Directório Global das TIC Empresas e Profissionais 2010/2011. Apoio Institucional

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1 Directório Global das TIC Empresas e Profissionais 2010/2011 Apoio Institucional

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3 FICHA TÉCNICA ÍNDICE EDITORIAL Ficha Técnica Promoção IDC Portugal - Marksearch, Estudos de Mercado, Lda NIPC: Capital Social C.R.C.L Centro Empresarial Torres de Lisboa Rua Tomás da Fonseca, Torre G - 1º Lisboa Tel.: Fax: APDC - Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações NIPC: Rua Tomás Ribeiro, 41-8º Lisboa Tel.: Fax: Revisão Gabriel Coimbra - Isabel Travessa - Publicidade Bibiana Coimbra - Lília Santos - Concepção Gráfica e Paginação Mack2 - Arquitectura e Design, Lda Periodicidade Anual Tiragem exemplares Sobre a IDC A IDC é a empresa líder mundial na área de market intelligence, serviços de consultoria e organização de eventos para os mercados das Tecnologias de Informação, Telecomunicações e Electrónica de Consumo. A IDC ajuda os profissionais de Tecnologias de Informação, decisores empresariais e investidores a tomarem decisões sobre tecnologia e estratégias de negócio baseadas em factos. Mais de analistas da IDC em 110 países fornecem conhecimento profundo sobre oportunidades, tendências tecnológicas e evolução dos mercados a nível global, regional e local. Há mais de 46 anos que a IDC tem fornecido informação estratégica para ajudar os seus clientes a atingirem os objectivos de negócio Sobre a APDC A APDC - Associação Para o Desenvolvimento das Comunicações, que comemora em 2009 os seus 25 anos de vida, assume-se hoje como a Associação das TIC e New Media como plataforma de referência para a inovação total e global. E tem vindo a alargar o seu âmbito de actuação, não só no mercado das TIC como em todos os sectores de actividade ligados, directa ou indirectamente, a este sector cada vez mais crítico para a economia e a sociedade em geral. A crescente transversalidade das TIC, o processo de convergência, a globalização, a economia digital e a emergência da construção da Sociedade da Informação e do Conhecimento em Portugal levaram a APDC a assumir-se como uma verdadeira plataforma, que agrega todos os stakeholders do mercado em torno de um objectivo comum: o desenvolvimento de Portugal a todos os níveis. 30 Directório de Empresas e Profissionais 82 Altitude Aplicar a Disciplina de Serviço ao Cliente às Interacções nas Redes Sociais 90 Panda Security O Cloud Computing na Segurança de Redes e Infraestruturas informáticas Editorial 6 Artigos de Opinião 8 A Visão da IDC Novos Desafios dos CIOs em Portugal 12 A Visão da APDC Tempo para um Restart 16 A Visão da Accenture A grande promessa do Cloud Computing 20 A Visão do Plano Tecnológico A Visão do Plano Tecnológico sobre o Mercado das TIC no contexto actual económico 24 A Visão do TICE.PT TICE.PT - Uma aposta com futuro Esri Portugal SIG, o Futuro nas Telecomunicações PT Prime Como extrair valor da nova geração de soluções TI? VIA Consulting As TIC como motor de transformação de Portugal Editorial As Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) assumem-se hoje como um sector absolutamente crítico para a Economia e para a Sociedade em geral. A rápida evolução tecnológica, associada às enormes mudanças no mercado e à transformação dos próprios consumidores, cada vez mais informados e exigentes, fazem deste um mercado com uma dinâmica e uma evolução imparáveis. Na actual conjuntura de crise mundial sem precedentes, a importância do sector na retoma da economia, na competitividade, produtividade e no crescimento da economia portuguesa é ainda mais estrutural. Por isso mesmo, conhecer as TIC e as empresas e profissionais que compõem este mercado é hoje não apenas uma necessidade mas um imperativo para todos, empresas e cidadãos. As ofertas editoriais nesta área, com produtos efectivamente abrangente, são actualmente muito poucas. Para colmatar esta lacuna, IDC e a APDC decidiram juntar esforços, através da realização de uma parceria, para a produção de uma edição anual que responda às necessidades reais do mercado. Este Directório das TIC Empresas e Profissionais pretende ser um documento fundamental de consulta em detalhe das empresas e dos profissionais que fazem o dia-a-dia das TIC em Portugal. O objectivo é traçar um retrato o mais Jorge Coimbra Country Manager, IDC Portugal completo do sector, assumindo-se como um instrumento de trabalho e um manual de consulta obrigatória. Através dele, será possível conhecer praticamente todas as empresas da indústria das TIC, respectivas actividades e contactos, administrações e gestões de primeira linha. Embora as mais de 400 empresas que integram o Directório sejam consensualmente consideradas como das mais representativas do mercado das TIC, a listagem não é de forma alguma exaustiva. Na realidade, a enorme fragmentação desde mercado impossibilita uma análise completa. A IDC e a PDC realizaram todos os esforços no sentido de apresentar a informação mais correcta e detalhada possível. Mas este é um processo dinâmico, onde o trabalho dependente muito da colaboração e proactividade do próprio mercado e das empresas que o compõem. Este é também um processo de aprendizagem e de crescimento, pelo que tentaremos em cada nova edição fazer mais e melhor. E, nesse sentido, solicitamos a todos os leitores uma participação activa neste trabalho conjunto em prol de um documento que reflicta correctamente o panorama do mercado português. Por isso mesmo, todos os comentários e sugestões poderão ser feitos através dos s ou sobre elementos que devam ser considerados em edições futuras. Diogo Vasconcelos, Presidente, APDC 4 Todos os direitos reservados. A informação contida neste Directório não pode ser reproduzida, no todo ou em parte, qualquer que seja o método utilizado, salvo autorização expressa da IDC e da APDC. Os artigos e opiniões constantes deste Directório são da responsabilidade dos próprios autores aos quais agradecemos a disponibilidade, empenho e confiança na concepção deste Directório. 104 Matriz de Empresas Actividades e Soluções 114 Associados APDC Profissionais do Sector Uma última nota: a menos que expressamente referido, as opiniões constantes deste documento são da responsabilidade dos próprios autores. 5

4 ARTIGOS DE OPINIÃO ARTIGOS DE OPINIÃO 6 7

5 ARTIGOS DE OPINIÃO Novos Desafios dos CIOs em Portugal GABRIEL COIMBRA RESEARCH & CONSULTING DIRECTOR A crise económica mundial tem vindo a colocar pressão sobre as organizações, forçando os seus dirigentes a reinventarem formas de optimizar o modo como executam e gerem os seus negócios. As Tecnologias de Informação (TI), sendo um dos principais habilitadores do negócio, são desafiadas a responderem a essas pressões. No entanto, não são apenas as pressões desencadeadas pela crise a sufocarem os CIOs. Estes têm também que lidar com um mercado cada vez mais competitivo, consumidores cada vez mais exigentes, pressões regulamentares, e com o surgimento de tecnologias disruptivas de transformação de TI (como por exemplo, a arquitectura orientada a serviços (SOA), o...a actual crise económica deve ser vista positivamente, como um catalisador para a mudança. Cloud Computing, a Convergência entre as TI e as Comunicações e a Web 2.0). Os estudos da IDC mostram que a indústria de TI evolui em ciclos de 15 anos. Actualmente, estamos no nono ano após o rebentar da bolha dot.com em 2001, o que coloca os CIOs num momento longo e atractivo da curva de adopção, observando uma quantidade sem precedentes de mudanças tecnológicas. Neste contexto a actual crise económica deve ser vista positivamente, como um catalisador para a mudança. Aliás, muitas empresas globais foram fundadas durante uma crise económica, como por exemplo a HP, IBM, FedEx, a Sun Microsystems, GE, MTV e CNN. Esta evolução tecnológica traz também uma crescente complexidade na gestão das TI, e apesar da IDC prever que até 2012 haverá um aumento acumulado de 10% no número pessoas a trabalhar na gestão das TI, prevemos que paralelamente o os CIOs precisam pensar em eficiência, partilha de recursos, lidar com dados em tempo real, economias de escala

6 ARTIGOS DE OPINIÃO FIGURA 1 PRIORIDADES DAS ORGANIZAÇÕES QUAIS AS 2 PRINCIPAIS PRIORIDADES DA SUA ORGANIZAÇÃO PARA 2010? Aumentar Receitas Reduzir Custos Eficiência Operacional Serviço ao Cliente Inovação/Automatização de Processos Produtos / Serviços Novos Canais Novos Mercados Gestão de Recursos Humanos Conformidade 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% Fonte: IDC, Dez (N= 412 das 2000 maiores organizações em Portugal) crescimento do número de servidores será de quase 100%, juntamente com o aumento da complexidade de gestão e da virtualização. Haverá também um aumento de 3 vezes no número de utilizadores móveis, de 3,6 vezes no uso de dispositivos não-tradicionais e a quantidade de informação vai crescer 5,1 vezes, forçando as organizações à níveis mais altos de segurança, privacidade, pesquisa e armazenamento de informação. Além disso, o número de interacções entre as pessoas e dispositivos na rede irá crescer 8,4 vezes, devido ao aumento das mensagens de texto, mensagens instantâneas e s. O resultado líquido de toda esta mudança e crescente complexidade é que os CIOs precisam pensar em eficiência, partilha de recursos, lidar com dados em tempo real, economias de escala e, eventualmente, movendo alguns serviços para fora da organização (ou seja, Cloud Computing). Neste contexto a IDC definiu várias áreas de grande crescimento no mercado de TI, das quais podemos citar a gestão de segurança, dados móveis, media social, LBS, informação analítica, outsourcing de TI e Business Process Outsourcing (BPO), SaaS, máquinas virtuais, e motores de pesquisa e detecção. Com todas estas transformações existe a necessidade das organizações gerirem ambientes complexos e heterogéneos, com infra-estruturas físicas e virtuais, de uma forma eficiente e económica. Para fazer face as estes desafi os a IDC continua a observar um forte interesse em ferramentas de ITSM (IT Service Management) e BSM (Business Service Management). Estas ferramentas assentam na adopção das melhores práticas (ex. ITIL) para uma gestão dos sistemas e Uma redução de custos ao nível do negócio não implica uma redução de investimento em TI. processos de TI como um serviço, numa perspectiva focada no alinhamento de TI com o negócio. A IDC espera também uma procura crescente, em ferramentas de automatização de TI. A IDC acredita que muitas empresas vão chegar a um ponto onde processos tradicionais manuais e ad-hoc não poderão acompanhar as exigências crescentes, e os níveis de serviço vão ressentir-se. Estas ferramentas proporcionam uma gestão automatizada e pró-activa, monitorização, alertas, e correcção de problemas e tarefas de TI, em redes, sistemas e aplicações. Um estudo recente realizado pela IDC na Europa mostra que 49% dos inquiridos considera a automatização de processos de TI como uma acção para enfrentar a crise económica e garantir a eficiência das TI. Neste ambiente de extrema competitividade, volatilidade económica e rápidas alterações tecnológicas, acreditamos que aquelas organizações que ficarem à frente na curva de transformação sairão vencedores, e isso vai exigir a colaboração de todos, incluindo TI, as linhas de negócio e os parceiros. Os fornecedores não devem simplesmente deixar cair as suas soluções na casa dos clientes, mas também oferecer consultoria, implementação e serviços de processos de negócios que ajudem as organizações a aumentar o seu nível de maturidade em gestão de TI. PRIORIDADES DAS ORGANIZAÇÕES Todos os anos a IDC desenvolve um inquérito alargado aos responsáveis de Sistemas de Informação de médias e grandes organizações em Portugal. A Figura 1 apresenta as principais prioridades para o ano de 2010 e a comparação com as respostas obtidas em inquéritos dos anos anteriores. Actualmente, verifica-se que o foco principal está em obter melhores resultados de negócio, através de um aumento de receitas e redução de custos, que foram manifestados como constituindo as principais prioridades. As respostas denunciam também uma intenção forte em tornar as organizações mais eficientes, porventura para se tornarem mais competitivas. Curiosamente, a conformidade, um tema muito falado, surge como a última prioridade, porventura, porque esta não faz sentido sem um crescimento sustentado do negócio, FIGURA 2 EVOLUÇÃO DO INVESTIMENTO COMO DEVE EVOLUIR OS GASTOS COM TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO NA SUA ORGANIZAÇÃO EM 2010? Reduzir >10% Reduzir <10% Manter Aumentar 100% Aumentar >100% 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% Fonte: IDC, Dez (N= 412 das 2000 maiores organizações em Portugal) podendo estar naturalmente implícita na eficiência e inovação de processos. A ordem das prioridades tem-se mantido ao longo dos últimos anos, com excepção de um aspecto fundamental: o aumento de receitas. Enquanto nos últimos anos a urgência das empresas foi, fundamentalmente, assegurar a sustentação empresarial, reduzindo a gordura criada nos anos anteriores, observa-se agora o intuito de voltar a fazer crescer o negócio, mantendo um forte controlo e redução de custos. Ou seja, fazer mais com menos! Uma redução de custos ao nível do negócio não implica uma redução de investimento em TI. Na verdade as TI podem suportar a eficiência operacional e também a própria oferta de negócio, contribuindo por isso para os objectivos de eficiência de custos e maior rentabilidade. Depois de um ano de 2008, certamente difícil, o foco de 2009 esteve orientado para a redução de custos, que incluiu também uma clara redução nos gastos de TI. Para 2010 as respostas reflectem um maior optimismo, com 42% das organizações a afi rmarem pretender aumentar o investimento em TI e apenas 8% a pretender reduzir. Em resumo podemos concluir que actualmente as prioridades de SI, como esquematizado na Figura 3, reúnem a necessidade de adicionar valor e inovação ao negócio com o imperativo de uma redução de custos e riscos. FIGURA 3 PRIORIDADES DO DEPARTAMENTO DE SI REDUÇÃO DE CUSTOS consolidação do Data center TI Green Virtualização Computação em Nuvem Outsourcing Fonte: IDC, 2010 ALINHAMENTO COM NEGÓCIO Inovação Necessidades do Negócio Modernização Capacidade Analítica ITSM (gestão de serviços TI) GESTÃO DO RISCO Governo de TI Continuidade do Negócio Disaster Recovery Segurança Conformidade Neste ambiente de extrema competitividade, volatilidade económica e rápidas alterações tecnológicas, acreditamos que aquelas organizações que ficarem à frente na curva de transformação sairão vencedores 10 11

7 ARTIGOS DE OPINIÃO Tempo para um Restart NÃO BASTA REPARAR OS ERROS DO PASSADO, É PRECISO PREPARAR O FUTURO DIOGO VASCONCELOS PRESIDENTE DA APDC Inovar significa colaborar com fornecedores, clientes, concorrentes, já que ninguém, por mais poderoso que seja, é capaz de inovar sozinho. Portugal é viável e só pode ter uma ambição: crescer, crescer a sério. Para tal, não basta reparar os erros do passado, é preciso preparar o futuro. No contexto de uma anémica recuperação, marcada pelo elevadas taxas desemprego, a inovação é mais relevante que nunca. Só a inovação garante aumentos radicais de produtividade, essenciais para assegurar uma retoma sustentável e duradora. Significa novas abordagens, novos modelos de negócio, novas colaborações e uma nova vaga empreendedora, capaz de criar um novo optimismo e desencadear um renascimento económico e social. Este é o timing perfeito para fazer um reboot. Se falharmos esta oportunidade, teremos uma retoma frágil e uma nova década perdida, pois as causas estruturais do nosso declinio continuarão inabaladas. Na Administração Pública (AP), cortar nos desperdicios é fundamental, mas não chega: fazer mais com menos implica inovar radicalmente, isto é: introduzir novos modelos de negócio, novas formas de fazer, abertura da cadeia de valor. O crescimento das necessidades sociais, em conjunto com as restrições orçamentais, exigem novos modelos de serviço público. Foi essa a grande conclusão do conjunto de reflexões sobre a Administração Pública no século XXI que a APDC promoveu ao longo dos últimos oito meses. Da Educação aos Serviços Públicos, da Saúde à Energia, das Compras Públicas à Gestão das Pessoas, este ciclo de workshops mobilizou mais de dois mil participantes dos sectores público e privado. Os exemplos nacionais e internacionais apresentados mostram que a crise pode e deve ser uma oportunidade. A inovação, para ter sucesso, tem de ser um trabalho diário de cada colaborador da AP, pelo que o desafio é estimular uma cultura e uma atitude que a incentive. Tem de ser ainda uma forma de abrir os serviços públicos aos cidadãos, os quais deverão ser vistos como uma nova e aumentada cadeia de valor. As várias iniciativas de open government data dos governos norteamericano e inglês desencadearam um debate sobre quais as categorias de dados que fariam mais sentido publicar de forma aberta e em formato facilmente acessível. O papel emergente das redes sociais abre novas oportunidades para a prestação de serviços e a transformação de processos que permitirão aumentar a qualidade e o impacto de um maior envolvimento com os cidadãos e as comunidades. Um exemplo concreto de ganhos substanciais é a promoção da efi ciência energética na AP, onde há um longo caminho a percorrer. A factura energética do sector público é de 500 milhões de euros por ano, de acordo com o estudo APDC SMART 2020 Portugal. Algumas das melhores práticas debatidas no forum organizado pela APDC fornecem excelentes exemplos de como as TIC podem impulsionar a fortemente eficiência energética Na economia privada, dada a retracção no consumo interno, o crescimento terá de vir do crescimento das exportações de bens e produtos. Num mundo totalmente conectado, graças à web e à logística, os cidadãos de todo o mundo são clientes em potencial e recursos de alta qualidade podem ser encontrados em todo o mundo. O que significa que é possivel criar produtos globais, feitos por talento global, para responder a necessidades globais de um mercado global. Ou seja: nenhum país é, à partida, demasiado pequeno ou periférico. Veja-se o caso da Holanda, da Suécia da Dinamarca: são países pequenos mas abertos ao mundo, com empresas líderes em múltiplos sectores, um ambiente favorável ao empreendedorismo e uma cultura de rigor, de aposta permanente na ciência, na inovação e na criatividade. Inovar significa colaborar com fornecedores, clientes, concorrentes, já que ninguém, por mais poderoso que seja, é capaz de inovar sozinho. Esta nova natureza da inovação aberta, global, colaborativa traz novas oportunidades, que obrigam a mais arrojo empreendedor. Portugal tem de ser um paraíso para quem empreende, pois só um surto de novas iniciativas empresariais pode criar emprego e abrir novas perspectivas de futuro. Um exemplo: a fibra óptica e a banda larga móvel fornecerão a velocidade e simetria necessárias para disponibilizar serviços de próxima geração. As redes de nova geração são chave para novos empregos, novas competências, novos mercados e redução de custos. São um investimento necessário e complementar de outras infra-estruturas, como os edifícios sustentáveis, as novas estradas e as redes de electricidade, permitindo-lhes ser inteligentes e poupar energia, facilitar assistência aos mais séniores, melhorar a segurança e banalizar as teleconferências. Mas, sem novos serviços a apetência por estas novas redes ficará muito aquém do seu potencial. A disponibilidade de banda larga, por si só, não libertará o potencial de inovação destas redes do futuro. Os grandes drivers do progresso e da mudança serão a criatividade e a inovação de consumidores e empreendedores na criação de novos modelos de negócio e no estímulo a novos padrões de consumo. Como mobilizar a criatividade e a capacidade de inovação dos empreendedores para o desenvolvimento de novos serviços e conteúdos capazes de tirarem partido destas novas redes? No espaço de dois anos, surgiram centenas de milhares de aplicações ( apps ), disponibilizadas em plataformas como a Apple Store ou a Android Store. O próprio cloud computing vem alterar de forma radical o modelo de negócio das TIC: informação, software e outros recursos passam a ser partilhados na rede e disponibilizados à medida das necessidades. Significa isto menos investimento em harware e software, mais flexibilidade, rapidez e agilidade isto é: menos custo e maior capacidade competitiva. Em conclusão: em ambos os sectores, público e privado, precisamos de inovação As redes de nova geração são chave para novos empregos, novas competências, novos mercados e redução de custos

8 ARTIGOS DE OPINIÃO Os grandes drivers do progresso e da mudança serão a criatividade e a inovação de consumidores e empreendedores na criação de novos modelos de negócio e a APDC quer evidenciar que a crise tem de ser um tempo de criatividade económica e social. 14 mais do que nunca. Outras partes do Mundo já demonstraram que até a mais profunda crise se pode transformar numa oportunidade. Vale a pena recordar a forma como a Finlândia inovou, ao aproveitar uma gravíssima crise como um ponto de viragem, como opor tunidade de transformação. No inicio dos anos 90, a Finlândia viveu um momento particularmente dificil: à crise internacional, juntou-se o colapso da União Soviética (seu principal parceiro comercial) e a derrocada do sistema financeiro doméstico. Em quatro anos, o PIB desceu mais de 10% e o desemprego disparou para 17%. Para ultrapassar a crise, foram tomadas medidas drásticas para melhorar a competitividade e consolidar as finanças públicas. O sector público foi reestruturado e o investimento público na inovação e nas tecnologias de informação e comunicação duplicou. Essa aposta revelou-se acertada para o País: criou as fundações para uma forte retoma. Em pouco mais de quatro anos, a Finlândia não só recuperou, como emergiu da crise com um padrão de crescimento assente em sectores de conhecimento intensivo e com notáveis ganhos de competitividade. Em todos os indicadores internacionais, económicos e de bem-estar, é hoje dos paises mais desenvolvidos do mundo, provando que a geografia não é barreira. Portugal deve seguir o exemplo da própria União Europeia, que foi capaz de passar da fase da gestão da crise dos últimos dois anos para uma ambiciosa agenda da de reformas estruturais. Com a estratégia Europa 2020, a União Europeia reafirmou o seu compromisso na criação de uma economia dinâmica, sustentável e baseada no conhecimento inteligente, inclusivo e verde. Todas as grandes recessões do passado foram seguidas por mudanças radicais na estrutura industrial, com o surgimento e crescimento de novas indústrias muitas vezes suportadas em novas infra-estruturas. A crise é uma oportunidade para abrir novos caminhos para o desenvolvimento económico. Um período em que os rumos da economia podem ser alterados e onde as ideias inovadoras, até agora travadas pelas estruturas económicas dominantes, podem desenvolver-se. Um tempo para fazermos RESTART nas ideias, nos comportamentos, nas acções e nos valores. Ao assumir o tema RESTART como tema do seu 20º Congresso das Comunicações, (http:// congresso10.apdc.pt), a APDC quer evidenciar que a crise tem de ser um tempo de criatividade económica e social. Não devemos ter receio de arriscar, de acolher novos modelos, novos actores. Precisamos de encorajar mudanças estruturais e lançar ideias refrescantes, experimentar novas abordagens e incubar novas soluções. A opção de fundo resume-se numa questão estratégica, simples mas radical: queremos ser um museu ou uma start up nation? Está nas mãos de todos nós fazer o RESTART. Participe. 15

9 ARTIGOS DE OPINIÃO A grande promessa do Cloud Computing PEDRO LOPES PARTNER DA ACCENTURE, RESPONSÁVEL PELA ÁREA DE TECNOLOGIA Graças aos benefícios do cloud computing, as organizações podem reorganizar drasticamente a forma como concretizam os seus negócios. Quer seja considerado uma ameaça ao negócio ou, pelo contrário, o seu salvador, o cloud computing alcançou um grande poder, capaz de transformar o mundo dos sistemas de informação e as organizações que os utilizam. No entanto, o cloud computing faz parte de um processo ainda maior: a recriação fundamental do modelo operativo das empresas. Uma vasta panóplia de tecnologias, aplicações e arquitecturas está a permitir aumentar ou reduzir a função de IT de qualquer grande organização de uma forma imediata, quase em tempo real. Escolhe o serviço de que precisa, quando o necessita e durante o tempo que pretender. O resultado é um serviço de IT muito mais ágil, eficiente e com um custo mais reduzido. No entanto, o cloud computing é mais do que uma nova arquitectura de serviços de IT. É também um novo modelo de negócio - uma plataforma operacional mais flexível. Até recentemente, os sistemas e processos têm sido fechados, ligados a determinadas tecnologias e fornecedores. Hoje, um ambiente tecnológico aberto e ágil está a alterar a natureza e a abordagem económica da prestação de serviços. O benefício final e a vantagem competitiva garantidos através desta nova plataforma estão a ajudar as organizações a tornarem-se mais sensíveis ao mercado e a criar um ambiente mais propenso à inovação. Podemos não estar muito longe do dia em que um executivo, ao acordar com uma nova ideia, já terá a capacidade de IT necessária instalada à hora do pequenoalmoço, a equipa de vendas preparada ao almoço e as funções do centro de distribuição, recursos humanos e payroll em funcionamento à hora de jantar. Esta agilidade recentemente conquistada irá transformar o negócio em diversas áreas, incluindo o IT, o local de trabalho e os processos de negócio. Encaremos o modelo de cloud computing em quatro níveis ascendentes na escala de complexidade e impacto. IT No primeiro nível encontra-se a infraestrutura base do IT - servidores e armazenamento que uma empresa paga por utilização, quando a capacidade é necessária ou para complementar os sistemas convencionais se a procura computacional exceder a oferta. O segundo nível eleva um pouco a complexidade de prestação de serviços de IT - a partir de servidores para uma plataforma ou uma infra-estrutura de sistemas completa, incluindo middleware e bases de dados, e ainda outro tipo de serviços, como por exemplo testes. Esta capacidade a nível de serviços de IT pode Hoje, um ambiente tecnológico aberto e ágil está a alterar a natureza e a abordagem económica da prestação de serviços

10 ARTIGOS DE OPINIÃO Uma vasta panóplia de tecnologias, aplicações e arquitecturas está a permitir aumentar ou reduzir a função de IT de qualquer grande organização de uma forma imediata, quase em tempo real. ser alocada rapidamente quando necessário, ajustada facilmente ascendente ou descendentemente, e requisitada quando for novamente necessária. Comparemos esta flexibilidade com o modelo tradicional utilizado hoje em dia na maioria das organizações: A empresa estabelece, por exemplo, um contrato de cinco anos para um serviço de suporte de infra-estrutura com um outsourcer ou outro prestador de serviços. Assim que a tinta do contrato secar, o investimento fica bloqueado durante o período determinado. Por outro lado, com um modelo de cloud computing, os serviços de IT tornam-se uma despesa operacional, em vez de um custo de investimento, atribuído numa base anual, trimestral ou mesmo mensal. Isso pode, por sua vez, ser traduzido num potencial de poupança de milhões de euros. Este modelo de IT mais flexível permite um custo menor e um acesso mais rápido a recursos informáticos variáveis. A gigante farmacêutica Eli Lilly & Co., por exemplo, está a utilizar o cloud computing para dirigir o poder analítico das TIs para o lugar certo, à hora certa. Sob crescente pressão para cortar custos fixos de IT sem comprometer os níveis de serviço, a Lilly começou a trabalhar com uma empresa de aplicações de cloud computing para fornecer recursos à sua rede global de cientistas. Durante um processo de desenvolvimento de medicamentos, a Lilly efectivamente pagou USD $89 à empresa fornecedora de cloud computing para analisar os dados relevantes - uma tarefa que, se realizada internamente, teria exigido a aquisição de 25 servidores. LOCAL DE TRABALHO: A forma tradicional como as empresas têm conectado colaboradores e informação tem sido geralmente baseada em dispositivos específicos. As pessoas utilizavam os seus laptops ou desktops para acesso a informação da empresa, os telefones para comunicações por voz e assim por diante. Hoje, smart phones e PDAs estão a tornar-se os canais mais comuns de acesso a serviços transaccionais, o que oferece um novo tipo de agilidade à organização. As aplicações móveis disponíveis estão a revolucionar a forma como os consumidores utilizam os seus dispositivos móveis, e podemos esperar uma evolução similar a nível empresarial. Interoperabilidade e integração são algumas das preocupações, mas os operadores móveis estão a trabalhar activamente para a resolução desses problemas. No mais recente Congresso Mundial GSMA Mobile World, 15 das maiores operadoras móveis anunciaram uma aliança para lançar uma plataforma de aplicações aberta e global. Isso permitirá aos programadores desenvolver para múltiplos dispositivos e redes de forma transparente. Assim que este desafio seja atingido, os CIOs serão capazes de pensar num modelo completamente distinto de IT: provisão de serviços através da ligação de vários fornecedores e aplicativos de uma forma configurável e end-to-end. PROCESSOS: Aqui, encontramos prestadores de serviços que oferecem software ou serviços a uma função ou workforce completas. O software as a service (SaaS) começa a apontar para mudanças mais radicais no modo como as empresas operam. A título de exemplo de sucesso, a empresa Salesforce.com oferece recursos de Customer Relationship Management (CRM) como um serviço em cloud. Um cliente que utilize este recurso pay-as-you-go pode desenvolver uma função de venda muito mais ágil tanto a nível financeiro, como operacional e comercial. As empresas podem basear a função de vendas em custos variáveis, implementar rapidamente aplicações que suportem a força de vendas e fazer evoluir essas aplicações mais facilmente à medida que se alteram os requisitos de negócio. Num mundo onde a capacidade de resposta marca cada vez mais a diferença entre um alto desempenho e o insucesso, possuir um serviço de IT ágil e flexível que permita ao negócio mudar rapidamente continuará a ser uma característica distintiva do sucesso no mercado. TENDÊNCIAS IT Public Cloud Services Valor de Mercado, ($M) Distribuição por Região Japão 2% EMEA 21% Ásia / Pacífico 5% América Latina 1% América do Norte 71% 18 Fonte: IDC 2010

11 ARTIGOS DE OPINIÃO A Visão do Plano Tecnológico sobre o Mercado das TIC no contexto actual económico CARLOS ZORRINHO SECRETÁRIO DE ESTADO DA ENERGIA E INOVAÇÃO ANTÓNIO BOB SANTOS COORDENADOR ADJUNTO DO PLANO TECNOLÓGICO As tecnologias de informação e comunicação (TIC) são cada vez mais essenciais para aumentar os níveis de produtividade da economia APOSTA NA MODERNIZAÇÃO: UMA AGENDA PARA TODA A SOCIEDADE As tecnologias de informação e comunicação (TIC) são cada vez mais essenciais para aumentar os níveis de produtividade da economia, bem como para promover uma sociedade mais inclusiva. As TIC contribuem também para uma maior democratização no acesso à informação, estimulando a produção sem precedentes de novo conhecimento, essencial para o processo de inovação. Nos últimos anos tem sido realizado um investimento considerável nas TIC e no desenvolvimento tecnológico, em resposta também ao contexto de crise internacional, apostando-se na inovação e no empreendedorismo como veículos para alcançar maiores níveis de crescimento e de emprego. Em Portugal, o Plano Tecnológico tem tido nos últimos anos um papel importante a este nível, não só pela dinamização de várias iniciativas de estímulo à inovação, criando novas dinâmicas na sociedade, mas também pelo lançamento de políticas públicas que tem contribuído para o aumento das competências das empresas e da população em geral. E esta aposta do Plano Tecnológico na inovação e nas tecnologias que se tem vindo a verificar, fruto do desenvolvimento de políticas orientadas para uma maior competitividade, mas também de um maior esforço e exigência por parte das empresas, têm tido um impacto considerável nas mais variadas áreas. A APOSTA NA CIÊNCIA, NA TECNOLOGIA E NA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO Nos últimos quatro anos, a despesa total em Investigação e Desenvolvimento (I&D) quase duplicou em percentagem do PIB. De facto, segundo os dados do Inquérito ao Potencial Científico e Tecnológico Nacional (IPCTN) referentes a 2008, a I&D representa um máximo histórico de 1,51% do PIB nacional (o valor era de 0,81% do PIB em 2005), superando os níveis de despesa registados em 2007 em Espanha (1,27% do PIB) e na Irlanda (1,31%). A despesa em I&D das empresas atinge agora cerca de 0,76% do PIB (era 0,31% em 2005), representando cerca de metade da despesa nacional total em I&D. Este investimento em I&D e Inovação reflecte-se nos principais rankings internacionais. Por exemplo, o European Innovation Scoreboard 2009 da Comissão Europeia revela que Portugal voltou a subir no ranking da inovação, ultrapassando a Espanha, posicionando-se de novo no grupo de países moderadamente inovadores, classifi cado como Growth Leader neste grupo. Portugal foi mesmo o 7.º país que mais progrediu na UE27 num período de 5 anos. Também na Sociedade da Informação (onde Portugal é o 3º país da UE27 com a maior taxa de penetração de banda larga móvel) e no Governo Electrónico (onde Portugal se apresenta em primeiro lugar no ranking europeu da disponibilização e sofisticação dos serviços públicos online) Portugal está a fazer um progresso considerável. ALTERAÇÃO DO PERFIL DE EXPORTAÇÕES, REFLECTINDO SE NA INVERSÃO DA TENDÊNCIA NEGATIVA DA BALANÇA TECNOLÓGICA Tendo tradicionalmente uma Balança de Pagamentos Tecnológica negativa, Portugal teve sempre um défice de competitividade no que respeita aos serviços mais intensivos em conhecimento e tecnologia. Contudo, esta situação inverteu-se pela primeira vez em Portugal em 2007, facto histórico que constituiu mais do que um mero acaso. De facto, desde esse ano que o saldo da Balança Tecnológica se mantêm positivo, confirmando em 2008 e em 2009 que a alteração do nosso perfi l de exportações. Isso significa que, apesar do difícil contexto internacional dos últimos dois anos, Portugal continuou a exportar mais do que a importar nos sectores mais intensivos em tecnologia, o que demonstra uma maior competitividade externa do nosso tecido empresarial. UM MELHOR AMBIENTE PARA OS NEGÓCIOS Para aumentar os níveis de de inovação é também necessário que haja condições favoráveis para que as empresas possam fazer negócios, estimulando o empreendedorismo. Neste âmbito, as medidas no Plano Tecnológico tem sido reconhecidas internacionalmente como boas-práticas e exemplos a seguir. Por exemplo, o Banco Mundial considerou Portugal um Top Reformer no processo de 20 21

12 ARTIGOS DE OPINIÃO Nos últimos quatro anos, a despesa total em Investigação e Desenvolvimento quase duplicou em percentagem do PIB abertura de empresas, sendo um dos países da OCDE que mais progrediu relativamente à criação de um bom ambiente para os negócios. Para tal muito contribuíram iniciativas como a Empresa na Hora, destacada como boa-prática por parte da Comissão Europeia, que tornou possível que mais de 95 mil empresas fossem criadas em menos de uma hora desde A APOSTA NO CONHECIMENTO E NA FORMAÇÃO AVANÇADA DE RECURSOS HUMANOS No âmbito do Plano Tecnológico foram desenvolvidas várias iniciativas de apoio à formação avançada de recursos humanos, apostando-se também na excelência das instituições de investigação e do Ensino Superior. Por exemplo, desde 2006 tem-se vindo a desenvolver as Parcerias Internacionais em Ciência e Tecnologia com alguns dos melhores centros mundiais de investigação (MIT, Carnegie-Mellon, Austin-Texas, Harvard, Fraunhofer Institute). Estas parcerias envolvem várias empresas portuguesas e instituições de ensino, promovendo o intercâmbio de investigadores, o conhecimento e o desenvolvimento de projectos de investigação aplicada, contribuindo também para a criação de emprego qualificado em Portugal. A aposta na qualificação avançada de recursos humanos pode também ser vista no número de investigadores, que aumentou para 7,2 por cada mil activos, ultrapassando pela primeira vez a média europeia. Significa isto que temos actualmente mais pessoal qualificado a trabalhar nas instituições de investigação e nas empresas. Hoje, em Portugal, 35% dos jovens com 20 anos de idade frequentam o ensino superior finalmente em linha com a média europeia, concretizando a ambição de uma geração. Também a qualificação do corpo docente atingiu níveis inéditos em Portugal, com a percentagem de docentes doutorados nas Universidades públicas a atingir cerca de 70%, tendo duplicado nos Institutos Politécnicos públicos. REFORÇAR A APOSTA NA INOVAÇÃO E NA ECONOMIA DIGITAL Apesar dos progressos verificados nos últimos no que respeita à área da Inovação, o contexto de crise actual obriga a que seja renovada a ambição do Plano Tecnológico, reflectindo os desafios futuros em termos de competitividade que se colocam à nossa economia. Essa nova ambição passará nomeadamente por: Prosseguir a modernização tecnológica da economia, prioridade estratégica para aumentar os níveis de competitividade; Continuar o investimento na Ciência e na I&D, desenvolvendo articulações mais efectivas entre universidades e empresas e reforçando as parcerias internacionais de excelência; Estimular a competitividade empresarial, reforçando a cooperação entre o tecido empresarial e os centros de investigação e de conhecimento. Dinamizar o sector da Economia Digital, transversal a toda a economia e poderá reforçar a competitividade do tecido empresarial e a competitividade externa. Nos próximos anos, e respondendo à exigência da estratégia de desenvolvimento Europa 2020, Portugal dará prioridade ao reforço da internacionalização da economia, aumentando as exportações e o investimento directo estrangeiro nos próximos anos. Exemplo ilustrativo desta linha de acção focada na competitividade, no emprego e nas exportações, é a aposta na Agenda Digital 2015, recentemente apresentada, e que visa estimular o investimento nas TIC para uma sociedade mais inclusiva, tirando partido das redes inteligentes de nova geração (RNG), permitindo assegurar comunicações mais avançadas e serviços mais inovadores e o desenvolvimento de conteúdos digitais e de serviços públicos mais próximos dos cidadãos e geradores de novas dinâmicas de internacionalização. o Banco Mundial considerou Portugal um Top Reformer no processo de abertura de empresas Carlos Zorrinho Secretário de Estado da Energia e Inovação António Bob Santos Coordenador-adjunto do Plano Tecnológico 22 23

13 ARTIGOS DE OPINIÃO TICE.PT - Uma aposta com futuro PAULO NORDESTE PRESIDENTE DA COMISSÃO EXECUTIVA o TICE.PT é o Pólo das Tecnologias de Informação, Comunicação e Electrónica ENQUADRAMENTO Cooperar para melhor competir constitui um dos objectivos centrais das politicas públicas de apoio ás empresas e à melhoria da competitividade da economia. Na Agenda Operacional Factores de Competitividade, do Quadro de Referência Estratégico Nacional, que envolve o programa COMPETE, foram criados, no âmbito das Estratégias de Eficiência Colectiva, os Pólos de Competitividade e Tecnologia. ACTORES Criado em 2008 com sede em Aveiro, o TICE.PT envolve e mobiliza actores relevantes de todo o País nomeadamente de Braga, Porto, Coimbra e Lisboa, cobrindo toda a cadeia de valor na área das TICE. A plataforma de concertação TICE.PT assegura e promove os interfaces entre o mundo académico, representado pelas Universidades e pelos Institutos de I&D, o mundo empresarial, representado pelas Empresas Associadas e as Redes, nomeadamente de PMEs, representadas pelas Associações. São 50 as entidades participantes no TICE. PT distribuídas da seguinte forma: 28 Empresas (56 %), 12 Entidades do Sistema Cientifico e Tecnológico Nacional (24 %) e 10 Associações (20 %) representativas de um alargado número de entidades nas área das TICE. O volume de negócios total destas entidades ascendeu em 2009 a 1.53 Mil Milhões de Euros, envolvendo postos de trabalho. VISÃO E MISSÃO A Visão para o TICE.PT é: Fazer de Portugal, até 2020, uma referência mundial no sector das TICE Tecnologias de Informação, Comunicação e Electrónica, com o objectivo de Colocar Portugal entre os 10 primeiros países da União Europeia no que se refere ao peso das TICE no PIB, no emprego, na despesa de I&DT e no volume total de exportações. A Missão do TICE.PT é: Construir uma plataforma de concertação que envolva e mobilize os principais actores das TICE nos processos de inovação, I&DT, transferência de conhecimento, formação avançada, desenvolvimento, produção e comercialização de produtos e serviços, marketing e internacionalização. ÁREAS DE INTERVENÇÃO Para a concretização desta missão o TICE. PT definiu uma Matriz Estratégica composta por um conjunto de áreas de Fazer de Portugal, até 2020, uma referência mundial no sector das TICE Tecnologias de Informação, Comunicação e Electrónica 24 25

14 ARTIGOS DE OPINIÃO intervenção horizontais, ao nível da produção de produtos e serviços, a aplicar em áreas de intervenção verticais, cobrindo diferentes sectores sócio-económicos. Como áreas de intervenção horizontais a considerar pelo TICE.PT, destacam-se os Sistemas de Informação, com ênfase no Processamento semântico de informação, nas Tecnologias WEB, no Processamento e distribuição de conteúdos multimédia, na Usabilidade e ergonomia de interfaces gráfi cos; nas Arquitecturas orientadas a serviços, na Interoperabilidade e na Reutilização de software. Assume especial importância a adopção de referenciais normativos de maturidade processual, de gestão de serviços de informação e certifi cação empresarial de acordo com padrões internacionais como o CMMI, o SPICE, e o ITIL. O sector das Telecomunicações apresenta-se hoje como um dos sectores mais dinâmicos da economia, sendo a sua existência vital para as organizações e para as pessoas em geral. No contexto do TICE. PT esta área de intervenção horizontal pretende cobrir as competências e as tecnologias necessárias ao desenvolvimento MATRIZ ESTRATÉGICA DO TICE.PT do sector em Portugal, em particular das Redes de Nova Geração, desde a infraestrutura à criação de serviços. A infraestrutura física que inclui os meios de transporte como fibras, cabos, antenas e componentes de rede, a infra-estrutura de transporte, suportada em tecnologia óptica e sistemas sem fios, as tecnologias e protocolos de encaminhamento, o controlo da rede, e, finalmente, a camada de controlo de serviço. Transversalmente a estas camadas posicionam-se os Sistemas de Suporte ás Operações e os Sistemas de Suporte ao Negócio. O campo de aplicação da Electrónica, a terceira área de intervenção horizontal do TICE.PT, é de tal modo abrangente que será difícil identificar alguma área da nossa vida em que não esteja presente, de uma modo mais ou menos evidente. No caso particular dos sistemas de informação e nas telecomunicações, a electrónica fornece os componentes e plataformas básicas sobre as quais eles são construídos, exercendo um impacto determinante na sua evolução e no seu desempenho. O espectro das áreas tecnológicas no domínio da electrónica, relevantes neste contexto, é muito vasto, abrangendo aspectos tão diversos como O sector das Telecomunicações apresenta-se hoje como um dos sectores mais dinâmicos da economia sejam os dos materiais utilizados nos componentes, a micro-electrónica e a integração de sistemas de grande porte. O TICE.PT irá contemplar várias áreas de intervenção verticais entre as quais, a Eficiência Energética e o Ambiente Sustentável. Não existindo nenhuma fonte energética única que permita, por si só, substituir num futuro próximo a queima de combustíveis fósseis, importa investir numa grande diversificação das fontes energéticas e numa utilização racional da energia que é efectivamente consumida. Essa diversificação e essa racionalização só são possíveis mediante a transformação das actuais redes energéticas passivas em redes energéticas inteligentes que tirem partido das TICE para optimizar todo o ciclo energético, desde a geração até ao consumo final. As TICE estão na base da construção de Edifícios Inteligentes e permitem recolher a informação necessária ao controlo dos consumos energéticos nas empresas e nas residências. Por outro lado, as TICE são a base para uma adequada avaliação ambiental, garantindo a recolha e transmissão de dados ambientais em sistema remoto. As TICE estão na base do Plano Tecnológico da Educação que veio criar oportunidades importantes para as empresas do sector. Internet de alta velocidade, Internet na sala de aula, Kit tecnológico, Cartão das escolas, Voz e Video nas escolas, Portal das escolas, Escola simplex e Eficiência energética nas escolas, são as áreas de enquadramento para a iniciativa SCHOLA.PT, lançada na CEBIT em O objectivo é contribuir para que os produtos e serviços de tecnologia nacional possam competir e ganhar uma parte do mercado global das tecnologias para a educação. Pessoas e tecnologias da informação interagem cooperativamente na concretização da missão das organizações, dividindo entre si o trabalho e assegurando as funções da inteligência organizacional. Espera-se das TICE que contribuam para que as organizações possam exibir comportamento inteligente, melhorar o seu desempenho, demonstrar capacidades competitivas e bem-estar sustentado. Eficiência organizacional sugere uma vasta gama de preocupações com o funcionamento das organizações que, para além das dimensões de desempenho O TICE.PT irá contemplar várias áreas de intervenção verticais entre as quais, a Eficiência Energética e o Ambiente Sustentável

15 ARTIGOS DE OPINIÃO normalmente consideradas, contempla ainda aspectos que poderão ser descritos como estando relacionados com as capacidades cognitivas das organizações como a percepção, a memória, a atenção, a comunicação, o raciocínio, a aprendizagem, a imaginação e a inovação. Na Saúde, na Qualidade de Vida e na Mobilidade, nomeadamente no que se refere aos meta-sectores do habitat e dos transportes, as TICE têm vindo a desempenhar um papel crescente na sua modernização. Os seus impactes nas habitações e nos veículos são de banda muito larga: nas comunicações, na domótica, na reciclagem, no entretenimento, no conforto, na segurança, na saúde e no bem-estar, na geração e eficiência energética, na iluminação. A oferta tecnológica das empresas a este importantíssimo segmento de mercado tem, assim, que passar por produtos inovadores e atraentes que permitam ao indivíduo manter-se em contacto com a sociedade e com o mundo e viver uma vida de grande conforto, enquanto, nos bastidores, uma rede invisível de sensores monitoriza a sua condição física e psicológica, advertindo o próprio e os seus familiares sempre que houver desvios que necessitem de uma atenção especial ou mesmo sinalizando serviços médicos e de emergência sempre que uma situação anómala (queda, deficiência cardíaca, problema respiratório) se verifique. A Administração Pública poderá, com base nas TICE, prestar serviços mais eficientes e eficazes, quer aos cidadãos quer às empresas, podendo contribuir para um estado mais justo, e para uma maior aproximação da participação dos cidadãos nos processos da Democracia. Os esforços nesta área, implicam, por exemplo, repensar as organizações e os processos, assim como uma mudança de comportamentos para que os serviços públicos cheguem a quem realmente precisa deles. Estas mudanças bem implementadas permitirão que os cidadãos, as empresas e as entidades em geral, se relacionem com o estado de forma mais fácil, mais rápida e a menor custo. Para que os serviços proporcionados possam ter um impacto significativo e mais alargado no espaço nacional e europeu, facilitadores como a identificação electrónica dos cidadãos e empresas, assim como a interoperabilidade, são factores críticos de sucesso. A Internet do Futuro apresenta-se como o elemento agregador e estruturante das diferentes áreas de intervenção. As TICE têm um papel determinante no acesso à Cultura e ao Lazer. As novas plataformas de Internet, Televisão e Telemóvel, permitem que um mesmo conteúdo seja disponibilizado e rentabilizado. A generalização das redes de banda larga e o acesso em fibra irão potenciar Jogos Interactivos mais sofisticados e a transmissão de espectáculos em Alta Definição. A Internet do Futuro apresenta-se como o elemento agregador e estruturante das diferentes áreas de intervenção. A formação e reconversão de recursos humanos, a qualificação das empresas e das infra-estruturas para a incubação e desenvolvimento e a internacionalização, são considerados vectores fundamentais para a sustentação da estratégia do TICE. PT. A participação em eventos nacionais e internacionais, permitirá promover os produtos e serviços de tecnologia nacional e afirmar a imagem do Portugal Tecnológico. PROJECTOS O plano de acção apresentado contemplou 74 projectos, envolvendo um investimento total de cerca de 190 Milhões de euros, dos quais 74 Milhões serão assegurados por entidades privadas. Desse total destaca-se um conjunto de projectos âncora que, só por si representam uma fatia muito significativa do investimento (123 Milhões de Euros) e para os quais o critério de classificação teve em conta, nesta fase, essencialmente, o volume de investimento, o potencial mobilizador e o grau de abrangência das tecnologias e aplicações. Estes Projectos, juntamente com os projectos complementares asseguram uma adequada abrangência das áreas de intervenção do TICE.PT. O programa de acção aprovado pelo Compete engloba 12 Projectos Âncora com um enquadramento orçamental de 109 Milhões de Euros. A maioria dos projectos foram já apresentados estando em fase de avaliação. Grande parte dos Projectos Complementares foram já aprovados e encontram-se em execução. Deve salientar-se que o incentivo público aprovado para projectos TICE no âmbito do QREN, ultrapassa já os 100 Milhões de Euros. PRINCIPAIS ACTIVIDADES A implementação da estratégia do TICE. PT, assenta no desenvolvimento das seguintes acções: Análise e acompanhamento do estado da arte no sector das TICE; Promoção e enquadramento de um conjunto de projectos nacionais estruturantes e complementares na área das TICE; Dinamização e promoção de candidaturas a sistemas de incentivos nacionais e internacionais; Dinamização de candidaturas nacionais aos Programas-Quadro da UE; Articulação de Iniciativas e Projectos na área das TICE; Promoção da representação nacional em eventos internacionais relevantes; Divulgação e disseminação dos resultados dos Projectos na área das TICE; Promoção de formação avançada e transferência de conhecimento entre o Sistema Académico e Cientifico Nacional e o mundo empresarial; Participação na definição das políticas e objectivos nacionais e europeus na área das TICE e na sua promoção; Criação de condições para o desenvolvimento, atracção e fixação de recursos humanos altamente qualificados na área das TICE; Dinamização da adopção pelas empresas das certificações mais relevantes na área das TICE (IDI, CMMI, ); Criação de mecanismos de avaliação que permitam garantir projectos de qualidade alinhados com as prioridades das políticas nacionais e internacionais na área das TICE. MODELO DE GESTÃO E LIDERANÇA O TICE.PT é uma Associação de direito privado sem fins lucrativos e de utilidade pública, constituída formalmente em O modelo de gestão e liderança do TICE. PT está consagrado nos estatutos da Associação. O funcionamento operacional do TICE. PT é suportado pelo Projecto Estaleiro, financiado parcialmente pelo Compete através do Sistema de Incentivos a Acções Colectivas (SIAC). CONCLUSÃO As TICE, Tecnologias da Informação, Comunicação e Electrónica, são hoje transversais e indispensáveis ao desenvolvimento dos diferentes sectores económicos. A questão que se coloca e que está na base da dinamização do TICE.PT é saber qual a posição que Portugal quer ter neste domínio: simples utilizador de tecnologia, importando consequentemente todos os bens e serviços associados ou, criador de tecnologia com a ambição de disputar uma parcela do imenso mercado mundial que as TICE representam. MODELO DE GESTÃO E LIDERANÇA DO TICE.PT As entidades que integram a Associação TICE.PT acreditam que é possível, com uma concertação adequada de vontades, esforços e conhecimentos, fazer de Portugal uma referência no sector e competir no mercado mundial. As Estratégias de Eficiência Colectiva constituem a oportunidade e o enquadramento adequado para a construção desta plataforma de concertação, através da cooperação entre empresas e entidades do SCTN, da selecção de projectos estruturantes e da criação da massa crítica necessária á internacionalização. Concertar esforços, reunir vontades, juntar competências, induzir ideias, detectar oportunidades são actividades centrais no funcionamento do TICE.PT. As tecnologias, os sistemas e os serviços criados como resultado da concertação estratégica desenvolvida no âmbito do Pólo de Competitividade, permitirão desenvolver as industrias TICE em Portugal aumentando a sua competitividade e criando condições para o incremento das exportações. As TICE, Tecnologias da Informação, Comunicação e Electrónica, são hoje transversais e indispensáveis ao desenvolvimento dos diferentes sectores económicos

16 ARTIGOS LISTAGEM DE DE OPINIÃO EMPRESAS DIRECTÓRIO DE EMPRESAS E PROFISSIONAIS 30 31

17 DIRECTÓRIO EMPRESAS E PROFISSIONAIS 2as Advanced Solutions Rua Miguel Ângelo Lupi Nº Oeiras Tel.: Fax: Equipamento de TI,, BPM, Business Continuity & Storage,Compliance, Contact Centers 2FS Parede Parede Tel.: Fax: Compliance, Gestão Documental, Outsourcing de TI A Beltrónica R. Dr. José Baptista de Sousa, nº Lisboa Tel.: Fax: Equipamento de Comunicação, Equipamento de TI Unified Comm. & IP Telephony Aastra Telecom Portugal Alfrapark Edificio C - Piso 1, Norte Estrada do Seminário, 4 - Alfragide Amadora Tel.: Fax: Equipamento de Comunicação, Serviços de Comunicações, Compliance, Contact Centers, CRM, Outsourcing de TI, Segurança, System and Network Management, Unified Comm. & IP Telephony, A Aastra Telecom Portugal, a unidade portuguesa da Aastra Technologies Limited, é actualmente uma das empresas líder no mercado nacional, no fornecimento, instalação e manutenção de soluções avançadas de comunicação de voz e dados, servindo o mercado empresarial, incluindo o residencial topo e SOHO, Administração e Segurança Pública. A Aastra Telecom Portugal é um integrador especializado com equipas de Consultoria, Projecto, Instalação e Suporte Técnico de Pré e Pós-Venda. Esta competência Técnica permite-nos oferecer soluções inovadoras à medida de cada situação para o mercado empresarial, nomeadamente nas áreas da convergência de voz e dados com especial referência para as redes integradas baseadas em IP/SIP, bem como para soluções integradas, aplicações e serviços. Carlos Madeira Pinto Presidente Executivo Octávio Eraclides Executivo Ábaco Consultores Rua Calouste Gulbenkian, nº 52, P3 E Porto Tel.: Fax: ERP Able Solutions Rua General Humberto Delgado, 12-1ºDto Prior Velho Tel.: Fax: CPM & BI, CRM, ecommerce & Web, ERP, Gestão Documental, Outsourcing de TI ACC - Consultores Associados Rua Rodrigues Sampaio, nº 138 4º Lisboa Tel.: Fax: Equipamento de TI, BPM, Business Continuity & Storage, ERP, Outsourcing de Processos (BPO), Outsourcing de TI Accenture, Consultores de Gestão, S.A. Amoreiras - Torre 1-16º Lisboa Tel.: Fax: BPM, CPM & BI, CRM, ERP, Gestão Documental e de Conteúdos, Green IT, Outsourcing de Processos (BPO), Segurança, System and Network Management, Virtualização & SOA A Accenture é uma organização global de serviços de consultoria de gestão, tecnologias de informação e outsourcing, com cerca de 204 mil profissionais a servir clientes em mais de 120 países. Através da combinação de uma experiência ímpar, um conhecimento profundo dos vários sectores de actividade e funções de negócio, e uma extensa pesquisa sobre as empresas mais bem sucedidas do mundo, a Accenture colabora com os clientes ajudando-os a tornarem-se organizações de alto desempenho. Através da iniciativa de responsabilidade corporativa Skills to Succeed, a Accenture assume o compromisso de dotar 250 mil pessoas em todo o mundo até 2015 com as competências necessárias para encontrar emprego ou iniciar um negócio. A homepage da Accenture é José Galamba de Oliveira Presidente do Conselho de Administração Luís Nunes Vice-Presidente, responsável pela área de Administração Pública e Saúde João Pedro Tavares Vice-Presidente, responsável pela área de Banca, Seguros e Mercado de Capitais Eduardo Fitas Vice-Presidente, responsável pela área de Comunicações, Media & High-Tech Paulo Santos Vice-Presidente, responsável pela área de Indústria, Distribuição e Consumo, Transportes e Turismo Jorge Palmela Vice-Presidente responsável pela área de Utilities, Energia, Recursos Naturais e Química José Gomes Partner e membro do board Accenture, responsável pela área de Management Consulting Pedro Lopes Partner e membro do board Accenture, responsável pela área de Tecnologia Paula Adrião Partner e membro do board Accenture, responsável pela área de Business Process Outsourcing (BPO) Acer Computer Ibérica Quinta da Fonte, Rua dos Malhões, Edif. D. Pedro I, Escritório Paço d Arcos Tel.: Electrónica de Consumo, Equipamento de Comunicação, Equipamento de TI Desde a sua fundação em 1976, A Acer se empenha em quebrar as barreiras entre pessoas e tecnologia e está no segundo lugar do ranking global de fabricantes de PC s e notebooks. A sua estratégia abrangente, baseada na pesquisa e desenvolvimento e na aposta no marketing, estabeleceu as bases e criou uma empresa preparada para enfrentar os desafios do futuro. Acesse a para mais informações. Gabriel Rios Country Sales Manager Portugal Carina dos Santos Channel Marketing Portugal Roger Nunes Retail Account Manager João Jara Distribution & Certified Channel Manuela Ramos Corporate Accounts, Education & Telco s Sandra Reixa Value Retail Sales Account Sergio Soeiro Retail Sales Account Acidados Av. Salgueiro Maia, Edf. Acidados Abóboda S. Domingos de Rana Tel.: Fax: Equipamento de Comunicação, Business Continuity & Storage, CRM, ecommerce & Web, ERP, Open Source, Outsourcing de TI, Segurança, System and Network Management, Unified Comm. & IP Telephony, ACINET Rua Cidade de Rabat, 29A Lisboa Tel.: Fax: Equipamento de TI, Business Continuity & Storage, CRM, ecommerce & Web, ERP, Gestão Documental, Open Source, Outsourcing de TI, System and Network Management, Virtualização & SOA, Acitel 4 Av. Salgueiro Maia, 1072 A/B S. Domingos de Rana Tel.: Fax: Equipamento de TI, Contact Centers, CRM, Segurança, Unified Comm. & IP Telephony, Susana Mourão Direcção Geral Jorge Valentim Direcção Comercial Rui Couto Direcção Financeira Matias Machado Direcção de Operações Active Media Solutions Av. Guerra Junqueiro, 4-5Esq Lisboa Tel.: Fax: Media Serviços de Comunicações, ecommerce & Web, Gestão Documental Actual Training Polo Tecnológico de Lisboa, lote 6, 2B Lisboa Tel.: Fax: Outsourcing de TI, Segurança, Unified Comm. & IP Telephony, Virtualização & SOA Adobe Systems R. Tomás da Fonseca, Torre G - 1º - Centro Empresarial Torres de Lisboa Lisboa Tel.: Fax: Gestão Documental ADT Edif.. Entreposto - Praça José Queirós 1, Fracção n.º5 - Piso Lisboa Tel.: Fax: Equipamento de TI, Segurança, System and Network Management AEG Portuguesa de Telecomunicações Rua João Saraiva, nº Lisboa Tel.: Fax: Equipamento de Comunicação, Serviços de Comunicações agap2 Edifício Picoas Plaza - Rua do Viriato, 13E Núcleo 6-3º Dto Lisboa Tel.: Fax: Gestão Documental, Outsourcing de Processos (BPO), Outsourcing de TI Claudia Maio Directora Financeira André Lopes Director Executivo Filipe Esteves Director Executivo 32 33

18 DIRECTÓRIO EMPRESAS E PROFISSIONAIS Alcatel-Lucent Estrada da Malveira da Serra, Cascais Tel.: Fax: Equipamento de Comunicação, Equipamento de TI, Contact Centers, Next Generation Networks, Segurança, System and Network Management, Unified Comm. & IP Telephony, António Beato Teixeira Presidente Alert R. António Bessa Leite, 1430, 2º Porto Tel.: Fax: Compliance, ERP Alidata Casal do Cego - Marrazes - Apartado Leiria Tel.: Fax: CRM, ecommerce & Web, ERP, Gestão Documental, Open Source, Altimate Av. D. João II Lote º B - Central Office Lisboa Tel.: Fax: Equipamento de TI, BPM, Business Continuity & Storage, Compliance, Gestão Documental, Next Generation Networks, Open Source, Segurança, System and Network Management, Virtualização & SOA José Charraz Country Manager Raul Liz Business Development Manager Altitude Alameda Fernão Lopes, 16-4º andar Algés Tel.: Fax: Contact Centers, CRM, Unified Comm. & IP Telephony A Altitude é um líder global na área das soluções independentes de software para centros de contacto. A solução Altitude uci é uma suite de soluções de gestão da interacção com clientes em situações de atendimento e de gestão de campanhas: apoio ao cliente, help desks ; cobranças; telemarketing, televendas, bem como na gestão de processos de negócio ligados aos centros de contacto. Fundada em 1995, com onze escritórios em 14 países, tem cerca de 700 clientes (170 mil licenças) em 60 países à volta do mundo. Os seus produtos ganharam nos últimos anos 25 prémios sectoriais, e estão classificados pelos melhores analistas do mercado, como o Gartner Group Gastão Taveira CEO Rodrigo Prazeres CFO José Santos Coelho Executive Vice President and General Manager Portugal José Burnay da Fonseca Executive Vice-President Customer Assistance Miguel Araújo Lopes Executive Vice President Marketing and Product Management Mário Silva Pereira Executive Vice President Global Professional Services Pedro Pimenta Executive Vice President Product Development Altran Av. das Forças Armadas, nº 125-3º A Lisboa Tel.: Fax: BPM, Compliance, CPM & BI, CRM, ERP, Gestão Documental, Outsourcing de Processos (BPO), System and Network Management, Virtualização & SOA, Alvo Rua General Firmino Miguel, Torre 3, 4º andar Lisboa Tel.: Fax: CPM & BI, CRM, ecommerce & Web, ERP, Segurança, System and Network Management, Wireless and Mobile Ambidata Rua Leira da Relva nº São Felix da Marnha Tel.: Fax: BPM, CPM & BI, CRM, Gestão Documental AnubisNetworks Av. Quinta Grande, 53 Edifício Prime, 5A Amadora Tel.: Fax: Segurança Francisco Mendonça da Fonseca CEO APC by Schneider Electric Av. Dr. Francisco Luis Gomes, nº 1 - Piso 4 Fracção Lisboa Tel.: Fax: Equipamento de TI Business Continuity & Storage, Green IT, Segurança, System and Network Management APR Rua Manuel Vieira da Cruz, 25 2º - Apartado Ermesinde Tel.: Fax: Equipamento de TI, Business Continuity & Storage, CPM & BI, CRM, ERP, Gestão Documental, Outsourcing de TI, System and Network Management, Virtualização & SOA, Wireless and Mobile AR Telecom Doca de Alcântara Norte, Edifício Diogo Cão Lisboa Tel.: Fax: Serviços de Comunicações Arquivagest Av. Infante D. Henrique, nº Lisboa Tel.: Fax: Maria de Lurdes Carvalho Directora Geral BPM, Gestão Documental, Outsourcing de Processos (BPO) Arsys Calle Chile, Logroño, La Rioja, Espanha Tel.: Fax: ecommerce & Web, Outsourcing de TI, Virtualização & SOA Art of Knowledge R. João Chagas, 53, 1º Esq Cruz-Quebrada - Dafundo Tel.: Fax: Arthur D. Little Edifício MiraLisboa, Av. Fontes Pereira de Melo, 21-8º Lisboa Tel.: Fax: Business Continuity & Storage, Compliance, CPM & BI, CRM, ecommerce & Web, Green IT, Next Generation Networks, Outsourcing de Processos (BPO), Outsourcing de TI, Arturai Rua Eng. Frederico Ulrich, Moreira da Maia Tel.: Fax: Serviços de Comunicações, Business Continuity & Storage, ecommerce & Web, Next Generation Networks, Outsourcing de TI, Segurança, System and Network Management Assistimo, Lda. R. D. Francisco Xavier de Noronha, 6 D - Loja Almada Tel.: Fax: Equipamento de TI, Business Continuity & Storage, ecommerce & Web, Open Source, Outsourcing de TI, System and Network Management, ASUS Rua Joshua Benoliel, Edif. Alto das Amoreiras 6-3A Lisboa Tel.: Fax: Electrónica de Consumo, Equipamento de Comunicação, Equipamento de TI Carolina Afonso Marketing Manager Hélder Bastos Business Develloper Manager Paulo Campino Martins Corporate Sales Manager AT - Informática Rua da Lionesa 446 ARM D Matosinhos Tel.: Fax: Electrónica de Consumo, Equipamento de TI, Serviços de TI Contact Centers, Outsourcing de TI ATKS Rua Pinheiro Chagas nº17-6ºandar Lisboa Tel.: Fax: Compliance, CPM & BI, CRM, ERP, Gestão Documental, Outsourcing de Processos (BPO), Outsourcing de TI 34 35

19

20 DIRECTÓRIO EMPRESAS E PROFISSIONAIS ATM Informática Rua Profº Correia de Sá, nº 42, 2º Ermesinde Tel.: Fax: Equipamento de TI, Equipamento de Comunicação Business Continuity & Storage, Virtualização & SOA, Green IT, Outsourcing de TI, Segurança, System and Network Management, Unified Comm. & IP Telephony, CRM,, BPM Estrategicamente focada no cliente, a ATM fornece sempre as melhores soluções de Tecnologias de Informação e Comunicação, ajustadas ao negócio ou actividade dos seus clientes. Os produtos e serviços da ATM, Consultoria, Integração, Projecto e Manutenção, contribuem, tranquilamente, para a melhoria dos processos, redução de custos e uma maior agilidade das empresas ou Instituições, num mundo cada vez mais competitivo e em permanente mudança. Audaxys Alfrapark Edificio F - Piso Amadora Tel.: Fax: João Neves Director Comercial Paulo Ribeiro Director Técnico Carlos Costa Director de Marketing e Qualidade ERP, Outsourcing de TI Rodrigues Coelho Presidente do Conselho de Administração Miguel Rangel Susana Genelioux a Autodesk Quinta da Fonte - Edfício D. Pedro I Paço d Arcos Tel.: Fax: SIG Jorge Horta Director Geral Avanzada 7 Taguspark - Núcleo Central, Oeiras Tel.: Fax: Equipamento de Comunicação, Compliance, Contact Centers, CRM, ecommerce & Web, Next Generation Networks, Open Source, Unified Comm. & IP Telephony, Avaya Praça de Alvalade, 6-13ºD Lisboa Tel.: Fax: Equipamento de Comunicação, Equipamento de TI, Contact Centers, Segurança, System and Network Management, Unified Comm. & IP Telephony João Gonzales Country Manager Avetel Telecomunicações Centro Empresarial de Telecomunicações, Lugar da Portela, Zona Industrial Vila Nova de Famalicão Tel.: Fax: Equipamento de Comunicação, Equipamento de TI, Serviços de Comunicações Contact Centers, Next Generation Networks, System and Network Management, Unified Comm. & IP Telephony, B2B TIC Content Marketing Copywriting Av. dos Descobrimentos, Lote 189, 2. dto Palmela Tel.: Fax: Media, ecommerce & Web, Gestão Documental B2F Rua Manuel Vieira da Cruz, 25 2º Ermesinde Tel.: Fax: BPM, CPM & BI Be First Urbanização Pólo Tecnológico de Lisboa, lote Lisboa Tel.: Fax: Open Source, Outsourcing de TI, Unified Comm. & IP Telephony, Virtualização & SOA Betronic Av. do Forte nº3, Carnaxide Tel.: Fax: Equipamento de TI, Serviços de Comunicações, BPM, Business Continuity & Storage, CRM, Gestão Documental, Next Generation Networks, Segurança, System and Network Management, Wireless and Mobile BetterSoft Estrada de Lisboa Coimbra Tel.: Fax: BPM, CPM & BI, CRM, ERP, Gestão Documental, Bindcity Rua Viriato,25-3º. Dtº Lisboa Tel.: Fax: Media, ecommerce & Web Bio2access Rua Cerrado das Oliveiras n. 14 RC Esq Amadora Tel.: Fax: Equipamento de TI, Open Source, Outsourcing de Processos (BPO), Outsourcing de TI, Segurança, Paulo Carias Sales Manager Bizdirect Edifício Picoas Plaza Rua do Viriato, 13 E, Núcleo 6, 3º Andar Esq Lisboa Tel.: Fax: Equipamento de Comunicação, Equipamento de TI, Business Continuity & Storage, Compliance, Segurança, System and Network Management, Unified Comm. & IP Telephony, Virtualização & SOA, Wireless and Mobile BizLab Apartado Leiria Tel.: Fax: ecommerce & Web, ERP, Gestão Documental, Outsourcing de Processos (BPO), Outsourcing de TI Blue Phoenix Consulting Av. Eng. Duarte Pacheco, Emp Amoreiras - Torre I - Piso 3 - sala 11 e Lisboa Tel.: Fax: CRM, Outsourcing de Processos (BPO), Outsourcing de TI, System and Network Management, Virtualização & SOA BMC Alameda Fernão Lopes, 16 A 5º andar Lisboa Tel.: Fax: Segurança, System and Network Management Boston R. das Chagas,nº Lisboa Tel.: Fax: Brightpoint Av. Dr. Luís Sá nº9 - Arm.H Parque Monserrate Abrunheira Sintra Tel.: Fax: Electrónica de Consumo, Equipamento de Comunicação, Serviços de Comunicações ecommerce & Web, Outsourcing de Processos (BPO), Brother Ibéria R. da Garagem nº 7, Edificio Brother Carnaxide Tel.: Fax: Equipamento de TI Gestão Documental BT Portugal Rua Dom Francisco Manuel de Melo 21-1º Lisboa Tel.: Fax: Serviços de Comunicações, Business Continuity & Storage, Contact Centers, CPM & BI, ecommerce & Web, Next Generation Networks, Outsourcing de TI, Segurança, System and Network Management, Unified Comm. & IP Telephony, Wireless and Mobile Fornecimento de Serviços integrados de Comunicações e Tecnologias de Informação ao mercado empresarial e Operadores. Presente em 170 países, em Portugal desde 1996, a BT é líder no fornecimento de Serviços de Tecnologias de Informação e Soluções de Comunicações integradas e em rede. Com um enfoque na total satisfação das necessidades dos seus Clientes, a BT pretende ser o parceiro de excelência para o fornecimento de serviços de TI e soluções de comunicações empresariais internacionais, com o objectivo de entregar resultados de muito alta qualidade aos seus Clientes. A nossa oferta de serviços inclui soluções de convergência de voz, dados e IP, soluções de mobilidade, soluções CRM e Call-Center, soluções de Segurança em redes empresariais e Consultoria. A BT tem em Lisboa e Porto os PoP-Pontos de Presença integrantes da sua rede mundial de comunicações, complementados com uma rede doméstica alugada aos nossos Parceiros locais. Carlos Dias Gerente Bullet Solutions Rua Calouste Gulbenkian, n.º 52, 2º andar, escritório E Porto Tel.: Fax: BPM, CPM & BI, ecommerce & Web, Outsourcing de TI Burótica Edificio Empresarial, Alameda António Sérgio, Linda-a-Velha Tel.: Fax:

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