualizada) RISCO Custo do risco de crédito cai de 0.68% para 0.54% Cobertura do crédito em risco por imparidades sobe para 87% CAPITAL Rácio Common Equity Tier 1 CRD IV / CRR o Phasing-in: 10.6% o Fully Implemented: 9.3% Resultados consolidados Banco BPI no 3.º trimestre de /32

2 I. RESULTADOS CONSOLIDADOS DO GRUPO BPI Lucro líquido de milhões de euros O BANCO BPI (Euronext Lisboa - Reuters BBPI.LS; Bloomberg BPI PL) registou no período de Janeiro a Setembro de 2015 um lucro líquido consolidado milhões de euros (). O resultado por acção (Basic EPS) foi de ( no período homólogo de 2014). O lucro líquido consolidado no período de Janeiro a Setembro de 2015 (151.0 ) decorre de um contributo da actividade doméstica de 38.9 e de um contributo da actividade internacional de No 3º trimestre de 2015 (Julho Setembro), o BPI obteve um lucro líquido consolidado de 74.8 (32.3 na actividade doméstica e 42.5 na actividade internacional). No período de Janeiro a Setembro de 2014, o resultado líquido negativo, de 114.3, fora muito penalizado por custos e perdas não recorrentes de registadas na actividade doméstica. Conta de resultados consolidados Set.14 / Set.15 Set.14 Set.15 Var. Var.% Margem financeira % Resultado técnico de contratos de seguros % Comissões e outros proveitos (líq.) % Ganhos e perdas em operações financeiras ( 13.3) s.s. Rendimentos e encargos operacionais ( 18.6) ( 17.3) % Produto bancário % Custos com pessoal % Fornecimentos e serviços de terceiros % Amortizações de imobilizado % Custos de estrutura, excluindo custos com reformas antecipadas % Custos com reformas antecipadas ( 21.5) -82.4% Custos de estrutura ( 5.5) -1.1% Resultado operacional % Recuperação de créditos vencidos % Provisões e imparidades para crédito ( 27.8) -19.7% Outras imparidades e provisões % Resultado antes de impostos ( 52.4) s.s. Impostos sobre lucros ( 1.7) s.s. Resultados de empresas reconhecidas por equivalência patrimonial % Interesses minoritários % Resultado líquido ( 114.3) s.s. s.s - sem significado. 1) Custos e perdas não recorrentes no período de Janeiro a Setembro de 2014: (1) menos-valias de ( antes de impostos) realizadas com a venda de Dívida Pública de médio e longo prazo de Portugal e Itália; (2) custos de 20.5 (-26.7 antes de impostos) com juros das obrigações subordinadas de conversão contingente (CoCo), (3) anulação na demonstração de resultados de impostos diferidos activos de 20.9, (4) contribuição bancária de e (5) outros de 7.8. Resultados consolidados Banco BPI no 3.º trimestre de /32

3 Rendibilidade dos capitais próprios (ROE) O ROE consolidado ascendeu a 8.9% no período de Janeiro a Setembro de A rentabilidade dos capitais próprios na actividade doméstica foi de 2.9% no período de Janeiro a Setembro de Na actividade internacional o BFA obteve, no período de Janeiro a Setembro de 2015, nas contas individuais, uma rentabilidade dos capitais próprios (ROE) de 34.6% e o BCI obteve um ROE de 17.7%. O ROE da actividade internacional (após ajustamentos de consolidação) situou-se nos 31.6%. Afectação de capital, resultados e ROE por áreas de negócio no 1.º semestre 2015 Actividade Doméstica Actividade Internacional Banca Comercial Banca de Investimento Participações e outras Total BFA (contas individuais) Contributo para o consolidado (BFA, BCI e Outros) Grupo BPI (consolidado) Capital afecto ajustado 1) Em % do total 76.7% 1.7% 0.6% 79.0% % 100.0% Resultado líquido 2) ( 0.5) ROE 2.8% 11.3% -5.6% 2.9% 34.6% 31.6% 8.9% 1) O capital próprio médio considerado no cálculo do ROE exclui a reserva de justo valor (líquida de impostos diferidos) relativa à carteira de activos financeiros disponíveis para venda. O capital próprio, excluindo a reserva de justo valor, afecto a cada área individual de negócio integrada na Actividade doméstica, encontra-se ajustado para reflectir uma utilização de capital igual à utilização média de capital no agregado; na actividade internacional é considerado o capital contabilístico. 2) O contributo para o lucro consolidado das áreas de negócio integrantes da actividade doméstica foi ajustado pela reafectação de capital. Crédito Em 30 de Setembro de 2015 a carteira de Crédito a Clientes (consolidada, líquida) ascendia a 24.2 Bi., o que corresponde uma redução homóloga de 6.0%. Recursos Os recursos totais de Clientes cresceram 0.8 Bi. em termos homólogos (+2.4%), para 34.9 Bi.. Recurso ao Banco Central Europeu de 1.5 Bi. O montante de financiamento do BPI obtido junto do BCE ascendia a 1.5 Bi. no final de Setembro de Resultados consolidados Banco BPI no 3.º trimestre de /32

4 Rácio de transformação de depósitos em crédito Em 30 de Setembro de 2015 nas contas consolidadas, o rácio de transformação de depósitos em crédito é de 83% 2. Na actividade doméstica, naquela data, o rácio de transformação de depósitos em crédito ascendia a 103%. Proveitos e custos O produto bancário consolidado aumentou em em termos homólogos, para no período de Janeiro a Setembro de Para a evolução positiva do produto bancário contribuiu especialmente a melhoria da margem financeira em (+30.8%) e a recuperação dos lucros em operações financeiras de um valor negativo de 13.3 em Set. de 2014, que incluía menos valias de (antes de impostos) realizadas com a venda de dívida pública Portuguesa e Italiana de médio e longo prazo, para um valor positivo de em Setembro de 2015 (variação homóloga de ). As comissões e o resultado técnico de contratos de seguros registam também uma evolução positiva, com aumentos homólogos de 6.4 (+2.8%) e de 3.7 (+15.7%), respectivamente. Os custos de estrutura consolidados aumentam 3.3% (+16.0 ), enquanto na actividade doméstica registam uma redução de 1.9% (-7.2 ). O rácio de eficiência consolidado - custos de estrutura em percentagem do produto bancário -, excluindo custos relativos reformas antecipadas, melhora de 62.4 % em Setembro de 2014 para 55.7% em Setembro de Qualidade da carteira de crédito Em 30 de Setembro de 2015 o rácio de crédito a Clientes vencido há mais de 90 dias ascendia a 3.7% nas contas consolidadas. O rácio de crédito em risco 3 diminuiu para 5.1%. As imparidades acumuladas no balanço cobriam a 110% o crédito vencido há mais de 90 dias e a 87% o crédito em risco. 2) Calculado de acordo com a Instrução 23/2011 do Banco de Portugal. O valor dos depósitos inclui os depósitos da BPI Vida e Pensões no Banco BPI. 3) Calculado de acordo com a Instrução 23/2011 do Banco de Portugal. Considera-se o perímetro do Grupo sujeito à supervisão do Banco de Portugal, ou seja, a BPI Vida e Pensões é reconhecida por equivalência patrimonial (enquanto nas contas consolidadas, de acordo com as normas IAS/IFRS, aquela entidade é consolidada por integração global). Resultados consolidados Banco BPI no 3.º trimestre de /32

5 Qualidade da Carteira de Crédito - consolidado Set.14 Dez.14 Set.15 % da carteira crédito 1) % da carteira crédito 1) % da carteira crédito 1) Crédito vencido (+90 dias) % % % Crédito em risco (Instrução 23/2011 BdP) Imparidades de crédito (acumuladas no balanço) % % % % % % Write offs (no período) Por memória: Carteira de crédito bruta ) Em % da carteira de crédito bruto. Custo do risco de crédito As imparidades para crédito diminuíram de em Setembro de 2014 para em Setembro de 2015 (-27.8 ). Em percentagem da carteira de crédito, as imparidades para crédito diminuíram de 0.74% para 0.61%, em termos anualizados. Por outro lado, em Setembro de 2015 recuperaram-se 14.3 de crédito e juros vencidos anteriormente abatidos ao activo (0.08% da carteira de crédito em termos anualizados), pelo que as imparidades após dedução das recuperações acima referidas ascenderam a 99.1 em Setembro de 2015 (128.9 em Set. 2014), o que, em termos anualizados, representa um indicador de custo do risco de crédito de 0.54% e uma melhoria relativamente aos 0.68% de Setembro de Custo do risco de crédito Set. 14 Set. 15 % da carteira crédito 1) % da carteira crédito 1) Imparidades para crédito % % Recuperações de crédito vencido abatido ao activo % % Imparidades para crédito, deduzidas de recuperações de crédito vencido abatido ao activo % % 1) Em percentagem do saldo médio da carteira de crédito produtivo. Em termos anualizados. Resultados consolidados Banco BPI no 3.º trimestre de /32

6 II. CAPITAL Rácio Common Equity Tier 1 Em 30 de Setembro de 2015, o rácio Common Equity Tier 1 (CET1), calculado de acordo com as regras da CRD IV / CRR apresentava os seguintes valores: CET1 phasing in (regras aplicáveis em 2015): 10.6%; CET1 fully implemented (regras totalmente implementadas): 9.3% Os valores acima apresentados consideram: a adesão ao regime especial dos impostos diferidos activos (DTA, do inglês Deferred Tax Assets) aprovada na Assembleia Geral de Accionistas realizada em 17 de Outubro de 2014; a aplicação de um ponderador de risco de 100% à exposição do BFA (exposição indirecta do Banco BPI) ao Estado Angolano e ao BNA, expressa em Kwanza, quando anteriormente aquela exposição era ponderada a zero ou 20%, consoante os casos.s A aplicação de ambas as alterações iniciou-se a 1 de Janeiro de Fundos próprios e requisitos de fundos próprios CRD IV / CRR Phasing in CRD IV / CRR Fully implemented 31 Dez Dez.14 proforma 1) 30 Set Dez Dez.14 proforma 1) 30 Set. 15 Common Equity Tier 1 capital Activos ponderados pelo risco Rácio Common Equity Tier % 10.2% 10.6% 8.4% 8.6% 9.3% 1) Valores proforma considerando a adesão ao regime especial aplicável aos impostos diferidos activos (DTA, do inglês Deferred Tax Assets) e a alteração dos ponderadores de risco aplicados à exposição indirecta do Banco BPI ao Estado Angolano e ao BNA. A aplicação de ambas as alterações iniciou-se a 1 de Janeiro de Rácios de Leverage e Liquidez Em 30 de Setembro de 2015 os rácios de Leverage e de Liquidez calculados de acordo com as regras da CRD IV / CRR são os seguintes: Rácio de Leverage phasing in : 6.9% Rácio de Leverage Fully implemented : 6.0% Rácio Liquidity Coverage Ratio (LCR) fully implemented: 125% Rácio Net Stable Funding Ratio (NSFR) fully implemented: 107% Resultados consolidados Banco BPI no 3.º trimestre de /32

7 III. RESULTADOS DA ACTIVIDADE DOMÉSTICA Resultado líquido O resultado líquido da actividade doméstica no período de Janeiro a Setembro de 2015 foi positivo em No 3º trimestre de 2015 (Julho Setembro), a actividade doméstica gerou um lucro líquido de No período homólogo de 2014 (Janeiro a Setembro), o resultado líquido, negativo em 197.5, fora afectado negativamente por custos e perdas não recorrentes de Conta de resultados Set.14 / Set.15 Set.14 Set.15 Var. Var.% Margem financeira % Resultado técnico de contratos de seguros % Comissões e outros proveitos (líq.) % Ganhos e perdas em operações financeiras ( 99.4) s.s. Rendimentos e encargos operacionais ( 10.3) ( 7.5) % Produto bancário % Custos com pessoal ( 5.2) -2.3% Fornecimentos e serviços de terceiros ( 4.0) -2.9% Amortizações de imobilizado % Custos de estrutura, excluindo custos com reformas antecipadas ( 7.2) -1.9% Custos com reformas antecipadas ( 21.5) -82.4% Custos de estrutura ( 28.7) -7.1% Resultado operacional ( 99.4) s.s. Recuperação de créditos vencidos % Provisões e imparidades para crédito ( 37.6) -29.4% Outras imparidades e provisões % Resultado antes de impostos ( 230.1) s.s. Impostos sobre lucros ( 20.1) s.s. Resultados de empresas reconhecidas por equivalência patrimonial % Interesses minoritários ( 0.8) -96.1% Resultado líquido ( 197.5) s.s. s.s - sem significado. 4) Custos e perdas não recorrentes no período de Janeiro a Setembro de 2014: (1) menos-valias de ( antes de impostos) realizadas com a venda de Dívida Pública de médio e longo prazo de Portugal e Itália; (2) custos de 20.5 (-26.7 antes de impostos) com juros das obrigações subordinadas de conversão contingente (CoCo), (3) ) anulação na demonstração de resultados de impostos diferidos activos de 20.9, (4) contribuição bancária de e (5) outros de 7.8. Resultados consolidados Banco BPI no 3.º trimestre de /32

8 Recursos e crédito Recursos Os recursos de Clientes captados na actividade doméstica (com registo no balanço e fora do balanço) atingiram 28.4 Bi. no final de Setembro de 2015, o que representa um aumento de 3.0% (+0.8 Bi. ), em termos homólogos. Relativamente a Dezembro de 2014, aqueles recursos registam um crescimento de 1.2% (não anualizado), ou seja, de 0.35 Bi.. Recursos de Clientes Recursos de Clientes no balanço Set.14 Dez.14 Set.15 Var.% Set.14 / Set.15 Depósitos à ordem % Depósitos a prazo (20.5%) Depósitos de Clientes (2.4%) Obrigações colocadas em Clientes (47.2%) Subtotal (4.0%) Seguros de capitalização e PPR (BPI Vida) e outros % Recursos de Clientes no balanço % Recursos de Clientes fora do balanço 1) % Recursos totais de Clientes 2) % 1) Fundos de investimento, PPR e PPA. 2) Corrigido de duplicações de registo Os depósitos de Clientes diminuíram 2.4% em termos homólogos (-0.5 Bi. ) para 18.8 Bi. no final de Setembro de Os seguros de capitalização registaram um crescimento homólogo de 27.5% (+1.3 Bi. ) e os recursos fora de balanço (FIM, PPR e PPA) aumentaram 16.3% (+0.5 Bi. ). Crédito A carteira de crédito a Clientes na actividade doméstica começa a apresentar sinais de inversão da tendência de queda na generalidade dos segmentos, mas regista ainda, em termos homólogos, uma diminuição de 4.7% (-1.1 Bi. ). Em Setembro de 2015, relativamente a Setembro de 2014: o crédito a grandes e médias empresas aumenta 1.5%, i.e., +0.1 Bi. 5. o crédito sediado na sucursal de Madrid diminuiu 27% (-0.4 Bi. ). o crédito a empresas do sector público diminuiu 13% (-0.2 Bi. ). 5) Excluindo a carteira de crédito titulado da BPI Vida e Pensões (corresponde essencialmente a obrigações e papel comercial emitidos por grandes empresas portuguesas); Resultados consolidados Banco BPI no 3.º trimestre de /32

9 A carteira de crédito a particulares, empresários e negócios apresenta uma queda homóloga de 0.5% (-0.1 Bi. ), com reduções de 2.6% (-0.3 Bi. ) no crédito hipotecário, enquanto o crédito a empresários e negócios regista um aumento homólogo de 16.8% (+0.2 Bi. ). Crédito a Clientes Set.14 Dez.14 Set.15 Var.% Set.14/ Set.15 Banca de Empresas % Grandes empresas (1.5%) Médias empresas % Project Finance - Portugal % Sucursal de Madrid (27.3%) Project Finance (10.8%) Empresas (43.0%) Sector Público (12.9%) Administração central (1.4%) Administração regional e local % Sect. Empresarial Estado - no perímetro orçamental (57.0%) Sect. Empresarial Estado - fora do perímetro orçamental (44.7%) Outros institucionais % Banca de Particulares e Pequenos Negócios (0.5%) Crédito hipotecário a particulares (2.6%) Anterior a (6.7%) 2011 e posterior % Crédito ao consumo/outros fins % Cartões de crédito (0.4%) Financiamento automóvel (3.8%) Empresários e negócios % BPI Vida (16.3%) Crédito vencido líquido de imparidades (210.2%) Outros (25.6%) Total (4.7%) A evolução da carteira de crédito nos últimos trimestres tem evidenciado uma progressiva desaceleração do ritmo de queda e mais recentemente, sinais do início de uma trajectória de crescimento, em resultado da retoma do crescimento do crédito a grandes e médias empresas, do aumento da contratação de crédito hipotecário e da expansão do crédito a empresários e negócios que se mantém em níveis elevados. Resultados consolidados Banco BPI no 3.º trimestre de /32

10 Relativamente a Junho de 2015, a carteira de crédito aumenta 0.2% 6, sendo a evolução trimestral nos principais segmentos a seguinte: o crédito a grandes e médias empresas aumenta 2.7% (+0.1 Bi. ) o crédito hipotecário diminui 0.5% (-0.1 Bi. ). o crédito a empresários e negócios aumenta 4.0% (+0.1 Bi. ). o outro crédito a particulares aumenta 0.7%. Activos financeiros disponíveis para venda No final de Setembro de 2015, a carteira de activos financeiros disponíveis para venda ascendia a 4.1 Bi., a valores de mercado. A reserva de justo valor (antes de impostos diferidos) era negativa em 6. Em 30 de Setembro a carteira de disponíveis para venda era constituída por 2.1 Bi. de dívida soberana da UE de curto prazo (1.9 Bi. de Bilhetes do Tesouro Português, 150 de dívida de Espanha e 70 de dívida de Itália), 860 de Obrigações do Tesouro Português e 558 de dívida pública Italiana de MLP, 318 de obrigações de empresas, 115 de acções e 202 de unidades de participação. Carteira de activos financeiros disponíveis para venda Mais/ (menos) valias 1) nos nos derivado títulos s Total Mais/ (menos) valias 1) nos nos derivado Total títulos s Dívida pública Portugal Das quais: Valor de aquisição Valor balanço 31 Dez Valor de aquisição OTs BTs Itália Espanha (curto prazo) Itália (curto prazo) Obrigações de empresas Acções Outros Total ) Reserva de justo valor antes de impostos diferidos. Inclui impacto da cobertura do risco de taxa de juro Valor balanço 30 Set.15 Já após o fecho do terceiro trimestre, o BPI alienou parte da carteira de Obrigações do Tesouro Português, reduzindo a sua exposição para 347, e reforçou a carteira de dívida pública de curto prazo de Espanha (para 200 ) e Itália (para 140 ). 6) Excluindo a carteira de crédito titulado da BPI Vida e Pensões. Resultados consolidados Banco BPI no 3.º trimestre de /32

11 Carteira de activos financeiros disponíveis para venda Mais/ (menos) valias 1) nos nos derivado títulos s Total Mais/ (menos) valias 1) nos nos derivado Total títulos s Dívida pública Portugal Das quais: Valor de aquisiçã o Valor balanço 30 Set.15 OTs BTs Itália Espanha (curto prazo) Itália (curto prazo) Obrigações de empresas Acções Outros Valor de aquisiçã o Total ) Reserva de justo valor antes de impostos diferidos. Inclui impacto da cobertura do risco de taxa de juro Valor balanço 26 Out.15 Liquidez O financiamento obtido pelo BPI junto do BCE ascendia a 1.5 Bi. no final de Setembro de 2015, correspondendo integralmente a fundos obtidos no âmbito da TLTRO. No final do trimestre o BPI dispunha, adicionalmente, de 5.9 Bi. de activos (líquidos de haircuts) susceptíveis de transformação em liquidez em operações com o BCE. De salientar que as necessidades líquidas de refinanciamento de dívida de médio e longo prazo de Setembro de 2015 até final de 2018 são de 659. Refira-se ainda que em 2019 ocorre o reembolso de 1.2 Bi. de dívida soberana da zona Euro de médio e longo prazo detida pelo BPI em carteira. Produto bancário O produto bancário na actividade doméstica ascendeu a em Setembro de As rubricas de natureza mais recorrente contribuíram com 95% daquele valor: a margem financeira ascendeu a (+52.2 que no período homólogo de 2014), as comissões ascenderam a e o resultado técnico de contratos de seguros ascendeu a Os lucros em operações financeiros situaram-se em 33.4 em Setembro de 2015, quando no período homólogo de 2014 foram negativos em Resultados consolidados Banco BPI no 3.º trimestre de /32

12 A margem financeira na actividade doméstica aumentou 25.3% (+52.2 ) em termos homólogos. A evolução positiva da margem financeira é explicada principalmente: Pela redução do custo dos depósitos a prazo. A margem (negativa) vs Euribor nos depósitos a prazo melhorou de 1.6% no período de Janeiro a Setembro de 2014 para 1.1% no período de Janeiro a Setembro de 2015 (0.96% no 3º trimestre). Esta tendência deverá manter-se reflectindo a remuneração mais baixa na renovação de depósitos captados e na nova contratação; Pelo reembolso integral dos CoCo s em Junho de No 1.º semestre 2014 o Banco suportara um custo de juros com aqueles instrumentos de 26.7 (antes de impostos). Refira-se contudo que a margem financeira continuou a ser penalizada pelo: efeito volume negativo da diminuição da carteira de crédito, acentuado, ainda que com menor expressão, pela redução dos spreads na concessão de crédito a empresas; pela redução do contributo da carteira de títulos de dívida pública, em resultado da grande queda dos yields de Bilhetes do Tesouro em mercado primário e da diminuição da carteira; por uma conjuntura de taxas Euribor em valores mínimos históricos, próximos de zero, que se reflecte directamente na contracção da margem média dos depósitos à ordem. As comissões (líquidas) registam um aumento de 3.1% (+5.7 ). Comissões líquidas 30 Set Set. 15 Var. Var.% Banca comercial 1) (1) Gestão de activos (2.3%) Banca de investimento 1) (1) Total % 1) Valores não comparáveis devido à operação de cisão-fusão ocorrida no último trimestre de 2014 mediante a qual parte das actividades até então exercidas pelo banco de investimento foram transferidas para o Banco BPI. Os lucros em operações financeiras aumentaram de perdas de 99.4 em Setembro de 2014, os quais incluíam menos valias de realizadas com a venda de títulos de dívida pública Portuguesa e Italiana de médio e longo prazo, para ganhos de 33.4 em Setembro de 2015, o que corresponde a uma variação positiva de Resultados de subsidiárias reconhecidas pelo método da equivalência patrimonial Os resultados de subsidiárias reconhecidos pelo método da equivalência patrimonial, na actividade doméstica, ascenderam a 14.4 em Setembro de 2015, o que corresponde a um aumento homólogo de 1.0. O contributo das subsidiárias da área de seguros ascendeu a 11.5 (contributo da Allianz Portugal de 7.9 e da Cosec de 3.7 ). Resultados consolidados Banco BPI no 3.º trimestre de /32

13 Resultados de subsidiárias reconhecidas pelo equity method 30 Set Set. 15 Var. Seguradoras Allianz Portugal Cosec Finangeste ( 0.2) +0.2 Unicre Outras 0.2 ( 0.2) Total Custos de estrutura Os custos de estrutura recorrentes diminuíram 1.9% (-7.2 ) em termos homólogos. Os custos tal como reportados, que incluem custos com reformas antecipadas (26.1 em Set. 14 e 4.6 em Set.15), diminuíram 7.1% (-28.7 ) em termos homólogos. Custos de estrutura 30 Set Set.15 Var. Var.% Custos com pessoal (2.3%) Fornecimentos e serviços de terceiros (2.9%) Amortizações de imobilizado % Custos de estrutura, excluindo custos com reformas antecipadas (1.9%) Custos com reformas antecipadas Custos de estrutura (7.1%) Custos de estrutura em % do produto bancário 1) 79.5% 73.8% 1) Excluindo impactos não recorrentes nos custos e nos proveitos. Os custos com pessoal recorrentes (excluindo custos com reformas antecipadas) diminuíram 5.2 (-2.3%), os fornecimentos e serviços de terceiros diminuíram 4.0 (-2.9%) e as amortizações aumentaram 2.0 (+16%), em termos homólogos. Nos últimos 12 meses, o BPI encerrou 69 balcões e um centro de empresas, o que representa uma diminuição de 10.7% da rede de distribuição em Portugal. O quadro de pessoal foi reduzido em 144 Colaboradores (-2.4%) em relação a Setembro de O rácio de eficiência na actividade doméstica - custos de estrutura em percentagem do produto bancário - (excluindo custos com reformas antecipadas), melhora de 79.5% no período de Janeiro a Setembro de 2014 para 73.8% no mesmo período de De referir que no 3º trimestre de 2015, o rácio de eficiência situou-se em 72.1%. Resultados consolidados Banco BPI no 3.º trimestre de /32

14 Custo do risco do crédito As imparidades para crédito diminuíram 37.6, de em Setembro de 2014 para 90.4 em Setembro de O indicador de imparidades para crédito em percentagem do saldo médio da carteira de crédito, em termos anualizados, situou-se em 0.53% no período de Janeiro a Setembro de 2015, em termos anualizados (0.71% no período homólogo de 2014, em termos anualizados). Por outro lado recuperaram-se 12.8 de crédito e juros vencidos anteriormente abatidos ao activo no período até Setembro de 2015, pelo que as imparidades após dedução das recuperações acima referidas ascenderam a 77.7 (117.4 no período homólogo de 2014), o que representa 0.45% da carteira de crédito, em termos anualizados (0.65% no período homólogo de 2014, em termos anualizados). Custo do risco de crédito Set.14 Set.15 % da carteira crédito 1) % da carteira crédito 1) Imparidades para crédito % % Recuperações de crédito vencido abatido ao activo % % Imparidades para crédito, deduzidas de recuperações de crédito vencido abatido ao activo % % 1) Em percentagem do saldo médio da carteira de crédito produtivo. Em termos anualizados. Qualidade da carteira de crédito Em 30 de Setembro de 2015 o rácio de crédito a Clientes vencido há mais de 90 dias ascendia a 3.7% nas contas da actividade doméstica. A cobertura do crédito vencido há mais de 90 dias por imparidades acumuladas no balanço (sem considerar a cobertura por garantias associadas) situou-se em 107% em Setembro de O rácio de crédito em risco, calculado de acordo com a Instrução 23/2011 do Banco de Portugal 7, diminuiu para 5.1% em Setembro de As imparidades acumuladas no balanço representavam 85% do crédito em risco. 7) Para efeito de cálculo do indicador de crédito em risco é considerado o perímetro do Grupo sujeito à supervisão do Banco de Portugal pelo que no caso do BPI, a BPI Vida e Pensões é reconhecida por equivalência patrimonial (enquanto nas contas consolidadas, de acordo com as normas IAS/IFRS, aquela entidade é consolidada por integração global). Resultados consolidados Banco BPI no 3.º trimestre de /32

15 Crédito vencido, crédito vincendo associado, crédito em risco e imparidades % da carteira crédito 1) % da carteira crédito 1) % da carteira crédito 1) Crédito vencido (+90 dias) % % % Crédito em risco (Instrução 23/2011 BdP) % % % Imparidades de crédito (acumuladas no balanço) % % % Write offs (no período) Por memória: Carteira de crédito bruta ) Em % da carteira de crédito bruto. Set.14 Dez.14 Set.15 O quadro seguinte discrimina, pelos segmentos principais de crédito, o rácio de crédito em risco, calculado de acordo com a Instrução 23/2011 do Banco de Portugal, e a cobertura por imparidades. Crédito em risco (de acordo com a Instrução 23/2011 do Banco de Portugal) Set.14 Dez.14 Set.15 % da carteira crédito 1) Cobertura por imparidades % da carteira crédito 1) Cobertura por imparidades % da carteira crédito 1) Cobertura por imparidades Banca de empresas % 87% % 88% % 95% Banca de Particulares % 70% % 72% % 72% Crédito à habitação % 60% % 62% % 62% Outro crédito a particulares % 96% % 97% % 100% Empresários e negócios % 91% % 91% % 93% Outros % % % Actividade doméstica % 80% % 81% % 85% 1) Em % da carteira de crédito bruto. Imparidades para imóveis por recuperação de crédito Em 30 de Setembro de 2015 os imóveis recebidos por recuperação de crédito ascendiam a 163.2, em termos de valor bruto de balanço. As imparidades acumuladas no balanço constituídas para aqueles imóveis, de 26.9, cobriam 16.5% do seu valor bruto de balanço. O valor líquido de balanço daqueles imóveis era portanto de 136.3, o que comparava com um valor de mercado dos mesmos imóveis, de acordo com a avaliação do Banco, de Imóveis de recuperação de crédito em 30 de Setembro de 2015 Valor bruto Cobertura por imparidades Valor % Valor líquido Valor de avaliação Habitação % Outros % Total % Resultados consolidados Banco BPI no 3.º trimestre de /32

16 Responsabilidades com pensões de Colaboradores Em 30 de Setembro de 2015 as responsabilidades com pensões a cargo do BPI ascendem a e estão cobertas a 105.5% pelo fundo de pensões. Financiamento das responsabilidades com pensões 30 Set Dez Set. 15 Responsabilidades com pensões Fundos de pensões 1) Excesso de financiamento 44.9 ( 29.7) 69.9 Financiamento das responsabilidades com pensões 104.0% 97.7% 105.5% Desvios actuariais totais 2) ( 75.1) ( 184.0) ( 86.3) Rendibilidade do fundo de pensões 3) 5.5% 7.7% 10.0% 1) Inclui em Dez.14 contribuições transferidas para os fundos de pensões no início de 2015 (47,0 ). 2) Reconhecidos directamente em capitais próprios de acordo com a IAS19. 3) Rentabilidade desde início do ano (não anualizada). Rendimento Os fundos de pensões do Banco registaram uma rentabilidade não anualizada de 10.0% no período de Janeiro a Setembro de De referir que até final de Setembro de 2015 o rendimento efectivo do fundo de pensões do Banco BPI desde a criação do mesmo, em 1991, foi de 9.5% ao ano, em média, e que nos últimos dez, cinco e três anos o rendimento anual efectivo foi de 7.3%, 9.5% e 14.6%, respectivamente. Pressupostos actuariais O quadro seguinte apresenta os principais pressupostos actuariais utilizados no cálculo das responsabilidades com pensões. No período de Janeiro a Setembro de 2015 não se registou qualquer alteração de pressupostos actuariais. Pressupostos actuariais Dez.13 Jun.14 Dez.14 Set.15 Taxa de desconto trabalhadores no activo 4.33% 3.83% 2.83% 2.83% Taxa de desconto reformados 3.50% 3.00% 2.00% 2.00% Taxa de crescimento dos salários 1.50% 1.25% 1.00% 1.00% Taxa de crescimento das pensões 1.00% 0.75% 0.50% 0.50% Taxa de rendimento esperado do fundo 4.00% 3.50% 2.50% 2.50% (H): TV 73/77 2 anos (1) Tábua de mortalidade (M): TV 88/ 90 3 anos (1) 1) Considera-se, para a população abrangida, uma idade inferior à idade efectiva dos beneficiários em 2 anos para os homens (H) e 3 anos para as mulheres (M), respectivamente, o que equivale a considerar uma expectativa de vida superior. Resultados consolidados Banco BPI no 3.º trimestre de /32

17 Impostos sobre lucros Em Dezembro de 2014 o BPI anulou o saldo existente de impostos diferidos activos relativos aos prejuízos fiscais de 2011 (com um impacto negativo de 50.9 no resultado líquido), uma vez que as projecções de resultados para 2015 não permitiam antever a respectiva utilização dentro do prazo legal que terminava em Em 30 de Setembro de 2015, o Banco BPI apresenta um lucro tributável de 134, valor que inclui 98 de desvios actuariais positivos no rendimento do Fundo de Pensões. Se no final de 2015 o Banco BPI apresentar uma situação fiscal idêntica à de Setembro de 2015, será possível utilizar 94 8 de prejuízos fiscais de 2011, o que implica um proveito com impostos diferidos activos de 20. Deste modo, nas contas do 3º trimestre de 2015, o BPI reconheceu um proveito com impostos diferidos activos de 10 associado à expectativa de utilização de reporte fiscal gerado em ) A utilização de reporte fiscal está limitada a um máximo de 70% do lucro tributável do exercício. Resultados consolidados Banco BPI no 3.º trimestre de /32

18 IV. RESULTADOS DA ACTIVIDADE INTERNACIONAL Lucro líquido O lucro líquido na actividade internacional (contributo para o lucro consolidado do BPI) ascendeu a no período de Janeiro a Setembro de 2015 (+34.7% em relação aos 83.2 obtidos em Setembro do ano anterior). Os principais contributos para o resultado da actividade internacional corresponderam: ao contributo de do Banco de Fomento Angola (BFA), que corresponde a uma apropriação de 50.1% do lucro individual do BFA, sendo superior em 34% ao contributo de Setembro de 2014 (78.5 ). Foram reconhecidos de interesses minoritários no lucro do BFA (82.3 em Setembro de 2014). ao contributo de 8.0 do BCI (Moçambique), relativo à apropriação de 30% do seu lucro individual (reconhecido por equivalência patrimonial), que aumentou 42.5% em relação a Setembro de 2014 (5.6 ). No 3º trimestre de 2015 (Julho Setembro), o lucro líquido da actividade internacional ascendeu a Conta de resultados Var. Set.14 / Set.15 Set.14 Set.15 Var. Var.% Margem financeira % Resultado técnico de contratos de seguros Comissões e outros proveitos (líq.) % Ganhos e perdas em operações financeiras % Rendimentos e encargos operacionais ( 8.3) ( 9.8) ( 1.5) -18.3% Produto bancário % Custos com pessoal % Fornecimentos e serviços de terceiros % Amortizações de imobilizado % Custos de estrutura % Resultado operacional % Recuperação de créditos vencidos ( 0.3) -14.9% Provisões e imparidades para crédito % Outras imparidades e provisões % Resultado antes de impostos % Impostos sobre lucros % Resultados de empresas reconhecidas por equivalência patrimonial % Interesses minoritários % Resultado líquido % 9) Contributo do BFA, líquido de impostos sobre dividendos. Resultados consolidados Banco BPI no 3.º trimestre de /32

19 A rendibilidade do capital próprio médio do BFA (nas contas individuais) ascendeu a 34.6% no período de Janeiro a Setembro de 2015 e a rentabilidade do capital próprio médio do BCI ascendeu a 17.7%. A rentabilidade do capital próprio médio alocado à actividade internacional, após ajustamentos de consolidação, isto é após o impacto dos impostos sobre dividendos, foi de 31.6% no período de Janeiro a Setembro de Recursos e crédito Os recursos totais de Clientes captados pelo BFA, quando expressos em euros (moeda de consolidação), registam um ligeiro decréscimo homólogo de 0.1%, situando-se em em Setembro de A evolução homóloga dos depósitos expressos em euros beneficia da valorização em 13% do dólar em relação ao euro, mas é penalizada pela desvalorização em 18% do kwanza em relação ao euro. Quando medidos nas respectivas moedas de captação, os recursos de Clientes captados em USD (c.1/3 do total) diminuem 18% em termos homólogos (diminuição de 7% quando expressos em euros) e os recursos em kwanzas (que representam c. 2/3 do total de recursos) aumentam 28% em termos homólogos (aumento de 5% quando expressos em euros). No 3º trimestre 2015, os depósitos expressos em euros registam uma redução de 2.0% em relação a Junho, explicada essencialmente pela desvalorização de 11% do kwanza em relação ao euro. Recursos de Clientes Set.14 Dez.14 Set.15 Var.% Set.14/ Set.15 Depósitos à ordem % Depósitos a prazo (11.3%) Total (0.1%) A carteira de crédito a Clientes do BFA, expressa em euros, caiu 23.0%, de em Setembro de 2014 para em Setembro de Quando medido nas respectivas moedas de concessão, o crédito em USD (c. 1/2 do total) diminuiu 5% em termos homólogos (aumento de 7.5% quando expressos em euros) e o crédito em kwanza (1/2 do total) diminui 24% em termos homólogos (diminuição de 38% quando expressos em euros). No 3º trimestre 2015, a carteira de crédito a Clientes expressa na moeda de consolidação (Eur) cresceu 4% em relação a Junho de 2015, apesar do efeito negativo da desvalorização do kwanza face ao euro (-11%). Resultados consolidados Banco BPI no 3.º trimestre de /32

20 Crédito a Clientes Set.14 Dez.14 Set.15 Var.% Set.14/ Set.15 Crédito produtivo (22.6%) Crédito vencido % Imparidades de crédito ( 79.9) ( 77.9) ( 91.7) 14.8% Juros e outros % Total (23.0%) Crédito por assinatura (11.0%) Carteira de títulos A carteira de títulos do BFA ascendia a no final de Setembro de 2015, ou seja, 40% do activo. A carteira de títulos de curto prazo, constituída por Bilhetes do Tesouro, ascendia a 769 no final de Setembro (+111 em relação a Setembro de 2014) e a carteira de Obrigações do Tesouro ascendia a (+50 em relação a Setembro de 2014). Clientes O número de Clientes aumentou 8.4%, de 1.3 milhões de Clientes em Setembro de 2014 para 1.4 milhões de Clientes em Setembro de Rede de distribuição A rede de distribuição em Angola aumentou 5.6%, relativamente a Setembro de Nos últimos 12 meses, foram abertos 10 novos balcões (dos quais, 6 no 4º trimestre de 2014). No final de Setembro de 2015 a rede de distribuição era composta por 165 Balcões, 9 Centros de Investimento e 16 Centros de Empresas. O BFA tem vindo a desenvolver um programa de expansão que inclui a abertura de agências, o significativo reforço do quadro humano do Banco, a introdução de produtos e serviços inovadores no mercado e uma abordagem segmentada dos Clientes com o objectivo de dar resposta e captar a oportunidade proporcionada pelo crescimento do mercado Angolano. Cartões O BFA detém uma posição destacada nos cartões de débito e crédito, com uma quota de mercado, em Setembro de 2015, de 20.5% em termos de cartões de débito válidos. No final de Setembro de 2015 o BFA tinha 973 mil cartões de débito válidos (cartões Multicaixa) e cartões de crédito activos (cartões Gold e Classic). Canais automáticos e virtuais Relativamente aos canais automáticos e virtuais é de referir a crescente utilização da banca electrónica (553 mil aderentes ao BFA NET em Setembro de 2015, dos quais 541 mil particulares) e Resultados consolidados Banco BPI no 3.º trimestre de /32

21 um extenso parque de terminais com 379 ATM e terminais de ponto venda (POS) activos na rede EMIS, a que correspondiam quotas de mercado de 14.6% (2ª posição) e 25.4% (1ª posição), respectivamente. Número de Colaboradores O quadro de Colaboradores do BFA ascendia no final de Setembro de 2015 a 2 618, o que corresponde a um aumento de 131 (+5.3%) relativamente a Setembro do ano anterior. No final de Setembro de 2015 o número de Colaboradores do BFA representava 31% do quadro de Colaboradores do Grupo. Proveitos e Custos O produto bancário na actividade internacional ascendeu a no período de Janeiro a Setembro de 2015, o que corresponde a um crescimento homólogo de 32.9% (+97.4 ). Este crescimento foi principalmente explicado pelo aumento da margem financeira (+64.1 ), e, em menor medida, dos lucros em operações financeiras (+34.2 ). Os custos de estrutura reportados aumentaram 23.2 (22.2%) relativamente a Setembro de Os custos com pessoal aumentaram 13.7, os fornecimentos e serviços de terceiros aumentaram 8.0 e as amortizações aumentaram 1.5. A evolução dos custos, expressos em Euro, é muito penalizada pela significativa valorização do USD em relação ao euro, em termos de câmbio médio (de 21% quando se compara o câmbio médio de Janeiro a Setembro de 2015 com o período homólogo de 2014) pela circunstância de os custos com pessoal se encontrarem indexados à evolução do USD e de uma parte expressiva dos FST serem em moeda estrangeira. O indicador custos de estrutura em percentagem do produto bancário situou-se nos 32.5% em Setembro de Custo do risco de crédito Na actividade internacional, as dotações de provisões para crédito ascenderam a 23.0 no período de Janeiro a Setembro de 2015, o que correspondeu a 1.76% do saldo médio da carteira de crédito, em termos anualizados. Por outro lado, recuperaram-se 1.5 de crédito e juros vencidos anteriormente abatidos ao activo. Assim, as imparidades de crédito, deduzidas das recuperações de crédito vencido, ascenderam a 21.5 no período de Janeiro a Setembro de 2015, o que correspondeu a 1.64% da carteira média de crédito produtivo, em termos anualizados. Resultados consolidados Banco BPI no 3.º trimestre de /32

22 Imparidades de crédito e recuperações no exercício % da carteira crédito 1) % da carteira crédito 1) Imparidades para crédito % % Recuperações de crédito vencido abatido ao activo % % Imparidades para crédito, deduzidas de recuperações de crédito vencido abatido ao activo % % 1) Em percentagem do saldo médio da carteira de crédito produtivo. Em termos anualizados. Set.14 Set.15 Em 30 de Setembro de 2015 o rácio de crédito a Clientes vencido há mais de 90 dias ascendia a 4.3%. A cobertura do crédito vencido há mais de 90 dias pelas provisões totais para crédito ascendia a 153% no final de Setembro de Crédito vencido há mais de 90 dias e imparidades Set.14 Dez.14 Set.15 % da carteira % da carteira % da carteira crédito 1) crédito 1) crédito 1) Crédito vencido (+90 dias) % % % Crédito em risco (Instrução 23/2011 BdP) % % % Imparidades de crédito (acumuladas no balanço) % % % Write offs (no período) Por memória: Carteira de crédito bruta ) Em % da carteira de crédito bruto. Resultados de subsidiárias reconhecidas pelo equity method Os resultados de subsidiárias reconhecidos pelo equity method, na actividade internacional, ascenderam a 8.8 no período de Janeiro a Setembro de 2015 (+2.6 em relação ao período homólogo de 2014) 10, e consistem na apropriação de 30% do lucro do BCI, banco comercial que desenvolve actividade em Moçambique e no qual o BPI detém uma participação de 30%. O BCI registou um crescimento homólogo do total do activo líquido de 5.7% 11. Os depósitos de Clientes cresceram 5.4% 2, em termos homólogos, para no final de Setembro de 2015 e a carteira de crédito a Clientes aumentou 3.9% 2, em termos homólogos, para As quotas de mercado do BCI em depósitos e crédito, no final de Agosto de 2015, ascendiam a 29.4% e 29.8%, respectivamente. No final de Setembro de 2015 o BCI servia 1.2 milhões de Clientes (+27.3% relativamente a Setembro de 2014) através de uma rede de 177 balcões (mais 31 que um ano antes), que representava 30.0% da rede total de balcões no sistema bancário moçambicano. O quadro de pessoal ascendia a Colaboradores no final de Setembro de 2015 (+26.7% que em Setembro de 2014). 10) O contributo do BCI para o lucro consolidado ascendeu a 5.6 em Setembro de 2014 e a 8.0 em Setembro de 2015, uma vez que, para além dos resultados reconhecidos por equivalência patrimonial, são registados impostos diferidos relacionados com os resultados distribuíveis do BCI na rubrica "Impostos sobre lucros" (0.5 em Setembro de 2014 e 0.7 em Setembro de 2015). 11) Expressos em USD, o activo diminui 6.1%, os depósitos diminuem 6.4% e o crédito diminuiu 7.7%. Resultados consolidados Banco BPI no 3.º trimestre de /32

23 ÍNDICE I. Resultados consolidados do Grupo BPI 2 II. Capital 6 III. Resultados da actividade doméstica 7 IV. Resultados da actividade internacional 18 V. Anexos 24 scontacto para Analistas e Investidores Direcção de Relações com Investidores Ricardo Araújo Tel. directo: (351) Fax: directo: (351) Resultados consolidados Banco BPI no 3.º trimestre de /32

24 V. ANEXOS Principais indicadores Actividade doméstica Actividade internacional Consolidado Set.14 Set.15 Var.% Set.14 Set.15 Var.% Set.14 Set.15 Var.% Resultado, rentabilidade e eficiência Resultado líquido % % % Resultado líquido por acção % % % Nº médio ponderado de acções 1) 1,412 1, % 1,412 1, % 1,412 1, % Rácio de eficiência, excl. impactos não recorrentes 2) 79.5% 73.8% 35.4% 32.5% 62.4% 55.7% Rentabilidade do activo (ROA) -0.6% 0.2% 3.2% 3.6% 0.0% 0.8% Rentabilidade dos capitais próprios (ROE) -12.2% 2.9% 30.1% 31.6% -5.2% 8.9% Balanço Activo total líquido 3) (2.1%) % (1.8%) Crédito a Clientes (4.7%) (23.0%) (6.0%) Depósitos (2.4%) (0.1%) (1.8%) Recursos de Clientes no balanço % (0.1%) % Recursos de Clientes fora do balanço 4) % % Recursos totais de Clientes 5) % (0.1%) % Rácio de transformação (Instrução 23/2011 BdP) 107% 103% 28% 22% 88% 83% Qualidade dos activos Crédito vencido há mais de 90 dias (9.0%) (2.4%) (8.5%) Rácio de crédito vencido 6) 3.9% 3.7% 3.4% 4.3% 3.9% 3.7% Cobertura do crédito vencido por imparidades 6) 103% 107% 131% 153% 105% 110% Crédito em risco 7) (10.7%) (4.6%) (10.3%) Rácio de crédito em risco 7) 5.5% 5.1% 4.8% 5.8% 5.4% 5.1% Cobertura do crédito em risco por imparidades 7) 80% 85% 95% 113% 81% 87% Perda líquida de crédito 8) 0.65% 0.45% 1.21% 1.64% 0.68% 0.54% Responsabilidades com pensões Responsabilidades com pensões de Colaboradores % % Fundos de pensões de Colaboradores % % Cobertura das responsabilidades 9) 104% 105% 104% 105% Capital Situação líquida e interesses minoritários (0.0%) % % CRD IV/CRR phasing in Common Equity Tier I Activos ponderados pelo risco Rácio Common Equity Tier I 12.2% 10.6% Leverage ratio 6.0% 6.9% LCR = Liquidity coverage ratio 150% 125% NSFR = Net Stable Funding Ratio 99% 107% CRD IV/CRR fully implemented Common Equity Tier I Activos ponderados pelo risco Rácio Common Equity Tier I 8.6% 9.3% Leverage ratio 4.3% 6.0% LCR = Liquidity coverage ratio 150% 125% NSFR = Net Stable Funding Ratio 98% 107% Rede de distribuição e Colaboradores Rede de distribuição 10) (10.5%) % (7.1%) Nº de Colaboradores 11) (2.4%) % (0.1%) 1) N.º médio de acções emitidas deduzido de acções próprias. 2) Custos de estrutura em % do produto bancário. 3) O valor do activo apresentado para os segmentos geográficos não está corrigido dos saldos resultantes de operações entre esses segmentos. 4) Fundos de investimento, PPR e PPA (exclui fundos de pensões). 5) Corrigidos de duplicações de registo: aplicações dos fundos de investimento geridos pelo Grupo BPI em depósitos, produtos estruturados e fundos de investimento do 6) Crédito vencido há mais de 90 dias. 7) Calculado de acordo com Instrução 23/2011 do Banco de Portugal. O crédito em risco corresponde à soma do: (1) valor total em dívida do crédito que tenha prestações de capital ou juros vencidos por um período superior ou igual a 90 dias; (2) valor total em dívida dos créditos que tenham sido reestruturados, após terem estado vencidos por um período superior ou igual a 90 dias, sem que tenham sido adequadamente reforçadas as garantias constituídas (devendo estas ser suficientes para cobrir o valor total do capital e juros em dívida) ou integralmente pagos pelo devedor os juros e outros encargos vencidos; (3) valor total do crédito com prestações de capital ou juros vencidos há menos de 90 dias, mas sobre o qual existam evidências que justifiquem a sua classificação com crédito em risco, designadamente a 8) Imparidades de crédito no período, líquidas de recuperações, em % da carteira média de crédito. 9) Cobertura pelo património dos fundos de pensões. 10) Rede de balcões de retalho, centros de investimento, lojas habitação, centros de empresa, centros de institucionais e centro de project finance. Na actividade doméstica foram incluídos balcões da sucursal de Paris (12 balcões). 11) Exclui trabalho temporário. Resultados consolidados Banco BPI no 3.º trimestre de /32

DESEMPENHO E RESULTADOS

DESEMPENHO E RESULTADOS BANCO BPI, S.A. Sociedade aberta Capital Social: 1 293 063 324.98 euros; Pessoa Colectiva n.º 501 214 534 Matrícula na Conservatória do Registo Comercial do Porto, sob o n.º 501 214 534 Sede: Rua Tenente

Leia mais

RESULTADOS CONSOLIDADOS DO BANCO BPI ENTRE JANEIRO E SETEMBRO DE 2014

RESULTADOS CONSOLIDADOS DO BANCO BPI ENTRE JANEIRO E SETEMBRO DE 2014 BANCO BPI, S.A. Sociedade aberta Capital Social: 1 293 063 324.98 euros; Pessoa Colectiva n.º 501 214 534 Matrícula na Conservatória do Registo Comercial do Porto, sob o n.º 501 214 534 Sede: Rua Tenente

Leia mais

RESULTADOS CONSOLIDADOS DO BANCO BPI EM 2014

RESULTADOS CONSOLIDADOS DO BANCO BPI EM 2014 BANCO BPI, S.A. Sociedade aberta Capital Social: 1 293 063 324.98 euros; Pessoa Colectiva n.º 501 214 534 Matrícula na Conservatória do Registo Comercial do Porto, sob o n.º 501 214 534 Sede: Rua Tenente

Leia mais

Resultados consolidados do Banco BPI no 1.º semestre de 2011

Resultados consolidados do Banco BPI no 1.º semestre de 2011 www.ir.bpi.pt BANCO BPI, S.A. - Sociedade aberta Capital Social: 990 000 000 euros; Pessoa Colectiva n.º 501 214 534 Matrícula na Conservatória do Registo Comercial do Porto, sob o n.º 501 214 534 Sede:

Leia mais

Resultados consolidados do Banco BPI entre Janeiro e Setembro de 2010

Resultados consolidados do Banco BPI entre Janeiro e Setembro de 2010 www.ir.bpi.pt BANCO BPI, S.A. - Sociedade aberta Capital Social: 900 000 000 euros; Pessoa Colectiva n.º 501 214 534 Matrícula na Conservatória do Registo Comercial do Porto, sob o n.º 501 214 534 Sede:

Leia mais

INFORMAÇÃO TRIMESTRAL INDIVIDUAL/CONSOLIDADA (Não Auditada)

INFORMAÇÃO TRIMESTRAL INDIVIDUAL/CONSOLIDADA (Não Auditada) INFORMAÇÃO TRIMESTRAL INDIVIDUAL/CONSOLIDADA (Não Auditada) (aplicável às entidades sujeitas à disciplina normativa contabilística das IAS / IFRS) BANCO BPI, S.A. Sociedade com o capital aberto ao investimento

Leia mais

Atividade Consolidada Grupo Caixa Geral de Depósitos. 31 de março de 2015 Contas não auditadas

Atividade Consolidada Grupo Caixa Geral de Depósitos. 31 de março de 2015 Contas não auditadas Atividade Consolidada Grupo Caixa Geral de Depósitos 31 de março de 2015 Contas não auditadas Agenda Resultados Balanço Liquidez Solvência Conclusões NOTA: Os valores relativos a março de 2014 são reexpressos

Leia mais

Reuters: BANIF.LS Bloomberg: BANIF PL ISIN: PTBAF0AM0002 www.banif.pt/investidores 1S2015 RESULTADOS CONSOLIDADOS. Informação não auditada.

Reuters: BANIF.LS Bloomberg: BANIF PL ISIN: PTBAF0AM0002 www.banif.pt/investidores 1S2015 RESULTADOS CONSOLIDADOS. Informação não auditada. Reuters: BANIF.LS Bloomberg: BANIF PL ISIN: PTBAF0AM0002 www.banif.pt/investidores 2015 1S2015 RESULTADOS CONSOLIDADOS Lisboa, 7 de Agosto de 2015 Informação não auditada. RESULTADOS CONSOLIDADOS: Janeiro

Leia mais

RESULTADOS CONSOLIDADOS A 30 DE JUNHO DE 2005 1

RESULTADOS CONSOLIDADOS A 30 DE JUNHO DE 2005 1 COMUNICADO Página 1 / 9 RESULTADOS CONSOLIDADOS A 30 DE JUNHO DE 2005 1 09 de Setembro de 2005 (Os valores apresentados neste comunicado reportam-se ao primeiro semestre de 2005, a não ser quando especificado

Leia mais

RESULTADOS CONSOLIDADOS

RESULTADOS CONSOLIDADOS Reuters: BANIF.LS Bloomberg: BANIF PL ISIN: PTBAF0AM0002 www.banif.pt/investidores 2014 RESULTADOS CONSOLIDADOS Lisboa, 28 de Fevereiro de 2015 Informação não auditada. RESULTADOS CONSOLIDADOS: Janeiro

Leia mais

APRESENTAÇÃO DE RESULTADOS

APRESENTAÇÃO DE RESULTADOS APRESENTAÇÃO DE RESULTADOS ANUAL 2015 FEVEREIRO 2016 Conferência de imprensa Disclaimer A informação constante neste documento foi preparada de acordo com as normas internacionais de relato financeiro

Leia mais

Enquadramento Página 1

Enquadramento Página 1 No âmbito do processo de adopção plena das Normas Internacionais de Contabilidade e de Relato Financeiro ("IAS/IFRS") e de modo a apoiar as instituições financeiras bancárias ("instituições") neste processo

Leia mais

APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL. Dezembro 2015

APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL. Dezembro 2015 APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL Dezembro 2015 Disclaimer Este documento não representa uma oferta de valores mobiliários para venda nos Estados Unidos, Canadá, Austrália, Japão ou em qualquer outra jurisdição.

Leia mais

BANCO ESPIRITO SANTO RESULTADOS DO PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2001

BANCO ESPIRITO SANTO RESULTADOS DO PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2001 BANCO ESPIRITO SANTO RESULTADOS DO PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2001 2 RESULTADOS DO PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2001 ASPECTOS MAIS RELEVANTES: SIGNIFICATIVO CRESCIMENTO DA ACTIVIDADE DESIGNADAMENTE A CAPTAÇÃO DE RECURSOS

Leia mais

APRESENTAÇÃO DE RESULTADOS

APRESENTAÇÃO DE RESULTADOS APRESENTAÇÃO DE RESULTADOS 9M 2015 NOVEMBRO 2015 Disclaimer A informação constante neste documento foi preparada de acordo com as normas internacionais de relato financeiro ( IFRS ) do Grupo BCP no âmbito

Leia mais

Enquadramento Page 1. Objectivo. Estrutura do documento. Observações. Limitações

Enquadramento Page 1. Objectivo. Estrutura do documento. Observações. Limitações Objectivo No âmbito do processo de adopção plena das Normas Internacionais de Contabilidade e de Relato Financeiro ("IAS/IFRS") e de modo a apoiar as instituições financeiras bancárias ("instituições")

Leia mais

Apresentação do Grupo BPI

Apresentação do Grupo BPI Apresentação do Grupo BPI Novembro de 2016 Esta apresentação é actualizada trimestralmente, após a divulgação dos resultados, ou sempre que ocorram alterações materialmente relevantes. O presente documento

Leia mais

RESULTADOS CONSOLIDADOS

RESULTADOS CONSOLIDADOS 2012 RESULTADOS CONSOLIDADOS Lisboa, 8 de Fevereiro de 2013 A presente informação anual não foi sujeita a auditoria. Processo de Recapitalização A 31 de Dezembro de 2012 foi anunciada a aprovação por parte

Leia mais

APRESENTAÇÃO DE RESULTADOS

APRESENTAÇÃO DE RESULTADOS APRESENTAÇÃO DE RESULTADOS 3M 2015 MAIO 2015 Disclaimer Este documento não representa uma oferta de valores mobiliários para venda nos Estados Unidos, Canadá, Austrália, Japão ou em qualquer outra jurisdição.

Leia mais

Comunicado Reuters>bcp.Is Exchange>MCP Bloomberg>bcp pl ISIN PTBCP0AM00007

Comunicado Reuters>bcp.Is Exchange>MCP Bloomberg>bcp pl ISIN PTBCP0AM00007 26 de Outubro de 2010 Actividade do Bank Millennium (Polónia) no 3º Trimestre de 2010 O Banco Comercial Português, S.A. informa que o Bank Millennium S.A. com sede em Varsóvia, Polónia, entidade na qual

Leia mais

SUMÁRIO. 3º Trimestre 2009 RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO DA ACTIVIDADE SEGURADORA. Produção de seguro directo. Custos com sinistros

SUMÁRIO. 3º Trimestre 2009 RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO DA ACTIVIDADE SEGURADORA. Produção de seguro directo. Custos com sinistros SUMÁRIO Produção de seguro directo No terceiro trimestre de, seguindo a tendência evidenciada ao longo do ano, assistiu-se a uma contracção na produção de seguro directo das empresas de seguros sob a supervisão

Leia mais

RELATÓRIO & CONTAS Liquidação

RELATÓRIO & CONTAS Liquidação Fundo Especial de Investimento Aberto CAIXA FUNDO RENDIMENTO FIXO IV (em liquidação) RELATÓRIO & CONTAS Liquidação RELATÓRIO DE GESTÃO DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS RELATÓRIO DO AUDITOR EXTERNO CAIXAGEST Técnicas

Leia mais

COMUNICADO 9M 2015 COMUNICADO 9M 2015. (Contas não auditadas)

COMUNICADO 9M 2015 COMUNICADO 9M 2015. (Contas não auditadas) COMUNICADO 9M 2015 (Contas não auditadas) 30 novembro 2015 1 1. EVOLUÇÃO DOS NEGÓCIOS 1.1. ÁREA FINANCEIRA A Área Financeira do Grupo concentra as atividades financeiras, incluindo a Orey Financial e as

Leia mais

INFORMAÇÃO TRIMESTRAL relativa à actividade desenvolvida durante o 1º TRIMESTRE DE 2001

INFORMAÇÃO TRIMESTRAL relativa à actividade desenvolvida durante o 1º TRIMESTRE DE 2001 Banif - Banco Internacional do Funchal, SA e Grupo Banif Consolidado INFORMAÇÃO TRIMESTRAL relativa à actividade desenvolvida durante o 1º TRIMESTRE DE 2001 Banif - Banco Internacional do Funchal, SA Sociedade

Leia mais

COMUNICADO Resultados Consolidados do BCP no segundo trimestre de 2003

COMUNICADO Resultados Consolidados do BCP no segundo trimestre de 2003 BANCO COMERCIAL PORTUGUÊS, S.A. Sociedade Aberta Sede: Praça D. João I, 28, Porto Mat. CRC do Porto: 40.043 NIPC: 501.525.882 Capital Social Registado: 3.257.400.827 Euros COMUNICADO Resultados Consolidados

Leia mais

ALVES RIBEIRO - INVESTIMENTOS FINANCEIROS, SGPS, S.A. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008 (Montantes em Euros, excepto quando expressamente indicado) 1. NOTA INTRODUTÓRIA

Leia mais

Relatório de Actividades 3.º Trimestre de 2013

Relatório de Actividades 3.º Trimestre de 2013 2013 Relatório de Actividades 3.º Trimestre de 2013 Nos termos do n.º 3 do artigo 8.º do Código dos Valores Mobiliários informa-se que a presente informação trimestral não foi sujeita a auditoria ou revisão

Leia mais

ABC da Gestão Financeira

ABC da Gestão Financeira ABC da Gestão Financeira As demonstrações financeiras são instrumentos contabilísticos que reflectem a situação económico-financeira da empresa, evidenciando quantitativamente os respectivos pontos fortes

Leia mais

26 de Junho de 2015 DEPARTAMENTO DE REGULAÇÃO E ORGANIZAÇÃO DO SISTEMA FINANCEIRO

26 de Junho de 2015 DEPARTAMENTO DE REGULAÇÃO E ORGANIZAÇÃO DO SISTEMA FINANCEIRO Apresentação ao mercado do modelo de adopção plena das IAS/IFRS e outras matérias inerentes ao processo de adopção plena das IAS/IFRS no sector bancário nacional DEPARTAMENTO DE REGULAÇÃO E ORGANIZAÇÃO

Leia mais

O valor da remuneração do Depósito Indexado não poderá ser inferior a 0%. O Depósito garante na Data de Vencimento a totalidade do capital aplicado.

O valor da remuneração do Depósito Indexado não poderá ser inferior a 0%. O Depósito garante na Data de Vencimento a totalidade do capital aplicado. Designação Depósito Indexado PSI 20 Classificação Caracterização do Produto Garantia de Capital Garantia de Remuneração Factores de Risco Instrumentos ou variáveis subjacentes ou associados Perfil de cliente

Leia mais

Prospecto Informativo Invest Gestoras de Activos

Prospecto Informativo Invest Gestoras de Activos Prospecto Informativo Invest Gestoras de Activos Agosto de 2014 Designação: Classificação: Caracterização do Depósito: Garantia de Capital: Garantia de Remuneração: Factores de Risco: Invest Gestoras de

Leia mais

27 maio 2016. Informação financeira não auditada

27 maio 2016. Informação financeira não auditada Apresentação de Resultados 1T2016 27 maio 2016 Informação financeira não auditada Agenda 1. Destaques 2. Funding e Liquidez 3. Qualidade dos Ativos 4. Capital 5. Resultados 6. Side Bank 7. Sumário Apêndice:

Leia mais

ACTIVOS POR IMPOSTOS DIFERIDOS. 2015 8 de Maio

ACTIVOS POR IMPOSTOS DIFERIDOS. 2015 8 de Maio O QUE SÃO E PORQUE SURGEM NOS BALANÇOS DOS BANCOS? Os impostos diferidos têm origem, fundamentalmente, nas diferenças existentes entre o resultado contabilístico e o resultado apurado de acordo com as

Leia mais

Relatório de evolução da atividade seguradora

Relatório de evolução da atividade seguradora Relatório de evolução da atividade seguradora 1.º Semestre 214 I. Produção e custos com sinistros 1. Análise global 2. Ramo Vida 3. Ramos Não Vida a. Acidentes de Trabalho b. Doença c. Incêndio e Outros

Leia mais

Relatório de Actividades 1.º Trimestre de 2011

Relatório de Actividades 1.º Trimestre de 2011 Capa 2011 Relatório de Actividades 1.º Trimestre de 2011 Evolução da actividade, aspectos mais relevantes e resultados obtidos pelo Banif - Grupo Financeiro no 1.º Trimestre de 2011 Os resultados líquidos

Leia mais

Fundo de Pensões. Ordem dos Economistas 2012

Fundo de Pensões. Ordem dos Economistas 2012 Fundo de Pensões Ordem dos Economistas 2012 1 Agenda Plano de Pensões da Ordem dos Economistas Fundos de Pensões Site BPI Pensões 2 Âmbito A Ordem dos Economistas decidiu constituir um Plano de Pensões

Leia mais

COMUNICADO. Bank Millennium na Polónia apresenta Resultados de 2005

COMUNICADO. Bank Millennium na Polónia apresenta Resultados de 2005 BANCO COMERCIAL PORTUGUÊS, S.A. Sociedade Aberta Sede: Praça D. João I, 28, Porto Mat. CRC do Porto: 40.043 NIPC: 501.525.882 Capital Social Registado: 3.588.331.338 Euros COMUNICADO Bank Millennium na

Leia mais

01 _ Enquadramento macroeconómico

01 _ Enquadramento macroeconómico 01 _ Enquadramento macroeconómico 01 _ Enquadramento macroeconómico O agravamento da crise do crédito hipotecário subprime transformou-se numa crise generalizada de confiança com repercursões nos mercados

Leia mais

Resultado Líquido da Reditus aumenta 57,7% no 1º semestre de 2014

Resultado Líquido da Reditus aumenta 57,7% no 1º semestre de 2014 Resultado Líquido da Reditus aumenta 57,7% no 1º semestre de 2014 Proveitos Operacionais de 60,8 milhões de euros (+ 8,1%) EBITDA de 5,6 milhões de euros (+ 11,1%) Margem EBITDA 9,2% (vs. 8,9%) Resultado

Leia mais

31. A DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA

31. A DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA 31. A DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA A demonstração de fluxos de caixa é um mapa de fluxos que releva a entradas e as saídas de caixa, durante um exercício. A Demonstração de fluxos de caixa é estruturada

Leia mais

Resultados Consolidados do Millennium bcp em 31 de março de 2016

Resultados Consolidados do Millennium bcp em 31 de março de 2016 2 de maio de 2016 Resultados Consolidados do Millennium bcp em 31 de março de 2016 Rendibilidade e eficiência Reforço dos lucros recorrentes Evolução do negócio Balanço equilibrado Qualidade dos ativos

Leia mais

ENQUADRAMENTO MACROECONÓMICO

ENQUADRAMENTO MACROECONÓMICO 1 ENQUADRAMENTO MACROECONÓMICO 1 Abrandamento da atividade económica mundial ENQUADRAMENTO MACROECONÓMICO 1.1. Evolução da conjuntura internacional A atividade económica mundial manteve o abrandamento

Leia mais

a) Firma e sede das empresas associadas a empresas incluídas na consolidação;

a) Firma e sede das empresas associadas a empresas incluídas na consolidação; 14.5 - ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS CONSOLIDADOS I - Informações relativas às empresas incluídas na consolidação e a outras 1. Relativamente às empresas incluídas na consolidação a)

Leia mais

Contabilidade Financeira II 2008/2009

Contabilidade Financeira II 2008/2009 Contabilidade Financeira II 2008/2009 Capital Próprio CAPITAL PRÓPRIO Conceitos Gerais Aplicação de resultados Valor nominal, contabilístico e de mercado Demonstração das Alterações do C.P. Aumentos de

Leia mais

Os bancos angolanos no estrangeiro e os bancos estrangeiros em Angola II Fórum Banca Expansão Diário Económico

Os bancos angolanos no estrangeiro e os bancos estrangeiros em Angola II Fórum Banca Expansão Diário Económico Os bancos angolanos no estrangeiro e os bancos estrangeiros em Angola II Fórum Banca Expansão Diário Económico João Fonseca Luanda, EPIC Sana 2 de Junho de 212 Agenda 1. Investimento estrangeiro de bancos

Leia mais

RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO

RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO ASF Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões SUMÁRIO I PRODUÇÃO E CUSTOS COM SINISTROS 1. Análise global 2. Ramo Vida 3. Ramos Não Vida a. Acidentes de Trabalho b. Doença c. Incêndio e Outros

Leia mais

RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO

RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO ASF Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões SUMÁRIO I PRODUÇÃO E CUSTOS COM SINISTROS 1. Análise global 2. Ramo Vida 3. Ramos Não Vida a. Acidentes de Trabalho b. Doença c. Incêndio e Outros

Leia mais

FOLHETO DE TAXAS DE JURO

FOLHETO DE TAXAS DE JURO FOLHETO DE TAXAS DE JURO Clientes Particulares Outros clientes 17 CONTAS DE DEPÓSITO 19 CONTAS DE DEPÓSITO 17.1. Depósitos à Ordem 19.1. Depósitos à Ordem 17.2. Depósitos a Prazo 19.2. Depósitos a Prazo

Leia mais

ANO DE 2010 BALANÇO DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA

ANO DE 2010 BALANÇO DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA CONTAS ANO DE 2010 BALANÇO DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE PARAQUEDISMO RUA DA UNIDADE, 9 7000-719

Leia mais

LAKE FUND SGPS, SA. Demonstrações Financeiras Individuais. Exercício 2014

LAKE FUND SGPS, SA. Demonstrações Financeiras Individuais. Exercício 2014 Exercício 2014 Índice Demonstrações financeiras individuais para o exercício findo em Balanço Individual em 5 Demonstração dos Resultados Individuais em 6 Demonstração dos Fluxos de Caixa Individuais em...7

Leia mais

RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO

RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO SUMÁRIO I PRODUÇÃO E CUSTOS COM SINISTROS 1. Análise global 2. Ramo Vida 3. Ramos Não Vida a. Acidentes de Trabalho b. Doença c. Incêndio e Outros Danos d. Automóvel II PROVISÕES TÉCNICAS E ATIVOS REPRESENTATIVOS

Leia mais

Prospecto Informativo Invest Sectores Essenciais Junho 2015

Prospecto Informativo Invest Sectores Essenciais Junho 2015 Prospecto Informativo Invest Sectores Essenciais Junho 2015 Junho de 2015 Designação: Invest Sectores Essenciais Junho 2015 Classificação: Caracterização do Depósito: Produto financeiro complexo Depósito

Leia mais

COFINA, SGPS, S.A. Sociedade Aberta

COFINA, SGPS, S.A. Sociedade Aberta COFINA, SGPS, S.A. Sociedade Aberta Sede: Rua do General Norton de Matos, 68, r/c Porto Pessoa Colectiva Número 502 293 225 Capital Social: 25.641.459 Euros Informação financeira do terceiro trimestre

Leia mais

Estatísticas de Seguros

Estatísticas de Seguros Estatísticas de Seguros 2009 Autoridade de Supervisão da Actividade Seguradora e de Fundos de Pensões Autorité de Contrôle des Assurances et des Fonds de Pensions du Portugal Portuguese Insurance and Pension

Leia mais

Depósito Indexado, denominado em Euros, pelo prazo de 6 meses (178 dias), não mobilizável antecipadamente.

Depósito Indexado, denominado em Euros, pelo prazo de 6 meses (178 dias), não mobilizável antecipadamente. Designação Classificação Depósito Indexado USD 6 meses Produto Financeiro Complexo Depósito Indexado Depósito Indexado, denominado em Euros, pelo prazo de 6 meses (178 dias), não mobilizável antecipadamente.

Leia mais

RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO DA ACTIVIDADE SEGURADORA

RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO DA ACTIVIDADE SEGURADORA SUMÁRIO No primeiro trimestre de, a produção de seguro directo, relativa à actividade em Portugal das empresas de seguros sob a supervisão do ISP, apresentou, em termos globais, uma quebra de 29,8% face

Leia mais

Depósito Indexado, denominado em Euros, pelo prazo de 6 meses (191 dias), não mobilizável antecipadamente.

Depósito Indexado, denominado em Euros, pelo prazo de 6 meses (191 dias), não mobilizável antecipadamente. Designação Classificação Depósito Indexado EUR/USD No Touch Produto Financeiro Complexo Depósito Indexado Depósito Indexado, denominado em Euros, pelo prazo de 6 meses (191 dias), não mobilizável antecipadamente.

Leia mais

Notas às Demonstrações Financeiras 31 de Dezembro de 2003 e 2002

Notas às Demonstrações Financeiras 31 de Dezembro de 2003 e 2002 Credibom, Sociedade Financeira para Aquisições a Crédito, S.A. 1 Políticas contabilísticas 1.1 Bases de apresentação A Credibom, Sociedade Financeira para Aquisições a Crédito, S.A. foi constituída por

Leia mais

NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 2 DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA. Objectivo ( 1) 2 Âmbito ( 2) 2 Definições ( 3 a 6) 2

NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 2 DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA. Objectivo ( 1) 2 Âmbito ( 2) 2 Definições ( 3 a 6) 2 NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 2 DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IAS 7 Demonstrações de

Leia mais

3. Evolução do mercado segurador e dos fundos de pensões

3. Evolução do mercado segurador e dos fundos de pensões Figura 5 Evolução de empréstimos, depósitos e taxas de juro do setor bancário 3% 2% 1% % -1% -2% -3% -4% -5% -6% -7% -8% Emprés mos concedidos pelo setor bancário (variação anual) dez-1 dez-11 dez-12 dez-13

Leia mais

INFORMAÇÃO TRIMESTRAL INDIVIDUAL (Não Auditada) Sede: R. GENERAL NORTON DE MATOS, 68, PORTO NIPC: 502 293 225

INFORMAÇÃO TRIMESTRAL INDIVIDUAL (Não Auditada) Sede: R. GENERAL NORTON DE MATOS, 68, PORTO NIPC: 502 293 225 INFORMAÇÃO TRIMESTRAL INDIVIDUAL (Não Auditada) Empresa: COFINA, SGPS, S.A. Sede: R. GENERAL NORTON DE MATOS, 68, PORTO NIPC: 502 293 225 Período de referência: Valores em Euros 1º Trimestre 3º Trimestre

Leia mais

Distintos Membros dos Órgãos Sociais da Banca Comercial; Chegamos ao final de mais um ano e, por isso, é oportuno, fazer-se um

Distintos Membros dos Órgãos Sociais da Banca Comercial; Chegamos ao final de mais um ano e, por isso, é oportuno, fazer-se um Sr. Vice-Governador do BNA; Srs. Membros do Conselho de Administração do BNA; Distintos Membros dos Órgãos Sociais da Banca Comercial; Sr Representante das Casas de Câmbios Srs. Directores e responsáveis

Leia mais

SINAIS POSITIVOS TOP 20 (atualizado a 10JUL2014)

SINAIS POSITIVOS TOP 20 (atualizado a 10JUL2014) SINAIS POSITIVOS TOP 20 (atualizado a 10JUL2014) 1. Taxa de Desemprego O desemprego desceu para 14,3% em maio, o que representa um recuo de 2,6% em relação a maio de 2013. Esta é a segunda maior variação

Leia mais

De acordo com o disposto no artigo 10.º do Regulamento n.º 5/2008 da CMVM transcreve-se o RELATÓRIO E CONTAS DO 1.º TRIMESTRE DE 2016

De acordo com o disposto no artigo 10.º do Regulamento n.º 5/2008 da CMVM transcreve-se o RELATÓRIO E CONTAS DO 1.º TRIMESTRE DE 2016 Reuters>bcp.Is Exchange>MCP Bloomberg>bcp pl ISIN PTBCP0AM00007 2016 Relatório e Contas 1.º Trimestre De acordo com o disposto no artigo 10.º do Regulamento n.º 5/2008 da CMVM transcreve-se o RELATÓRIO

Leia mais

ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS EM 2009.12.31

ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS EM 2009.12.31 00 - Introdução a) Objecto social e identificação da Empresa HABECE Cooperativa de Habitação e Construção de Cedofeita, Crl., tem por objecto a construção ou a sua promoção e a aquisição de fogos para

Leia mais

Notas ao Balanço e à Demonstração de Resultados consolidados

Notas ao Balanço e à Demonstração de Resultados consolidados ANEXO AO BALANÇO E DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS CONSOLIDADOS NOTA INTRODUTÓRIA A Lei nº 2/2007, de 15 de Janeiro (Lei das Finanças Locais), dispõe no seu Artigo 46.º o seguinte: «1 - Sem prejuízo dos documentos

Leia mais

Exercício de stress test Europeu: Resultados principais dos bancos portugueses 15 Julho 2011

Exercício de stress test Europeu: Resultados principais dos bancos portugueses 15 Julho 2011 Exercício de stress test Europeu: Resultados principais dos bancos portugueses Julho Esta nota resume as principais características e resultados do exercício de stress test realizado ao nível da União

Leia mais

Situação Económico-Financeira Balanço e Contas

Situação Económico-Financeira Balanço e Contas II Situação Económico-Financeira Balanço e Contas Esta parte do Relatório respeita à situação económico-financeira da Instituição, através da publicação dos respectivos Balanço e Contas e do Relatório

Leia mais

COMUNICADO 1S 2015. COMUNICADO 1S 2015 (Contas não auditadas)

COMUNICADO 1S 2015. COMUNICADO 1S 2015 (Contas não auditadas) COMUNICADO 1S 2015 (Contas não auditadas) 31 agosto 2015 1. EVOLUÇÃO DOS NEGÓCIOS 1.1. ÁREA FINANCEIRA A Área Financeira do Grupo concentra as atividades financeiras, incluindo a Orey Financial, e as suas

Leia mais

CONTAS CONSOLIDADAS I.A.S. 1º Trimestre 2009

CONTAS CONSOLIDADAS I.A.S. 1º Trimestre 2009 CONTAS CONSOLIDADAS I.A.S. 1º Trimestre 2009 Av. Vasco da Gama, 1410 4431-956 Telefone 22-7867000 Fax 22-7867215 Registada na C.R.C. de sob o nº 500239037 Capital Social: Euro 35.000.000 Sociedade Aberta

Leia mais

no Sistema Financeiro Carlos David Duarte de Almeida Vice-Presidente do Conselho de Administração

no Sistema Financeiro Carlos David Duarte de Almeida Vice-Presidente do Conselho de Administração As consequências do Orçamento Estado 2010 no Sistema Financeiro Carlos David Duarte de Almeida Vice-Presidente do Conselho de Administração As consequências do OE 2010 no Sistema Financeiro Indice 1. O

Leia mais

Dignos Presidentes dos Conselhos de Administração e das Comissões Executivas dos bancos comerciais

Dignos Presidentes dos Conselhos de Administração e das Comissões Executivas dos bancos comerciais Exmo Senhor Presidente da Associação Angolana de Bancos Sr. Amílcar Silva Dignos Presidentes dos Conselhos de Administração e das Comissões Executivas dos bancos comerciais Estimados Bancários Minhas Senhoras

Leia mais

O valor da remuneração do Depósito Indexado não poderá ser inferior a 0%. O Depósito garante na Data de Vencimento a totalidade do capital aplicado.

O valor da remuneração do Depósito Indexado não poderá ser inferior a 0%. O Depósito garante na Data de Vencimento a totalidade do capital aplicado. Designação Classificação Caracterização do Produto Garantia de Capital Garantia de Remuneração Factores de Risco Instrumentos ou variáveis subjacentes ou associados Perfil de cliente recomendado Condições

Leia mais

Resultados 1ºTrimestre 2009

Resultados 1ºTrimestre 2009 Informação Privilegiada Resultados 1ºTrimestre 2009 Estabilidade de Resultados Operacionais As contas apresentadas são não auditadas, consolidadas e reportadas em International Financial Reporting Standards

Leia mais

OVERVIEW DO SISTEMA BANCÁRIO PORTUGUÊS

OVERVIEW DO SISTEMA BANCÁRIO PORTUGUÊS OVERVIEW DO SISTEMA BANCÁRIO PORTUGUÊS ÍNDICE I. Importância do Sector Bancário na Economia II. III. Actividade de Crédito Financiamento IV. Solvabilidade V. Regimes de Recapitalização Pública e de Concessão

Leia mais

ALTRI, S.G.P.S., S.A. (SOCIEDADE ABERTA)

ALTRI, S.G.P.S., S.A. (SOCIEDADE ABERTA) 30 de Junho de 2005 ALTRI, S.G.P.S., S.A. (SOCIEDADE ABERTA) Relatório do Conselho de Administração Altri, S.G.P.S., S.A. (Sociedade Aberta) Contas Individuais Rua General Norton de Matos, 68 4050-424

Leia mais

INFORMAÇÃO TRIMESTRAL (3T10)

INFORMAÇÃO TRIMESTRAL (3T10) Capital Social: 115.000.000 Capital Próprio Individual a 30 de Junho de 2010: 7.933.916 Capital Próprio Consolidado a 30 de Junho de 2010: 7.438.971 Sede: Av. General Norton de Matos Estádio do Sport Lisboa

Leia mais

Tabela de Taxas de Juro. Anexo II. Instituição Financeira Bancaria com Sede em Território Nacional. Entrada em vigor: 26 de Outubro de 2015

Tabela de Taxas de Juro. Anexo II. Instituição Financeira Bancaria com Sede em Território Nacional. Entrada em vigor: 26 de Outubro de 2015 Anexo II Instituição Financeira Bancaria com Sede em Território Nacional Entrada em vigor: 26 de Outubro de 2015 Preçário pode ser consultado nas Agências e locais de atendimento ao público do Banco Keve

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÃO NORMALIZADA DP NETB@ANCO 90 DIAS

FICHA DE INFORMAÇÃO NORMALIZADA DP NETB@ANCO 90 DIAS DP NETB@ANCO 90 DIAS Designação Condições de acesso Modalidade Prazo Mobilização antecipada DP Netb@nco 90 Dias Clientes aderentes ao NetB@nco (constituição e movimentação exclusiva através do canal NetB@nco).

Leia mais

Proveitos Operacionais da Reditus aumentam 12% no primeiro semestre de 2011

Proveitos Operacionais da Reditus aumentam 12% no primeiro semestre de 2011 Proveitos Operacionais da Reditus aumentam 12% no primeiro semestre de 2011 Proveitos Operacionais de 55,8 milhões EBITDA de 3,1 milhões Margem EBITDA de 5,6% EBIT de 0,54 milhões Resultado Líquido negativo

Leia mais

First Quarter 2009. Primeiro Semestre 2009

First Quarter 2009. Primeiro Semestre 2009 First Quarter 2009 Earnings Release Primeiro Semestre 2009 Resultados 6 Agosto 2009 01 Comunicado 30 Junho 2009 Portugal Telecom, SGPS, S.A. Sociedade Aberta Sede: Avenida Fontes Pereira de Melo, 40, Lisboa

Leia mais

COMUNICADO RESULTADOS TRIMESTRAIS (Não auditados) 28 de Maio de 2015

COMUNICADO RESULTADOS TRIMESTRAIS (Não auditados) 28 de Maio de 2015 COMUNICADO RESULTADOS TRIMESTRAIS (Não auditados) 28 de Maio de 2015 Sociedade Comercial Orey Antunes, S.A. Sociedade Aberta Rua Carlos Alberto da Mota Pinto, nº 17 6A, 1070-313 Lisboa Portugal Capital

Leia mais

Resultados Consolidados do Millennium bcp em 31 de dezembro de 2014

Resultados Consolidados do Millennium bcp em 31 de dezembro de 2014 2 de fevereiro de 2015 Resultados Consolidados do Millennium bcp em 31 de dezembro de 2014 Rendibilidade Confirmação da tendência positiva Resultado recorrente no 4.º trimestre de 2014 atinge break-even.

Leia mais

BNI Banco de Negócios Internacional, S.A.

BNI Banco de Negócios Internacional, S.A. Balanço Em 31 de Dezembro de 2006 ACTIVO Notas Caixa e disponibilidades no Banco Central 5 204 460 2 547 Disponibilidades sobre instituições de crédito 6 2 847 256 35 474 Créditos sobre clientes 7 75 154

Leia mais

As nossas acções Sonaecom

As nossas acções Sonaecom 3.0 As nossas acções Em 2009, as acções da Sonaecom registaram o segundo melhor desempenho do PSI-20, valorizando cerca de 92,2 %, o que constitui uma prova clara da nossa resiliência e um voto de confiança

Leia mais

APRESENTAÇÃO RESULTADOS 1º Trimestre 2015

APRESENTAÇÃO RESULTADOS 1º Trimestre 2015 Grupo Caixa Económica Montepio Geral APRESENTAÇÃO RESULTADOS 1º Trimestre 2015 Atividade Consolidada (Informação financeira não auditada) 12 de maio 2015 CAIXA ECONÓMICA MONTEPIO GERAL A CEMG NO PERÍODO

Leia mais

De acordo com o disposto no artigo 10.º do Regulamento n.º 5/2008 da CMVM transcreve-se o RELATÓRIO E CONTAS DO 3.º TRIMESTRE DE 2015

De acordo com o disposto no artigo 10.º do Regulamento n.º 5/2008 da CMVM transcreve-se o RELATÓRIO E CONTAS DO 3.º TRIMESTRE DE 2015 COMUNICADO Reuters>bcp.Is Exchange>MCP Bloomberg>bcp pl ISIN PTBCP0AM00007 2015 Relatório e Contas 3.º Trimestre De acordo com o disposto no artigo 10.º do Regulamento n.º 5/2008 da CMVM transcreve-se

Leia mais

COFINA, SGPS, S.A. Sociedade Aberta

COFINA, SGPS, S.A. Sociedade Aberta COFINA, SGPS, S.A. Sociedade Aberta Sede: Rua do General Norton de Matos, 68, r/c Porto Pessoa Colectiva Número 502 293 225 Capital Social: 25.641.459 Euros Informação financeira do exercício de 2014 (não

Leia mais

Fundação Denise Lester

Fundação Denise Lester Relatório e Contas 2010 Fundação Denise Lester Fundação Denise Lester 1/14 Balanço ACTIVO Notas Exercício findo a 31/12/2010 Exercício findo a 31/12/2009 Activo não corrente Activos fixos tangíveis 2.291.289,31

Leia mais

05 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO GRUPO

05 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO GRUPO 05 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO GRUPO 1. BALANÇO E DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS CAIXA CENTRAL DE CRÉDITO AGRÍCOLA MÚTUO, C.R.L. Balanços em 31 de Dezembro de e 2010 2010 ACTIVO Notas Activo

Leia mais

Preçário BANCO PRIVADO ATLANTICO - EUROPA, SA BANCOS. Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO. Data de Entrada em vigor:

Preçário BANCO PRIVADO ATLANTICO - EUROPA, SA BANCOS. Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO. Data de Entrada em vigor: Preçário BANCO PRIVADO ATLANTICO - EUROPA, SA BANCOS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO Data de Entrada em vigor: 1-jul-15 O Preçário completo do Banco Privado Atlântico Europa, S.A., contém o Folheto

Leia mais

Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO

Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO Um investimento responsável exige que conheça as suas implicações e que esteja disposto a aceitá-las. Designação: VICTORIA PPR Acções

Leia mais

8 - ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS

8 - ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS 8 - ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS 1. Indicação e justificação das disposições do POC que, em casos excepcionais, tenham sido derrogadas e dos respectivos efeitos nas demonstrações financeiras,

Leia mais

ATIVIDADE CONSOLIDADA DA CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS. em 30 de junho de 2015 Contas não auditadas

ATIVIDADE CONSOLIDADA DA CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS. em 30 de junho de 2015 Contas não auditadas ATIVIDADE CONSOLIDADA DA CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS em 30 de junho de 2015 Contas não auditadas 2 ATIVIDADE CONSOLIDADA EM 30 DE JUNHO DE 2015 CGD 2013 CGD ATIVIDADE CONSOLIDADA EM 30 DE JUNHO DE 2015 3

Leia mais

AVISO N.º 03/2012 de 28 de Março

AVISO N.º 03/2012 de 28 de Março Publicado no Diário da República, I.ª Série, n.º 60, de 28 de Março AVISO N.º 03/2012 de 28 de Março Havendo necessidade de regulamentar a concessão e a classificação das operações de créditos pelas instituições

Leia mais

BANCO NACIONAL DE ANGOLA DEPARTAMENTO DE SUPERVISÃO DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS

BANCO NACIONAL DE ANGOLA DEPARTAMENTO DE SUPERVISÃO DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS BANCO NACIONAL DE ANGOLA DEPARTAMENTO DE SUPERVISÃO DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DO SISTEMA FINANCEIRO ANGOLANO NO SEGUNDO TRIMESTRE DE 2011 1. INTRODUÇÃO É missão do Banco Nacional

Leia mais

O Preçário das Operações BNI pode ser consultado nos Balcões e Locais de Atendimento ao público do Banco de Negócios Internacional ou em www.bni.

O Preçário das Operações BNI pode ser consultado nos Balcões e Locais de Atendimento ao público do Banco de Negócios Internacional ou em www.bni. Instituição Financeira Bancária Preçário das Operações ANEXO II Tabela de Taxas de Juro DATA DE ENTRADA EM VIGOR: 01 de Outubro de 2015 O Preçário das Operações BNI pode ser consultado nos Balcões e Locais

Leia mais

Eurovida Companhia de Seguros de Vida, S.A., sociedade anónima pertencente ao Grupo Banco Seguros

Eurovida Companhia de Seguros de Vida, S.A., sociedade anónima pertencente ao Grupo Banco Seguros Data início de comercialização: 2007/05 por tempo indeterminado Empresa de Companhia de Seguros de Vida, S.A., sociedade anónima pertencente ao Grupo Banco Seguros Popular, com sede social na - 1099-090

Leia mais

Relatório de Gestão 2. Balanço 5. Demonstração de Resultados por Naturezas 7. Anexo ao Balanço e Demonstração de Resultados 8

Relatório de Gestão 2. Balanço 5. Demonstração de Resultados por Naturezas 7. Anexo ao Balanço e Demonstração de Resultados 8 ÍNDICE Relatório de Gestão 2 Balanço 5 Demonstração de Resultados por Naturezas 7 Anexo ao Balanço e Demonstração de Resultados 8 Relatório e Parecer do Conselho Fiscal 20 Certificação Legal das Contas

Leia mais

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 8.2.1 - Princípios Contabilísticos Na contabilidade autarca é necessário cumprir um conjunto de princípios contabilísticos, de modo a obter uma imagem

Leia mais