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1 2012 Nobas do Governo 1

2 equipa editorial Ficha técnica Directora da revista Dam Sambú Coordenador Watna Almeida Coordenador adjunto Libertano Fafé Redacção Jamilo Mendes Edição, design e paginação Edgar Correia Publicidade e marketing Tel. (245) website índice Data center Linhas Gerais do Plano de Acção Para a Governação electrónica Centro de Formalização de Empresas Inovação Tecnológica na Administração Pública Funcionamento da Direcção Geral dos Concursos Públicos Aristides Ocante da Silva Ministro da Função Pública, do Trabalho e da Modernização do Estado Governação Eletrónica, alavanca da Modernização e da Credibilização do Estado na Guiné-Bissau A história da modernização das Administrações Públicas é uma história de iniciativas, fundamentalmente legislativas e processuais, por forma a assegurar, por parte do Estado, a maior eficácia e controlo possíveis nas relações com o Cidadão. Com sucessos e insucessos, estas iniciativas, fundamentalmente de ordem legislativa, orientavam-se, na sua essência, ao modo como a Administração Pública, através das suas organizações, pode e deve operacionalmente relacionar com o Cidadão e não continham, por isso mesmo elementos fáceis, sustentados e credíveis de rastreio e de harmonização de informação evitando redundâncias, sobretudo quando os departamentos e agências se não encontravam intimamente relacionados. Esta situação alterou-se substancialmente nos últimos anos por via do surgimento do conhecimento como elemento crucial de vantagem competitiva individual, empresarial e mesmo das sociedades e nações, tornando-se a detenção do conhecimento e a sua gestão os elementos que valorizam o cidadão e que impõem a alteração do modelo de interação entre a Administração Pública e o Cidadão, forçando a introdução de reformas e adaptações a ambientes estruturalmente distintos e impossibilitando que, a legislação per se, possa ser o motor dos necessários processos de reforma. Torna-se assim indispensável, para além da introdução de estruturas jurídicas adequadas, introduzir práticas, procedimentos e processos modernos e suportá-los com meios humanos e tecnológicos capazes e que compreendam, interpretem e acompanhem o dinamismo da sociedade civil, que desburocratizem as práticas administrativas e substituam decisões autocráticas de agentes do Estado por processos auditáveis. É essa a missão da Governação Eletrónica, que, baseada no TIC Tecnologias de Informação e Comunicações, pode dotar a Administração com os processos e tecnologias auditáveis, fiáveis e dinâmicos que promovam uma relação sã entre o Estado e o Cidadão e que, em consequência, contribuam para o desenvolvimento económico e para a paz na Guiné-Bissau. 2 Nobas do Governo Nobas do Governo 3

3 DCSI COORDENAÇÃO E-GOVERNANCE DATA CENTER Normas de Conduta Profissional CÓDIGO DE ÉTICA 1. Atingir com honestidade e integridade defendendo sempre os interesses da nossa Organização; 2. Exercer com dedicação, zelo e profissionalismo as atribuições do cargo ou função; 3. Tratar com cortesia, delicadeza e atenção a todos os utentes clientes; 4. Ser assíduo e pontual no serviço; 5. Guardar sempre o sigilo profissional; 6. Observar com frequência as normas legais e regulamento; 7. Respeitar a hierarquia, salvaguardando o estrito cumprimento da lei e regulamentos internos; 8. Levar ao conhecimento do superior hierárquico as irregularidades de que tiver conhecimento, em razão do cargo ou função; 9. Manter conduta compatível com a moralidade Pública e com este Código da Ética, de forma a valorizar a imagem e a reputação da Coordenação e-gov; 10. Informar sobre qualquer conflito de interesse, real ou aparente, relacionado com seu cargo ou função e tomar medidas de prevenção; 11. Ser preciso, objectivo e claro em suas manifestações verbais, escritas ou por qualquer outro meio; 12. Buscar a melhoria contínua dos serviços prestados através do atendimento de alto nível ao cliente, prestando-lhe informações exactas e objectivas, procurando solução definitiva para suas necessidades; 13. Agir com transferência e responsabilidade ao divulgar informações sobre a instituição; 14. Obedecer as normas e procedimentos internos instituída caracterizadas como instruções para execução das tarefas; 15. Utilizar os recursos disponibilizados pela casa do cidadão para o desempenho das funções de normas racional e eficiência buscando a optimização do seu uso e a redução de custos quanto ao uso de equipamentos, matérias, serviços, telefones, veículos, e outros bens; 16. Usar convenientemente os recursos de informática zelando pela segurança de dados pessoais e colectivos de instituição; 17. Colaborar e partilhar a informação e o conhecimento com vista a melhoria do desempenho colectivo; 18. Cultivar uma aparência pessoal digna e compatível com o tipo de função que exerce, com o ambiente institucional e com os públicos com os quais interage; 19. Abster-se de praticar e de se submeter a intimidações, ameaça, chantagem, discriminação e o assédio moral e sexual, denunciados os agressores; 20. Actual com morabeza e qualidade. CÓDIGO DE ÉTICA DA COORDENAÇÃO E-Governance - DATA CENTER PRINCÍPIOS ÉTICO 1. Princípio da exclusividade e do interesse público 2. Princípio da legalidade e da impessoalidade 3. Princípio da Justiça, imparcialidade, honestidade e igualdade 4. Princípio da informação e da transparência 5. Princípio da responsabilidade 6. Princípio da Competência e do mérito 7. Princípio da Competitividade e excelência ACÇÕES NÃO RECOMENDAVEIS Aceitar qualquer tipo de ajuda financeira, presente, gratificação, prémio, empréstimo pessoal ou vantagem de qualquer espécie, para si ou para outrem, para influenciar ou deixar de fazer algo no exercício de seu cargo ou função; Falsificar, alterar, desvirtuar, extraviar, ocultar ou inutilizar documentos oficiais; Retardar ou deixar de praticar acto de ofício, ou pratica-lo contra disposição expressa em lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal; Utilizar informação, prestígio ou influências obtidas em função do cargo, para alcançar, directa ou indirectamente, ganho, benefício ou vantagem, para si ou para outrem; Exercer quaisquer actividades antiéticas ou incapacitáveis com o exercício do cargo ou função. 4 Nobas do Governo Nobas do Governo 5

4 Entrega de Certificado - SIGADE - Sistema Integrado da Divida Pública Especial Datacenter A Importância da Governação Electrónica na Guiné- Bissau (Data Center) Dam Sambu - Directora da Revista NF Grandes fraquezas e limites que continuam a prevalecer até então no domínio da gestão da coisa pública constituem para o actual executivo um relevo relativo para a Reforma e Modernização que tanto almeja na Administração Pública da Guiné-Bissau. Nota-se ainda ausência de um domínio efectivo e o controlo eficiência dos efectivos reais existentes na Função Publica e a fraca coordenação entre todas as entidades intervenientes no passado. A massa salarial é ainda manifestamente inoperável pelos recursos do Estado, reclamando, portanto, esta situação a implementação urgente de medidas estruturantes. Foi nesta base que o Governo da Guiné-Bissau assumiu perante o FMI, a instalação de SIGPHAP (Sistema Integrado de Gestão de Recursos Humanos da Administração Pública), apostando assim na adopção de ferramentas ligadas a NTIC que garantam uma maior fiabilidade em matéria de Gestão e controlo dos efectivos da Função pública assim como uma eficaz segurança a nível de protecção e segurança de dados ou informação do estado. De facto, esta é uma das mais importantes componentes de melhoria da gestão financeira de Estado.Todavia, a situação exige ainda que o Governo introduza uma mudança organizacional na sua globalidade e, adopte uma nova filosofia de trabalho baseada fundamentalmente nos princípios da eficiência e eficácia nesta nova era da comunicação. É nesta base que o Governo, com o apoio de alguns parceiros como o PNUD e a União Europeia, tem vindo de algum tempo para cá a envidar esforços no processo da criação e implementação de uma futura Rede do Governo -DATA CENTER, que será constituído por um conjunto de ferramentas electrónicas e aplicações informáticas com acesso a uma base de dados centralizados. Portanto, com este centro, pretende-se fazer uma ligação de todas as instituições do Estado através de uma Rede Informática que facilita a partilha rápida de informações entre elas. É óbvio que nem todas elas poderão ser abrangidas nesta primeira fase. 6 Nobas do Governo Nobas do Governo 7

5 A Direcção Coordenadora dos Serviços de Informática do Ministério das Finanças face a sua missão que visa por um lado Garantir um Serviço Sustentável, Inovador e de qualidade contribuindo para uma Maior Credibilização e Melhoria da Imagem de Gestão das Finanças na Guiné-Bissau permitindo o acesso a um serviço de qualidade contribuindo para o desenvolvimento sustentável do pais, que graças ao sucesso da sua intervenção a nível da Modernização das Finanças Públicas e como ponto focal a nível de Modernização do Estado de forma a animar e fazer implementar a Governação Electrónica no país. As Grandes Vantagens do DATA CENTER: a) Os vários sistemas que já se encontram em pleno Funcionamento no Ministério das Finanças (SIGFIP-GB - Sistema Integrado de Gestão das Finanças Públicas - Módulos Elaboração e Execução Orçamental e Módulo Contabilidade Pública, SIGADE- Sistema Integrado de Gestão da Dívida Pública, SIDONIA ++ - Sistema Integrado de Gestão Aduaneira, SIGFRFE Sistema Integrado de Gestão das Receitas Fiscais do Estado, SIGRHAFP -, SIGMP Sistema Integrado de Gestão dos Concursos Públicos, Work Flow- Correio Electrónico de Governo, Guichet Único, Sistema integrado de Gestão da Ajuda, entre outros produtos), terão a possibilidade de serem integrados no quotidiano do Data Center, possibilitando assim, uma melhor e fiável partilha de informação. b) Os serviços públicos tornarão mais interactivos, na medida em que, irá permitir uma melhor e mais eficiente comunicação e troca de informação entre os diferentes serviços que compõem a administração Pública. c) Contribuir como instrumento de real importância na melhoria de gestão e transparência da coisa pública na medida em que todos os serviços públicos irão ser ligados e geridos a partir de um centro nacional de desenvolvimento de informação (CNDI) seguro e acessível contribuindo assim para uma melhoria qualitativa na consolidação do processo democrático. d) Eficiência da Administração na sua globalidade ira sofrer uma mudança organizacional acentuada mudança da filosofia de trabalho na medida em que a Administração Pública irá passar a obter funcionários qualificados com capacidade de explorar as vantagens da introdução da NITC na Administração Públicas; A nossa Estratégia de Governo Electrónico da Guiné-Bissau O que é Governo Electrónico que apresenta o entendimento básico sobre a matéria e fornece alguns modelos conceptuais, abrindo debate sobre a forma que o Governo Electrónico pode e deve tomar na Guiné-Bissau, à luz da experiência mundial; Contexto do Governo Electrónico na Guiné-Bissau A DCSI é a entidade pioneira na implementação da Governação electrónica na Guiné-Bissau que situa o Governo Electrónico no contexto nacional, estabelecendo a necessidade da sua relação intrínseca com a Política de Informática e a Reforma do Sector Público apontando os benefícios da racionalização, harmonização e convergência dos objectivos destes programas; Essência da Estratégia de Governo Electrónico que articula a visão, os objectivos e os elementos chave da Estratégia de Governo Electrónico a partir da implementação da DCSI no Ministério das Finanças; nota como se pode capitalizar nos projectos da Reforma do Sector Público e da Informática para garantir o sucesso do Governo Electrónico; identifica as áreas prioritárias do Governo Electrónico, abrindo caminho para os Projectos CAMINHU NOBU, que constituem a alma da Estratégia de Governo; e aponta os factores críticos para o sucesso da mesma; Enfoque do Plano de Acção do Governo Electrónico que define os principais programas que traduzirão o Governo Electrónico em realidade tangível, desde a plataforma comum de comunicação às aplicações de gestão financeira do Estado, de registo e identificação civis, de gestão da terra e da propriedade, e da integração horizontal dos governos locais; Financiamento da Estratégia de Governo Electrónico que estabelece a necessidade e as modalidades de financiamento da Estratégia de Governo Electrónico, como condição para a sua sustentabilidade e sucesso tendo como principal parceiros a união Europeia e o PNUD entre outros por identificar; Análise do Risco de Implementação do Governo Electrónico que alerta para os riscos e obstáculos a serem enfrentados e sugere as estratégias de como atalhar tais riscos para assegurar o sucesso; Coordenação da Estratégia de Governo Electrónico que estabelece os mecanismos institucionais, a nível de orientação e de execução, através dos quais se assegurará o acompanhamento, monitorização e avaliação da Estratégia de Governo Electrónico; Governo Electrónico: Uma Necessidade para a Boa Governação que, em jeito de conclusão, sublinha o carácter inovador da Estratégia de Governo Electrónico como instrumento fundamental para a realização do novo paradigma da governação de colocar o cidadão no centro da agenda da governação e reafirma a relação íntima entre a Estratégia de Governo Electrónico e o Programa da Reforma do Sector Público. 8 Nobas do Governo Nobas do Governo 9

6 LINHAS GERAIS DO PLANO DE AÇÃO PARA A GOVERNAÇÃO ELETRÓNICA CONTEXTO No âmbito da Reforma Administrativa e da Modernização do Estado, o Governo implantou um sistema de base de dados, o Data Center, espaço onde convergem diversos sistemas de informação tais como o SIGRHAP, o SIGFIP, o Sidónia++, SIGADE, SIGCOP, SIGU, SIRC e outros, a fim de se dotar de uma verdadeira Governação Eletrónica e aumentar a eficiência da Administração Pública. Entretanto, impõe-se estruturar a coordenação do data centre, investindo na formação e capacitação dos recursos humanos; À esta coordenação que é parte integrante da orgânica do Ministério da Função Pública e Modernização do Estado, compete conceber e desenvolver um programa de reforço de capacidades bem como o estabelecimento de redes e de equipamentos a nível de todas as instituições públicas, facilitando assim uma gestão integrada dos sistemas de informação na administração pública. O objetivo último do conjunto de iniciativas a que nos propomos é o de, por via de realizar uma rápida evolução nas estruturas informatizadas que suportam os processos e procedimentos da Administração Pública, contribuir para a sua credibilização, transparência e eficiência e, por essa via, contribuir para vivificar o setor privado e para o informação Watna Almeida - DCSI e Coordenador aumento expressivo do investimento no país, seja nacional ou seja estrangeiro. Assim importa, em primeiro lugar, definir o nosso entendimento de Governo Eletrónico, ou egovernance: egovernance é a aplicação das tecnologias de informação e comunicação para transformar a eficiência, eficácia, transparência, e auditoria e trocas transacionais e de informação intra governamentais, entre Agências de Governo e da Administração Pública a nível Nacional e local, cidadãos e negócios e capacitar os cidadãos por via do acesso e uso de informação. GOVERNO ELETRÓNICO UMA VISÃO A criação, na Guiné-Bissau e na dependência da Primatura, e sob tutela técnica do Ministério da Função Pública Trabalho e Modernização do Estado, de um departamento específico para a Governação Eletrónica, evidencia a crescente sensibilidade a nível Governativo para as questões e oportunidades acima levantadas. Em boa verdade, a oferta ao cidadão de serviços de base eletrónica, já é cada vez menos uma opção: é mandatória para a sustentabilidade do Estado de Direito e para o fomento do Setor Privado que sustenta a economia nacional. Por pressão direta do cidadão e das empresas, vive-se uma era de crescente contabilização, responsabilização e rastreio de situações por parte dos serviços que a Administração Pública oferece. A revolução trazida pelas comunicações telemóvel, traduzida num imenso sucesso, sobretudo em África, e de que a Guiné-Bissau é um exemplo paradigmático, que inclusivamente, acarretam transações financeiras não pode ser ignorada e, seguramente, será um fator crítico da sustentabilidade da Governação. A Governação Eletrónica vai bem para além da otimização de processos e melhoria de serviços diz respeito à transformação do Governo e do modo como os cidadãos participam da democracia. Crescentemente, se o Governo não disponibiliza, por via eletrónica, serviços que são considerados como basilares e passíveis de serem fornecidos eletronicamente, é crescentemente percebido como fomentador de atraso, seja propositadamente, seja por incompetência e fator de impedimento de participação do cidadão nos atos do País, o que, em si mesmo, é fator de instabilidade. Assim, o verdadeiro desafio consiste em como desenvolver e sustentar projetos de Governação Eletrónica e fornecer serviços ao Estado da Arte aos cidadãos o que impõe fazer face aos desafios como: Estabelecer um Enquadramento para Governação Eletrónica, com uma infraestrutura e soluções de comunicação eficiente. Definição de política da Governação Eletrónica, orientada a estratégia nacional de Desenvolvimento da Guiné-Bissau; Estabelecer um enquadramento de comunicações por forma a que os serviços relevantes possam atingir o meio rural e nas condições culturais, técnicas e financeiras que este meio possa suportar, tendo em enfoque a desconcentração do Estado. Base de Dados de cidadão, que é a unidade primária de informação para a as aplicações verticais e horizontais locais e centrais. Elaboração, adoção e promoção de standards em Governação Eletrónica e em interoperabilidade para a permuta segura de informação eletrónica. Centros de Dados seguros e efetivos que asseguram a automação do fluxo de trabalho, repositório documental, colaboração, permuta autenticada de informação, etc.. Automatização dos Serviços da Adminsistração Pública da Guiné-Bissau; Nesta Visão identificam-se alguns dos percursos que importa seguir como: Criação de literacia e comprometimento com Governação Eletrónica ao mais alto nível Elaborar e executar um programa de alto nível para decisores em matéria política, sensibilização e alerta de condições, consequências e práticas com Governação Eletrónica. Este programa deveria incluir matérias como requerimentos de interfaces WEB, Segurança, Qualidade, Gestão Documental, Tramitação Processual, Automação de Escritório, Correio Eletrónico, etc.. Elaborar e conduzir escrutínios de usabilidade para avaliação de projetos de Governação Eletrónica As necessidades e capacidades de adoção de sistemas de Governação Eletrónica variam fortemente com conformidade com os departamentos da Administração Pública e com os seus utentes. Importa aferir o verdadeiro alinhamento, elaborar uma análise de lacunas e, a partir daí propor os desenvolvimentos necessários para as preencher. Desenvolver pequenos projetos A execução de grandes projetos terá riscos e custos particularmente acrescidos. Há que ter em atenção quer as verdadeiras necessidades quer, sobretudo, as capacidades locais para o seu suporte. Neste aspeto, a prioridade deverá ser dada a pequenos projetos piloto que possam alavancar o uso de tecnologias de modo sustentado, o que projetos de grande dimensão não consegue. Nestes projetos piloto, particular atenção deverá ser dada aos fatores de (i) replicação do projeto, conceitos, tecnologias e metodologias, (ii) avaliação independente recor- 10 Nobas do Governo Nobas do Governo 11

7 rendo a modelos internacionalmente reconhecidos da Qualidade, (iii) registo de lições, seja de sucessos seja de insucessos deve ser realizado e partilhado. Acompanhar as Boas Práticas em Governação Eletrónica A análise e estudo das Boas Práticas, não apenas na Guiné-Bissau, mas em outros países que já têm experiência confirmada nesta matéria, permitirá obviar problemas e desperdícios de recursos que são necessariamente parcos. Neste sentido, privilegiam-se relações com sejam académicas, sejam de investigação sejam governamentais ou associações que tenha tido oportunidade de enfrentar desafios na Governação Eletrónica e na elaboração e implementação de standards, nomeadamente no domínio da interoperabilidade. Dispor de uma política clara de Interoperabilidade As necessidades arquiteturais da Governação Eletrónica exigem que os componentes sejam escaláveis a adaptáveis a requisitos futuros. As aplicações dos vários departamentos poderão e, em muitas situações, terão, dados e fluxos comuns que deverão ser partilhados, o que impõe o estabelecimento de uma política clara para a interoperabilidade de sistemas. Nesta política estarão definidos elementos como quando e como é que os dados são partilhados e quem é o seu dono, como são comunicados, mantida a sua coerência e como são seguros. Dos pontos acima identificados, que os objetivos a atingir com a Governação Eletrónica e assim transformar a Administração Pública, vão para além da simples computorização de pequenas operações com PC. Em boa verdade significa que irá alterar o modo como o Governo atua e se relaciona com o cidadão o que, por sua vez, implica um novo conjunto de responsabilidades para os políticos e para os executivos. Isto requer alterações nos processos de trabalho, nos objetivos e na cultura organizacional. Esta alteração significará, fundamentalmente, a criação de uma cultura de trabalho de manter, processar, e pesquisar a informação a partir de sistemas eletrónicos e o uso dessa informação para a tomada de decisões. Tudo isto implica um cuidado especial na transição dos processos antigos para os novos sem prejuízo dos serviços da Administração Pública e sem a compreensão das verdadeiras e completas implicações sociais. DIAGNÓSTICO limitada capacidade interna, especialmente em desenvolvimento de software falta de oferta dependência externa permanente e cada vez maior face à crescente sofisticação de sistemas e tecnologias ausência de capacidade de controlo privatização de funções vitais de Estado OPORTUNIDADE necessidade de introdução de novas metodologias e tecnologias para a modernização, credibilização e garantia de transparência do Estado Viabilizar a captação de investimento externo no setor privado Estado mais credível captação de muitas competências da diáspora dinamização do setor privado que acede a mais e melhores meios OBJETIVOS ESPECÍFICOS Tomando como base os pontos acima evidenciados, identificaram-se os seguintes objetivos específicos para a modernização das TIC, i.e. para a introdução e sustentação da Governação Eletrónica na Administração Pública na Guiné-Bissau: dotar o Estado de mecanismos de controlo de processos para aumentar a transparência e com isso beneficiar a atividade económica. A atividade económica depende fortemente acelerar a criação de um mercado sustentado nas TIC por forma a aumentar a competitividade do País sustentadamente melhorar a eficiência dos serviços do Estado por via de adoção de novas TIC e metodologias dinamização do setor privado que poderá aceder a mais e melhores meios para suporte da sua atividade garantir a segurança e a interoperabilidade da informação promover uma imagem externa positiva do Estado e da Administração Pública. DOMÍNIOS DE ATU- AÇÃO Considerando os desafios e oportunidades anteriormente expostos entendese seguir uma estratégia orientada em 7 eixos de desenvolvimento por forma a criar a necessária sustentabilidade. Os sete eixos de desenvolvimento são: i. ESTRATÉGIA Neste eixo trabalha-se a elaboração de um plano estratégico de sistemas de informação, a 5 anos, contextualizado no DENARP. Este plano foi iniciado no segundo semestre de 2010, tendo sido elaborado o primeiro Mind Map para intervenção no Governo Eletrónico e que identificou e caracterizou as áreas funcionais prioritárias de desenvolvimento; este plano, que permitiu um primeiro enquadramento geral será agora retomado no contexto da iniciativa de governação eletrónica e estabelecendo, a cinco anos, as opções tecnológicas, capacitações necessárias, investimentos a realizar, etc. ii. INFRAESTRUTURA No capítulo da atuação em infraestruturas para a Administração Pública, são especificamente tratados os desafios da Integração e compatibilização de servidores e seus sistemas operativos na Administração Pública, requisitos e opções para assegurar a capacidade e fiabilidade de Comunicações, tratamento das questões associadas com Disaster Recovery, interconexão de departamentos e ministérios nas cidades (v.g. recurso sistemático a Wimax) e modos de estabelecimento de redes com outras cidades e autarquias locais. iii. QUALI- DADE, SEGURAN- ÇA E PREPARAÇÃO DE ADOÇÃO DE STAND- ARDS No vetor da Qualidade, Segurança e Preparação e Adoção de Standards, a intervenção será no domínio da apreensão de como assegurar níveis de qualidade de serviço de sistemas de informação garantindo, por um lado, que as aplicações informáticas e, de um modo mais lato, os Sistemas de Infor- 12 Nobas do Governo Nobas do Governo 13

8 mação, são introduzidos de modo eficaz, controlado e correspondendo às necessidades dos utentes. É considerado um dos vetores mais importantes implicando, por via de formação e treino, o bom domínio dos processos da Qualidade em Sistemas de Informação, o Teste de Software, os standards emergentes em egovernment e as normas da Qualidade em Sistemas de Informação, especialmente a interoperabilidade, o modelo de maturidade, o teste de software e o ciclo de vida de software. Na Segurança será tratada a segurança lógica do sistema e a segurança física das instalações e do acesso ás mesmas. iv. APOIO À DECISÃO Neste domínio trata-se do investimento em sistemas funcionais específicos para a operação dos vários departamentos da Administração Pública na Guiné-Bissau. Sistemas de Gestão da Administração Pública. Incluem-se neste domínio, para além da necessária modernização e integração dos subsistemas de impostos, o sistema integrado de gestão da ajuda pública, os sistemas de apoio à gestão da saúde, educação, eleições, identificação, registos, cadastro, justiça e integração em histórico da vida da cidadania. v. REPOSITÓRIO DE INFORMAÇÃO E TRAMITAÇÃO PROCESSUAL DA ADMINIS- TRAÇÃO PÚBLICA Criação de um sistema de gestão de fluxos de trabalho, correio interno da Administração Pública, integração de guichet único. Este sistema contém o arquivo de documentação (Escritório Eletrónico), dos documentos da Administração Pública, incluindo o sistema de Tramitação Processual, garantido uma infraestrutura de transparência de processos entre o cidadão e a administração pública. vi. NETWORKING Criação de uma rede de contactos em vários países, regiões e sub-regiões que assegure a indispensável alavancagem à equipa de Governação Eletrónica e que permita que sejam adotadas e interiorizadas as melhores práticas e métodos para a especificação, desenvolvimento e comissionamento de Sistemas de Informação. Este trabalho deverá ser conseguido por via da formação de equipas de trabalho em rede com universidades e centros internacionais de egovernance como: TOG The Open Group (internacional) EIF - European Interoperability Framework União Europeia PEGS - Pan-European e-government Services - União Europeia PAN - Pan African Network - 46 países incluindo Índia E-GGI - egovernance Grid União Indiana NeGP - National egovernance Plan União Indiana POS (Policy on Open Standards União Indiana egov Knowledge exchange União Indiana Instituto de Informática Portugal Autoridade Nacional de Regulação das telecomunicações e Informática vii. CAPACITAÇÃO Formação rápida de recursos por via de enquadramento de estágios operacionais em desenvolvimento de software, em arquitetura de sistemas e em teste de sistemas. O objetivo é duplo: dispor de uma equipa interna à Administração Pública que seja tecnicamente capaz de arquitetar e desenvolver projetos mas que, sobretudo, seja capaz de os gerir, atribuindo externamente ao setor privado, como lhe compete, o desenvolvimento de soluções que possa vir a adquirir. 14 Nobas do Governo Nobas do Governo 15

9 ministério; Reduzir os custos com papel, tinta energia e demais encargos associados ao uso do papel como principal suporte para a circulação da informação e de documentos no ministério; Aumentar a eficiência e o rendimento dos quadros do ministério através de um acesso mais fácil e rápido à informação e documentação; Reduzir os custos de comunicação com o exterior através do uso do como forma de comunicação privilegiada (envio de Documentos, transmissão de mensagens, etc) com as instituições regionais e internacionais; Dotar cada funcionário com um PC e de um endereço electrónico; Promover de uma maneira progressiva o uso das novas tecnologias da informação e da comunicação como forma de aumentar a produtividade individual e colectiva; Contribuir para a modernização do aparelho de Estado e para o aumento da eficiência da função governativa. Datacenter A Importância ou Grandes Vantagens do DATA CENTER: Criação do Correio Electrónico do Governo da Guiné-Bissau No quadro da Implementação de uma nova dinâmica Organizacional em Curso no Ministério das Finanças, a Direcção Coordenadora dos Serviços de Informática acaba de criar uma nova ferramenta de utilização baseada nas novas tecnologia de informação e comunicação no sentido de contribuir na melhoria de resposta as crescentes solicitações no domínio organizacional no Ministério, cujas vantagens ao nível organizacional são: Tornar o correio electrónico ( ) o meio privilegiado de circulação de informação e documentos no seio do ministério; Aumentar o nível e a eficiência da colaboração interactiva entre os técnicos e quadros do a) Os vários sistemas que se estão a instalar ou que se instalarão (SIGFIP-GB Módulos elaboração do Orçamental, Execução Orçamental e Módulo Contabilidade Pública, SIGADE, SIDONIA ++, SIGFRFE, SIGRHFP, SIGMP, Work Flow, entre outros produtos), terão a possibilidade de serem integrados, possibilitando assim, uma melhor partilha de informação. b) Os serviços públicos tornarão mais interactivos entre eles na medida em que, irão permitir uma melhor e mais eficiente comunicação e troca de informação entre os diferentes actores que compõem à administração Pública. c) A Governação electrónica será um instrumento de importância capital na melhoria de gestão e transparência da coisa pública, na medida em que todos os serviços públicos irão ser ligados e geridos a partir de um centro nacional de desenvolvimento de informação segura e acessível, contribuindo assim, para uma melhoria qualitativa na consolidação do processo administrativo e democrático. d) A eficiência da Administração na sua globalidade irá sofrer uma mudança organizacional profunda, assente na mudança da filosofia de trabalho, tendo em conta que à Administração Pública passará a recrutar funcionários qualificados com capacidade de explorar e aproveitar as vantagens da introdução da NITC nos serviços públicos. 16 Nobas do Governo Nobas do Governo 17

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