Assistência ao recémnascido. Prof. Luiza Pineda

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1 Assistência ao recémnascido Prof. Luiza Pineda

2 Ao nascimento: - RN é a termo; - Está respirando ou chorando; - Tônus muscular em flexão; - Sem presença de líquido amniótico; - Boa vitalidade - Não necessita de qualquer manobra de reanimação.

3 Clampeamento do cordão: fixar o clamp de 2 a 3 cm do anel umbilical. Verificar a presença de duas artérias e uma veia umbilical.

4 O RN poderá ser mantido sobre o abdome e/ou tórax materno, usando o corpo da mãe como fonte de calor. O contato pele a pele imediatamente após o nascimento, reduz o risco de hipotermia. Nesse momento pode-se iniciar a amamentação.

5 A Organização Mundial de Saúde recomenda que o aleitamento materno seja iniciado na primeira hora de vida, pois está associado á menor mortalidade neonatal, ao maior período de amamentação, á melhor interação mãebebê e ao menor risco de hemorragia materna.

6 Prevenção da oftalmia gonocócica pelo método Credê: - Retirar o vérnix com gaze seca ou umedecida com água. - Afastar as pápebras e instilar uma gota de Nitrato de Prata 1%. - Limpar com gaze seca o excesso que ficar na pele. - Deve ser realizado na primeira Hora após o nascimento. - Parto normal e cesáreo.

7 Antropometria: exame físico simplificado. Incluindo: - Peso; - Comprimento; - Perímetros cefálico, torácico e abdominal

8 Perímetro cefálico: a fita deve ser posionada sobre a proeminência occipital e sobre o arco das sobrancelhas (região mais proeminente da fronte.

9 Perímetro torácico: envolver a fita no tórax, realizando a passagem sobre os mamilos.

10 Perímetro abdominal: envolver o abdome com a fita métrica sobre a cicatriz umbilical.

11 Prevenção do sangramento por deficiência de vitamina K: Administrar 1mg de vitamina K, por via IM ou SC ao nascer.

12 Identificação do RN: O Estatuto da Criança e do Adolescente regulamenta a identificação do RN mediante o registro de sua impressão plantar e digital da mãe. Essa identificação é feita no prontuário. Pulseiras devem ser colocadas na mãe e no RN, contendo: - Nome da mãe. - Registro hospitalar - Data - Hora do nascimento - Sexo do bebê

13 Detecção da incompatibilidade sanguínea materno-fetal: Mãe Rh-, deve-se realizar pesquisa de anticorpos anti-d por meio do Coombs indireto e Coombs direto no sangue do cordão umbilical.

14 Alojamento conjunto: Os RN`s devem permanecer com suas mãe e ser transportados ao alojamento conjunto.

15 No Brasil, nascem cerca de 3 milhões de crianças ao ano, dos quais 98% em hospitais. A maioria deles nascem com boa vitalidade, entretanto, manobras de reanimação podem ser necessárias de maneira inesperada. O risco de haver necessidade de procedimentos de reanimação é maior quanto menor a idade gestacional e/ou peso ao nascer.

16 Preparo para a assistência O preparo para atender o RN na sala de parto inclui necessariamente: 1- Realização de anamnese materna. 2- Disponibilidade do material para atendimento. 3- Presença de equipe treinada em reanimação neonatal.

17 Preparo para assistência Idade <16 anos ou >35 anos Ausência de cuidado pré-natal Diabetes Rotura prematura das membranas Hipertensão específica da gestação Pós-maturidade Hipertensão crônica Gestação múltipla Anemia fetal ou aloimunização Discrepância entre idade gestacional e peso ao nascer Fatores antenatais Óbito fetal ou neonatal anterior Diminuição da atividade fetal Sangramento no 2o ou 3o trimestre Uso de drogas ilícitas Infecção materna Malformação ou anomalia fetal Doença materna cardíaca, renal, tireoidiana ou neurológica Uso de medicações (por exemplo, magnésio e bloqueadores adrenérgicos) Polidrâmnio ou oligoâmnio Hidropsia fetal 1- Anamnese materna As condições descritas na tabela estão associadas ao maior risco de necessidade de reanimação Cesariana de emergência Bradicardia fetal Uso de fórceps ou extração a vácuo Padrão anormal de frequência cardíaca fetal Apresentação não cefálica Anestesia geral Trabalho de parto prematuro Tetania uterina Parto taquitócico Líquido amniótico meconial Corioamnionite Fatores relacionados ao parto Prolapso de cordão Rotura prolongada de membranas (>18 horas antes do parto) Uso materno de opioides nas 4 horas que antecedem o parto Trabalho de parto prolongado (>24 horas) Segundo estágio do trabalho de parto prolongado (>2 horas) Placenta prévia Descolamento prematuro da placenta Macrossomia fetal Sangramento intraparto abundante

18 Preparo para assistência 2- Material para atendimento: todo material para reanimação deve ser preparado, testado e estar disponível em local de fácil acesso, antes do nascimento. Esse material é destinado á manutenção da : - Temperatura. - Aspiração de vias aéreas. - Ventilação. - Administração de medicações. - A temperatura ambiente na sala de parto deve ser, no mínimo, de 26 C, para que se mantenha com maior facilidade a temperatura corpórea normal do RN.

19 Preparo para assistência 3- Equipe treinada em reanimação neonatal. Considerando a frequência elevada da necessidade de realização de algum procedimento de reanimação no RN e a rapidez com que tais manobras devem ser iniciadas, é fundamental que pelo menos um profissional capaz de iniciar de forma adequada a reanimação neonatal esteja presente durante todo o parto.

20 Avaliação da vitalidade ao nascer A necessidade de reanimação depende da avaliação rápida de 04 situações referentes á vitalidade do concepto: - Gestação a termo? - Ausência de mecônio? - Respirando ou chorando? - Tônus muscular bom? Se a resposta é SIM a todas a perguntas, considera-se que o RN está com boa vitalidade e não necessita de manobras.

21 Avaliação da vitalidade ao nascer A determinação da necessidade de reanimação e a avalição de sua eficácia dependem da avaliação simultânea de dois sinais: - Respiração - Frequência cardíaca principal determinante para indicar necessidade de manobras de reanimação. O RN deve respirar regularmente e suficiente para manter a FC acima de 100bpm. RN`s que não precisam de reanimação, a saturação de oxigênio é: 1 min: 60% - 65% 5 min: 87% - 92%

22 Avaliação da vitalidade ao nascer O boletim Apgar não deve ser utilizado para determinar o ínicio da reanimação. É útil para avaliar a resposta do RN ás manobras de reanimação no 1 e 5 minutos de vida, serve como um relatório numérico e muito prático para descrever a condição de nascimento e recuperação do RN.

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